Em Portugal e nos mídia, o máximo de relexão: o Tratado vai ter o nome de Lisboa. O conteúdo e o resto não interessa para nada. Mais uma vez vive-se para as aparências.
ó meu querido Daniel, normalmente o que diz e faz é bem interpretado por mim, e devo dizer que apreciado.
este post… não sei enquadrar no mesmo sentido.
é que nem no departamento humorista consigo arrumar.
entretanto, um pouco distante, ao lado, passava uma manifestação de 200 mil (tantas?) pessoas contra a política laboral e dos salários, lesiva e injusta dos direitos trabalhadores portugueses, discriminados por esse primeiro ministro Sócrates, face aos ricos e aos banqueiros!
Ó Daniel, aquilo foi uma expressão de satisfação. Tinha o micro ligado e toda a gente pode ouvir o que Sócrates disse ao Zé Manel, mas daí até se criar um post despreciativo baseado nesta expressão. Não foi muito feliz…
Lá chegaram a acordo sobre o Tratado. Nisto de acordos cozinhados, eu lembro-me sempre do acordo de Munique de 1938. Foi importante, dizia-se. Nesse, como neste, a parte que saiu f… também não foi ouvida. Olha, rimei!
Como já disse noutro sitio é uma absoluta tristeza o esforço que fazemos para nos desmerecermos. Lá fora isto era considerado um triunfo, aqui só serve para aumentar o pequenino pormenor.
É nestas coisas que os comentadores podiam ser pedagógicos mas preferem a pequena canalhice.
Não sei se perceberam mas a questão não era a expressão mas o que ela traduz do sentimento nacional: há tratado e chama-se de Lisboa. É tudo o que interessa no debate sobre a Europa em Portugal.
“Porreiro, pá!” foi a resposta de Sócrates, na sequência de uma conversa mantida nos bastidores (sim, que isto de acordos e tratados não é para a populaça ignorante, que não percebe nada de nada e só atrapalha a condução da democracia). Dissera-lhe o Durão: “Pois, pá, quando as tuas trapalhadas como PM forem directamente proporcionais à tua descida de popularidade, já te podemos arranjar um lugarzinho fixe em Bruxelas ou Estrasburgo. Não vai ser tão porreiro?”
Então o engº e o Zé já são assim tão amiguinhos, não era de prever outra coisa, políticas iguais de ambos de ambos os lados, então quando o Zé era nosso primeiro a sua política foi como copiada tipo copy past pelo engº das novas tecnologias, porreiro pá, não vai haver referendo em Portugal, porreiro pá, a UE é uma instituíção cada vez mais longinqua dos europeus, porreiro pá, o engº não gosta de sindicatos portugueses e vangloriara-se porque diz que assinou um acordo histórico com os sindicatos e patrões europeus para aplicar flexigurança em todo espaço da UE, porreiro pá.
Ah, e já agora para quando começar governar para resolver os verdadeiros problemas de Portugal, talvez isso seja mesmo porreiro pá.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Em Portugal e nos mídia, o máximo de relexão: o Tratado vai ter o nome de Lisboa. O conteúdo e o resto não interessa para nada. Mais uma vez vive-se para as aparências.
ó meu querido Daniel, normalmente o que diz e faz é bem interpretado por mim, e devo dizer que apreciado.
este post… não sei enquadrar no mesmo sentido.
é que nem no departamento humorista consigo arrumar.
entretanto, um pouco distante, ao lado, passava uma manifestação de 200 mil (tantas?) pessoas contra a política laboral e dos salários, lesiva e injusta dos direitos trabalhadores portugueses, discriminados por esse primeiro ministro Sócrates, face aos ricos e aos banqueiros!
Ó Daniel, aquilo foi uma expressão de satisfação. Tinha o micro ligado e toda a gente pode ouvir o que Sócrates disse ao Zé Manel, mas daí até se criar um post despreciativo baseado nesta expressão. Não foi muito feliz…
Mas afinal qual era a conversa? “tás bom?” “tou porreiro pá!”
Só em Portugal é que isto se torna assunto
Lá chegaram a acordo sobre o Tratado. Nisto de acordos cozinhados, eu lembro-me sempre do acordo de Munique de 1938. Foi importante, dizia-se. Nesse, como neste, a parte que saiu f… também não foi ouvida. Olha, rimei!
media. latim.
[boa malha Daniel]
este momento vai ficar na historia da Uniao Europeia… o nosso primeiro ministro brilhou…
Porreiro pá…..
Como já disse noutro sitio é uma absoluta tristeza o esforço que fazemos para nos desmerecermos.
Lá fora isto era considerado um triunfo, aqui só serve para aumentar o pequenino pormenor.
É nestas coisas que os comentadores podiam ser pedagógicos mas preferem a pequena canalhice.
Não sei se perceberam mas a questão não era a expressão mas o que ela traduz do sentimento nacional: há tratado e chama-se de Lisboa. É tudo o que interessa no debate sobre a Europa em Portugal.
“Porreiro, pá!” foi a resposta de Sócrates, na sequência de uma conversa mantida nos bastidores (sim, que isto de acordos e tratados não é para a populaça ignorante, que não percebe nada de nada e só atrapalha a condução da democracia). Dissera-lhe o Durão: “Pois, pá, quando as tuas trapalhadas como PM forem directamente proporcionais à tua descida de popularidade, já te podemos arranjar um lugarzinho fixe em Bruxelas ou Estrasburgo. Não vai ser tão porreiro?”
Então o engº e o Zé já são assim tão amiguinhos, não era de prever outra coisa, políticas iguais de ambos de ambos os lados, então quando o Zé era nosso primeiro a sua política foi como copiada tipo copy past pelo engº das novas tecnologias, porreiro pá, não vai haver referendo em Portugal, porreiro pá, a UE é uma instituíção cada vez mais longinqua dos europeus, porreiro pá, o engº não gosta de sindicatos portugueses e vangloriara-se porque diz que assinou um acordo histórico com os sindicatos e patrões europeus para aplicar flexigurança em todo espaço da UE, porreiro pá.
Ah, e já agora para quando começar governar para resolver os verdadeiros problemas de Portugal, talvez isso seja mesmo porreiro pá.
Este vídeo está demais lol
http://www.youtube.com/watch?v=e9K9RxX_ecQ
Coitado do Luís Amado