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	<title>Comentários em: O outro manifesto</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: João Pires</title>
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		<dc:creator>João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:19:49 +0000</pubDate>
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		<description>Infelizmente, só agora cheguei a esta pérola. Só tenho duas perguntas que para uma mente mais sensível ou, vá lá,  menos atenta podem criar um grau elevado de preocupação que o pode levar a partir para a ofensa. Dito isto, aqui vão:

 - Não existe nenhum economista de alguma Universidade de jeito? Sei lá, alguém da Católica ou da Nova? (o Carlos Santos está, mas nitidamente enganou-se na Universidade)? Ou até daquela &quot;universidadeza&quot; que é a Columbia University de NY?
- Porque é que temos aqui sociólogos, geógrafos a opinar sobre economia? Que diriam essas putativas individualidades se lhes aparecesse algum economista a falar da localização de um certo pais? Que entendem eles sobre o tema?

Pois, eu sei a reposta. Porque as outras individualidades, as que trabalham nas universidades de economia onde os alunos querem estudar e os professores trabalhar, simplesmente acham esta via um reforçar da miséria em que se encontra portugal. 

Um &quot;fraterno abraço camaradas&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente, só agora cheguei a esta pérola. Só tenho duas perguntas que para uma mente mais sensível ou, vá lá,  menos atenta podem criar um grau elevado de preocupação que o pode levar a partir para a ofensa. Dito isto, aqui vão:</p>
<p> &#8211; Não existe nenhum economista de alguma Universidade de jeito? Sei lá, alguém da Católica ou da Nova? (o Carlos Santos está, mas nitidamente enganou-se na Universidade)? Ou até daquela &#8220;universidadeza&#8221; que é a Columbia University de NY?<br />
- Porque é que temos aqui sociólogos, geógrafos a opinar sobre economia? Que diriam essas putativas individualidades se lhes aparecesse algum economista a falar da localização de um certo pais? Que entendem eles sobre o tema?</p>
<p>Pois, eu sei a reposta. Porque as outras individualidades, as que trabalham nas universidades de economia onde os alunos querem estudar e os professores trabalhar, simplesmente acham esta via um reforçar da miséria em que se encontra portugal. </p>
<p>Um &#8220;fraterno abraço camaradas&#8221;</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-84585</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 14:12:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pois este passa a ser o meu manifesto e contém 1 pergunta incluída:

ó louçã também vai fazer alianças com o portas e ka d. manuela? cuidado não vá isso ficar + 1 bloco de betão

http://apombalivre.blogspot.com/2009/09/o-louca-tambem-vai-fazer-aliancas-com-o.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois este passa a ser o meu manifesto e contém 1 pergunta incluída:</p>
<p>ó louçã também vai fazer alianças com o portas e ka d. manuela? cuidado não vá isso ficar + 1 bloco de betão</p>
<p><a href="http://apombalivre.blogspot.com/2009/09/o-louca-tambem-vai-fazer-aliancas-com-o.html" rel="nofollow">http://apombalivre.blogspot.com/2009/09/o-louca-tambem-vai-fazer-aliancas-com-o.html</a></p>
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		<title>Por: MigPT</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78907</link>
		<dc:creator>MigPT</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 09:47:21 +0000</pubDate>
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		<description>É claro como água que para este manifesto juntaram-se alguns economistas (normalmente da cartilha) e muitos (muitíssimos) &quot;cientistas sociais&quot;. Aliás, um dos grandes problemas de miopia económica na esquerda é pensar que a economia é uma ciência e por isso, pensam que aplicando determinada acção, obtêm sempre o mesmo efeito, como se economia fosse uma ciência exacta. Daí os planos quinquenais, com os seus célebres efeitos nas populações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É claro como água que para este manifesto juntaram-se alguns economistas (normalmente da cartilha) e muitos (muitíssimos) &#8220;cientistas sociais&#8221;. Aliás, um dos grandes problemas de miopia económica na esquerda é pensar que a economia é uma ciência e por isso, pensam que aplicando determinada acção, obtêm sempre o mesmo efeito, como se economia fosse uma ciência exacta. Daí os planos quinquenais, com os seus célebres efeitos nas populações.</p>
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		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78861</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:27:03 +0000</pubDate>
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		<description>E então o analista político Daniel Oliveira não comenta a viragem política do BE? Depois de uma história de combate à política de investimento público do PSD (a política de betão), de um momento para o outro o BE aparece de braço dado com os patos-bravos a defender o TGV. Os patos bravos eu compreendo, são eles quem se vai encher de dinheiro com estas obras. O BE vou compreender após o Daniel nos explicar. Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E então o analista político Daniel Oliveira não comenta a viragem política do BE? Depois de uma história de combate à política de investimento público do PSD (a política de betão), de um momento para o outro o BE aparece de braço dado com os patos-bravos a defender o TGV. Os patos bravos eu compreendo, são eles quem se vai encher de dinheiro com estas obras. O BE vou compreender após o Daniel nos explicar. Obrigado.</p>
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		<title>Por: João Costa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78833</link>
		<dc:creator>João Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:00:43 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tenho uma regra de ouro para a política económica e social a seguir: tudo o que o Boaventura Sousa Santos subscrever, está nos antípodas daquilo que deve ser seguido. Nunca falha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho uma regra de ouro para a política económica e social a seguir: tudo o que o Boaventura Sousa Santos subscrever, está nos antípodas daquilo que deve ser seguido. Nunca falha.</p>
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		<title>Por: cinco dias &#187; À espera esperando pelos &#8220;51 economistas&#8221;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78832</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; À espera esperando pelos &#8220;51 economistas&#8221;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:59:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] paradigma da esquerda pedagógica e solícita) me explique o que significa a aplicação de uma &#8220;política de empregabilidade&#8221; no actual contexto de um capitalismo hiper-tecnológico, que exige cada vez mais trabalho de uns poucos, pouquíssimos, enquanto lança franjas cada vez [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] paradigma da esquerda pedagógica e solícita) me explique o que significa a aplicação de uma &#8220;política de empregabilidade&#8221; no actual contexto de um capitalismo hiper-tecnológico, que exige cada vez mais trabalho de uns poucos, pouquíssimos, enquanto lança franjas cada vez [...]</p>
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		<title>Por: DSC</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78824</link>
		<dc:creator>DSC</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 15:17:59 +0000</pubDate>
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		<description>Declaração de interesses: Não li o manifesto dos 28 e, por isso mesmo não teci nenhum comentário ao mesmo.

Li este manifesto e quero dar os meus parabêns ao Sr. Daniel Oliveira. Vejo que começa a ganhar sentido de humor e até contribuí com a exposição de textos absolutamente ao nível dos gato fedorento. Eles que se cuidem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Declaração de interesses: Não li o manifesto dos 28 e, por isso mesmo não teci nenhum comentário ao mesmo.</p>
<p>Li este manifesto e quero dar os meus parabêns ao Sr. Daniel Oliveira. Vejo que começa a ganhar sentido de humor e até contribuí com a exposição de textos absolutamente ao nível dos gato fedorento. Eles que se cuidem.</p>
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		<title>Por: a arrogância fatal &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78817</link>
		<dc:creator>a arrogância fatal &#171; O Insurgente</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:54:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Este documento subscrito por um grupo numeroso de economistas portugueses não traz, por isso, nada de novo. Apesar de nele se reclamar a urgência de “uma nova política económica e financeira”, baseada no investimento público como fonte criadora de riqueza e de emprego, cabe aqui perguntar o que andaram a fazer os governos socialistas e de orientação keynesiana nas últimas décadas.Em Portugal, por exemplo, essa estratégia foi seguida por Aníbal Cavaco Silva, um keynesiano assumido, cujos governos ficaram célebres pelas políticas do betão e dos grandes investimentos em obras públicas. Foi seguida por António Guterres, que investiu fortemente em políticas ditas sociais, tais como o rendimento mínimo, o ensino público (a “paixão pela educação”, lembram-se?), o serviço nacional de saúde, a reforma da segurança social estatal, os IC’s, etc.. Não foi abandonado por Durão Barroso, num governo que durou pouco tempo e que manteve inalterável toda a estrutura do Estado Social. E foi o programa de governo de José Sócrates, com o qual ele tentou criar cento e cinquenta mil novos postos de trabalho, que obviamente não conseguiu. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Este documento subscrito por um grupo numeroso de economistas portugueses não traz, por isso, nada de novo. Apesar de nele se reclamar a urgência de “uma nova política económica e financeira”, baseada no investimento público como fonte criadora de riqueza e de emprego, cabe aqui perguntar o que andaram a fazer os governos socialistas e de orientação keynesiana nas últimas décadas.Em Portugal, por exemplo, essa estratégia foi seguida por Aníbal Cavaco Silva, um keynesiano assumido, cujos governos ficaram célebres pelas políticas do betão e dos grandes investimentos em obras públicas. Foi seguida por António Guterres, que investiu fortemente em políticas ditas sociais, tais como o rendimento mínimo, o ensino público (a “paixão pela educação”, lembram-se?), o serviço nacional de saúde, a reforma da segurança social estatal, os IC’s, etc.. Não foi abandonado por Durão Barroso, num governo que durou pouco tempo e que manteve inalterável toda a estrutura do Estado Social. E foi o programa de governo de José Sócrates, com o qual ele tentou criar cento e cinquenta mil novos postos de trabalho, que obviamente não conseguiu. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78808</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 13:10:15 +0000</pubDate>
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		<description>antónio cunha, todos os comentarios ficam bloquados até serem aprovados</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>antónio cunha, todos os comentarios ficam bloquados até serem aprovados</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio Cunha</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/o-outro-manifesto/comment-page-2/#comment-78804</link>
		<dc:creator>Antonio Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:30:22 +0000</pubDate>
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		<description>A ditadura do ARRASTAO é magnifica

Deixa um mentiroso andar aqui a espalhar falsidades, mas bloqueia por 4 vezes os meus posts.

PARABENS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ditadura do ARRASTAO é magnifica</p>
<p>Deixa um mentiroso andar aqui a espalhar falsidades, mas bloqueia por 4 vezes os meus posts.</p>
<p>PARABENS</p>
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