Num estudo de Richard de Neufville (está aqui, em PDF), especialista do MIT e consultor no planeamento de aeroportos, considera-se que a a Ota terá um “risco considerável” para os potenciais investidores privados e aconselha-se à construção inicial de apenas uma pista no futuro aeroporto e adiamento de parte do investimento de três mil milhões de euros. Neufville chama a atenção para a “incerteza considerável” quanto ao futuro do tráfego aéreo de passageiros em Portugal. Ontem, os deputados do PS chumbaram uma recomendação ao governo para estudar a solução para a qual este especialista aponta: a Portela+1.
Por Daniel Oliveira 21 Jun 07 em Sem categoria


Isto é ridiculo…O pior é que dentro de 6 meses sera a OTA a avançar! Este governo é de uma arrogancia inacreditavel… Devem ter muitos terrenos na OTA. So espero que o nosso primeiro nao veja este post, ou ainda fico sem reforma….
Hm, não percebo qual é o problema. Qualquer investimento tem um verto risco associado a ele. E o problema do empresariado português tem sido não estarem preparados a tomar riscos. “Quem não arrisca, não petisca”
O especialista do MIT que nao se preocupe. Em Portugal, e pelo menos nas parcerias público/privados risco é coisa que os investidores privados nao conhecem.
Afinal, de uma forma ou outra, mais cedo ou mais tarde, o Estado paga. Isto é, nós…
Importa, a bem da verdade, referir que o estudo não levanta questões unicamente sobre a Ota (por muito jeito que dê essa bandeirinha), mas sobre um modelo. O mesmo se aplica em relação a qualquer outra localização - Alcochete, Poceirão, Rio Frio ou segunda circular - que adopte o mesmo modelo de grande unidade aeroportuária. O estudo é sobre o impacto do mercado low-cost, que o próprio autor caracteriza, muito bem, como de difícil previsibilidade.
Mas nós cá no burgo, pensamos em grande.Se o transporte aéreo não crescer no mundo, cresce cá.
E,além disso, há sempre quem pague.
Os dez estádios já fecharam? Claro que não!São precisos? Não!
São estadistas, olham o Mundo a cincoenta anos de distância.
Incompreendidos, é o que é!