Tudo começou com uma decisão peculiar: poucos meses depois das eleições autárquicas e de um entendimento com António Costa, em Lisboa, o Bloco de Esquerda anunciava que não tencionava reeditar o acordo com os socialistas. Nenhuma avaliação do seu cumprimento ou do trabalho de José Sá Fernandes. A decisão veio a seco e sem grandes justificações.

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