Por Daniel Oliveira
Como encara os campos de trabalhos forçados, denominados gulags, nos quais morreram milhares de pessoas?
Não sou capaz de lhe responder porque, em concreto, nunca estudei nem li nada sobre isso.
Mas foi bem documentado…
Por isso mesmo, admito que possa ter acontecido essa experiência.
Mas não sentiu curiosidade em descobrir mais?
Sim, mas sinto necessidade de saber mais sobre tanta outra coisa…
Rita Rato, deputada do PCP, licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais.
147 comentários 22 Out 09 em Sem categoria



Olha Daniel!
Gosto muito de ti e tal és bom rapaz (defeito congénito aquela coisa de ser do clube do fachos e tal) mas esta mensagem cheira a ressabiamento puro.
Não estavas à espera que a Soeiro Pereira Gomes tivesse uma imberbe mais gira que a Joana Amaral Dias né? Estavas à espera de ter a Miss Parlamento para sempre era?
Olha que o friso feminino da JCP tem daquelas e muito mais… Pena a cassete.
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Mas porque é que estas sempre a atacar o pc?? Camaradas do PC, eu sou militante do Bloco, e tal como muitos dos militantes do partido que faço parte nós não somos anti-comunistas. Alias uma convergencia entre o PC e o BE é necessaria, a opinião do daniel oliveira é legitima mas é uma minoria dentro do bloco de esquerda, a questão é que ele trabalha para os media burgueses logo tem uma maior repercussão.
Daniel Oliveira erras o alvo, porque não aatcas o PS que está no Governo????
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 16:21
Marxista, quando toca aos gulags o meu alvo é quem os defende os desculpabiliza. Ponto.
Mário Borges, a beleza das deputadas é-me absolutamente indiferente. Não sofro desse tipo de machismo. Gosto de mulheres bonitas. No Parlamento, quero mulheres e homens informados.
Ainda está na 2ª semana na escolinha nova. Está nervosa. Tem medo de “afrontar” O Partido. Prefiriu auto-mutilar-se intelectualmente. Agora..se eu tivesse votado CDU estava ofendido com isto. A ter opnião, por mais parvas ou idiotas que sejam, toda a gente tem direito. Dizer que nao se sabe…q nao se estudou, é pura ignorancia, mesmo que voluntária.
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Mas então Daniel, se assim é…a deputada não faz nem uma coisa nem outra…só os ignora. Sendo deputada, nem surpreende que ignore o que acontece(u) no mundo…
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Aí vem outra rodinha, é correr rapaziada
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Não sabe ela outra coisa…Agora é óbvio que ela não tem liberdade para falar dessas coisas, a menos que deseje ter a carreira política mais curta da história ou então sair do partido para ir até ali ao Rato, são opções, ela lá saberá o que é melhor para ela, mas se decidir ficar no Partido é bom que refine o discurso, porque ninguém engole essa parolice do “não sei”, “não estudei”, só lhe fica é mal, especialmente com o curso universitário que tem.
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Calma Daniel, a inveja á pecado mortal, logo veja lá se não vai para o céu….mesmo que tenha algo de anjinho….., não é que eu nunca li nada sobre o facto de se sentir muito bem a chamar camarada aos seus no BE, mesmo que alguns destes tenham durante anos e anos, defendido com unhas e dentes o regime Albanês e Chinês contra o revisionismo da URSS. E alguns deles já eram bem mais velhinhos que a Rita Rato. Pois é ……
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Pronto… já entendi. Enquanto não passar o efeito e a ofensa, provavelmente legítima, provocada por um boato de que se fala num post anterior, lançado não sei por quem, num lugar que ninguém diz qual é e que, mais uma vez, admito que tenha sido uma sujeirada… isto por aqui vai funcionar em ritmo de cruzada contra qualquer comuna que se mexa ou sequer pestaneje. Temos, portanto, assunto para uns tempos. Paciência…
Ah… e também gostava que a jovem Rita tivesse respondido como deve ser.
Saludos!
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Eu tirei o mesmo curso da deputada Rita Rato e de facto não estudamos propriamente o regime soviético e a sua realidade. O que me causa estranheza nestas declarações é o facto de Rita Rato nunca ter lido sobre a materia porque pressupõe-se que uma estudante de ciência política tenha conhecimentos extra-curriculares sobre assuntos como este, além do mais que se bem me lembro os mesmos são estudados no 9ºano e mesmo no secundário na disciplina de história.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 17:23
Ana, quando falei de “matéria” era uma metáfora. Não acho apenas extraordinário que uma aluna de ciência política e relações internacionais nunca tenha lido nada sobre os gulags. Acho ainda mais extraordinário que uma comunista, ainda mais uma comunista que na mesma entrevista faz questão em falar dos avanços económicos, sociais e culturais da URSS, nunca tenha passado os olhos por tanta coisa que foi escrita.
Mas se fosse um outro Deputado (ou Deputada) a dizer que “desconhece em concreto” as experiências do Tarrafal ou de Peniche (ou de Treblinka…), caía o Carmo e a Trindade!
É assim. Tudo como dantes, Q.-G. na Soeiro Pereira Gomes…
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Penso que o que mais lhes dói é que a Rita Rato (26 anos, licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa, 3.ª na lista de candidatos à AR pelo círculo de Lisboa, natural de Estremoz,, que vive em união de facto e tem um filho de dez meses. Tem simpatia pelo Benfica) tenha ousado dizer na sua 1ª grande entrevista:
“Nunca tive problemas em ser levada a sério” e segundo o CM “a deputada comunista diz nunca ter tido dificuldade em ser ouvida”.
E à pergunta: Alguma vez se tinha imaginado enquanto deputada? Tenha respondido com toda a naturalidade, frescura e desenvoltura:
“Nunca tinha pensado nessa hipótese. Depois concretizou-se. Mas não vai ser a minha profissão, eu sou funcionária do PCP. Agora tenho esta tarefa, como já tive outras. Pode não ser para sempre, e o mais certo é não ser.”
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 18:00
Leo, e?
Quantos e quantos camaradas nossos do BE dariam, infelizmente, a mesma resposta, Daniel. Alguns deles até agora eleitos deputados…e quanto à Rita Rato, ela é bem mais gira do que tu!
Dá cabo mas é das feias, sobretudo das santanetes. Até tens uma ex a teu lado no Eixo do Mal.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 17:59
Carlitos, e se desssem (dariam?) teriam, como saberás, um post aqui reservado.
Disse Daniel Oliveira:
«Como sabem, gosto muito de Obama»
Eu acho apenas extraordinário que um homem crescidinho como Daniel Oliveira (que se diz de esquerda) nunca tenha lido nada sobre a guerra tremenda que Obama está a levar a cabo no Af-Pak. Ler, deve ter lido – mas gosta muito de Obama! Também gosta do cheiro do Napalm pela madrugada? (*)
(*) Kilgore: I love the smell of napalm in the morning. You know, one time we had a hill bombed, for 12 hours. When it was all over, I walked up. We didn’t find one of ‘em, not one stinkin’ dink body. The smell, you know that gasoline smell, the whole hill. Smelled like
[sniffing, pondering]
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- Quem lhes paga? – Para fazer acusações absurdas sobre o PCP e seus militantes.
Fazem acusações provocatórias e esquece-se que convivem com o que houve de mais extremista na sociedade portuguesa pós 25 de Abril .
- Hoje residentes no BE – O Francisco Lousã, “eram” “ou” é o quê?
Os tipos da UDP “eram” ou “são” o quê?
– E todos os outros, maoístas, pró-albaneses ,Estalinistas e afins – família politica de Pol Pot. – -A quem os seus patrões de hoje, o grande capital financeiro internacional, pela mão de Washington, dava apoio logístico e económico através da fronteira com a Tailândia. Já se ESQUECEU?
Não lhes interessa lembrar quem apoio, politica e financeiramente o regime racista/fascista Sul -Africano.
A questão do Congo Belga – o golpe de Estado contra Patrick Lobomba e o seu assassinato às ordens da CIA, a cumplicidade das “democracias” ocidentais – O financiamento por parte destas dos mercenários muitos deles recrutados pelos serviços de espionagem desses respectivos países, Bélgica, USA , França, Inglaterra etc., etc.
Há também a questão Marroquina, quando da sua independência a quem os serviços de espionagem franceses raptaram e assassinaram um dos mais importantes e influentes dirigente marxista marroquino que neste momento não me recordo o nome.
Os Povos Sul- Americanos e Centro- Americanos, submetidos a ditaduras, a mando dos USA.
-Não interessa nada lembrar o Plano Condor. Sabe do que falo, não sabe senhor Oliveira?
A questão Indonésia não interessa nada, os milhares e milhares de membros do Partido Comunista Indonésio, Mortos, às ordens de Washington e seus capangas Europeus.
A invasão de Timor senhor Oliveira, Ordem dada pelo presidente dos USA em pessoa quando da sua visita a Indonésia também é para esquecer
etc. etc. que a lista é longa, e eu não tenho o dia todo.
Depois pega-se, nas perguntas, carregadas de veneno, dum pseud- jornalista, a recibo verde desgraçado de medra. E ataca-se o PCP .
Tenha vergonha.
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Li as respostas da filiada do PCP.
São resposta inteligentes, não fala do que não sabe.
Se toda a gente assim fizesse não se lia tanta palermice nos blogs e nos comentários.
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A senhora Rita foi muito bem educada, se eu fosse deputado e algum energumeno, me fizesse essas perguntas eu era capaz de lhe ir as trombas.
ja chateia, cada vez que aparece uma nova figura do PCP vem logo ps gulags a baila, como se alguem do PCP fosse responsavel por essa merda.
Eh como quando alguem que eh contra a pena de morte, vem logo a pergunta idiota “e se fosse um filho teu?”.
deixem os comunistas em paz, que se fossem todos como nos o mundo nao era esta bosta.
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Tivesse ela legitimamente mandado o jornalista à merda mais a provocação que a pergunta encerrava provavelmente estaríamos na mesma a comentar a sua baboseira Daniel.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 17:53
Talvez quando os dirigentes do PCP forem claros em relação ao estalinismo a pergunta deixe de fazer sentido. E já agora quando forem claros em relação aos crimes de hoje, na China, por exemplo. Mas nesta matéria, faça-se justiça, não estão sozinhos.
- Mas se falarmos de atropelos aos direitos humanos, e a China tem sido condenada, coloca-se essa não ingerência na vida dos outros partidos?
- Não sei que questão concreta dos direitos humanos…
- O facto de haver presos políticos.
- Não conheço essa realidade de uma forma que me permita afirmar alguma coisa.
- Mas isto é algo que costuma ser notícia nos jornais.
- De facto, não conheço a fundo essa situação de modo a dar uma opinião séria e fundamentada.
Sem comentários…
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e?
Pois é. Aos 26 anos, em 2009, assumir-se o que se é e porque o é, com toda a assertividade não é para todas. Nem para todos.
Que a Rita tem personalidade, mostrou ter. Atitude, diria, o Sócrates. Eu só lhe posso desejar bom trabalho, muitas descobertas, novos conhecimentos. Porque como ela própria diz à pergunta “Mas não sentiu curiosidade em descobrir mais? Sim, mas sinto necessidade de saber mais sobre tanta outra coisa…”
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Hoje em dia não é preciso dar mais matérias de estudo, o que realmente falta é aproveitar um bocadinho dos tempos livres para ler mais, isto da net é muito bom, mas também se perde muito. De certa maneira sinto-me afortunada por ter tido o melhor dos dois mundos e não ter tido net mais cedo porque teria perdido a oportunidade de ler muito.
Quando andava a estudar, as minhas duas segundas casas eram a Biblioteca Nacional e a Biblioteca da Gulbenkian e foi assim que, há já uns anitos, aprendi muitas coisas incluindo, o que era um gulag, não na Faculdade mas simplesmente a ler um dos primeiros livros que encontrei sobre o assunto “O Arquipélago de Gulag de Alexander Soljenitsin”.
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O daniel e o pedro sales, miltantes e dirigentes do BE, não fazem mais que o seu papel com estes ataques sectários contra o PCP. Ocasionalmente personificados na figura deste ou daquele dirigente e militante comunista.
O curioso é que depois são os mesmos que acusam o PCP de sectarismo….
são os mesmos que mentem descaradamente,e não hesitam em deturpar qualquer facto desde que com isso retirem alguma vantagem, como foi o caso Vital ou o episódio do Pinho na AR, de que o senhor Pedro Sales tão bem se deve lembrar.
a questão central é que a entrevistada assumiu que não queria responder a algumas das perguntas, e isso quanto a mim não é nenhum crime, aliás, quantas vezes aqui no blog, suposto espaço de discussão, o Daniel não ignora as questões que lhe são directamente dirigidas, quantas vezes o Francisco Louçã fugiu à pergunta das nacionalizações no debate das legislativas?
a entrevista à nova deputada do pcp não pretendia ser uma análise aprofundada das relações internacionais do PCP, não terá sido marcada com esse objectivo e portanto e muito bem ela optou por não responder,
tentar tirar deste episódio mais que isto revela o profundo anticomunismo sectário que preenche a cabeça de alguns destacados dirigentes do BE…..
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:21
MR, não sou dirigente do Bloco.
Vá aos blogues próximos do PCP e veja o que escreve, quase diariamente, sobre o Bloco. E não tem problema. Tem um nome: democracia.
Se o comunismo inclui o silêncio sobre os gulags, sim, sou anti-comunista.
“Talvez quando os dirigentes do PCP forem claros em relação ao estalinismo a pergunta deixe de fazer sentido. E já agora quando forem claros em relação aos crimes de hoje, na China, por exemplo. Mas nesta matéria, faça-se justiça, não estão sozinhos.”
Oh Daniel também não quer voltar mais atrás no tempo e culpar todas os republicanos pelas atrocidades cometidas na revolução francesa ? Pela quantidade de burgueses, sangues azuis e “enganos” mortos na guilhotina ?
O regime Soviético foi o que foi. Houve mais atropelos por lá do que na Alemanha nazi, no entanto subscreve-se a um tempo e a um espaço definido, o que o torna inimitável, tal como a revolução francesa e os tempos que se seguiram o foram.
Ao fim e ao cabo, qual o objecto da sua crítica ? Os gulags, ou apontar o dedo e dizer “foste tu” aos netos de cujos avós cometeram o pecado ?
De uma forma ou de outra o exercício mental proposto não tem substância absolutamente nenhuma. Como simpatizante bloquista acho execrável estas constantes afrontas ideológicas ao PCP baseadas em factos históricos completamente deslocados e desfasados da nossa realidade. O que se subentende é uma necessidade sua, pessoal, em atingir uma qualquer razão que mais parece infantil do que uma questão séria e aplicável.
A atitude da deputada parece-me bem mais inteligente: “não fales daquilo que não sabes”. E muito menos quando a questão não serve nenhum propósito objectivo …
Sai um abraço aos camaradas comunistas !
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Mas estão aqui a bater no ceguinho porquê?
Então e a memória da maioria da rapaziada do bloco? Nunca os vi fazer mea culpa! Passaram a esponja encharcada de creolina pelo que no passado defenderam e ficaram logo com a consciência lavada e desinfectada.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:19
Rafeiro, está completamente enganado. Leia os vários textos do Bloco e está lá tudo.
Daniel
vc faz mais sózinho para que o BE seja uma moda passageira que muitas dezenas de militantes bem intencionados juntos
já agora, em concreto sobre um dos aspectos do assunto:
se lhe perguntarem como é que a propaganda americana durante a Guerra Fria apresentou fotos e filmes dos seus próprios campos de refugiados internos nos Midllelands durante a crise dos anos 30 como sendo imagens do “genocidio étnico na Ukrânia” o que é que vc respondia?. Vá lá, responda pq vc já tem mais que 26 aninhos,
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peço desculpa: “midlands”
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Mais uma vez reitero: deixemos de eleger o PCP como nosso principal inimigo. Isto hoje mais parece um blogue da direita, como o Blasfémias. Livra.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:16
Não fazia ideia, Mário, que ser claro em relação aos gulags era ser de direita. Mau sinal.
Eu quando dou a opinião não estou a ver se dá jeito à esquerda ou à direita. Dou. Já nem sou político. Sou só eu, a dar as minhas opiniões.
Pode parecer estranho para quem leu comentários noutros “posts” mas, vou tentar explicar:
1- Tento analisar o que estará “por detrás” das opiniões escritas;
2- Esse “por detrás” resume-se a determinado tipo de ideologias (ou o que lhe quiserem chamar);
3- Admito que me possa enganar e analisar incorrectamente algumas opiniões que, pela minha vidinha de algumas décadas, me soam logo a algo repugnante (o nazismo e suas excrecências).
4- Porém, também me repugnam todas as ditaduras (mesmo que de sinal pseudo-contrário).
Posto isto, dirijo-me, agora sim, directamente ao PANZENMAYER:
a) O comentário que aqui fez é correcto em relação a tudo, menos uma coisa. A recém-deputada, como militante do PCP tem a obrigação de saber mais do que lhe foi ensinado na Universidade. Por isso não pode ignorar a História, a menos que queira fazer dela o que Stalin fez com as fotos da Revolução Bolchevique.
b) A nossa troca de “mimos” resultou de um texto que você escreveu (sabe bem qual foi) e, se
quiser, “diga-me” se fui eu (e não só) a fazer uma leitura incorrecta ou se foi você, que levado pelo seu entusiasmo, escreveu algumas “coisas” exageradas.
Acredite que gostaria que isto ficasse esclarecido,
quanto mais não fosse para a “gente” se entender ou desentender.
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Toda a gente sabe o que foi o Holocausto e toda a gente deveria saber o que eram os Gulags.
Se bem me recordo no meu livro de historia de 9º ano la apareciam 5 ou 6 paginas sobre o regime Nazi, chegada a secçao da URSS do anos 30 e 40 era so desenvolvimento industrial e o nascimento de uma potencia. Ao lado num quadradinho la faziam referencia a meia duzia de deportados para os campos de concentraçao na siberia… Parecia mais sanguinario o Mccarhty nos estados Unidos que o Estaline. Com um ensino destes como é que esta gente vai saber alguma coisa….O pior e que ate chegam a deputados. So neste pais. ( prefiro as gajas boas do Berlusconi, ao menos andam caladas)
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Só conheço a sra/menina dos cartazes da CDU.A ser verdade o que disse sobre os campos de trabalhos forçados, (que não leu, desconhece, etc, etc.) coitada!Apetece-me dizer que se calhar só é bonita, embora não seja loira! E eu não gosto de dizer isto das mulheres pq como mulher nem sequer me fica bem, mas enfim que mais hei-de dizer duma deputada que parece que se exprimiu assim sobre um tema tão sério?Andamos a brincar ou quê? Ou é o reino do faz-de-conta?
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Recomendo:
http://aterceiranoite.org/2009/10/22/jovem-guarda/
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- Uma outra forma de Gulag -
-Quem é amigo quem é.
“Cuba denuncia dificuldades de pagamento a organismos na Suíça devido ao bloqueio
GENEBRA. — O embaixador cubano em Genebra, Rodolfo Reyes, denunciou em colectiva de imprensa as dificuldades de seu país para cumprir com o pagamento de suas contribuições a organismos internacionais na Suíça por causa do bloqueio económico, comercial e financeiro dos Estados Unidos, noticiou a PL.
O diplomata cubano explicou que a maioria destes organismos internacionais têm abertas suas contas para receber as contribuições para seus orçamentos no banco UBS, contudo, os Estados Unidos sancionaram essa instituição financeira suíça por um montante de US$ 100 milhões, em aplicação de sua política coerciva contra a Ilha caribenha.
Cuba foi proibida de continuar suas transacções financeiras internacionais no UBS, por tal motivo, actualmente deve realizar suas transacções através de terceiros, encarecendo-se as operações com o pagamento dos serviços bancários, explicou.
O representante da Ilha ante as Nações Unidas e outros organismos internacionais, com sede nessa cidade, salientou que o governo actual dos Estados Unidos continua aplicando seu cerco económico, financeiro e comercial com todo o rigor.”
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Espera lá… Mas atão o Daniel, quando foi para militante do PCP ou da JCP, desconhecia os factos?
Só agora é que se apercebeu? Fónix.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:13
Alenteanito: sabia deles e tinha então a mesma posição que tenho hoje.
Estes bloquistas de vez em quando salta-lhe a tampa.O sr. Daniel quando lá andou calou-se e agora no Bloco com um ar mais intelectual já se sente mais respeitável e serve-se destas diatribes para se despir dos nojentos comunistas.São muito rafeiros os comunistas não é sr. Daniel?
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Vocês não percebem nada, a Rita tirou o mestrado em Pogroms e não em Gulags…
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, aprendi muitas coisas incluindo, o que era um gulag, não na Faculdade mas simplesmente a ler um dos primeiros livros que encontrei sobre o assunto
Eu também aprendi imensas coisas sobre os indianos, não porque tenha vivido duas dezenas de anos com eles, mas simplesmente porque li “Sandokan o Tigre da Malásia” do Salgari que, veja-se, nunca colocou um pé fora da Itália.
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Cara Rita Rato,
licenciou-se mesmo em Ciência Política e Relações Internacionais?!…
Por correspondência, foi?…
Deve ter sido… E olhe que se extraviou notoriamente muito material de estudo…
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#2,
Ó camarada, olhe que isto aqui não segue os «guidelines» (mil perdões!…) indicados pelo Comité Central.
Aqui malha-se livremente.
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Vejo que o Daniel vai no bom caminho.Respeito pela verdade é essencial.E anda por aí muita gente a precisar de fazer mea culpa…
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Caro Daniel Oliveira,
Esta questão tem pelo menos duas perpectivas.
Ou a Rita tem realmente uma formação cultural deficiente (para um personagem político), o que serve perfeitamente para ir para o nosso Parlamento…
Ou a Rita conhece perfeitamente o drama abjecto em torno do conceito de Gulag, e preferiu disfarçar-se de Maitê face à questão íncómoda…
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Esta fixação em maldizer o PC começa a tornar-se triste. Não há mais assuntos…
A nova deputada da bancada dos gulags, coreias e afins, tem 26 aninhos, e se está no parlamento é devido a deter, possivelmente, algumas capacidades intelectuais.Não queimem a criança, deixem-na crescer. Este blog é de esquerda? Será?
E já agora, prefiro de longe o Fazenda ao Pureza.O Sócrates vai malhar nele na AR, até vai dar pena…
PS: CRITICAR A MINHA LIBERDADE DE USAR O MEU CAPS LOCK , É FEIO.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:11
VPO, escrevo sobre o PSD e discute-se o que eu escrevo.
Escrevo sobre o CDS e discute-se o que eu escrevo.
Escrevo sobre o PS e discute-se o que eu escrevo.
Escrevo sobre o Bloco e discute-se o que eu escrevo.
Escrevo sobre o PCP e diz-se que tenho uma fixação e não devia escrever.
Vou aos blogues de pessoas do PCP e o Bloco é tema quase permanente. No entanto, não vejo lá ninguém zangado com isso. Porque é natural. Eu não sou do PCP. É de esperar que não concorde com o PCP. Viva com isso.
BENFICA, 5 – BIFES, 0
Toma e embrulha!
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Daniel, entre 1983 e 1989 o PCP era perfeito nao era?
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:09
Não, Pedro Gama, não era. Por isso me bati dentro da JCP por muitas coisas. Perdi. E sai. Não acordei para estes assuntos no dia em que me fui embora. Como lhe pode contar qualquer pessoa que me tenha conhecido nessa altura. Era já então visto como um reformista e até “provocador”.
Parece-me inteligente não responder a provocações, principalmente, quando se é entrevistada por um jornalista que decerto é anti-comunista, e quando se tem responsabilidades de dar respostas claras e informadas por ter estudado ciência política e por ser deputada.
Quer a não resposta ou a resposta, mesmo que clara e informada, seriam igualmente alvo do rosnar de alguns ‘tão novos e sem passado e já tão arrogantes’.
Marxistas há só alguns. Um abraço ao Marxista acima pelo comentário sério.
Catarina.
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Daniel Oliveira,
este post é lamentável Com ele o senhor cauciona e legitima uma das insinuações mais estúpidas e ignorantes que se pode fazer num debate político: aquela em que se responsabiliza implicitamente alguém pelos crimes de outros em função das suas convicções ideológicas. E isto é para mim absolutamente inaceitável e, durante algum tempo, pensei que também o era para si. Claro que nunca ninguém pergunta, e ainda bem, a um democrata pelo silêncio e a cumplicidade da Europa civilizada perante o extermínio nazi; pelo genocídio no Congo belga; pelas sucessivas e diversas atrocidades do colonialismo; pelo Vietname; e assim sucessivamente. E também não pergunta, e se pergunta não devia perguntar porque é a todos os títulos ofensivo, pelos crimes dos diferentes tipos de comunismo a um membro do Bloco (ou a si, particularmente, pelo seu passado no PCP ou enquanto alguém que não renega o lastro comunista ou marxista no seu pensamento político). A resposta da Rita Rato, sendo inábil, é inócua e defensiva e isso não é censurável. A história não deve ser colocada ao nível mais rasteiro do debate político paroquial.
De resto, este seu comentário e o de Pedro Sales mais em baixo (servindo-se de João Tunes – ? – numa guerra cada general escolhe os seus soldados) reduz o debate político a pura chicana, diversão provinciana mascarada de debate político e isso é, para mim, surpreendente vindo de si. O pior de tudo é que revela a faceta insuportável do Bloco, a neutralidade cúmplice dos “direitos humanos”, do “bom-senso”, da recusa cega de todas as formas de violência, um basismo mental que não transfixa nada do que resta como história. E todos sabemos como é fácil estarmos do lado certo da História quando nos colocamos fora dela e nos subtraimos ao seu vórtice vertiginoso.
ps: não espero uma resposta sua. Já antes comentei, sempre em posts longos e que tentei que fossem educados e colaborantes, posts seus e nunca me respondeu ou comentou o que disse – não o condeno e acho que é totalmente legítimo – não me conhece, não sou ninguém – mas veo que normalmente responde quem insulta ou faz agitação e provocação e isso diz-me alguma coisa quanto às expectativas de debate e de reflexão que aqui se propulsam.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:07
Manuel Neto, se a deputada dissesse o que é normal que se diga de um campo de concentração não seria responsabilizada por coisa nenhuma. Foi ela e mais ninguém que decidiu dizer que não sabia do que se falava. Quando o PCP fizer o que fizeram quase todos os partidos comunistas europeus – cortar com este passado trágico – este tema deixará de o atormentar. É uma escolha política. E ela tem um preço. Se o PCP não o quer pagar faça-se à vida, faça o debate que outros fizeram, e anda para a frente. Não se pode passar a vida a falar do passado quando é bom e dizer que ele não interessa quando é mau. Escolham. Decidam-se. Tenham essa coragem. É doloroso, mas tem de ser feito.
O DO já chateia pela agenda fascista.É óbvio q houve gulags assim como continua haver campos de concentração.Aushwitz era um gulag dos empreendedores,os tais do mundo livre,o dos democratas da krupps,AEG,Ford e quejandos.Já tou farto dos seus fretes ao Balsemão.
Desde que se tenha uns milhões e pertença ao club de Bilderberg há Liberdade de Imprensa…Francamente,o PSD/PPD precisa de gajos como o sr…………….
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Que doença, Daniel..
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:03
Não Interessa, quando se chega ao PCP é como quando se chega à Igreja Católica. Não devemos criticar. Porquê? Porque não devemos.
Uma rapariga tão jovem e um verdadeiro deserto de ideias.
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O Daniel deve explicar porque é que os dirigentes do BE são tudo mennos claros no que se refere ao terrorismo praticado pela ETA em Espanha. É que o Louçã mete sempre os pés pelas maos quando se fala nesse assunto. Ou será que os dirigentes do BE são adeptos da estraégia política da bomba lapa ou da táctica do tiro na nuca? A verdade é que o BE evitou sempre condenar estas tácticas destes grupos. E o Louçã vem com o discurso hipócrita do “lamentamos mas não condenamos”.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:03
José Manuel, a mim parece-me que são claros. Mas falando apenas por mim, sempre o fui: os etarras são criminosos. Sempre o disse, incluindo quando era membro da Comissão Política.
Notas soltas:
1º- Precisamos de mais deputadas, não de dePUTAdas.
2º- Se a dita deputada tivesse feito uma dissertação sobre os “gulags”, ninguém lhe daria atenção nenhuma e ninguém sequer saberia que é deputada.
3º- O PCP tem o estigma do envelhecimento tão profundo que agora só pensam em apresentar candidatos jovens mesmo que não dêem uma para caixa. Façam uma entrevista ao deputado Manuel Tiago (ou lá o que é) e vejam se não dá bacoradas semelhantes!
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Daniel , mas tu não eras do PCP ?
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:01
Era, Helder. Tinha então, sobre os gulags (que aos 14 anos sabia o que eram), a mesma posição que tenho hoje. E sobre Estaline também. Como imagino que alguns militantes do PCP têm. Infelizmente, dão-lhes, hoje em dia, pouco destaque.
Daniel Oliveira,
Sobre a propaganda dos “gulags” há mesmo muita matéria para ser investigada.
Cuidado, porque é um assunto muito usado pela direita, para atacar os comunistas.
O PNR, o CDS-PP, o PSD, qualquer partido de direita usa este tema para atacar os comunistas.
Será producente um membro do BE usar das mesmas armas da direita para atacar os comunistas portugueses?
Será, também, este um tema ligado a Portugal? Não é de Portugal que queremos falar e debater?
Então, porquê usar esta estratégia, numa altura em que se procura um consenso entre as esquerdas?
Será esta a melhor maneira de procurar uma aproximação?
Estou surpreendido por vê-lo usar das mesmas armas da direita e das mesmas provocações baratas.
Por favor, explique-se, porque este seu “post” não me deixou bem.
Numa altura em que se pretende uma convergência, está o Daniel Oliveira a querer provocar conflito.
[Responder]
Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 22:59
Miguel Botelho, contra os gulags estou na primeira linha e estou-me nas tintas para a companhia que tenha. E mal seria que aproximações ao PCP passassem pelo silêncio sobre estas matérias. É bom não confundir aproximação com fusão. Muito menos neste assunto. Aqui, estou nos antípodas do PCP. O regime estalinista e a sua repressão foi, a seguir ao nazismo, a maior tragédia que aconteceu à Europa. Ponto.
Confesso a minha ignorância também. E já tenho 40’s e upas…
Pelo nome, para mim gulag era um prato típico do Leste.
Imagino que a menina Rita também não soubesse o que era um bicharoco desses, mas tenho a certeza absoluta que ela sabia também como eu, que os soviéticos metiam os seus opositores numa espécie de campos de concentração, a que chamavam de trabalho.
Passando à frente…Pelo discurso, claro está que a Rita levou previamente a injecção da praxe e foi finalmente lançada ás feras. Desde que se porte com juízinho e não desalinhe o discurso, como é gira, poderá ter um futuro brilhante. Até a vejo a substituir a Tia Ilda mais dia menos dia…
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««deixem os comunistas em paz, que se fossem todos como nos o mundo nao era esta bosta.»»
Aqui está expresso o grande problema do comunismo, exige o pensamento único, a uniformidade e conformidade são requisitos da utopia. Talvez possível a pequena escala, a grande escala e para utilizar as suas palavras, dá bosta.
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Este blog contribui de forma inequivoca e inquestionável para o futuro do PCP. Nunca cairá no esquecimento.Quem não é falado, não é lembrado.Obrigado.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:24
VPO, eu falo de todos os partidos. E do PCP também. O que já cansa é a postura de calimero. Nunca vi revolucionários tão choramingas.
Caro DO
Eu também não sou do PCP.
Mas, prefiro perder tempo a combater realmente quem me prejudica, o capitalismo.
Além disso, considero o PCP uma resposta concreta e duradoira ao fatalismo lusitano.
É e será , a reserva moral deste país.Com democracia ou sem ela.Nunca se sabe se voltaremos a precisar dos préstimos dos camaradas… Eles andam aí… Camuflados.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 22nd, 2009 at 23:48
VPO, se para combater o Capitalismo justificamos o injustificável acabamos a dar armas aqueles que combatemos. Parece-me bastante evidente.
Caro Do
Só é ou foi militante quem quer. Eu não quis ser, não tenho perfil de escuteiro, ia dar barraca…Para votar no PCP não é necessário cartão. Será sempre uma organização que apenas sobreviverá com um constante apoio popular, que é o acontece neste país.Será um sinal de atraso do país? Sinceramente acho que não.
Abraço Solidário
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Caro DO
O PCP É LINDO!!!
ps: Peço desculpa pela utilização do caps lock.
No fundo, bem lá fundo, eu até gosto deste blog.
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Acho-vos uma piada! Então o dono do blog só pode gozar com os do PS, CDS e PSD? Isto demonstra bem a mentalidade facciosa dos comunistas. Gostei da comparação com a Igreja Católica, são de facto duas religiões muito parecidas, até nas atrocidades cometidas em seu nome.
18, João da Silva
«…deixem os comunistas em paz, que se fossem todos como nos o mundo nao era esta bosta.»
Para este Sr, só deixar uma citação que não tenho a certeza de estar totalmente correcta:
“Não há disparate suficientemente grande para nunca ter sido proferido por alguém.”
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não percebo, daniel,
sou do BE desde o princípio e já ando farto das balelas da “esquerda democrática” do ps, como se os outros não fossem democratas, como se a prepotência do ps não fosse a imagem do gosto pelo eu posso, eu quero, eu mando, como se a irresponsabilidade deles fosse o melhor dos mundos possíveis.
eu não acredito que uma rapariga com 26 anos, licenciada e com internet, não esteja informada. a existência dos gulags está tão presente no nosso espírito como a existência dos campos nazis.
mas eu quero um PCP orgulhoso do seu passado, pela liberdade e pela paz. e não acho que o comunista tenha que dar a palavrinha sobre os gulags. é um insulto. afinal quantos comunistas não sofreram a repressão estalinista.
o pcp pode ter muitos defeitos mas não é por aí…
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 23rd, 2009 at 0:37
joão p., mais uma vez, se a rapariga dissesse que o qualquer pessoa normal diz sobre os gulags não havia pergunta para a próxima. Assim haverá. Porque o PCP e não outros não consegue fechar esse capítulo. Mais uma vez, foi uma escolha.
eu compreendo a posição do daniel, mas também penso que já é tempo do comunismo se desembaraçar. o gulag não é com ela.
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CAFC, não sou muito fácil de catalogar politicamente, conheço pessoas que me consideram um perigoso nazi outras um seguidor de Proudhon, Netchaiev (um dos meus heróis pessoais) ou Durruti e logo meio perigoso e meio louco. Sei que amo o meu país, o meu povo, odeio as injustiças especialmente aquelas de que o meu pai sempre fala no Alentejo dos anos 40, 50 e 60 e pode ficar descansado que odeio os Gulags mas fico igualmente enojado com Auschwitz, isso não me impede de por vezes defender posições anti-imigração que confundem quem me lê e me escuta mas não me conhece pessoalmente. Não sou santo nem bandido, apenas um homem cheio de dúvidas e contradições CAFC e não sou rancoroso, tudo o que escrevi contra si foram palermices sem sentido em resposta às igualmente parvoíces que escreveu sobre mim, sei lá eu que tipo de homem você é…Acredite uma coisa, se for um homem de bem que pratique a justiça, que seja honrado e ame a sua mulher e filhos(caso os tenha) para mim você já é um grande homem seja lá qual for a sua ideologia. Não precisamos de ser amigos mas se aceitar enterrar o machado de guerra gostaria que pelo menos nos respeitassemos como homens de honra, será possível??
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É mais um negacionismo.
Uns negam o holocausto, outros o gulac.
Estão bem uns para os outros.
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O que eu acho espantoso e ninguém comenta é que a digníssima Rita Rato sabe da URSS quando é para elogiar os seus tremendos e inspiradores méritos. Mas dos Gulag… por azar, a página estava rasgada…
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Para qualquer pessoa que se considere decente e civilizada, todo o ser humano tem direito à vida; e se a morte de uma pessoa é uma tragédia (ou um crime) a morte de um milhão não passa a ser estatística.
Os crimes contra a humanidade (para as mesmas pessoas civilizadas e decentes) não se dividem em crimes bons e crimes maus_ são apenas crimes, perpetrados por assassinos.
Por outro lado, os crimes de uns não servem para desculpar os dos outros_ ou seja, o Holocausto não desculpa os Gulags e ambos não desculpam as bombas atómicas sobre o Japão ou o extermínio feito pelos Khmers Vermelhos.
Quem entender que o massacre de milhões de seres humanos pode ser compreendido por esta ou aquela razão, já se excluiu da civilização trocando-a pela barbárie ou selvajaria (palavra que julgo insultuosa para os animais).
Nas democracias ocidentais, as perguntas feitas à deputada do PCP são feitas a qualquer pessoa que ocupe cargos políticos pois é importante que a sociedade conheça o pensamento da figura eleita sobre a História Contemporânea.
A deputada sabe muito bem que URSS exterminou milhões de homens e mulheres por razões políticas e sabe muito bem que tal crime contra a humanidade é indefensável, tendo por isso ao menos tido o bom senso de não invocar o Holocausto como contraponto.
Mas enquanto o PCP não denunciar e se demarcar claramente dos crimes de Estaline, acontecerão entrevistas patéticas como esta. Não espero que reconheçam que em todos os regimes comunistas que até agora houve os opositores foram fuzilados ou presos _ a A.I. não serve apenas para denunciar Abu Graib ou Guantánamo _, mas, pelo menos Estaline deveria ser purgado do PCP.
Acabavam-se as perguntas incómodas e, quem sabe, o PCP ultrapassaria o BE e CDS.
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BE vs PCP (e vice-versa)
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
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“joão p., mais uma vez, se a rapariga dissesse que o qualquer pessoa normal diz sobre os gulags não havia pergunta para a próxima. Assim haverá. Porque o PCP e não outros não consegue fechar esse capítulo. Mais uma vez, foi uma escolha.”
É-lhe familiar a expressão em inglês “Beat a dead horse” ?
Já consigo ver a cara do Jack Nicholson no The Shining quando parte a porta do WC à machadada: “Rita ! O que são gulagues ?!?!?”
Daniel, a sério e “pronto”, não acha que o assunto já tem um certo cheiro mofo ? A mulher é uma política e é mais que óbvio que a resposta do aparelho do PC não é a que vc quer ouvir.
Parece-me ainda mais óbvio que a Rita não foi inteligente na resposta – culpe a sua imaturidade como política, algum pouco à vontade com os media , o que seja – no entanto não pode estar mesmo à espera que esta deputa desse um tiro no pé e dissesse – até me arrepio – :
“Os gulags foram campos de concentração criados no regime comunista da URSS”
É claro que isto é um “telhado de vidro” para o PC mais ortodoxo da Europa. De qualquer forma, qualquer partido no nosso país tem “telhados de vidro” bem mais próximos da nossa realidade e que nos afectam mais directamente. Bem mais próximos do que uma partilha ideológica que é residual sobre um acontecimento que já faz parte da história, passado a 10000km de distância.
Vá lá Daniel … você bem sabe qual é a razão para a “não resposta”. Porque toda esta desonestidade intelectual ?
“Beat a dead horse”
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O que é ainda mais óbvio é que faltou um “da” na “deputa”.
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Daniel,
Eu tenho a sensacão que dentro do BE haverá pessoas (algumas, certamente não todas. Mas algumas bastante bem posicionadas) que acharão que o Trotsky (o tal da militalizacão dos sindicatos, do Krondstadt, etc) era bom rapaz. O mesmo do Lenine. Para não falar em Albânias e tal. Para não falar de estalinistas e maoistas.
A arquitectura do BE permite (no sentido que não é uma organizacão de ideologia única como o PCP), que certas pessoas (com bastante forc,a interna) até possam esconder esqueletos bastante grandes no armário.
Até em termos conceptuais, tenho dificuldade em conceber um conceito mais totalitário que o da “revolucão mundial” (que alguns camaradas teus perfilharão).
De repente parece que o BE é apenas mais sofisticado que o PCP a conseguir evitar falar disso.
Curiosamente o partido que, actualmente, causa mais dano aos direitos humanos e à liberdade é… o PS. Porque está no governo, e tem poder de influência, e tem uma política externa “realista”.
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Daniel,
agradeço a resposta mas parece-me que passou totalmente ao lado da questão que levantei.
Respondendo ao seu ponto de vista: é uma banalidade dizer o que quer que seja de experiências atrozes como a dos gulags ou dos campos de concentração nazis. O que podemos dizer? Que é um horror, que é apesar de tudo a opção mais fácil, cómoda, “humana”. E aí chegamos à situação, essa sim absurda e infantil, de, EM 2010, termos de dizer: “sim, é lamentável que se tenham assassinado milhões de pessoas por fins políticos”. Mas CLARO que é lamentável, a questão não é essa.
A questão aliás do meu comentário é a da distorção objectiva do debate a partir da insinuação e do buraco negro de ignorância que ela abre. E também esta perplexidade: se não estamos em nenhum lado da barricada, respondemos por o quê? Se não assumirmos nenhum lugar ideológico, político, social, étnico, religioso e por aí for estamos a subtrairmo-nos à história. E esse parece ser o papel do BE e de um militante da neutralidade inócua (yet cúmplice) dos direitos humanos strictu sensu: um partido a-histórico.
Sim, perante certas coisas, perante a complexidade da história e perante as narrativas trans-históricas que nos seguram no mundo, devemos guardar algum silêncio, postura que é muitas vezes confundida com ambiguidade moral. E sim de novo, às vezes é preciso suspendermos o juizo ético perante a miséria senão não aguentariamos viver mais aqui e muito menos manter convicções morais ou éticas (exemplo simples: assistir ao espectáculo mortificante de crianças a morrer à fome em África, pelas quais somos também responsávei – seria sensato assumi-lo perante uma pergunta de um qualquer entrevistador idiota?) Talvez fosse esse o debate que devia ser feito, em vez de perdermos tempo com a retórica, o activismo e o militantantismo de resistência imaginária em que se perde muitas vezes a esquerda.
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Daniel! É muito estranha a razão da sua surpresa sobre a ignorância da R R quantos aos Gulags? A serem verdadeiras as suas duvidas revelam um considerável desconhecimento da historia. Ou então é o Senhor que conhece mesmo os factos e está para aqui a tentar passar um atestado de pacóvio aos demais.
Desconhece que esses Gulags foram uma criação dos Czares? Portanto se quer ser honesto como pretende, e chorar as vitimas,. Então chorei-as todas faz favor! Não faça malabarismos para desacreditar quem não é do seu agrado politico , tanto os de ontem como os de hoje. Neste caso a deputada do PC.
Sumamente dos seus comentários só se podem tirar duas ilações. Primeiro; se não conhece a história completa e verdadeira desses acontecimentos é ainda mais perigoso que a ignorância da Rita Rato, na medida em que falta à verdade inconscientemente e induz em erro aqueles que confiam nas suas palavras. Segundo; se sabe dos factos é ainda mais grave porque está a ser manifestamente malicioso, e não está a cumprir condignamente o seu papel de profissional da informação, ao tentar sonegar parte ou partes de acontecimentos históricos. Chama-se a isso manipulação.
Sobre os Gulags se lhe restam algumas duvidas como não foram uma criação do regime Soviético leia por favor de Bertrand Russell “ Realidade e Ficção”. A certo passo diz; ««« Quando eu era jovem, os herdeiros mais importantes dessa tradição da revolta romântica eram os revolucionários Russos. Os liberais de todo o mundo olhavam para a Rússia Czarista com um horror arrepiado; bastava a menção da palavra «Sibéria» para lhes gelar o sangue nas veias. Desde os Dezembristas de 1825 ……………»»». Reparou? Sibéria!
Como deve ser do seu conhecimento Bertrand Russell nunca foi um simpatizante do regime Soviético, portanto estas opiniões de modo algum podem ser consideradas como um apoio ao mesmo.
O Daniel já leu Miguel Strogoff de Júlio Verne? Então veja de quem era filha a Nadia! É um romance? Sim! Só que nesse tempo já havia referencias aos deportados na Sibéria!
Não vou negar a evidência dessa triste realidade e do sofrimento que causou a milhões de seres humanos. Não tolero e muito menos permito que sirva como arma de propaganda a fanáticos anti-Marxistas exacerbados. Se lhes apetecer abordar o tema só têm que ter a hombridade de saber fazer uso da verdade. Não retalhem a história contando apenas o que mais lhe convém.
Sejam honestos, saibam distribuir as culpas por todos os que as tiveram.
Que nunca foi o seu caso Caro Daniel. Alguém que se diz de esquerda, no entanto tem por inimigo principal a esquerda que lhe devia estar mais próxima.
Sabe Daniel; já tenho uns aninhos encima deste coiro para saber algumas coisitas da vida.
Lembro-me de um Almirante que participou no 25 de Abril, foi candidato à Presidência da Republica, teve ainda outros cargos. Dizia; eu sou um homem de esquerda usando as tácticas da direita. O Daniel pelas posições politicas que toma, mostra ser precisamente o inverso.
Cumprimentos.
[Responder]
Pois, pois, Marxista100%, a culpa é dos Czares, os comunistas apenas aproveitaram e ampliaram as infraestruturas existentes.
E eu a pensar que o Império Russo dos Czares era uma sociedade idílica100% livre de prisões, afinal a culpa é dos gajos…
[Responder]
Bem pode o Daniel Oliveira tentar, mas a malta simpatizante do PCP será sempre igual, não esqueceram nada nem aprenderam nada…
[Responder]
Daniel ,
então se eras dá uma ajuda aos camaradas .
Que ginástica mental fazias para pertencer a um partido que pactuava com actos tão criminosos ?
[Responder]
Caro PANZENMAYER:
Mais palavras para quê? Bastam-me as suas e, não só podemos como devemos ser amigos, meu amigo.
Aceite um grande abraço!
[Responder]
Estes tipos são espantosos! Pensam que com uma mão lavam a outra. os massacres estalinistas estão legitimados, porque os americanos fizeram e os nazis aconteceram e mais os chineses…
A Rita Rato é da mesma escola da Odete Santos. Quando lhe perguntaram por gulags, desconversou, falou de Kulaks, desentendeu-se. O que isto revela é que a JCP é uma espécie de guarda avançada do mais puro fanatismo ideológico, os talibans da ideologia m-l. Já o foram na altura das últimas purgas (Carlos Brito, João Amaral, Edgar Correia, etc.), uma espécie de tropa de choque sem ideias próprias, mas ponta a defender a pureza ideológica de forma fanática. Se a isto juntarmos o funcionalismo militante ( pessoas que se não tiverem o partido não têm rigorosamente mais nada para fazer) o quadro fica completo. Por muito que os militantes do PCP se assanhem a questão do Daniel continua pertinente: que tipo de socialismo querem vocês? Com Estalines e Gulags? Com o desconhecimento das questões incómodas? Com Ritas Ratos, Bernardinos Soares e Coreia dos Norte?
[Responder]
Daniel,
No dia em que deputados do Bloco de Esquerda forem recebidos por jornalistas com perguntas sobre a legitimidade da repressao social do regime maoísta ou os crimes contra a humanidade cometidos por Trotsky à frente do Exército Vermelho, o debate sobre a herança histórica será simétrico.
Nessa altura, os teus comentários explodirao dentro dos partidos que saem beneficiados desses constantes exercícios de demagogia contra o PCP e que de momento saem bem branqueados de entrevistas como essa e de posts como esse.
Cumprimentos.
[Responder]
89 Marxista100%
“…esses Gulags foram uma criação dos Czares?…”
Você lembra-me aquele que tinha sempre desculpas esfarrapadas:
“ A culpa de eu ter sido mau como as cobras foi do meu avô que nunca devia ter nascido”
[Responder]
É mais um negacionismo.
Uns negam o holocausto, outros o gulag (editado).
Voltei a ler as resposta da funcionária do PCP, não veja lá nenhuma negação.
Não querem fazer o favor de me ensinar.
[Responder]
O PCP está a ficar mesmo para trás…
Os seus crentes já conseguem ser mais susceptíveis à crítica que os pios devotos católicos…
[Responder]
- Continuando com os gulags: Os Gulags estão na moda.
- Como o patrão tem medo que o morto ressuscite. Diz para os meninos. Comam a sopinha toda que vem ai o Gulag… ehehehe
Outro Gulag
” A falsa guerra da América no Afeganistão
por F. William Engdahl [*]
Plantação de papouilas no Afeganistão. Um dos mais notáveis aspectos na agenda presidencial de Obama é quão pouco foi questionado nos media o motivo porque o Pentágono dos EUA está comprometido na ocupação militar do Afeganistão. Há dois motivos básicos, nenhum dos quais pode ser admitido abertamente em público.
Por trás do enganoso debate oficial sobre quantas tropas são necessárias para “vencer” a guerra no Afeganistão, se mais 30 mil são suficientes ou se pelo menos 200 mil são necessárias, o objectivo real da presença militar estado-unidense naquele país da Ásia Central é obscurecido.
Mesmo durante a campanha presidencial de 2008 o candidato Obama argumentou que era no Afeganistão e não no Iraque que os EUA deviam travar guerra. A sua razão? Porque ele afirmava que era onde a organização Al Qaeda estava escondida e que era a ameaça “real” à segurança nacional dos EUA. Mas as razões por trás do envolvimento estado-unidense no Afeganistão são muito diferentes.
Os militares dos EUA estão no Afeganistão por duas razões. Primeiro para restaurar e controlar o maior abastecedor de ópio do mundo para os mercados da heroína e para utilizar as drogas como uma arma geopolítica contra oponentes, especialmente a Rússia. Aquele controle do mercado da droga afegão é essencial para a liquidez máfia financeira da Wall Street, corrupta e em bancarrota.
Geopolítica do ópio afegão
De acordo até mesmo com um relatório oficial da ONU, a produção de ópio no Afeganistão ascendeu dramaticamente desde a queda do Taliban em 2001. Os dados da UNODC [United Nations Office on Drugs and Crime] mostram mais cultivo de papoula de ópio em cada um das últimas quatro estações de plantio (2004-2007) do que em qualquer ano durante o domínio Taliban. Agora é utilizada mais terra para o ópio no Afeganistão do que para o cultivo de coca na América Latina. Em 2007, 93% do opiáceos no mercado mundial tinham origem no Afeganistão. Isto não é acidente.
Foi documentado que Washington escolheu a dedo o controverso Hamid Karzai, um senhor da guerra pashtun da tribo Popalzai, há muito ao serviço da CIA, trouxe-o de volta do exílio nos EUA e criou uma mitologia hollywoodiana em torno da “corajosa liderança do seu povo”. Segundo fontes afegãs, Karzai é o “Padrinho” do Ópio no Afeganistão de hoje. Aparentemente não é por acaso que ele foi e hoje ainda é o homem preferido de Washington em Cabul. Mas mesmo com compra maciça de votos, fraudes e intimidações, os dias de Karzai como presidente podem estar a acabar.
A segunda razão para os militares dos EUA permanecerem no Afeganistão muito depois de o mundo ter até esquecido quem é o misterioso Osama bin Laden e a sua alegada organização terrorista Al Qaeda, ou mesmo se eles existem, é como pretexto para os EUA construírem uma força de ataque com uma série de bases permanentes por todo o Afeganistão. O objectivo destas bases não é erradicar quaisquer células da Al Qaeda que possam ter sobrevivido nas cavernas de Tora Bora, ou erradicar um mítico “Taliban” o qual nesta altura, segundo relatos de testemunhas oculares, é constituído esmagadoramente de afegãos locais comuns a combaterem mais uma vez para livrar a sua terra de exércitos de ocupação, como o fizeram na década de 1980 contra os russos.
O objectivo das bases dos EUA no Afeganistão é visar e ser capaz de atacar os dois países que hoje representam a única ameaça combinada no mundo de hoje a um império global americano, à Dominação de Espectro Amplo (Full Spectrum Dominance) como a chama o Pentágono.
O “Mandato do Céu” perdido
O problema para as elites do poder em torno da Wall Street e em Washington é o facto de que agora estão na mais profunda crise financeira da sua história. Esta crise é clara para o mundo todo e o mundo está a actuar em busca da auto-sobrevivência. As elites dos EUA perderam o que na história imperial chinesa é conhecido como o “Mandato do Céu”. Tal mandato é dado ao governante ou à elite dirigente desde que governem o seu povo com justiça e de modo razoável. Quando governam tiranicamente e como déspotas, oprimindo e abusando do seu povo, eles perdem aquele Mandato do Céu.
Se as poderosas elites privadas e ricas que têm controlado o essencial da política financeira e externa dos EUA durante a maior parte do século passado ou mais tinham um “mandato do céu”, elas claramente perderam-no. Os desenvolvimentos internos rumo à criação de um estado policial abusivo com privação de direitos constitucionais dos seus cidadãos, exercício arbitrário do poder por responsáveis não eleitos tais como os secretários do Tesouro Henry Paulson e agora Tim Geithner, a roubarem somas de milhões de milhões de dólares dos contribuintes sem o seu consentimento a fim de salvar da bancarrota os maiores bancos da Wall Street, bancos considerados “Demasiado grandes para falirem”, demonstram ao mundo que eles perderam o mandato.
Nesta situação, as elites do poder estado-unidense estão cada vez mais desesperadas por manter o controle de um império global parasita, chamado enganosamente pela máquina dos seus media, como “globalização”. Para manter o domínio é essencial que eles sejam capazes de romper qualquer cooperação que venha a emergir entre as duas maiores potências da Eurásia no âmbito económico, energético ou militar, a qual poderia apresentar um desafio aos EUA como super-potência única — a China em combinação com a Rússia.
Cada potência euro-asiática traz à mesa contribuições essenciais. A China tem a economia mais robusta do mundo, uma enforme força de trabalho jovem e dinâmica, uma classe média educada. A Rússia, cuja economia não está recuperada do fim destrutivo da era soviética e do saqueio primitivo durante a era Yeltsin, ainda possui activos essenciais para a combinação. A força de ataque nuclear russa e o seu poder militar representam a única ameaça no mundo de hoje à dominação militar dos EUA, ainda que em grande medida sej um resíduo da Guerra Fria. As elites militares russas nunca abandonaram aquele potencial.
A Rússia também possui o maior tesouro do mundo em gás natural e vastas reservas de petróleo de que a China necessita urgentemente. As duas potências estão a convergir cada vez mais através de uma nova organização que criaram em 2001, conhecida como a Organização de Cooperação de (SCO). Esta inclui também os maiores estados da Ásia Central: Casaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Uzbequistão.
O objectivo da alegada guerra estado-unidense contra o Taliban e a Al Qaeda é na realidade colocar a sua força militar de ataque directamente no meio do espaço geográfico desta emergente SCO na Ásia Central. O Irão é um desvio de atenção. O objectivo ou alvo principal é a Rússia e a China.
Oficialmente, é claro, Washington afirma que construiu a sua presença militar no interior do Afeganistão a partir de 2002 a fim de proteger uma “frágil” democracia afegã. É um argumento curioso dada a realidade da presença militar estado-unidense ali.
Mais nove bases
Em Dezembro de 2004, durante uma vista a Cabul, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld finalizou planos para construir nove bases no Afeganistão nas províncias de Helmand, Herat, Nimrouz, Balkh, Khost e Paktia. As novas somam-se às três principais bases militares dos EUA já instaladas na sequência da sua ocupação do Afeganistão no Inverno de 2001-2002, ostensivamente para isolar e eliminar a ameaça de terror de Osama bin Laden.
O Pentágono construiu as suas primeiras três bases no Aeródromo de Bagram a Norte de Cabul, o principal centro logístico dos EUA; no Aeródromo de Kandahar, no Sul do Afeganistão; e no Aeródromo de Shindand na província ocidental de Herat. Shindand, a maior base dos EUA no Afeganistão, foi construído a meros 100 quilómetros da fronteira do Irão e a uma distância de ataque à Rússia e também à China.
Historicamente o Afeganistão tem sido a área central para o Grande Jogo russo-britânico, a luta pelo controle da Ásia Central durante os séculos XIX e princípio do XX. A estratégia britânica então era impedir a todo o custo que a Rússia controlasse o Afeganistão e portanto ameaçasse a jóia da coroa imperial britânica, a Índia.
O Afeganistão encarado de modo semelhante pelos planeadores do Pentágono, como altamente estratégico. É uma plataforma a partir da qual o poder militar estado-unidense pode ria ameaçar directamente a Rússia e a China, bem como o Irão e outras terras ricas em petróleo do Médio Oriente. Pouco mudou geopoliticamente ao longo de mais de um século de guerras.
O Afeganistão é uma localização extremamente vital, abarcando a Ásia do Sul, a Ásia Central e o Médio Oriente. O país também está situado ao longo de um proposto traçado de oleoduto dos campos petrolíferos do Mar Cáspio para o Oceano Índico, onde a companhia de petróleo americana Unocal, juntamente com a Enron e a Halliburton de Cheney, tem estado em negociações para obter o direito exclusivo de trazer gás natural do Turquemenistão através do Afeganistão e do Paquistão para a enorme central termoeléctrica a gás natural da Enron em Dabhol, próximo de Mumbai. Karzai, antes de se tornar o presidente fantoche dos EUA, foi um lobbista da Unocal.
A ameaça da Al Qaeda não existe
A venda quanto a toda simulação quanto à finalidade real no Afeganistão torna-se clara com um olhar mais atento à alegada ameaça “Al Qaeda” no Afeganistão. Segundo o escritor Erik Margolis, antes dos ataques do 11 de Setembro de 2001, a inteligência dos EUA estava a dar ajuda e apoio tanto ao Taliban como à Al Qaeda. Margolis afirma que “A CIA estava a planear utilizar a Al Qaeda de Osama bin Laden para incitar uighurs muçulmanos contra a governação chinesa, e os Taliban contra aliados da Rússia na Ásia Central.
Os EUA evidentemente encontraram outros meios de levantar uighurs muçulmanos contra Pequim em Julho último através do seu apoio ao Congresso Mundial Uighur. Mas a “ameaça” Al Qaeda permanece a base da justificação de Obama para a sua escalada guerreira no Afeganistão.
Agora, contudo, o Conselheiro de Segurança Nacional do presidente Obama, o antigo general dos Fuzileiros Navais James Jones, fez uma declaração, a qual foi convenientemente enterrada pelos media amigos dos EUA, acerca da importância estimada do perigo actual da Al Qaeda no Afeganistão. Jones disse ao Congresso que “A presença da al Qaeda está muito diminuída. A estimativa máxima é de menos de 100 operacionais no países, sem bases, sem capacidade para lançar ataques sobre nós ou nossos aliados”.
Isto significa que a Al Qaeda, para todos os propósitos práticos, não existe no Afeganistão. Oh…
Mesmo no vizinho Paquistão, os remanescentes da Al Qaeda mal podem ser encontrados. O Wall Street Journal relata: “Caçados por drones [aviões sem piloto] dos EUA, aflitos por problemas de dinheiro e descobrindo ser mais difícil atrair jovens árabes para as negras montanhas do Paquistão, a al Qaeda está a ver o seu papel reduzir-se ali e no Afeganistão, segundo relatórios de inteligência e responsáveis do Paquistão e dos EUA. Para jovens árabes que são os recrutas primários da al Qaeda, “não é romântico estar no frio, com fome e escondido”, disse um responsável superior dos EUA na Ásia do Sul.
Se levarmos a declaração à sua consequência lógica devemos concluir então que a razão para soldados alemães estarem a morrer juntamente com outros jovens da NATO nas montanhas do Afeganistão nada tem a ver com “vencer uma guerra contra o terrorismo”. Convenientemente a maior parte dos media prefere esquecer o facto de que a Al Qaeda, na medida em que alguma vez existiu, foi uma criação da CIA na década de 1980, a qual recrutou e treinou radicais muçulmanos como parte de uma estratégia desenvolvida pelo chefe da CIA de Reagan, Bill Casey, e outros a fim de criar “um novo Vietname” para a União Soviética a qual levaria a uma humilhante derrota do Exército Vermelho [NR 1] e ao colapso final da União Soviética.
Agora o general Jones do Conselho de Segurança Nacional dos EUA admite que no essencial não há mais qualquer Al Qaeda no Afeganistão. Talvez seja tempo para um debate mais honesto dos nossos líderes políticos acerca do verdadeiro propósito de enviar mais jovens para a morte a fim de proteger as colheitas de ópio do Afeganistão.
21/Outubro/2009
[NR 1] A afirmação do autor não corresponde aos factos: o Exército Vermelho não foi derrotado no Afeganistão. Retirou-se do país porque assim lhe foi ordenado pelo governo de Moscovo, então presidido pelo sr. Gorbarchev.”
[Responder]
“Já o foram na altura das últimas purgas (Carlos Brito, João Amaral, Edgar Correia, etc.)” ???
E eu a pensar que o Brito saíra por vontade própria, que o João morreu comunista também por vontade própria e que o Edgar Correia fora também por vontade própria que saíra da direcção do PCP. Se isto são “purgas”, vou ali e já venho… aliás quem se teve de defender na justiça até foi o PCP por queixas que alguns deles apresentaram. Num caso único no país.
[Responder]
DANIEL OLIVEIRA
Voçe é mais do mesmo!
Tudo começa por uma questão de protagonismos politicos que teima em vislumbrar em tudo o que se mova, passo a explicar:
- Polemica de Saramago (confesso comunista, Nobel que divide a sociedade contemporanea) será que o PCP sai fortalecido com isso? Pelo sim pelo não ataca-se o Saramago
- Votos dos Eurodeputados da CDU. Mais uma vez uma questão de protagonismos; as maquinas falharam mas não interessa volta-se a tactica do Vital Moreira: acusa-se 1º e depois se for caso disso pede-se desculpa pois a calunia já foi feita. BASICOS!
- Para rematar, pega-se numa reportagem de uma jovem comunista e esmiuça-se o seu discurso para lembrar o passado, embora, que me lembre, era o mesmo passado quando o jovem DANIEL OLIVEIRA lá andava de martelo e foice na mão, ou não?
Assim torna-se bastante complicado para que não seja mais do mesmo.
Mas agora não culpem os ortodoxos pela inacapacidade de dialogo!!
The shame is on you.
A.R.A
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Pois é, devo avisar que o maninho do DO vai estar sobre a minha mira, só para ver o proximo deslize dessa sumidade, um homem que não cabe em si de vaidade (ainda bem que é minúsculo), resumindo, um insuportável de aturar.
DO, sabia que na noite eleitoral, conforme os eleitos do BE iam sendo confirmados, as palmas não paravam de intensidade (no quartel general), mas quando o seu maninho foi confirmado, silêncio.
Só mesmo para avisar que existem bloquistas, simplesmente bloquistas (não são nem ex isto nem ex aquilo), que andam mto atentos às abéculas que só pensam nos seus umbigos. Pode dizer-me que isso é perigoso, que isso é falta de ideologia, mas existem.
Sinseramente não sei a relação que tem com o seu irmão deputado, mas pf diga-lhe que a falta de modéstia do tipo se vê de longe, bem de longe. Ainda estou para perceber o ódio que ele sente pela Ruptura/FER (repito não sou nem isto nem aquilo nem aqueloutro, simplesmente bloquista), só consigo explicar de uma forma, ele teme concorrencia, pq sinceramente, ex-PCP e FER, falam mto parecido dentro do BE (embora admito que militantemente uns fazem mto mas mto mais, escuso dizer quem).
Apelo tb à sua coragem DO, ao postar outros comentários mais duros.
(estou mortinho por ter um encontro em debate com o ZéGui, talvez seja num dos acampamentos, ele faz sempre grandes figurinhas intelectuais).
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Pois é Daniel. Mas ainda não vi nenhum post teu reservado à ex santanete Clara F Alves. Ou ser santanete ainda é melhor do que ser jovem e do PCP?
Quanto ao estalinismo, é melhor ficares por aí…
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Vou tentar repetir um post, que ficou encalhado em qualquer lado.
Melhor que RR – Rita Rato, só MM – Marisa Martins.
esta ao menos ninguem a aborrece com questões deste tipo…
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 23rd, 2009 at 14:54
Assim, Bolota, sem o link nojento que fez, passa.
2 Marxista
Estava a ler o post de inicio e parei logo aqui, nesta perola
“Daniel Oliveira erras o alvo, porque não aatcas o PS que está no Governo????”
Simplesmente delicioso. Porque não atacas os outros que são os mauzões. Nós os bons mesmo quando fazemos merda é com cheirinho agradável.
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6 Pisca
Essa analogia é das coisas mais engraçadas que já vi. Desafio o Vieira a fazer um cartoon sobre isto.
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Esta menina é a Patrocinio do PCP. E pronto não existe mais conversa.
Gostei tambem da parte em que diz que é funcionaria do PCP. Aliàs alguem que tira Relações Internacionais e é do Alentejo ou se emprega no PCP ou fica no desemprego. Esperta a moça.
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“Gostei tambem da parte em que diz que é funcionaria do PCP. Aliàs alguem que tira Relações Internacionais e é do Alentejo ou se emprega no PCP ou fica no desemprego”.
E se tirar agronomia, safa-se? Ou veterinária, também se safa? Ou Relações Internacionais são só para os lisboetas?
Eu gostei particularmente da parte em que diz que é funcionária do PCP porque me lembro da campanha velha de mais de vinte anos de achincalhar os funcionários do PCP. A Rita é o exemplo de como essa campanha fracassou.
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http://en.wikipedia.org/wiki/Katorga
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108 Leo
Caro Leo, a piada não foi nem é inocente. infelismente não é….
E não precisa de ir muito longe, baste ir ali à camara da moita onde a uma minha amiga lhe disseram na cara que só entrava para os quadros da camara se tivesse cartão do partido, e que o facto do marido ser do PSD ainda era uma agravante.
Relações internacionais tira quem tem paizinho diplomata, que tem grande cunha ou cartão do partido. O resto vai fazer outras coisas ou fica no desemprego.
Conheço várias pessoas do ISCSP que tiraram RI com médias bastantes altas e hoje estão a fazer coisas muito dentro do género como, donas de casa, inspectoras da PJ ou bancários.
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“E não precisa de ir muito longe, baste ir ali à camara da moita onde a uma minha amiga lhe disseram na cara que só entrava para os quadros da camara se tivesse cartão do partido, e que o facto do marido ser do PSD ainda era uma agravante.”
E ela não apresentou queixa de imediato? Eu não me ficaria, pode ter a certeza que apresentava queixa de imediato.
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Para o closer
-Os americanos são todos aqueles, que nascem no Continente Americano; são americanos.
-Portanto, não foram os americanos, ou os asiáticos ou os europeus, ou marcianos ou os closers – deste e do outro mundo.
-Foram os interesses do grande capital internacional. -Representados nos governos dos EUA , e seus Aliados, em especial, aqueles que partilham o saque com o primeiro.
-O CAPITALISMO-
- O Sistema capitalista, e as sua infinita necessidade de obter lucros sempre superiores aos que obteve ontem.
-Mas como o mundo em que vivemos é finito o capitalismo não têm futuro.
-Embora haja muitos, danieis, oliveiras,Sales , jornais da manha & companhia SARL – Os primeiros armados em revolucionários de meia tigela – os segundos em órgãos de informação. Tentam travar o passo ao inevitável *-A Revolução-* com a valsa da burguesia, com as suas tretas & petas, tentando acusar aqueles que nunca tiveram nada a ver com as asneiras de outros – Esquecendo-se dos seus parceiros actuais: Esses sim, Estalinistas dos três costados, que mesmo depois, da denuncia por parte de dirigentes Soviéticos da altura; dos crimes e abusos praticados no tempo de Estaline – continuaram a dar vivas a Estaline, a cantarem-lhe loas – a andarem com o Estaline às costas…
Se és muito novo para disto saberes ,procura quem te explique melhor. UDP,FEC.ML,OCMLP,PCdePML,LCI=PSR,PC,P.(R).PRP.BR , MRPonPon etc.etc…Uns maoistas, outros Estalinistas,outros trotsquistas..todos anti-comunistas, todos anti PCP todos consideravam o PCP reformista , revisionista ….acusavam-no se ter rendido à social-democracia, etc,e tal-
-Só, quando cai o muro de Berlim, e desabou a URSS. – Muito de pressa esses tais revolucionários da treta e da peta entre eles incluo alguns que estavam no PCP, e eram enfim de trás da orelha… – arrumaram as suas cascalharias, numa qualquer dispensa…. e transformaram-se em inocentes bebés .
O PCP, ficou tal como era! O Partido Comunista Português .
-Sabes porquê?
-Porque, o PCP, nunca foi aquilo que os seus inimigos o acusam de ser.
-Foi, é, e será sempre ! Partido Comunista Português .
-Ligado ao seu Povo, e a sua terra.
-Foi assim, e assim será.
Mesmo no período mais negro para a humanidade, quando parecia que nada fazia parar a maquina nazi/fascista, que tudo estava perdido …..E encontrando-se o PCP isolado dos movimentos antifascistas internacional …. (já que nacional estamos falados…).
pois o partido, tinha sido expulso por Estaline da internacional Comunista –Por o PCP não aceitar interferências nas suas decisões politicas e administrativas. “se queres saber mais procura” Salvo erro no “Paredes de Vidro” está lá tudo explicadinho….
-Mesmo assim o partido resistiu e continuou a sua luta pela democracia e pela liberdade tendo sempre como objectivo o Socialismo e o comunismo.
Viva o Glorioso
PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
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111 Leo
Você é o meu herói. Você e a abelha Maia
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“Aí vem outra rodinha, é correr rapaziada”
Do melhor, caro Pisca!
Suponho que, a partir de agora, vamos ver piscar de olhos em vez de corninhos, dirigidos à bancada do PCP.
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Com a Assembleia da República a renovar-se desta maneira qualquer dia estão a transmitir o Canal Parlamento em sinal codificado…
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Meu caro Leo
Eles abandonam sempre o partido por vontade própria, ou, como dizia Estaline, «o partido reforça-se depurando-se».
Edgar Correia foi expulso, Carlos Brito, foi suspenso e João Amaral teve mais «sorte»: seria escandaloso sancioná-lo quando estava às portas da morte.
Mas a incomodidade que a generalidade dos militantes/simpatizantes do PCP revelam quando se fala dos Gulags e dos crimes da URSS, revelam de forma simples que não aprenderam nada. Os ex-maoístas que estão no Bloco (UDP/PCP-R) revelaram frequentemente que se enganaram. Mas esta pureza assanhada de querer defender o indefensável, de achar que o que se passou na URSS foram apenas «erros e desvios» como dizia Cunhal e não monstruosos crimes contra o socialismo e a Humanidade, revela que eles gostariam de voltar á ditadura do proletariado, ao realismo socialista dos amanhãs que cantam ao GPU ou ao KGB. Por isso, há um debate à esquerda que permanece incontornável, independentemente dos governos, das tácticas ou das alianças: que modelo de socialismo queremos nós?
PS: Nunca ninguém foi expulso do PCP, todos saíram de livre vontade. O único expulso, mas foi da História (lá volta o Orwell de novo) foi o Francisco Martins Rodrigues que participou na célebre fuga de Peniche com Cunhal, mas que durante anos a fio foi omitido, até ter sido « readmitido» num Avante de há 5/ 6 anos atrás. Porque será?
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BALA E CANHÃO
«Sai um abraço aos camaradas comunistas !»
O abraço é reciproco, no que a mim me toca, pois esta insistencia contraproducente e desmoralizadora para que,finalmente, possamos acreditar numa esquerda unida não se pode deixar incolume os isolados os futeis ataques que tanto no BE como no PCP possam adevir.
Portanto, folgo em saber que no BE (e pelos vistos são bastantes) existem camaradas de valor com noção e segurança do que são e do que defendem sem sentirem qualquer tipo de necessidade adolescente para o insulto facil e descabido.
Que existe um ninho de ressabiados tanto no BE como no PCP isso é um facto adquirido mas o que importa realçar é que existem, em maioria, pessoas que em ambos os partidos procuram alcançar um unico objectivo:
Um Portugal Rumo Ao Socialismo!
; enquanto assim for enche-me de esperança poder vir a lutar ao teu lado, camarada.
Viva Portugal!
Viva a Internacional!
&
Aquele enorme abraço aos camaradas do Bloco de Esquerda que se reveem neste objectivo de luta!
A.R.A
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Ainda agora a moça entrou e já gerou esta conversa toda.
A rapariga não lhe interessa saber isso dos “gulags” porque está formatada e acredita na sua doutrina. É triste porque é jovem e devia saber e condenar o acto. Só mostra que o futuro do PC e a sua renovação ou regeneração não se vai dar tão cedo. Lamenta-se…
Agora que fica bem ali na bancada ai isso fica.
Pode ser que um dia as Ritas do PC já venham com beleza mas também com um discurso diferente. Mas eu não tenho esperança. Aliás se ela fosse diferente a esta hora estava no Bloco…
Não esperem mais das pessoas do que aquilo que elas na realidade são.
Agora a guerra de Estaline versus Lenine com batalhas de Trotski e que o comunismo de uns é mais socialismo que outros e que a 3ª via é que é, e que uns são radicais e outros revolucionários e sei lá eu o que mais…
O que me irrita na esquerda é a sua falta de coesão, mas é isso infelizmente o que a distingue da direita. A direita não é tão doutrinária. A fragmentação é uma realidade e é com isso que se tem de viver.
A meu ver se formos ao cerne da questão é óbvio que o leque partidário de esquerda é um boião de diferenças. Mas em verdade se diga: o Bloco agrega marxistas, trotskistas, leninistas e até estalinistas. Poderia haver uma aproximação ao PC mas é uma situação que não vai acontecer porque os partidos têm uma história e um passado.
Em momentos chave da história de um país é necessário o toque a reunir. Acho que o que se vai passar nos próximos tempos dirá se sim ou não será necessário convergência. Por estranho que possa parecer são os socialistas quer do PS quer do BE que têm o futuro da esquerda nas mãos. Sim porque o PS actual é claramente um partido centrista.
A ver vamos se o PS cai definitivamente ao centro…
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“Edgar Correia foi expulso”, num processo disciplinar a que nem se dignou responder, mas saiu da direcção do partido por vontade própria. Além da gravidade dos actos que cometeu era o que tinha mais responsabilidades pois era membro da Comissão Política. Quer o João, quer o Brito não tinham as responsabilidades, nem cometeram actos tão graves quanto o Edgar Correia que foi um dos que assinou a queixa contra o partido que o Tribunal Constitucional rejeitou em todos os seus fundamentos. Aliás essa queixa, repito é caso único, nem antes nem depois, nenhum outro partido foi sujeito a um tal processo, que ilibou TOTALMENTE o PCP.
Não há nenhuma incomodidade em relação aos acontecimentos da URSS de que o PCP se demarcou ainda na década de 50. Pelo contrário, o que há é muita duplicidade da parte dos que andaram de retrato de Estaline na lapela e de cartaz em punho até meados dos anos 80. Refiro-me como se lembram aos da UDP, MRPP, AOC, ML’s de todos os tipos e feitios e que hoje estão nas direcções do BE, PS e PSD.
E ao contrário do que diz alguns foram mesmo expulsos do PCP. Não muitos, mas alguns foram.
E quanto a gulags, o que acho espantoso é preocuparem-se tanto com os soviéticos e nunca se terem preocupado com tantos gulags que houve até ao 25 de Abril – isto é mais de duas décadas depois do encerramento dos soviéticos – por tantas cidades, então portuguesas. Lembro-me dos gulags de Luanda, por exemplo. Com certeza que quem andou na tropa pelas nossas antigas colónias também se lembra desses indecentes campos de trabalho forçado onde penaram anos a fio milhares de cidadãos que nem sequer foram julgados. Isso, o julgamento, era “luxo” de que estavam dispensados a grande maioria desses cidadãos.
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Meu caro Leo
Foi pior a emenda que o soneto. Afinal parece que o Edgar Correia foi mesmo expulso. Mas esta é uma velha tradição do partido. Se tiver a fineza de consultar qualquer história do PCP, diga-me onde foram parar o Pavel ou o Fogaça, por exemplo? Pelos vistos, há casos tão evidentes, que não lhe merecem resposta, como é o caso de Francisco Martins Rodrigues. E eu nem falo da reentrada em Portugal de dois ex-militantes do PCP e na altura da FAP/CMLP que eram afanosamente procurados pela PIDE que contou com a prestimosa colaboração do Avante quando escrevia cuidado com os dois provocadores que regressaram a Portugal.
Muitos viram a casaca. Muitos ex-maoístas que se tornaram neoliberais. Como sabe isso nunca aconteceu com o PCP. Quer dizer, que Zita Seabra, José Magalhães, Raimundo Narciso, José Ernesto de Oliveira, Mário Lino ou José Luís Judas são meros produtos da imaginação de jornalistas.
O exemplo de Angola é particularmente interessante. Na sua lógica, todos aqueles que se denunciam os crimes do estalinismo, são confessos colonialistas. E logo, Angola, exemplo sempre seguro de justiça social, transparência democrática e luta contra a corrupção, como diz o Jerónimo de Sousa, Dei por mim a lembrar-me de um livro do Agualusa, «Estação das Chuvas» que provavelmente nunca leu. Se um dia perder o preconceito, leia-o e veja o que fizeram a velhos militantes do MPLA uns nitistas outros da OCA e outros sem partido. É tão arrepiante quão semelhante é aos crimes de Estaline e de Brejnev.
[Responder]
Aguardo, sem grande esperança, que um dia haja liberdade de imprensa suficiente em Portugal para que um jornalista pergunte a um deputado do PCP (ou a quem quer que seja) as seguintes questões:
1. Que opina do facto de haver presos políticos em Espanha?
2. Considera democrático um país, como Portugal, onde se é despedido por se ser sindicalista ou comunista?
3. Como vê o facto de Portugal manter relações diplomáticas com um país que tem um campo de concentração cheio de pessoas ilegalmente presas e que são torturadas diariamente (o país é os USA, Guantanamo não encerrou!)
4. Que opina de se ter dado o prémio nobel da paz ao chefe da maior potência militar do planeta, neste momento em guerra de agressão a países como o Iraque e o Afeganistão, que prepara a agressão ao Irão, que encobre o Estado terrorista de Israel, que desloca para a Colômbia tropas e monta aí seis novas bases para subjugar as democracias da Venezuela, Bolívia e Equador.
5. O capitalismo produziu milhões de mortos no planeta, biliões vivem na fome e na miséria enquanto meia dúzia de potências sugam os recursos de todo o planeta. Como vê o PCP os caminhos para acabar com esta praga e contruir o socialismo.
Etc.
Mas apesar de improvável, tenho mais expectativa no cenário supra mencionado, do que na possibilidade de o Arrastão deixar de ser o espelho do pior que existe no BE.
[Responder]
Daniel, tem toda a legitimidade para falar do PCP. Acho estranho é tanto empenho subitamente nessa empreitada. Mas tem toda a legitimidade. Podia era ter acertado porque este tiro ao lado de deputada (desde que a vi encostada às cordas por esse prodígio do confronto de ideias que é Maria José Nogueira Pinto percebi logo..) limitou-se a responder que não tinha estudado nem lido nada subordinado ao assunto, o que também é em si legítimo.
Se calhar não serve o propósito dessa sua associação forçosa do PCP ao estalinismo, talvez até de forma mais propositada do que a que julga (eu, honestamente, não sei), mas é tão simplesmente isso.
[Responder]
MARIO BORGES
«Poderia haver uma aproximação ao PC mas é uma situação que não vai acontecer porque os partidos têm uma história e um passado.»
Discordo por completo, a não ser que o Mario não esteja muito ciente das diferenças entre ambos os partidos pois a historia em questão é bem distinta, embora um dos partidos tenha sido, diga-se a bem da verdade, a escola politica do outro.
Mas os recorrentes “fait-divers” que o divertem, a si a quejandos, é que tornam impossivel qualquer coesão a esquerda pois, se formos por caminhos revivalistas acerca do comunismo, estranho que o que lhe venha imediatamente a cabeça sejam os gulag’s da distante URSS.
Porque não se recorda dos tempos em que camaradas do PCP viveram em clandestinidade a lutar para que hoje estejamos em democracia; dos camaradas que perderam a vida ou AINDA a vivem com cicatrizes da tortura passada; dos 90 anos de luta de um partido devotodo as causas sociais do seu povo; de todas as coisas que voçe acha que fazem parte de uma………… cassete?
O seu sectarismo demagogico nunca afetará quem anseia por algo que até agora, com 35 anos de democracia, nunca foi vivido em Portugal.
Nunca ouvirá nenhum comunista pedir desculpa por existir e se o que lhe ocorre para falar em comunismo são os erros do passado tenho pena por ainda não ter saido da mediocridade obscurantista do anti-comunismo primario e relembrar-lhe que existe um país na UE cujo o presidente da republica é comunista. Sim falo do Chipre, o tal que tem um PIB per capita mais alto que Portugal.
Mas por outro lado, se após estes tais 35 anos de hegemonia governativa entre o PS e a direita nacional, o Mario ainda se questiona se a convergência da esquerda será mesmo necessaria, acredito que estive para aqui a gastar o meu latim a toa!
A.R.A
[Responder]
Obrigado CAFC, um abraço para si também!
[Responder]
A.R.A, pode explicar-me porque é comunista?
Leio-o com atenção, acompanho os seus pontos de vista neste espaço, identifico-me com a sua análise em muitos dos temas propostos neste blog, mas… julgava-o um liberal. Não consigo perceber o porquê de ser comunista. Concede-me a deferência de mo explicar?
Gostava de perceber a génese ideológica de um comentarista que me desperta interesse neste espaço.
[Responder]
H.D.P
Agradeço o elogio (ou não
) mas antes de aprofundar os porquês de eu ser comunista apelo,uma vez mais, a sua visão analitica para assim saber um pouco mais dessas suas conclusões ad hoc acerca dos meus comentarios.
Portanto, queira ter a amabilidade de me responder só as 2 questões que lhe proponho abaixo:
O que o leva a crer que sou um liberal?
&
Havendo assim tantos pontos em que convergimos, não será que esta a viver uma postura politica contra-natura, ou seja, não será o H.D.P ideologicamente afecto aos ideais comunistas embora se recuse a aceita-lo pelo estigma que tal aproximação ideologica lhe possa causar?
Atenciosamente, aguardo
Aquele Abraço
A.R.R
[Responder]
Liberal (opinativamente, foi o que me pareceu sempre transmitir) talvez pela visão descomplexada que tem e por não ter um discurso de cassete, como muitos usam. Pela opinião livre, sem estar condicionada de génese a partidarismos (sejam eles políticos ou não). Talvez por aí. As opiniões que dá neste espaço sobre os mais diversos temas (e se calhar são os “não políticos” que mais me captam a atenção) são bastante sóbrias e inteligentes.
Não que eu não veja a possibilidade de haver comunistas inteligentes!
Satisfaz-me agora a minha curiosidade?
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Este blogue é uma telenovela de péssima qualidade.
Bah
[Responder]
“ Assim, Bolota, sem o link nojento que fez, passa. “
DO
Quer indicar qual o link nojento????
[Responder]
H.D.P
Ok, correndo o serio risco de me tornar demasiado extenso ou lamechas ao ponto de maçar a CATARINA (a bem da verdade, prefiro mil vezes o confronto e a celeuma) ou até de o desiludir com a minha banal inteligencia, aceito o seu desafio e vou utilizar uma celebre frase de Antero de Quental para caracterizar o que, para mim, é ser comunista e que seria mais ou menos assim:
- Cultivem a inquietação! (dito pelo proprio no final do 1º espetaculo exibido no teatro Maria Matos com a peça “Tombo no Inferno” de sua autoria)
É este cultivo pela inquietação que é uma das vincadas caracteristicas da personalidade de um comunista, e, eu, não fujo à regra.
Acredito num mundo justo e solidario (não confundir com caridade) partindo de uma base marxista aplicada aos nossos dias, com uma contemporaniedade vanguardista, sem o temível antagonismo de classes mas com as necessarias medidas para a possibilidade de uma sociedade igualitaria onde todos partirão com o mesmo principio de formação para se desenvolverem e desenvolverem (passo a redundancia) a propria sociedade e, só, assegurando uma educação de qualidade para todos, uma saude publica de excelência, e todos os demais factores essenciais para um crescimento são e sustentado é que poderemos almejar por um comunismo contemporaneo, fruto de uma sociedade socialista solidificada pelos direitos de cidadania per natura dos quais se destacam, entre outros, os 2 exemplos que lhe dei.
O comunismo contemporaneo em que acredito, não significa fazer tabua raza do passado mas, sim, ser tido como um factor evolutivo ao preservar e superar todo progresso tecnológico, conquistado através do capitalismo, mediante um sistema de planejamento geral, com o aperfeiçoamento do mecanismo de mercado legado pelo capitalismo (que apresenta graves defeitos como regulador da produção e da distribuição, pois impede a plena utilização de todos os recursos disponíveis e promove desigualdade entre os que tem e os que não tem acesso à propriedade) até que se possa maximizar a satisfação das necessidades de toda a sociedade.
É escandaloso que só um terço da população mundial detenha 50% da riqueza global e é esse sentimento de inquietude contra essa ditadura “democraticamente” capitalista que me faz acreditar ainda mais no ideal comunista, pois, não é possivel que o engenho evolutivo do Homem compactue muito mais tempo (correndo o risco da auto-destruição) com essas discrepancias Humanisticamente anatgonicas para um desenvolvimento ascendente que se quer sustentavel.
O comunismo existe desde que o Homem aprendeu o conceito de “comunidade” e desde o comunismo primitivo que a evolução da Humanidade tem, continuamente, experimentado diversos conceitos para uma vivencia comum e o capitalismo é apenas, em meu entender, só mais uma étapa rumo a um natural Internacionalismo de concepção antideterminista e antidogmático face a uma realidade actual manietada por um poder pérfido que se recusa morrer.
Quanto ao achar-me liberal por ter uma visão descomplexada, não acredite no esteriotipo que é colado aos comunistas de serem de pensamento unico e de cassete em riste. Longe de mim a comparação mas tome como exemplo o caso do camarada Saramago.
Muito mais havia para dizer mas acho que já fui maçudo em demasia.
Espero que o tenha elucidado (ou não)
Aquele Abraço
Acção Revolucionaria Amigavel qb
[Responder]
Não consigo entender a polémica sobre a entrevista da deputada Rita Rato ao Correio da Manhã. Por várias razões:
1º A jovem tem cerca de 20 e poucos anos e os seus interesses politicos devem ser bem diferentes dos da geração dos anos 50, que viveram a Guerra colonial, o Maio de 68, etc. Abram os olhos! Estamos no século XXI!
2º Nunca vejo perguntarem á deputada Ana Gomes, ao Pacheco Pereira, ao Durão Barroso e a muitos politicos da nossa Praça, que se diziam leninistas-estalinistas-maoistas que falem sobre o assunto. No Bloco até ha quem elogiasse a Albânia e se afirmasse estalinista.
3º Tambem não vejo fazerem esse tipo de perguntas ao ministro Jamé Jamé, ao Pina Moura, ao Luis Judas e a outros grandes democratas.Que só são conhecidos quando saem do PC.
4º Será que vão tentar culpar a JSD ou a JS pelos crimes praticados pelos americanos no Vietname ou sobre os milhares de mortos provocados no Iraque com o apoio do PS/PSD/PP. Pois os lideres desses partidos portugueses, são culpados e cumplices!
Se existem actualmente politicos portugueses responsaveis por crimes eles estão nos 3 partidos da direita!
Eu por mim apenas quero um Portugal mais Justo, com mais Justiça Social, menos Corrupção e onde os trabalhadores sejam tratados como gente! Não me identifico com a politica chinesa nem com a americana.
[Responder]
Posso perguntar porque não foi contabilizado o voto do ex-comunista miguel portas(fica sempre bem escrever ex-comunista, porque dá estatuto e lugares em governos ps)? Não me digam que não estava no parlamento! Teria ido fumar lá para fora? Quanto às posições do bloco é sabido que iam dar nisto.Se não tivemos engenho nem arte de os enquadrar quando podíamos marcar a agenda (por exemplo quando o ex- secretário de Kaulza foi deputado pela CDU ou termos mais visão e flexibilidade no caso da freguesia de D.Maria em Sintra ou mais tarde noutras situações…). se não quisemos ou não pudemos dar o abraço do urso na devida altura agora temos que assistir ao regabofe dos ex-PCP, carp-ml, ur-ml, fec-ml, lci + não sei de quantos.Quanto à união das esquerdas! o bloco pela sua génese e práticas correntes e diárias não são de esquerda nem de direita porque lhes falta definirem-se ideologicamente. Os assuntos fraturantes não passam de espuma. A base ideológica falta-lhes pois já não defendem o m-l que foi a base teórica dos grupelhos que o constituem + a lci aparentemente ligada à 4ª Internacional.Vamos esperar para ver o que isto dá para já dá muito pouco e mau muito mau mesmo é ver como se critica das bandas do bloco uma jovem que tem a coragem de ser funcionária de um partido como o PCP ( é muito duro sê-lo). Gulags? criticar alguémpor desconhecer os campos de trabalho/morte criados pelos czars e por onde passou dez anos aproximadamente Tolstoi por exemplo e muitos milhares de russos COMUNISTAS é baixo e de pouca seriedade intelectual. O bloco é isto! É pouco ou quase nada!Não é novidade infelizmente
[Responder]
Daniel Oliveira Reply:
Outubro 27th, 2009 at 15:08
velho carlista, já lemos uma vez, não precisa de repetir.
O Daniel Oliveira não tem rigor nenhum com as palavras. Nele as palavras perdem a sua significação original para vaguearem ao sabor das modas ou conveniências. O que entende o Daniel por estalinismo? Saberá o Daniel que o PCP fez a denúncia do estalinismo no V congresso do Partido (1957)?
Poderia, também, recordar um excerto da célebre entrevista de Oriana Fallaci, em que esta acusa o dr. Cunhal do pecadilho do estalinismo, ao que este retorquiu dizendo não perceber por que razão a jornalista o identificava “com esse período negro do comunismo soviético”. Está na capa de edição do Círculo de Leitores, Oriana Fallaci – Entrevistas com a História. Certo que Cunhal repudiou tal entrevista, mas não foi por causa da questão do estalinismo que à época pouca expressão tinha. Foi por outras coisas…
Em suma, em bom rigor não podemos dizer que o PCP é um partido estalinista. Mesmo em relação à União Soviética denúncias foram feitas ao tempo em que o Carvalhas era Secretário-geral era o Carlos Carvalhas. Basta ler as teses dos congressos de então.
O que, para mim, permanece um mistério, pois não sou militante do PC, é o facto de os seus dirigentes e deputados, independentemente da experiência, se deixarem enredar por estas questões, vulgo, estalinismo e Gulag. Por que razão não são assertivos nas denúncias destes crimes, quando tal já foi feito em congressos passados? E a Rita Rato foi o exemplo disso: hesitou, refugiou-se em “não-ditos”. Mas penso que não foi ignorância.
[Responder]
Sr ou Dr Daniel Oliveira
O senhor quer tanto puxar a brasa á sua sardinha, que por vezes cai no ridículo! Refiro-me ao caso do 1º de Maio, onde o senhor afirmava que tinham sido o PCP e comunistas a ” ofender” ou “agredir” o Dr Vital, quando afinal acabou por se ver em vídeos, que quem “ofendeu” o Avô Cantigas, não foi nenhum camponês do Alentejo, nem nenhum operário da CIL,nem ninguém com uma foice e um martelo na testa, mas alguém que tinha feito parte das listas do BE pelo Circulo de Coimbra em 2005!
Sobre a Rita Rato, ela apenas responderá pelas suas acções como deputada e os senhores serão os últimos a dar lições de moral e integridade a quem quer que seja, pois têm entre os vossos deputados ex-ferrenhos maoistas e posso citar nomes, ex-estalinistas, também posso citar nomes e muitos outros ..istas!
Agora as preocupações da Rita Rato e de outros jovens deputados do PCP e até do BE não é o passado, mas sim o PRESENTE! Tentar vir com as histórias da Albânia, da URSS, da China só demonstra, o querer desviar as atenções do que é mais importante neste momento em Portugal e no Mundo. Foi esse o objectivo do jornalista do Correio da Manhã e será o objectivo de muitos outros. Também não sabia que o CM é um jornal de referência para o senhor.
Sempre pensei que tudo isso já estivesse ultrapassado em muitas cabecinhas, que se dizem da esquerda moderna, quando foram da “esquerda” mais retrógrada. Afinal enganei-me e errar é humano!
Para que não haja dúvidas, nunca fui maoista nem apoiei a Revolução Cultural, nunca vi na URSS um exemplo a seguir e muito menos na Albânia. Para mim a China é uma ditadura capitalista, embora reconheça que evoluiu bastante. Também nunca defendi o estalinismo nem fui trotskista.
Cumprimentos
José Alves
[Responder]
Eu nunca consegui perceber como, no Presente, se pode ter um projecto de Futuro, tentando não falar do Passado (para não “dizer” expressões mais fortes como, por exemplo, apagar).
Só que podemos tentar fazê-lo sem correr para os “bunkers” do dogmatismo.
Acabei o meu tempo de “falar” a sério e penso que para bom entendedor este tempo basta.
Agora, para ultrapassar toda esta questão de quem “pecou” (religião, pois claro!) mais no passado e em que Partidos (política, pois claro!) estão os “ex-disto-ou-daquilo”), proponho:
MOÇÂO
Considerando que o Zé Povinho
A) Até pode mudar de Religião;
B) Até pode mudar de Partido Político;
C) Nunca muda de Clube;
D) O “sistema” político nacional cristalizou numa bipolarização (ou será “bipolalixação”?);
E) Em cada Clube há pessoas dos mais variados “credos” políticos e religiosos;
Proponho que se faça uma Revisão Constitucional,
no sentido de os Clubes poderem concorrer em todos os actos eleitorais, pois, assim:
1- Passaria a existir uma “tripolarização”;
2- As cores seriam bem claras e não se diluiriam conforme as conveniências “tacticistas”.
Boa noite, “t’á bem”???!!!
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Obrigado pela sua exposição, amigo A.R.A.
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quanto tempo precisou o Daniel para tomar consciencia de que estava do lado errado das opçoes possiveis?
eu precisei de 2 anos aproximadamente…
nao, nao sou superdotada. sou curiosa e exigente e muito escrupulosa sobretudo quando as minhas opçoes nao tem efeitos exclusivamente pessoais.
malhar nos outros,quando se contemporizou tanto e por tanto tempo…
nao, nao fica bem e da que pensar…
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quanto tempo precisou o Daniel para tomar consciencia de que estava do lado errado das opçoes possiveis?
eu precisei de 2 anos aproximadamente…
nao, nao sou superdotada. sou curiosa e exigente e muito escrupulosa sobretudo quando as minhas opçoes nao tem efeitos exclusivamente pessoais.
malhar nos outros,quando se contemporizou tanto e por tanto tempo…
nao, nao fica bem e da que pensar…
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Há diferente entre PC e BE? Não é só uma questão de cheiro? A substância é a mesma: ressabiamento.
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A complacência com que o comunismo é aceite é incompreensível.
Estamos a falar de um regime que foi experimentado por dezenas de países, com resultados catastróficos e comuns:
- A ditadura
- Os milhões de mortos
- A miséria
Qualquer grunho simpatizante nazi com 2 dedos de testa conseguia elaborar o equivalente à cassete programática comunista, omitindo e deturpando toda a barbárie cometida pelo regime.
Mas mesmo que o não fizesse, ainda poderia dizer que, ao contrário do comunismo, o nazismo (ou nacional socialismo ou o que se quiser chamar aquilo) tinha o benefício da dúvida: foi aplicado apenas uma vez e por um louco, que lhe “deturpou” os ideais. E ainda por cima tudo se agravou com a demência duma guerra mundial brutal. E o alvo foram os “estrangeiros”… “Desculpas” que o comunismo não tem:
- Foi experimentado em dezenas de países
- Os crimes por eles cometidos foram em tempo de paz
- O alvo foi o próprio povo (e não só, claro)
Daniel, tenho dúvidas sobre se o Nazismo foi pior que o Estalinismo. Como já uma vez disse, não consigo escolher entre o cagalhão e a diarreia… Mas tudo o que Hitler fez, já Estaline tinha começado e continuou depois.
E isto leva à interrogação do começo; a complacência com que o comunismo é aceite. Senão vejamos, temos um karadzic a ser julgado por 20 mil mortos. Se fosse comunista e tivesse matado 2 milhões, estava safo!
Como dizia Estaline: uma morte é uma tragédia; um milhão é uma estatística…
Isto não é só complacência; é cobardia e hipocrisia.
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“ A complacência com que o comunismo é aceite é incompreensível. “
PedroM,
Quantas mortes provocaram os comunas em Portugal???
Comparar Estaline a Jerónimo de Sousa é no mínimo imbecil.
“ – A ditadura
- Os milhões de mortos
- A miséria “
Não está a falar do Iraque por exemplo, pois não???? Já sei quem manda naquilo são os comunas lá do sitio…
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“Quantas mortes provocaram os comunas em Portugal???”
Se tivessem chegado ao poder, com certeza que muitos dos que aqui estão neste blog já cá não andariam.
Aliás parafraseando o seu camarada Cassete Nóóóbel Saramago
“Ou esta revolução se suicida ou esta revolução se recupera pela única via que lhe deixam aqueles que a querem liquidar: a violência exercida implacavelmente contra os responsáveis pela violência, quem quer que sejam”
“Não perderemos por via eleitoral as conquistas da Revolução.”
“a violência revolucionária é uma legítima defesa quando está em causa a vida e o futuro de um povo inteiro”.
Tudo culminou no editorial de 24 de Novembro. “O regresso aos quartéis, que alguns teimam em preconizar, nada resolveria as Forças Armadas, tendo sido MFA no seu sector progressista, não podem recuperar neutralidades utópicas: mais vale, portanto, que, mesmo em conflito, continuem no primeiro plano da acção política. Mas cuidado, o tempo não espera”, referia o “apontamento” desse dia. Parecia um apelo implícito ao golpe militar. O problema é que este golpe mergulharia o País na guerra civil.
De facto, no dia seguinte, a esquerda fardada saiu dos quartéis – mas perdeu a parada. No DN, caía o pano para José Saramago.
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“ “Quantas mortes provocaram os comunas em Portugal???”
Se tivessem chegado ao poder…”
Sargento Cunha,
Já reparou que é a coisinha mais parola que por aqui anda???
Responda lá, Quantas mortes provocaram os comunas em Portugal???
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Amigo agricultor da IC19 Bolota
Vou voltar a dizer-lhe o que já disse anterioemente
Se tivessem chegado ao poder, com certeza que muitos dos que aqui estão neste blog já cá não andariam.
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Daniel Oliveira, quem é que defendeu ou desculpabilizou os Gulag? Diga-me alguns nomes, pf
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