Consta que o comentário do professor foi feito num inglês técnico irrepreensível.
Por Daniel Oliveira 21 Mai 07 em Sem categoriaConsta que o comentário do professor foi feito num inglês técnico irrepreensível.
Por Daniel Oliveira 21 Mai 07 em Sem categoria
Por aqui se vê o espirito de tolerância do so called Socialismo de rosto humano,or else.Tretas,só tretas.À semelhança dos conselhos de administração(órgãos democráticos,por excelência,como todos sabemos) a mole socrática está a perder o verniz e a comportar-se como nos tempos da Pide,talvez democrática nas cabecinhas deles.Cada vez mais se comportam como capitulacionistas e de vendilhões,que é a sua principal tendencia
Mais socráticos que o próprio Sócrates…
Como é que Daniel sabe que o tal professor fez “um comentário - que a directora regional apelida de insulto”? Como é o Daniel sabe que não foi “um insulto - que o Público apelida de comentário”?
Não simpatizo com a atitude da tal directora regional. Mesmo nada. Mas isso não me obriga a aceitar a tese do Público, de toda a direita blogosférica e do Daniel, tão preocupados com a rarefacção das liberdades democráticas.
E quanto ao inglês técnico e ao pedigree académico do nosso primeiro, como já se concluiu, a maioria dos portugueses está-se nas tintas (até porque sabem que podem imaginar tudo sobre o muito que não sabem do percurso académico de muitos outros). Mas, como se sabe também, essa maioria (cheira a povo, não é?) não conta para aqui. O que importa mesmo é que a sua última frase vai arrancar imensas gargalhadas dos seus fãs blasfemos e quejandos. Parabéns.
O comentário não foi feito como professor de inglês ! Fê-lo no interior da DREN e à sua hierarquia! Pouco profissional e nada inteligente! Dps confundem isto algum tipo de liberdade ou direitos adquiridos! Tipico de alguns funcionários públicos!
Eu acho extraordinário que haja aqui gente a discutir o direito de um professor dizer (e insultar, se assim o entender) o primeiro-ministro. Estamos a andar para trás.
Não se faz, coitadinho, lá vai ter que ir dar aulas…
Até agora, achava normal, mas passei a achar extraordinário que o Daniel Oliveira tenha um sistema de aprovação dos comentários, e que se dê a si próprio o direito de não publicar os que sejam insultuosos.
Claro que isto sou eu, que ainda não percebi bem a diferença entre os ensebados citadores de sumidades académicas anglo-saxónicas acoitados nos “expressos” e nos “blasfémias” - esses gentlemen que há que tratar com consideração - e o estafermo do socialista usurpador de canudos que o povo inculto pôs a primeiro-ministro.
Se calhar é o Daniel que não me consegue explicar bem. Vou perguntar ao João Carlos Espada.
Os guardas do templo do escroquismo militante do BLOCO DE ESQUERDA (essa coisa informe que se projecta no espaço mediático como pesadelo de imberbes em fase de crescimento problemático), terá O FIM das coisas sem projecto e sem destino. O Sacerdote Daniel ainda vai acabar a prègar no deserto e a pedir batatinhas aos donos da coisa com que se compram os melões. Estarei cá parea ver, se Deus Nosso Senhor me der vida e saúde. Entretanto procriem e se forem estéreis ou impotentes não esqueçam que um dia vão ter de pagar o tributo pela não contribuição para a conservação da espécie. E os cucos tambem não têm futuro…
Este blog não é uma república, é um arrastão… impulsionado pelo preclaro Daniel… que não aceita comentários incómodos. Aliás a intolerância está subjacente na forma de estar e agir do inefável B.E. (que terá o fim das tralhas inúteis).
é “limpeza” sim. o prof. já havia sido deputado pelo psd. estas senhoras da dren adoram fazer bicos ao poder. principalmente quando o poder é grisalho e bem parecido. é vê-las de joelhos, mas não é a rezar…
Neste Blogue há COMISSÂO DE CENSURA
A.Barroso, faça F5 depois de abrir os comentários e quando ler este core de vergonha por ser tão leste nas acusações e peça desculpa.
Neste blogue há censura!!!!
Use a tecla refresh, A.Barroso. Começa-me a faltar a paciência para infoexcluídos excitados.
Não me parece que chamar “filho da puta”, alto e bom som no meio da DREN, ao PM, seja propriamente um “comentário sobre uma licenciatura”.