Por Daniel Oliveira
O casamento entre gays é o primeiro passo para o fim do sexo entre gays. A vida deles será finalmente tão aborrecida como a vossa.
57 comentários 8 Jan 10 em Sem categoria57 respostas ao post “Homofóbicos, vejam pelo lado positivo”
- 1 Pingback on 8 Jan 2010 às 16:44




E provavelmente começará a aumentar os números na estatística quanto á violência doméstica no casamento. Consta que aqui batem ainda com mais força.
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Daniel Oliveira Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 1:10
Consta, Pinoka? Tem números comparativos? Suponho que sim.
Tiago R. Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:32
Lol!
Experiência própria, presume-se.
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Daniel Oliveira Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 1:09
Cfe, acha que sou homóbico.
Nota: sou solteiro.
Talita Colombo Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 16:50
Ele não quis dizer que você é homofóbico e sim que você deve ser casado e que, consequentemente, não deves praticar o sexo com a tua suposta esposa, no entanto, já disseste que é solteiro, então está tudo esclarecido.
Colocação: Apesar de sido uma sátira, apenas. eu não gostei do tom da matéria. O relacionamento gay não envolve só desejo, prazer e sexo. O relacionamento gay também exige de ambas as partes, que se tenha algum amor.
O que os homofóbicos não conseguem entender e aceitar é o fato de uma mulher não precisar de um homem para ser feliz e nem o fato de um homem não precisar de uma mulher para se fazer completo.
Uma pergunta:
Porque é Cuba e a Venezuela, revolucionárias como são, não têm esse «casamento»?
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Daniel Oliveira Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 1:09
Porque em matéria de liberdades indivduais, são tudo menos revolucionários.
Mais que não seja para engrossar os 26 885 divórcios de 43 228 casamentos do ultimo senso do INE
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Agora,quando virmos dois gajos na rua,a passear,não sabemos se são dois amigos ou colegas,se são dois gajos acasalados.
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Nuno Cruz Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:45
E quando vê um gajo e uma gaja na rua sabe o que são? E o que lhe interessa?
a Reply:
Janeiro 11th, 2010 at 22:59
diria mais, até aposto que quando vir duas gaijas na rua não lhe vão passar tais coisas pela cabeça. bolas
Atendendo ao facto de uma percentagem muito elevada dos gays masculinos ter imensos parceiros sexuais, penso que o ideal seria, no caso dos homossexuais masculinos, legalizar a poligamia. Assim não tinham que deixar nenhum parceiro fora do casamento….
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Woman Once a Bird Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:41
Não seja por isso. Veja-se como a elevada percentagem de heterossexuais masculinos resolveu o problemita de apenas uma parceira. Há séculos que lidam com a santa instituição, sem a macular.
Será finalmente o primeiro passo para o divórcio, também. Porque é certo que homossexuais e homofóbicos amam da mesma forma; é igualmente legítimo deixar de amar.
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Daniel, eu disse “provavelmente” se tivesse números afirmava sem reservas. E o “consta” foi porque me veio á memoria uma figura pública masculina que entrou há pouco tempo no hospital pela segunda vez quase sem rosto, obra do companheiro. Além disso não é difícil imaginar que dois gajos á pancada fazem muito mais estragos que um homem com uma mulher.
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Woman Once a Bird Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:41
Claro. Geralmente a mulher apenas apanha, n’est pas?
Nuno Cruz Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:42
Sim, porque mulheres que entram nos hospitais quase sem rosto são uma minoria insignificante.
Talita Colombo Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 16:54
A mulher só apanha quando não sabe o que ou quando não tem coragem de se defender. Ainda que a mesma não contenha nem uma força física para isso, a polícia existe para quê? Não é defender esse tipo de coisa?
Nem todas as mulheres que apanham reportam isso a polícia. Nem todas as mulheres que apanham têm coragem de denúnciar o marido e isso também deve ser levado em conta.
Daniel, acrescenta o “quase”, ou ainda te vao atacar por estar a chamar de forma igual a coisas diferentes. A instituicao da vida baixo um paradigma inconsequente e aborrecido e’ uma caracteristica milenar, que assenta numa tradicao de dois individuos do sexo oposto, assente numa vida sexual miseravel e que nem se conseguem ver ‘a frente. Neste caso, eu dar-lhes-ia a razao, e nao acredito que casais gays consigam atingir tal nivel de miserabilismo. Ainda ha muito caminho a percorrer nesse sentido;)
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Fiquei basbaque com as afirmações de Pacheco Pereira. Nunca pensei…
9 # Sonso
Os heteros masculinos também se costumam gabar que têm muitas parceiras. Logo…
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8 # coscuvilheiro
E que lhe interessa a si saber isso? Não me diga que anda a mirar os homens que passam por si na rua.
Qual é a diferença entre isso e 1 homem e 1 mulher que vão a passear? Não sabe se são casados, amigos ou colegas. E nem interessa…
As pessoas usam cada argumento….
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«««««Porque em matéria de liberdades indivduais, são tudo menos revolucionários»»»»».
Estamos sempre a aprender. Desconhecia que a libertinagem também é um acto revolucionário?
O Daniel de Oliveira acredita em Deus? Não é por nada!
Obrigado.
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Porque em matéria de liberdades indivduais, são tudo menos revolucionários.
Venezuela não é revolucionária em termos de liberdades individuais? Pode crer que há muito mais liberdade na Venezuela que nos EUA, na Alemanha ou em qualquer outro país de África, América Latina ou Ásia.
Diga-nos Daniel, qual o país de exemplo em termos de liberdades individuais? É Portugal?
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Vítor Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:47
Daniel Santos, não sofra mais e mude-se já para lá e diga-se aos emigrantes venezuelanos espalhados pelo mundo fora que ainda não descobriram a maravilha que têm no seu país.
#9 «Atendendo ao facto de uma percentagem muito elevada dos gays masculinos ter imensos parceiros sexuais, penso que o ideal seria, no caso dos homossexuais masculinos, legalizar a poligamia.»
Tem forma de comprovar isso? Ou fala por experiência própria?
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Falei com a doutora Maya (é de Coimbra) e ela disse-me:
Há grandes probabilidades de mesmo que o senhor presidente não vete esta lei de ela ser chumbada por inconstitucional.
Da quantidade de LGBT’s (um milhão segundo explicou um conhecedor neste mesmo blog) uma ínfima minoria é que se vai casar, os outros preferem continuar muito bem resguardado no anonimato.
Alguém imagina o (ponha aqui o nome que lhe apetecer menos o meu) ir a um cartório casar-se com o (experimente um actor de teatro)?
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Nuno Cruz Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 12:48
Claro que ainda é uma minoria que se vai casar e que vai assumir a sua orientação perante a sociedade.
Mas eu imagino deputados da Assembleia a assumirem a sua homossexualidade, coisa improvável há dez anos atrás.
Em todos os estados ou países onde o casamento se legalizou centenas ou milhares de pessoas casaram-se. Não é uma “ínfima minoria”.
fado alexandrino Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 18:27
Mas eu imagino deputados da Assembleia
Pois por cá pode sentar-se com a sua imaginação, para não se cansar com a espera.
O tempo mostrará quantos deputados se vão casar.
Talvez até só lá haja um casadoiro.
Nuno Cruz Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 22:28
Já me sentei e já me levantei: Portugal tem, desde há pouco tempo, o primeiro deputado da Assembleia assumidamente homossexual.
Fala por ti, pazinho, oraS.
(vá, não enganes os senhores)
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E o que é a Liberdade? Usa-se este termo como se fosse algo de concreto e aceite por todos. No entanto ao olharmos para as politicas que defendem, por exemplo, os chamados liberais vemos que o seu conceito de “liberdade” é muito restrito, tipo, “és livre de comprar, vender e não questionar nunca o status quo.”
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Daniel
E quem é que te disse que os casados tem uma vida aborrecida ?
Qual é o teu conceito de aborrecimento ?
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13 Daniel Santos
Você largue essas drogas que anda a tomar que isso afecta-lhe a capacidade de raciocínio.
Uma coisa é ser do contra, outra diferente é ser-se ….digamos pouco inteligente.
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ABORRECIDA? FALA POR TI que és gordo, careca e feio – daí solteiro
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Um certo dia, o menino Joãozinho entrou na casa de banho no exacto momento em que o pai estava a sair do duche. Espantado, o inocente Joãozinho exclamou:
- Papá, tens uma pilinha enorme!
Responde o pai, embaraçado:
- Havias de ver a da mamã…
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Numa questão de horas, eis que de repente…ah!!! ficou tudo a cheirar a novo, como um caderno a estrear, onde dá logo a vontade, de rabiscar.
Francamente, gostei da sensação
Quanto ao assunto do post, em vez de homofóbicos, eu diria que têm medo, por contágio, virar homogâmicos; todos hermafroditas e semelhantes
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De facto é preciso ser Sonso, para achar que só os gays é que têm “imensos parceiros sexuais”.
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Aqui vai um comentário que fiz num post do 5 dias. Também aqui serve.
“Que confusão! Cabeças bem-pensantes a dar a mão ao pensamento chunga! Ainda por cima citando ” A Origem da família…”! Não é nada disso! Se fugir ao pensamento moralista e conservador do sector que apoia o casamento entre pessoas do mesmo sexo, verá que a sua posição crítica sobre o casamento – e que eu apoio – não se compadece com a flexibilização do mesmo aos homasexuais. Ou se é a favor do casamento ou contra, e os argumentos contra são válidos quer os cônjuges sejam brancos, pretos, homens, mulheres, homosexuais ou o que quiserem ser.
Como é que alguém que tem uma posição crítica como a sua sobre o casamento se permite defendê-lo para os gays? Isto, sim, é homofobia, caridadezinha, misericórdia com os desprotegidos. De resto, e para que conste, há muito que os sectores mais esclarecidos vão abordando a questão da homossexualidade, desclassificando-a, porque consideram que o amor é independente do género do seu objecto, deixando ao Ser a liberdade de amar quem se quiser amar. Ninguém manda na cama de cada um! Ora o amor, platónico ou físico nada tem a ver com espartilhos, necessários, isso sim, a cada sociedade constituída. Sabia, acho que sabe, pois claro!, que só no séc. XIX é que o casamento passou a estar associado ao amor romântico? Querer assumir a diferença gay, ter orgulho nessa diferença e depois pretender aquilo que de mais conservador a sociedade construiu é uma contradição insolúvel e um recuo civilizacional, sobretudo ao nível dos sectores da esquerda que fizeram da luta contra o casamento uma bandeira libertadora.
Judith Butler, um ícone do movimento queer, subsidiário do desconstrutivismo, tão citado neste blogue, lésbica assumida e professora catedrática de retórica e literatura na Universidade de Berkeley questionando o movimento pró casamento homossexual afirmou que ” não tinha nada a ver com isso, cada qual sabe de si, mas, afinal, para que querem eles casar?” … e nunca aderiu a este tipo de movimentos…reaccionária? quem nos dera!
A falta de seriedade e elevação desta discussão já enjoa! é mistificadora porque se apresenta como a posição dos progressistas, é básica porque decorre de uma construção moralista , com apelos populistas do pior, e coloniza o pensamento dos mais desprevenidos e ocupa as horas mortas dos pobres, desempregados, que lampejam com alguém em pior situação.
Nunca tão poucos ocuparam tantos e por tanto tempo!
E quandoos exibicionistas gay vierem para a praça pública mimar o comportamento do “casal”, quero ver quem os vai proteger, então, da homofobia que se agravará, estou certa…
É que é pela diferença que os homossexuais se afirmarão até ao dia em que ela deixe de existir.
Para acabar, a proposta de lei, truncada da possibilidade e não do direito – o direito é exclusivo da criança adoptanda – de adoptar é pura e simplesmente inconstitucional e não vejo a mesma força na sua defesa. Ai, a homofobia é lixada!
Saudações”
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xx.yx Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 20:03
Muito bem Daniel! Também é preciso sentido de humor!
O resto é bla…bla…bla intelectual_óide!
Uma correcção, Daniel: Casamentos entre gays já eram permitidos, desde que fossem de sexos diferentes.
É uma das muitas coisas que, intencionalmente ou não, se quer confundir.
O que está em causa aqui é uma das premissas (ou regras; ou leis; ou o que se quiser chamar) do casamento como está institucionalizado.
Ele tem que ser entre apenas duas pessoas (e não mais, como legitimamente outras culturas o praticam); têm que ser do mesmo sexo; Não podem ser familiares; têm que ter uma determinada idade as duas pessoas; etc.
Aliás, nem duas pessoas que cumpram esses requisitos podem casar se não for com as intenções que o estado “permite”. Ao contrário do aborto, que agora permite a uma mulher praticá-lo pelas razões que entender (se as entender dar), por mais abjectas que possam ser, o mesmo não se passa no casamento.
Duas pessoas, conscientes e de comum acordo, não podem casar pelas razões que lhes apetecer. Exemplo? Se a intenção for apenas a de permitir a legalização ou naturalização de um dos cônjuges.
Acho que a questão posta em termos de descriminação dos direitos dos homossexuais não se coloca como muitos o fazem. Ela existe mas não desta forma. O casamento tem algumas regras e limitações. É assim e é constitucional (como aliás o Tribunal Constitucional já deliberou).
A questão é saber se se reduzem as limitações do casamento apenas neste ponto – a pessoas do mesmo sexo.
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Daniel Oliveira Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 13:10
PedroM, é como dizer que um vegetariano é livre de comer desde que seja bife na pedra.
PedroM Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 14:58
Claro, come a pedra e deixa o bife.
Agora a sério. A frase foi apenas um “preciosismo” para chegar a um ponto que tem sido confundido, na minha opinião: a negação dos direitos dos homossexuais por não se poderem casar.
Este falso argumento tem sido muito usado mas o Tribunal Constitucional já o tinha desfeito pela base.
Insisto: o que está em causa é se a instituição legal do casamento deve mudar uma das condições/regras/leis do seu estatuto – e esta não é a única, como referi.
Já o disse antes; é pena que o Daniel apenas pegue no acessório dum post e deixe de fora os argumentos que lá estão. Acho que a discussão ganharia mais qualquer coisa.
Dito isto, espero que pessoas do mesmo sexo possam casar, se assim o entenderem
Daniel, acho que é mais como dizer que um diabético é livre de comer desde que seja doces com açúcar.
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Isto de ser homofobico, retrogrado, conservador, atrasadinho, primario, fascista, racista, machista, intolerante, deficiente, ceguinho, selvagem, saloio, reaccionario, anti-democratico, e outros que queiram juntar, sao adjectivos usados com tanta frequencia e sem qualquer despudor que acabam por perder o sentido. Eu ja não me importo de se o que os senhores quiserem. Tal como o Cunhal, independentemente da argumentaçao, responderao sempre a mesma.
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pudor e nao despudor obviamente….peço desculpa
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Daniel Oliveira, vira essa boca para lá (salvo seja!)
Dedico a vitória de hoje a toda a gente. Homofóbicos inclusive; sem el@s esta luta não fazia sentido.
Estãoo tod@s convidad@s. Fadoalexandrino, atenção ao bouquet! (ou melhor dizendo, ou boquete!)
Ass: Orgulho Gay!
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Teresa Reply:
Janeiro 8th, 2010 at 21:31
olha que já lá está a feira dos fatos de casamento …. grande negócio !
Festa !!
parece-me bem … o pessoal quer é festa
Já agora, não será a própria designação de “homossexual” uma discriminação? Há que arranjar uma solução para isto…
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Daniel Oliveira, que comentário brilhante. Tiro o chapéu.
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Justitia, hoje…
Hoje, dia 8 de Janeiro, é o dia da deusa Justitia, segundo a mitologia romana. Parece que não foi por acaso que o Parlamento decidiu, neste mesmo dia, rejeitar a petição de referendo laranja, selvagem e discriminatória, ao mesmo tempo que aprovou a proposta do Governo em que é reconhecido o casamento entre pessoas do mesmo sexo, combatendo, desta forma, a discriminação e a injustiça que existiam na sociedade portuguesa. Palavras para quê?!
Acendei incenso de lavanda…
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Boa tarde, desde já quero agradecer ao Sr DO o facto de me ter chamado à atenção às pessoas (idosos) que morreram de frio esta semana em portugal…2º reparei que mais nenhum blog (que eu saiba ou visse) falou desse assunto….
então comparo o único seu post sobre isso com os milhentos sobre o casamento homossexual e está feito o retrato dum país…eu sei que todos os anos morrem pessoas de frio e tal, mas mesmo assim não estou convencido, é preciso mais voz, mais luta
alguns porque na sua mesquinhez não podem falar desse assunto (jugulares e afins) em altura que o governo ou a AR aprova uma lei desta natureza andar a falar de pessoas que morrem de frio seria sacanagem, ficaria mal, o país que se aproxima da elevação em termos de igualdade (mas na lei, porque na cabeça ainda anda longe e ambos sabemos disso) afinal tem muita gente que passa fome e frio e até morre disso…já pedi aos senhores deputados MVA e J. Galamba que, tendo ganho esta luta do cpms se debrucem um pouco sobre a fome e o frio (se não der muito trabalho claro, porque ainda há a adopção para “tratar”) claro com comentários que nunca apareceram, perderam-se na imensa liberdade que eles apregoam…destino: lixo…
por isso agradeço-lhe uma vez mais ter mantido um nível que vejo pouco em portugal e , apesar das discordâncias imensas que temos, o senhor é um representante digno do que defende.
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e como sabe o DO que a vida sexual do homofóbicos é aborrecida? Será por acaso homofóbico e anda a fingir o contrário?
O humor não para quem quer………..é para os gatos!
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Oh casado de fresco conta-me lá porque tens orgulho em ser gay.
Sabes uma coisa?, eu não tenho orgulho nenhum em ser heterossexual. Sou assim e pronto!
Assim como não tenho orgulho nenhum em ser caucasiano ou ter dois braços. Estás a ver a cena? Não?
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Tuxa Reply:
Janeiro 17th, 2010 at 16:39
Muito bem pensado….
Sempre me faz muita confusão dizerem que tem orgulho num facto que não beneficia ninguém,que não contribui para a sociedade com nada de útil….
porque eh que se chama casamento gay ao casamento entre pessoas do mesmo sexo?
eu so gosto de mulheres, mas nao me importava de casar com o amorim da cortica, para lhe tirar a tosse e herdar as notas!
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agora mais a serio, sera que como ha divorcios por conveniencia, para salvaguardar as falcatruas, (vide o caso do gajo do BPN), tambem podera haver casamentos por conveniencia entre dois homens ou duas mulheres heterosexuais.
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