Uiii que será de nós sem os milhares de trabalhadores das finanças a trabalhar arduamente.
Só de imaginar a quantidade de batatas que irão apodrecer nos campos devido à greve dos milhares e milhares de trabalhadores do ministério da agricultura até sinto calafrios na espinha.
E dou graças de estar empregado, senão como arranjaria eu um emprego com IEFP em greve.
Antonio Cunha Reply: Fevereiro 10th, 2010 at 16:12
Exactamente.
Imagine o pânico que vai ser.
Joao da Silva Reply: Fevereiro 10th, 2010 at 17:30
para o Libertario e para o Cunha, trabalhadores publicos sao so os das financas, quando estes dois senhores tiverem o lixo de meses a sua porta, os hospitais sem enfermeiros, e sem medicos, e todos os outros funcionarios publicos que prestam grandes servicos, vamos todos pedir a estes dois senhores que resolvam este problema que para eles nao existe.
Tanta cretinice em tao pouco cerebro eh obra!
Libertário Reply: Fevereiro 11th, 2010 at 10:10
Xiii, não pensei nisso. Tem razão. É que como já demoram meses a recolher o lixo e marcar uma consulta demora ainda mais nem pensei nisso.
Errado. O poder do mercado é bastante superior ao poder do “povo”. Aliás, é o povo que trabalha para o mercado e não o mercado que trabalha o para o povo.
a legenda da BBC News fala em trabalhadores do sector público. o título do DO transcreve, de forma truncada, para trabalahdores, para poupar na escrita certamente.
sim, o que seríamos todos nós sem os trabalhadores do sector público, onde a taxa de desempreço é e será…0%.
O ideal seria convencer os funcionários públicos portugueses a fazer greve durante uns dois ou três meses. Perder não se ia perder grande coisa e resolvia-se logo o défice de uma vez.
O poder do povo é incomensuravelmente maior que o dos mercados.
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Uiii que será de nós sem os milhares de trabalhadores das finanças a trabalhar arduamente.
Só de imaginar a quantidade de batatas que irão apodrecer nos campos devido à greve dos milhares e milhares de trabalhadores do ministério da agricultura até sinto calafrios na espinha.
E dou graças de estar empregado, senão como arranjaria eu um emprego com IEFP em greve.
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Antonio Cunha Reply:
Fevereiro 10th, 2010 at 16:12
Exactamente.
Imagine o pânico que vai ser.
Joao da Silva Reply:
Fevereiro 10th, 2010 at 17:30
para o Libertario e para o Cunha, trabalhadores publicos sao so os das financas, quando estes dois senhores tiverem o lixo de meses a sua porta, os hospitais sem enfermeiros, e sem medicos, e todos os outros funcionarios publicos que prestam grandes servicos, vamos todos pedir a estes dois senhores que resolvam este problema que para eles nao existe.
Tanta cretinice em tao pouco cerebro eh obra!
Libertário Reply:
Fevereiro 11th, 2010 at 10:10
Xiii, não pensei nisso. Tem razão. É que como já demoram meses a recolher o lixo e marcar uma consulta demora ainda mais nem pensei nisso.
Errado. O poder do mercado é bastante superior ao poder do “povo”. Aliás, é o povo que trabalha para o mercado e não o mercado que trabalha o para o povo.
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AA Reply:
Fevereiro 10th, 2010 at 16:37
Não se preocupe que não vai deixar de trabalhar para o mercado, verga mais um bocadinho, que ainda dá.
Sara Reply:
Fevereiro 10th, 2010 at 19:04
Está bem. Então o povo que deixe de trabalhar a ver se o mercado põe comida na mesa. No entanto, se o mercado deixar de trabalhar… hum…. epá…. pois.
a legenda da BBC News fala em trabalhadores do sector público. o título do DO transcreve, de forma truncada, para trabalahdores, para poupar na escrita certamente.
sim, o que seríamos todos nós sem os trabalhadores do sector público, onde a taxa de desempreço é e será…0%.
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l.rodrigues Reply:
Fevereiro 10th, 2010 at 16:44
Que é que essa estatistica quer dizer? Que o desemprego entre os que estão empregados é zero?
Brilhante, parabéns.
Miguel Reply:
Fevereiro 10th, 2010 at 17:44
Realmente é uma conclusão brilhante: de entre aqueles que têm emprego o desemprego é zero! Nunca pensei, realmente estamos sempre a aprender!
E alguma vez em Portugal alguma greve mudou alguma coisa? E alguma vez em Portugal o povo se mobilizou à séria para alguma coisa?
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É como a célebre frase dos sindicatos em altura de greve: os trabalhadores não querem prejudicar os cidadãos…
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O ideal seria convencer os funcionários públicos portugueses a fazer greve durante uns dois ou três meses. Perder não se ia perder grande coisa e resolvia-se logo o défice de uma vez.
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