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Perante a pressão dos trabalhadores chineses,o governo a China prepara-se para aprovar leis de contratação que garantam o mínimo dos mínimos de diretos. A lei é pouco ambiciosa, mas empresas transnacionais como a Wal Mart, Google, UPS, Microsoft, Nike, ATT e Intel, através da Câmara Americana de Comércio de Xangai e do Conselho Empresarial Estados Unidos - China, estão a pressionar o governo chinês para que não o faça. Um conselheiro da Câmara Americana de Comércio explicou que se tratavam de «dois passos a trás depois de três passos à frente». Esta proposta nasce depois da Wal-Mart ter sido obrigada a aceitar sindicatos nas suas lojas na China. No entanto, ela não garante aos trabalhadores chineses o direito à greve e a sindicatos independentes.


Sem respostas ao post “Os novos negreiros”  

  1. 1 1  samuel quedas

    e havia dúvidas de que essas grandes empresas são dirigidas por canalhas, mesmo quando têem cara de “putos muito modernos”, como os canalhazitos do google?
    não havia, pois não?

  2. 2 2  Neoliberal Pós-moderno

    Que chatice! Espero que os chinocas não se ponham a dar muitos passos em frente, eu que estou a pensar em deslocalizar para lá. Mas afinal, há ou não globalização?

  3. 3 3  Jorge A.

    Como é óbvio, essas empresas não estão em nada relacionadas com as elevadas taxas de crescimento económico da China nos últimos anos? Os salários dos chineses, muito provavelmente, nos últimos anos até diminuiram, não é Daniel?

    Quem quer fazer mal aos trabalhadores chineses são os empresários europeus e americanos que querem fechar as suas fronteiras aos produtos baratos da China… esses sim, é que deviam ser criticados.

  4. 4 4  agitador

    Como é óbvio, essas empresas não estão em nada relacionadas com as elevadas taxas de crescimento económico da China nos últimos anos?

    eu a pensar que era por causa da mão de obra barata, afinal os gajos estão a fazer um favorzão aos chineses.
    obrigado.

    Os salários dos chineses, muito provavelmente, nos últimos anos até diminuiram, não é Daniel?

    boa… comparar uma economia aberta com a antiga “economia” chinesa que vivia à base da corrupção e essencialmente fechada.
    ora toma lá mais uma gamela de arroz, agora já perfazem duas. não te queixes.

    por outro lado, há um principio que faz da democracia, democracia, a livre associação. o que inclui sindicatos independentes.

    e viva a logica à la ditador: não se morde a mão que dá de comer. ora pois então.

    o resto, o resto é o patriotismo… e já dizia salazar, viva portugal multicultural e multiracial.

    olé…

  5. 5 5  Jorge A.

    agitador,

    as empresas estão lá por causa da mão-de-obra barata, mas não deixam de ajudar os chineses a aumentar o seu nível de vida, porque criam emprego.

    Como é óbvio eu sou a favor da mudança da China de economia quase-fechada para economia aberta, e percebo as implicações a nível económico dessa mudança, é por isso que critico os americanos e europeus que querem fechar as portas aos produtos chineses. Da mesma forma que podia criticar os europeus e a sua PAC por não permitirem o desenvolvimento africano.

    A China é tudo menos uma democracia - é o passo que falta dar, mas olha que a abertura do pais ao mundo pela via económica em muito vai ajudar a tornar a democracia naquelas banda inevitável.

  6. 6 6  agitador

    “as empresas estão lá por causa da mão-de-obra barata, mas não deixam de ajudar os chineses a aumentar o seu nível de vida”

    por isso é que impedem o governo de aprovar umas leis medrosas em relação às condições dos trabalhadores.

    e já agora, incluo tambem essa tal abertura como forma de democratizar.

    não seria um bom começo por exemplo, a walmart deixar criar sindicatos independentes.

    de repente veio-me À cabeça o nome de um sindicato: Solidariedade.

    alguem se lembra?, dizem que é insignificante.

    o protecionismo, uma faceta do patriotismo.
    (de repente comecei a ouvir o hino nacional, a ver a bandeira, e os filhos brancos (obviamente) da nação…)

    sou contra o protecionismo de todo o genero, inclusive humano. falo das leis anti imigração obviamente.

    para finalizar, na minha opinião, a europa mostrou ser razoavel ao colocar cotas em determinados produtos made in china (diferente de protecionismo), assim a “integração dos mercados” e os efeitos secundarios deste fenomeno são menos prejudiciais, e a coisa acontece progressivamente.

    toda a gente sabe que inundar o mercado com bens ao preço da uva mijona e em quantidades quasi ilimitadas, é mau para todos os lados.

  7. 7 7  agitador

    “as empresas estão lá por causa da mão-de-obra barata, mas não deixam de ajudar os chineses a aumentar o seu nível de vida”

    por isso é que impedem o governo de aprovar umas leis medrosas em relação às condições dos trabalhadores.

    e já agora, incluo tambem essa tal abertura como forma de democratizar.

    não seria um bom começo por exemplo, a walmart deixar criar sindicatos independentes.

    de repente veio-me À cabeça o nome de um sindicato: Solidariedade.

    alguem se lembra?, dizem que é insignificante.

    o protecionismo, uma faceta do patriotismo.
    (de repente comecei a ouvir o hino nacional, a ver a bandeira, e os filhos brancos (obviamente) da nação…)

    sou contra o protecionismo de todo o genero, inclusive humano. falo das leis anti imigração obviamente.

    para finalizar, na minha opinião, a europa mostrou ser razoavel ao colocar cotas em determinados produtos made in china (diferente de protecionismo), assim a “integração dos mercados” e os efeitos secundarios deste fenomeno são menos prejudiciais, e a coisa acontece progressivamente.

    toda a gente sabe que inundar o mercado com bens ao preço da uva mijona e em quantidades quasi ilimitadas, é mau para todos os lados.

  8. 8 8  germano

    Sr.Daniel há um artigo em resistir,creio que conhece o site,que fala dos ’sucessos’do capitalismo na China e noutros países(mundo).O artg em causa é do economista argentino (isso daquele país bom aluno do FMI)Alejandro M del Pont e chama-se ‘As dimensões do inferno’ de 9 Outubro.Talvez,os ’sacristões’ do neoliberalismo queiram lá ir ver os números do sucesso;basta ler os quadros e,nem é preciso ler aquelas letrinhas todas que fazem confusão aos aparatchicks do mercado.

  9. 9 9  Camisa

    O problema não tem como base as multinacionais mas sim a própria Republica Popular da China, comunistas que não aplicam leis de protecção dos trabalhadores que os sistemas capitalistas aplicam LOL LOL! Finalmente a aceitação que o sistema comunista afinal nem beneficia do desenvolvimento económico comum às economias de mercado nem sequer consegue dar condições humanas de trabalho aos seus trabalhadores! CONCLUSÃO: serve para quê o comunismo chinês? Para meter na gaveta como os que já lá estão e os que para lá caminham!

  10. 10 10  vieira

    o comunismo nao serve para nada e uma treta total

  11. 11 11  Sam wise

    e desde quando é que a china é uma regime ccomunista asério?

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