Voto não à falta de políticas efectivas de apoio à maternidade
Voto não à falta de políticas de disseminação de infantários e de creches
Voto não à falta de condições reais nos empregos e nas carreiras que possibilitem os casais a decidirem sem constrangimento terem filhos
Voto não à situação manifestamente desvantajosa para pais casados em relação aos pais divorciados nas deduções fiscais
Voto não ao facto da dedução fiscal na educação não ir além do valor que pago de propinas dos meus filhos
Face à falta de apoio e incentivos sérios no apoio à família com resultados benéficos para toda a sociedade portuguesa, vejo-me obrigado a votar sim no aborto com ranger de dentes. Triste consolação! Má sina a nossa!
Agora que apresentou a parte de design da sua posição, ficam a faltar as razões do seu posicionamento.
Sabe que eu ando há anos, há bastantes anos, a tentar chegar a uma conclusão (que será sempre a potencialmente menos má) e ainda não consegui.
Dispensava era os chavões da ordem, do género “na minha barriga mando eu” ou “faltam é politicas de planeamento familiar” ou então, porque também existem os mesmos comportamentos no outro lado da barricada, os conhecidos “a vida é sagrada” e “assassinos de bébés”.
Gostaria bastante, com a sua ajuda e a de outros participantes do seu blog, de chegar a uma conclusão que permita votar em consciência… mesmo se na opção menos má!
Todos estes blogues pró aborto colocam a questão como se o Aborto não fosse permitido em Portugal em certas circunstâncias, o que eles querem é a liberalização total sem restrições .
A legislação não pretende nem pode legalizar o aborto. Apenas cede à nossa fraqueza de seres humanos e permite a despenalização. A pressão e a necessidade dos partidos criarem consenso prevalece sobre a razão. Estes vivem dum relativismo ético que pretende predispor tudo e todos para um pluralismo de noções de valor necessário aos partidos. Só interessam visões partidas, sem interesse pelo integral
A argumentação dos abortistas é demasiado terra a terra para se conseguir não sei se consegue abstrair-se dos problemas concretos e ter uma visão global dos problemas do aborto a sua argumentação baseia-se na instrumentalização e o critério de oportunidade para resolver os problemas. Existe um problema é preciso resolve-lo, resolve-se a partir dos efeitos conhecidos mas não se procuram combater as causas desse problema.
Colocam a questão de tal modo que a mulher pode decidir, a seu pedido mesmo se o outro elemento que contribuiu para a fecundação não estiver de acordo. Ou a fecundação é um dom da mulher? Não é, mas tem o dom da gestação. Provavelmente estarão a pensar naquelas que sendo ingénuas, ou não, ficaram grávidas e querem livrar-se do problema,
Isso é outra questão e pode ser legítimo quando afecta a saúde psíquica da mulher.
Mas este argumento não resiste a uma pequena comparação com dados cientificos. È que uma nova vida biológica começa, diferente da do óvulo e da do espermatozóide com a fecundação.
A junção dos dois vai dar uma vida biológica diferente, um ser “autónomo” na medida em que é diferente da vida do óvulo e espermatozóide, ou seja vai haver uma fusão que vai dar uma célula nova o zigoto, para dar um DNA distinto do óvulo e espermatozóide. Isto quer se queira quer não, não é propriedade exclusiva da mulher, há outro ser envolvido na sua criação e um novo individuo. Uma vida biológica nova e ainda não consciente em desenvolvimento.
Aproveitando uma citação que se calhar muitos não conhecem
[“A primeira Conferência Internacional do Aborto, realizada em Washington em Outubro de 1967, chegou à seguinte conclusão:
“A fusão do espermatozóide com o óvulo gera o zigoto que detona uma série de divisões celulares, duas, quatro, oito, dezasseis, trinta e duas células, resultando um conjunto parecido com uma amora que no 4º dia já tem uma cavidade repleta de um líquido, o blastocele. Depois de viajar pelas trompas, entre o oitavo e duodécimo dias depois da fecundação, o conjunto celular implanta-se no útero e passa a recolher o sustento materno, fenómeno chamado nidação. Até aqui há um pré-embrião, mas depois da fixação desenvolve-se o embrião, formando tecidos, órgãos e sistemas, até o feto e posterior nascimento.”
"Nosso grupo, em sua maioria, não foi capaz de determinar nenhum espaço de tempo entre a união do espermatozóide e o óvulo, ou pelo menos entre o estágio de blástula e o surgimento de uma criança, um ponto no qual pudéssemos dizer que ali não estava um vida humana".”]
Os defensores do aborto não conseguem contestar a inexistência de vida humana desde a fecundação, e defendem o aborto não em critérios racionais e científicos mas em critérios de utilidade e oportunistas.
Há quem diga que a medida para determinar a vida é o critério da actividade cerebral ( começo da vida consciente) e isso é verdade para determinar a morte. Mas não são coisas análogas se na morte a actividade cerebral cessa de vez e é irreversível. No feto (vida biológica) ainda não existe actividade cerebral mas é uma questão de tempo, ela ao contrario da outra situação aparecerá e dará origem a um ser consciente.
E não é nenhum determinismo biólogico ou uma espécie de “ditadura natural”, um principio cientifico /moral que nos impede de sacrificar alguém da nossa própria espécie.
Mas há na argumentação do aborto sem limites, uma incapacidade de entender a vida sem ser com três características: biológica, sensitiva, e cognoscitiva e não conseguem abstrair ou desvalorizam que este continuo processo não tem uma etapa predefinida em que não se esteja perante uma vida.
Nenhum biólogo nega isto.
Para muita gente a vida dum ser humano só é considerada indisponível desde que se consiga defender, a falta de consciência do ser e a perda da consciência tem como consequência a perda do direito à vida, do direito de estar (seja ela feto, (aborto) doença,velhice ( eutanasia ). É uma mutilação ao quererem fundamentar os direitos do homem à vida apenas nos interesses concretos das pessoas e das sociedades
Sendo então a vida baseada numa validade cientifica do qual se extrai um valor moral protegido por lei, que condena ou condenava a sua violação. Só pode haver fundamentação para a sua violação e alteração legal se o fundamento cientifico se alterar e disser que a vida é outra coisa e começa noutro momento, mas a ciência leva-nos em caminhos inversos a ver coisas que antes não víamos com novas tecnologias de diagnóstico pré-natal e até a reparar e fazer operações intra uterinas em fetos. Porque isto então, se não estamos perante uma vida?
Por isso o que era legal hoje passa a ser ilegal amanhã e o que era ilegal ontem passa a ser legal hoje. Não porque os princípios em que se baseavam os valores tivessem sido alterados mas porque toda a gente assim o passou a fazer e não se pode criminalizar todos e meter todos na cadeia. O critério cientifico/ moral passou a um determinismo pessoal a pessoa decide o que fazer.
Levando este raciocínio mais além e não havendo limites na intervenção humana a respeito da vida um governo de um pais qualquer pode decidir livremente porque há pressão social nesse sentido ( houve partidos que propuseram isto que não era preciso consultar a população o governo podia muito bem decidir por lei) sobre a pena de morte, eutanásia, aborto, eugenia etc. porque? Porque não tem o tal servilismo biológico reconhecido por todos como um valor e que era respeitado. Porque se faz isto agora assim? Porque sim. E amanhã????
Pensando um bocado encontra-se exemplos na historia.
A instrumentalização e o critério de oportunidade para resolver os problemas, é a solução proposta, o problema das mulheres que abortam, a imaturidade, a ignorância, a timidez, o conflito social etc. existe mas então desculpamos a ignorância e a irresponsabilidade com o aborto.
Por ultimo eu sou a favor do aborto em três circunstâncias que já são legais e permitidas em Portugal e quando resulta de uma ponderação de valores em que encontrando-nos perante um dilema (qualquer solução e má) temos que optar por uma solução. Caso de violação, problemas de gravidez com perigo de vida da gestante, e anomalias no feto.
É racional é compreensível justifica a excepção a regra.
E para ver que isto é um problema não tão terra a terra deve-se ver que atravessa todas as ideologias com defensores e apoiantes em todas elas.
O Daniel dá com esta entrada a verdadeira dimensão do debate neste momento, sobretudo na cabeça dele e dos que têm a mesma índole mental. É tudo uma questão de emblemas. O emblema do sim poderá estar em qualquer blogue do mesmo modo que o emblema do benfica, do porto e do sporting, da Sagres ou Super-bock.
É pena que nesta questão de Marketing tenha cometido o enorme erro estratégico de utilizar uma cor contra a qual há um preconceito tão forte e generalizado, o amarelo
O Daniel dá com esta entrada a verdadeira dimensão do debate neste momento, sobretudo na cabeça dele e dos que têm a mesma índole mental. É tudo uma questão de emblemas. O emblema do sim poderá estar em qualquer blogue do mesmo modo que o emblema do benfica, do porto e do sporting, da Sagres ou Super-bock.
É pena que nesta questão de Marketing tenha cometido o enorme erro estratégico de utilizar uma cor contra a qual há um preconceito tão forte e generalizado, o amarelo
já escrevi inumeras vezes sobre o aborto. Pôr aqui um emblema não reduz o debate. Voltarei ao assunto, com calma e num texto grande. Até lá, podem ouvir, esta semana, no programa “Descubra as Diferenças” da Rádio Europa (90.4 FM) - de Paulo Pinto Mascarenhas -, um debate dedicado ao referendo sobre o aborto. Os convidados em confronto dou eu mesmo e o Rui Castro, do blogue do não. Passa sexta-feira às 19:00 na Rádio Europa (90.4 FM).
PS: Acho extraordinário que há quem diga que eu só ponho um emblema e ao mesmo tempo diga que sobre a matéria sou um fanático. Diz um pouco do fanatismo de alguns comentadores.
Felisberto, ver mulheres das camadas mais pobres da população portuguesa, serem ARRASTADAS para tribunais, e a sua vida privada ser devassada na praça publica, não será motivo mais que suficiente, para exigirmos a modificação desta lei iniqua….. e por isso responsavelmente votar-mos SIM….
Fazer campanha eleitoral (e se há um referendo, ou se há eleições tem que se fazer campanha leitoral, ou não? Até tem dias marcados e tudo ou não? E período de reflexão, ou não? acho que faz parte da Lei, mas sei lá, uma pessoa pode estar enganada) deve fazer muita confusão a certas mentes. Mais ou menos a mesma que lhes deve fazer as eleições e os referendos, mesmo. Afinal, se não houvesse nem uma coisa nem outra, viveriamos no paraíso.
Ou há coisas para as quais se pode fazer campanha e outras não? Pode-se fazer campanha para um programa elitoral de um partido que vai Governar o País e não se pode para um referendo que significa a alteração de uma Lei. Qualquer que seja a resposta que se lhe queira dar.
Ou há coisas sobre as quais só se pode falar com discursos sérios. Tipo, o de uma senhora qualquer que, ontem falava num tal de Sindroma Pós Aborto, cinetificamente comprovado e tudo.
O silêncio sempre foi apanágio de uns tantos. Dos que têm medo da Democracia.
O que esta gente detesta panfletos, autocolantes, outdoors…no Paráiso deles não há nada disso.E depois tem esse problema enorme, suja o chão. Neste caso, os Blogs…Daniel então tu queres sujar os Blogs com autocolantes “virtuais”???!!! não devias antes estar a estudar o tal SPA…
Isto é debruçares-te exclusivamente sobre coisas sérias.
Cá estão os argumentos da inevitabilidade, da oportunidade e da instrumentalização, e das classes com menos poder económico. Que comportam a concepção de pessoa não biológica sem outros atributos adicionais como ser senciente e cognoscitivo ou com actividade cerebral.
Temos assim como argumento para a despenalização do aborto, de que continuarão a ser realizados abortos, quer o aborto seja descriminalizado ou não, pelo que então pelo mal menor, mais vale descriminalizar e, deste modo, fornecer melhores condições às mulheres que desejem abortar, a pedido delas.
Um contra - argumento óbvio ao argumento é: roubar também é crime, mas há roubos apesar da proibição e da repressão policial. Por isso, o melhor é descriminalizar o roubo e, deste modo, fornecer melhores condições para o seu trabalho aos larápios, para que não incorram no risco de na correria tropeçar e partir uma perna quando fogem da polícia. Qualquer resposta sensata a este argumento seria, mas é claro que estás a ser tremendamente injusto o aborto e o roubo não são coisas análogas e muito diferentes. Pois claro que são; ninguém está a dizer o contrário. Mas a questão é que se acharmos que o argumento de que (as pessoas fá-lo-iam na mesma) não é, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o roubo, então também não poderá ser, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o que quer que seja, aborto incluído. Há valores morais e éticos que se sobrepõem e impedem isso. simplesmente ao usar este determinado argumento de que “as pessoas fá-lo-iam na mesma”, os defensores da legalização do aborto estão implicitamente a admitir e a partir do princípio de que o roubo é eticamente incorrecto, ao passo que o aborto, se não é eticamente correcto, será, pelo menos, eticamente permissível., pura e simplesmente, ao admitir isto está-se a fugir à questão.
O argumento económico dos mais desfavorecidos também não convence
Um dos argumentos mais frequentemente usados pelos defensores da legalização é o de que, enquanto o aborto continuar a ser ilegal, as mulheres pobres fá-lo-ão na mesma, sempre em condições precárias, e às senhoras ricas bastará apenas ir a Espanha ou apanhar um avião para Londres para se desembaraçarem. Este argumento pretende dizer-nos que os pobres é que se lixam.
Não é difícil ver que este é um mau argumento. Basta pensar no seguinte: devido a crescente mediatização do fenómeno da pedofilia em Portugal, as redes pedófilas em Portugal poderá se pensar que venham a reduzir as suas actividades, pelo menos nos próximos tempos. Mas para quem tenha dinheiro pode facilmente apanhar um avião para países onde a pedofilia seja quase impune ou pode, até, importar crianças desses países. Por isso quem não tem dinheiro para ir fazer turismo sexual ao estrangeiro ou para mandar vir crianças de fora é que fica privado de poder manter relações pedófilas; os pedófilos pobres é que se lixam. Claro que este não é um bom argumento a favor da legalização da pedofilia. O mesmo argumento, quando-se emprega a favor da legalização do aborto, só se limita a fugir à questão.
Segundo o meu conceito, e fora dos casos em que a lei permite, (O aborto é permitido somente se a gravidez coloca seriamente em risco a vida ou a saúde da mulher, se o feto vier a ser incuravelmente doente ou tiver malformações consideráveis (neste caso, pode-se abortar até às 24 semanas) ou se a gravidez resultou de violação (nesta terceira situação, permite-se o aborto apenas até às 16 semanas
Uma condição suficiente para ser errado matar fetos é exactamente igual a uma condição suficiente para ser errado matarem qualquer um de nós.
Por que razão os seres humanos obtêm todos seus direitos morais básicos quando nascem e não numa qualquer outra altura, anterior ou posterior?
Por vezes as pessoas mudam de campo.
[“Nos anos 70 Norma McCorvey iniciou uma batalha legal que levaria à consagração do aborto enquanto direito constitucionalmente protegido nos EUA. Hoje é uma activista das organizações pró-vida e são duas dessas organizações - Missão Vida e pelos Juntos pela Vida – que a trazem a Portugal, onde vai estar de domingo a quarta-feira.
O ponto alto será uma conferência na faculdade de Letras, em Lisboa, na terça-feira, precisamente o mesmo dia em que será feita a apresentação oficial da plataforma «Não obrigada», que congrega os vários movimentos e associações que se estão a mobilizar para a campanha do referendo à despenalização do aborto.
Norma McCorvey protagonizou o caso Roe v. Wade que chegou até ao Supremo Tribunal e criou jurisprudência, que nos EUA tem força de lei. Quando lhe foi permitido abortar já tinha tido o bebé, que deu para adopção. Durante anos trabalhou em clínicas de aborto, mas no final dos anos 90 passou de defensora do aborto para uma activista das organizações pró-vida.
Em 1997, fundou a «Roe No More Ministry», com a intenção de expor todas as mentiras contadas por ela própria no caso Roe v. Wade e no ano seguinte lançou a sua autobiografia, «Won By Love».
Desde então, tem-se dedicado a falar sobre a sua experiência pelo mundo fora. Participa na «Justice Foundation's Operation Outcry», uma fundação que se dedica a recolher informação sobre mulheres que fizeram um aborto, como forma de mudar a decisão em consequência do caso Roe v. Wade “]
Daniel,
já delira. 1) ninguém disse que “só” punha emblemas (delírio); 2) ninguém o chamou “fanático” (delírio ou insensibilidade à diferença semântica entre “fanático” e “ferrenho”?)
Agora outra coisa. Não levo a mal que use emblemas e outras coisas que tal, mas está a ser pouco cuidadoso. Nesta questão pode ser uma má escolha utilizar o amarelo. Varie um pouco. Dê outra cor à coisa. Sei lá, seria muito mais humanista se utilizasse um cor de rosa suave, ou então, seria também muito apropriado à situação utilizar, por exemplo, um azul-bébé
PARA O PAI DESANIMADO:
É POR TODAS ESSAS FALTAS CRUCIAIS PARA A NOSSA SOCIADADE QUE DEVEMOS VOTAR “NÃO” NO REFERENDO, PARA QUE O NOSSO PODER POLÍTICO COMECE A PERCEBER QUE O QUE É QUE A NOSSA SOCIADADE REALMENTE QUER E O QUE É IMPORTANTE É PREVENIR E DAR BOAS CONDIÇÕES DE VIDA A QUEM QUER (OU NÃO - ATRAVÉS DE UM BOM PLANEAMENTO FAMILIAR) TER FILHOS.
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«Estes desgraçados transformaram-se no bode expiatório dos que só se lembram deles quando chega a altura de cobrar as medalhas. Dos que esperam por um D. Sebastião de sapatilhas que os tire da fossa.»
A construção deste blogue contou com a colaboração de Paulo Querido e Zé Nuno. O cabeçalho é da autoria de Pedro Vieira.
Para contactar com o autor escreva para danieloliveira.lx arroba gmail ponto com
Representam estas cores uma tentativa de colagem ao Vaticano!?
O meu blogue é pelo NÃO.
Daniel a sua caixa,de comentários esta uma droga,tem que ver isso.um abraço.
Já coloquei no meu blog http://www.rupturavizela.blogs.sapo.pt
Em força e rapidamente para o terreiro do paço. parece que há la mulheres nuas pelas 4 da manha.
Hoje foi impossivel comentar….
Algo bloqueava entrada de comentários, vejo agora o porquê desse bloqueio.
Daniel quando tiver tempo limpe o esterco….
Só o do «sim»? Centralismo democrático também aqui?
Posso ter apenas uma posição ou devo ter duas para ser pluralista?
Fancamente,anda un tipo a trabalhar tanto,para no final do dia ter que ver isto.
PACHECO ,VAI TRABALHAR MALANDRO.
PACHECO ,VAI TRABALHAR MALANDRO.
ESTAS ARMADO EM XICO-ESPERTO PRA QUE .SABES BEM QUE EU NÃO VOU MUITO Á BOLA CONTIGO,VAI MAS É LÁ PARA A CASA PIA PÁ.
ESTAS ARMADO EM XICO-ESPERTO PRA QUE .SABES BEM QUE EU NÃO VOU MUITO Á BOLA CONTIGO,VAI MAS É LÁ PARA A CASA PIA PÁ.
Pacheco,tenha calma porque eu até sou bastante pluralista.
Voto não à falta de políticas efectivas de apoio à maternidade
Voto não à falta de políticas de disseminação de infantários e de creches
Voto não à falta de condições reais nos empregos e nas carreiras que possibilitem os casais a decidirem sem constrangimento terem filhos
Voto não à situação manifestamente desvantajosa para pais casados em relação aos pais divorciados nas deduções fiscais
Voto não ao facto da dedução fiscal na educação não ir além do valor que pago de propinas dos meus filhos
Face à falta de apoio e incentivos sérios no apoio à família com resultados benéficos para toda a sociedade portuguesa, vejo-me obrigado a votar sim no aborto com ranger de dentes. Triste consolação! Má sina a nossa!
SIM, VOU VOTAR SIM E POR ISSO NO MEU BLOG:
o blog da merda
Caro Daniel,
Agora que apresentou a parte de design da sua posição, ficam a faltar as razões do seu posicionamento.
Sabe que eu ando há anos, há bastantes anos, a tentar chegar a uma conclusão (que será sempre a potencialmente menos má) e ainda não consegui.
Dispensava era os chavões da ordem, do género “na minha barriga mando eu” ou “faltam é politicas de planeamento familiar” ou então, porque também existem os mesmos comportamentos no outro lado da barricada, os conhecidos “a vida é sagrada” e “assassinos de bébés”.
Gostaria bastante, com a sua ajuda e a de outros participantes do seu blog, de chegar a uma conclusão que permita votar em consciência… mesmo se na opção menos má!
Todos estes blogues pró aborto colocam a questão como se o Aborto não fosse permitido em Portugal em certas circunstâncias, o que eles querem é a liberalização total sem restrições .
A legislação não pretende nem pode legalizar o aborto. Apenas cede à nossa fraqueza de seres humanos e permite a despenalização. A pressão e a necessidade dos partidos criarem consenso prevalece sobre a razão. Estes vivem dum relativismo ético que pretende predispor tudo e todos para um pluralismo de noções de valor necessário aos partidos. Só interessam visões partidas, sem interesse pelo integral
A argumentação dos abortistas é demasiado terra a terra para se conseguir não sei se consegue abstrair-se dos problemas concretos e ter uma visão global dos problemas do aborto a sua argumentação baseia-se na instrumentalização e o critério de oportunidade para resolver os problemas. Existe um problema é preciso resolve-lo, resolve-se a partir dos efeitos conhecidos mas não se procuram combater as causas desse problema.
Colocam a questão de tal modo que a mulher pode decidir, a seu pedido mesmo se o outro elemento que contribuiu para a fecundação não estiver de acordo. Ou a fecundação é um dom da mulher? Não é, mas tem o dom da gestação. Provavelmente estarão a pensar naquelas que sendo ingénuas, ou não, ficaram grávidas e querem livrar-se do problema,
Isso é outra questão e pode ser legítimo quando afecta a saúde psíquica da mulher.
Mas este argumento não resiste a uma pequena comparação com dados cientificos. È que uma nova vida biológica começa, diferente da do óvulo e da do espermatozóide com a fecundação.
A junção dos dois vai dar uma vida biológica diferente, um ser “autónomo” na medida em que é diferente da vida do óvulo e espermatozóide, ou seja vai haver uma fusão que vai dar uma célula nova o zigoto, para dar um DNA distinto do óvulo e espermatozóide. Isto quer se queira quer não, não é propriedade exclusiva da mulher, há outro ser envolvido na sua criação e um novo individuo. Uma vida biológica nova e ainda não consciente em desenvolvimento.
Aproveitando uma citação que se calhar muitos não conhecem
[“A primeira Conferência Internacional do Aborto, realizada em Washington em Outubro de 1967, chegou à seguinte conclusão:
“A fusão do espermatozóide com o óvulo gera o zigoto que detona uma série de divisões celulares, duas, quatro, oito, dezasseis, trinta e duas células, resultando um conjunto parecido com uma amora que no 4º dia já tem uma cavidade repleta de um líquido, o blastocele. Depois de viajar pelas trompas, entre o oitavo e duodécimo dias depois da fecundação, o conjunto celular implanta-se no útero e passa a recolher o sustento materno, fenómeno chamado nidação. Até aqui há um pré-embrião, mas depois da fixação desenvolve-se o embrião, formando tecidos, órgãos e sistemas, até o feto e posterior nascimento.”
"Nosso grupo, em sua maioria, não foi capaz de determinar nenhum espaço de tempo entre a união do espermatozóide e o óvulo, ou pelo menos entre o estágio de blástula e o surgimento de uma criança, um ponto no qual pudéssemos dizer que ali não estava um vida humana".”]
Os defensores do aborto não conseguem contestar a inexistência de vida humana desde a fecundação, e defendem o aborto não em critérios racionais e científicos mas em critérios de utilidade e oportunistas.
Há quem diga que a medida para determinar a vida é o critério da actividade cerebral ( começo da vida consciente) e isso é verdade para determinar a morte. Mas não são coisas análogas se na morte a actividade cerebral cessa de vez e é irreversível. No feto (vida biológica) ainda não existe actividade cerebral mas é uma questão de tempo, ela ao contrario da outra situação aparecerá e dará origem a um ser consciente.
E não é nenhum determinismo biólogico ou uma espécie de “ditadura natural”, um principio cientifico /moral que nos impede de sacrificar alguém da nossa própria espécie.
Mas há na argumentação do aborto sem limites, uma incapacidade de entender a vida sem ser com três características: biológica, sensitiva, e cognoscitiva e não conseguem abstrair ou desvalorizam que este continuo processo não tem uma etapa predefinida em que não se esteja perante uma vida.
Nenhum biólogo nega isto.
Para muita gente a vida dum ser humano só é considerada indisponível desde que se consiga defender, a falta de consciência do ser e a perda da consciência tem como consequência a perda do direito à vida, do direito de estar (seja ela feto, (aborto) doença,velhice ( eutanasia ). É uma mutilação ao quererem fundamentar os direitos do homem à vida apenas nos interesses concretos das pessoas e das sociedades
Sendo então a vida baseada numa validade cientifica do qual se extrai um valor moral protegido por lei, que condena ou condenava a sua violação. Só pode haver fundamentação para a sua violação e alteração legal se o fundamento cientifico se alterar e disser que a vida é outra coisa e começa noutro momento, mas a ciência leva-nos em caminhos inversos a ver coisas que antes não víamos com novas tecnologias de diagnóstico pré-natal e até a reparar e fazer operações intra uterinas em fetos. Porque isto então, se não estamos perante uma vida?
Por isso o que era legal hoje passa a ser ilegal amanhã e o que era ilegal ontem passa a ser legal hoje. Não porque os princípios em que se baseavam os valores tivessem sido alterados mas porque toda a gente assim o passou a fazer e não se pode criminalizar todos e meter todos na cadeia. O critério cientifico/ moral passou a um determinismo pessoal a pessoa decide o que fazer.
Levando este raciocínio mais além e não havendo limites na intervenção humana a respeito da vida um governo de um pais qualquer pode decidir livremente porque há pressão social nesse sentido ( houve partidos que propuseram isto que não era preciso consultar a população o governo podia muito bem decidir por lei) sobre a pena de morte, eutanásia, aborto, eugenia etc. porque? Porque não tem o tal servilismo biológico reconhecido por todos como um valor e que era respeitado. Porque se faz isto agora assim? Porque sim. E amanhã????
Pensando um bocado encontra-se exemplos na historia.
A instrumentalização e o critério de oportunidade para resolver os problemas, é a solução proposta, o problema das mulheres que abortam, a imaturidade, a ignorância, a timidez, o conflito social etc. existe mas então desculpamos a ignorância e a irresponsabilidade com o aborto.
Por ultimo eu sou a favor do aborto em três circunstâncias que já são legais e permitidas em Portugal e quando resulta de uma ponderação de valores em que encontrando-nos perante um dilema (qualquer solução e má) temos que optar por uma solução. Caso de violação, problemas de gravidez com perigo de vida da gestante, e anomalias no feto.
É racional é compreensível justifica a excepção a regra.
E para ver que isto é um problema não tão terra a terra deve-se ver que atravessa todas as ideologias com defensores e apoiantes em todas elas.
O Daniel dá com esta entrada a verdadeira dimensão do debate neste momento, sobretudo na cabeça dele e dos que têm a mesma índole mental. É tudo uma questão de emblemas. O emblema do sim poderá estar em qualquer blogue do mesmo modo que o emblema do benfica, do porto e do sporting, da Sagres ou Super-bock.
É pena que nesta questão de Marketing tenha cometido o enorme erro estratégico de utilizar uma cor contra a qual há um preconceito tão forte e generalizado, o amarelo
“Gostaria bastante, com a sua ajuda e a de outros participantes do seu blog, de chegar a uma conclusão que permita votar em consciência…”
Como pretende chegar a uma posição lúcida e esclarecida a discutir o assunto com um indivíduo que põe emblemas no blogue?
O Daniel dá com esta entrada a verdadeira dimensão do debate neste momento, sobretudo na cabeça dele e dos que têm a mesma índole mental. É tudo uma questão de emblemas. O emblema do sim poderá estar em qualquer blogue do mesmo modo que o emblema do benfica, do porto e do sporting, da Sagres ou Super-bock.
É pena que nesta questão de Marketing tenha cometido o enorme erro estratégico de utilizar uma cor contra a qual há um preconceito tão forte e generalizado, o amarelo
“Gostaria bastante, com a sua ajuda e a de outros participantes do seu blog, de chegar a uma conclusão que permita votar em consciência…”
Como pretende chegar a uma posição com “consciência” a discutir o assunto com um ferrenho que põe emblemas no blogue?
já escrevi inumeras vezes sobre o aborto. Pôr aqui um emblema não reduz o debate. Voltarei ao assunto, com calma e num texto grande. Até lá, podem ouvir, esta semana, no programa “Descubra as Diferenças” da Rádio Europa (90.4 FM) - de Paulo Pinto Mascarenhas -, um debate dedicado ao referendo sobre o aborto. Os convidados em confronto dou eu mesmo e o Rui Castro, do blogue do não. Passa sexta-feira às 19:00 na Rádio Europa (90.4 FM).
PS: Acho extraordinário que há quem diga que eu só ponho um emblema e ao mesmo tempo diga que sobre a matéria sou um fanático. Diz um pouco do fanatismo de alguns comentadores.
Felisberto, ver mulheres das camadas mais pobres da população portuguesa, serem ARRASTADAS para tribunais, e a sua vida privada ser devassada na praça publica, não será motivo mais que suficiente, para exigirmos a modificação desta lei iniqua….. e por isso responsavelmente votar-mos SIM….
Fazer campanha eleitoral (e se há um referendo, ou se há eleições tem que se fazer campanha leitoral, ou não? Até tem dias marcados e tudo ou não? E período de reflexão, ou não? acho que faz parte da Lei, mas sei lá, uma pessoa pode estar enganada) deve fazer muita confusão a certas mentes. Mais ou menos a mesma que lhes deve fazer as eleições e os referendos, mesmo. Afinal, se não houvesse nem uma coisa nem outra, viveriamos no paraíso.
Ou há coisas para as quais se pode fazer campanha e outras não? Pode-se fazer campanha para um programa elitoral de um partido que vai Governar o País e não se pode para um referendo que significa a alteração de uma Lei. Qualquer que seja a resposta que se lhe queira dar.
Ou há coisas sobre as quais só se pode falar com discursos sérios. Tipo, o de uma senhora qualquer que, ontem falava num tal de Sindroma Pós Aborto, cinetificamente comprovado e tudo.
O silêncio sempre foi apanágio de uns tantos. Dos que têm medo da Democracia.
O que esta gente detesta panfletos, autocolantes, outdoors…no Paráiso deles não há nada disso.E depois tem esse problema enorme, suja o chão. Neste caso, os Blogs…Daniel então tu queres sujar os Blogs com autocolantes “virtuais”???!!! não devias antes estar a estudar o tal SPA…
Isto é debruçares-te exclusivamente sobre coisas sérias.
Cá estão os argumentos da inevitabilidade, da oportunidade e da instrumentalização, e das classes com menos poder económico. Que comportam a concepção de pessoa não biológica sem outros atributos adicionais como ser senciente e cognoscitivo ou com actividade cerebral.
Temos assim como argumento para a despenalização do aborto, de que continuarão a ser realizados abortos, quer o aborto seja descriminalizado ou não, pelo que então pelo mal menor, mais vale descriminalizar e, deste modo, fornecer melhores condições às mulheres que desejem abortar, a pedido delas.
Um contra - argumento óbvio ao argumento é: roubar também é crime, mas há roubos apesar da proibição e da repressão policial. Por isso, o melhor é descriminalizar o roubo e, deste modo, fornecer melhores condições para o seu trabalho aos larápios, para que não incorram no risco de na correria tropeçar e partir uma perna quando fogem da polícia. Qualquer resposta sensata a este argumento seria, mas é claro que estás a ser tremendamente injusto o aborto e o roubo não são coisas análogas e muito diferentes. Pois claro que são; ninguém está a dizer o contrário. Mas a questão é que se acharmos que o argumento de que (as pessoas fá-lo-iam na mesma) não é, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o roubo, então também não poderá ser, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o que quer que seja, aborto incluído. Há valores morais e éticos que se sobrepõem e impedem isso. simplesmente ao usar este determinado argumento de que “as pessoas fá-lo-iam na mesma”, os defensores da legalização do aborto estão implicitamente a admitir e a partir do princípio de que o roubo é eticamente incorrecto, ao passo que o aborto, se não é eticamente correcto, será, pelo menos, eticamente permissível., pura e simplesmente, ao admitir isto está-se a fugir à questão.
O argumento económico dos mais desfavorecidos também não convence
Um dos argumentos mais frequentemente usados pelos defensores da legalização é o de que, enquanto o aborto continuar a ser ilegal, as mulheres pobres fá-lo-ão na mesma, sempre em condições precárias, e às senhoras ricas bastará apenas ir a Espanha ou apanhar um avião para Londres para se desembaraçarem. Este argumento pretende dizer-nos que os pobres é que se lixam.
Não é difícil ver que este é um mau argumento. Basta pensar no seguinte: devido a crescente mediatização do fenómeno da pedofilia em Portugal, as redes pedófilas em Portugal poderá se pensar que venham a reduzir as suas actividades, pelo menos nos próximos tempos. Mas para quem tenha dinheiro pode facilmente apanhar um avião para países onde a pedofilia seja quase impune ou pode, até, importar crianças desses países. Por isso quem não tem dinheiro para ir fazer turismo sexual ao estrangeiro ou para mandar vir crianças de fora é que fica privado de poder manter relações pedófilas; os pedófilos pobres é que se lixam. Claro que este não é um bom argumento a favor da legalização da pedofilia. O mesmo argumento, quando-se emprega a favor da legalização do aborto, só se limita a fugir à questão.
Segundo o meu conceito, e fora dos casos em que a lei permite, (O aborto é permitido somente se a gravidez coloca seriamente em risco a vida ou a saúde da mulher, se o feto vier a ser incuravelmente doente ou tiver malformações consideráveis (neste caso, pode-se abortar até às 24 semanas) ou se a gravidez resultou de violação (nesta terceira situação, permite-se o aborto apenas até às 16 semanas
Uma condição suficiente para ser errado matar fetos é exactamente igual a uma condição suficiente para ser errado matarem qualquer um de nós.
Por que razão os seres humanos obtêm todos seus direitos morais básicos quando nascem e não numa qualquer outra altura, anterior ou posterior?
Por vezes as pessoas mudam de campo.
[“Nos anos 70 Norma McCorvey iniciou uma batalha legal que levaria à consagração do aborto enquanto direito constitucionalmente protegido nos EUA. Hoje é uma activista das organizações pró-vida e são duas dessas organizações - Missão Vida e pelos Juntos pela Vida – que a trazem a Portugal, onde vai estar de domingo a quarta-feira.
O ponto alto será uma conferência na faculdade de Letras, em Lisboa, na terça-feira, precisamente o mesmo dia em que será feita a apresentação oficial da plataforma «Não obrigada», que congrega os vários movimentos e associações que se estão a mobilizar para a campanha do referendo à despenalização do aborto.
Norma McCorvey protagonizou o caso Roe v. Wade que chegou até ao Supremo Tribunal e criou jurisprudência, que nos EUA tem força de lei. Quando lhe foi permitido abortar já tinha tido o bebé, que deu para adopção. Durante anos trabalhou em clínicas de aborto, mas no final dos anos 90 passou de defensora do aborto para uma activista das organizações pró-vida.
Em 1997, fundou a «Roe No More Ministry», com a intenção de expor todas as mentiras contadas por ela própria no caso Roe v. Wade e no ano seguinte lançou a sua autobiografia, «Won By Love».
Desde então, tem-se dedicado a falar sobre a sua experiência pelo mundo fora. Participa na «Justice Foundation's Operation Outcry», uma fundação que se dedica a recolher informação sobre mulheres que fizeram um aborto, como forma de mudar a decisão em consequência do caso Roe v. Wade “]
Daniel,
já delira. 1) ninguém disse que “só” punha emblemas (delírio); 2) ninguém o chamou “fanático” (delírio ou insensibilidade à diferença semântica entre “fanático” e “ferrenho”?)
Agora outra coisa. Não levo a mal que use emblemas e outras coisas que tal, mas está a ser pouco cuidadoso. Nesta questão pode ser uma má escolha utilizar o amarelo. Varie um pouco. Dê outra cor à coisa. Sei lá, seria muito mais humanista se utilizasse um cor de rosa suave, ou então, seria também muito apropriado à situação utilizar, por exemplo, um azul-bébé
PARA O PAI DESANIMADO:
É POR TODAS ESSAS FALTAS CRUCIAIS PARA A NOSSA SOCIADADE QUE DEVEMOS VOTAR “NÃO” NO REFERENDO, PARA QUE O NOSSO PODER POLÍTICO COMECE A PERCEBER QUE O QUE É QUE A NOSSA SOCIADADE REALMENTE QUER E O QUE É IMPORTANTE É PREVENIR E DAR BOAS CONDIÇÕES DE VIDA A QUEM QUER (OU NÃO - ATRAVÉS DE UM BOM PLANEAMENTO FAMILIAR) TER FILHOS.
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