Ao ouvir José Sócrates a reagir à evidência de que a reedição do tratado constitucional em versão de bolso tem de ser referendada, percebi qual é o novo mote: quem se opuser a uma mudança radical na União que não siga as regras minimas da democracia será considerado anti-patriota. Sócrates tem de brilhar e nós devemos ser a sua claque.
Por Daniel Oliveira 24 Jun 07 em Sem categoria


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Também podia ser o Tratado do Allgarve.
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Como tudo indica, “vamos” eleger o Tony Blair o primeiro Presidente da Europa.
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A cobertura que se tem visto da cimeira, feita pelas tvs portuguesas, é o absoluto cúmulo do provincianismo. Só faltaria mesmo uma pitada de centralismo doentio para o ramalhete estar completo, ei-lo. Esta questão do nome é absolutamente secundária, superficial, irrelevante em suma. Sobretudo se vai levar o nome que leva sempre (Estratégia de Lisboa, etc.). Ao menos se o governo escolhesse outra cidade (Guimarães, Bragança, Covilhã, etc etc), teria o mérito de a colocar no mapa europeu. Como os holandeses fizeram com Maastrich. Precavendo em simultâneo associar o nome da capital a um tratado que será odiado por muitos. Mas nem isso, o giro é parecer bonito, fazer as vontades aos grandes, e de rebuçado por bom comportamento ter o Tratado de Lisboa.. *vómito*