Nasceu um movimento a exigir a mais simples e básica das coisas: igualdade perante lei. No caso, igualdade no acesso ao casamento civil. O seu lançamento público será no domingo, 31, às 16h, no Cinema S. Jorge (Lisboa). O Movimento Pela Igualdade tem um documento fundador, assinado por dezenas de pessoas (onde me incluo). Aqui fica o texto que nos une.
No fim, um vídeo que, nada tendo a ver com o movimento, serve já de resposta adiantada a todos os que, como de costume, garantindo que não são homofóbicos, não resistirão a deixar aqui a sua piadinha ou insulto marialva para apaziguarem as suas tão pouco viris inseguranças.

“A igualdade no acesso ao casamento civil é uma questão de justiça que merece o apoio de todas as pessoas que se opõem à homofobia e à discriminação. Partindo da sociedade civil, a luta pelo acesso ao casamento para casais de pessoas do mesmo sexo em Portugal conta neste momento com um crescente apoio político e social. Nós, cidadãos e cidadãs que acreditamos na igualdade de direitos, de dignidade e reconhecimento para todas e todos nós, para as/os nossas/os familiares, amigas/os, e colegas, juntamos as nossas vozes para manifestarmos o nosso apoio à igualdade.
Exigimos esta mudança necessária, justa e urgente porque sabemos que a actual situação de desigualdade fractura a sociedade entre pessoas incluídas e pessoas excluídas, entre pessoas privilegiadas e pessoas marginalizadas; Porque sabemos que esta alteração legal é uma questão de direitos fundamentais e humanos, e de respeito pela dignidade de todas as pessoas; Porque sabemos que é no reconhecimento pleno da vida conjugal e familiar dos casais do mesmo sexo que se joga o respeito colectivo por todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, e pelas famílias com mães e pais LGBT, que já são hoje parte da diversidade da nossa sociedade; Porque sabemos que a igualdade no acesso ao casamento civil por casais do mesmo sexo não afectará nem a liberdade religiosa nem o acesso ao casamento civil por parte de casais de sexo diferente; Porque sabemos que a igualdade nada retira a ninguém, mas antes alarga os mesmos direitos a mais pessoas, acrescentando dignidade, respeito, reconhecimento e liberdade.
Em 2009 celebra-se o 40º aniversário da revolta de Stonewall, data simbólica do início do movimento dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O movimento LGBT trouxe para as democracias – e como antes o haviam feito os movimentos das mulheres e dos/as negros/as – o imperativo da luta contra a discriminação e, especificamente, do reconhecimento da orientação sexual e da identidade de género como categorias segundo as quais ninguém pode ser privilegiado ou discriminado. Hoje esta luta é de toda a cidadania, de todos e todas nós, homens e mulheres que recusamos o preconceito e que desejamos reparar séculos de repressão, violência, sofrimento e dor. O reconhecimento da plena igualdade foi já assegurado em várias democracias, como os Países Baixos, a Bélgica, o Canadá, a Espanha, a África do Sul, a Noruega, a Suécia e em vários estados dos EUA. Entre nós, temos agora uma oportunidade para pôr fim a uma das últimas discriminações injustificadas inscritas na nossa lei. Cabe-nos garantir que Portugal se coloque na linha da frente da luta pelos direitos fundamentais e pela igualdade.
O acesso ao casamento civil por parte de casais do mesmo sexo, em condições de plena igualdade com os casais de sexo diferente, não trará apenas justiça, igualdade e dignidade às vidas de mulheres e de homens LGBT. Dignificará também a nossa democracia e cada um e cada uma de nós enquanto cidadãos e cidadãs solidários/as – e será um passo fundamental na luta contra a discriminação e em direcção à igualdade.”
Alguns dos 800 subscritores: Alexandra Lencastre, Alexandre Quintanilha, Ana Bola, Ana Catarina Mendes, Ana Drago, Ana Gomes, Ana Marques, Ana Salazar, Ana Sara Brito, Ana Vicente, Ana Zanatti, Anabela Mota Ribeiro, Anália Torres, André Freire, António Avelãs, António Costa, António Marinho Pinto, António Pinto Ribeiro, Astrid Werdnig, Bárbara Bulhosa, Bernardo Sassetti, Boaventura de Sousa Santos, Bruno Nogueira, Carlos Fiolhais, Carlos Poiares, Catarina Furtado, Catarina Portas, Clara Ferreira Alves, Dalila Carmo, Dalila Rodrigues, Daniel Oliveira, Daniel Sampaio, Daniela Ruah, David Fonseca, Delfim Sardo, Desidério Murcho, Diana Andringa, Diogo Infante, Duarte Cordeiro, Edite Estrela, Edgar Taborda Lopes, Eduarda Abbondanza, Eduardo Dâmaso, Eduardo Pitta, Eurico Reis, Fátima Bonifácio, Fátima Lopes, Fernanda Fragateiro, Fernanda Lapa, Fernando Alvim, Fernando Rosas, Fernando Pinto do Amaral, Francisco George, Francisco Teixeira da Mota, Gabriela Moita, Gonçalo M Tavares, Graça Morais, Guta Moura Guedes, Helena Pinto, Helena Roseta, Heloísa Apolónia, Heloísa Santos, Henrique de Barros, Herman José, Inês Castelo-Branco, Inês de Medeiros, Inês Pedrosa, Irene Pimentel, Isabel do Carmo, Isabel Mayer Moreira, Jamila Madeira, João Gil, João Luís Carrilho da Graça, João Salaviza, José Diogo Quintela, José João Zoio, José Luís Peixoto, José Manuel Pureza, José Maria Vieira Mendes, José Mário Branco, José Saramago, José Wallenstein, Julião Sarmento, Júlio Machado Vaz, Lena Aires, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Lígia Amâncio, Lili Caneças, Luís Capoulas Santos, Luís Eloy, Luís Fazenda, Luís Filipe Costa, Luís Miguel Viana, Luís Osório, Mafalda Ivo Cruz, Manuel Graça Dias, Manuel Hermida, Marco Delgado, Margarida Gaspar de Matos, Margarida Vila-Nova, Maria João Luís, Maria João Seixas, Maria Isabel Barreno, Maria Rueff, Maria Velho da Costa, Marta Crawford, Marta Rebelo, Merche Romero, Miguel Lobo Antunes, Miguel Portas, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nuno Artur Silva, Nuno Costa Santos, Nuno Galopim, Nuno Lopes, Nuno Markl, Odete Santos, Patrícia Vasconcelos, Paula Lobo Antunes, Paula Neves, Paulo Baldaia, Paulo Pena, Paulo Pires, Paulo Trezentos, Pedro Calapez, Pedro Marques Lopes, Pedro Nuno Santos, Pêpê Rapazote, Piet Hein Bakker, Ricardo Araújo Pereira, Ricardo Pais, Richard Zimler, Rosa Mota, Rui Cardoso Martins, Rui Pena Pires, Rui Reininho, Rui Rangel, Rui Tavares, Rui Zink, Sérgio Godinho, Sérgio Trefaut, Solange F., Sofia Aparício, Soraia Chaves, Teresa Beleza, Teresa Guilherme, Vasco Rato, Vera Mantero, Vital Moreira, Wanda Stuart, Xana e Zé Pedro.
170 comentários 29 Mai 09 em Sem categoria



Caro Daniel,
o casamento civil não tem nada a ver com amor ou afeição. É o reconhecimento legal de uma união de duas pessoas de sexo oposto com o fim de constituir familia.
Ninguém está impedido de viver a sua vida como lhe apetece por o instituto do casamento não se aplicar às suas preferências.
Eu sei que algumas pessoas (nomeadamente o Daniel no prós e contras) tentam colar uma imagem de homofobia e intolerância a quem discorda da vossa opinião.
Contudo não cedo diante do insulto (disfarçado por vitimização “estou a espera de comentários assim e assado) e digo na mesma a minha opinião.
Com o devido respeito
Z
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 2:29
Z, não costuma vir a esta caixa de comentarios, pois não.
De resto, eu quero que seja uma união entre duas pessoas com vista a constituir família, coisa que acontece quando as pessoas se casam. O senhor diz que o casamento é hoje o que está na lei (e nem sempre esteve o mesmo), eu digo que a lei deve mudar. É exactamente o que está em debate.
Subscrevo totalmente…tb assino…é bem ò exmo DO.
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«É o reconhecimento legal de uma união de duas pessoas de sexo oposto com o fim de constituir familia»
Não me diga…
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 7:09
Z, digo. Não defendo que lá esteja parir, coisa que ilegalizaria o casamento para estéreis e idosas.
Daniel,
Tem como em tudo o que me lembre, o meu total apoio. No facebook fiz-me amigo e subscritor do grupo. Se houver alguma petição, por favor diga.
Divulgarei no meu blogue.
Para já deixo apenas nota de uma questão que não pode ser desligada: uma europa xenófoba e fascista será sempre homofóbica. Ana Gomes teve uma boa iniciativa: divulgou 12 nomes de candidatos à direita que a Europa vai promover para o PE. Não são portugueses. Mas incluem saudisistas no franquismo, neoliberais defensores da semana de 7 dias de trabalho, xenófobos, homofóbicos e crimininosos condenados, além de negacionistas do holocausto. A maior parte desta gente vai para o PPE. Parece-me, dado o reduzido contingente português, que a razão maior a apresentar agora para um voto de Esquerda, é que qualquer deputado eleito pelo PSD ou pelo CDS vai fortalecer o grupo onde se integram estes e outros cromos. Apelo a que se leia a selecção de apenas 6 que fiz e se vote contra o fortalecimento desta maralha. (http://tinyurl.com/ngpud9). Obrigado pela sua atenção.
Abraço,
Carlos
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pelo direito a ser intersexual não? ainda falta muito? deixe de fazer genero?
http://www.youtube.com/watch?v=DMu0iViQylQ
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4 Zunkruft
Chiiiiiiiiii, chegou o lançofóbio de serviço.
Cuidado pessoal, ele vai lançar-vos uma fobia já a seguir.
Deixemos o poeta Manuel João falar….
http://www.youtube.com/watch?v=tCOQkyg2td8
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Não sei se assine. Concordo com tudo, e apoio tudo, mas o método de rodar o documento em fechado dentro de um círculo de “famosos” deslustra os democratas. Há os porcos e os mais porcos (que assinam primeiro)
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Daniel,
mas aí é que está o ponto. Duas pessoas do mesmo sexo não sem qualquer consaguinidade não são uma família.
Podem amar-se muito, mais do que uma familia. Podem tomar contar um do outro todos os dias. Mas de facto não uma família.
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Eu devo confessar que tenho grande admiração e respeito pelas opiniões e pela capacidade de argumentação do Daniel. Quem não apoia a imigração é racista e xenófobo. Quem não é favorável ao casamento gay é naturalmente homófobo. Não sei se o Daniel entende homófobo como um elogio ou uma ofensa, mas se considera ofensivo, aqui neste blog ainda nem abrimos a boca e já estamos a ser insultados.
Quando ao direito de cada um a casar com quem quiser, acho muito bem. Se é essa a motivação para alterar a lei, a alteração deve também incluir o casamento poligâmico. Defender o casamento gay e não defender o casamento poligâmico é simplesmente incoerente e nem vale a pena discutir pois a posição deste movimento é intrinsecamente incoerente e como tal vocês próprios se encarregam de demonstrar que não têm razão.
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A puta de esquerda extremista só traz é merda para cima da mesa !
Daniel Oliveira, esta porcaria do casamento entre panilas METE NOJO !!
E não é deste tipo de discussões que o país necessita neste momento !
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Eu nao ia nem vou dizer nada a este respeito, ja afirmei antes que nada tenho contra o caasamento civil entre homosexuais. Mas digo-lhe ja Daniel, este video que postou e um incentivo à “piadinha e o insulto marialva”. Os seis leitores mais graçolas, vao-se sentir tentados a nao fazer outra coisa…
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Mas afinal o que é uma família? Duas pessoas do mesmo sexo não podem “casar” (ou chamem lá o que quiserem, união, casamento, ajuntamento), ter os mesmos direitos de qualquer outro casal “normal” (seja lá isso o que for…), e até constituir família através de adopção? Ou família é só homem+mulher+ bebés feitos pelos 2? É que se for este o conceito de família, posso dar centenas de exemplos de famílias que não o deviam ser…
E já agora, aproveito para dizer que não “gosto” de homossexualidade, não aprovo, não quero para mim. O que não invalida que não reconheça direito a tal, e direitos a quem o assume.
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Pelos vistos os homofóbicos em negação de serviço também não tardaram em fazer uma aparição, António Cunha.
Neste rectângulo a um cantinho ainda vai levar muito tempo em fazer delete na ignorância e nos medos irracionais das pessoas (como se pode constatar – pois continua-se a tecer as mesmas comparações e a escrever os mesmos disparates).
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bom trabalho
http://www.parlorama.eu/en/european-deputies-portugal/674/Miguel-Portas.html
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Como é que se assina o texto?
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Se o casamento é uma das instituições basilares da sociedade burguesa, onde se jogam fundamentais relações de poder, estranho que alguma esquerda faça desta “causa fracturante” uma bandeira de luta essencial, lançando poeira sobre as questões realmente importantes e alimentando o espaço público das distrações necessárias para que o povoléu se vá entretendo.
Gosto, gosto de ver os “famosos”, ” A Caras”, ” A Gente” e quejandas, as revistas dos semanários, cheios de clarividência e desassombro, a abraçar causa tão nobre! Gosto, gosto muito, de ver os artistas de televisão os artistas dos jornais, os artistas do regime, os artistas mortos sem saber, a “ensinar este povo caduco a ser “progressista”, a ser “humano”.
Tudo isto já mete nojo!
Sou contra o casamento-instituição. Aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo é reforçar uma instituição que está a morrer. É um retrocesso.
Sou contra. Sou homofóbica, portanto!
Mas, que me interessa a mim que A B ou C sejam homossexuais? Mas, como posso permitir que invadam o meu privado, glosando a minha sexualidade? Alguém tem alguma coisa a ver com isso?
Contrato de partnership, portanto. Para todos! Contrato que tutele relações que geram compromissos, carentes de regulação.
Agora, véu e grinalda e saque do valor simbólico, vingança do chinês da comunidade gay organizada, recuso. Não aceito! Não quero ser enganada!
Finalmente: acho muita graça, os partidos de “esquerda” andarem com esta conversa: o PS percebo – as eleições estão na ordem do dia; o Bloco, provávelmente o “caldeirão ideológico” deixa pouca margem para outras ” causas fracturantes” e fazer do nosso qoutidiano a causa dos outros deixa-nos pouca margem para a televisão!…
Viva a Revolução!
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 14:59
“Se o casamento é uma das instituições basilares da sociedade burguesa, onde se jogam fundamentais relações de poder, estranho que alguma esquerda faça desta “causa fracturante” uma bandeira de luta essencial”
A bandeira é a igualdade, não é o casamento.
“Movimento pela igualdade de acesso ao casamento civil”? Mas que tipo de igualdade? Os menores de 10 anos poderem celebrar esse contrato da mesma forma que um maior de idade?
O nome mais correcto seria “movimento pela transformação do contrato casamento”, pois actualmente já há igualdade no acesso ao casamento civil, independentemente da orientação sexual. Qualquer cidadão, seja ele heterossexual ou homossexual, pode celebrar o contrato casamento, nos moldes que esse mesmo contrato está concebido.
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Ah, o vídeo é extraordinário! Que bom gosto, fuck You, que moderno, desassombrado, desconstrutivista, adorei! Converte, sim senhora!
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 14:58
Não vejo porque hei de ser intolerante com o racismo (e sou) e não com a homofobia.
Nice tune, mas a letra vem a despropósito neste post.
Tanta agressividade pode fazer sentido contra os extremistas do “outro lado” mas entre o pessoal moderado só perde apoios.
Quem não concorda com o Senhor Daniel é “small minded”, “medieval”, “hateful” e é “odiado” de volta?
Classy.
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Razão, tem o Chico. A discussão que o País precisa neste momento não é esta. A discussão importante é saber quem vai treinar o Glorioso na próxima época. Isso é que interessa.
Tal como o Vitor #16, pergunto, onde se assina?
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caro daniel
até domingo seremos certamente 1000! depois de domingo muitos mais!
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Porquê a discriminação a favor de casamentos apenas entre duas pessoas (independentemente do sexo)? Eu gostava muito de me casar com mais 2 gajos e três gajas (não consigo escolher só um entre os cinco para casar). São todos uma cambada de polifóbicos. Eu quero consituir uma família com 6 elementos tendo os mesmos direitos que as uniões entre dois elementos reclamam
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Igualdade de quê? Não está cansado de tanto argumento artificial? De tanta distorção? Que tal um parentesis para reflectir?
Já agora, não vi a Maia no abaixo-assinado… Nem aquelas miúdas giras que os homens de esquerda gostam de chamar à colação, provando assim que são de esquerda, mas não são maricas.
Ah, e o Castelo Branco e o Tony Carreira! Vão ficar ofendidos, EXCLUÍDOS.
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Bom trabalho Daniel,
Apoio este movimento. As mudanças culturais e educacionais positivas, dos seus padrões e rótulos negativos demoram tempo, infelizmente demasiado tempo em Portugal. Será devido a 50 anos de ditadura? ou à lavagem cerebral da igreja católica sobre as mentes mais medrosas.O casamento civil é uma aliança ou união entre pessoas , sejam do mesmo sexo ou de sexos diferentes. Para além deste aspecto, o conceito contemporâneo de família mudou muito para as mentes + abertas, estando a familía nuclear em vias de extinção num futuro próximo.
Assim sendo são várias as estruturas familiares.
Fui copiar à wikipédia :
Estruturas familiares
A família assume uma estrutura característica. Por estrutura entende-se, “uma forma de organização ou disposição de um número de componentes que se inter-relacionam de maneira específica e recorrente” (WHALEY e WONG, 1989; p. 21). Deste modo, a estrutura familiar compõe-se de um conjunto de indivíduos com condições e em posições, socialmente reconhecidas, e com uma interacção regular e recorrente também ela, socialmente aprovada. A família pode então, assumir uma estrutura nuclear ou conjugal, que consiste num homem, numa mulher e nos seus filhos, biológicos ou adoptados, habitando num ambiente familiar comum. A estrutura nuclear tem uma grande capacidade de adaptação, reformulando a sua constituição, quando necessário.
Existem também famílias com uma estrutura de pais únicos ou monoparental, tratando-se de uma variação da estrutura nuclear tradicional devido a fenómenos sociais, como o divórcio, óbito, abandono de lar, ilegitimidade ou adopção de crianças por uma só pessoa.
A família ampliada ou extensa (também dita consanguínea) é uma estrutura mais ampla, que consiste na família nuclear, mais os parentes directos ou colaterais, existindo uma extensão das relações entre pais e filhos para avós, pais e netos.
Para além destas estruturas, existem também as denominadas de famílias alternativas, sendo elas as famílias comunitárias e as famílias homossexuais.
As famílias comunitárias, ao contrário dos sistemas familiares tradicionais, onde a total responsabilidade pela criação e educação das crianças se cinge aos pais e à escola, nestas famílias, o papel dos pais é descentralizado, sendo as crianças da responsabilidade de todos os membros adultos.
Nas famílias homossexuais existe uma ligação conjugal ou marital entre duas pessoas do mesmo sexo, que podem incluir crianças adoptadas ou filhos biológicos de um ou ambos os parceiros (Idem).
Nunca entendi os homofóbicos?! Porquê condenar orientações sexuais ou formas de aliança entre pessoas do mesmo sexo ? Será falta de alguma orientação interior qualquer? Será pouca auto- consciência sexual? Não sei, não sou psiquiatra, nem psicóloga?
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E para quando a verdadeira libertação?
Porque razão apenas se podem casar duas pessoas?
Até quando vão viver oprimidos os adeptos da ménage e do sexo em grupo?
Criação do casamento multiplo, Já!
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 15:59
Bico e outros: e porque não proibir casamentos entre pessoas de diferentes etnias?
Z, um casal não é uma família?
Não tenho nada contra, mas concordo que existem problemas cuja resolução devia ter prioridade.
Por exemplo a legalização da prostituição, pelo simples facto que iria salvar muitas vidas. Infelizmente está-se tudo nas tintas para isso…
.
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31 Daniel Oliveira
29 Mai 2009 às 15:59
Bico e outros: e porque não proibir casamentos entre pessoas de diferentes etnias?
Daniel, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não está expressamente proibido. Nem sequer está previsto porque não cabe na finalidade deste contrato específico.
Relativamente à pergunta, a resposta é não. Não, porque não existe qualquer fundamento para o fazer.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 16:52
E qual o fundamento, para além do porque sim, para excluir pessoas do mesmo sexo?
Z, Bico, Viva a Revolução, Chico da Tasca e afins:
podem explicar porque raio o casamento entre pessoas do mesmo sexo é condenável? Sinceramente, no meio de tantos posts ainda não percebi qual a vossa argumentação. E gostava de perceber.
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A causa homossexual assenta num paradoxo:por um lado reclama o direito à diferença; por outro exige soluções niveladoras! Confunde igualdade com igualitarismo e indivíduo com individualismo. Concebe o estatuto jurídico dos homossexuais a partir da sua orientação sexual, conferindo-lhes uma capitis diminutio, uma posição que, essa sim,acaba por ser homofóbica e intolerante!
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 16:50
Abaixo, é a constituição que impede a discriminação com base na orientação sexual.
Daniel
A justificação para a apresentação do vídeo é um tanto estranha: “resposta para … (os que) … não resistirão a deixar aqui a sua piadinha ou insulto marialva”.
É que sendo o próprio vídeo uma “piadinha ou insulto” não se percebe o alcance da coisa.
A propósito de igualdade: o que levou movimento tão igualitário a escolher aqueles “alguns” e não outros? E já agora: quem é aquela gente??
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“E já agora: quem é aquela gente??” é obviamente uma pergunta de retórica.
O que me intriga é a razão: porque razão se escolheram figuras públicas e notadas (notórias logo se veria). Significa que o facto de serem figuras públicas lhes dá especial estatuto de sensatez e razão?
Quem fez a selecção? Com que objectivo?
E interrogo-me também que “tipo de movimento” consegue mobilizar tanta gente famosa.
Não me lembro de ver tanta gente VIP junta por uma causa. Não deve haver. Ou esta deve ser quase “A” causa.
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Abaixo, é a constituição que impede a discriminação com base na orientação sexual.
E onde está a discriminação em função da orientação sexual? Qualquer pessoa (exceptuando, como é óbvio, os casos das incapacidades previstas no Código Civil) pode celebrar o contrato casamento, nos moldes em que este está concebido. um homossexual pode celebrar o contrato casamento … com uma pessoa de sexo oposto.
E qual o fundamento, para além do porque sim, para excluir pessoas do mesmo sexo?
Porque não cabe na teleologia da norma.
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case-se quem quiser com quem quiser,aquilo e uma formalidade contratual,que seja aberto a homosexuais e poligamos tambem…gostaria de ver este tema referendado,tou convencido que era aprovado e os valores podiam surpreender,acabava-se com o fantasma da dimensao da homofobia,mas era chato acabavam-se alguns movimentos e lá se ia a auto-promoçao e bandeiras de campanha politica
tou-me marinbando para a escolha sexual de cada um e nem entendo esta moda do “sair do armario”,sou hetero e nunca senti especial orgulho nisso…
as mentalidades mudam-se na teoria da coca-cola..primeiro estranha-se depois entranha-se…
imagine-se uma parada com zezes camarinhas de palito na boca a coçar a genitalia e pamelas andersons de soutien aos saltinhos,seriam tao uteis a causa hetero como certamente sao as galas travestis do carlos castro..
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Ana Gama,
podem explicar porque raio o casamento entre pessoas do mesmo sexo é condenável?
Condenável? Esse “outras pessoas” não é, definitivamente, para mim.
A argumentação está no meu último comentário.
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Daniel, não sendo eu um activista da causa, acredite que não me causa nenhum problema o casamento de pessoas do mesmo sexo.
Mas você com o que diz no post e com o video, estava a pedi-las.
E olhe que nos signatários do documento, tem lá pelo menos uma pessoa, que na sua opinião não tem credibilidade.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 18:22
Bico, o vídeo teve o efeito que eu queria: pela primeira vez, nem um insulto chegou aqui.
Há aí um equívoco! Enquanto a proibição do casamento inter-racial visava discriminar um grupo étnico relativamente a outro, baseado em teorias de pureza da “raça”, a concessão do casmento apenas a pessoas de sexo diferente não visa discriminar os homossexuais! Visa, isso sim, promover um determinado modelo de família, concorde-se com ele ou não, em que, obviamente, não entram considerações de natureza homofóbica. É por isso também que não se pode invocar uma discriminação em função da orientação sexual. Aliás, a este respeito, convinha que o meu amigo conhecesse o verdadeiro significado do aditamento da categoria “orientação sexual” feito na Revisão Consttucional de 2004! E já agora, a talho de foice, veja o que o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem diz sobre o assunto!
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«Exigimos esta mudança necessária, justa e urgente porque sabemos que a actual situação de desigualdade fractura a sociedade entre pessoas incluídas e pessoas excluídas, entre pessoas privilegiadas e pessoas marginalizadas; Porque sabemos que esta alteração legal é uma questão de direitos fundamentais e humanos, e de respeito pela dignidade de todas as pessoas;»
Justa e URGENTE?
Daniel Oliveira, eu continuo sem ter acesso ao ensino superior! Provavelmente os meus filhos vão continuar sem poder ter acesso ao ensino superior.
Eu continuo sem ter acesso a um cargo de chefia ou uma carreira profissional, isto porque os cargos superiores são preenchidos por fora.
Eu continuo sem poder escolher a escola para o meu filho, continuo sem poder escolher o meu centro de saúde ou a minha contribuição. Continuo sem poder escolher o regime de desconto para a Segurança Social. Continuo sem discutir um salário anual. Continuo sem poder votar directamente num deputado, porque ainda prevalece o método de Hondt. Continuo a ver o quão difícil é o despedimento individual, continuo a ver a lei das rendas fixada no tempo do Salazar, não tenho acesso a casa, saúde, educação e emprego que me dê a liberdade de querer ser rico. Continuo a ver um tribunal de 1ª Instância ser desautorizado por um de recurso. Continuo a ver um corporativismo que lesa a minha liberdade e come o que resta da minha propriedade privada.
E, o senhor Daniel Oliveira (e restantes) acham, que é urgente esta questão dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo?
Daniel, só pode querer dizer uma coisa, e acho que sabe o que é.
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O video tem nível…como forma de angariar apoio é tipo tiro no pé.
Faz-me lembrar os Palestinianos a festejar o 11 de Setembro.
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“Abaixo, é a constituição que impede a discriminação com base na orientação sexual.”
Não há qualquer discriminação com base na orientação sexual. Tenho ouvido falar de casos de gays casados que têm mulher e filhos. Como vê, se quiserem constituir família não há nada que os impeça.
“Não vejo porque hei de ser intolerante com o racismo (e sou) e não com a homofobia.”
O Daniel aqui baralhou-se. O que o Daniel queria dizer é que é intolerante com aqueles a quem o Daniel coloca o rótulo de racistas e homofóbicos.
Por exemplo, o Boaventura Sousa Santos no Esquerda.net a defender o fim de Israel já não merece esse rótulo. Como o Daniel distribui esse rótulo pelos seus opositores políticos, o que o Daniel quer efectivamente dizer é que defende uma democracia ao estilo da Coreia do Norte. Coisa que aliás já todos sabíamos.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 18:35
The Studio, é assim como o negro ter todos os direitos se se pintar de branco ou a liberdade religiosa garantir que todas as pessoas, independentemente do seu credo, têm o direito de adorar Cristo.
“E olhe que nos signatários do documento, tem lá pelo menos uma pessoa, que na sua opinião não tem credibilidade.”
Deixe de ser chato, fica sempre bem ver o nome da Lili Caneças ao lado do do Daniel Oliveira.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 18:34
Estão várias pessoas (não muitas) que não merecem credibilidade. E?
Há uma coisa que não percebo neste post (e noutros do mesmo género). Que interesse tem o facto de fulano, sicrano e beltrano concordarem com a transformação do contrato “casamento” num simples contrato? Se o post trouxesse opiniões, argumentos, ainda vá que não vá. Agora um rol de nomes … para quê? É este o melhor argumento? É atirando com nomes conhecidos que querem influenciar opiniões?
Aqui fica bem espelhada a forma como a esquerda intelectual quer convencer os mais novos: “olhem como os famosos pensam; olhem como os vossos ídolos, de corpos esbeltos (alguns), que aparecem diariamente na TV (outros) pensam em relação a esta matéria”.
Não interessa a especialização académica ou os argumentos dos assinantes. Interessa os nomes.
Nomes. Muitos nomes. Pouca argumentação.
Muita parra e pouca uva
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Abaixo o casamento!!!
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Vital Moreira – versão político: assinou a “causa”
Vital Moreira – versão constitucionalista:
Garantido a todos, em condições de plena igualdade, o direito de contrair casamento (n.º 1) está todavia subordinado a limites (…). O primeiro dos requisitos do casamento, na sua noção tradicional, é o de que se trata de um contrato entre duas pessoas de sexo diferente, o que afasta da noção as uniões de mais de duas pessoas, bem como as uniões de duas pessoas do mesmo sexo (sem prejuízo da eventual liberdade legislativa de atribuir a estes efeitos jurídicos idênticos aos do casamento) - , Gomes Canotilho e Vital Moreira, in Constituição da República Portuguesa anotada, Vol. I, pag.ª 562.
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“Se o casamento é uma das instituições basilares da sociedade burguesa, onde se jogam fundamentais relações de poder, estranho que alguma esquerda faça desta “causa fracturante” uma bandeira de luta essencia.”
A sério, são afirmações destas sem sentido histórico e factual que me alegram o dia! Um bem-haja a todos!
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isto esta tao consensual porque o casamento é so o tema de entrada,veremos quando chegar a adopçao… porque acredito que ha-de chegar
[Responder]
VITAL MOREIRA – Versão político: assinou a “causa”
VITAL MOREIRA – Versão constitucionalista:
“Eu, se fosse militante da causa do casamento de pessoas do mesmo sexo, não metia a Constituição “ao barulho”. Porque nada garante que o Tribunal Constitucional venha a dar-lhes razão. Ora, se investem muito no argumento constitucional, e depois este falhar, ficam desarmados.
De facto, pode parecer evidente o argumento de que, ao proibir discriminações baseadas na orientação sexual, a Constituição torna necessariamente ilícita a norma do Código Civil que reserva o casamento para pessoas de sexo diferente; mas o que parece evidente nem sempre é concludente. Por um lado, para o Código Civil só interessa o género (que é uma questão biológica) e não a orientação sexual, pelo que não existe nenhuma discriminação directa com base na segunda; por outro lado, pode defender-se que a noção constitucional de casamento (art. 36º da CRP) pressupõe claramente uma união conjugal e a possibilidade de filhos comuns, o que não dá cobertura ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por isso, há mesmo quem entenda que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não só não é constitucionalmente imposto como até é inconstitucional.”
[Responder]
O vídeo está giro, um ritmo a convidar para o bater de pé, refrão condizente e figurantes numa coreografia sincronizada quanto baste.
Não, não, eu não sou homofóbico até porque há anos que utilizo o “Tide”.
A razão do meu comentário prende-se unica e exclusivamente com o “cerne” da questão:
Que se proceda à abolição do instituto do “casamento” que há mais de dez anos me levou o “couro” e ainda hoje se manifestam algumas “sequeleas”.
Isso sim, isso é que seria importante discutir.
Cumprimentos.
[Responder]
Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 23:03
Se há dez anos lhe levou o couro tinha bom remédio, Toninho: não se casava. Obrigado a casar é que ninguém é.
* correcção= “sequelas”.
Agradecido.
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O casamento não é um direito.
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Se perguntassem aos Portugueses seria assim.
Concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
Sim 2%
Não 98%
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 29th, 2009 at 22:55
jkts, para que é que precisamos dos portugueses se o senhor fala em nome deles.
“O casamento não é um direito.” Primeiro: o direito a constituir a família é um direito. Até é um direito universal. Assim como a igualdade perante a lei.
A próxima(s) causa(s) fracturante(s) vai(o) ser a criação de uma norma que atribua uma espécie de direitos de personalidade aos animais, direitos de acção judicial por meio de representante legal, proibição do consumo de carne, igualdade de salários e estatutos sociais, todos devem ser bonitos, todos devem ter um pénis grande, etc.
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Não sou nem contra nem a favor. Entre quatro paredes façam lá o que entenderem. Por favor não venham é para a via publica fazer espectáculo e mostrar aquilo de que não são capazes, que é ter uma relação normal entre dois seres de sexo oposto, tal como está estipulado pelas leis naturais.
Os que tanto se incomodam com a pseudo marginalização dessas pessoas. Por favor lutem também pelo fim da monogamia. Tanto que eu gostava de casar com duas mulheres.
Verdade!
Este país merece que os seus cidadãos se preocupem com assuntos mais sérios e urgentes que tem por resolver.
Isto são devaneios, inutilidades pequeno burguesas, são frivolidades de quem se está borrifando para os grandes problemas que afectam a sociedade.
Cumprimentos
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Fiquei a pensar nesta causa de igualdade. Fui profundamente sensível a esta situação.
Realmente não há o direito de impedirmos dois seres vivos deste planeta, indivíduos de pleno direito, (todos somos animais e valemos todos o mesmo), de se casarem e terem filhos, se bem que artificialmente visto que a natureza não os dotou dessa capacidade. Não é justo.
Mais; devíamos promovê-lo o mais rapidamente possível, porque a nível de igualdade ainda há muito trabalho a fazer.
E a minha angústia vai para os animais de estimação.
Porque é que uma pessoa que tanto ama o seu cão ou o seu gato não há-de poder casar com ele? Onde está a igualdade?
Fazem-se manifestações à porta das praças de touros para defender o touro, porque se considera a sua luta com o homem desigual e não se luta pelo direito de pessoas e animais poderem partilhar as suas vidas em plena união de direitos? Não é justo.
Se um cão ou um gato ainda podem ter opinião, será talvez mais fácil pedir um piriquito ou um cágado em casamento. O peixe por exemplo, não diz nada e quem cala consente.
Veja-se o que o casamento pode fazer pela promoção da igualdade:
Se o gatinho estiver doente, pode-se pedir baixa por assistência à familia.
O cãozinho passa a poder entrar nos supermercados e nos restaurantes porque num estado moderno não é politicamente correcto deixar-se o cônjuge à porta preso com uma trela.
Quando vão de férias dormem no mesmo quarto.
Se viajarem de avião em vez do cônjuge ir no porão numa caixa, como se faz em qualquer país do 3º mundo, iria ocupar o seu lugar ao lado do marido/mulher como mandam as regras de um bom casamento.
Tirando o caso de cágados e catatuas, os outros animais vivem menos tempo que os humanos, pelo que se evitaria o divórcio, pois a morte natural ou por eutanásia (para que o cônjuge não sofra, coitado) contribuiriam para a diversidade de registos com vários tipos de espécies, ou não.
Praticava-se, então, o multiculturalismo.
Filhos também podem ter, claro. Artificialmente, cada um com o seu género. O humano com humano e o bicho com o bicho. Seria então uma família completa de animais humanos e animais animais.
O problema seriam as tentações da carne que nos animais, os humanos e os outros, estão em todo o lado, mas a igualdade é também isso.
No caso de o animal de estimação sobreviver ao marido/mulher, herdaria os seus bens e a pensão, o que lhe daria a possibilidade de ter uma velhice sem sobressaltos.
É por isso urgente resolver esta situação, porque há outros seres em sofrimento ansiando pela IGUALDADE.
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“The Studio, é assim como o negro ter todos os direitos se se pintar de branco”
O Daniel revela capacidades de argumentação que o poderiam levar longe no BE. Penso que ao limitar-se a propagandista do partido no Eixo do Mal e no Expresso está a ser sub aproveitado. Quanto ao resto, aproveito para pedir que clarifique a sua posição sobre a matéria em dois pontos:
1. O Daniel defende que o assunto seja decidido democraticamente por referendo, ou pelo contrário defende que uma nova lei seja ditada ao povo independentemente da vontade popular?
2. O Daniel defende a substituição da lei actual por uma nova lei que acabe com as discriminações e permita a cada adulto livre casar com bem entender, ou defende uma nova lei que tal como a actual discrimine as famílias poligâmicas.
Obrigado por esclarecer os leitores do seu blog sobre as suas posições. O Daniel não é dos bloggistas que se limitam a fazer copy paste das posições do partido.
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Daniel Oliveira.
Muito me lisonjeia o seu “parecer” relativamente às minhas “agruras” do passado mas quero deixá-lo desde já descansado quanto à minha “personagem” perante o tema.
Há muito que me vacinei para estar imune a este e outro tipo de “modernices” e como tal o casamento dos “amaneirados” contará com a minha complacência se bem que o meu nome não contribua ali para o “cardápio”.
Não aprecio a projecção que se dá às ditas questões, o folcolore associado é uma coisa que me irrita e o recato seria a postura apropriada.
Quando existem tantos outros assuntos muito mais “fracturantes” para discutir na sociedade…
Olhe!…assim como quem não tem nada a ver…por exemplo todas aqueles que nos deixam permanentemente “tesos”.
Mas pronto, compreendo as “bandeiras” e nada me move contra a sua pessoa por quem até dispenso uma geral simpatia.
Das ideias é que não guardo grande “paixão” mas pronto!…convivo muito bem com as diferenças de opinião.
Cumprimentos.
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Não li a petição, não vi o vídeo, mas li as intervenções.
podem explicar porque raio o casamento entre pessoas do mesmo sexo é condenável?
Esta falácia já foi repetida um milhão de vezes.
Ninguém está contra a necessidade de os pares gays e lésbicas terem absolutamente todos os direitos que um casamento confere aos pares normais.
Essa é uma questão urgente por causa de partilhas e direitos que a sociedade confere.
Não é um casamento é outra coisa e deve ter outro nome.
Os pares gays e lésbicas não estão preocupados com os direitos mas apenas com o nome, é uma birrinha.
O senhor Daniel Oliveira podia explicar-lhe isto, mas ele também quando lhe dá na veneta é um birrento.
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jkts
29 Mai 2009 às 21:59
A próxima(s) causa(s) fracturante(s) vai(o) ser a criação de uma norma que atribua uma espécie de direitos de personalidade aos animais,
Ontem, num concurso de televisão, uma das novas estrelas televisiva, Catarina (não me recorda o último nome) ganhou mil euros que sabia que devia doar a uma instituição.
Perguntada, deu-os a uma que trata de cães vadios.
A minha Mãe que assistia ao programa lamentou que fossem para ali quando há tanta criança com fome.
Eu não tive tempo para lhe explicar os conceitos actuais.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 30th, 2009 at 11:30
fado, e a causa dos cães vadios liga-se a que causa? Supeito, mas gostava de saber.
As mentalidades mudam muito lentamente. As novas gerações é que vão mudar tudo a sério. Vejam esta surpresa que os alunos do 1.º ciclo fizeram à professora no dia do seu casamento:
http://www.sfgate.com/cgi-bin/object/article?f=%2Fc%2Fa%2F2008%2F10%2F11%2FMNFG13F1VG.DTL&o=0
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Já agora, vejam o artigo de Margarida Santos, no Esquerda.net, sobre a conferência de Judith Butler no Centro Pompidou, em Paris.
Que diferença entre uma posição ideológicamente assumida e o folclore que nos abraça. Cá, seria homofóbica. É contra o casamento…qualquer um. Mas ela é de esquerda! Contesta, isso sim, a interdição do casamento a alguns, em nome daquilo que ela chama a desintegração do género.
Já agora, oh esquerda fracturante, aproveitem a mobilização de tantos notórios, notandos, notados e impulsionem um movimento de solidariedade com os desempregados: Que tal um fundo constituído por contribuições MENSAIS de tanto notório de barriga cheia de cocKtails à borla? Vá lá, vamos ajudar os outros, vamos ser bons…estou certa que não dirão que não.
Apesar do acinte, estou a falar a sério! Pode ser que os jovens e os eternos adolescentes ” à espera da revolução” despertem com o cilício ao fim do mês, deixem o folclore e comecem, finalmente, a luta consequente.
P.S.
Quando a “causa” for contra a interdição do casamento a quem o pretender, no pleno uso das suas faculdades, lá estarei…
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fado, e a causa dos cães vadios liga-se a que causa? Supeito, mas gostava de saber.
Não se liga a causa nenhuma.
Liga-se a penas a ter sensibilidade e bom senso e era uma adenda a uma intevinente.
Aproveite para responder ao que lhe perguntam.
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Maria #70, muito obrigado pelo vídeo. É um daqueles casos em que as imagens valem mais do que as palavras.
Isabel #65, não a aconselho “a pôr o olho” no vídeo que a Maria fez o favor de nos enviar. Vai mudar toda a sua visão do mundo. E isso, por vezes, pode ser traumático.
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Mais uma sugestão de visionamento.
Mas esta é dramática, falo a sério. Trata-se do depoimento de uma vítima dos abusos sexuais na igreja Irlandesa.
http://www.youtube.com/watch?v=9jHqndf9Kx4
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Os cães vadios, os touros de barrancos, e o raio que os parta a todos.
Esta gente que normalmente assina os abaixo assinados, será que não gosta mesmo é de aparecer?
Se calhar andaram foi a estudar marketing…
E a fome no mundo? E as gritantes desigualdades entre o hemisfério norte e o hemisfério sul’
Não serão causas muito mais importantes, que esta?
De certeza serão muito mais primárias, pois sem direito à sobrevivência, não haverá direito a casamentos… não será?
Fale-me disto, daqui a 20 anos, os mortos de fome na Hemisfério Sul, agradecem-lhe.
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Todo o amor é bonito e eu gosto é do burrito!
Deixem-me casar, possa! Ao menos pq pago impostos cm vocês pagam!
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Daniel, confesse, já é contra o casamento, não é?
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ANTONIO CUNHA
Obrigado pelo video dos Ena Pá, trouxe-me optimas recordações dos tempos da Barraca e dos saudosos Irmãos Catita até as 08h00 da manhã.
Aquele Abraço
Quanto ao tema: Que casem pois estão no seu livre direito de cidadania pelo qual não devem ser marginalizados aos olhos da lei.
Se aceito? Não me cabe a mim aceitar, embora ache contra natura não tenho qualquer especie de objecção em relação a relações homosexuais.
Se compreendo? Idem, desde que sejam 2 adultos numa relação consensual o amor é um conceito tão abrangente onde o sexo, raça, credo e idade não devem ser antagonizados por preconceitos sociais embora (passo a modestia) não me gostaria de ver alvo dos avanços de um gajo mais afoito como se isso fosse a coisa mais natural do mundo.
A.R.A
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J A
Espero que quando a Maria nos oferecer um vídeo de um qualquer homem/mulher a casar com o seu cão ou o seu canário a sua visão do mundo talvez mude, pois penso que esse seja o próximo passo. E nem o Santo Nuno lhe poderá acudir.
A propósito de vídeo, para quando “A Enxada e a Cooperativa”?
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existem, de facto, assuntos muito mais fracturantes (e mais complicados de resolver) do que este, mas esse não devia ser um argumento contra, sim a favor da causa. a mudança exigida só implicará benefícios aos que a pedem, não trará consequências a terceiros. se todas as injustiças sociais fossem tão fáceis de corrigir quanto esta… e no entanto, tanta gente a perder tanto tempo e a gastar tantas palavras amargas no combate a uma causa que não lhes diz respeito… deixem-se de merdas e percam mais tempo a debater as tais causas muito “mais fracturantes” que passam a vida a invocar (com razão) em vez de tentarem travar esta que, à partida, pode ser tão simples de resolver.
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JA
Aqui está a humildade de Cristo, de quem dá a outra face.
O problema é que Deus está em todo o lado mas o diabo está atrás da porta.
http://www.youtube.com/watch?v=326asPAlKvQ&feature=related
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12 # Chico da tasca
Os seus argumentos pela elavação que têm arrasam-me, mas não posso deixar de lhe lembrar, que esta questão não é um exclusivo da extrema esquerda.
Pela minha parte fica a saber, que assino em baixo dessa declaração, mas que de extrema esquerda não tenho nada.
Até acho que a extrema esquerda dá um bocado de má fama à causa…
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18 # revolucionária…
“Sou contra o casamento-instituição.”
Não case. Já lhe passou pela cabeça, que outros podem ser a favor?
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Qual será a futura redacção destes artigos do Código Civil?
ARTIGO 1796.º
Estabelecimento da filiação
(…)
2. A paternidade presume-se em relação ao marido da mãe e, nos casos de filiação fora do casamento, estabelece-se pelo reconhecimento.
SUBSECÇÃO I
Presunção de paternidade
ARTIGO 1826.º
Presunção de paternidade
1. Presume-se que o filho nascido ou concebido na constância do matrimónio da mãe tem como pai o marido da mãe.
(…)
Será que a paternidade do filho, nascido na constância do matrimónio entre duas mulheres, se presumirá do outro cônjuge?
Ou será que estas normas irão ser eliminadas e a ideia de filhos vai ficar completamente separada da ideia de casamento?
Se a hipótese for a segunda, qual o fundamento para se continuar a proibir o casamento incestuoso?
E já que se desligrá o conceito casamento da sua matriz cristã, qual o fundamento para se proibir o casamento polígamo?
Será que vou ver um pai contrair casamento com as suas quatro filhas? É um cenário destes que o Daniel defende?
Para os que acham que isto é ficção (ou preconceito), aqui vai uma notícia para reflectir:
Holanda registra casamento polígamo
Informou “The Brussels Journal” que a Holanda registrou em cartório o primeiro casamento bígamo, i. é, de um homem e dois mulheres. Trata-se de uma “união civil” que é aceita em virtude da própria lei que permite o “casamento” homossexual, sob forma de “acordo civil”.
[Responder]
JP
Agora é que você disse tudo. Não me tinha lembrado dessa. Toda esta gente que assina tem a imagem ou qualquer outra coisa para vender.
Lutar pelos pobrezinhos não tem impacto, ninguém quer saber, estão lá longe, normalmente sujos e cheios de moscas.
Agora, este tipo de causas vende, porque são “limpas”, coloridas, ocidentais e telegénicas.
Vende também porque mexe com princípios onde as pessoas constroem a sua vida desde a infância. Não se fica indiferente porque são emocionais.
À conta disto já li esta lista 3 ou 4 vezes. Não faço ideia quem sejam a Lídia Aires, a Lígia Amâncio nem o Delfim Sardo…
mas não faz mal. Da próxima vez que vir o nome deles vou associá-lo a esta nobre causa de direitos fundamentais.
Faz-me lembrar Timor. Durante anos ninguém quis saber daquilo. Houve guerra civil, mortes, atropelos aos direitos humanos e quando um qualquer poder económico resolveu “comprar” aquilo, era ver os nossoa artistas e intelectuais do regime, a aparecerem de todos os lados, vestidinhos de branco por Timor, como se tivessem dedicado toda a sua vida a lutar por aquela causa.
E eu aqui, ingénua, a dar-lhes crédito.
[Responder]
Pinto
1. Presume-se que o filho nascido ou concebido na constância do matrimónio da mãe tem como pai o marido da mãe.
“Será que a paternidade do filho, nascido na constância do matrimónio entre duas mulheres, se presumirá do outro cônjuge?”
Excelente questão esta. Quem quer responder?
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 31st, 2009 at 14:20
“excelente questão esta. Quem quer responder?”
Quem tiver tempo para debates absurdos e para desconversar.
Pois é Isabel, dão a outra face. Vêm pedir muitas desculpas, mostram-se muito arrependidos, indemnizam as vítimas, mas ver algum deste violadores de crianças julgado e preso é que não vejo. Fogem dos tribunais como o diabo foge da cruz.
Eu gostaria que estes violadores de menores protegidos pela igreja fossem condenados, embora sugira uma pena leve. Por exemplo, um estágio de 6 meses numa daquelas cadeias que estamos habituados a ver nos filmes americanos. Deixá-los no duche com aqueles assassinos de 2 metros de altura e não sei quantos centímetros pendurados abaixo da cintura. Como sabe, trata-se de indivíduos que podem ter tirado a tosse a muita boa gente, malta pouco recomendável, portanto. E uma das características destes condenados é não apreciarem particularmente a companhia de violadores e de pedófilos. Por outro lado, mantêm o apetite sexual em níveis elevados, que isto de estar preso tem as suas consequências. E aí sim, aí os padres violadores teriam oportunidade de pedir ajuda Divina e logo se veria se Deus estaria disponível para os ajudar.
Entretanto, deixo-lhe mais uma fantástica tomada de posição da Igreja vinda expressamente de Espanha pela voz do Cardeal Antonio María Rouco Varela : “Despenalize-se a violação”. Que tal?
Cardenal Antonio María Rouco Varela:
“Cuando se banaliza el sexo, se disocia de la procreación y se desvincula del matrimonio, deja de tener sentido la consideración de la violación como delito penal”, prosigue el redactor jefe del semanario, distribuido conjuntamente con el diario ABC y editado por la Fundación San Agustín (Arzobispado de Madrid).
http://www.publico.es/espana/228595/revista/arzobispado/madrid/sugiere/violacion/delito
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Ana Gama
29 Mai 2009 às 16:35
Este post teve uma situaçãp positiva.
A inteveniente acima citada ficou esclarecida da falácia que o argumento aduzido encerra.
Acho que o senhor Daniel Oliveira também, mas esse nunca aceita que está errado.
Houve duas pessoas assim em Portugal, Salazar e Cavaco.
Agora há outra, Sócrates.
Uma companhia esclarecedora.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 31st, 2009 at 14:29
tem razão Fado. Eu é que nunca tinha pensado nos seus profundos argumentos. Vou já retirar o apoio à defesa da igualdade de todos perante a lei. Mas guardo isso para mim, que, como o Salazar, não quero dar parte fraca. Sou assim, muito orgulhoso. Aliás, como todos os que, depois dos seus sempre tão elaborados argumentos, teimam em não lhe dar razão
Maria
Sendo este um vídeo promocional do casamento homossexual, fazendo uso de muitos símbolos do casamento tradicional, recepção à saída, flores, felicitações, o próprio rito é igual ao de um heterossexual, na sua opinião porque é que as duas mulheres, insistindo na semelhança de forma, não foram as duas vestidas de noiva? Porque é que esse importante detalhe não foi usado neste spot?
Em marketing nada é por acaso.
Eu percebo o objectivo, mas na realidade não quererá dizer que se trata de um casamento entre uma mulher e uma mulher/homem? Ou o contrário? Ou será para não se ter a noção do bizarro diste cena? Para não ser tão chocante? E porque usaram mulheres e não homens? Talvez por ser menos agressivo esteticamente, não?
Sendo um vídeo promocional de um casamento entre duas mulheres, a mensagem verdadeira seria vesti-las as duas de véu e grinalda, porque é de duas mulheres que se trata.
PS O “vestido” de calças e casaco era muito elegante. Os sapatos é que não condiziam.
PS1 Essa das crianças fazerem a surpresa é boa. Apareceram lá sózinhas, não foram os paizinhos que as lá foram pôr. Deviam era ter-lhes dado mais rebuçados, porque havia algumas que estavam com um ar de quem não estava a achar graça nenhuma àquilo.
[Responder]
Cometi um erro no comentário #88.
A citação está indevidamente atribuída. O Cardeal Varela preside ao Arcebispado de Madrid que, por sua vez edita a revista “Alfa y Omega”. O artigo em causa é assinado por Ricardo Benjumea de la Vega, redactor chefe.
Portanto, eu não sou a Manuela Moura Guedes, não manipulo informação…
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Daniel Oliveira
Está com medo que alguém responda, é?
[Responder]
Joaquim
“Pois é Isabel, dão a outra face. Vêm pedir muitas desculpas, mostram-se muito arrependidos, indemnizam as vítimas, mas ver algum deste violadores de crianças julgado e preso é que não vejo. Fogem dos tribunais como o diabo foge da cruz.”
Concordo absolutamente consigo.
Não concordo com o castigo. Nem para os violadores da Casa Pia, que penso seja só um, o Homem Invisível. No Cristianismo, para o melhor e para o pior, não utilizamos a máxima “olho por olho, dente por dente”. É aí que reside a diferença.
Em relação ao Cardeal não seja demagógico e oportunista.
Ele está a estabelecer uma relação entre o sexo desprovido de sentimento, que ele considera que existe quando é fácil e libertino ao alcance de todos e sem consequências ( porque para a Igreja o sexo é sério e sagrado), e a violação, utilizando a hipérbole e a ironia.
Acha com isto que ele entende que as pessoas devem ser violadas sem consequências?
[Responder]
Isabel, eu avisei-a. Você não devia ter visto aquele vídeo. Atente bem no que você diz:
“PS1 Essa das crianças fazerem a surpresa é boa. Apareceram lá sózinhas, não foram os paizinhos que as lá foram pôr. Deviam era ter-lhes dado mais rebuçados, porque havia algumas que estavam com um ar de quem não estava a achar graça nenhuma àquilo.”
Engraçado. No dia em que fui obrigado a fazer a 1ª comunhão senti-me assim – com falta de rebuçados. E não, não foram os meus pais que me mandaram para lá. Eu próprio descobri o caminho para a catequese sem que ninguém me ajudasse. Sou um prodígio.
Já quando tinha sido baptizado, aos 3 meses penso eu, tinha ido pelo meu próprio pé. Soube pelo jornal da paróquia que havia baptismos naquele Domingo e apresentei-me lá.
Ainda hoje, em jantares de família, nos rimos com essa história.
A minha irmã, fui em quem a levou aos sacramentos. Eu tinha quatro anos e ela dois meses. Pus-lhe uma chupeta na boca, vesti-lhe qualquer coisa branca e apresentei-a ao Padre dizendo-lhe o seguinte: “Sr. Padre, esta menina vive em pecado, faça o favor de lhe retirar as impurezas da alma”. E ele assim fez. Na altura, a minha irmã não achou muita piada, mas hoje está-me eternamente grata. A mim e ao Padre que a libertou do pecado original. Ele há coisas bonitas nesta vida, de facto.
No fundo, só não entendo qual a razão para Jesus ter resistido ao baptismo até aos 33 anos. Se não fosse o São João Baptista, o moço ainda hoje estava à espera da purificação.
[Responder]
mas pq é que esta gente se preocupa tanto com os casamentos homossexuais? faz-lhes comichão? Haja pachorra… preocupem-se com a vossa vida! Preocupem-se com a economia, com o estado da educação. Se não gostam, olhem para o lado!
Cm diz a música, Fuck you!
[Responder]
E para quando igualdade de oportunidade no acesso ao ensino superior? Ou a cargos de chefia?
[Responder]
O senhor que começou muito novo, presumo que nos “pioneiros” está treinadíssimo em fingir que responde nunca respondendo a nada.
Esse truque funciona muito bem nos jornais e nas televisões porque nunca lhe colocam qualquer problema e aqui também porque só responde, legitimamente, àquilo em que pode ganhar.
Vou já retirar o apoio à defesa da igualdade de todos perante a lei.
Esta é uma frase muito bonita mas eu pergunto-lhe, como o Marinho, olhos nos olhos.
O senhor está a favor de que a lei aceite uniões com todos os direitos e deveres entre os casais gays e lésbicas ou isso não lhe chega, por teimosia, e quer que forçosamente a instituição casamento seja modificada para prazer de alguns?
Vou-me sentar para esperar pela resposta sem sofismas nem demagogias.
[Responder]
Já está assinado! Obg pela dilvulgação.
[Responder]
A “instituição casamento”?
Onde fica a sede social? Quantos sócios tem? É de utilidade pública, ou trata-se somente de uma colectividade de bairro sem significado?
Pode-se mudar os estatutos, ou não? Quem é o presidente da direcção, da assembleia geral e do conselho fiscal?
Está cotada em bolsa? Pode-se comprar acções? Será que já que já faz parte do PSI 20? Quando sai o relatório de contas?
Fico à espera de esclarecimentos. Entretanto, vou comemorar devidamente a “dobradinha” do FC Porto, uma verdadeira instituição.
[Responder]
Ó Joaquim
Se você tem em tanto descrédito a instituição casamento, porque é que a quer para os homossexuais. Será que é amigo da onça?
PS Parabéns pela dobradinha.
[Responder]
O direito a constituir a família em termos de igualdade é.
Um casal homosexual tem limitações na constituição da familia. Sanguinia…
Apena se unem, criando uns vinculos. Nao é algo de evolutivo.
Tratar igual o que é igual e diferente o que é diferente, o principio da igualdade, como sabe.
Daniel, quando conseguirem constituir a tal familia, que, para eles não é veradeira familia, vão, necessariamente ter de exigir a adopção.
Se essa lhes for negada, aí sim, teremos uma grave violação do principio da igualdade.
[Responder]
jkts
Eu não percebi. Se se puderem casar a possibilidade de adoptar não está implícita?
Se casam, adoptam, são casais como os outros ou não?
Por favor, alguém que me explique.
[Responder]
Isabel #102
Eu não quero o casamento para ninguém. Quem quiser casar que se case – não é problema meu.
O casamento, para mim, é um contrato civil que determinadas pessoas se obrigam a cumprir, mais nada.
Portanto, não percebo que razões poderão ser invocadas para que esse contrato seja proibido a alguns.
O seu problema é misturar direitos civis com mandamentos religiosos. É exactamente o que se passa nos países onde as liberdades civis continuam subordinadas às leis divinas e/ou religiosas. Felizmente que, por cá, desde a Revolução Francesa, nos temos vindo a libertar dessas influências de sacristia hipócritas e beatas.
Se você quer viver obedecendo às leis do seu Deus, está no seu pleno direito. Se um Taliban quiser fazer o mesmo em relação ao Deus que perfilha, também terá todo o direito. Se um Judeu gostar de se lamentar contra um muro, que o faça. Que vivam como quiserem todos os religiosos deste Mundo. Mas, por favor, que não me venham obrigar a viver como eles querem.
Enfiem-se à vontade nas igrejas, nas mesquitas ou nas madrassas. Casem-se como e com quem vos apeteça, rezem aos Deuses que entenderem, façam todos os jejuns e todos os rituais, adorem todos os santos que vos inspiram. Estou-me a marimbar para isso. Rastejem em Fátima e agradeçam à Virgem o milagre de estarem vivos. Façam todos os sacrifícios que vos apeteça mas, por favor, deixem-me em paz, permitam-me a liberdade de decidir por mim. Será que estou a pedir muito?
[Responder]
JA
Quer responder ao comentário 85 do Pinto, sff.
Quer me explicar porque é que se os homossexuais se puderem casar, não podem adoptar.
[Responder]
Será que a paternidade do filho, nascido na constância do matrimónio entre duas mulheres, se presumirá do outro cônjuge?
Não, essas normas têm que valer somente para pessoas de sexo diferente, porque se podem reproduzir, claro. A lei não deve presumir factos impossiveis de acontecer. Mantendo-se a norma essa presunção será facilmente elidida…
Se existir a possibilidade de pessoas do mesmo sexo se casarem, podem adoptar!
Mas não será assim…
Quando os tais osbstáculos forem removidos é que essas pessoas vão ser tratadas de forma desigual. Agora não existe desigualdade nenhuma… È meramente aparente.
[Responder]
Esvaziando o conceito de casamento e pensando-o apenas como um um mero contrato, mesmo assim, é um contrato tipico. s usos e costumes foram sedimentando certas formas contratuais, formas essas que se tornaram tradicionais e ganharam uma regulamentação específica, a qual se aperfeiçoa a cada dia
[Responder]
Esvaziando o conceito de casamento e pensando-o apenas como um um mero contrato, mesmo assim, é um contrato tipico. “Os usos e costumes foram sedimentando certas formas contratuais, formas essas que se tornaram tradicionais e ganharam uma regulamentação específica”. Bem, as pessoas têm a liberdade de celebrar certo contrato ou não, de escolher a parte, de realizar contratos diferentes previstos. Nos contratos que estão tipificados, têm que se conformar com eles. Podemos falar tanto do casamento como por exemplo do contrato-promessa.
As pessoas que tenham capacidade para os realizarem, nos termos em que se podem realizar, podem-no fazer, todas as pessoas, em condições de igualdade.
Se quiserem podem celebrar um qualquer outro contrato. Até pode o legislador prever outros e regulamentá-los…
Quando se diz que as pessoas têm direito a constituir familia, pensa-se na familia tradicional, não se pensa nestes novos modos de familia. Temos que ver, que, provavelmente quando foi feita a norma da CRP, o legislador não tinha em mente os casamentos homosexuais.
Podem destruir isso tudo, alterando a CRP, alterando o Cciv.
Se os representantes do povo entenderem que esse é o caminho, muito bem.
[Responder]
lol
Relativamente à mãe, a filiação
resulta do facto do nascimento e
estabelece-se nos termos dos artigos
1803º a 1825º; a do pai presume-se.
Duas mulheres não há mãe e pai, logo, não há presunçao nenhuma ehehhe
“Presume-se que o filho nascido ou
concebido na constância do
matrimónio da mãe tem como pai o
marido da mãe”
[Responder]
Isabel, é claro os homossexuais vão poder adoptar, se bem entendo a sua pergunta. Aliás, actualmente, um homossexual já pode adoptar. Repare: Um indivíduo solteiro pode adoptar.
http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/cidadao/eu+e/familia/filhos/SER_processo+de+adopcao.htm#Quem%20pode%20requerer?
“Quem pode requerer?
ADOPÇÃO PLENA
Duas pessoas casadas ou em união de facto há mais de 4 anos e não separadas judicialmente de pessoas e bens ou de facto, se ambas tiverem mais de 25 anos;
Uma pessoa se tiver:
Mais de 30 anos;
Mais de 25 anos, se o menor for filho do cônjuge do adoptante;
Só pode adoptar quem não tiver mais de 60 anos á data em que o menor lhe tenha sido confiado, excepto se este for filho do cônjuge.
A partir dos 50 anos, a diferença de idades entre o adoptante e o adoptado não pode ser superior a 50 anos, excepto se o menor a adoptar for filho do cônjuge do adoptante ou em situações especiais.”
E, não pode ser discriminado em função da orientação sexual
“O juiz português do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, Ireneu Cabral Fonseca, considera que a legislação portuguesa não discrimina a adopção de crianças em função da orientação sexual do pai/mãe adoptivo, noticia a Lusa.”
http://diario.iol.pt/noticias/adopcao-homossexuais-criancas-gays-discriminacao/907088-291.html
[Responder]
E sempre que se fala de direitos há sempre uns que não concordam.Desta feita é mais uma voltinha sobre o direito de todos ao casamento.Como se fala mais uma vez do direito dos homossexuais lá aparecem os mesmos de sempre com as mesma s bocas do costume.Nada de novo portanto.
Esperemos que um dia isto se resolva e que todos se casem ou não consoante as suas vontades.
[Responder]
Casamento entre pessoas do mesmo sexo é um assunto que ocupa agora o 89º lugar na minha lista de preocupações e prioridades.
Estava em 87º na semana passada mas desceu por causa dos testes nucleares da Coreia do Norte, e das suspeitas de que a vitamina C possa causar cancro.
[Responder]
jkts
Depreendo então que para que os homossexuais possam obter a “igualdade” casando, as normas do casamento presente terão que ser alteradas?
Sendo assim, o casamento heterossexual já não o é da mesma maneira por não ser possível possibilitar o casamento homo nos moldes do hetero, certo?
Os hetero então vão alterar o seu modelo de contrato e as suas referências, certo?
Para os homos se poderem casar o casamento tem que deixar de ser o que é e passar a ser outra coisa qualquer, certo?
Logo, para os homos se poderem casar, os heteros deixam de o poder fazer nos moldes habituais, tradicionais.
Se tudo isto for verdade, há uma minoria que quer pôr em causa, mudando, uma instituição que serve a maioria.
Será isto justo?
[Responder]
Isabel, mas que grande confusão aí vai. Deixe lá casar quem assim o entender.
Faça como o senhor José Bastos (#113), passe o casamento entre pessoas do mesmo sexo para prioridade nº 89. Verá que vai dormir bem mais descansada e sempre de consciência tranquila. Mas que raio de ideia essa de tentar atrapalhar a vida dos outros…!
[Responder]
Joaquim Azevedo, não me diga que este assunto lhe tira o sono…
[Responder]
Não, José Bastos, não tira. Felizmente, tenho um sono tranquilo. Pena é que outros percam horas preciosas de sono com o simples intuito de se imiscuirem nas vidas alheias. Gente que adora dizer aos outros o que eles podem ou não fazer e como se devem comportar.
[Responder]
Não Isabel.
Se for possivel a duas pessoas de sexo diferente casarem, o instituto será o mesmo, claro – será um casamento, serão, aos olhos do direito, um casal como qualquer outro. Seria assim como diz se criassem outra figura, o que seria ridiculo. Os problemas poderiam surgir se, por exemplo, os impedissem de adoptar (sem motivo razoável)! Daí que disse que seria uma limitação inadmíssivel… Também me exprimi mal.
Decorrerá do casamento a possibilidade de adoptar.
Não se vê porque não. Não se entenderia, à luz da razão, que não pudessem adoptar.
A mim faz-me confusão o casamento entre pessoas do mesmo sexo…
Será uma opção politica. Com as alteraçoes que foram feitas por ex. ao 18/2 da Crp talvez a norma do Cciv seja inconstitucional, não sei…
É matéria para os chamados especialistas!
[Responder]
JA
É verdade que para os homossexuais poderem casar ter-se-á que mudar a forma e a substância do casamento como ele é hoje?
Sim ou não?
[Responder]
De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Atenas, na Grécia, mulheres que praticam sexo anal com seus parceiros são mais fiéis. O estudo revelou que as parceiras mais conservadoras tendem a trair até 30% mais do que aquelas que são mais liberais no sexo.
Na pesquisa, 26 mil pessoas responderam a um questionário com perguntas agrupadas em três temas: parceiros com os quais teve relações sexuais, hábitos sexuais e antecedentes médicos.
http://blog.clubesexyhot.com.br/files/827/2009/05/anal.jpg
Segundo o responsável pela pesquisa, o sexólogo Papadimitriou Georgios, as mulheres mais liberais na cama confiam mais no parceiro: “De facto as que mulheres que aceitam a prática de sexo anal fazem-no por se sentirem à vontade com o parceiro. O resultado da pesquisa não me surpreende”, conta o cientista.
[Responder]
jkts
ARTIGO 1826.º
Presunção de paternidade
1. Presume-se que o filho nascido ou concebido na constância do matrimónio da mãe tem como pai o marido da mãe.
(…)
O instituto tem que ser alterado porque senão o pai do filho de uma lésbica casada (com outra) é uma mulher, o que é um absurdo. As crianças quando são registadas têm que ter uma mãe e um pai, mesmo que desconhecido, não podem ter uma mãe e uma mãe.
Por esta razão a “norma” tem que ser alterada, para não falar nas outras que o Pinto #85, mencionou.
Volto ao mesmo. A questão não é se no modelo vigente de casamento heterossexual, poderá caber o homossexual, condicionado apenas por questões políticas, morais ou religiosas.
Do que se trata é da possibilidade duma alteração profunda do modelo heterossexual para caber o casamento homossexual.
E é isso que tem que ser discutido.
E é isso que não está acontecer.
[Responder]
Se o casamento homo “coubesse” no hetero, a possibilidade de adopção era imediata. A questão nem se punha.
Talvez seja pelo facto de se terem que fazer alterações no hetero, que se discute a possibilidade de os homos adoptarem ou não. Se o instituto é o mesmo não há como fundamentar a impossibilidade de adoptar.
Neste caso os homos não estão a reivindicar um direito à igualdade. Estão a impôr à sociedade uma mudança de paradigma.
[Responder]
Casamento é o contrato celebrado
entre duas pessoas de sexo diferente
que pretendem constituir família
mediante uma plena comunhão de
vida, nos termos das disposições deste
Código.
Tira-se a parte que diz “sexo diferente”, e já está.
Simplex.
lol
[Responder]
Não leu bem o artigo…
Presume-se que o filho nascido ou concebido na constância do matrimónio da mãe tem como pai o marido da mãe.
Tem como pai o marido da mãe. Uma mulher casada com uma mulher não tem marido, logo, não há presunção nenhuma. Essa presunção aplicar-a se somente a casais heterosexuais
Essa presunção para funcionar não se basta com isso e, se acontecesse o que disse (que é impossivel), essa presunção seria afastada.
Nem terá também nenhum interesse e aplicabilidade o período legal de concepção…
O casamento é o casamento. Não há nem haverá tipos de casamento.
É somente uma opção legislativa.
É dificil (juridicamente) recusar/negar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, é uma tarefa árdua…
Bem, se for alterado o regime não será por uma minoria… serão os representantes de todos!
Uma minoria são os homosexuais , lesbicas e tal, felizemente! Mas, cada um sabe de si e Deus de todos, lol.
[Responder]
Na constancia do matrimónio entre um homem e mulher é natural que se presuma que o filho , concebido em certo periodo, tenha como pai o marido da mãe. É razoável e prático.
Se não houver matrimónio o pai perfilha. Se o pai não é o marido da mãe pode ser impugnada essa presunção (Na acção o autor deve provar que, de acordo
com as circunstâncias, a paternidade do marido
da mãe émanifestamente improvável) ; e a presunção cessa quando os filhos são concebidos depois da coabitação, quando nascem nos 180 dias após o casamento… A mãe antes de se ter casado podia ter estado com outro homem, etc.
O cciv tem uma sistematização, não se pode somente copiar e colar um artigo, assim do nada…
[Responder]
jkts
Por isso eu perguntei se o meu raciocínio estava certo.
Mas se uma mulher casar com outra o que é que elas são uma à outra? Sendo a mãe casada e não havendo marido quem assume a paternidade da criança? O código terá que ser alterado ou impugna-se sistematicamente a “paternidade”?
Mesmo assim penso que ou se muda o “código” hetero, para se poder aplicar ao homo, o que na minha opinião é muito grave, ou se arranja um modelo paralelo, feito para os homossexuais, a que se poderá chamar, casamento para homossexuais e eles ficam todos contentes.
Se por cada artigo do casamento tem que se fazer outro para homos, porque é que não se faz um só para eles?
Porque é que os franceses, sendo a França a capital do laicismo, sejam de esquerda ou de direita, não o permitem. Há um outro contrato com outro tipo de características, mas não é igual ao casamento hetero. Porquê?
[Responder]
01) Being gay is not natural. Real people always reject unnatural things like eyeglasses, polyester, and air conditioning.
02) Gay marriage will encourage people to be gay, in the same way that hanging around tall people will make you tall.
03) Legalizing gay marriage will open the door to all kinds of crazy behavior. People may even wish to marry their pets because a dog has legal standing and can sign a marriage contract.
04) Straight marriage has been around a long time and hasn’t changed at all; women are still property, blacks still can’t marry whites, and divorce is still illegal.
05) Straight marriage will be less meaningful if gay marriage were allowed; the sanctity of Britany Spears’ 55-hour just-for-fun marriage would be destroyed.
06) Straight marriages are valid because they produce children. Gay couples, infertile couples, and old people shouldn’t be allowed to marry because our orphanages aren’t full yet, and the world needs more children.
07) Obviously gay parents will raise gay children, since straight parents only raise straight children.
08) Gay marriage is not supported by religion. In a theocracy like ours, the values of one religion are imposed on the entire country. That’s why we have only one religion in the country.
09) Children can never succeed without a male and a female role model at home. That’s why we as a society expressly forbid single parents to raise children.
10) Gay marriage will change the foundation of society; we could never adapt to new social norms. Just like we haven’t adapted to cars, the service-sector economy, or longer life spans.
[Responder]
127 Zunkruft
Bem jogado. Vamos ver se alguém cai na esparrela.
já agora, quando é que se chega à frente ?
[Responder]
O grande argumento é:
Quem não é a favor do casamento é homofóbico e a homofobia é crime.
O que me vale a mim é que o Estado também é homofóbico, pelo menos até hoje, e o facto de não ter legalizado o casamento entre pessoas do mesmo sexo, é para elas um insulto, porque senão já me tinham vindo buscar a casa para a cadeia, porque isto da Inquisição nunca morre. Apenas muda de mãos.
PS Sou a favor do Pacto de Solidariedade, como o francês, não só para homossexuais mas também para outras pessoas sem laços de família, sem ligação afectivo-sexual, que vivam em comunhão, que lhes dá os mesmos direitos que um casamento.
[Responder]
“Se uma mulher casar com outra o que é que elas são uma à outra?” – são um casal. É óbvio que se duas mulheres estiverem casadas não vai chamar marido a uma e mulher a outra!!!
“Sendo a mãe casada e não havendo marido quem assume a paternidade da criança”? Se a mulher for solteira, se ninguém perfilhar o filho, acontece o mesmo! A perfilhação é um acto livre… Não se sabe quem é o pai, e
se ninguém perfilha ou nao se consegue determinar o pai, pelo meio de averiguação quem é o pai, a mãe assume as responsabilidades parentais (poder paternal) sozinha.
“O código terá que ser alterado ou impugna-se sistematicamente a “paternidade”? Não se impugna paternidade nenhuma, não existe presunção porque, naturalmente, é impossivel a duas mulheres conceberem um filho!etc.
Não haverá dois casamentos! Haverá somente uma figura, conforme existe agora. A diferença mais visivel é que são duas pessoas do mesmo sexo, o que pode chocar, de resto, não existe problema absolutamente nenhum.
Porventura, um ou outro ponto serão alterados, mas não será necessária uma alteração de fundo.
De volta ao assunto da tal presunção, cumprirá a sua função da mesma forma que cumpre agora, quando estejamos perante um casamento heterosexual.
A homofobia é um mero preconceito, se tal não envolver violência, não é crime nenhum. A ser crime serio outro, não um crime de homofobia que não existe.
Não sei se o Estado é homofóbico, bem a ser, seria o povo português.
[Responder]
Isabel, #119.
A forma do casamento não muda em nada. Nem a substância. Duas pessoas fazem um contrato de casamento, mais nada. Qual é a sua dúvida?
[Responder]
Dúvidas? Nenhumas. Estou esclarecida.
“I rest my case”.
Fiquei descansada por saber que não serei presa por ser homofóbica. (Maldito preconceito que não me larga).
[Responder]
jkts e Joaquim Azevedo, quando coloquei os dois artigos do Código Civil fi-lo para poder demonstrar algo que é óbvio: do casamento presume-se a existência de filhos. A presunção da existência de filhos é uma das características que está intrínseca ao contrato “casamento”. Não faz sentido algum alargar-se o âmbito desse contrato para uma esfera onde essa presunção seja impraticável.
Óbvio que há casais que estão impossibilitados, por razões de saúde. E outros há que não têm filhos por uma razão de escolha pessoal. No entanto as leis devem ser gerais e abstractas. Nunca se poderia fazer uma lei que dissesse algo do género: a presunção de paternidade deixa de fazer efeito para os casos X e Y. A lei não seria abstracta. Caso bem diferente é a própria lei alargar essa alçada, geral e abstracta, para um campo onde uma das características do contrato (a presunção da existência de filhos) seja impossível.
A única solução plausível seria a remoção dessa presunção do contrato “casamento”, ou seja, separar juridicamente as duas coisas: uma coisa seria o casamento – contrato de afectos entre duas pessoas – outra os filhos. Neste caso a paternidade presumir-se-ia pelo consentimento ou por testes de paternidade (testes ADN, por exemplo) e o casamento resumir-se-ia a um mero contrato de afectos. É isto que defendem?
[Responder]
Pinto #133, eu confesso que de Código Civil percebo pouco, ou mesmo nada. Portanto, não vou discutir consigo essas questões, embora lhes possa reconhecer pertinência.
Sendo o senhor conhecedor da matéria legal em relação a esta questão, há-se saber como se legislou nos países onde já é reconhecido quer direito de casamento quer o de adopção aos casais homossexuais.
Ora, se foi possível noutros países avançar neste domínio, porque razão não há-de sê-lo em Portugal?
[Responder]
Pinto
Pelo que depreendo então, para retirar “o sexo diferente” do texto, tem que se mexer na substância, visto a existência de filhos está implícita na calebração deste tipo de contrato, certo?
Então, para os heteros, passaria a ser um contrato onde não se prevê a existência de filhos.
Então porque razão não se passa a chamar Pacto Solidário ao pretenso casamento?
Porque é que os homos não lutam por um contrato deste tipo, incluindo nele as pessoas sem vínculo afectivo privilegiado que vivem em comunhão de economia? Prestavam um bom serviço social e teriam o apoio de muita gente.
Porque é que hão-de logo querer aquilo que tecnicamente não é possível sem adulterar a sua essência?
Será que estão realmente a defender interesses justos, estão a fazer birra ou é só para chatear alguma instituição milenar, que entende a família hetero como base de toda a sociedade?
[Responder]
Isabel, por acaso já se esqueceu daquele texto que lhe mostrei aqui há uns tempos sobre os homossexuais católicos?
Acha que serão os próprios católicos a pretenderem “chatear” a tal instituição milenar? Acaso você será mais católica que eles?
[Responder]
Isabel
Óbvio que faria mais sentido isso que sugere. Mas quando levantei a última hipótese (de se deixar de presumir a existência de filhos) foi para testar se alguém defendia essa alternativa (como muito boa gente da esquerda intelectual já advogou).
É que depois teríamos outro problema: se do casamento não se presumisse a existência de filhos, não faria qualquer sentido continuar a proibir-se o casamento incestuoso. O que alicerça a proibição deste tipo de casamentos é evitar a consanguinidade. Ora se separássemos “casamento” de “filhos” essa proibição deixaria de fazer sentido. Até porque filhos provenientes de relações incestuosas podem sempre existir, com ou sem casamento.
Mas isto é só um exemplo. Ao transformarmos o casamento nesse mero contrato de afectos, desenraizado da sua matriz cristã (que quer queiramos quer não, faz parte das nossas tradições, dos nossos usos e dos nossos costumes), abrimos também a porta a casamentos polígamos, por exemplo.
Joaquim Azevedo,
Sendo o senhor conhecedor da matéria legal em relação a esta questão, há-se saber como se legislou nos países onde já é reconhecido quer direito de casamento quer o de adopção aos casais homossexuais.
Ora, se foi possível noutros países avançar neste domínio, porque razão não há-de sê-lo em Portugal?
Confesso que não sei muito bem. Mas quem nos garante que eles foram pelo caminho certo?
1. A Califórnia, que já havia permitido o casamento entre pessoas do mesmo sexo, voltou atrás. Não sei as razões, mas alguma coisa se passou.
2. No caso da Holanda, ao que parece já surgiram casos como os que levantei. Leia a parte final do meu comentário nº 85.
[Responder]
“Do casamento presume-se a existência de filhos”???
Presume-se sim, que um filho nascido na constância do matrimónio tem como pai o marido da mãe. Isto para facilitar as coisas. É uma presunção iuris tantum, é relativa, admite prova em contrário (ao contrário das presunção iuris et de iure, que são absulutas).
Se o filho foi concebido por outro homem, se a mãe não o declarar nem esse homem atacar a presunção, tem-se como pai uma pessoa que não é, isso não tem absulutamente nada que ver com o que tratamos!!!
Tratamos aqui de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Não vejo onde está a confusão.
A existência de FILHOS não está implicita no casamento!!! Isso não se confunde com a presunção – a presunção é um modo, por assim dizer, de facilitar a aq. da paternidade!!!
Alterando-se o regime do casamento, a norma que refere mantêm-se.
“Nunca se poderia fazer uma lei que dissesse algo do género: a presunção de paternidade deixa de fazer efeito para os casos X e Y. A lei não seria abstracta”.
Isso seria uma excepção, como milhares há. Que confusão que para aí vai!!!!
Hás normas gerais, especiais, excepcionais….
Bem, isto nem tem assunto já.
[Responder]
jkts, não vou perder muito mais tempo com isto.
A presunção não é “um modo por assim dizer…“. É uma característica deste contrato.
Ou essa característica continua ou sai.
Esta minha “confusão” também paira, pelos vistos, em muitos juristas e constitucionalistas.
Hás normas gerais, especiais, excepcionais….
E como cataloga esta? Excepcional?
jkts, por favor…
[Responder]
jkts
Não estamos a tratar de casamento de pessoas do mesmo sexo. Estamos a tratar da compatibilidade entre casamento hetero e homo.
Essa parte da paternidade já se percebeu, era uma detalhe apenas para provar que a existência de filhos “condiciona” a norma.
Pergunto novamente; porque não lutam por um Pacto Civil de Solidariedade, incluindo outras situações?
Não há por aí nenhum homossexual que responda?
JA
Os homossexuais católicos estão fartos de saber que não têm hipótese dentro do catolicismo. Não é uma questão de papa. É uma questão de cumprimento das escrituras do AA onde se baseou a doutrina católica. Podem agir segundo a sua consciência, não podem pedir que a Igreja mude a sua essência.
E não penso que seja um avanço civilizacional entender que a excepção é o mesmo que a regra.
PS Eu sou Cristã e apesar de baptizada, não me considero Católica.
[Responder]
Mas porque raio querem chamar a essa união casamento ???
Chamem-lhe outra coisa !!!!
Ex: Bananas e Bananas ou Cenouras com Cenouras ou mexilhão com Mexilhão.
E deixem o casamento sogadito que já anda tão mal tratado pelos hetero, que esta birra dos maricons só me cheira a birra.
[Responder]
Cunha, será que é possível manter o debate com um nível mínimo de educação?
Isabel, dentro dos dogmas da ICAR, já sei bem que há muita gente que fica de fora, que nunca vai ter hipóteses. A começar pelas mulheres, que nunca chegarão aos cargos eclesiásticos mais elevados. Que você esteja de acordo é lá consigo, nada a opor. Que os homossexuais católicos continuem a acreditar que um dia serão reconhecidos e aceites pela ICAR, é lá com eles. Só continua a perfilhar o catolicismo quem quer. Eu não quero saber disso para rigorosamente nada.
Já aqui disse várias vezes que todas as religiões podem pensar o que lhes apetecer e podem impor aos seus crentes o que entenderem. Os respectivos crentes podem ir rastejar para Fátima e deixar lá as esmolas que enchem os cofres da padralhada, problema deles. Podem continuar a defender a “instituição casamento” e fazer de conta que não há adultérios, amantes ou filhos fora dos casamentos, etc.
Toda a gente pode ser hipócrita. Basta manter a imagem – isso é que conta.
Vivam como quiserem, mas deixem os outros fazer o mesmo sem ter que aturar o moralismo de sacristia bafienta e, quantas vezes, degradante. Estarei a pedir demasiado?
[Responder]
“Presunções são as ilações que a lei
ou o julgador tira de um facto
conhecido para firmar um facto
desconhecido”.
“Quem tem a seu favor a
presunção legal escusa de provar o
facto a que ela conduz”.
“As presunções legais podem,
todavia, ser ilididas mediante prova
em contrário, excepto nos casos em
que a lei o proibir”.
Exemplos:
“Presume-se que o documento
provém da autoridade ou oficial
público a quem é atribuído, quando
estiver subscrito pelo autor com
assinatura reconhecida por notário
ou com o selo do respectivo serviço.”
Se, porém, a forma só for
convencionada depois de o negócio
estar concluído ou no momento da
sua conclusão, e houver fundamento
para admitir que as partes se
quiseram vincular desde logo,
presume-se que a convenção teve
em vista a consolidação do negócio,
ou qualquer outro efeito, mas não a
sua substituição
Presume-se que o documento
provém da autoridade ou oficial
público a quem é atribuído, quando
estiver subscrito pelo autor com
assinatura reconhecida por notário
ou com o selo do respectivo serviço
No contrato-promessa de compra e
venda presume-se que tem carácter de
sinal toda a quantia entregue pelo
promitente-comprador ao promitentevendedor,
ainda que a título de
antecipação ou princípio de pagamento
do preço.
Nas relações entre si, presume-se que
os devedores ou credores solidários
comparticipam em partes iguais na
dívida ou no crédito, sempre que da
relação jurídica entre eles existente
não resulte que são diferentes as suas
partes,
Quando o quantitativo da obrigação é
expresso em dinheiro corrente, mas se
estipula que o cumprimento será
efectuado em certa espécie monetária
ou em moedas de certo metal,
presume-se que as partes querem
vincular-se ao valor corrente que a
moeda ou as moedas do metal
escolhido tinham à data da
estipulação
Se a dação tiver por objecto a
cessão de um crédito ou a assunção de
uma dívida, presume-se feita nos
termos do número anterior.
etecetera.
Servem também de meio de prova, por ex.
“A maternidade presume-se:
a) Quando o filho houver sido reputado
e tratado como tal pela pretensa mãe
e reputado como filho também pelo
público;
b) Quando exista carta ou outro escrito
no qual a pretensa mãe declare
inequivocamente a sua maternidade.
3. A presunção considera-se ilidida
quando existam dúvidas sérias sobre a
maternidade.”
A paternidade presume-se:
a) Quando o filho houver sido reputado
e tratado como tal pelo pretenso pai e
reputado como filho também pelo
público;
b) Quando exista carta ou outro escrito
no qual o pretenso pai declare
inequivocamente a sua paternidade;
c) Quando, durante o período legal da
concepção, tenha existido comunhão
duradoura de vida em condições
análogas às dos cônjuges ou
concubinato duradouro entre a mãe e
o pretenso pai;
d) Quando o pretenso pai tenha
seduzido a mãe, no período legal da
concepção, se esta era virgem e menor
no momento em que foi seduzida, ou
se o consentimento dela foi obtido por
meio de promessa de casamento,
abuso de confiança ou abuso de
autoridade.
Quem tem seu favor uma pr. tem a prova facilitada, etc (…)
Para quem não é jurista é natural que faça confusão.
Eu não concordo com casamentos entre pessoas do mesmo sexo, até me mete nojo. Juridicamente, não há nada que impeça, não há nenhum obstáculo.
Como se sabe o casamento é um negócio juridico (declaração de vontade dirigida a certos efeitos, efeitos queridos pelas partes “efeitos prático juridicos”); é um negócio familiar, e a liberdade contratual está bastante restringida – restringida à escolha de casar ou não, escolha do parceiro, escolha de certos regimes, etc. Prevalecem normas que não podem ser afastadas pelas partes.
Mais propriamente é um contrato.
O casamento só o é se for celebrado por pessoas de sexo diferente – é requisito de validade. (se for celebrado por pessoas do mesmo sexo é juridicamente inexistente) etecetetra. Estes são os elementos essenciais, esses sujeitos, esse conteudo, essas declaraçoes…
Presunções são presunçoes, contratos são contratos, etc…
ok
Isabel, não sei que lhe dizer…
O casamento é o que tá lá na lei, só há esse casamento, se alterarem o regime todo, acrecentararmos normas, revogarmos outras, será esse o casamento, podemos até mudar o nome, podemos fazer o que quiserermos, porque nós, o povo, é que mandamos!!
[Responder]
JA
Os Católicos não impõem nada. Os Católicos têm valores que defendem, que pensam fazer parte da essência duma civilização.
Têm tanto direito em lutar por aquilo em que acreditam como os outros, em matérias supra-partidárias.
O holocausto foi referendado, legalizado e os católicos não pegaram em armas para o impedir.
O marxismo tem concorrentes no terreno. É difícil entender, eu sei, quando nasceu e se impôs através da cultura de pensamento único, impositivo.
Mas habituem-se.
PS Ainda ninguém respodeu porque é que o Pacto Civil de Solidariedade não serve.
[Responder]
A Homossexualidade não é uma doença mas trata-se…..
http://www.ionline.pt/conteudo/7366-homossexualidade-nao-e-uma-doenca-mas-trata-se
[Responder]
Isabel, o holocausto foi referendado e legalizado? Assim de repente, não estou ver o Hitler a fazer referendos. Quando foi isso?
[Responder]
Quadro estatístico da violência dos movimentos pró vida nos Estados Unidos e no Canadá.
http://www.prochoice.org/pubs_research/publications/downloads/about_abortion/violence_statistics.pdf
[Responder]
jkts,
Eu não concordo com casamentos entre pessoas do mesmo sexo, até me mete nojo. Juridicamente, não há nada que impeça, não há nenhum obstáculo.
É precisamente o contrário: do ponto de vista jurídico é uma aberração, mas como está na moda, vamos ceder.
jkts, se alguma vez estudou Introdução ao Estudo do Direito (pessoalmente acredito que sim), deve-se recordar de ter falado na matéria da interpretação normativa – art. 9.º do CC – e dos elementos subjacentes à interpretação. Como escreve José Oliveira Ascensão no seu livro O Direito – Introdução e Teoria Geral, Uma perspectiva Luso-Brasileira, 11ª Ed.: “toda a fonte necessita de ser interpretada para que se revele a regra que é o seu entendimento” (pág. 377). Mais à frente, a propósito do elemento sistemático da interpretação, explica que “A interpretação deve ter em conta a “unidade do sistema jurídico”. Repetidamente acentuámos [adianta o autor] já que toda a fonte se integra numa ordem, que a regra é modo de expressão dessa ordem global. Por isso a interpretação duma fonte não se faz isoladamente, atendendo por exemplo a um texto como se fosse válido fora do tempo e do espaço. Resulta pelo contrário da inserção desse texto num conjunto jurídico dado“ (pág. 394). Continuando a explicar e a contextualizar os elementos da interpretação, sublinha que ”Devem-se ter em conta todos aqueles dados ou acontecimentos históricos que expliquem a lei.” (pág. 397). Mais à frente esclarece o elemento teleológico, dizendo que “é o elemento a ponderar na interpretação o que podemos chamar a justificação social da lei. A finalidade proposta é tida em conta para que a ela seja adequada a regra resultante. Todo o direito é finalista. Toda a fonte existe para atingir fins ou objectivos sociais. Por isso, enquanto se não descobrir o para quê duma lei, não se detém ainda a chave da sua interpretação.” (pág. 399).
Fazendo a interpretação, tendo em linha de conta todos estes (e muitos outros) elementos, chegámos à <ratio legis, ou ao pensamento legislativo. Citando o mesmo autor “Será pois a ratio legis que nos permitirá enfim iluminar os pontos obscuros e chegar à norma que se encerra na fonte (…) Com base nesta ratio se valorará a letra para se chegar ao sentido decisivo. O princípio absoluto é o da preferência do espírito sobre a letra” (pp. 402 e 403).
Pergunto-lhe: como é que você interpretaria o contrato “casamento”, que já por si é um contrato peculiar, com características próprias, que o individualizam de outro qualquer contrato jurídico, quando dentro do mesmo se fizessem este tipo de modificações e de ramificações? Como é que você interpretaria a norma, na qualidade de juiz e à luz destes elementos, se um pretenso casal incestuoso (mãe e filho, por exemplo) solicitasse a interpretação extensiva da norma e a remoção da proibição dos casamentos incestuosos, para assim poderem contrair matrimónio? Como é que você interpretaria a norma, na qualidade de juiz e à luz destes elementos, se um homem solicitasse a interpretação extensiva da norma e a remoção da matriz monogâmica implícita no contrato, para assim se poder casar com seis mulheres?
Não sei como o faria até porque não conheço os seus conhecimentos jurídicos. No entanto pode ver o que se passou na Holanda (comentário 85).
Para quem não é jurista é natural que faça confusão.
Acha que Jorge Miranda, Gomes Canotilho, Vital Moreira (versão constitucionalista), Marcelo Rebelo de Sousa, os juízes do Tribunal Constitucional, os juízes do Tribunal da Relação de Lisboa, etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc., não são juristas.
Juridicamente, não há nada que impeça, não há nenhum obstáculo.
Diz você. Mas as pessoas que referi atrás não têm a mesma opinião. Talvez não tenham os conhecimentos jurídicos bem solidificados.
[Responder]
J A
Sou contra a violência por princípio e por ser Cristã, contra a violência por vingança ou retaliação.
Tento fazer como o nosso Mestre nos ensinou; dar a outra face, sabendo que quem pela espada mata, pela espada morre.
Estes episódios são lamentáveis, mas em todas as sociedades há doidos fundamentalistas ou simplesmente esquizofrénicos, que tanto entram em escolas e matam quem passa como canalizam a sua agressividade para objectivos concretos.
Em 330 milhões de habitantes esses episódios encostam-se aos de loucos suicidas que de repente resolvem matar meia dúzia de pessoas.
Quanto aos outros actos reprováveis, são actos de guerra semelhantes aos que utilizam os seus amigos do Green Peace para salvar algumas baleias.
Apesar de tudo sempre é preciso ter mais coragem para afrontar pessoas adultas que se podem defender, do que para matar seres indefesos para remediar a irresponsabilidade dos pais.
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A CRP pode ser alterada, as leis, tudo pode ser alterado, tudo!
Se quiserem mudar, vão ter que mexer em algumas coisas, não há nenhum obstáculo.
Haveria se não tivessemos o poder de mudar a leg…
Se calhar se alterarem só o conceito de casamento do ccv. decerto que alguns vao dizer que é inc. outro nao…
cria-se uma confusao, mas nada impede q se altere q o cc quer a crp, quer o conceito de familia…
tudo muda
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A interpretação de normas não serve para justificar nada.
Interpreta-se sempre as normas de acordo com principios normativos, com o eleme histo, sistematico, logico, etc. Mas só se faz isso quando se está em face a um caso concreto. . .
Neste momento um casamento entre pessoas do mesmo sexo é inexistente. . . Interpreta-se normas..
bem
Na int extensiva alarga.se o sentido textual imediato da lei dentro dos seus sentidos possíveis para o fazer coincidir o espírito…. se fosse alem dos sentidos possiveis seria outra coisa , chamada analogia…
n se solicita interpretaçoes…
normas imperativas sao normas imperativas (n podem ser afastadasd pela vontade das partes) ao contrario de umas chamadas supletivas. . .
só isso..
OK
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jkts
Que se pode mexer já percebemos. Tudo é possível desde que o povo mande.
Resta saber se para se incorporar o casamento homo se tem que alterar o hetero.
Pelo de deduzi, têm que se fazer alterações. Não é só retirar “de sexo diferente” e pronto, já está.
E isso eu acho gravíssimo.
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jkts (151), percebeu alguma coisa do que escrevi? Diga sinceramente.
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Isabel, já só faltava meter a Greenpeace ao barulho.
Deixe que lhe diga uma coisa. Se a ICAR continuar por este miserável caminho, um dia ainda há-de ser a Greenpeace a proteger a espécie Católica da extinção total.
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JA
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http://timorlorosaenacao.blogspot.com
Isabel, uma receita simples. Pegue nesta posição da Igreja timorense, junte-lhe os numerosos incestos e violações que são o dia-a-dia de Timor, leve a lume brando e diga-me o resultado.
/2009/06/parlamento-do-timor-leste-legaliza.html
DILI, TIMOR LESTE, quarta-feira, 3 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O Parlamento do Timor Leste aprovou um artigo do código penal que permite os abortos de emergência, após os debates celebrados em 25 e 26 de maio.
O novo artigo 142 classifica o aborto como delito, mas assinala que a vida da mãe deve ser defendida com prioridade sobre a de seu filho não-nascido em uma situação de emergência. Também assinala que três médicos e os pais devem estar de acordo em “extrair o embrião de sua mãe”.
A deputada social democrata Maria Paixao declarou que o novo artigo aprovado permite às parteiras realizar abortos nas zonas rurais devido à falta de médico.
A Igreja Católica, cujos membros representam 95% da população, opôs-se a esta lei.
O arcebispo de Dili, Dom Alberto Ricardo da Silva, declarou à agência UCANews que a Igreja não apoia a legalização do aborto porque os médicos devem tentar salvar a mãe e o filho em caso de emergência.
Sua posição está explicada em uma nota pastoral das duas dioceses que envolvem o Timor Leste, com data de 15 de abril, que reafirma o caráter inviolável da vida humana desde sua concepção até a morte natural.
O escrito afirma que esta concepção da vida se encontra na cultura do Timor e que o aborto é uma violação do direito humano básico à vida.
A nota também exorta os líderes sociais e políticos a proverem as mães e as crianças das necessidades básicas desde o momento da concepção e a castigar os responsáveis pela violência contra as mulheres e as crianças.
No mês de março passado, os dois bispos do Timor Leste tiveram encontros com os líderes políticos do país para tentar frear a aprovação deste artigo sobre o aborto.
O bispo Da Silva se reuniu em Dili com o primeiro-ministro Alexandre Gusmão, quem, após o encontro, declarou aos jornalistas que os seres humanos não têm direito de matar os fetos, mas ao mesmo tempo, em algumas situações de emergência, não se está em condição de salvar a vida da mãe e do filho.
O bispo de Bacau, Dom Basílio do Nascimento, reuniu-se em 13 de março passado em Bacau com o vice-primeiro-ministro, José Luis Guterres, e lhe explicou a postura da Igreja, que defende salvar tanto a mãe como seu filho em situação de emergência.
Um dos Dez Mandamentos diz “não matar”, recordou então o bispo.
.
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Entendi, não disse nada de relevante para o tema.
Mas prontos….
Que interessa os elementos da interpretação para isto? Se se mudar o instituto do casamento?
Será interpretado de acordo com o que for…
Se a norma permitir que existam cas. do mesmo sexo, e dois homens se casarem, qual o problema?
Se o fim da norma é esse..
Enfim!
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JA
Concordo absolutamente com a posição da Igreja.
A violação é CRIME. MATAR a consequência dessa violação, também.
Os povos, organizando-se podem evitar as violações. Não podem nada contra as “forças da Natureza” (a não ser a contracepção não abortiva com a qual eu estou completamente de acordo).
Sabe que a probabilidade de concepção por relação é muito baixa?
Sabe que é preciso um sem número de condições que apenas existem em escassos momentos?
Já pensou que a pessoa concebida por exemplo em Abril, pelo mesmo casal, é completamente diferente da pessoa concebida em Maio?
Haverá no mundo coisa mais extraordinária que uma pessoa, com tudo o que tem de bom e mau?
Já pensou que o equilíbrio biológico tem que ver com todos os seres vivos e se matarmos alguns porque razões que não sejam a sobrevivência biológica de outros (predação), estamos a desorganizar a natureza?
Conto-lhe aqui, aquela história velha, que costuma ilustrar estes argumentos.
Alguém pôs esta questão a um grupo de pessoas:
Imaginem uma mãe tuberculosa e um pai alcoólico com 3 filhos, todos deficientes. A mãe fica à espera do quarto filho. O que é que acham que devia fazer?
Todos disseram, um aborto, claro.
Se esta mãe tivesse feito um aborto, Beethoven não teria nascido.
Já pensou que se a sua Mãe tivesse feito um aborto, você não estaria aqui a lutar pelo que acredita. Ter-se-ia desfeito por um capricho ou apenas por ter tido essa oportunidade. E diga lá se o mundo sem si não estaria mais pobre. Eu que só o conheço daqui, acho que sim.
Há tantas maneiras de se evitar crianças. Quando a Natureza nos dá a honra de conceber uma quase por acaso, quem somos nós (leis) para a eliminarmos?
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Isabel, apenas algumas questões essenciais para as quais nunca vi uma resposta inequívoca da sua parte.
1- Devem ou não todos os pedófilos, sem excepção, serem levados a responder perante a justiça e devidamente condenados?
2- Acha que uma mulher deve ser obrigada a dar à luz um filho fruto de uma violação? Era capaz de defender isso para uma filha sua?
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JA
1. Sim, devem. Todos sem excepção.
2. Sou a favor do aborto, naqueles 3 casos previstos na anterior lei, que sendo na mesma um crime, tem atenuantes que o justifiquem e lhe retiram a pena.
- Violação
- Doença ou malformação do feto, cientificamente comprovada.
- Perigo de vida para a Mãe.
Aconselharia a minha filha a fazê-lo num destes três casos.
Sinceramente, se fosse comigo, não sei se faria.
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Registo com apreço as suas respostas, Isabel. No fundo, você encontra-se num processo de afastamento das ideias daqueles que dirigem a Igreja. Isso é salutar. Agora leve-as à apreciação da sua paróquia. Se eu fosse católico, era isso que faria.
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Se fosse comigo penso que não utilizaria a possibilidade deste consentimento legal. Só não o afirmo porque é sempre fácil falar de cor, quando as coisas acontecem aos outros.
O conselho que daria à minha filha tinha que ver com o facto de ser mãe e querer o bem-estar dela. Poria o interesse dela à frente do interesse do meu neto.
Para além do facto da decisão ser dela e só dela, isso não deixaria de ser um crime, que me iria pesar na consciência para sempre.
Provavelmente, mesmo não sendo católica, iria confessar esse pecado, para me aliviar um pouco dessa culpa.
PS Os católicos convictos, têm uma filosofia de viva própria, acreditam numa relação forte com Cristo, e têm uma força sobre-humana que quem não a vive não consegue compreender. Por isso 95% das timorenses vêem essas gravideses como uma cruz que carregam e oferecem a Deus.
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Pois é, Isabel.
Mas depois, os fanáticos são os outros, não os “católicos convictos”.
O que você apelida de força sobre-humana, eu chamo medo, ignorância e fanatismo.
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Caro Daniel: Devo felicitá-lo pela criação do Movimento pela Igualdade. Acrescento, para além do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, o direito de essas pessoas terem filhos por inseminação artificial ou por adopção.
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http://lgbtportugalsemhomofobiamaiscidadania.blogspot.com
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Direitos LGBT. Eu apoio
http://www.youtube.com/watch?v=bvimcGmZ1pw
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Caros senhores,
Peço desculpa pela intromissão, que possívelmente nem se vai revelar oportuna, mas acho que andamos a lutar por motivos secundários.
Enquanto gastamos energias a lutar pelos direitos dos homossexuais (direitos esses que concordo que tenham, sem dúvida), esquecemo-nos de outros direitos de pessoas que não têm outras opções.
Um dos exemplos trata-se de defenderem que os casais homossexuais possam ter filhos por inseminação ou adopção.
Meus amigos… Há que estabelecer prioridades. Esses casais têm sem dúvida outras hipóteses, apenas optaram por uma que não lhes vai premitir ter filhos. Mas temos imensos casais heterossexuais que passam um inferno pois são estéreis (e não se trata de uma opção) e o actual governo, bem como anteriores, dificultam a adopção de maneira incrível, e ainda mais os tratamentos de fertilidade, etc.
Se os homossexuais têm direito a ter filhos? Sem dúvida que sim. Mas há certas prioridades.
Conhecendo eu o país como conheço, ainda vamos ver uma lista de prioridades em que os homossexuais estão acima dos que não podem ter filhos. Aliás, já estamos a ver algo semelhante na lista de vacinação da gripe A, mas ligado a outro tipo de grupos.
Não tenho absolutamente nada contra a homossexualidade, pois cada pessoa é como é.
Mas já que somos todos iguais, deêm condições de trabalho aos desempregados, acessibilidade especial aos deficientes, colocações próximas de casa aos professores, emprego aos que recebem rendimentos mínimos e afins (e façam-nos trabalhar, pois se somos todos iguais, não trabalhar não é opção), benefícios fiscais ao comércio tradicional (já que as grandes suprefícies os têm), tratem das desigualdades mais urgentes e então sim! Casem os homossexuais!
Desculpem o testamento mas há mais desigualdades do que possamos ver assim por alto, e é bom lembrar que neste momento, em que cada vez há mais gente a viver em união de facto devido à falta de dinheiro para casar, o casamento homossexual não é propriamente uma questão prioritária.
Cumprimentos da miúdinha dos 16 anos
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Em resposta: A Filipa tem 16 anos?!? Então quando tiver 18 em respondo-lhe à altura da sua idade.
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Não se importe com a idade. Afinal, estamos a comentar um movimento pela igualdade, não é?
Então porque não responder a uma pessoa, descriminando a sua idade?
exvi se tem algo a dizer faça o favor de comentar!
Cumprimentos!
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Todos temos que pagar impostos!?! Não?? O casamento entre pessoas do mesmo sexo, os filhos, a inseminação artificial e a adopção…onde é que está o problema?!??? É assunto que já teve discussão e debates que cheguem!!!!?? São direitos, inerentes à própria pessoa humana, que devem ser atribuídos, que correspondem a deveres. Não é o fim do mundo!?! Pois não!!??
A questão da redução da despesa pública, a redução de impostos ou até a extinção de alguns, criar condições para a criação de riqueza, investir na saúde, na educação, na cultura, na justiça, enfim… melhorar as condições de vida dos Portugueses…tudo isto já não interessa discutir e debater…só os depravados/as é que continuam a insistir no referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a colocar obstáculos a que essas mesmas pessoas tenham filhos seja por inseminação artificial, seja por adopção…
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