Acabou-se a Festa da Música. O Rivoli era para poucos e isso era inaceitável. O CCB era para muitos e isso era caro. A partir de agora, só se subsidia o que for para muitos e muito barato.
Por Daniel Oliveira 22 Nov 06 em Sem categoriaAcabou-se a Festa da Música. O Rivoli era para poucos e isso era inaceitável. O CCB era para muitos e isso era caro. A partir de agora, só se subsidia o que for para muitos e muito barato.
Por Daniel Oliveira 22 Nov 06 em Sem categoria
Ou o Metro…
Daniel, Uma vez mais, na mouche…agora, é aguardar pelas explicações da IPLima e do Governo que, usando da sua imensa capacidade de chegar às massas, certamente irá apresentar muito em breve “mais um grande projecto de índole cultural/o maior investimento que alguma vez foi feito/a solução que nos vai colocar na senda da modernidade cultural…”. Com algum jeitinho, a culpa do fim da festa da música ainda vai ser do Rio…
Continua a arrastá-los.
Daniel,
A festa da musica era reservada exclusivamente á musica clássica. Se há falta de verbas é exactamente por aí que se deve começar. Eu não gosto de musica clássica. Uma coisa que tenho reparado é que são os ricos quem mais gosta dessa musica. Se gostam que paguem. Os meus impostos para isso não. Se for preciso peço por favor.
Ps. Ainda se fosse, Carl Hancock Rux, Koop, Nino Moschella, Karma, Quantic,etc
Future Homosapiens,
Está enganado em relação à música clássica. Não sei se o seu preconceito é em relação à música clássica ou aos pobres, mas bastava ter ido uma vez à Fetsa da Música para saber isso mesmo. Era o acontecimento cultural socialmente mais transversal desta cidade. Tinha mais 60 mil espectadores. Quem nos dera que houvesse tantos ricos por cá…
Daniel, eu não estou enganado em relação à musica clássica. Eu pura e simplesmente não gosto. Por acaso, ( mas mesmo só por acaso)tenha reparado que a maioria dos apreciadores dessa musica são pessoas com muito dinheiro. Se me dizes que a festa da musica era o acontecimento cultural socialmente mais transversal desta cidade, retiro o que disse.
É. Ainda assim, não é verdade que sejam os ricos a gostar de música clássica. Até porque há música clássica e música clássica.
“A festa da musica era reservada exclusivamente á musica clássica. Se há falta de verbas é exactamente por aí que se deve começar. Eu não gosto de musica clássica.”
Posted by: Future Homosapiens | novembro 22, 2006 12:14 PM
eu não gosto. portanto é por ai que se deve cortar…
isto é uma pérola de cidadania.
para que servem pessoas como esta, mesmo depois de prontas?
respeitosamente,
Incomodos,
A democracia participativa é isso mesmo: todo o cidadão tem direito de dizer da sua justiça. Isto é CIDADANIA.
Já estou a ver que tu és um iluminado que és capaz de nos dizer o que é bom e o que mau. Não necessitas de exibir as credencias, a tua escrita diz tudo.
Ps. Eu sou uma pessoa em formação- ainda não estou “pronta”.
Cordialmente
Ouvi ontem Isabel Pires de Lima sobre o fim da Festa da Musica, e veio-me á memória, outro responsável pela cultura do PSD,
Pedro Santana Lopes.
Será que o PS tem em Isabel Pires de Lima, o seu Santana Lopes….
Apesar de ser um excelente acontecimento cultural em termos de captação de novos públicos, os gastos eram excessivos. O dinheiro que se gasta numa Festa da Música poderia ser aplicado em mais do que um festival do mesmo género, mas de dimensões mais reduzidas.
A questão é que não se deve olhar para a política cultural de um país a partir dos grandes eventos ou de instituições de grandes dimensões, como Serralves. A título de exemplo, durante os anos mais recentes a Fundação de Serralves tinha quase tantas verbas como todos os museus que pertencem ao Instituto Português de Museus (que são quase 30), que nem guardas suficientes têm para abrir as portas.
Em suma, é fundamental o investimento em Cultura, mas é preciso ter em atenção que não é só com os grandes eventos que a aposta cultural deve passar.
O dinheiro que se gasta na festa da Música dá apenas para contruir cem metros de auto-estrada.
“O dinheiro que se gasta na festa da Música dá apenas para contruir cem metros de auto-estrada”.
Isto é uma falácia porque quem paga as auto-estradas é quem as utiliza.
Posted by: neo-phusion. | novembro 23, 2006 01:08 PM
devia pensar um pouco antes de escrever ou então dar uma volta pela A23 e A25.