Actuação da GNR em Timor-Leste confinada a um bairro de Díli


Sem respostas ao post “Polícia de proximidade”  

  1. 1 1  Saloio

    Ó Daniel: como português, não gosto de ver a nossa GNR subjugada aos australianos, e relegada para um bairro da capital, quando poderia ter uma actuação mais abrangente.

    Tanto mais que nós temos um relacionamento especial com o povo local e seríamos, certamente, mais respeitados.

    Não sendo crítico da posição australiana, reconheço que esta tem outros meios mais significativos, mas não consigo alhear-me dos seus interesses comerciais…

    Espero que o bom-senso venha ao de cima, e a Austrália compreenda e aceite as qualidades do nosso destacamento, atribuindo-lhe funções mais honrosas.

  2. 2 2  Saloio

    Ó Sr. Daniel, com todo o respeito, perdoe-me a curiosidade e permita-me que lhe faça uma pergunta pessoal por este meio, visto desconhecer qualquer outro mais resguardado: esta espera pela sua autorização de entrarem (ou não) os nossos comentários, não lhe lembra uma coisa lá do Estado Novo, chamada censura prévia?

    Mais uma vez lhe endereço os meus humildes pedidos de desculpa, mas a coisa sempre me fez espécie…por não parecer coadunar-se com a sua personalidade. Não sei, digo eu…

  3. 3 3  a.pacheco

    A Australia NÂO TEM QUE ATRIBUIR NADA á GNR….

    A GNR está em TIMOR LESTE país até agora SOBERANO E INDEPENDENTE, a pedido do seu legitimo Presidente da Republica Xanana Gusmão e do seu legitimo Governo do qual é Primeiro-Ministro Mari Alkatiri, e não ao serviço da Australia e do seu governo ou dos camandantes das forças militares Australianas no terreno.

    Os portugueses devem exigir á comunidade internacional que o governo australiano respeite os orgãos legitimos do povo de Timor -Leste, e não transforme este pedido de apoio, NUM ABRAÇO DE URSO.

  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Já expliquei num post porque são assim as regras. A espera é apenas porque não estou sempre em frente do computador. Ainda assim, tb já num comentário, expliquei que foram muito poucos os comentários não publicados (menos de 1%), e apenas quando eram ostencivamente insultuosos e sem conteúdo para alé disso. Preferia que não tivesse de ser assim. Mas não voltarei a repetir essa parte da experiência do Barnabé. De resto, tudo o que é normal entre seres humanos com o minimo dos minimos de civilidade é publicado. Não foram sete. E só dois pelo seu conteúdo que nem consigo aqui repetir. Os restantes eram publicidade a blogues que foram acrescentados na coluna da direita.

    Outros quatro foram apagados por engano e pedi aos seus autores, na cauxa, para os voltarem a escrver.

  5. 5 5  luikki

    a gnr está a tomar conta da rua onde mora, ponto final!
    independentemente do ridículo da situação, convinha analisar a existência dess guarda pretoriana deste regime!

  6. 6 6  Saloio

    Daniel: como desconheço o que se passou no Barnabé, acredito que tenha boas razões. De qq maneira, obrigado pela sua explicação.

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