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	<title>Comentários em: Políticos não. Criminosos!</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<item>
		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-97344</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 12:18:08 +0000</pubDate>
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		<description>JOAO CERQUEIRA

Joao, a critica faz-nos bem dependendo do ponto de vista em que a encaramos mas, agora, de rotulos sabe o Joao.

Esta no seu direito de discutir politica com quem bem entender, embora a sua recusa demonstre na plenitude como é democratica a visão que tem do mundo.

Quanto a livros, lamento Joao mas acho que os que leio são demasiado subversivos para falar consigo. Coisas de comunista, sabe.

Quando lhe apetecer falar com um comunista, esteja a vontade e saia do silencio a que se penitenciou.  :)

A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JOAO CERQUEIRA</p>
<p>Joao, a critica faz-nos bem dependendo do ponto de vista em que a encaramos mas, agora, de rotulos sabe o Joao.</p>
<p>Esta no seu direito de discutir politica com quem bem entender, embora a sua recusa demonstre na plenitude como é democratica a visão que tem do mundo.</p>
<p>Quanto a livros, lamento Joao mas acho que os que leio são demasiado subversivos para falar consigo. Coisas de comunista, sabe.</p>
<p>Quando lhe apetecer falar com um comunista, esteja a vontade e saia do silencio a que se penitenciou.  <img src='http://arrastao.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A.R.A</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Cerqueira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-97254</link>
		<dc:creator>João Cerqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 18:06:23 +0000</pubDate>
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		<description>ARA

Volta a repetir a mesma lengalenga onde acaba sempre por me apontar alguma crítica ou rótulo.
Isto não leva a lado nenhum.
Por isso me recuso a discutir política consigo.

Se quiser, continuamos com os livros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ARA</p>
<p>Volta a repetir a mesma lengalenga onde acaba sempre por me apontar alguma crítica ou rótulo.<br />
Isto não leva a lado nenhum.<br />
Por isso me recuso a discutir política consigo.</p>
<p>Se quiser, continuamos com os livros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-97198</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 12:38:35 +0000</pubDate>
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		<description>JOAO CERQUEIRA

Para começar, deixe lá o Sr. no céu dos crentes e trate-me somente por A.R.A pois escolhi esta sigla identitaria pelo que representa e não para me sentir mais velho. ;)

Agora permita-me dizer-lhe umas coisinhas.

Quando falo consigo, falo individualmente, não como porta estandarte do meu partido ou dos meus camaradas que, diga-se a bem da verdade, tambem não estão isentos de serem alvos das minhas criticas, portanto ao tornar redutor o seu discurso afirmando 
«Não discuto mais temas políticos com os comunistas...»
esta pura e simplesmente a ser conveniente com os seus intentos, visto não ter prosa que o valha para explicar o que EU lhe questionei na minha intervenção #71.

Portanto, EU, 1ª pessoa do singular, confesso que tenho uma certa queda para a brejeirice ou para frases de autentico mau gosto (Mea Culpa) sempre que me deparo com situações semelhantes a do Joao, mas vou-me conter  mesmo tendo sido acusado/ condenado/ executado por si de uma qualquer agressividade e ou tentativa de o silenciar que me ultrapassou e da qual me declaro inocente.

É certo que perco facilmente a paciencia com a sonsa intenção da vitimização como forma de fugir a questões que eventualmente nos podem embaraçar mas tal ainda não se tinha passado, creio.

Assim, como tambem já reparei que para si a culpa tem um nome e é comunista, vou tentar ser o mais breve possivel nos meus reparos só para esclarecer e ou partilhar a culpa, visto que da minha já não me safo, por ser, obviamente, comunista:

* Quem se votou ao silencio foi o Joao
«não parece justo continuar a debater política com o senhor» «peço-lhe que ignore a minha prosa, tal como eu faço com a sua.»

* Quem se mostrou agressivo e sectarista foi o Joao
«Graças a si e a outros camaradas do seu partido» «Não discuto mais temas políticos com os comunistas»

Portanto, reveja as suas ideias e acerte os pontos do relogio pois eu não o quero calar, muito pelo contrario, fico até extremamente curioso para saber o que o Joao pensa (no caso, a legalidade do PNR)

Não tendo eu o seu grau academico, tal facto, tambem não lhe dá o direito de menosprezar a minha já parca inteligencia com atitudes birrentas, só para não assumir o seu discurso.

Espero não ter sido demasiado agressivo e ou repressivo ao querer que o Joao ............. fale de sua justiça.

Cumprimentos, aguardo

A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JOAO CERQUEIRA</p>
<p>Para começar, deixe lá o Sr. no céu dos crentes e trate-me somente por A.R.A pois escolhi esta sigla identitaria pelo que representa e não para me sentir mais velho. <img src='http://arrastao.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora permita-me dizer-lhe umas coisinhas.</p>
<p>Quando falo consigo, falo individualmente, não como porta estandarte do meu partido ou dos meus camaradas que, diga-se a bem da verdade, tambem não estão isentos de serem alvos das minhas criticas, portanto ao tornar redutor o seu discurso afirmando<br />
«Não discuto mais temas políticos com os comunistas&#8230;»<br />
esta pura e simplesmente a ser conveniente com os seus intentos, visto não ter prosa que o valha para explicar o que EU lhe questionei na minha intervenção #71.</p>
<p>Portanto, EU, 1ª pessoa do singular, confesso que tenho uma certa queda para a brejeirice ou para frases de autentico mau gosto (Mea Culpa) sempre que me deparo com situações semelhantes a do Joao, mas vou-me conter  mesmo tendo sido acusado/ condenado/ executado por si de uma qualquer agressividade e ou tentativa de o silenciar que me ultrapassou e da qual me declaro inocente.</p>
<p>É certo que perco facilmente a paciencia com a sonsa intenção da vitimização como forma de fugir a questões que eventualmente nos podem embaraçar mas tal ainda não se tinha passado, creio.</p>
<p>Assim, como tambem já reparei que para si a culpa tem um nome e é comunista, vou tentar ser o mais breve possivel nos meus reparos só para esclarecer e ou partilhar a culpa, visto que da minha já não me safo, por ser, obviamente, comunista:</p>
<p>* Quem se votou ao silencio foi o Joao<br />
«não parece justo continuar a debater política com o senhor» «peço-lhe que ignore a minha prosa, tal como eu faço com a sua.»</p>
<p>* Quem se mostrou agressivo e sectarista foi o Joao<br />
«Graças a si e a outros camaradas do seu partido» «Não discuto mais temas políticos com os comunistas»</p>
<p>Portanto, reveja as suas ideias e acerte os pontos do relogio pois eu não o quero calar, muito pelo contrario, fico até extremamente curioso para saber o que o Joao pensa (no caso, a legalidade do PNR)</p>
<p>Não tendo eu o seu grau academico, tal facto, tambem não lhe dá o direito de menosprezar a minha já parca inteligencia com atitudes birrentas, só para não assumir o seu discurso.</p>
<p>Espero não ter sido demasiado agressivo e ou repressivo ao querer que o Joao &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. fale de sua justiça.</p>
<p>Cumprimentos, aguardo</p>
<p>A.R.A</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Cerqueira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-97109</link>
		<dc:creator>João Cerqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 18:32:14 +0000</pubDate>
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		<description>Senhor ARA

Não discuto mais temas políticos com os comunistas porque fiquei muito mal impressionado com a agressividade e tentativa de silenciar (e na sua última mensagem volta a usar o termo «silenciar») aqueles que vos criticam.

Passemos então aos livros.
Fico lisonjeado por mostrar interesse pelo meu romance A Tragédia de Fidel Castro; e se o ler poderá verificar que na parte em que El Comandante redige o seu diário faço a mais sincera defesa da revolução cubana e do ideário comunista de que fui capaz.
Obviamente outros personagens contraditam-no e confrontam-no com a falta de liberdade na ilha.
Mas, por agora, não devo continuar mais com esta descarada auto-promoção.

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor ARA</p>
<p>Não discuto mais temas políticos com os comunistas porque fiquei muito mal impressionado com a agressividade e tentativa de silenciar (e na sua última mensagem volta a usar o termo «silenciar») aqueles que vos criticam.</p>
<p>Passemos então aos livros.<br />
Fico lisonjeado por mostrar interesse pelo meu romance A Tragédia de Fidel Castro; e se o ler poderá verificar que na parte em que El Comandante redige o seu diário faço a mais sincera defesa da revolução cubana e do ideário comunista de que fui capaz.<br />
Obviamente outros personagens contraditam-no e confrontam-no com a falta de liberdade na ilha.<br />
Mas, por agora, não devo continuar mais com esta descarada auto-promoção.</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-97086</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:27:01 +0000</pubDate>
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		<description>JOAO CERQUEIRA

Sempre acreditei na maxima que a falar é que nos entendemos (ou não) mas no caso, se opta pelo ignorar de opiniões contrarias a sua, devo-lhe confidenciar que me deixou curioso para saber o que escreveu sobre Fidel em a &quot;Tragedia de Fidel Castro&quot;.

Embora correndo o serio risco de me ver a falar sozinho, posso assegurar-lhe que se a sua prosa for semelhante á que escreveu acerca do PNR, esteja seguro que participarei com a minha modesta contribuição para o seu...............silêncio. 

Sabe, tenho raizes em Ponte de Lima (a mais bela vila de Portugal) e sei muito bem do que é falar em reforma agraria por aqueles lados, ou acaba em trolha ou se é ignorado. Mas, mesmo assim, creio, que ainda lá existe um barzinho muito castiço de nome &quot;O Rampinha&quot; onde o dono (verdadeiro sosia do Guevara) utiliza aquele espaço para deliciosas tertulias onde o pluralismo de opiniões, sendo elas desonestamente intelectuais ou não, são sempre bem vindas.

Pode ser que assim, veja que os camaradas do meu partido são apenas pessoas que cultivam a inquietação como um meio de estar na vida e, que, afinal, não dão picas atrás das orelhas.

Mas que quiser falar de livros tenho todo o gosto de partilhar consigo o que estou a reler agora de John Reed e «Os 10 dias que abalaram o mundo» e partilhar consigo que tambem achei marcante «O maravilhoso mundo novo» de Huxley (esta a ver como é possivel achar pontos em comum com um comunista)

A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JOAO CERQUEIRA</p>
<p>Sempre acreditei na maxima que a falar é que nos entendemos (ou não) mas no caso, se opta pelo ignorar de opiniões contrarias a sua, devo-lhe confidenciar que me deixou curioso para saber o que escreveu sobre Fidel em a &#8220;Tragedia de Fidel Castro&#8221;.</p>
<p>Embora correndo o serio risco de me ver a falar sozinho, posso assegurar-lhe que se a sua prosa for semelhante á que escreveu acerca do PNR, esteja seguro que participarei com a minha modesta contribuição para o seu&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;silêncio. </p>
<p>Sabe, tenho raizes em Ponte de Lima (a mais bela vila de Portugal) e sei muito bem do que é falar em reforma agraria por aqueles lados, ou acaba em trolha ou se é ignorado. Mas, mesmo assim, creio, que ainda lá existe um barzinho muito castiço de nome &#8220;O Rampinha&#8221; onde o dono (verdadeiro sosia do Guevara) utiliza aquele espaço para deliciosas tertulias onde o pluralismo de opiniões, sendo elas desonestamente intelectuais ou não, são sempre bem vindas.</p>
<p>Pode ser que assim, veja que os camaradas do meu partido são apenas pessoas que cultivam a inquietação como um meio de estar na vida e, que, afinal, não dão picas atrás das orelhas.</p>
<p>Mas que quiser falar de livros tenho todo o gosto de partilhar consigo o que estou a reler agora de John Reed e «Os 10 dias que abalaram o mundo» e partilhar consigo que tambem achei marcante «O maravilhoso mundo novo» de Huxley (esta a ver como é possivel achar pontos em comum com um comunista)</p>
<p>A.R.A</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Cerqueira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-97032</link>
		<dc:creator>João Cerqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 02:17:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=12744#comment-97032</guid>
		<description>Senhor ARA

Graças a si e a outros camaradas do seu partido descobri que padeço de «desonestidade intelectual».
O caso é grave e suponho que não tem cura.
Como tal, não parece justo continuar a debater política com o senhor.
Assim sendo, no tocante a temas quejandos, peço-lhe que ignore a minha prosa, tal como eu faço com a sua.
Mas se quiser podemos falar de livros e arte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor ARA</p>
<p>Graças a si e a outros camaradas do seu partido descobri que padeço de «desonestidade intelectual».<br />
O caso é grave e suponho que não tem cura.<br />
Como tal, não parece justo continuar a debater política com o senhor.<br />
Assim sendo, no tocante a temas quejandos, peço-lhe que ignore a minha prosa, tal como eu faço com a sua.<br />
Mas se quiser podemos falar de livros e arte.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Cerqueira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-96932</link>
		<dc:creator>João Cerqueira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:34:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro CAFC

Quanto à punição do crime, constato que, infelizmente, a Esquerda tende a exigir penas duras para a corrupção e a fuga ao fisco_ ou seja, para os ricos, mas não mantém a mesma firmeza quanto ao crime violento _ porque o encara como resultado da desigualdade social.
Durante este tempo em que se debateu a criminalidade, como o relatório do Observatório da Justiça confirma, a razão esteve sempre do lado de Paulo Portas. Ou seja, leis que possibilitam que os ladrões aguardem em liberdade o julgamento, podendo fugir para outro país ou continuar a exercer a sua profissão, são um incentivo ao crime, desmoralizam a polícia e desrespeitam as vítimas.

Conheço um polícia que capturou um assaltante de uma mercearia sendo obrigado a uma violenta luta com o gatuno para o deter; depois o juiz soltou-o; depois o gatuno voltou para se vingar e partiu o vidro da montra da mercearia à pedrada; e a dona da mercearia ficou a chorar e cheia de medo de outras retaliações. Depois admirem-se se ela, e outros cidadãos amedrontados, votarem na Extrema-Direita. O medo é o maná dos extremistas.
Um dos erros clássicos da Esquerda é este: entrega o tema da segurança dos cidadãos à Direita e à Extrema-Direita_ estas agradecem.

Na minha opinião, certa Esquerda continua a ver a Polícia, a Justiça, a Lei como elementos repressivos e não como os garantes da Liberdade e da Democracia. Ordem parece ser uma palavra maldita. Mas as melhores sociedades que o homem produziu _ como as nórdicas _ assentam neste princípio basilar. 

Eu não troco a liberdade pela segurança, mas sem esta aquela nunca poderá existir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro CAFC</p>
<p>Quanto à punição do crime, constato que, infelizmente, a Esquerda tende a exigir penas duras para a corrupção e a fuga ao fisco_ ou seja, para os ricos, mas não mantém a mesma firmeza quanto ao crime violento _ porque o encara como resultado da desigualdade social.<br />
Durante este tempo em que se debateu a criminalidade, como o relatório do Observatório da Justiça confirma, a razão esteve sempre do lado de Paulo Portas. Ou seja, leis que possibilitam que os ladrões aguardem em liberdade o julgamento, podendo fugir para outro país ou continuar a exercer a sua profissão, são um incentivo ao crime, desmoralizam a polícia e desrespeitam as vítimas.</p>
<p>Conheço um polícia que capturou um assaltante de uma mercearia sendo obrigado a uma violenta luta com o gatuno para o deter; depois o juiz soltou-o; depois o gatuno voltou para se vingar e partiu o vidro da montra da mercearia à pedrada; e a dona da mercearia ficou a chorar e cheia de medo de outras retaliações. Depois admirem-se se ela, e outros cidadãos amedrontados, votarem na Extrema-Direita. O medo é o maná dos extremistas.<br />
Um dos erros clássicos da Esquerda é este: entrega o tema da segurança dos cidadãos à Direita e à Extrema-Direita_ estas agradecem.</p>
<p>Na minha opinião, certa Esquerda continua a ver a Polícia, a Justiça, a Lei como elementos repressivos e não como os garantes da Liberdade e da Democracia. Ordem parece ser uma palavra maldita. Mas as melhores sociedades que o homem produziu _ como as nórdicas _ assentam neste princípio basilar. </p>
<p>Eu não troco a liberdade pela segurança, mas sem esta aquela nunca poderá existir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-96897</link>
		<dc:creator>José</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:32:04 +0000</pubDate>
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		<description>Mas o J. foi cortado ainda em vida? 
Eu pensava que em Portugal este tipo de crime se restringia à ficção americana. Afinal, vivemos em ficção. 
Daniel, o que é que está a sugerir na sua última frase? Aprecio muito a sua frontalidade, pelo que tenho a certeza de que nos vai clarificar... 
Não quero crer que esteja a sugerir que essa gente está ligada ao financiamento de partidos com assento parlamentar. É que o tom do seu post não é esclarecedor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas o J. foi cortado ainda em vida?<br />
Eu pensava que em Portugal este tipo de crime se restringia à ficção americana. Afinal, vivemos em ficção.<br />
Daniel, o que é que está a sugerir na sua última frase? Aprecio muito a sua frontalidade, pelo que tenho a certeza de que nos vai clarificar&#8230;<br />
Não quero crer que esteja a sugerir que essa gente está ligada ao financiamento de partidos com assento parlamentar. É que o tom do seu post não é esclarecedor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cafc</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-96892</link>
		<dc:creator>cafc</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:49:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=12744#comment-96892</guid>
		<description>Meu caro João Cerqueira

No seu comentário #66 fez-me elogios que, eu lhe retribuo. Quando tentamos debater com seriedade, é possível, mesmo na divergência, haver respeito mútuo.

Verifico que, entre nós, só poderá existir, uma dúvida. Escreve, o meu amigo:
&quot;Na minha opinião de leigo, suponho que existem factores genéticos que predispõem certas pessoas para a violência e o desrespeito pelos outros.&quot;

Pois, essa sua opinião vale tanto como a dos que pensam de forma diferente. E, todas elas, como opiniões de leigos, devem ser consideradas como merecedoras de respeito. Com as minhas dúvidas, que são iguais às suas, esperemos que a Ciência evolua e dê respostas a este nosso dilema.

Quanto ao seu último parágrafo, de acordo, menos num pormenor. Como escrevi antes, a esquerda deverá exigir punições exemplares para quem pratica certos fenómenos de criminalidade.
Ao escrever o que escreveu, o meu amigo não está a ser de direita, ao exigir o mesmo.

Penso que estamos a ser humanistas. Meu amigo, essa sua expressão &quot;Se uma mãe roubar para dar de comer aos filhos deveria ser absolvida...&quot; define-o, quanto a mim, como um Ser Humano.

Um grande, grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro João Cerqueira</p>
<p>No seu comentário #66 fez-me elogios que, eu lhe retribuo. Quando tentamos debater com seriedade, é possível, mesmo na divergência, haver respeito mútuo.</p>
<p>Verifico que, entre nós, só poderá existir, uma dúvida. Escreve, o meu amigo:<br />
&#8220;Na minha opinião de leigo, suponho que existem factores genéticos que predispõem certas pessoas para a violência e o desrespeito pelos outros.&#8221;</p>
<p>Pois, essa sua opinião vale tanto como a dos que pensam de forma diferente. E, todas elas, como opiniões de leigos, devem ser consideradas como merecedoras de respeito. Com as minhas dúvidas, que são iguais às suas, esperemos que a Ciência evolua e dê respostas a este nosso dilema.</p>
<p>Quanto ao seu último parágrafo, de acordo, menos num pormenor. Como escrevi antes, a esquerda deverá exigir punições exemplares para quem pratica certos fenómenos de criminalidade.<br />
Ao escrever o que escreveu, o meu amigo não está a ser de direita, ao exigir o mesmo.</p>
<p>Penso que estamos a ser humanistas. Meu amigo, essa sua expressão &#8220;Se uma mãe roubar para dar de comer aos filhos deveria ser absolvida&#8230;&#8221; define-o, quanto a mim, como um Ser Humano.</p>
<p>Um grande, grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/politicos-nao-criminosos/comment-page-2/#comment-96868</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:08:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=12744#comment-96868</guid>
		<description>JOAO CERQUEIRA

Caro Joao, quando o proprio diz que apoia a legalidade de um PNR faz-me pensar que o Joao talvez não tenha conhecimento do que realmente levou a que fosse aceite tal partido com a legitimidade democratica actual, visto que a constituição de Abril proíbe  as organizações de ideologia fascista (artº  46, nº 2), determina a perda do mandato dos deputados por participação em tais organizações (artº 163), reconhece sanea­mentos e incapacidades cívicas a fascistas com particulares respon­sabilidades (artº 308).

Pior se torna a emenda que o soneto, se afinal o Joao até tem noção de que o PNR foi o arranjinho partidario mais escandaloso no pós 25 de Abril para dar voz eleitoral a uma franja fascista de cunho nacionalista que na impossibilidade de agregar as assinaturas necessarias para a formação base do PNR, infiltrou, primeiramente, elementos do extinto MAN e da Aliança Nacional e literalmente comparam as dividas de um partido de centro esquerda que se encontrava em fase declinio e de falencia mas  que nunca foi legalmente extinto.

Falo do PRD, caro Joao, portanto ao alimentar a existencia de um partido que representa desavergonhadamente ás claras no plano eleitoral um passado colectivo que nos custou 50 anos de obscurantismo dictatorial, é pactuar de forma algo irresponsavel nada abonatoria com uma aberração que nasceu do aproveitamento de uma falha juridica da nossa constituição.

Assim, sabendo de antemão o percurso historico do PNR, diga-me, como pode afirmar o que afirmou com tanta veleidade:

«Também defendo que o PNR tem direito a existir, desde que respeite a Constituição Portuguesa.»

Com os meus cumprimentos, aguardo

A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JOAO CERQUEIRA</p>
<p>Caro Joao, quando o proprio diz que apoia a legalidade de um PNR faz-me pensar que o Joao talvez não tenha conhecimento do que realmente levou a que fosse aceite tal partido com a legitimidade democratica actual, visto que a constituição de Abril proíbe  as organizações de ideologia fascista (artº  46, nº 2), determina a perda do mandato dos deputados por participação em tais organizações (artº 163), reconhece sanea­mentos e incapacidades cívicas a fascistas com particulares respon­sabilidades (artº 308).</p>
<p>Pior se torna a emenda que o soneto, se afinal o Joao até tem noção de que o PNR foi o arranjinho partidario mais escandaloso no pós 25 de Abril para dar voz eleitoral a uma franja fascista de cunho nacionalista que na impossibilidade de agregar as assinaturas necessarias para a formação base do PNR, infiltrou, primeiramente, elementos do extinto MAN e da Aliança Nacional e literalmente comparam as dividas de um partido de centro esquerda que se encontrava em fase declinio e de falencia mas  que nunca foi legalmente extinto.</p>
<p>Falo do PRD, caro Joao, portanto ao alimentar a existencia de um partido que representa desavergonhadamente ás claras no plano eleitoral um passado colectivo que nos custou 50 anos de obscurantismo dictatorial, é pactuar de forma algo irresponsavel nada abonatoria com uma aberração que nasceu do aproveitamento de uma falha juridica da nossa constituição.</p>
<p>Assim, sabendo de antemão o percurso historico do PNR, diga-me, como pode afirmar o que afirmou com tanta veleidade:</p>
<p>«Também defendo que o PNR tem direito a existir, desde que respeite a Constituição Portuguesa.»</p>
<p>Com os meus cumprimentos, aguardo</p>
<p>A.R.A</p>
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