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	<title>Comentários em: Quando a ministra reconhece as suas próprias mentiras</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: Caifás</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-52019</link>
		<dc:creator>Caifás</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 20:53:25 +0000</pubDate>
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		<description>Ou seja...

isto é uma «apagada e vil tristeza» porque não se passa da mediania; no entanto, está a fazer-se tudo para que todos os que vão efectivamente além dessa mediania - seja no ensino, seja na saúde, seja nas empresas privadas -  só possam ser considerados «razoaveizinhos» («razoaveizinhos mais», pronto, condescendamos)...

Tudo isto faz muito sentido...

E diz mais acima:

«Mantenho o que sempre defendi, até prova em contrário: no fundo, o que os profes temem é serem avaliados, porque tal iria mostrar que uns quantos são “muito bons” e “excelentes”, devendo, por isso, ser bem remunerados; outros, a maioria, são “suficiente mais”, e os restantes não devem dar aulas, pura e simplesmente.»

A prova em contrário (ver para crer, né, S. Tomé?;))só pode ser a de uma avaliação sem quotas: até lá, todos os mal intencionados poderão continuar a arengar sobre o assunto, acusando, sem fundamento, toda uma classe de mediocridade.

Se alguém tem medo neste processo, é o Ministério: se tivesse assim tanta certeza de que a maioria dos professores era incompetente - e portanto nunca chegaria à classificação de MB ou E -, não havia necessidade de impor quotas, não acha?

Ora refaça lá o seu parágrafo anterior:

«Até prova em contrário: no fundo, o que o  Ministério teme é definir superiormente os critérios que definem um professor MB ou E, porque tal iria mostrar que a maioria é “muito bom” e “excelente”, devendo, por isso, ser bem remunerada e progredir na carreira; outros, a minoria, são “suficiente mais”, e os restantes não devem dar aulas, pura e simplesmente.»

Por isso é que o Ministério quis passar o odioso da questão para as escolas, sob a falsa retórica da autonomia: dividir para reinar; fazer com que os cargos de administração escolar passem para a tutela municipal =&gt; tachos &quot;for both boys and girls&quot;... (não esqueçamos as quotas para o &quot;gender mainstreaming&quot;).

Nem com a ajuda dos alunos o Ministério teve tomates para fazer o que devia: definir o que é um professor Excelente, Muito Bom, Bom, Suficiente ou Insuficiente - isto, que é «tão fácil», nas palavras deles, não tiveram eles a coragem de fazer - porque saberiam qual o resultado infalível - a excelência dos professores portugueses.

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou seja&#8230;</p>
<p>isto é uma «apagada e vil tristeza» porque não se passa da mediania; no entanto, está a fazer-se tudo para que todos os que vão efectivamente além dessa mediania &#8211; seja no ensino, seja na saúde, seja nas empresas privadas &#8211;  só possam ser considerados «razoaveizinhos» («razoaveizinhos mais», pronto, condescendamos)&#8230;</p>
<p>Tudo isto faz muito sentido&#8230;</p>
<p>E diz mais acima:</p>
<p>«Mantenho o que sempre defendi, até prova em contrário: no fundo, o que os profes temem é serem avaliados, porque tal iria mostrar que uns quantos são “muito bons” e “excelentes”, devendo, por isso, ser bem remunerados; outros, a maioria, são “suficiente mais”, e os restantes não devem dar aulas, pura e simplesmente.»</p>
<p>A prova em contrário (ver para crer, né, S. Tomé?;))só pode ser a de uma avaliação sem quotas: até lá, todos os mal intencionados poderão continuar a arengar sobre o assunto, acusando, sem fundamento, toda uma classe de mediocridade.</p>
<p>Se alguém tem medo neste processo, é o Ministério: se tivesse assim tanta certeza de que a maioria dos professores era incompetente &#8211; e portanto nunca chegaria à classificação de MB ou E -, não havia necessidade de impor quotas, não acha?</p>
<p>Ora refaça lá o seu parágrafo anterior:</p>
<p>«Até prova em contrário: no fundo, o que o  Ministério teme é definir superiormente os critérios que definem um professor MB ou E, porque tal iria mostrar que a maioria é “muito bom” e “excelente”, devendo, por isso, ser bem remunerada e progredir na carreira; outros, a minoria, são “suficiente mais”, e os restantes não devem dar aulas, pura e simplesmente.»</p>
<p>Por isso é que o Ministério quis passar o odioso da questão para as escolas, sob a falsa retórica da autonomia: dividir para reinar; fazer com que os cargos de administração escolar passem para a tutela municipal =&gt; tachos &#8220;for both boys and girls&#8221;&#8230; (não esqueçamos as quotas para o &#8220;gender mainstreaming&#8221;).</p>
<p>Nem com a ajuda dos alunos o Ministério teve tomates para fazer o que devia: definir o que é um professor Excelente, Muito Bom, Bom, Suficiente ou Insuficiente &#8211; isto, que é «tão fácil», nas palavras deles, não tiveram eles a coragem de fazer &#8211; porque saberiam qual o resultado infalível &#8211; a excelência dos professores portugueses.</p>
<p>Cumprimentos</p>
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	<item>
		<title>Por: Caifás</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51975</link>
		<dc:creator>Caifás</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 15:35:39 +0000</pubDate>
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		<description>«(...)Portugal continuará a ser uma apagada e vil tristeza, como dizia o poeta, enquanto predominar o “suficiente mais”.
A. Nónima, é o “suficiente mais” que, em boa medida, explica o Portugal dos pequeninos que é este cantinho à beira mar plantado.
A menina quer saúde, justiça, segurança social, etc. do primeiro mundo, mas basta-lhe o “suficiente mais” na educação.
Desculpe lá, mas a mim isso não me basta!»

diz António de S. Tomé a posts 15.

A ver se percebo... o Suf + na educação não lhe basta, mas acha bem que o Estado possa definir a priori quantos podem ser «Excelente» ou «Muito Bom»...

Mesmo que haja milhares de outros que também sejam excelentes ou muito bons, mas que não possam levar essa «nota» porque há alguém que entende que só pode haver x... 

mesmo que haja x+n... 

mas só pode haver x... 

mesmo que...

Faz sentido, sim senhor... Não basta o suf +, mas quer-se impedir à força que haja mais que x excelentes e muito bons...

Faz sentido...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«(&#8230;)Portugal continuará a ser uma apagada e vil tristeza, como dizia o poeta, enquanto predominar o “suficiente mais”.<br />
A. Nónima, é o “suficiente mais” que, em boa medida, explica o Portugal dos pequeninos que é este cantinho à beira mar plantado.<br />
A menina quer saúde, justiça, segurança social, etc. do primeiro mundo, mas basta-lhe o “suficiente mais” na educação.<br />
Desculpe lá, mas a mim isso não me basta!»</p>
<p>diz António de S. Tomé a posts 15.</p>
<p>A ver se percebo&#8230; o Suf + na educação não lhe basta, mas acha bem que o Estado possa definir a priori quantos podem ser «Excelente» ou «Muito Bom»&#8230;</p>
<p>Mesmo que haja milhares de outros que também sejam excelentes ou muito bons, mas que não possam levar essa «nota» porque há alguém que entende que só pode haver x&#8230; </p>
<p>mesmo que haja x+n&#8230; </p>
<p>mas só pode haver x&#8230; </p>
<p>mesmo que&#8230;</p>
<p>Faz sentido, sim senhor&#8230; Não basta o suf +, mas quer-se impedir à força que haja mais que x excelentes e muito bons&#8230;</p>
<p>Faz sentido&#8230;</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51594</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:43:40 +0000</pubDate>
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		<description>A situaçao ultrapassou os limites do razoavel.
As diferenças entre uma parte e a outra ja nem se percebe bem onde estao.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A situaçao ultrapassou os limites do razoavel.<br />
As diferenças entre uma parte e a outra ja nem se percebe bem onde estao.</p>
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		<title>Por: João Pedro</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51591</link>
		<dc:creator>João Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:29:39 +0000</pubDate>
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		<description>Esta Ministra da Educação quererá ser um exemplo a seguir pelas crianças? Será que é isto que lhes queremos ensinar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta Ministra da Educação quererá ser um exemplo a seguir pelas crianças? Será que é isto que lhes queremos ensinar?</p>
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		<title>Por: Alberto Gomes</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51554</link>
		<dc:creator>Alberto Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 10:05:14 +0000</pubDate>
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		<description>13  raiva 
20 Nov 2008 às 22:41
 
O António S. Tomé, deve andar na quinta dimensão ou a fumar qualquer coisa….pensa que todos se compram com dinheiro?.........

Tem razão, nem todos se compram. Alguns basta alugá-los!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>13  raiva<br />
20 Nov 2008 às 22:41</p>
<p>O António S. Tomé, deve andar na quinta dimensão ou a fumar qualquer coisa….pensa que todos se compram com dinheiro?&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Tem razão, nem todos se compram. Alguns basta alugá-los!</p>
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	<item>
		<title>Por: Nuno Rebelo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51538</link>
		<dc:creator>Nuno Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 02:07:01 +0000</pubDate>
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		<description>A propósito de tamanha tensão e discussão, e que aparentemente teve o capacidade de além de unir e mobilizar os professores, houve questões completamente arredadas da discussão - arredadas não será o termo correcto, porque nunca terão estado seriamente em plano de discussão. 

Refiro-me às discrepâncias e discriminações entre professores do quadro (e mais velhos) e contratados (mais novos).

A classe dos professores estará provavelmente entre as que pior se trata, entre pares.

A culpa inicial será de legislação, no que às regalias de antiguidade de posto diz respeito, mas em nada é desculpa para o que recorrente acontece nas escolas portuguesas.

O modo como muitos professores de quadro põem e dispõem de horários e folgas (ainda que tenha havido mudanças), da escolha de turmas &quot;por catálogo&quot;, deixando os &quot;restos&quot; aos contratados, que em norma são os que têm mais horas, turmas e trabalho é do mais censurável que possa haver.

Fala-se disto?

Tem de definitivamente ser revisto o pagamento de salários. Os novos professores têm de ganhar mais, nem que isso implique retirar aos mais velhos.

Os professores nos escalões mais avançados deviam ter de optar por ou mais ordenado ou menos carga horária. As duas, simultaneamente são incomportáveis.

Relativamente mal pagos serão os professores em início de carreira, com todas as despesas inerentes ao início de vida independente e esse início de carreira até à chegada ao quadro pode durar anos e anos. Não pode ser. Os professores nos escalões mais elevados ganham bem.

Basta ir ao site do Centro Nacional de Pensões e ver os calores de reformas - a média na casa dos 2000 euros com alguns a ultrapassar os 2600.Nem vou dizer ser demais. Somente digo não me parecer mau, nada mesmo.

http://dre.pt/pdf2sdip/2008/11/216000000/4560545631.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito de tamanha tensão e discussão, e que aparentemente teve o capacidade de além de unir e mobilizar os professores, houve questões completamente arredadas da discussão &#8211; arredadas não será o termo correcto, porque nunca terão estado seriamente em plano de discussão. </p>
<p>Refiro-me às discrepâncias e discriminações entre professores do quadro (e mais velhos) e contratados (mais novos).</p>
<p>A classe dos professores estará provavelmente entre as que pior se trata, entre pares.</p>
<p>A culpa inicial será de legislação, no que às regalias de antiguidade de posto diz respeito, mas em nada é desculpa para o que recorrente acontece nas escolas portuguesas.</p>
<p>O modo como muitos professores de quadro põem e dispõem de horários e folgas (ainda que tenha havido mudanças), da escolha de turmas &#8220;por catálogo&#8221;, deixando os &#8220;restos&#8221; aos contratados, que em norma são os que têm mais horas, turmas e trabalho é do mais censurável que possa haver.</p>
<p>Fala-se disto?</p>
<p>Tem de definitivamente ser revisto o pagamento de salários. Os novos professores têm de ganhar mais, nem que isso implique retirar aos mais velhos.</p>
<p>Os professores nos escalões mais avançados deviam ter de optar por ou mais ordenado ou menos carga horária. As duas, simultaneamente são incomportáveis.</p>
<p>Relativamente mal pagos serão os professores em início de carreira, com todas as despesas inerentes ao início de vida independente e esse início de carreira até à chegada ao quadro pode durar anos e anos. Não pode ser. Os professores nos escalões mais elevados ganham bem.</p>
<p>Basta ir ao site do Centro Nacional de Pensões e ver os calores de reformas &#8211; a média na casa dos 2000 euros com alguns a ultrapassar os 2600.Nem vou dizer ser demais. Somente digo não me parecer mau, nada mesmo.</p>
<p><a href="http://dre.pt/pdf2sdip/2008/11/216000000/4560545631.pdf" rel="nofollow">http://dre.pt/pdf2sdip/2008/11/216000000/4560545631.pdf</a></p>
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	<item>
		<title>Por: António S. Tomé</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51530</link>
		<dc:creator>António S. Tomé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 00:36:05 +0000</pubDate>
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		<description>Raiva, sim, o dinheiro compra quase tudo. Deixe-me avivar-lhe a memória: fartei-me de ouvir professores, sindicatos e partidos políticos (o CDS foi o campeão) defender que os resultados escolares não devem servir para avaliar os primeiros, pois iria, necessariamente, inflaccionar as notas. Quem o faria?
É a isto que chama &quot;dignificação profissional&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Raiva, sim, o dinheiro compra quase tudo. Deixe-me avivar-lhe a memória: fartei-me de ouvir professores, sindicatos e partidos políticos (o CDS foi o campeão) defender que os resultados escolares não devem servir para avaliar os primeiros, pois iria, necessariamente, inflaccionar as notas. Quem o faria?<br />
É a isto que chama &#8220;dignificação profissional&#8221;?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: António S. Tomé</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51526</link>
		<dc:creator>António S. Tomé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 00:16:04 +0000</pubDate>
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		<description>A. Nónima, Portugal continuará a ser uma apagada e vil tristeza, como dizia o poeta, enquanto predominar o &quot;suficiente mais&quot;.
A. Nónima, é o &quot;suficiente mais&quot; que, em boa medida, explica o Portugal dos pequeninos que é este cantinho à beira mar plantado. 
A menina quer saúde, justiça, segurança social, etc. do primeiro mundo, mas basta-lhe o &quot;suficiente mais&quot; na educação.
Desculpe lá, mas a mim isso não me basta!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A. Nónima, Portugal continuará a ser uma apagada e vil tristeza, como dizia o poeta, enquanto predominar o &#8220;suficiente mais&#8221;.<br />
A. Nónima, é o &#8220;suficiente mais&#8221; que, em boa medida, explica o Portugal dos pequeninos que é este cantinho à beira mar plantado.<br />
A menina quer saúde, justiça, segurança social, etc. do primeiro mundo, mas basta-lhe o &#8220;suficiente mais&#8221; na educação.<br />
Desculpe lá, mas a mim isso não me basta!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fado alexandrino</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51517</link>
		<dc:creator>fado alexandrino</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 23:08:24 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;Não seria muito mais ético suspender o que está coxo e arrancar de vez com um programa de avaliações devidamente ponderado entre as partes???&lt;/i&gt;

Agora já não é possível.
As partes (ministério e sindicatos) esticaram a corda ao limite e portanto o que ceder está liquidado.
Mas ambos sabem que o outro não cede e que a luta tem que ter um fim.
Como sair desta situação.

A ministra tem que superar a possível greve de 3 de Dezembro e os sindicatos após ela têm que convencer os professores que ganharam a fazem um recuo estratégico.

O mexilhão (o ensino) vai ficar como de costume cozido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Não seria muito mais ético suspender o que está coxo e arrancar de vez com um programa de avaliações devidamente ponderado entre as partes???</i></p>
<p>Agora já não é possível.<br />
As partes (ministério e sindicatos) esticaram a corda ao limite e portanto o que ceder está liquidado.<br />
Mas ambos sabem que o outro não cede e que a luta tem que ter um fim.<br />
Como sair desta situação.</p>
<p>A ministra tem que superar a possível greve de 3 de Dezembro e os sindicatos após ela têm que convencer os professores que ganharam a fazem um recuo estratégico.</p>
<p>O mexilhão (o ensino) vai ficar como de costume cozido.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: raiva</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-a-ministra-reconhece-as-suas-proprias-mentiras/comment-page-1/#comment-51515</link>
		<dc:creator>raiva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 22:41:18 +0000</pubDate>
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		<description>O António S. Tomé, deve andar na quinta dimensão ou a fumar qualquer coisa....pensa que todos se compram com dinheiro? parte do princípio que vivemos numa sociedade corrupta que o dinheiro compra tudo, desde a dignidade, a honra e a ética. Sei que quem nos governa nada destes predicados tem, mas não precisa de ofender quem luta pela sua dignificação profissional, mesmo que a sinistra acene com dinheiro...não o queremos. O que pretendemos é a suspensão do modelo de avaliação, e se quiser ganhar mais uns troquinhos peça ao seu superior, para lhe aplicar o modelo de avaliação dos professores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O António S. Tomé, deve andar na quinta dimensão ou a fumar qualquer coisa&#8230;.pensa que todos se compram com dinheiro? parte do princípio que vivemos numa sociedade corrupta que o dinheiro compra tudo, desde a dignidade, a honra e a ética. Sei que quem nos governa nada destes predicados tem, mas não precisa de ofender quem luta pela sua dignificação profissional, mesmo que a sinistra acene com dinheiro&#8230;não o queremos. O que pretendemos é a suspensão do modelo de avaliação, e se quiser ganhar mais uns troquinhos peça ao seu superior, para lhe aplicar o modelo de avaliação dos professores.</p>
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