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	<title>Comentários em: Quando eles escolheram os muçulmanos, calei-me. Eu não era muçulmano.</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: minaretes na suíça &#171;</title>
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		<dc:creator>minaretes na suíça &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 03:48:44 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Resposta da Mosca.       Meu outro blógue Dicionário Invertebrado Registre-se [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Resposta da Mosca.       Meu outro blógue Dicionário Invertebrado Registre-se [...]</p>
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		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
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		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:17:43 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Se resultar em acções violentas, passamos dos medos do realizador do 2012, para o medo de pessoas como eu.&quot;

Olympus Mon,

1 - Não resultaram em acção violentas e ainda estou à sua espera.
2- Vi o 2012 (péssimo filme, por sinal) e uma mesquita aparece destruida (o único templo a que isso acontece, por sinal). Por isso não percebi exactamente quais os sinais dos medos do realizador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se resultar em acções violentas, passamos dos medos do realizador do 2012, para o medo de pessoas como eu.&#8221;</p>
<p>Olympus Mon,</p>
<p>1 &#8211; Não resultaram em acção violentas e ainda estou à sua espera.<br />
2- Vi o 2012 (péssimo filme, por sinal) e uma mesquita aparece destruida (o único templo a que isso acontece, por sinal). Por isso não percebi exactamente quais os sinais dos medos do realizador.</p>
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		<title>Por: Madalena Madeira</title>
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		<dc:creator>Madalena Madeira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 10:52:39 +0000</pubDate>
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		<description>249  estouxim ,

Um diálogo interactivo interessante, sem dúvida !

Para mim, um dogma não é uma verdade absoluta e rigida, é um preceito indiscutível ( mas aceite pela sua beleza e bondade) porque é fundamentalmente baseado na fé ( que é um processo individual interior e exterior)e não na ciência.Penso que há verdades alcançáveis, mas outras que não se podem alcançar.
Num Estado de direito democrático e livre, as opiniões públicas e as ilações cientificas que põem em causa os princípios que regulam as religiões e crenças não são eliminadas publicamente, são, eventualmente, criticadas pelos media , pelos cidadãos, pelos agentes sociais.

Cumpts,
Madalena</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>249  estouxim ,</p>
<p>Um diálogo interactivo interessante, sem dúvida !</p>
<p>Para mim, um dogma não é uma verdade absoluta e rigida, é um preceito indiscutível ( mas aceite pela sua beleza e bondade) porque é fundamentalmente baseado na fé ( que é um processo individual interior e exterior)e não na ciência.Penso que há verdades alcançáveis, mas outras que não se podem alcançar.<br />
Num Estado de direito democrático e livre, as opiniões públicas e as ilações cientificas que põem em causa os princípios que regulam as religiões e crenças não são eliminadas publicamente, são, eventualmente, criticadas pelos media , pelos cidadãos, pelos agentes sociais.</p>
<p>Cumpts,<br />
Madalena</p>
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		<title>Por: estouxim</title>
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		<dc:creator>estouxim</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 00:49:46 +0000</pubDate>
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		<description>248  Madalena Madeira:

Se não são dogmas porque é que são apresentados como verdade absoluta - e oficial - e a ciência que os questiona é censurada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>248  Madalena Madeira:</p>
<p>Se não são dogmas porque é que são apresentados como verdade absoluta &#8211; e oficial &#8211; e a ciência que os questiona é censurada?</p>
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		<title>Por: Madalena Madeira</title>
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		<dc:creator>Madalena Madeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 12:54:15 +0000</pubDate>
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		<description>corrijo - esses são teológicos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>corrijo &#8211; esses são teológicos</p>
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		<title>Por: Madalena Madeira</title>
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		<dc:creator>Madalena Madeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 12:53:29 +0000</pubDate>
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		<description>Para mim a fé é uma questão pessoal, interior e espiritual, nada tem ver com a &quot; mão invisivel&quot; de Adam Smith ou com a teoria da selecção natural de Darwin ( teorias empírico- cientificas).A primeira da Economia - o preço é regulado pela lei da procura e da oferta,pelo mercado  e a 2º da Biologia- evolução das espécies. Não são dogmas , esses teológicos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para mim a fé é uma questão pessoal, interior e espiritual, nada tem ver com a &#8221; mão invisivel&#8221; de Adam Smith ou com a teoria da selecção natural de Darwin ( teorias empírico- cientificas).A primeira da Economia &#8211; o preço é regulado pela lei da procura e da oferta,pelo mercado  e a 2º da Biologia- evolução das espécies. Não são dogmas , esses teológicos.</p>
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		<title>Por: estouxim</title>
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		<dc:creator>estouxim</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 00:18:54 +0000</pubDate>
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		<description>245  Madalena Madeira:

No entanto subsiste o facto de as religiões serem, acima de tudo, sistemas de regulação social. A fé é o seu mecanismo identitário. Porque se acredita em algo, aceitam-se as condicionantes que dele emanam. A fé é necessária para a identificação com o grupo, e essa identificação obriga a seguir as regras. Não é um fenómeno pessoal, é um fenómeno social.


Para lhe dar apenas 2 exemplos daquilo a que podemos chamar fé no âmbito daquilo a que chamamos ciência:

A mão invísivel do mercado, para a &quot;ciência&quot; económica, ou a sobrevivência dos mais aptos através da selecção natural, para a biologia.

Ambos dogmas nas respectivas áreas que partilham a peculiaridade de não serem comprovados experimentalmente e de, apesar disso, serem determinantes na forma como actualmente olhamos a realidade e agimos sobre ela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>245  Madalena Madeira:</p>
<p>No entanto subsiste o facto de as religiões serem, acima de tudo, sistemas de regulação social. A fé é o seu mecanismo identitário. Porque se acredita em algo, aceitam-se as condicionantes que dele emanam. A fé é necessária para a identificação com o grupo, e essa identificação obriga a seguir as regras. Não é um fenómeno pessoal, é um fenómeno social.</p>
<p>Para lhe dar apenas 2 exemplos daquilo a que podemos chamar fé no âmbito daquilo a que chamamos ciência:</p>
<p>A mão invísivel do mercado, para a &#8220;ciência&#8221; económica, ou a sobrevivência dos mais aptos através da selecção natural, para a biologia.</p>
<p>Ambos dogmas nas respectivas áreas que partilham a peculiaridade de não serem comprovados experimentalmente e de, apesar disso, serem determinantes na forma como actualmente olhamos a realidade e agimos sobre ela.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Madalena Madeira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-eles-escolheram-os-muculmanos-calei-me-eu-nao-era-muculmano/comment-page-4/#comment-97490</link>
		<dc:creator>Madalena Madeira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 20:03:46 +0000</pubDate>
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		<description>244  estouxim ,

Para mim as religiões, a teologia  ou ainda a nossa relação com Deus são fenómenos únicos e excluvivamente das nossas consciências ,do auto - conhecimento, da nossa relação com o cosmos , com o universo, com a mitologia cósmica.A
 ciência pode chegar ao conhecimento da natureza e das suas leis, no entanto a fé ou o fenómeno da fé , para mim, nada tem a ver com a ciência, fazendo parte de outra dimensão  , de outro mundo (s) o qual desconhecemos e que não podemos alcançar a não ser através da fé.
Na minha opinião, a fé não regula as relações sociais ,nem deve , é um fénómeno da nossa consciência, de transformação individidual. Agora que isso possa vira alterar a nossa conduta pessoal e social , isso é outro assunto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>244  estouxim ,</p>
<p>Para mim as religiões, a teologia  ou ainda a nossa relação com Deus são fenómenos únicos e excluvivamente das nossas consciências ,do auto &#8211; conhecimento, da nossa relação com o cosmos , com o universo, com a mitologia cósmica.A<br />
 ciência pode chegar ao conhecimento da natureza e das suas leis, no entanto a fé ou o fenómeno da fé , para mim, nada tem a ver com a ciência, fazendo parte de outra dimensão  , de outro mundo (s) o qual desconhecemos e que não podemos alcançar a não ser através da fé.<br />
Na minha opinião, a fé não regula as relações sociais ,nem deve , é um fénómeno da nossa consciência, de transformação individidual. Agora que isso possa vira alterar a nossa conduta pessoal e social , isso é outro assunto.</p>
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		<title>Por: estouxim</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-eles-escolheram-os-muculmanos-calei-me-eu-nao-era-muculmano/comment-page-4/#comment-97477</link>
		<dc:creator>estouxim</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:40:02 +0000</pubDate>
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		<description>Madalena Madeira @ 242

Só para esclarecer, não lhe atribuí qualquer credo. A razão pela qual critiquei as suas intervenções é porque as ilustrou com duas citações que representam precisamento o condicionamento a que todos nós estamos sujeitos através dos meios de comunicação de massa. Condicionamento esse que, no caso da percepção do islamismo - pela conjugação de vários factores, nomeadamente a quase hegemonia sionista no universo mediático dos EUA, a crescente influência aí das correntes de fundamentalismo cristão, as estratégias de cerco militar aos 2 grandes poderes euroasiáticos, Rússia e China, bem como a de impedir a todo o custo a unidade árabe ou o surgimento de um bloco Europeu com objectivos próprios, com o controle das fontes e fluxos de hidrocarbonetos como meio de dominação global - é particularmente virulento. Tão virulento como foi, e continua aliás a ser, no mesmo âmbito, a demonização do bloco comunista quer antes quer depois da 2ª guerra mundial.
Demonização essa feita através da criação de mitos e da falsificação histórica. Mitos e falsa história que são depois, por repetição constante e disseminação global, interiorizados como realidade.


Quanto às religiões, muito mais do que as particularidades (também míticas) de cada uma, o que me interessa são as formas de organização social e os sistemas de valores que resultam da sua aplicação prática. Porque, e é isto que esquecemos a partir do conforto que nos dá esta nova religião a que chamamos &quot;Ciência&quot;, todas elas têm como objectivo a regulação das relações sociais, a resolução de conflitos, o estabelecimento de normas de convivência. E é à luz dessa perspectiva que, quanto a mim, devem ser avaliadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Madalena Madeira @ 242</p>
<p>Só para esclarecer, não lhe atribuí qualquer credo. A razão pela qual critiquei as suas intervenções é porque as ilustrou com duas citações que representam precisamento o condicionamento a que todos nós estamos sujeitos através dos meios de comunicação de massa. Condicionamento esse que, no caso da percepção do islamismo &#8211; pela conjugação de vários factores, nomeadamente a quase hegemonia sionista no universo mediático dos EUA, a crescente influência aí das correntes de fundamentalismo cristão, as estratégias de cerco militar aos 2 grandes poderes euroasiáticos, Rússia e China, bem como a de impedir a todo o custo a unidade árabe ou o surgimento de um bloco Europeu com objectivos próprios, com o controle das fontes e fluxos de hidrocarbonetos como meio de dominação global &#8211; é particularmente virulento. Tão virulento como foi, e continua aliás a ser, no mesmo âmbito, a demonização do bloco comunista quer antes quer depois da 2ª guerra mundial.<br />
Demonização essa feita através da criação de mitos e da falsificação histórica. Mitos e falsa história que são depois, por repetição constante e disseminação global, interiorizados como realidade.</p>
<p>Quanto às religiões, muito mais do que as particularidades (também míticas) de cada uma, o que me interessa são as formas de organização social e os sistemas de valores que resultam da sua aplicação prática. Porque, e é isto que esquecemos a partir do conforto que nos dá esta nova religião a que chamamos &#8220;Ciência&#8221;, todas elas têm como objectivo a regulação das relações sociais, a resolução de conflitos, o estabelecimento de normas de convivência. E é à luz dessa perspectiva que, quanto a mim, devem ser avaliadas.</p>
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		<title>Por: Madalena Madeira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/quando-eles-escolheram-os-muculmanos-calei-me-eu-nao-era-muculmano/comment-page-4/#comment-97451</link>
		<dc:creator>Madalena Madeira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:44:53 +0000</pubDate>
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		<description>Corrijo - aplauso e naõ aplaso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corrijo &#8211; aplauso e naõ aplaso</p>
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