Há quatro anos duzentas pessoas, a maioria soldados e jornalistas, juntaram-se numa rotunda de Bagdad para a foto que faria alguns deixar cair uma “lágrima furtiva” e convencerem-se de que há povos que se libertam à bomba. Quatro anos depois, é o próprio homem que ajudou a fazer cair a estátua do ditador que se arrepende. É preciso talento para fazer um homem que foi perseguido e preso por Saddam sonhar com o seu regresso (ver “Público” – P2 – de hoje); “é melhor o Diabo que conhecemos do que aquele que desconhecemos”. Trágico, não?


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