do estruturalismo das calças de ganga Levi-Strauss
se pagam ricas vidas ociosas nos trópicos miseráveis, enfim, filosofias… http://www.levistrauss.com/Financials/
Não consigo perceber porque é que esta gente não menciona nas suas biografias que são judeus (em alemão Löb Strauß) nem as origens judaicas. Têm vergonha de quê?
ou querem apenas esconder as fortunas feitas sabe-se lá onde?
xatoo, mas alguém neste planeta, tirando o senhor, claro, que não esteja envolvido na grande cabala? Deve ser dificil essa solidão política. Apenas o senhor e as massas populares, que são duas ou três pessoas que não estão enredadas nessa conspiração. Lixado, isto de ver tudo quando o Mundo está todo distraido.
Nao se percebe o que tem a ver uma coisa com a outra. Provavelmente nem sequer ha relacao de parentesco, mas apenas o nome comum (pronunciado de formas diferentes, claro). E é de extremo mau gosto a ligacao q o x. faz. Para além do mais Leví-Strauss é demasiado mais importante do que ser um homónimo de alguma coisa. Já que gosta tanto da wikipedia, porque nao aproveita e a usa convenientemente? Que coisa mais infantil. É que a personagem sobre a qual o post versa conta-se entre as quatro ou cinco mais marcantes figuras da história da antropologia, e é dos pensadores mais influentes do século passado.
Obrigado por partilhar o video, Daniel. Gostei da
frase.
Nao ha qualquer relacao familiar. Lévi é um nome comum a muitas famílias (uma das doze tribos). Pode ser tb nome pp, daí a escolha do industrial de origem judaica-alema, que estaria possivelmente a pensar no nome familiar compósito frances. O anti-semitismo primário de X levou-o a dizer um disparate de todo o tamanho.
rais parta os ceguinhos
a familia Levi-Strauss é um nome comum?
não reconheceram no filósofo (ao menos pelo nome) uma marca de origem de classe?
(vem mencionado no distinto KosherPower)
Só fiz a observação porque o Arrastão se intitula de “blogue de esquerda” logo não teria de haver aqui lugar para personagens deste tipo, de teorias conservadoras desactualizadas. Como o padre Bartolomeu de las Casas este tb chegou à conclusão que os indios eram gente…
Para além disso é mais que sabido que existe um tabu na discussão sobre o papel dos judeus (leia-se os judeus Sionistas) no actual paradigma. Isso é notório no Daniel, que quando é confrontado com o assunto, chuta sempre para canto…
Não seria mau ler o filósofo norte americano James Petras (filosofo por filosofo prefiro este) quando explica a posição da doutrina sionista no centro capitalista:
“Cómo el sionismo se ha adueñado tanto de los centros de poder en Estados Unidos?
Petras: Porque están organizados. Hay 51 organizaciones sionistas en EE.UU. que representan un 25 ó 30 por ciento de lo que llaman judíos. Porque hay mucha gente que llaman judíos pero no practican la religión ni tienen nada que ver con las organizaciones sionistas incluso en las organizaciones judías. Entonces entre aproximadamente 6 millones hay organizados 2 millones pero entre ellos hay muchos multimillonarios fanáticos que tienen dinero para financiar campañas”
Tudo o que aperece que tenha visibilidade pública nos media corporativos tem uma origem de classe bem definida. Trata-se usualmente de que comndam os interesses da infima minoria de capitalistas que controlam a economia mundial. Uma vez que figuras como Petras (como é de esquerda) no Arrastão não entram, pode-se ler o texto completo aqui: http://www.aporrea.org/tiburon/n144951.html
.
Nao. Levi, no caso do fundador da marca é a conversao imigrante do nome próprio Loss (com trema), tendo talvez como referencia o apelido compósito. A partida acho que a possibilidade relacao de parenteco entre esse ilustre capitalista e o antropólogo é a mesma que entre o X e o mesmo capitalista, capitalista inergúmeno, claro claro. Ou mesmo entre o X e o Bill Gates. Todo o projecto de reavaliacao da categoria atávica de “primitivo” tem nitidamente um carácter progressista e nao reacionario, por muito pouco evidente que isto lhe possa parecer. Essa reflexao é inseparável dos movimentos de descolonizacao do século XX. Nao percebi porque cita Las Casas (aliás nao percebo nada do que escreve e se a intencao é apenas afundar-se mais um pouco – e sobretudo o despropósito de estragar o tema do post, que aliás desconhece em absoluto, com as suas questoes privadas), mas o paradigma da conferencia de Vallodolid ainda era basicamente o pano de fundo em que a antropologia moderna teve de combater, depois das ideologias imperiais oitocentistas terem reinventado o racialismo. Se Lévi-Strauss, antropólogo, é primo em 10.o grau dos Rothschild ou se alguns dos seus antepassados viviam da usura nao me interessa. Olhe alguns dos meus provavelmente, e dos seus também. Porque nao faz as contas a quantos antepassados tinha quando o D. Manuel resolveu reduzir significativamente a percentagem da populacao afalbetizada seguindo exemplo dos reis católicos? Essa sua forma de ver as coisas a preto e branco, como se nao houvesse história, e tudo isto fosse um imenso enredo de Dan Brown, só serve para ociosos como eu rirem a sua custa. O kitsch pode ser muito divertido. De qualquer forma acho que devia experimentar uma coisa qualquer para sair desse impasse psicológico.
Estes “monopolistas da verdadeira esquerda”, que tanto bem trouxe ao Mundo e só os “ceguinhos” não conseguem ver, podiam, ao menos, deixar a sua cátedra?
Se não conseguirem, sugiro, por exemplo, uma tese de doutoramento sobre “Ana Salazar e como as galinhas da governanta influenciaram a moda em Portugal”.
Lavem a boca para falar de Claude Lévi-Strauss. É que nem fazem a mínima ideia do que falam. Esta mania de falarem sem terem nada para dizer. Estamos perante (quer-se concorde ou não com o seu pensamento) um dos grandes pensadores da história das ciências sociais. Muito daquilo que hoje comentam deve-se também a este senhor.
Que digam dele que vivesse mais cem anos.
Mas, vai viver muitos mais. Estes são Eternos.
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do estruturalismo das calças de ganga Levi-Strauss
se pagam ricas vidas ociosas nos trópicos miseráveis, enfim, filosofias…
http://www.levistrauss.com/Financials/
Não consigo perceber porque é que esta gente não menciona nas suas biografias que são judeus (em alemão Löb Strauß) nem as origens judaicas. Têm vergonha de quê?
ou querem apenas esconder as fortunas feitas sabe-se lá onde?
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xatoo, mas alguém neste planeta, tirando o senhor, claro, que não esteja envolvido na grande cabala? Deve ser dificil essa solidão política. Apenas o senhor e as massas populares, que são duas ou três pessoas que não estão enredadas nessa conspiração. Lixado, isto de ver tudo quando o Mundo está todo distraido.
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Nao se percebe o que tem a ver uma coisa com a outra. Provavelmente nem sequer ha relacao de parentesco, mas apenas o nome comum (pronunciado de formas diferentes, claro). E é de extremo mau gosto a ligacao q o x. faz. Para além do mais Leví-Strauss é demasiado mais importante do que ser um homónimo de alguma coisa. Já que gosta tanto da wikipedia, porque nao aproveita e a usa convenientemente? Que coisa mais infantil. É que a personagem sobre a qual o post versa conta-se entre as quatro ou cinco mais marcantes figuras da história da antropologia, e é dos pensadores mais influentes do século passado.
Obrigado por partilhar o video, Daniel. Gostei da
frase.
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Nao ha qualquer relacao familiar. Lévi é um nome comum a muitas famílias (uma das doze tribos). Pode ser tb nome pp, daí a escolha do industrial de origem judaica-alema, que estaria possivelmente a pensar no nome familiar compósito frances. O anti-semitismo primário de X levou-o a dizer um disparate de todo o tamanho.
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xatoo,
Mas que raio de conversa!
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rais parta os ceguinhos
a familia Levi-Strauss é um nome comum?
não reconheceram no filósofo (ao menos pelo nome) uma marca de origem de classe?
(vem mencionado no distinto KosherPower)
Só fiz a observação porque o Arrastão se intitula de “blogue de esquerda” logo não teria de haver aqui lugar para personagens deste tipo, de teorias conservadoras desactualizadas. Como o padre Bartolomeu de las Casas este tb chegou à conclusão que os indios eram gente…
Para além disso é mais que sabido que existe um tabu na discussão sobre o papel dos judeus (leia-se os judeus Sionistas) no actual paradigma. Isso é notório no Daniel, que quando é confrontado com o assunto, chuta sempre para canto…
Não seria mau ler o filósofo norte americano James Petras (filosofo por filosofo prefiro este) quando explica a posição da doutrina sionista no centro capitalista:
“Cómo el sionismo se ha adueñado tanto de los centros de poder en Estados Unidos?
Petras: Porque están organizados. Hay 51 organizaciones sionistas en EE.UU. que representan un 25 ó 30 por ciento de lo que llaman judíos. Porque hay mucha gente que llaman judíos pero no practican la religión ni tienen nada que ver con las organizaciones sionistas incluso en las organizaciones judías. Entonces entre aproximadamente 6 millones hay organizados 2 millones pero entre ellos hay muchos multimillonarios fanáticos que tienen dinero para financiar campañas”
Tudo o que aperece que tenha visibilidade pública nos media corporativos tem uma origem de classe bem definida. Trata-se usualmente de que comndam os interesses da infima minoria de capitalistas que controlam a economia mundial. Uma vez que figuras como Petras (como é de esquerda) no Arrastão não entram, pode-se ler o texto completo aqui:
http://www.aporrea.org/tiburon/n144951.html
.
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Fantástico!
Obrigada, Daniel.
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Nao. Levi, no caso do fundador da marca é a conversao imigrante do nome próprio Loss (com trema), tendo talvez como referencia o apelido compósito. A partida acho que a possibilidade relacao de parenteco entre esse ilustre capitalista e o antropólogo é a mesma que entre o X e o mesmo capitalista, capitalista inergúmeno, claro claro. Ou mesmo entre o X e o Bill Gates. Todo o projecto de reavaliacao da categoria atávica de “primitivo” tem nitidamente um carácter progressista e nao reacionario, por muito pouco evidente que isto lhe possa parecer. Essa reflexao é inseparável dos movimentos de descolonizacao do século XX. Nao percebi porque cita Las Casas (aliás nao percebo nada do que escreve e se a intencao é apenas afundar-se mais um pouco – e sobretudo o despropósito de estragar o tema do post, que aliás desconhece em absoluto, com as suas questoes privadas), mas o paradigma da conferencia de Vallodolid ainda era basicamente o pano de fundo em que a antropologia moderna teve de combater, depois das ideologias imperiais oitocentistas terem reinventado o racialismo. Se Lévi-Strauss, antropólogo, é primo em 10.o grau dos Rothschild ou se alguns dos seus antepassados viviam da usura nao me interessa. Olhe alguns dos meus provavelmente, e dos seus também. Porque nao faz as contas a quantos antepassados tinha quando o D. Manuel resolveu reduzir significativamente a percentagem da populacao afalbetizada seguindo exemplo dos reis católicos? Essa sua forma de ver as coisas a preto e branco, como se nao houvesse história, e tudo isto fosse um imenso enredo de Dan Brown, só serve para ociosos como eu rirem a sua custa. O kitsch pode ser muito divertido. De qualquer forma acho que devia experimentar uma coisa qualquer para sair desse impasse psicológico.
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“Rais parta os chatos”
Estes “monopolistas da verdadeira esquerda”, que tanto bem trouxe ao Mundo e só os “ceguinhos” não conseguem ver, podiam, ao menos, deixar a sua cátedra?
Se não conseguirem, sugiro, por exemplo, uma tese de doutoramento sobre “Ana Salazar e como as galinhas da governanta influenciaram a moda em Portugal”.
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Lavem a boca para falar de Claude Lévi-Strauss. É que nem fazem a mínima ideia do que falam. Esta mania de falarem sem terem nada para dizer. Estamos perante (quer-se concorde ou não com o seu pensamento) um dos grandes pensadores da história das ciências sociais. Muito daquilo que hoje comentam deve-se também a este senhor.
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