Por Daniel Oliveira

Como resposta à campanha para a proibição da construção de minaretes na Suiça, os muçulmanos de muitas cidades do país convidaram o público a entrar nas suas mesquitas três semanas antes do referendo. Na esperança que se comprove que o medo e a intolerância são parentes da ignorância.
Não deixar de ler este trabalho do “Público” sobre o tema.
83 comentários 8 Nov 09 em Sem categoria



Mais um cartaz triste. Eu nem sou a favor nem contra minaretes, o que me preocupa sao extremismos seja qual for a origem. E este cartaz revela um extremismo preocupante. Pensei que as campanhas do medo estavam cingidas ‘as terras do tio Sam. Sugiro que de facto se crie um “dia do porco”, como os cavaleiros anti-minaretes=jihad sugeriram, mas para celebrar este tipo de campanhas porcas e as pessoas envolvidas.
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Colocadas as coisas nestes termos, até parece que é o islamismo, ou as mesquitas que vão ser referenciadas. Ninguém está a querer erradicar o espaço de culto.
Espero que nessas “visitas guiadas” se transmita a verdadeira função do minarete, e o respectivo propósito da sua implementação em território europeu.
Não é necessário abrir as portas das mesquitas para compreender o que está em causa. Tal como é referenciado no Público, o minarete é um símbolo de poder, dimensão e força islâmica, que se eleva em altura. Inclusive, a lei islâmica dita que estes devem ter altura superior às igrejas e sinagogas. Tal imposição em território europeu constitui sim, verdadeiros contornos extremistas. Como tal, estas situações não podem ser debatidas com leveza.
À medida que certos símbolos religiosos pertencentes à matriz cultural europeia vão sendo erradicados, subtilmente outros de matriz de cultural exterior vão se impondo, “sem resistência e sem dor”.
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O Daniel Oliveira quer dizer que, cartazes extremistas à parte, os europeus são ignorantes sobre o Islão e, por isso, têm medo?
Como se apenas os ignorantes tivessem uma opinião negativa sobre o Islão contemporâneo e sobre o salafismo, e como se não estivessem em causa, como em qualquer confronto ou diálogo cultural, uma relação de forças.
Gostava de aconselhar alguns livros escritos por sociólogos ou por ex-muçulmanos, muitas vezes vítimas de ameaças devido à proibição da apostasia.
Hoje passei por acaso os olhos nesta senhora:
http://www.djemilabenhabib.com/
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”
L’initiative visant l’interdiction des minarets ne menace ni la liberté religieuse, ni la liberté de culte, qui peuvent être pratiquées – et le sont – dans de multiples salles de prière sans minaret. Son acceptation créerait néanmoins un climat malsain, elle tendrait à donner raison aux chantres de l’intégrisme qui crient sans trêve à la discrimination. Et son acceptation ne résoudrait rien du problème que pose cet intégrisme aux démocraties.
Changeons quelques minutes l’orientation des projecteurs et passons de l’UDC et de son affiche aux guides spirituels musulmans. Qu’enseignent-ils, ces porte-parole, imams et responsables d’associations culturelles en matière de liberté de religion à leurs ouailles ? Et plus précisément :
Sont-ils favorables à ce que les musulmans puissent sans aucune restriction ni contrainte quitter leur religion ? Sont-ils d’accord que les femmes de leur communauté puissent aussi, comme les hommes, épouser un juif ou un chrétien, et plus généralement qu’hommes et femmes puissent convoler avec la personne de leur choix, fut-elle athée ou shintoïste ?
(…)”
Fica aqui o link do excelente texto de Mireille Vallette:
http://www.ripostelaique.com/Suisse-l-integrisme-musulman-est.html
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Se chumbarem os minaretes na Suiça, acho que uma alternativa será vir construí-los para Portugal, por exemplo, quem deu uma olhadela a 51 projectos, aprovados pela Câmara de Lisboa, só 10 preenchiam todos os requisitos obrigatórios, de qualquer modo, acho que devem poder escolher qualquer localização, desde que tragam pares de luvas, em quantidade suficiente ou umas quantas resmas de envelopes
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É uma chatice a Suiça ser um país democrático onde a liberdade de expressão impera. Já se fosse por cá, um cartaz desse tipo seria imediatamente retirado, por um Soba das Consciências, um Komissário de um Partido Progresista Qualquer.
É evidente que eu não quero este país cheio de
minaretes, símbolos da repressão, do medo, da morte, e do ódio, nomeadamente quando, ao mesmo tempo, os símbolos com que sempre convivi desde a infância, e que são a matriz cultural deste povo e do povo europeu, são mandados retirar pelos mesmíssimos Sobas.
O Sr. Daniel que diga aqui em quantos países islamo-fascistas é que as torres de igreja são permitidos.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 17:06
“É uma chatice a Suiça ser um país democrático onde a liberdade de expressão impera. Já se fosse por cá, um cartaz desse tipo seria imediatamente retirado, por um Soba das Consciências, um Komissário de um Partido Progresista Qualquer.”
Foi retirado em várias cidades da Suiça. Bolas, lá se foi o seu argumento.
Os minaretes até compreendo, agora os muezzin é que nunca. Porque é que alguém terá que ser obrigado a ouvi-los? É uma clara interferência na liberdade individual das pessoas, neste caso na liberdade ao silêncio.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 17:06
Libertário, não há muezzin na generalidade das cidades europeias (leia o texto do Público que linkei), mas suponho que a sua posição é extensível aos sinos das igrejas.
passam a vida nestas coisas, como no caso de Fort Hood, onde o Império contra ataca – precisamente quando o suporte da opinião pública à tropa guerrófila ameaça vacilar, sendo actualmente o mais baixo de sempre – assim, um extremista Islâmico com ligações a bombistas suicidas disparando indiscriminadamente numa base militar em território nacional dos Estados Unidos, revigora o suporte à “guerra contra o terrorismo” e demoniza os opositores como extremistas anti-americanos. O spam seria fiável se não estivesse a ser representado de forma tão perfeita. Talvez um dia se venha a saber qual o grau de veracidade de tudo isto.
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Caro Daniel. O próprio título do post tem provavelmente um significado muito acima do pretendido. Pelo menos, para mim. Repare: “os muçulmanos de muitas cidades do país convidaram o público a entrar nas suas mesquitas três semanas antes do referendo.”
Que eu saiba, nunca foi necessário os católicos convidarem quem quer que fosse a entrar nas igrejas. Há dias, enviei um comentário para o Arrastão onde dizia que o problema dos minaretes não era só o minarete em si. Hoje, o público traz um artigo, assinado por Sifia Lorena, que comaça assim: uma torre não é só uma torre, que se erga no cimo de um castelo, de uma mesquita ou de uma igreja.”
Quem só quer orar, não necessita de minaretes. Existem muitas mesquitas sem minaretes. Aliás, são a larguíssima maioria. Tenho este princípio: ou se fazem grandes obras para serem usufruídas pela sociedade, pelas populações em geral, ou se faz por questões de poder e ostentação. Quando as questões de poder e ostentação estão nas mãos de pretensos representantes de religiões que, afinal, “apenas pretendem” salvar almas, como é que alguém sensato pode tomar a sua defesa?
Já agora, também não entendo muito bem o facto de haver pessoas com pouca ou nenhuma tolerância para a religião católica que ao longo dos anos se moderou, aceitando críticas, permitindo dissidências, não perseguindo outros religiosos ou mesmo ateus, aceitando que os seus fiéis trabalhem ao domingo, não fazendo fatwas, não subjugando ou apedrejando mulheres, não apelando à guerra santa, enfim, a lista não acabaria, mas tenham toda a compreensão para outras sem esta tolerância.
Eu, que não sou exemplo de religiosidade, prefiro viver com quem me tolera do que com aqueles cujo objectivo final é dobrarem-me a coluna.
Estou a ver o Eixo do Mal. Os “grandes problemas” da igreja católica é não gostar dos casamentos gay e das mulheres não ascenderem ao sacerdócio. O que é isto comparado com a tal que quer construir os minaretes? Qual a comparação possível? De onde saíram grande parte dos grandes pensadores? Porque exigir aos católicos que aceitem (repare-se que digo aceitem, não digo aprovem e permitam) o casamento gay, e aos outros nem sequer exigir que não os “eliminem”? Estas incoerências hão-de levar o ocidente ao desastre.
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@FC:
Desde que a sua construção respeite a lei e os planos directores municipais como todos outros edifícios, não vejo qual é o problema.
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Com a pressa, ficaram alguns lapsos no texto anterior que espero não afectem a sua leitura.
Aqui deixo as minhas desculpas.
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Correcção: “referendadas” em vez de “referenciadas”
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um aparte….
Daniel vi agora num blog ingles que o respectivo “owner” combinou um jantar com todos os seus leitores em que cada um se apresentava com o respectivo nick. Combine la isso por ai para nos juntarmos todos a comer uma boa feijoada e disfrutar de um vinhinho a maneira.
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xatoo…cada um paga o seu!!!
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Daniel, explique lá qual a real utilidade de um minerete hoje em dia, só para ver se eu percebo.
Acha que, depois de se banirem os crucifixos nas escolas em Itália, existe a mais remota hipótese de que se venham a construir novos mineretes naquele país?…ou mesmo a hipótese de se efectuar um referendo nesse sentido?
Extremistas são aqueles que não toleram qualquer outra religião no seu país. Qual é a sua dúvida?
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Acho muito bem!
Eu até não sou crente mas acho que os países de maioria cristã devem aplicar a regra da reciprocidade. Enquanto todos os países, em que a religião do pedófilo seja maioritária, não permitirem a construção de igrejas e a leitura da biblia essa cambada deve ter o mesmo tratamento.
Sim, nesta questão, sou um extremista!
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 18:17
Rafeiro, sem bem percebi defende que a Europa deve ter como bitola o pior dos países muçulmanos. É isso, não é? O Mundo vai longe com pessoas como o senhor.
Daniel, sim aplica-se também aos sinos, procissões e ao meu ódio de estimação, os carros com altifalantes a debitar propaganda politica por altura das eleições.
.
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A religião cristã já teve todos os “defeitos” que hoje se apontam ao islão: expansionismo, poder do clero, guerra santa, extremismo na sensura dos comportamentos. Hoje a cristandade já não é assim. Tem ainda alguns tiques do passado poderoso, mas já ninguém tem medo deles. A civilização que pôs a fé critã no seu lugar, não seria capaz também de o fazer com o maometanismo? Quanto mais livres forem os islamitas de praticarem os seus rituais na Europa (dentro dos limites da lei geral), maior será a sua influência moderadora nas outras partes do Mundo islâmico. Quanto mais mulheres poderem andar de cara destapada, a estudar, a trabalhar fora de casa, e assim serem vistas nas televisões do Irão, mais jovens iranianas sentirão coragem de lutar contra a discriminação de que são vítimas.
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A crise de facto afectou tudo e todos. Presumo que a produção do chocolate e dos relógios esteja em baixa, é que só assim se explica o facto dos suíços terem tempo para pensarem em referendos estúpidos.
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Uma ideia deste calibre só podia vir duma direita rafeira.
Foi-se o Bush mas ficaram as moscas.
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Daniel, não sei se está a par desta história:
http://www.rights.no/publisher/publisher.asp?id=59&tekstid=2891
Um padre, homossexual assumido, corrido da sua paróquia pela população muçulmana.
Provávelmente serão apenas uma pequena minoria de intolerantes, não acha Daniel?
Agradecia o seu comentário.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 20:04
Não, José. Acho que os cristãos são intolerantes com os homossexuais e a esmagadora maioria dos muçulmanos ainda mais. Só na sa cabeça é que pode estar a ideia que eu acho que os muçulmanos são o Nirvana. O que realmente me incomoda é ver alguém que diz o “casamento entre pessoas do mesmo sexo é um assunto que ocupa agora o 89º lugar na minha lista de preocupações e prioridades” só se preocuparem com os direitos dos homossexuais quando estes são vitimas dos muçulmanos. Imagino o seu dilema: quem dexprezar mais? Eu defendo os direitos dos homossexuais nos países muçulmanos (pode fazer uma busca aqui no blogue) e aqui. O senhor, só se preocupa se der para alimentar um qualquer outro ódio.
Caro AP, se não acha suficientemente problemático autorizar a disseminação de ideais religiosos pela Europa, que chocam claramente com os princípios democráticos e de respeitabilidade humana que caracterizam as sociedades ocidentais, não sei o que considera realmente como um problema.
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“Foi retirado em várias cidades da Suiça”, se isso é verdade Daniel é grave, muito grave, significa mais uma machadada no direito dos europeus de se manifestarem e tentarem travar na sua própria terra esta invasão insidiosa e monstruosa da besta islamita, estou farto de repetir, a esquerda dita “tolerante” e “multi cultural” há-de chorar lágrimas de sangue num futuro não muito longíquo devido à sua cegueira pró islâmica, pode-se ser de esquerda defendendo a nossa civilização, a nossa identidade, a nossa cultura e os nosso valores quando toda a esquerda perceber isso será imparável nas suas conquistas, da minha parte estou disposto a dar a vida por essa esquerda com que sonho, patriótica, solidária, justa e revolucionária!!!
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Acho bem. Construamos mesquitas por todo o lado, deixames crescer as nossas barbas e cubramos as mulheres…Gosto especialmente desta última parte. Desconfio é que neste blogue, se calhar, é politicamente incorrecto…
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Curioso…é que há bairros por essa Europa fora em que os muçulmanos não querem nada nem ninguém que coloque em causa o Islão…
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É uma questão de auto-defesa perante um perigo chamado islão, ou você tem dúvidas de que se não nos pomos a pau, eles tomam conta disto e lá se vai a possibilidade de você depois poder vir para aqui defender os direitos dos cristãos.
Não Daniel, está enganado, com gente como você é que o mundo vai longe. Ou, como diria o outro: quem muito se abaixa o cu lhe aparece.
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Chico da Tasca # 6
“O Sr. Daniel que diga aqui em quantos países islamo-fascistas é que as torres de igreja são permitidos”
“Islamo” fascistas são os países com ditaduras fantoches pró-americanas em que os partidos islamistas são reprimidos, mas esses não são islamistas.
Em todos os países islâmicos (à excepção, por enquanto, da Arábia Saudita, o Vaticano muçulmano) as igrejas e sinagogas são e SEMPRE foram autorizadas, ininterruptamente durante 14 séculos…
O Chico da Tasca pode indicar UM SÓ país cristão europeu, onde as mesquitas tenham sido autorizadas ao longo desses 14 séculos ?
Parece que a intolerância está do lado cristão…
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Que milhares de minaretes floresçam na Europa, para incomodar ainda mais a neoconeiragem…
Aliás, sendo a 2ª religião europeia (120 milhões de europeus são muçulmanos) e a única que está em progressão meteórica, justifica-se a construção maciça de novas mesquitas com minaretes cada vez mais altos, até porque dinheiro não falta, no Golfo e não só…
Na Europa é que está tudo teso. Isso e a conversão de muitos europeus e europeias ao islão é que irrita a neoconeiragem, como se vê aqui…eh, eh, eh, eh….
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Imaginem, cruzes canhoto, Portugal governado por islãmicos, o Euroliberal como ministro da propaganda e a gente aqui a discutir livremente estes temas. Tão a ver, não estão?
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 20:53
Rafeiro, se o senhor não é ministro o que o leva a pensar que o Euroliberal seria? É que talvez não fosse mau ler para o que escreve e perceber que há algumas semelhanças entre os dois.
Why European women are turning to Islam
By Peter Ford | Staff writer of The Christian Science Monitor
http://www.csmonitor.com/2005/1227/p01s04-woeu.html
Por que razão não poderiam dispor estas europeias muçulmanas de mesquitas com minaretes bem altos ?
De facto sendo os minaretes (também) símbolos fálicos, a sua construção king size ilustra bem a taxa de fecundidade islâmica em comparação com a cristã na Europa… Os muçulmanos pinam mesmo ….e são eles que estão a segurar a natalidade na Europa… porque os minaretes deles são maiores….
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Daniel,
Você diz (cita) coisas que eu nunca disse. Não sei se fez confusão com algum outro José.
O que eu quis dizer é que do mundo muçulmano vêm demonstrações de muito maior intolerância em relação aos poucos aspectos em que os católicos ainda têm pequenas intolerâncias. Além disso, esse mundo tem um outro infinito número de intolerâncias.
Quanto aos homossexuais, lembro-me de ainda há muito pouco tempo ser exigido o direito à diferença, uma vez que se consideravam diferentes, agora exigem para duas pessoas iguais um tratamento (casamento) igual àquele que é dado quando se trata de duas pessoas diferentes. Aliás, suponho que nalguns países existe essa diferença nos contratos chamados casamentos e nem por isso são menos evoluídos do que nós. Mas veja lá essas citações, se fizer favor, porque não me sinto bem com confusões desse tipo.
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Há algumas diferenças eu, por exemplo, não chamo putas às mulheres islâmicas como ele chama às ocidentais. E, engraçado, nunca o vi censurá-lo por causa disso.
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“Na esperança que se comprove que o medo e a intolerância são parentes da ignorância.”
Eu tenho medo sim, e sou intolerante com intolerantes sim, se esses intolerantes representarem um perigo real. Não vejo que isso prove a minha ignorância, creio que prova a minha sensatez. Se a evolução demográfica nos países muçulmanos e no Ocidente continuar a ser o que tem sido; e se a presença muçulmana em alguns países ocidentais continuar a aumentar: é apenas uma questão de tempo até que a liberdade de nesses países se dizer o que se entenda sobre o islamismo ou outra religião qualquer se extinga. Mesmo com as comunidades muçulmanas em minoria, já há bairros em certos países ocidentais em que um adquirido básico como a igualdade dos sexos perante a lei é ofendido todos os dias, perante a indiferença das autoridades. Há mesmo juristas que defendem, em nome do mulculturalismo, a aplicação de leis diferentes para cidadãos pertencentes a diferentes comunidades dentro do mesmo país. Que Deus, ou Alá, lhes valha. Se eu fosse cidadão suiço, votaria contra os minaretes. E também gostaria de votar aqui contra esta mania petulante da esquerda de rotular de ignorante quem não afina pelo mesmo diapasão.
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#29
Daniel, pedi-lhe apenas um comentário à história que linkei.
Você tratou de dar um mortal com flic-flac à retaguarda, foi buscar um comentário que fiz aos arquivos e tratou de me julgar sumáriamente.
Olhe, não se incomode muito com o meu comentário, penso que apenas o Daniel o terá interpretado à letra.
Fique sabendo que todos os meus amigos homossexuais ( que eu muito estimo, admiro e respeito ) têm uma opinião parecida com a minha quanto à prioridade do casmento entre pessoas do mesmo sexo.
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É para mim incompreensível esta histeria anti-islâmica. O islamismo não é, em si, nem perigoso nem violento, embora tenha os seus fanáticos como o cristianismo e o judaísmo. Basta pensar em Bush e Bin Laden.
O que é mais engraçado é que, tendo o mesmo Deus e, por isso, o mesmo Paraíso, onde não haverá muros nem arame farpado, as almas judaicas, cristãs e islâmicas irão coabitar na beatitude e na paz dos justos.
É claro que no Paraíso de Deus, de Alá e de Adonai (é um mesmo Deus, não esquecer) não poderão entrar aqueles que mutuamente se rejeitam por razões religiosas. Se mais não fosse, porque não amam o próximo, não amam o seu irmão.
Convenhamos que Deus tem mesmo de ser infinitamente bom e ter uma inesgotável paciência!
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Em Moscovo lidaram de forma curiosa com uma proposta similar, para abrir uma nova mesquita em Moscovo, teria de haver uma igreja ortodoxa em Meca.
PS: Daniel, obrigado pela sugestão do Tigre, restaurante fantástico com vista fantástica e uns tromoços excepcionais para ver Beirute ao pôr-do-sol!
http://jmm.aaa.net.au/articles/22128.htm
Given that Moscow has only four mosques – the same number it had at the end of Soviet times – but a Muslim population that may number as many as 2.5 million, Muslims in the Russian Federation were delighted by the offer and the attention from abroad it suggests. But many non-Muslim Russians were horrified that another mosque might be opened in their capital.
After the Saudi offer was reported, three Russian Orthodox groups [...] released an open letter to Saudi King Abdullah suggesting that there should be another mosque in Moscow only after a Russian Orthodox church was opened in Mecca.
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Nem sei se esta questão dos minaretes é para rir ou para chorar.
Sei que os suíços, tal como os holandeses, tão liberais que eram em termos culturais… até ao dia em que o Marroquino virou vizinho, o africano virou vizinho, o magrebino ou árabe quis fazer um minarete lá no bairro! Aí! Alto e paira o baile! Alto e paira o baile – Tal como o Daniel Oliveira não vai viver para a Damaia, muitos dos que aqui comentam não contemplam a possibilidade de olhar pela janela e ver um minarete em frente á janela. Porque no dia em que isso acontecer, no dia em que isso acontecer é uma á Edward Kennedy – Fez aprovar o direito á colocação de torres eólicas compulsivamente, mas no dia em que quiseram colocar uma mesmo em frente á sua propriedade no Maine moveu mundos e fundos para o impedir.
Na Itália, apesar de 85% da população ser a favor não se pode ter crucifixos nas salas de aula, mas neste caso, conta a vontade de 85% dos suíços já de deve poder!
É a esquerda a ter, como sempre, problemas com a vontade do povo.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 22:05
Olympus Mons, mas sabe lá para onde eu vou ou não vou viver.
De resto, a democracia, pela enésima vez, não é a ditadura da maioria. A maioria não pode retirar à maioria os direitos que garante para si. Se o fizer, acaba-se um dos fundamentos da democracia: que todos são iguais perante a lei.
34 Daniel Oliveira
8 Nov 2009 às 20:53
Podemos então depreender que o Daniel se demarca de ambos.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 8th, 2009 at 22:02
Dazulpintado, refere-se a Euroliberal e Rafeiro? Mas há alguma dúvida? Euroliberal é um fascista religioso e Rafeiro é um islamofóbico, que é uma forma de “racismo” como qualquer outra. Nem menos nem mais tolerável.
As mulheres europeias que gostam de homens e detestam o putedo feminista estão a converter-se ao islão… que as protege mais… e não as trata como objectos sexuais… e esta, hem ?
“Those reasons reflect many female converts’ thinking, say experts who have studied the phenomenon. “A lot of women are reacting to the moral uncertainties of Western society,” says Dr. Jawad. “They like the sense of belonging and caring and sharing that Islam offers.”
Others are attracted by “a certain idea of womanhood and manhood that Islam offers,” suggests Karin van Nieuwkerk, who has studied Dutch women converts. “There is more space for family and motherhood in Islam, and women are not sex objects”
http://www.csmonitor.com/2005/1227/p01s04-woeu.html
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20% dos russos são muçulmanos (30 milhões). Há 14 séculos. Quanto cristãos há na Arábia ? Tantos quanto os muçulmanos que há no Vaticano…
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“Euroliberal é um fascista religioso” Pérola do Daniel Oliveira, cujo verniz parece estalar…
A sério, Daniel ? Então benvindo ao nosso clube (dos fássistas), seu fascista ateu….
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Os comentários do Euroliberal servem, para quem ainda não sabe, como “comic relief” nos posts em que actua.
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Ah! Não era comigo! O Daniel não lê o que eu escrevo!
Então posso dizer que este fim de semana não correu nada mal. O Porto perdeu, o Sporting empatou e o Benfica vai ganhar amanhã na “catedral” sem minaretes, que não é preciso!
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“se o Euroliberal é um fascista religioso”, o Papa é um activista dos direitos nazis
Daniel, não se estique, pq o Euroliberal sabe mais de história classica, nomeadamente árabe, do que vc saberá algum dia de linguistica de papagaios…
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Eu acho que se 84% dos italianos querem crucifixos nas escolas querer impedi-los é uma atitude fascista (ou estalinista, é o mesmo) !
Eu, sendo católico, não me oponho (pelo contrário) a que em Marrocos onde os muçulmanos são 99%, nas escolas haja crescentes e versículos do Corão.
E eu é que sou o fascista ?
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Euroliberal, isto da conversão de mulheres europeias ao islamismo deve estar relacionado com um esperança de mais minetes.
É o que dá ler depressa demais.
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O link do Euroliberal é fabuloso!
“The death of Muriel Degauque, a Belgian convert who blew herself up in a suicide attack on US troops in Iraq last month, has drawn fresh attention to the rising number of Islamic converts in Europe, most of them women.”
Comentado assim:
“The phenomenon is booming”
Perceberam?… BOOOOOMing!!!
E a outra; “Os muçulmanos pinam mesmo… porque os minaretes deles são maiores….”
Faltou o “punchline”:
Tão grandes que…REBENTAM COM ELAS!!!!!
É genial! Ganda Euroliberal! Sou fã.
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Bem, fora a bullshit e o artigo mal escrito do Público (gastar o dinheiro do tio Belmiro em deslocações para isto é pouco, que não se ande a chorar depois) o que interessa é que o SIM ganhe e parece que vai ganhar. Acabe-se com o Estado Providência que os europeus de uma cultura cristã criaram e sustentam e os minaretes caem de podres.
Para Portugal que venha o referendo ao casamento gay.
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Vi aqui uma excelente análise ao Rio Ave-Sporting!
http://visaodemercado.blogspot.com/
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Para o Euroliberal: caro, nós os ocidentais damos tantas ou mais quecas do que os muçulmanos, a diferença é que nós usamos contraceptivos e eles não e a mulher até deve ser considerada uma porca se tiver um orgasmo! Outra: o Islão vê sim as mulheres como objectos que servem para parir e obedecer ao homem. se é essa a “feminilidade” e “masculinidade” que as holandesas procuram, ze zijn gek geworden…
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Claro que há muçulmanos tolerantes, e há cristãos ou ateus intolerantes. Mas é um facto que os muçulmanos que actualmente vivem na Europa veem de culturas onde os direitos humanos são rotinamente desprezados.
Para uma mulher, ou para um homosexual, isto não é um pormenor. Foi preciso um grande esforço para que na cultura ocidental os direitos das mulheres começassem a ser respeitados.
O Daniel acha que é justo pedir às mulheres que aceitem em silêncio a expansão duma cultura que não as respeita?
É um facto que em vários países europeus, como resultado da imigração vinda de países islâmicos, as mulheres deixaram de poder andar à vontade em várias zonas, e as agressões a homosexuais se tornaram muito mais frequentes. Isto não é propaganda de extrema-direita, e não é justo querer silenciá-lo e esperar que as pessoas simplesmente se resignem à perda de direitos e segurança.
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Daniel, comparar o Euroliberal com o rafeiro vai-me desculpar mas é demagogia e da boa, não faça isso, você é demasiado inteligente para uma coisa dessas…
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Esta é no atrazado Paquistão dos talibãs:
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1413545&seccao=%C1sia
Esta no moderado Marrocos:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=4BE33811-AED1-44EA-AC53-D08B4DAD22C6&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021
E esta aqui mesmo ao lado na tolerante Espanha:
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1413641&seccao=Europa
Pode chamar-me islamofóbico à vontade.
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E estes exemplos, não foi preciso ir buscá-los aos blogues islamofóbicos que se dedicam à caça de noticias destas, que se tivesse ido aí então tinha encontrado exemplos bem mais violentos.
Sim, essa canalha misógena e pedófila dá-me cabo dos nervos e faz-me medi, e depois? E, já agora, chame-me também nazi-sionista como faz o Euroliberal quando aqui, democráticamente, insulta quem lhe faz frente.
[Responder]
“o Islão vê sim as mulheres como objectos que servem para parir e obedecer ao homem. se é essa a “feminilidade” e “masculinidade” que as holandesas procuram…” # 57
Mas que quer você, é disso que as mulheres sempre gostaram: um marido que saiba mandar nelas e ter filhos, enfim, ser mulher a sério… estão fartas de paneleirotes “não-machistas” e estão exaustas de a andarem a fazer de “supermulheres” mal-fodidas… É a vida ….
[Responder]
A lampionagem já se cansou de comentar a notícia da final do jogo da malha, entre o Chico e o Zé Pedro, n’”A Bola”?
[Responder]
Agora é que eu percebi o “linguajar” destes radicais
islâmicos!
Os “minaretes” deles são maiores.
O Allah tem aquele “stock” inesgotável de virgens para quem se martirizar.
Afinal de que lhes serve o tamanho se só lhes dão uso depois de se “rebentarem”?
[Responder]
“62 Euroliberal
“é disso que as mulheres sempre gostaram: um marido que saiba mandar nelas e ter filhos, enfim, ser mulher a sério… estão fartas de paneleirotes “não-machistas” e estão exaustas de a andarem a fazer de “supermulheres” mal-fodidas… É a vida ….”
Apoiado! E bem visto, Euroliberal.
E para o honrar, se tiver uma filha, terei todo o prazer em enfardar-lhe nos cornos enquanto a fodo à bruta, com um saco de plástico na cabeça – perdão, uma burka. E se não gostar do servicinho, ainda nos podemos depois divertir os dois a mata-la à calhauzada! É a vida… Bem boa!
[Responder]
Este debate tem subjacente a ideia que o Islamismo é uma religião. Porém o Islamismo não é apenas uma religião. O Islamismo tem também uma agenda política, uma agenda jurídica e uma agenda para a definição de costumes. Isso não seria uma catástrofe se essas agendas fossem a sufrágio. Ora essas agendas, no Islamismo, porque emanadas da palavra de Allah não são sufragáveis. Serão impostas pela força. E que agendas são essas:
Sobre o ponto de vista político a agenda do Islamismo faz parecer o Partido Nacional Socialista da Alemanha uma benévola associação de aprendizes do totalitarismo. O Califado só considera o direito á vida dos crentes… Para os não crentes nada sobra.
Sobre o ponto de vista jurídico teremos a “charia”. Haverá o corte de mãos, os apedrejamentos e outros mimos da justiça “divina”.
Sobre o ponto de vista dos costumes, teremos em toda a Europa o vestuário imposto pelo Islamismo no Afeganistão, e sobejamente conhecido das imagens da Televisão.
O Islamismo tem um projecto totalitário global para todos os aspectos da sociedade mundial.
Os seus companheiros de percurso só tem projectos e agendas parcelares, que por vezes são coincidentes, mas esses companheiros de percurso serão rapidamente descartados dentro do Califado. E que são esses companheiros de percurso?
São alguns partidos de esquerda que sem possibilidade de crescer eleitoralmente, pensam que se substituírem a população nativa por população importada (o que incluí Islâmicos) vão subir eleitoralmente.
São os empresários que usam mão-de-obra intensiva (ex. construção civil) que querem pagar mais baixos salários, a que os trabalhadores locais se não querem sujeitar, e por isso importam trabalhadores (o que incluí Islâmicos) e empurram os nativos para fora do país.
São as religiões cristãs que receiam a limitação da sua influência na sociedade pensando na teorias dos dominós. Se as autoridades limitarem o Islamismo também podem limitar outras religiões.
Ora eu defendo, tal como a Alemanha faz com o Partido Nacional Socialista, a proibição do Islamismo. O Islamismo, tal como o nazismo são uma doutrina totalitária e deve ser proibida como estrutura organizada. Na cabeça das pessoas pode existir, tal como penso que ainda há admiradores de Hitler, também haverá Islamitas. Como estrutura organizada, e pelas mesmas razões, não devem ser permitida.
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Os italianos, partidos da esquerda e da direita juntos, à excepção de uma minoria de fundamentalistas ateus, querem crucifixos nas escolas e não vão cumprir a sentença jacobina do TEDH…
http://www.lefigaro.fr/international/2009/11/06/01003-20091106ARTFIG00002-l-interdiction-du-crucifix-a-l-ecole-trouble-en-italie-.php
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Atom,
Esta a brincar ou esta a falar a serio?
Esta-se a esquecer da fantastica idade das trevas na Europa? Ou que foi mesmo ‘a porrada que se conquistou o avanco do ocidente?
E esquece-se que muitos dos paises islamicos foram explorados forte e feito, e que as oligarquias usam a religiao para manter as pessoas abaixo de cao e incultas de modo a nao serem desafiadas?
E que o mesmo nos sucedeu a nos?
Que lhes importa usar interpretacoes literarias da sharia para controlar a populacao, e que isso em nada tem haver com grande parte das pessoas, e que quando fala de mundo islamico esta a falar de um mundo vastissimo e em nada homogeneo?
E que se olhar para a Malasia ou Indonesia, o seu paradigma nao se aplica, sendo a Indonesia o maior pais islamico do mundo?
Nao caia em radicalismos. Torna-o igual a aquilo que critica.
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Numa altura em que se debate a influencia da igreja católica na sociedade Portuguesa, ainda não vi ninguém falar sobre as seitas que cada vez mais proliferam e que andam a roubar milhares e milhares de Portuguesas.
Até no brasil já abriram os olhos para a IURD.
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Grave é percebermos que um conjunto limitado de extremistas imbecis nos podem incutir medo. Isso é que é trágico.
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O atom (# 66) desligou o cérebro. Basta-se com o cliché desfazado da realidade… Se fosse ao Golfo, o choque matava-o subitamente… Assim ainda é pior: vai morrer estúpido…
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Eu não percebo…
Apesar de ter tido uma educação católica e a minha família, apesar de não serem praticantes são católicos, tenho muitos amigos muçulmanos e são pessoas excepcionais. Respeitam o facto de eu não ter a cultura deles (pk qd estou com eles eu é q estou em minoria), e não me sinto mal com isso.
Muitas vezes o que lhes faz confusão não é o facto de haver cristãos, mas sim o facto de não se acreditar em Deus, mas isso também faz confusão a muitos cristãos.
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A mim faz-me confusão que se acredite em Deus, mas lido muito bem com isso.
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Daniel, depois queixam-se as pessoas conotadas com o Bloco de esquerda de só falarem em chavões.
Ditadura da maioria: Mas as cidades europeias têm uma cultura e uma história paisagística que deve ser respeitada, ou não? Aliás, são visitadas precisamente por isso. Se não, então também é legitimo que eu vá a um monte alentejano e o substitua por uma casa Colonial enorme.
Pelo Daniel pode ser?
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O Euroliberal, cá para mim, gostava de ser fodido à bruta por uma muçulmana feminista…
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O pior em qualquer sociedade é sempre o preconceito e a ignorância.
Mesmo numa sociedade tão avançada como a suiça.
Já visitei uma mesquita na Tunísia, em Cairuão, e visitei-a apenas até ao local onde os não-crentes o podem fazer. Já visitei, obviamente, templos católicos, protestantes e também uma sinagoga, a de Lisboa. Porém, não professo qualquer religião, sou deísta.
No entanto, respeito todas elas no pressuposto que também elas me respeitem a mim.
Portanto, numa sociedade laica, todas as religiões podem expressar-se livremente, contanto que respeitem as leis e regras da sociedade civil do país em causa.
Quanto ao resto, se erguem minaretes ou torres com sinos, isso a mim parece-me dispiciendo.
Quanto ao resto acho a arte árabe lindíssima: proponho-vos que visitem o Alhambra de Granada e os Reales Alcázares de Sevilha, porque são realmente fascinantes.
Nós portugueses devíamos ter mais orgulho na nossa herança cultural árabo-berbere.
Não podemos continuar a confundir o extremismo islâmico, que deve ser combatido, tal como qualquer outra forma de extremismo terrorista, com a cultura árabe e berbere que enformou toda a nossa cultura ibérica.
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Na Suíça, o Partido do Povo Suíço (UDC) está na cidade de Friburg a verificar junto do Escritório dos Magistrados Examinadores a possibilidade de abrir uma investigação criminal devido às afirmações emitidas por um imã numa das mesquitas da referida urbe. O imã, alta autoridade religiosa muçulmana, terá apelado a que «se castiguem os inimigos do Islão e se apoiem os irmãos que lutam na Tchetchénia, no Afeganistão, no Iraque e na Palestina.» Na opinião do UDC, tais declarações estão sujeitas ao código penal suíço. Daniel Gander, líder do partido em Friburg, e a deputada Stéphane Peiry escreveram, ao orgão jurídico competente acima citado, que «tais incitamentos não são tolerados pela nossa lei e pelos valores que defendemos na Suíça.»
Mais um imã que desconhece os valores da paz e do amor pregados pela sua religião, e ousa pregar a «Jihad» em nação onde é cidadão estrangeiro?…
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@FC: Eu defendo a luta contra as acções antidemocráticas, não contra a expressão das ideias. Além disso, tem-se visto como o bem que a hostilidade tem funcionado.
Antidemocrático é defender que só alguns podem professar a sua religião, e reduzir o Islamismo aos fanáticos é sinal de ignorância.
@JMC: “Há mesmo juristas que defendem, em nome do mulculturalismo, a aplicação de leis diferentes para cidadãos pertencentes a diferentes comunidades dentro do mesmo país.”
A questão é mesmo essa: defender a mesmas leis para todos, incluindo ter edifícios privados que respeitem a mesma lei que todos. Se são minaretes, igrejas cristãs ou centros comerciais, não interessa.
E já agora, defender a mesma lei para todos no que toca a ter um local de oração da sua religião (privado e pago pelos seus crentes, não por nós).
@Olympus Mons:
Eu sei que a distinção entre edifício público (pago por todos) e privado é difícil, mas faça um esforço
@Luci: ninguém lhes pede silêncio. Pelo contrário, não silenciem os outros para que os fanatismos possam ser desmontados e combatidos.
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“se castiguem os inimigos do Islão e se apoiem os irmãos que lutam na Tchetchénia, no Afeganistão, no Iraque e na Palestina” disse o imã e muito
bem.
O dever de todo os muçulmanos é de apoiarem os seus irmãos que se defendem na sua Pátria de terroristas invasores e ocupantes, o que seria válido para quaisquer povos e religiões e é conforme ao direito internacional (a legítima defesa contra ocupantes é a única guerra legítima).
A actuação dos nazis da UDC é que parece cair nas malhas da lei. Opõem-se à legítima defesa de povos ocupados contra nazis ocupantes e apoiam os crimes de guerra destes, condenados pelo direito internacional.
Eu aconselharia esses bandalhos da UDC a acalmarem-se, porque indepependemente de processos judiciais , arriscam-se a ter a sorte daquele islamófobo holandês que não parava de insultar os seus concidadãos…
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Exmº Sr. Comentador -Mor Destilador de Ódio
Vá reflectir um bocadinho, sentando-se no topo do minarete da Mesquita de Lisboa.
Se a nossa comunidade Islâmica lho permitir…
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Euroliberal, ainda há quem na Europa não tenha medo desses porcos islâmicos que você tanto adora e que esteja disposto a dar a vida pela liberdade deste Continente. Ah! e não se esqueça, esse holandês barbaramente assassinado será vingado, não duvide disso nem por um segundo.
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Cuidado com os anacronismos. Há muitos anos atrás os minaretes eram construídos mais altas para suplantar os outros locais. Hoje é porque faz parte da sua arquitectura e da sua estética. Há muitos anos atrás, o hino de Portugal dizia “contra os bretões marchar, marchar”, hoje essa palavra foi substuída por “canhões”… e assim sucessivamente. O que interessa é que o Islão tem uma cultura, até durante a sua ocupação da Peninsula Ibérica, de tolerancia religiosa, ao contrário do Cristianismo que sempre perseguiu os que não aderissem aos seus rituais. O fenómeno a que assistimos hoje, de fundamentalismo islâmico é relativamente novo e é indissociável de uma ocupação ilegítima e intorável de um território que pertence aos palestinos. Outra coisa (não sei se já alguém disse isto): repare-se que o referendo suiço tem uma lógica que subverte a priori o resultado: o “sim” singifica proibir e o “não” significa aceitar. Portanto, este “referendo” foi visivelmente manipulado politicamente para redundar neste triste resultado…
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