63 respostas ao post “Quem está a riscar quem do mapa”  

  1. 1 1  cobardolas

    Os Palestinianos vivem literalmente em ilhas rodeadas por Israel. Não se consegue viver assim.

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  2. 2 2  Spartakus

    Nem mais, Daniel.
    Contra factos só a estupidez ou a má fé.

    Tipo não haver ” crise humanitária “.
    Post que faltava. Assim não deve levantar dúvidas. Até aos cegos.
    Abraço.

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  3. 3 3  gazua

    Egypt FM: Hamas gave Israel the excuse to launch Gaza offensive
    http://www.haaretz.com/hasen/spages/1051979.html

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  4. 4 4  nuno castro

    Deveria ficar na história como uma das mais eficazes (e aplaudidas por tantos sectores) limpezas étnicas dos últimos 30 anos. Note-se que digo “eficazes”! Porque nem os Hutus conseguiram “limpar” impunemente e por tanto tempo os tutsis.

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  5. 5 5  josé manuel faria

    Israel é o mau da fita. Não esquecer que os Palestinianos têm de aceitar o Estado Israelita na região para ser negociada uma solução duradoira, senão nunca mais, e os inocentes a sangrarem/morrerem continuamente.

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  6. 6 6  João Pinto e Castro

    Os palestinianos recusaram a partição da ONU de 1947. Os países árabes invadiram repetidamente Israel até 1973, perdendo todas as guerras e território em cada uma delas. É essa a principal explicação para os mapas acima, os quais provam principalmente a estupidez sectária dos líderes palestinianos, que só nos anos 90, quando já quase tudo estava perdido, aceitaram (e, ainda assim, nem todos) o princípio do direito de Israel à existência. Significará este post que o Arrastão se congratula com a situação?

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  7. 7 7  Daniel Oliveira

    Uma leitura bastante simplista da história. E agora? Qual passou a ser a justificação? Antes eram os países árabes. Depois Arafat. Agora o Hamas. E tudo se explica sempre assim: o muro, o gueto, as prisões em massa, o roubo das terras, a demolição das casas, os colonatos… Tudo isto foi por culpa dos palestinianos. Tudo. A lógica aqui não existe. Não é necessárias. Depois os fanáticos são os outros.

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  8. 8 8  jem

    Daniel

    Este post é absurdo porque de 49-67 a não havia Palestina.O Egipto invadiu e apossou-se de Gaza e a Jordânia da Cisjordânia (o que nunca preocupou os outros países árabes nem Arafat).

    Mais uma peça de demagogia barata.

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  9. 9 9  á de moura pina

    Daniel, alguém terá mesmo acreditado (e desejado) que o resultado da partilha de 47 fosse outro?

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  10. 10 10  Joao Cardoso

    Ó jem, eu diria mesmo mais: em 49/67 nem sequer havia palestinianos.

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  11. 11 11  João Moreira

    Começar a fazer contas em 1947 é batota. Quando chegaram os mululmanos à região? E os judeus? Quem começou por expulsar quem de onde?
    Um dia é da caça, outro é do caçador. Karma is a bitch…

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  12. 12 12  zab

    “There is no such thing as a Palestinian people.” -Golda Meir

    A região conhecida como palestina foi governada sucessivamente por Roma, islâmicos e cristãos, pelo império otomano e, depois da WW I pelos britânicos, que concordaram em restabelecer para os judeus, uma parte daquele território que era ancestralmente a sua terra natal.

    O curioso do post, é que sugere que Israel se tem apropriado de terra que não lhe pertence, quando na realidade, foram sempre os árabes a iniciarem as ofensivas contra Israel. Tal como agora: lançar rockets é o quê? Se não é provocar Israel, é o quê?

    Só aos terroristas do Hamas podem ser imputáveis as vítimas civis. O seu único objectivo, expresso nos seus estatutos é a destruição do estado de Israel. Pouco lhes importa a própria população. Escondendo-se e misturando-se com ela, tornam-se nos seus carrascos monstruosos, deixando ao mundo “ignorante” e sedento de mais uma “pedra” anti-sionista, a glória da morte e do “martírio”. Ainda há pouco mais de uma semana, dizia Mahmoud Zahar (sobre a mais que provável retaliação de Israel) : “Israel can invade, by all means”.

    O mesmo mundo que hoje se apavora com a força brutal empregue por Israel, já se esqueceu das cenas de violência e morte de há ano e meio, que estes mesmos radicais assassinos do Hamas, perpetraram contra os seus “irmãos (irmãos ???!!! ) palestinianos” da Fatah na tomada do poder pela força em Gaza.

    O mesmo mundo que hoje vê horrorizado as imagens chocantes de crianças mortas e feridas, não se chocou nem revoltou com o programa infantil difundido pela televisão do Hamas, com o look-alike Mickey, Farfur, incitando à morte, à violência e à destruição do estado de Israel, nem se escandalizou de ser possível ver uma criança de tenra idade, apregoar a morte, candidatando-se a mártir.

    As moedas têm sempre duas faces. O Mapa pode ter mudado nos últimos 60 anos. Não basta “supor”, é preciso é perceber bem porquê.

    Que um Deus, qualquer que ele seja, dê descanso às almas das vítimas, de ambos os lados, desde terrível conflito.

    Bom Ano a todos, com muita paz.

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  13. 13 13  David Oppenheimer

    Daniel

    Deixe-me reiterar o que já foi dito mais acima: a sua interpretaçao destes mapas demonstra uma de duas coisas – desconhecimento da história ou má fé. O primeiro mapa (o da partiçao de 1947) foi aceite pelos judeus e rejeitado pelos árabes. Seguiu-se a guerra de independência de Israel. Israel ganhou. Eu sei que isso o desilude. Mas ganhou. E o resultado é o segundo mapa. Repito: 1. Proposta de partiçao; 2. Rejeiçao árabe e promessa de deitar os judeus ao mar; 3. Guerra; 4. Segundo mapa do seu post.

    Tudo isto nao invalida a injustiça da Ocupaçao pós-1967 e muitos outros erros de Israel. Mas demonstra que nao se trata aqui apenas de uma grande conspiraçao judaica (como diz a legenda dos seus mapas) para apagar os palestinianos do mapa. E, by the way, acho que ninguém nos comentários está a dizer que “tudo isto foi por culpa dos palestinianos”. Claro que nao. Mas a sua insistência na narrativa simplista dos judeus (israelitas) malandros a roubar maquiavelicamente terra a uns árabes indefesos pura e simplesmente nao tem nada a ver com a realidade (histórica, geográfica, estratégica). Os árabes em geral, e os palestinianos em particular, contribuíram para o seu próprio destino pelo menos tanto como os judeus (israelitas).
    O Daniel fica furioso quando se culpa apenas os árabes e a liderança palestiniana por aquilo que se passa desde 1947? E tem razao. Agora imagine como eu fico quando leio aqui comparaçoes entre israelitas e hutus. Ou israelitas e nazis, que é a nova moda.

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  14. 14 14  Pedro

    Que demagogia.

    O mapa de 2000 não equivale ao mapa de hoje (Israel saiu totalmente de Gaza e entregou mais áreas à Autoridade Palestiniana), e nenhum mapa consegue mostrar que o Hamas é o ÚNICO obstáculo a um processo de paz que resulte na independência da Palestina.

    Já agora, e um mapa da JUDEIA pré-muçulmana, não se arranja?

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  15. 15 15  Miguel F. Carvalho

    o último ano que se nos apresenta é 2000!!!

    mais rigor, por favor!! este blog já parece uma mistura sensacionalista de 24H com TVI…

    todos sabemos que Israel recuou recentemente para as posições de 1967…

    sei que o Daniel não é jornalista, mas o rigor não tem de ser apenas jornalístico…

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  16. 16 16  Hugo

    Primeiro deixe-me que lhe diga que concordo consigo no facto de esta guerra ser completamente desproporcional, de estarem a ser massacradas pessoas inocentes e que Israel devia imediatamente parar com a ofensiva.
    No entanto este mapa é absurdo, os palestinianos têm mais ou menos o mesmo que em 49-76 excluindo os colonatos (que deviam também ser devolvidos). A situação de Jerusalém não sei como estava.
    De qualquer forma querer voltar às linhas de 47 é impensável. Os árabes começaram 3 guerras com Israel, sem Casus Belli e felizmente perderam-nas todas, portanto têm que engolir o sapo. Uma analogia semelhante seria os territórios que foram retirados à Alemanha após a 2ª guerra. Deve a Polónia devolver a Silésia e a Prússia à Alemanha? A Russia o enclave de Kalinigrado?

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  17. 17 17  Ricardo Ramalho

    Não são só os Israelitas que ficam mal na figura. Os Árabes do Hamas não ficam nada bem nesta figura…

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  18. 18 18  xatoo

    porque é que os comentários no post “má sorte ter nascido palestiniano” ontem eram 54 e hoje são só 45?
    é que assim acaba o debate com a gritaria ofensiva dos pró sionistas – limpando do mapa a argumentação fundamentada que os mete a ridiculo.
    vejam se conseguem corrigir, pf

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  19. 19 19  kruzeskanhoto

    Ainda vejo demasiadas manchas verdes no mapa…

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  20. 20 20  Daniel Oliveira

    “todos sabemos que Israel recuou recentemente para as posições de 1967… sei que o Daniel não é jornalista, mas o rigor não tem de ser apenas jornalístico…”

    Não sei bem o que lhe diga. Talvez que se informe antes de exigir rigor. A ignorância perdoa-se, a ignorância arrogante já é mais dificil de perdoar.

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  21. 21 21  A.R.A

    LEVY

    Gostava que me explicasse estes mapas.

    A TODOS

    Porquê confinar a relegião judaica a um espaço territorial como se da sua propria sobrevivencia se tratasse? Não é verdade que existem judeus de todas e mais variadas nacionalidades?

    E o caso dos judeus Etiopes? Será que algum judeu me poderá elucidar porque lhes barram a entrada na Palestina, perdão, em Israel? Será que existem judeus de 1ª e os outros?

    As religiões são o pior dos males do mundo.

    A.R.A

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  22. 22 22  William

    Realmente, a condição palestina é lastimável, pelo menos em termos de poderio militar. A ideologia e a fé no nacionalismo, no entanto, são impressionantes!
    Parece que a única saída é mesmo negociar! Mas efetivamente a quem interessa a paz? Esse parece ser um artigo de luxo justamente no lugar onde a fé no mundo espiritual parece ser a mais exercitada.
    Paulo de Tarso perseguiu e acabou perseguido a ponto de perceber que este mundo um dia deverá render-se ao mundo espiritual. Alguns parecem querem inverter essa ordem divina!
    Dói no coração a morte de inocentes!

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  23. 23 23  Paulo Querido

    O que o mapa publicado pelo Daniel nos diz, com muita clareza e crueza, é quem é o vencedor próximo desta guerra que aparentemente se aproxima do seu termo (passará a subsistir como guerrilha, pois que estamos muito longe da paz no Médio Oriente).

    Talvez a visualização do seguinte mapa contribua para esclarecer os mais sectários e ao mesmo tempo relembrar que dos vencidos a História também reza, porque nem só os vencedores publicam livros de História (carregue no play).

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  24. 24 24  Pedro

    A.R.A.

    Mas qual barram a entrada qual quê! Informe-se! Israel foi salvar MILHARES de judeus etíopes nos anos 80, resgatá-los de avião, debaixo de fogo!

    Chega de anti-semitismo e anti-Israel como condição sine qua non para ser de Esquerda!!!!!

    Chega de confundir a Palestina com estes terroristas talibãs do Hamas!!!!

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  25. 25 25  nuno castro

    o que sempre me surpreende em Portugal é o número infindável de Sionistas…cheios de boas intenções pois claro.

    o que eu mais gosto é o labéu do anti-semitismo. Esse é fino e fácil. Esquerda=anti-semita. Confesso que tenho o mesmo respeito pelos judeus ortodoxos como tenho pelos muçulmanos ortodoxos – ou seja: nenhum! No campo das ideias e dos hábitos andam ambos entre o primitivismo bíblico e a lobotomia. Sei do que falo: convivi com ambos. São estranhos seres com ideias idiotas e convencidos que estão cobertos de razão. Mas isto é no plano do conservadorismo religioso.

    Apesar de tudo, não procuro justificações (nem elas devem ser procuradas) quando se está perante uma limpeza étnica. É sobre isso que devemos ajuizar. E não sobre se Israel recuou para as posições de 47 (comediante ou sonso?) ou se o Hamas é o governo que Israel gostava de ter na Palestina.

    Há ou não há matéria de facto para dizer que estamos perante uma limpeza étnica?

    Por conseguinte, faz todo o sentido o título do post: trata-se de saber quem limpa quem.

    Tudo o resto é deliberada hipocrisia.

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  26. 26 26  Duarte Sousa

    «Porquê confinar a relegião judaica a um espaço territorial como se da sua propria sobrevivencia se tratasse? Não é verdade que existem judeus de todas e mais variadas nacionalidades?»

    Porque Israel representa a única garantia para a sua sobrevivência. Parece-me claro isto.

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  27. 27 27  Duarte Sousa

    «Há ou não há matéria de facto para dizer que estamos perante uma limpeza étnica? »

    É por isso que vivem em Israel um milhão de árabes muçulmanos.

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  28. 28 28  Daniel Oliveira

    Duarte Sousa, se quiser podemos falar disso. Como vivem, com que direitos e como existem numa nação que consensualmente é considerada democrática cidadãos de primeira e de segunda. Apesar daquela terra ser também deles.

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  29. 29 29  A.R.A

    PEDRO

    Eu estou informado, ao passo que voçê….mas eu ajudo:

    Judeus etíopes exigem regresso de familiares

    HELENA TECEDEIRO in DN Online

    Protesto. Polícia deteve nove manifestantes
    “Deixem o meu povo regressar” podia ler-se ontem nos cartazes que os mais de cinco mil judeus etíopes empunhavam num protesto frente ao gabinete do primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, em Jerusalém. Os manifestantes exigiam que o Estado hebraico dê direito de regresso a 8700 outros falashas mura (descendentes de judeus da Etiópia que se converteram ao cristianismo para escapar às perseguições e mais tarde regressaram à sua fé) actualmente a viver em acampamentos no Norte do seu país natal.

    “Porque é que nos estão a separar”….

    “…Chega de anti-semitismo e anti-Israel como condição sine qua non para ser de Esquerda!!!!!…”

    Só porque dou uma visão diferente sou anti-semita? Oh Pedro, poupe-me com essa teoria basica do não estás comigo estás contra mim!

    A.R.A

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  30. 30 30  João Moreira

    Há ou não há matéria de facto para dizer que estamos perante uma limpeza étnica?

    Se o senhor puder avançar provas de que os árabes estão a ser mortos porque são árabes, sim. Não podendo, toda a conversa sobre genocídio e limpeza étnica que os anti-israelitas primários têm tecido não passa de uma amontoado de bojardas de quem prefere apoiar uma guerrilha de fanáticos islâmicos mas estar contra um «amigo dos americanos».

    Duarte Sousa, se quiser podemos falar disso. Como vivem, com que direitos

    Melhor e com muito mais direitos do que em praticamente qualquer país muçulmano de que o DO se possa lembrar. Portanto, não tenha pena deles.

    Apesar daquela terra ser também deles.

    Não é. Desde 1260 que os árabes são ocupantes estrangeiros na terra de Israel. É mais do que tempo de se irem embora, ou de aceitarem viver no espaço de terra que os judeus, detentores daquela por direito histórico, achem por bem conceder-lhes.

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  31. 31 31  Pacóvio

    por favor um post sobre isso Daniel que desde uma publica que li já a largos anos que nao me tenho informado sobre isso (lembro-me vagamente da necessidade de documentos de identificação, carteiras e matriculas especiais para arabes israelitas e pouco mais)

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  32. 32 32  A.R.A

    DUARTE SOUSA

    Se calhar é melhor começar pelos conceitos para que não se misturem as águas, a vêr:

    País- Um país, de uma forma geral, é um território social, política, cultural e geograficamente delimitado. A maioria dos países é administrada por um governo que mantém a soberania sobre seu povo e seu território, garantindo assim o funcionamento e a ordem do fluxo de atividades que envolvem a sua economia e a sua sociedade.

    Religião- A Religião (do latim: “religio” usado na Vulgata, que significa “prestar culto a uma divindade”, “ligar novamente”, ou simplesmente “religar”) pode ser definida como um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que a humanidade considera como sobrenatural, divino, sagrado e transcendental, bem como o conjunto de rituais e códigos morais que derivam dessas crenças.

    Lendo os 2 conceitos, diga-me então onde é que ambos exemplificam que é necessario um complementar o outro para que ambos sobrevivam? Diga?

    Dê-me exemplos em como os judeus deixam de existir no mundo se não houver mais israelitas, diga?

    É que para mim não é nada claro nem racional.

    Eh pá! Mas explique-me como se eu fosse muito burro (se calhar até sou por que não consigo vislumbrar o que para si parece óbvio)

    É que já estou farto desta lenga-lenga da sobrevivencia como desculpa não só para Israel como também para a Ex-Juguslavia, India vs Paquistão, ect… para poderem chamar para si o pretexto de subjugarem outros povos.

    A.R.A

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  33. 33 33  Levy

    #21 ARA

    “LEVY

    Gostava que me explicasse estes mapas.”

    Não queria entrar nesta posta dos mapas, porque sinceramente estou um bocado cansado das demagogias e faltas de rigor do Daniel Oliveira em relação a este assunto. Mas vou aceder ao seu desejo.

    PRÉ 47

    Em 1922 a SDN deu aos ingleses a administração do território que corresponde hoje ao território de Israel, da Faixa de Gaza, da Cisjordãnia e da Jordânia. Por mera administração territorial dos ingleses, 4/5 desse território passou a pertencer ao Emirado autonomo da Transjordânia, continuando o restante 1/5 a ficar sob administração directa inglesa. Esse 1/5 corresponde ao mapa que o DO postou em cima.

    1947

    Atendendo a que o ingleses através da declaração Balfour haviam prometido uma patrica judaica na palestina e que nesse território para além de existirem muitos judeus, também existiam muitos arabes, a ONU propos a partilha do território, que no essencial corresponde ao mapa mais a esquerda colocado pelo DO. Com as seguintes excepções: no mapa aparecem duas manchas verdes em torno de Tel Aviv e de Haifa, que obviamente não correspondem ao estado árabe; e a mancha amarela (Jerusalém, que seria uma cidade internacional) está muito a sul do que de facto é. Mas pronto isso são detalhes, pois sabermos que que faz estes mapas normalmente percebe pouco de geografia e de história ainda menos. O DO da proxima vez deve meter um bom mapa.
    Convém acrescentar, que o plano de partilha da ONUSCOP não era o único. Houve outros: o de 1937 da Comissão Peel; o Morrison-Grady de 1946; e o da Agência Judaica de 1947. O da ONU foi o mais aceite, e foi o único que foi aceite por uma das partes: a israelita. Os arabes não aceitaram a divisão do território, nem reconheceram o direito de Israel a existir. Coisa que só viria a mudar mais tarde, como vários paises árabes e a OLP a reconhecer Israel.

    Guerra de 1948/49

    Israel foi invadida, como se sabe, pelos estados árabes vizinhos, o que levou a guerra de 48/49. Dessa guerra resultaram as fronteiras do mapa do meio, como estipulou o armisticio de Rohdes de 1949. O mapa que o DO colocou tem a um erro, pois chama Palestina a uma terra que tinha sido ocupada pela Jordânia no decurso dessa mesma guerra. Deduzo por isso, que está a chamar aos Jordanos ocupantes.
    Essas fronteiras do mapa do meio duraram até 1967 e são aceites pela ONU como sendo as futuras fronteiras entre os 2 estados.

    O mapa da direita é absurdo, porque a Faixa de Gaza está desocupada e os territórios junto ao Rio Jordão e ao Mar Morto são pouco habitados e não existem neles grandes concentrações de população quer israelita quer árabe. Não se percebe por isso porque é que essa zona aparece pintada a branco. Alias percebe-se: pura má fé com o intuito de enganar as pessoas dando a ideia que os palestinianos ficarão com menos território do que realmente ocupam.

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  34. 34 34  Levy

    # 32 A.R.A

    Há grande confusão na sua cabeça. Grosso modo:

    - chama-se povo judeu ao grupo de pessoas descendente directa dos antigos hebreus. Seria mais correcto chamar hebreu, mas chama-se judeu;

    - Os hebreus têm um pais: Israel. Que é um estado hebreu, laico e democrático e tem como língua oficial, escrita e falada, o hebraico;

    - Aos cidadãos de Israel da-se o nome de israelitas. Nem todos os israelitas são hebreus, mas a maioria é;

    - A principal religião em Israel é o judaismo, porque esta é a religião maioritária entre os Hebreus, que são maioritários. Há outras religiões em Israel. Até há Hebreus ateus, ou judeus ateus como queira dizer.

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  35. 35 35  nuno castro

    Caro Duarte, se por limpeza étnica entendermos:
    Genocide means any of the following acts committed with intent to destroy, in whole or in part, a national, ethnical, racial or religious group, as such:

    ( a ) Killing members of the group;

    ( b ) Causing serious bodily or mental harm to members of the group;

    ( c ) Deliberately inflicting on the group conditions of life calculated to bring about its physical destruction in whole or in part;

    ( d ) Imposing measures intended to prevent births within the group;

    ( e ) Forcibly transferring children of the group to another group.

    que foi o que o Tribunal Internacional entendeu em relação ao Ruanda, então sim, o caso da Palestina integra muitíssimo bem esta definição. Reparem que todas as declarações contra Israel em circuitos oficiais trazem sempre o proviso “o Hamas tem de parar com os mísseis…e etc”.

    Irrelevante! Ninguém se lembrou de usar o mesmo retorcido raciocínio no caso do Ruanda, que seria qualquer coisa como: os Hutus estão a chacinar o Tutsis…mas estes últimos balearam dois Hutus ontem à noite…” Estão a ver a barbaridade que seria dizer isto?

    Não faz sentido, e não considerar limpeza étnica é pura má-fé quando não crime, por omissão, contra a humanidade.

    do qual, diga-se, somos cúmplices quando apoiamos Israel.

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  36. 36 36  Ricardo Ramalho

    @João Moreira
    Não é. Desde 1260 que os árabes são ocupantes estrangeiros na terra de Israel. É mais do que tempo de se irem embora, ou de aceitarem viver no espaço de terra que os judeus, detentores daquela por direito histórico, achem por bem conceder-lhes.

    Desculpe?!??!? Já vi aqui argumentos maus, e argumentos bons – mas este é pateticamente MAU! A terra dos judeus até pode ser a zona de Israel, eles até podem achar que têm direito a um estado (não lhes nego isso – só a forma como foi feito), agora dizer que “já é tempo de irem embora” é um pouco abusado! São já umas tantas gerações árabes a viver ali, nem todos serão terroristas e talibans certamente, e agora teriam que sair porque os senhores judeus queriam ficar ali. Isso era o mesmo que sermos corridos daqui, porque afinal de contas ficámos com um dos condados de Castela, e portanto isto seria hoje tudo Espanha…

    Quanto ao tema em si. Tenho muita pena dos civis que andam a morrer em Gaza, mas sinceramente não tenho mesmo pena nenhuma das bestas do Hamas. Por mim até podiam morrer todos – não se perderia grande coisa certamente! Quanto a Israel, para mim são força ocupante na Palestina e na faixa de Gaza – para os incondicionais apoiantes de Israel, não esquecer os colonatos, e a forma como tratam todos os Árabes.

    Tenho imensa pena dos inocentes de cada lado do conflito – têm líderes que são uma cambada de gente que não presta…

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  37. 37 37  jem

    Sobre os árabes israelitas
    o DO disse “se quiser podemos falar disso. Como vivem, com que direitos e como existem numa nação que consensualmente é considerada democrática cidadãos de primeira e de segunda.”

    Era muito interessante falar desse tema e comparar com a forma e direitos que judeus têm em outras terras árabes. Vai falar disso DO? Fale também da vida em terras árabes dos coptas e outras minorias cristães, dos bahais, dos curdos, dos berberes… e das mulheres…

    E já agora, diga-me 1 único país do Médio Oriente onde os cidadãos que são minorias tenham mais direitos políticos e religiosos e melhor qualidade de vida do que as de Israel. Um único!

    Ai Daniel, esse seu ódio a israel …

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  38. 38 38  Daniel Oliveira

    Meu carto amigo, para mim isto não é uma questão religiosa. Por isso, é de Israel e da Palestina que devemos falar. Ou não?

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  39. 39 39  João Moreira

    Ricardo Ramalho, se em vez de querer, pressurosamente, dizer mal do que escrevo, devia ter lido melhor: eu disse que deviam ir-se embora «ou de aceitarem viver no espaço de terra que os judeus, detentores daquela por direito histórico, achem por bem conceder-lhes». Percebeu, ou quer que seja mais didáctico?
    Terminando, a sua analogia é absurda. Portugal não roubou territórios a ninguém durante a Reconquista: libertou uma região onde, pelo menos desde o séc. I a.C., havia uma natio (comunidade com tradições e língua em comum), segundo Estrabão. Quem não tinha direito de nos ter subjugados era Castela, ou o Califado.

    [Responder]

  40. 40 40  jem

    O DO é que disse “se quiser podemos falar disso”. Mas pelos vistos não lhe interessa.

    A sua obsessão parece ser mais com uns “vitimizadores” específicos do que exactamente com a vítimas. Quando são as tropas libanesas ou a fatah a matar palestinianos, o DO nem comenta.

    Se é israel a responder a mais de 5000 bombas do Hamas nos últimos 4 anos, atirando sobre alvos militares, então aí o DO esfrega as mãos e só aí decide defender os palestinianos… é uma situação quase patológica.

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  41. 41 41  nuno castro

    patológico é defender a limpeza étnica levada a cabo por Israel.

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  42. 42 42  João Moreira

    Nuno Castro, tendo em conta que limpeza étnica é any of the following acts committed with intent to destroy, in whole or in part, a national, ethnical, racial or religious group, como escreveu no comentário nº 35, pode provar que há por parte de Israel a intenção de matar todos e cada um dos palestinianos/árabes/muçulmanos? Pense muito bem.

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  43. 43 43  Joao Cardoso

    João Moreira: com muita pachorra, sempre lhe pedia para não fazer da História o que lhe apetece, mas, e já agora, algo que se aprende. Você não lê Estrabão: lê com estrabismo e sem óculos. Não misture a organização do Império Romano com geografia.

    A legitimidade que vocês (nacional-sionistas em geral e defensores do facto consumado em particular), defendem é a legitimidade da força, não é a da razão. É a puta da lei da guerra, do massacre, da violência. É a legitimidade do filhodaputa. Do ocupante, do carniceiro, do criminoso.

    Desta vez a culpa é do Hamas e dos palestinianos que não sabem votar, como se lutar pela própria terra assaltada por criminosos fosse um crime. Como se a violência não fosse natural quando se vive num gueto, cercado por arame farpado, como nos filmes.

    Curiosamente quando mais tarde se escreve a História ficam nomes como de Viriato, um nome que, na lenda, é precisamente uma boa tradução de Hamas para latim.

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  44. 44 44  José Henriques

    jem-”Este post é absurdo porque de 49-67 a não havia Palestina”
    Nem Israel, meu amigo
    Levy-”Em 1922 a SDN deu aos ingleses a administração do território que corresponde hoje ao território de Israel, da Faixa de Gaza, da Cisjordãnia e da Jordânia”
    Começa bem logo aqui a história!! Nessas terras que à força das armas os ingleses ocuparam, matando e roubando não havia ninguém suponho.
    -”Convém acrescentar, que o plano de partilha da ONUSCOP não era o único. Houve outros: o de 1937 da Comissão Peel; o Morrison-Grady de 1946; e o da Agência Judaica de 1947. O da ONU foi o mais aceite, e foi o único que foi aceite por uma das partes: a israelita. Os arabes não aceitaram a divisão do território, nem reconheceram o direito de Israel a existir”
    Ora vejam lá os sacanas. Recusaram a oferta de ficar a viver em menos de metade das terras onde sempre tinham vivido até serem corridos a tiro e bomba pelos ingleses..

    Podíamos estar nisto a noite toda, mas o que é um facto é que as bombas que Israel envia sobre gaza matam indescriminadamente, não querem saber se é do Hamas ( que por acaso ganhou eleições e que se tornou representante dos Palestinianos segundo as regras das Democracias que ràpidamente se negaram a reconhecer-lhes essa legitimidade empurrando-os ainda mais para o extremismo, quando tiveram na mão a hipótese de os poder ajudar a abrirem algumas portas. Não o quiseram e perceb-se porquê. Não interessa negociar com os palestinianos. Querem é extreminá-los!) ou não.
    Chama-se EXTREMÍNIO.

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  45. 45 45  Luis Schleibinger

    Antes de mais, bom Ano a todos,

    Desculpem a falta de acentos, mas encontro-me fora.

    Parece que a Historia do Proximo Oriente esta esquecida.

    1-Jerusalem foi tomada aos Bizantinos pelo Califa Omar no sec. VII (de notar que sem derramamento de sangue). 1260 parece-me a data em que o Sultao Mameluco Baibars expulsou o que restava dos Cruzados na Palestina.

    2-Os Palestinianos serao descendentes dos Filisteus (pessoalmemente acho que serao descendentes de todos os povos que por ali passaram, e nao apenas dos Filisteus, eu tambem gostava de saber se sou descedente dos Iberos dos Celtiberos, com quantos por cento de sangue Godo, Berbere, Arabe, Judeu, Negro, etc., mas enfim).

    3-Quantos as guerras, a dita agressao Arabe de 48 segue-se a uma guerra civil ja existente entre a poulacao judia e a a populacao arabe da Palestina, de que os britanicos se tentavam alhear o melhor que podiam. A de 67 e um case study de guerra preventiva (nao digo que os paises arabes nao estivessem para atacar), basta lembrar que as forcas aereas dos paises arabes foram destruidas no solo. A de 73 foi de facto iniciada pelos paises arabes, e com notavel sucesso inicial por parte do Egipto que conseguiu estabelecer uma testa de ponte na margem ocidental do Canal do Suez e por em cheque por algum tempo o exercito Israelita.
    Uma guerra de que ninguem fala e a invasao do Canal do Suez apos a sua ncionalizacao, levada a cabo pelas antigas potencias coloniais (Gra Bretanha e Franca) com o apoio Israelita e travada pelos EUA.

    4-Em Relacao a Penisula Iberica, muito haveria a dizer do periodo entre o sec. I AC e VIII DC, passou por ai muita gente, os ultimos foram o Visigados que se desmoronaram que nem um castelo de cartas com uma unica batalha.
    So para relembrar os ultimos Mouriscos (cerca de 500000) foram expulsos vai fazer este ano 400 anos.

    Posto isto, e em relacao aos mapas do post, eles sao elucidativos apesar de nao estarecompletamente actualizados.

    Boa noite

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  46. 46 46  Levy

    44 # José henriques

    “Começa bem logo aqui a história!! Nessas terras que à força das armas os ingleses ocuparam, matando e roubando não havia ninguém suponho.”

    Esse argumento é válido para todas as mudanças anteriores. E o meu comentário apenas de referiu aos mapas colocados.

    “Ora vejam lá os sacanas. Recusaram a oferta de ficar a viver em menos de metade das terras onde sempre tinham vivido até serem corridos a tiro e bomba pelos ingleses..”

    Do território mandatado da palestina britanica, os árabes ficaram com 90% (Jordânia, Fiaxa de Gaza e Margem Ocidental) e os Judeus com 10% (o resto).

    Tem razão quando diz que ficavamos aqui a noite toda. Não vale muito a pena discutir o que está para trás. A situação no terreno é a que existem 2 povos, por isso devem existir 2 estados. O seu comentário dá a entender que Israel não devia existir, e enquanto esses comentários continuarem aqui e lá, teremos guerra. Não há volta a dar.

    [Responder]

  47. 47 47  Levy

    “Não interessa negociar com os palestinianos. Querem é extreminá-los!) ou não.
    Chama-se EXTREMÍNIO.”

    Deve ser EXTREMINIO de EXTREMISTA, que é o que você deve ser.

    Para EXTERMINAR os palestinianos, a este ritmo, Israel vai demorar pelo menos 300 anos. Há pelo menos 6 milhoes de palestinianos, a 400 por semana, é fazer as contas…
    A pessoas escrevem e dizem absurdos destes como quem bebe água. Na vã esperança de que se a palavra EXTERMINIO for escrita muitas vezes passará a ser uma verdade oficial.

    [Responder]

  48. 48 48  Duarte Sousa

    «Dê-me exemplos em como os judeus deixam de existir no mundo se não houver mais israelitas, diga?

    É que para mim não é nada claro nem racional

    A.R.A,

    Talvez você devesse reflectir um pouco melhor sobre a História dos judeus na Europa. Sem Israel, os judeus que habitam noutros países deixam de ter uma garantia de refúgio em caso de se tornarem novamente alvos de perseguição, o que é sempre uma possibilidade a ter em conta, sobretudo para um povo que tem sido perseguido ao longo dos séculos. Talvez para si a 2.ª GM tenha sido há já muito tempo atrás, mas olhe que para outros não.

    Que garantias pode o A.R.A conceder de que algo semelhante não venha a acontecer no futuro?

    [Responder]

  49. 49 49  Ricardo Ramalho

    Quando se começam a ter posições extremadas, não se consegue fazer nada.

    Hoje vi no telejornal da RTP, à hora de jantar, uma nossa jornalista por lá a entrevistar algumas pessoas lá numa das cidades à volta da faixa de Gaza a dizerem:

    “A good Arab is a dead Arab” – do outro lado dizem mais ou menos a mesma treta, trocando “Arab” ou “Zionist”/”Israeli”…

    Vão longe…

    [Responder]

  50. 50 50  A.R.A

    DUARTE SOUSA

    Garantias? Ninguem tem garantias de nada. O unico facto garantido nesta vida é de que nascemos e morremos.

    Mas seguindo o seu raciocinio, que garantia de refúgio terão todos aqueles que de um modo ou de outro sofrem com as perseguições que lhes são feitas.

    É verdade que os judeus tem sido alvo de um lamentavel ódio de estimação irracional ao longo dos séculos mas isso não lhes assiste o direito de fazerem com a Palestina o mesmo que a Europa lhes fez, escorraçando-os e ou aniquilando-os.

    LEVY

    Aceito que a minha certa ignorancia não me deixe ver para além do óbvio, Israel invasor# Palestina invadida, mas rogo á sua paciencia para que então me elucide se seriam só os hebreus que viviam na agora Palestina (ou Israel)quando
    “…Em 1922 a SDN deu aos ingleses a administração do território que corresponde hoje ao território de Israel, da Faixa de Gaza, da Cisjordãnia e da Jordânia…”

    Demograficamente falando, quantos árabes havia e quantos hebreus haviam a habitar o territorio antes da criacção do estado de Israel?

    Onde estavam os hebreus quando não existia fisicamente o estado de Israel para que se pudesse então afirmar que
    - Os hebreus têm um pais: Israel. Que é um estado hebreu, laico e democrático e tem como língua oficial, escrita e falada, o hebraico;

    Sr. ou Sra. Levy, será a sua versão da História igual á dos palestinianos?

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  51. 51 51  Levy

    # 50 ARA

    “Demograficamente falando, quantos árabes havia e quantos hebreus haviam a habitar o territorio antes da criacção do estado de Israel?”

    Judeus 650 mil, julgo que 900 mil árabes. A maioria dos judeus vivia em Jerusalem e na faixa costeira que vai de Askelon a Haifa.

    “Onde estavam os hebreus quando não existia fisicamente o estado de Israel para que se pudesse então afirmar que”

    A maioria deles estava morta como deve saber. Os que não morrerem estavam em fuga: para o território britanico da palestina e para os estados unidos.

    A sua posta denota uma ideia perigossísima, igual alias à de muitos palestinianos: o estado de israel não deveria existir. Quase tudo aquilo que é escrito aqui em defesa da causa dos palestinianos, tem ideia por detrás. Eu nem imagino como será o Hamas, se aqui em plena Europa encontro radicais destes…

    [Responder]

  52. 52 52  A.R.A

    LEVY

    Acha-me radical por acreditar que Israel está a levar a cabo uma limpeza etnica?

    Se assim é, não tenha a minima duvida que sou.

    Nada tenho contra os judeus, aliás baseio o meu comunismo em Trotsky.

    A.R.A

    [Responder]

  53. 53 53  A.R.A

    LEVY

    O seu autismo é atroz e sem duvida que chamar de radicais áqueles que defendem a vida (neste caso palestiniana) não deixa de ser irónico vindo de um judeu.

    Era para não mais o chamar á discussão mas ao fazer um périplo por esta posta encontrei uma frase sua em que o mesmo chega a ironizar o seguinte:
    “…Para EXTERMINAR os palestinianos, a este ritmo, Israel vai demorar pelo menos 300 anos. Há pelo menos 6 milhoes de palestinianos, a 400 por semana, é fazer as contas…
    A pessoas escrevem e dizem absurdos destes como quem bebe água…”

    Diga francamente, acha mesmo um absurdo?

    O ministro dos negócios estrangeiros britanico afirmou que Israel não se deve julgar imune á lei internacional para aplicar a lei da selva.

    Porque será que ele disse isto, Levy?

    Ainda quer falar de radicalismos?

    A.R.A

    [Responder]

  54. 54 54  Duarte Sousa

    A.R.A,

    Você acabou de me dar razão.

    Se nada garante a sobrevivência dos judeus fora de Israel, então convém que estes possuam o seu próprio país a fim de garantir esse objectivo. Acho que já percebeu esta ideia.

    «Mas seguindo o seu raciocinio, que garantia de refúgio terão todos aqueles que de um modo ou de outro sofrem com as perseguições que lhes são feitas»

    Se dependerem exclusivamente dos outros certamente não terão nenhuma grande garantia.

    «mas isso não lhes assiste o direito de fazerem com a Palestina o mesmo que a Europa lhes fez, escorraçando-os e ou aniquilando-os»

    Convém que o A.R.A se aperceba que o governo israelita não tem intenções de exterminar os palestinianos. Muito pelo contrário, é do interesse de Israel que os palestinianos formem o seu próprio Estado o mais breve possível. As recentes negociações entre Israel e a Autoridade Palestiniana têm constituído um passo bastante positivo nesse sentido, apesar da enorme controvérsia que se tem gerado no seio da sociedade israelita (sobretudo entre os sectores mais religiosos), uma vez que se tem falado na concessão da maior parte do território da Cisjordânia.

    Acho por isso curioso que o Daniel Oliveira se tenha referido a esta incursão em Gaza num texto recente, como um mera manobra política do Kadima para ganhar as próximas eleições em Israel, sem referir o facto de que ao Hamas, o que menos interessa é construção de um Estado Palestiniano que tenha Israel como país vizinho, para não falar do direito de auto-defesa que assiste Israel.

    A Autoridade Palestiniana, liderada por Mahmoud Abbas, a quem o Daniel Oliveira apela de “traidor”, se atingir este objectivo poderá muito bem ganhar as próximas eleições e a partir daí colocar um termo definitivo às forças do Hamas, que no fundo não passam de um cavalo de tróia xiíta financiado pela Síria e pelo Irão.

    Mahmoud Abbas, ao menos sempre oferece algumas condições para que haja paz entre ambas as facções. Já o movimento do Hamas, por seu lado, não oferece nada mais do que senão um ciclo interminável de ódio e violência.

    Posto isto, e para que fique claro, Israel não tem intenções de atacar a população civil em Gaza. Israel retirou-se de Gaza em 2006. Esta incursão deve-se apenas ao facto do Hamas ter atacado o Sul de Israel continuamente e de anunciar publicamente que não fazia intenções de renovar o acordo de cessar-fogo.

    As forças radicais islâmicas preferem sacrificar a população civil de Gaza em nome de Allah e dos ditados proféticos de Maomé, enquanto que o seus líderes vivem em mansões de luxo na Síria, rodeados de putas finas e vinho verde.

    Shalom Aleichem

    [Responder]

  55. 55 55  vasco

    Todos têm as suas razões,todos têm as suas culpas, mas quem mais sofre é o povo Palestiniano.Um bloqueio mata mais que muitos rockets. O hamas não foi já financiado pelos israelitas? eram maus, hoje são piores. Nada justifica esta carnificina, estas mortes de inocentes e este conflito nunca será ganho pela força.Já agora porque não obrigar os Americanos a devolver as terras aos indios, é muito mais recente.

    [Responder]

  56. 56 56  de bag

    imaginem os seguintes cenários:

    no momento das descolonizações as minorias “brancas” recusavam a independência dos territórios onde era mais numerosa e conseguia que a ONU lhes atribuisse um estado.

    vejam, como israel nasceu. na altura em que a onu aceitou dividir a palestina, na região existiam cerca de 500 mil judeus, a maioria dos outros que actualmente lá residem são imigrantes europeus, ou seja, resolvemos um “problema” nosso à custa da terra dos outros…

    a grécia conseguia parte da turquia, antigo território seu sob o nome de bizâncio, e, muito especialmente, constantinopla, actual istambul…afinal porque é que só alguns povos têm direito a usar a história?

    [Responder]

  57. 57 57  Duarte Sousa

    «(…)afinal porque é que só alguns povos têm direito a usar a história?»

    Não é apenas uma questão de História. É acima de tudo uma questão de sobrevivência.

    [Responder]

  58. 58 58  de bag

    olhe que não, olhe que não…
    a não ser que pretenda dizer que cidadãos europeus e norte americanos de origem judaica são perseguidos e mortos só por esse facto na europa e américa de hoje e, por isso, precisavam de espoliar outro povo
    ou, a não ser que acredite seriamente que o irão usaria algum dia uma bomba nuclear contra israel, ou que do ponto de vista militar (com mais os aliados que se conhecem) o estado israelita corre o menor risco de ser derrotado por alguém louco suficiente de o afrontar directamente…

    [Responder]

  59. 59 59  Duarte Sousa

    De Bag,

    Os judeus foram perseguidos ao longo de séculos na Europa, tendo essa perseguição atingido o seu auge durante a 2.ª GM. Nada lhes garante que isso não volte a suceder. Por isso Israel é a única garantia para a sua sobrevivência.

    Olhe que a seguir à 1.ª GM ninguém imaginou que fosse possível uma 2.ª

    [Responder]

  60. 60 60  de bag

    então já agora, teremos de arranjar uma terra para os ciganos, outra para os gays, lésbicas e transgéneros, etc e tal…
    é que nunca se pode confiar…

    [Responder]

  61. 61 61  Duarte Sousa

    «então já agora, teremos de arranjar uma terra para os ciganos, outra para os gays, lésbicas e transgéneros, etc e tal…»

    Para os ciganos talvez.

    Quanto aos gays, lésbicas e transsexuais, apesar de existir algum preconceito contra essas minorias sexuais, eles continuarão a existir em todas as sociedades. De qualquer forma existem países com uma legislação bastante favorável aos seus interesses. Note-se o caso da Holanda.

    [Responder]

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