Sem respostas ao post “Quem sou eu para contrariar”  

  1. 1 1  Eric Blair

    Moral da coisa: há 14% de clubistas no ps.

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  2. 2 2  Luis Carvalho

    Mais do mesmo… bater na tecla ancestral das conotações pré-concebidas… esquerda? direita?? já não basta?

    O que o país precisa é de um rumo definido, de uma estratégia para sair do buraco, de um impulso que venha de todos nós (os de esquerda, os do centro, os de direita, os do avesso, do avesso do avesso…)

    Enquanto subsistirem estas conotações perniciosas, tudo não passará de uma escolha tipicamente lusa: “És do Porto ou do Benfica?”… acabem com estas fitas e motivem as pessoas a pensar com profundidade, deixando de lado os clubismos “esquerda/direita”…
    Para quem não se lembre o 25 de Abril já foi há 32 anos e o 25 de Novembro há 31… Talvez fosse tempo de começar a pensar… não?

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  3. 3 3  jose antonio

    É a esquerda moderna e neoliberal. Com esta esquerda não se admirem que a extrema-direita suba nas próximas eleições.

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  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Pois, temos é de lutar pelo bem comum e estar todos de acordo. Para acabar de vez com a política que só atrapalha. Viva o interesse Nacional e a União Nacional e a concórdia. Não é caro Luís. Depois ficamos todos crescidinhos e percebemos que o Mundo não funciona assim.

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  5. 5 5  Carlos Pinto

    O que é ser de direita? E, já agora, o que é ser de esquerda?

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  6. 6 6  Jota

    Caro Luís Carvalho: a ideia de que as ideologias morreram e que já não faz qualquer sentido a dicotomia direita/esquerda, em nome de um pretenso unanimismo para um “rumo definido”… é precisamente um cavalo de batalha da direita neo-liberal!

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  7. 7 7  lev_davidovich

    Houve alguém que disse: Há 3 tipos de mentiras: as verdadeiras, as falsas e as sondagens.
    Subscrevo e acrescento: este governo é o que é e limita-se a governar.

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  8. 8 8  zeca

    As sondagens servem mesmo para isso,…entreter papalvos.
    Por isso, proliferam nos vários jornais, e pasquins!

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  9. 9 9  Eric Blair

    Não me venham com essa treta de que já não há esquerda nem direita. Tenho todo o gosto (mas não todo o tempo do mundo) em explicar. Escolham 2 ou 3 temas que eu dou-vos exemplos.

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  10. 10 10  povounido

    Não concordo com o Luís Carvalho (Óbidos é linda;)), esquerda e direita ainda fazem sentido e não convém deixar espaço aos detractores da política governativa mais à esquerda desde o 25 de Abril. Esquerda é sobretudo transformar, mudar e lutar incessantemente contra a desigualdade. Há outra esquerda também que preconiza o contrário de tudo isto.
    A arte de bem governar à esquerda: Fim do monopólio das farmácias; fim dos privilégios corporativos de excepção para os servidores do estado; garantir a sustentabilidade do estado social para as pensões; garantir limiares mínimos de prestações sociais que assegurem a subsistência e a dignidade humana; colocar a escola pública ao serviço e em função da instrução, dos alunos e das famílias e não dos seus agentes; favorecer a paridade, descriminalizar a IVG e defender novas formas de organização familiar; criar uma lei da nacionalidade que respeite os emigrantes, contrariando as tendências securitárias predominantes na Europa. Há exemplos claros e abundantes para todos estes valores de esquerda.
    Se só houvesse esquerda e direita dir-se-ia que nunca esquerda e direita estiveram tão diferenciadas em Portugal. Mas há, afinal, outra esquerda? Uma esquerda que lute assim contra a desigualdade? Se há, que venha ela!

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  11. 11 11  Luis Carvalho

    Caros amigos. Tendo exposto a minha posição, lamento que ela tenha sido detorpada para uma aparência unanimista, e logo conotada com um pensamento de “direita neo-liberal”. Longe disso.
    O debate de idéias (tal como está aqui saudavelmente a acontecer) é do mais salutar, e pelos vistos longe do unanimismo. Somos todos “gente crescida”, e sabemos que “o Mundo não funciona assim”. Se calhar é por isso que ele funciona tão mal. Ou não?
    Não adianta fugir com o rabo-à-seringa: a imagem e a essência que passa para a população através destes chavões da nossa política (abundantemente utilizados pela generalidade dos nossos políticos) é que cria o unanimismo de que “são todos iguais”. Como não há profundidade nos debates, e tudo se prende em torno de demagogias e marktings, fica tudo em torno do Omo e o Skip… “são todos iguais”…
    Não defendo idéias iguais, nem nenhum manto que as imponha. Defendo sim, um esforço de todos (primeirmente dos participantes políticos) para discutirem os assuntos tendo em conta que falam para pessoas que os querem entender, e que até têm capacidade para isso. Aí sim, é o abolir o tempo da(s) velha(s) senhora(s), em que os três F’s era o que mais importava.

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  12. 12 12  real

    ó Luís Carvalho todos nós tinhamos percebido isso, nem sempre devemos ir na conversa que mais interessa ao Daniel, é que com o estado de letargia em que se encontra a agremiação ele precisa muito de folego.

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  13. 13 13  Daniel Oliveira

    O real nao perde este hábito de falar por “todos nós”.

    Compreendo que lhe agrade a conversa que a esquerda e a direita nao interessa. Temos é de andar para a frente e ser todos amigos.

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  14. 14 14  real

    vamos lá a ser rigoroso ó génio dos cárpatos, sabes que isso é justamente o contrário do que penso como podes ver, aliás, no comentário que não sei como saiu assinado “povounido”

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  15. 15 15  Daniel Oliveira

    Se veio assinado povo unido (como deve imaginar nao fui eu que o assinei) como queria o real que eu soubesse que era dele?

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  16. 16 16  Nuno Gouveia

    Nenhum partidário está satisfeito, enquanto o seu partido não estiver no governo, como tal, acho disparatado dizer que não sei que percentagem do PSD ou do CDS estão contentes com o governo só porque supostamente seguem politicas de direita.
    estatisticas são infelizmente, hoje em dia, mais uma ferramenta ao serviço das propagandas de que tão só é feita a politica actual, não só por cá, mas…
    ainda somos os reis da imitação.

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