A isso chama-se “wishful thinking”. Você e muita gente gostariam que assim fosse. John Kennedy não é lembrado por ter metido os americanos no atoleiro vietnamita, nem Nixon por os ter tirado de lá. Portanto, só o futuro e as gerações vindouras dirão como Blair será lembrado, independentemente do seu “wishful thinking”.
Foi pena a sua ultima decisão. POderia ter impulsionado a Europa e ter sido um dos grandes líderes europeus, no entanto não conseguiu afirmar no final do seu mandato a sua independência relativamente aos EUA.
Fica para para a história como um quase-grande-líder
O Iraque foi sem dúvida o calcanhar de Aquiles de Tony Blair… E que calcanhar… Mas muito fez o primeiro-ministro inglês para além disso… a saúde, economia, educação e emprego estão bastante melhores do que quando encontrou. Isso já para não falar dos acordos de paz que conseguiu com a Irlanda do Norte.
Se calhar tem razão o SJ e guerras há muitas. Terão então o 9111, o Loose Change, início dos neo-cos, a luta contra o terrorismo, muito por onde escolher.
E muito bem. Lembrado por liberar os iraquianos de um ditador sanguinário. Pormenores a que Daniel Oliveira, com toda a certeza, não dá nenhuma importância.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Mas fica na história, é o que interessa(?)
A isso chama-se “wishful thinking”. Você e muita gente gostariam que assim fosse. John Kennedy não é lembrado por ter metido os americanos no atoleiro vietnamita, nem Nixon por os ter tirado de lá. Portanto, só o futuro e as gerações vindouras dirão como Blair será lembrado, independentemente do seu “wishful thinking”.
“O senhor Bush e o senhor Blair garantem inscrição nos livros de história.”
Com o sangue dos outros
http://obitoque.blogspot.com/2007/05/dcima-nao-mais-rica-do-mundo-o-pentgono.html
Foi pena a sua ultima decisão. POderia ter impulsionado a Europa e ter sido um dos grandes líderes europeus, no entanto não conseguiu afirmar no final do seu mandato a sua independência relativamente aos EUA.
Fica para para a história como um quase-grande-líder
O Iraque foi sem dúvida o calcanhar de Aquiles de Tony Blair… E que calcanhar… Mas muito fez o primeiro-ministro inglês para além disso… a saúde, economia, educação e emprego estão bastante melhores do que quando encontrou. Isso já para não falar dos acordos de paz que conseguiu com a Irlanda do Norte.
E já está imortalizado em música:
http://www.youtube.com/watch?v=SV-3Efq-zKs
Apesar do Iraque ou por causa do Iraque ficará na História.
Se calhar tem razão o SJ e guerras há muitas. Terão então o 9111, o Loose Change, início dos neo-cos, a luta contra o terrorismo, muito por onde escolher.
E muito bem. Lembrado por liberar os iraquianos de um ditador sanguinário. Pormenores a que Daniel Oliveira, com toda a certeza, não dá nenhuma importância.