“Detail”, documentário de oito minutos do realizador israelita Avi Mograbi (2004)
Por Daniel Oliveira 10 Jul 06 em Sem categoria“Detail”, documentário de oito minutos do realizador israelita Avi Mograbi (2004)
Por Daniel Oliveira 10 Jul 06 em Sem categoria
Vi ontem esse documentário.
Acho que vale mais que mil palavras.
Todos os Viegas, Numos Guerreiros, e outros comentadores que por vezes por aqui aparecem a defender os sionistas, deveriam ao menos uma vez ver este pequeno filme.
Ele há,os mais papistas que o Papa…
e,não é só na religião católica…e,para estar na mesma onda,lá dizia o grande KARL MARX:’o ópio é a religião do povo’.E estes Nunos Guerreiros Josués,Franciscos Josés Viegas são os duais da padralhada reaccionária.É uma vergonha,leiam o que dizem muitos israelitas sobre o sofrimento,injustiças praticadas ao povo Palestiano.Dica:vão à Znet que têm os hiperlinks
Não seja mauzinho, a. pacheco. Ainda ontem ou anteontem, F.J. Viegas anunciava a publicação do seu manual de sobrevivência em Gaza: “99 Cervejas + 1. Ou como não morrer de sede no Inferno”…
Além disso, se F.J. Viegas viu este documentário, já terá vertido lágrimas amargadas: coitados dos soldados israelitas, longe da família e obrigados a permanecerem dentro de viaturas pouco cómodas, enquanto os palestinianos passeiam em família e ao ar livre…
Tal como o a. pacheco, vi ontem este documentário no “onda Curta” e fiquei bastante tocada. Viver desta forma é mesmo um inferno!
Vi ontem esse vídeo já não sei em que canal. No pouco que se vê percebe-se o muito que por lá se passa.
A crueldade da guerra, de todas as guerras onde as populações civis sofrem martírios que a todos angustiam. Mas não é esse, certamente, o propósito do Daniel, pois qualquer cidadão humanista sente repugnância pela brutalidade deste tipo de imagens. Se a intenção fosse apenas o pacifismo, a velha conhecida (do Daniel), paz e amizade, também já nos tinha trazido aqui a violência da ETA e das crianças que são assassinadas nos autocarros de Telavive a caminho da escola. Não, a intenção é a política, e nada pior para a política do que tratá-la assim.
Não, não é o pacifismo, real. Porque o que se assiste ali não é guerra nenhuma. É uma tortura que dura há decadas, uma brutalidade e uma humilhação premeditada. Não é, ali, de guerra que se trata. Valia a pena ver o documentário completo, para perceber do que se fala. Aquilo não acontece numa zona de confrontos. É apenas tortura.
O que se passa ali, com abulâncias a ser impedidas de socorrer feridos sem estarmos sequer em cenário de guerra não se passa em mais lado nenhum. Talvez no Sudão ou na Somália…
Quanto à ETA, não sei de que está a falar. Sou absolutamente anti-ETA, como sabe muito bem, porque até já escrevi várias vezes sobre o assunto. Mas uma das facetas de quem não gosta do debate é colar opiniões aos outros que sabe que eles não têm, a ver se passa. É como eu dizer que você é amigo dos corruptos. Já que é do PS e está ligado ao poder local… É desagradável, não é, real? Desonesto, não é, real? Também acho. Por isso, tente não fazer aos outros o que não gostam que lhe façam a si. Não gosta menos da ETA do que eu. Tratam-se de assassinos e por isso, o que fez, foi insultar-me. Por isso: fim de conversa.
Cá está o Daniel a acirrar o ódio pelos judeus! Boa Daniel, está a fazer efeito! Com tanto choradinho nos comentários já ganhou um adeptos para a causa!
Borges, se conhecesse os meus antecedetes familiares muito próximos perceberia o disparate da sua afirmaçã.
Eu só tenho que fazer os meus comentários tendo em conta aquilo que conheço, que sei ou penso saber e que me parece. Independentemente dos seus antecedentes familiares as suas opiniões continuam-me a cheirar ao mesmo!
Borges, a ignorância, não se desculpa.
O que aqui se critica é a Barbarie sionista do governo de Israel.
Isto nada tem a ver com religião Judaica, por muito que certos comentadores como o senhor , queiram fazer querer.
Borges,
O que você conhece são as criticas que faço ao Estado de Israel. Venha aí uma única frase minha de critica aos judeus. Uma basta. Pode ter anos, se quiser.