Por Daniel Oliveira
Segundo a revista “Visão”, as autoridades inglesas consideram José Sócrates suspeito de envolvimento no Caso Freeport. Ao que parece, os investigadores ingleses querem ver as contas bancárias do primeiro-ministro. As autoridades portuguesas estarão, segundo a “Sabado”, a investigar um email que terá sido enviado pela empresa Smith & Pedro para um alegado domínio pessoal de Sócrates.
Escusado será dizer que esta informação e estas suspeitas são de uma enorme gravidade. Agora, a vitimização e a irritação de nada servem. Desta vez, não é nem Sócrates, nem o PS, nem mesmo o governo que estão em causa. É o País.
52 comentários 28 Jan 09 em Sem categoria



“Desta vez, não é nem Sócrates, nem o PS, nem mesmo o governo que estão em causa. É o País”. Desta vez??? Há pelo três semanas que há quem venha a dizer isso… Enfim, às vezes “mais vale nunca do que tarde” (George Bernard Shaw)
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O Freeport foi um investimento ruinoso e por isso os actuais proprietários ( a Rainha) estão a tentar obter “ajuda” do Estado Português para sair dele sacudindo parte do prejuízo. Não querem faze-lo de uma forma directa por uma questão de imagem, tentam a porta-do-cavalo, em nome dos bons-costumes, já que não é possível em nome do “sub-prime”.
É curioso ler aqui:
http://www.freeportoutlets.co.uk/freeporthistory.html
Já no tempo das invasões francesas era assim…
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O Daniel Oliveira adora estas guerras.. Ver o Sócrates tremer é como ter orgasmos!!
Vamos com calma.. São suspeitas.. apenas suspeitas..
cá estaremos para ver o resto!!
Freeport1, Homossexualidade, Licenciatura, projectos, Freeport2… vamos aguentando!!
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Até prova em contrário, sem ser boatos e insinuações, continuo a acreditar no homem. Pena que vocês bloquistas e democratas da treta, alinhem na campanha que por aí circula.
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e esta hem? e eu a pensar que a culpa era do vale de azevedo e que as polícias portuguesa e inglesa se davam tão bem, desde o caso Maddie.
quem terá o sido o sherlock holmes que chegou à conclusão que o socrátes é suspeito? em breve vamos saber, não é ó DO?
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Não tem muito a ver, mas em Espanha esta Segunda Feira 26 de Janeiro a TVE que é a televisão pública de lá teve este programa no ar “Tengo Una Pregunta para Usted” em que o 1º Ministro Zapatero respondeu em direto num estúdio a uma série de perguntas feitas por um público anónimo pré selecionado, das mais diversas áreas e idades além de até desempregados e deficientes. Teve um share de 30% o que para Espanha num canal só é muito pois são 6 generalistas mais uns quantos regionais fora cabo e afins. Vi um pouco e perguntei-me se algum dia um programa destes poderia existir por cá, eu tenho muitas dúvidas, pois os nossos políticos têm medo do povo, so gostam de falar entre eles ou em coisas tipo do excelente programa Prós e Contras em que falam entre eles e o povo pouco se manifesta. Fica aqui um extrato http://www.youtube.com/watch?v=LS7dz17rof4&eurl=http fornecido pela própria TVE
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No meio desta confusão toda há uma dúvida que me assalta: as autoridades de investigação funcionarão nas redacções de alguma comunicação social ou será que há jornalistas a trabalhar junto daquelas?
Assim não há maneira de a justiça chegar a bom porto!
Lino S
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No primeiro parágrafo:
“Segundo a … consideram … Ao que parece [!]… estarão [futuro dubitativo] … que terá sido [futuro dubitativo] … para um alegado [!] … de Sócrates.”
No segundo parágrafo:
“… são [presente do indicativo] de uma enorme gravidade. … de nada servem [presente do indicativo]. … não é [presente do indicativo] nem … que estão [presente do indicativo] em causa. É [presente do indicativo] o País.”
Eis um exemplo perfeito de grande parte do jornalismo que por aí se faz.
Mas, de facto, tendo em conta o teor do primeiro parágrafo, o segundo não deveria ser qualquer como isto: “Escusado será dizer que, a confirmarem-se [!], esta informação e estas suspeitas seriam [condicional] de uma enorme gravidade. Nesse caso [!], a vitimização e a irritação de nada serviriam [condicional]. Não seriam [condicional] nem Sócrates, nem o PS, nem mesmo o governo que estariam em causa [condicional]. Seria [condicional] o País.”?
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O cerco aperta-se,
embora neguem os quixotescos,
a suspeição avoluma-se
ganhando contornos dantescos!
O Cravinho já repudiou
a condução deste projecto,
mas, ainda há quem não vislumbrou
este caso abjecto!
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Mais vale tarde do que nunca, ( sem provocação, que farto delas estou eu hoje lá no tasco ).
Há 2 semanas que o escrevo. Pior: só há uma saída ética. ( Sem discutir a culpa ou a inocência de ninguém ). E o indivíduo não tem carácter para a tomar. Está um rico problema, está. Cresceu, cresceu…pois.
Boa noite e um abraço.
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“Freeport1, Homossexualidade, Licenciatura, projectos, Freeport2… vamos aguentando!”
Falta ainda a chatice da licenciatura em engenharia virtual.
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http://fliscorno.blogspot.com/2009/01/em-defesa-de-socrates-kind-of.html
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Ceaucescu, o regresso. A coisa promete.
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Este blogue já começa a ser uma coisa mal cheirosa.
Realmente, o fanatismo politico-partidário, à mistura com o fundamentalismo ideológico, produz estes pedaços de excremento.
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O Sócrates será o próximo recordista português no Guinness: o primeiro-ministro mais cabalizado. Desde 2005 já tivemos Freeport1, Licenciatura, projectos, Freeport2… Uma cabala por ano é muita cabala. Coitado.
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Pode ser que a polícia britânica se tenha juntadado à campanha universal contra Sócrates, mas a carta existe. Ela é um facto. As suspeitas da polícia britânica não são um boato. Não são uma acusação e muito menos uma condenação. Mas existem, estão pretou no branco e, queiram ou não, o país tem de lidar com elas.
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Mas quais suspeitas?Mas qual informação? porque razão é o País que está em causa?.Será que a dita revista publicou algum documento oficial da policia inglesa sem que as autoridades policiais e judiciais do nosso País tenham sido avisadas?.Tenha lá paciencia mas realmente esta conversa do diz que disse,das fontes da nossa comunicação social que não sabemos quem são ou até se existem,já começa a chatear.Se querem atacar a politica do governo façam-no,mas não andem a atirar areia para os olhos do pessoal,e logo agora que estamos a viver esta situação tão dificil.Mas ainda há alguem em Portugal que pense que os eleitores se preocupam com suposições jornalisticas?.Quando e espero que seja breve se pronunciar quem de direito,então falamos.
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Patricia, o facto de estarmos a viver uma situação dificil e de precisarmos de estabilidade só torna mais importante que não haja suspeitas. Ou a crise agora é razão para o Estado de Direito deixar de funcionar?
Eu não percebi uma coisa em alguns comentadores: acham que os jornalistas inventaram que a polícia inglesa enviou uma carta às autoridades judiciais portuguesas em que colocam Sócrates entre os suspeitos? Não acham que seria uma mentira demasiado fácil de desmentir? É que basta que esse desmentido venha do próprio remetente da carta? Já chegou?
Uma coisa é achar, com toda a legitimidade, que Sócrates é inocente. Outra, bem diferente, é condenar a comunicação social por noticiar um facto relevante.
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“Mas o grande problema na credibilidade da história do Freeport chama-se…
…Felícia Cabrita.”
Quem é a “Felícia Cabrita” da Visão ou da Sábado para agora…
“Escusado será dizer que esta informação e estas suspeitas são de uma enorme gravidade. Agora, a vitimização e a irritação de nada servem. Desta vez, não é nem Sócrates, nem o PS, nem mesmo o governo que estão em causa. É o País.”
…?
Já sei. O problema é que a Felícia Cabrita esteve na origem da investigação do caso Casa Pia. Já neste caso, depois foram todos atrás do caso Casa Pia.
Agora volta-se a repetir. Felícia Cabrita volta a colocar o Freeport na ordem do dia. Desvalorize-se. Agora já andam todos atrás do caso Freeport. Dizem tanto mal dela, sendo ela dos poucos jornalistas que ainda faz investigação, aquele trabalho longo e silencioso, depois do trabalhinho feito e caminho desbravado, aí aparece o tal jornalismo ou jornalistas de confiança a descobrir a pólvora.
Felícia Cabrita comete erros como outro jornalista qualquer, mas não se devia duvidar que é uma jornalista corajosa e que pega em casos que mais ninguém ousa pegar. Depois é ver muita comunicação social a ser oportunista e a cavalgar a onda.
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José Rodrigues, o problema é que Felicia Cabrita, quando tem razão e quando não a tem, confunde jornalismo com juticeirismo, procura da verdade com a escolha de um dos lados, o papel de jornalista com o de advogado, juiz e carrasco.
O problema é que, muito antes da Casa Pia, já nos tinha habituado à sua forma peculiar de cumprir a sua profissão. Lembro-me de reportagens extraordinárias…
Exactamente porque este trabalho deixou de ser apenas dela ganhou mais credibilidade. Ainda bem. Um jornalista pode ter fontes e publicar as coisas mais ou menos em bruto. Basta que ganhe fama de o fazer. Mas a credibilidade conquista-se com a confirmação das histórias que se escrevem. Na integra e não por aproximações. Apenas porque no meio das tentativas em acertar fica a honra e a vida de umas pessoas pelo caminho. É por isso que um jornalista que se julga um justiceiro pode ser tão perigoso.
Já agora, vale a pena voltar a ler o que Felicia Cabrita escreveu sobre a Casa Pia, no inicio. Ler agora.
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Agora parece-me que a coisa piam de outra maneira.
Se a justiça em Portugal infelizmente parece que não funciona bem em casos de corrupção, a ver pelo número de condenados, em Inglaterra as investigações produzem resultados e a justiça funciona, quer nos prazos quer nas decisões.
Depois de Inglaterra ter ficado desagradavelmente surpreendida pelas inúmeras peripécias portuguesas no caso Maddie McCann, é hora de agora mostrar como se conduz uma verdadeira investigação e de como se procurará fazer justiça custe o que custar. Os ingleses certamente não perderão – e bem – esta oportunidade.
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Politicamente Sócrates está moribundo. Adeus maioria absoluta, adeus vitória nas eleições. Será que chega ao fim do seu mandato? Em Portugal tudo é possível. Noutro país demitir-se-ia e passava o governo a alguém mais conveniente, em nome do sei país. Quando a opinião pública começar a fermentar a noção de culpa de Sócrates o ambiente tornar-se-á insuportável.
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Mas foram os ingleses que disseram isso ou só saiu num jornal português?
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Pois é,
esta coisa de um ministro de portugal ser enlameado e haver alguns que se alegram com isso, cheira-me a esturro e a história mal contada, para além de ser uma enorme pouca vergonha .
Quanto a Sócrates, cada vez acredito menos que tenha alguma coisa a haver com a porcaria que andam por aí a espalhar ; mas lá que há gente na espera de lucros lá isso.
“Sócrates é o nosso primeiro ministro e como tal merece respeito.
De todos os Portugueses dignos desse nome e de todos os que o não são, independentemente dos cargos que ocupem ou dos paises a que pertençam.
Se assim não for então algo anda mesmo a cheirar muito mal e não me parece que o que está podre esteja do lado de Sócrates.”
o caso da freeport e a pouca vergonha do costume
Sábado, 24 de Janeiro de 2009
euzinha.
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A tese da cabala tem um problema adicional neste caso. É que muito dificilmente alguém acredita que alguma força política ou outra portuguesa tem alguma espécie de influência sobre o que investiga ou deixa de investigar a polícia inglesa. E se bem virmos todos os desenvolvimentos deste caso têm surgido da investigação inglesa, mantendo-se o Ministério Público absolutamente em silêncio em relação à sua própria investigação. Por isso mesmo, a teoria da cabala não tem a mínima credibilidade e configura uma tentativa desesperada de alguns de sacudir o sol com uma peneira.
Isto dito, Sócrates pode estar perfeitamente inocente e é como inocente que deve ser tratado até haver condenação com trânsito em julgado.
Politicamente, caso venha eventualmente a ser constituido arguido poderá deixar de ter condições para continuar no cargo, o que nada terá a ver com a sua condição de arguido num processo criminal, mas sim com o clima intolerável que se geraria contra ele e que o obrigaria a demitir-se.
Em todo o caso, já cansa o discurso da cabala, especialmente quando é evidente à saciedade que o mesmo não pode justificar a investigação inglesa, aparentemente bem mais adiantada que a portuguesa.
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E JA AGORA Q E Q DA DIREITO A MERDA DOS INGLESES INVESTIGAR OU SEQUER SUSPEITAR DO PRIMEIRO MINIOSTRO DE PORTUGAL?
ELE Q SE PREOCUPEM COM A TRAMPA DELES Q NAO E TAO POUCA COMO ISSO,
JOAO COSTA
e-mail– jjrcosta@gmail.com
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Faço a mim mesmo esta pergunta, imaginemos que o senhor sócrates não tem maioria nas próximas eleições?, axam que ele terá condições para ser governante, bem, o melhor é mesmo não se candidatar resolve muitos problemas ao país, ao contrário doq ue se tem escrito aqui sobre cabalas, pergunto eu, e os casos das assinaturas na guarda tb são mentira, será que este senhor está acima de tudo e todos, esta personagem é demasiado perigosa para este país e quem paga somos todos nós, né.
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#26.
Com o direito a querer saber onde páram 4 milhões deles, desviados do País deles, num caso de corrupção deles. Azar um dos suspeitos ser português. No caso o dito ” engenheiro “. Eles estão-se nas tintas para as vigarices dele por cá. Mas querem que lá a Justiça, a deles, funcione. Sabe: na Europa costuma ser assim. Não pense que o nosso modelo é o habitual. A excepção somos nós. Lá, seja quem for, vai dentro. E por muito menos, na Alemanha ou na Inglaterra, em situação idêntica um primeiro ministro já tinha apresentado a demissão. Obrigava-o outra tradição democrática e o peso da opinião pública. Precisamente.
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Pergunta ao DO: ” As suspeitas da polícia britânica não são um boato. Não são uma acusação e muito menos uma condenação”. Nestas circunstâncias, como se pode provar a inocência ?
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e o camarada da má moeda não tem nada para dizer ao pessoal ?
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Ó João Costa escusa de gritar. O direito que os bifes tem é o de que o Freeport tem capital ingles. E mai nada.
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Pois, mas já percebemos nem com uma gravação à Gato Fedorento com alguém a dizer “quero corrompê-lo e bem!!!” esta malta acredita. Continuarão os desmentidos, o silêncio da oposição, a indignação dos bem pensantes, as pressões sobre os jornalistas, o spam situacionista na net… E se a coisa ficar mesmo muito feia, o coitadinho lá diz que vai limpar o nome, vem o Costa e ganha isto tudo.
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Mas foram os ingleses que disseram isso ou só saiu num jornal português?
Se os ingleses não o houvessem dito já teria, certamente, sido feito um desmentido oficial, fosse por parte da sua embaixada ou das suas autoridades.
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Há uma coisa estranha nesta história: numa pesquisa sobre notícias deste assunto em jornais ingleses, a única que aparece é do Independent e parece ter como base as notícias do SOL.
Parece que só os media portugueses têm acesso a documentos lançados pela polícia inglesa…
Quanto à Sábado, conheço casos de jornalismo de investigação feitos por essa revista por pessoas que não estão preparadas para o fazer, sobre assuntos dos quais nada percebem, em cima do joelho e às três pancadas.
Fora isso, que se investigue tudo, e até ao fim, até lá estamos no campo das suposições num assunto demasiado sério para se comentar de forma leviana, sobretudo sem a existência de documentos oficiais que impliquem o pimeiro-ministro como suspeito, ou sem prova de culpa.
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Creio que se confundem alhos com bugalhos.
Independentemente da inocência ou culpabilidade, a questão é que este caso já passou para uma outra esfera (internacional). O nome do Sócrates, que eu pessoalmente o considero um verdadeiro desastre político, já está manchado antes sequer de qualquer acusação. Neste momento estou a moderar um pouco os comentários que fiz anteriormente porque, apesar de este caso tresandar com tanta coincidência, a verdade é que já começa a a tresandar com tanta (contra)-”informação”.
Ora há duas coisas que de facto não me saem da cabeça:
A primeira é o facto do tio confirmar um telefonema do Smith em que este denunciava pedido de luvas e o tio, muito gentilmente, disse-lhe para ligar ao sobrinho. Partindo do pressuposto que ele ligou a dar a mesma informação, o Sócrates não tinha o dever moral e político de denunciar? Ou será que a conversa acabou por não ter esta referência?
A segunda é: Em qualquer país (civilizado) do mundo, inocente ou não, qualquer político deixaria o seu lugar à disposição. Deveria fazê-lo? não cabe a mim responder. Mas aqueles que acham que não existe outra alternativa credível bla bla bla, parte do pressuposto de que, se o sócrates sair, deixará de existir a) um líder do PS que dê estabilidade. b) que ualquer outro líder não desempenhará as suas funções (neste caso em particular também tenho muitas reservas.
Há vida depois de sócrates. É onde quero chegar.
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e o camarada sampaio continua calado ?
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Discordo de alguns comentários. Seria muito mau sinal se um primeiro-ministro ou ministro se demitisse pela simples razão de alguns jornais ventilarem notícias de suspeitas da prática de algum crime.
O ponto essencial é saber se o PM será ou não constituído arguido nesta investigação. Isto porque a constituição de alguém como arguido já exige que contra essa pessoa existam suspeitas fundadas (e não apenas suspeitas). Ou seja, a constituição como arguido de um ministro, implicando uma indiciação fundada da prática de um crime parece, de facto, e do ponto de vista político, justificar a demissão. As meras suspeitas jornalísticas, não.
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Fazendo uma viagem pela net, constatei várias vezes que o nosso primeiro teve várias falhas de memória, aconteceu no caso “licenciatura na independente” em que o nosso primeiro disse que não se lembrava, tb neste caso do freeport o nosso primeiro disse a certa altura que tb não se lembrava, bom, o que me leva a pensar que esta falta de memória não se deve à pessoa do nosso primeiro mas sim ao próprio ps, quem se lembra do guterres quando um jornalista lhe perguntou quanto era o pib e ele guterres não se lembrava, bem se isto da memória se alastra qq dia não sei não, o primeiro ministro esquece-se de ir para o ministério.
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O grande problema na credibilidade da história do Freeport chama-se BE.
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E JA AGORA Q E Q DA DIREITO A MERDA DOS INGLESES INVESTIGAR OU SEQUER SUSPEITAR DO PRIMEIRO MINIOSTRO DE PORTUGAL
A eventualidade de ele ter cometido um crime. Sabe, o facto de um homem ser Primeiro-Ministro em nada preclude que as autoridades, nacionais ou estrangeiras, suspeitem que teve práticas criminosas e as investiguem, contanto exista (como parece existir) fundamento para tal. Um Primeiro-Ministro é um homem, e os homens obedecem a leis, vivam em Portugal ou na China, em Inglaterra ou no Gabão. E quando as incumprem em determinado Estado, devem ser levados à Justiça deste e por ela julgados e eventualmente condenados. Quer vivam em mendicância, quer sejam Ministros, Chefes de Estado ou de Governo. De contrário, o que o Sr. porstula é uma imunidade integral de qualquer PM português em face de leis estrangeiras. É um ponto de vista: mas na eventualidade de os outros países interporem subsidariedade em relação a nós, o Sr. não ia achar muita graça a ver o Chefe de Governo inglês, de visita a Portugal, a pespegar-lhe um murro na cara saindo incólume depois.
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Não está em causa o noso PM ser mais que os outros. Mas não deixa de causar alguma “espécie” ver os arrogantes dos “bifes” a acusarem o primeiro-ministro de um país, como quem manda um piropo a uma gaja.
Não bastou o caso Maddie, onde o tuga arreou as calçinhas aos senhores estrangeiros?
Vamos lá separar as coisas. Está visto que os ingleses são gentinha de merda, que se estão a cagar para o nosso país e havendo alguma ignidade no meio de isto tudo, teremos da fazer ver aos “gentlemans” que isto aqui não é uma colónia inglesa (you whish, mf…)
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sorry:
ignidade = dignidade
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41 g spok, de facto isto aqui não é uma colónia é bem pior, é um xarco mal xeiroso, tenho uma opinião bem contrária ao que escreveu, provavelmente você nem sequer vai aparecer mais aqui, tudo isto me xeira a azedo, a ser verdade que o nosso primeiro esteja atolado na mixórdia axo muito bem que as autoridades inglesas (até porque teem interesses no assunto) se interessem e queiram saber mais pormenores, é que isto mete tios, primos e amigalhaços e esta coisa tem muitos contornos que não tem fim, este primeiro tá muito fedorento e vai acontecer o mesmo que tem acontecido a todos os inquéritos feitos em portugal, fica tudo em aguas de bacalhau.
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Esta campanha pode até ter sido montada para vitimizar o PM, relançando a sua popularidade no nº de ponto necessários para obter a maioria absoluta nas próximas eleições. A Ciência Política tem destas coisas, quem não se lembra do “Sá Carneiro RUA!”.
Mas também pode ser o contrário. A Administração Obama a pôr a casa global em ordem, limpando os PMs de inspiração “republicana” para promover outros de inspiração “democrática”. Nesta segunda hipótese há um factor que encaixa bastante bem, que é o da intervenção da sucursal americana na Europa, os ingleses, no imbróglio. Não se percebe muito bem a razão que os trouxe cá, pois se houve luvas no negócio elas saíram dos cofres da Coroa. Tão corrupto é quem paga como quem recebe luvas, e ainda pode vir a provar-se que se trata de um caso de corrupção activa promovida por súbditos da Coroa para obter vantagens naquilo que foi considerado perante a Rainha um grande negócio em Portugal.
Numa terceira hipótese, talvez a mais provável, diria que o Freeport foi um investimento ruinoso e que por isso os actuais proprietários estão a tentar obter “ajuda” do Estado Português para sair dele sacudindo parte do prejuízo e, não querendo faze-lo de uma forma directa por uma questão de imagem, tentam a porta-do-cavalo, em nome dos bons-costumes, já que não é possível fazê-lo em nome do “sub-prime”.
É curioso ler aqui:
http://www.freeportoutlets.co.uk/freeporthistory.html
Nos tempos que correm a realidade ultrapassa Bond. Há apenas 10 anos qualquer filme que pusesse a hipótese de o manda-chuva do Nasdaq ser uma dona-branca acabada, seria um fracasso de bilheteira. “Pode lá ser!”, diriam as pessoas.
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Sussurros:
…..E agora que já se sabe que afinal até agora só temos tretas inglesas e esperando as mui próximas declarações de nosso Primeiro Ministro depois de termos suportado elegantemente as “boutades ” de santa oposição na quadratura do ,circulo, esperemos que a coisa se revele.
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Este caso diz respeito aos ingleses, porque o dinheiro saiu de lá sem ser objecto de tributação. É da ordem da fuga ao fisco. Os investigadores ingleses procuram o rasto dinheiro, apenas isso.
O que eu estranho é não haver relato deste caso na imprensa inglesa. Onde foi a Visão desencantar esta coisa de o Sócrates ser suspeito para as autoridades inglesas? Serão credíveis as fontes da Visão? Será a tal carta rogatória?
São questões que me têm assaltado, e eu não sou propriamente um devoto de Sócrates, muito pelo contrário. Se for verdade que o primeiro-ministro é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, então o caso assume grande gravidade. Mas falar em demissão parece-me um tanto ou quanto precipitado.
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Há coisas que, ainda, me espantam neste país uma delas é que parece que ninguém parece incomodado com o facto de a policia inglesa ter, supostamente, indicado o nosso primeiro ministro como suspeito de receptação de uns milhares.
Digo nosso por que é disso que se trata, nós PORTUGAL eles inglaterra, admitirmos que um qualquer comissário de policia inglês pode rogar que o primeiro ministro de Portugal mostre as suas contas com base num palpite é surreal.
Imaginemos que no caso maddie um policia português rogava que Gordon Brown esclarecesse as suas, possiveis, ligações ao casal maccain, o que não se diria do outro lado da mancha?
O primeiro ministro, seja quem for e de que partido for, não está acima da lei mas não é um cidadão comum, para o bem e para o mal, daí que na minha opinião me seja dificil entender que com base em suposições se encham paginas e páginas sobre isso com os danos de imagem que isso acarreta para o pais.
Para balizar vede o caso bpp em que já foi constituído um arguido e nem o nome dele foi revelado….
Mas isto deve ser fruto da minha baixa escolaridade.
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Parece que não me expliquei bem peço desculpa.O Estado de Direito não deve deixar de funcionar com crise ou sem crise.E por essa razão eu aguardo que as entidades responsáveis do nosso País se pronunciem.Quanto ao facto da carta indicar o nome do 1º ministro entre as pessoas a investigar,tenho muitas dúvidas que a policia inglesa tenha passado informações aos jornalistas portugueses.
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43 toino
Caríssimo, eu sou como o outro… “ando sempre por aí”.
O facto de um político ser corrupto, não me surpreende, e gostava que, para variar, a coisa fosse até ao fim.
Mas continuo a achar que um país soberano não deve admitir que nenhum inspector do outro lado da Mancha venha para aqui mandar postas de “fish and chips” (perdoem-me a piadola) sem grandes convicções, com exigências “para ontem”, quando em 2005 as autoridades portuguesas lhes pediram informações sobre o processo, e até hoje ainda esperam uma simples resposta.
Mr. Inspector: meta-se na fila e porte-se bem, ouviu? (diria eu)
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#32
“pressões sobre os jornalistas”…
Importa-se de repetir??…mesmo correndo o risco de provocar incontroláveis e mortais gargalhadas.
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Ai mas que bom que é estar na crista da onda-agora que sócrates falou, os srs lá das britanias já avisaram jornalistas presentes que vão anunciar + novidades para esta sexta.
Ou seja daqui a bocado há mais ,wow.
Estou em pulgas, mister brown.
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Ó Daniel , você perdeu uma excelente oportunidade de esta calado, pois a tão famosa oganização policial inglesa que investiga o caso Freeport acaba de despedir uma dezena de investigadores por, imagine-se!, INCOMPETÊNCIA!
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