Num país arrasado pela guerra e quando se passa fome, penso precisamente o contrário do Justicialista, é muito necessária a Democracia, para pôr um pouco de ordem no caos, acabar com o salve-se quem puder e onde só os mais poderosos ficam com os poucos recursos disponíveis, incluindo as dádivas de outros países que muitas vezes acabam nas mãos erradas.
Só por manifesto voluntarismo e crueldade (inconsciente?…) se pode atirar com uma estrutura tão cmlexa e exigente como a democracia como prioridade primacial para cima de um povo a quem falta praticamente tudo.
A não ser que esses espíritos voluntariosos não se importem de ver a democracia instrumentalizada em puzzle feito a cola e tesoura…
Há pessoas que conseguem ver um pequeno grão de areia nos olhos de alguém, mas não conseguem enxergar a trave que está diante dos seus.
O Anónimo preocupou-se com o facto de aparecer a marca Esquerda.net, porém a mensagem da entrevistada, não mereceu qualquer comentário. É assim a direita em Portugal.
Ó anónimo, quando há RTP ou SIC no canto, não protestas. Se foi uma entrevista do Esquerda Net, eles não iam por Anónimo Net. O seu a seu dono!
Quanto à entrevista, uma mulher de coragem! Houvesse cá assim, sem se venderem por tachos depois de uns arroubos públicos de protesto…
#6: Não sou de direita. Cuidado com os catálogos que usa para etiquetar. Usando eu um catálogo semelhante, diria que a esquerda portuguesa é uma esquerda pimba inconsequente.
#7: A SIC e a RTP não estão afiliadas num partido político. Difícil de perceber?
#9: não basta a identificação no nome do filme? (pode ver “ESQUERDA.NET| Entrevista a Malalai Joya”) É preciso conspurcar o próprio filme com o identificador “esquerda.net” hardcoded ao lado das legendas?
O esquerda.net percebe alguma coisa de alguma coisa? Faz-me lembrar os célebres documentos em .doc (formato da Microsoft) que volta e meia os bloquistas gostam tanto de usar e disponibilizar.
A propaganda do bloco não engana ninguém. Espero que a rapariga (Malalai) tenha sido informada de antemão que ia ser colada à propaganda do bloco de esquerda.
A “rapariga” veio a Portugal a convite do Bloco de Esquerda. A colagem, ou como lhe chama, foi feita conscientemente pelas duas partes. Chama-se contactos políticos. Talvez a senhora não viesse em sabendo que era o PSD, mas quem sou eu para lhe perturbar a campanha contra a identificação de um site num vídeo.
Acrescento mais sobre essa historieta da autoria. A autoria daquilo é da Malalai e não do gajo que segura a câmara e o outro do microfone. Pensava que eram as palavras que interessavam, a pessoa, e não o facto de ter sido uns gajos pagos pelo bloco para lhe meter o microfone e a câmara à frente. Toda a autoria que bastava seria: “Malalai” e eventualmente uma descrição que contextualizasse o propósito da entrevista.
A propaganda do bloco via esquerda.net é má em todos os sentidos. É por tentarem colar todas as opiniões a uma agenda particular (direita ou esquerda) que estas se tornam difíceis de ouvir por aquilo que são e julgadas de forma independente.
eu fiz parte da praxe, até ao dia em que nao deixaram uma colega minha ir ao comboio do caloiro (ela é deficiente motora) sob o pretexto de que as ruas em coimbra são muito tortuosas e seria muito complicado (interessante, pq aqui no porto as ruas não são propriamente planas)
só tenho a dizer que, durante as primeiras duas semanas, uma pessoa até aguenta o esforço em virtude de outras coisas como a camaradagem e as brincadeiras e partidas que se faz.
no entanto, a praxe não se resume a isso, e, por isso mesmo, é que decidi sair desse circulo.
isto q há gente que VIVE para aquela merda, e, acimade tudo, pq vai contra os meus princípios, devido às HIERARQUIAS e ao CONSERVADORISMO e MACHISMO praxísticos…
concluindo, olhem nem percam tempo, como o daniel diz, sejam felizes ao serem diferentes e relacionarem-se com os outros sem perder a vossa individualidade.
pq por mais integrados que estejamos, sem nos dar conta, podemos estar a ser mais carneiros que outra coisa…
Se não sabes o que é propaganda de baixo nível, então é natural que não tenhas compreendido os meus comentários.
Imagina o seguinte exemplo. Eu quero usar esse video, colocando-o no meu blogue ou transmitindo a amigos. Tenho de transmitir que é esquerda.net? E porque razão tenho? O que é isso senão propaganda primária? Eu só quero as palavras da Malalai não quero que isso esteja “conspurcado” (é subjectivo, juízo de valor, meti aspas, vê lá se não censuras) pela associação ao bloco de esquerda.
O meu outro comentário foi censurado. Este é uma variante. Vê lá se a verdade não te ofende. Mas se ofender, sempre podes colocar aqui um símbolo a dizer “esquerda.net”.
Anónimo, se fosse o Publico a fazer a entrevista tinha o logo do Publico, sendo o Esqurda tem o do Esquerda. Nem vejo onde há debate. Acresce que ela veio a Portugal a convite do Bloco.
Não me parece que o seu comentário tenha sido censurado. Deverá ter sido qualquer problema técnico. Como poderá constatar pelo teor de grande parte dos comentários, a discordância, e mesmo palavras ásperas, para com os autores do blogue não impede que os comentários sejam aprovados.
E é com minudências desta natureza que o ESSENCIAL é relegado para (pelo menos) 2º plano.
“Despachando” já as ditas minudências (gosto tanto desta palavra), não creio que seja um caso para a ERCS intervir. No “post” “Que nunca se cale”, aparecia o cartaz que anunciava a vinda de MALALAI JOYA a Portugal, onde estava inscrito Bloco de Esquerda com o respectivo símbolo. Então, porque não começaram por ai?
Passando ao ESSENCIAL:
1- A vida e a coragem de Malalai constituem uma autêntica Joya para todos os que amam a LIBERDADE;
2- Malalai denuncia TUDO E TODOS os que, no Afganistão continuam a esmagar a LIBERDADE do POVO;
3- Democracia parece ser a palavra-chave nos três comentários feitos ao que eu considero essencial neste debate;
4- Proponho, ao Justicialista, à Isagt e ao Raoul de Joinville que possamos, com outros(as) que aqui queiram vir, continuar com essa troca de impressões.
esse anónimo está doente, manifesta uma evidente fobia patológica à esquerda e com isso acabou por desviar a atenção dos comentaristas do assunto principal que é a luta pela liberdade o estado de direito e a democracia que Malalai representa. Outras lutas do mesmo género decorrem neste mundo e mesmo no universo lusofono. Tem sido também o esquerda.net quem mais lhes tem dado visibilidade. Obrigado esquerda.net. As causas justas, aprazo, são sempre vencedoras, que ninguém duvide.
#17 e #18: mas que saloiada. Haja paciência para tanto verbo de encher.
Eu, por exemplo, luto pela emancipação intelectual dos sujeitos enquanto indivíduos e não enquanto carneiros de cérebro lavado em conversa de merda fechada sobre vacuidades.
Volto a repetir, vocês evidenciam uma clara incompreensão dos princípios mais básicos no que toca à transmissão de informação: independência e individualização.
Vocês são os mesmos que criticam a falta de independência dos jornais mas, se fossem poder, teriam todo o gosto em fazer como o Alberto João Jardim faz na madeira: propaganda política encapotada em informação. É isso o esquerda.net, é isso que se trata.
Mais, é propaganda política de baixo nível com a utilização de marcas, tal como as [modo vacuidade esquerdalha]grandes multinacionais opressoras[/modo vacuidade esquerdalha] fazem. Querem meter a marcazinha em tudo o que é “cool!”.
a liberdade de quem faz as coisas as assumir, neste caso o esquerda.net, não é defensável e só por isso já é uma lavagem. Quem anda aqui a tentar lavar-nos o cérebro e sem coragem de dar a cara (escondendo-se no anonimato, uma liberdade também, admito) é que está muito mal mesmo. Para mim assume uma direitinha a que reconheço direito de existência mas não o direito de obstar à existência dos outros e à manifestação das suas realizações. Passe bem se é possível considerando a confusão que denota. Força esquerda.net, continua o bom trabalho pelo bom combate
#20: repare, o meu anonimato serve aquele propósito base. Leiam-me pelo que digo e não por quem aparento ser. Julguem o que digo e não quem sou ou quem sou por intermédio do autocolante que me colarem na testa.
O anónimo é uma voz candidata a razão, como outras milhões de vozes existem, incluindo vozes que não se pronunciam. A razão existe para além dos sujeitos que falam, propagandísticos ou não propagandísticos.
Continuo sem compreender porque:
1) quer colar o autocolante “de direita” na minha testa;
2) está tão interessado em que dê o meu nome completo e número de BI.
Volto a repetir, a esquerda.net é uma arma de propaganda de baixo nível que visa desvirtuar mentes mais susceptíveis. A introdução dos logos “esquerda.net” e quejandos não é, nem foi, inocente.
Uma equipa de produção de conteúdos com aspecto informativo que excedem o âmbito meramente interno dessa equipa, não devia ter uma filiação partidária.
Não estou a dizer que é ilegal, estou apenas a dizer que é badalhoco.
Anónimo:
Esperei que se continuasse a debater o essencial.
Como, até agora, isso não aconteceu, vou dar-lhe uma resposta ao que escreveu acerca do meu comentário (O Luiz Araújo estava incluído e já reagiu):
1- Você escreveu “mas que saloiada. Haja paciência para tanto verbo de encher”;
2- Convenhamos que, para quem tanto se indignou por lhe quererem (eu não) colocar catálogos, rótulos ou autocolantes é, no mìnimo, incoerente usar esse tipo de expressões;
3- Mas, verificando tudo o que escreveu, parece que tem um enorme cardápio de rótulos para aplicar aos que não concordam consigo, o que faz pensar se será, apenas, incoerência.
Já agora, só por curiosidade, tem alguma coisa a dizer sobre Malalai Joya?
Um defeito inadmissível a apontar ao vídeo: que está ali a fazer a marca “esquerda.net”???
Gostava que não associassem o valor das palavras da entrevistada, e o valor da entrevistada enquanto pessoa, àquela coisa chamada esquerda.net/bloco.
A propaganda do bloco qualquer dia está a ponto de ensinar qualquer regime soviético.
[Responder]
Quando se passa fome e se tem um país arrasado pela guerra, a Democracia não é só por si uma prioridade para ninguém.
[Responder]
Num país arrasado pela guerra e quando se passa fome, penso precisamente o contrário do Justicialista, é muito necessária a Democracia, para pôr um pouco de ordem no caos, acabar com o salve-se quem puder e onde só os mais poderosos ficam com os poucos recursos disponíveis, incluindo as dádivas de outros países que muitas vezes acabam nas mãos erradas.
[Responder]
e qual é o problema que tem a referência ao esquerda.net? Se a entrevista é sua quem deveria ser referenciado então?
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Só por manifesto voluntarismo e crueldade (inconsciente?…) se pode atirar com uma estrutura tão cmlexa e exigente como a democracia como prioridade primacial para cima de um povo a quem falta praticamente tudo.
A não ser que esses espíritos voluntariosos não se importem de ver a democracia instrumentalizada em puzzle feito a cola e tesoura…
[Responder]
Há pessoas que conseguem ver um pequeno grão de areia nos olhos de alguém, mas não conseguem enxergar a trave que está diante dos seus.
O Anónimo preocupou-se com o facto de aparecer a marca Esquerda.net, porém a mensagem da entrevistada, não mereceu qualquer comentário. É assim a direita em Portugal.
[Responder]
Ó anónimo, quando há RTP ou SIC no canto, não protestas. Se foi uma entrevista do Esquerda Net, eles não iam por Anónimo Net. O seu a seu dono!
Quanto à entrevista, uma mulher de coragem! Houvesse cá assim, sem se venderem por tachos depois de uns arroubos públicos de protesto…
[Responder]
#6: Não sou de direita. Cuidado com os catálogos que usa para etiquetar. Usando eu um catálogo semelhante, diria que a esquerda portuguesa é uma esquerda pimba inconsequente.
#7: A SIC e a RTP não estão afiliadas num partido político. Difícil de perceber?
[Responder]
Querido anónimo, a entrevista foi feita pelo site do Bloco e colocada no youtube. Tem alguma coisa contra IDENTIFICAÇÃO?
[Responder]
#9: não basta a identificação no nome do filme? (pode ver “ESQUERDA.NET| Entrevista a Malalai Joya”) É preciso conspurcar o próprio filme com o identificador “esquerda.net” hardcoded ao lado das legendas?
O esquerda.net percebe alguma coisa de alguma coisa? Faz-me lembrar os célebres documentos em .doc (formato da Microsoft) que volta e meia os bloquistas gostam tanto de usar e disponibilizar.
A propaganda do bloco não engana ninguém. Espero que a rapariga (Malalai) tenha sido informada de antemão que ia ser colada à propaganda do bloco de esquerda.
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Pedro Sales Reply:
Outubro 20th, 2009 at 20:31
Caro anónimo,
A “rapariga” veio a Portugal a convite do Bloco de Esquerda. A colagem, ou como lhe chama, foi feita conscientemente pelas duas partes. Chama-se contactos políticos. Talvez a senhora não viesse em sabendo que era o PSD, mas quem sou eu para lhe perturbar a campanha contra a identificação de um site num vídeo.
Acrescento mais sobre essa historieta da autoria. A autoria daquilo é da Malalai e não do gajo que segura a câmara e o outro do microfone. Pensava que eram as palavras que interessavam, a pessoa, e não o facto de ter sido uns gajos pagos pelo bloco para lhe meter o microfone e a câmara à frente. Toda a autoria que bastava seria: “Malalai” e eventualmente uma descrição que contextualizasse o propósito da entrevista.
A propaganda do bloco via esquerda.net é má em todos os sentidos. É por tentarem colar todas as opiniões a uma agenda particular (direita ou esquerda) que estas se tornam difíceis de ouvir por aquilo que são e julgadas de forma independente.
[Responder]
eu fiz parte da praxe, até ao dia em que nao deixaram uma colega minha ir ao comboio do caloiro (ela é deficiente motora) sob o pretexto de que as ruas em coimbra são muito tortuosas e seria muito complicado (interessante, pq aqui no porto as ruas não são propriamente planas)
só tenho a dizer que, durante as primeiras duas semanas, uma pessoa até aguenta o esforço em virtude de outras coisas como a camaradagem e as brincadeiras e partidas que se faz.
no entanto, a praxe não se resume a isso, e, por isso mesmo, é que decidi sair desse circulo.
isto q há gente que VIVE para aquela merda, e, acimade tudo, pq vai contra os meus princípios, devido às HIERARQUIAS e ao CONSERVADORISMO e MACHISMO praxísticos…
concluindo, olhem nem percam tempo, como o daniel diz, sejam felizes ao serem diferentes e relacionarem-se com os outros sem perder a vossa individualidade.
pq por mais integrados que estejamos, sem nos dar conta, podemos estar a ser mais carneiros que outra coisa…
[Responder]
Se não sabes o que é propaganda de baixo nível, então é natural que não tenhas compreendido os meus comentários.
Imagina o seguinte exemplo. Eu quero usar esse video, colocando-o no meu blogue ou transmitindo a amigos. Tenho de transmitir que é esquerda.net? E porque razão tenho? O que é isso senão propaganda primária? Eu só quero as palavras da Malalai não quero que isso esteja “conspurcado” (é subjectivo, juízo de valor, meti aspas, vê lá se não censuras) pela associação ao bloco de esquerda.
O meu outro comentário foi censurado. Este é uma variante. Vê lá se a verdade não te ofende. Mas se ofender, sempre podes colocar aqui um símbolo a dizer “esquerda.net”.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 21st, 2009 at 0:49
Anónimo, se fosse o Publico a fazer a entrevista tinha o logo do Publico, sendo o Esqurda tem o do Esquerda. Nem vejo onde há debate. Acresce que ela veio a Portugal a convite do Bloco.
Pedro Sales Reply:
Outubro 21st, 2009 at 1:18
Caro anónimo,
Não me parece que o seu comentário tenha sido censurado. Deverá ter sido qualquer problema técnico. Como poderá constatar pelo teor de grande parte dos comentários, a discordância, e mesmo palavras ásperas, para com os autores do blogue não impede que os comentários sejam aprovados.
E é com minudências desta natureza que o ESSENCIAL é relegado para (pelo menos) 2º plano.
“Despachando” já as ditas minudências (gosto tanto desta palavra), não creio que seja um caso para a ERCS intervir. No “post” “Que nunca se cale”, aparecia o cartaz que anunciava a vinda de MALALAI JOYA a Portugal, onde estava inscrito Bloco de Esquerda com o respectivo símbolo. Então, porque não começaram por ai?
Passando ao ESSENCIAL:
1- A vida e a coragem de Malalai constituem uma autêntica Joya para todos os que amam a LIBERDADE;
2- Malalai denuncia TUDO E TODOS os que, no Afganistão continuam a esmagar a LIBERDADE do POVO;
3- Democracia parece ser a palavra-chave nos três comentários feitos ao que eu considero essencial neste debate;
4- Proponho, ao Justicialista, à Isagt e ao Raoul de Joinville que possamos, com outros(as) que aqui queiram vir, continuar com essa troca de impressões.
[Responder]
esse anónimo está doente, manifesta uma evidente fobia patológica à esquerda e com isso acabou por desviar a atenção dos comentaristas do assunto principal que é a luta pela liberdade o estado de direito e a democracia que Malalai representa. Outras lutas do mesmo género decorrem neste mundo e mesmo no universo lusofono. Tem sido também o esquerda.net quem mais lhes tem dado visibilidade. Obrigado esquerda.net. As causas justas, aprazo, são sempre vencedoras, que ninguém duvide.
[Responder]
#17 e #18: mas que saloiada. Haja paciência para tanto verbo de encher.
Eu, por exemplo, luto pela emancipação intelectual dos sujeitos enquanto indivíduos e não enquanto carneiros de cérebro lavado em conversa de merda fechada sobre vacuidades.
Volto a repetir, vocês evidenciam uma clara incompreensão dos princípios mais básicos no que toca à transmissão de informação: independência e individualização.
Vocês são os mesmos que criticam a falta de independência dos jornais mas, se fossem poder, teriam todo o gosto em fazer como o Alberto João Jardim faz na madeira: propaganda política encapotada em informação. É isso o esquerda.net, é isso que se trata.
Mais, é propaganda política de baixo nível com a utilização de marcas, tal como as [modo vacuidade esquerdalha]grandes multinacionais opressoras[/modo vacuidade esquerdalha] fazem. Querem meter a marcazinha em tudo o que é “cool!”.
[Responder]
a liberdade de quem faz as coisas as assumir, neste caso o esquerda.net, não é defensável e só por isso já é uma lavagem. Quem anda aqui a tentar lavar-nos o cérebro e sem coragem de dar a cara (escondendo-se no anonimato, uma liberdade também, admito) é que está muito mal mesmo. Para mim assume uma direitinha a que reconheço direito de existência mas não o direito de obstar à existência dos outros e à manifestação das suas realizações. Passe bem se é possível considerando a confusão que denota. Força esquerda.net, continua o bom trabalho pelo bom combate
[Responder]
#20: repare, o meu anonimato serve aquele propósito base. Leiam-me pelo que digo e não por quem aparento ser. Julguem o que digo e não quem sou ou quem sou por intermédio do autocolante que me colarem na testa.
O anónimo é uma voz candidata a razão, como outras milhões de vozes existem, incluindo vozes que não se pronunciam. A razão existe para além dos sujeitos que falam, propagandísticos ou não propagandísticos.
Continuo sem compreender porque:
1) quer colar o autocolante “de direita” na minha testa;
2) está tão interessado em que dê o meu nome completo e número de BI.
Volto a repetir, a esquerda.net é uma arma de propaganda de baixo nível que visa desvirtuar mentes mais susceptíveis. A introdução dos logos “esquerda.net” e quejandos não é, nem foi, inocente.
Uma equipa de produção de conteúdos com aspecto informativo que excedem o âmbito meramente interno dessa equipa, não devia ter uma filiação partidária.
Não estou a dizer que é ilegal, estou apenas a dizer que é badalhoco.
[Responder]
Anónimo:
Esperei que se continuasse a debater o essencial.
Como, até agora, isso não aconteceu, vou dar-lhe uma resposta ao que escreveu acerca do meu comentário (O Luiz Araújo estava incluído e já reagiu):
1- Você escreveu “mas que saloiada. Haja paciência para tanto verbo de encher”;
2- Convenhamos que, para quem tanto se indignou por lhe quererem (eu não) colocar catálogos, rótulos ou autocolantes é, no mìnimo, incoerente usar esse tipo de expressões;
3- Mas, verificando tudo o que escreveu, parece que tem um enorme cardápio de rótulos para aplicar aos que não concordam consigo, o que faz pensar se será, apenas, incoerência.
Já agora, só por curiosidade, tem alguma coisa a dizer sobre Malalai Joya?
[Responder]