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mais detalhes com a ana cristina leonardo

 


9 respostas ao post “São Jerónimo de Boliqueime pensando na homenagem post-mortem ao capitão Maia, que é quando elas sabem melhor”  

  1. 1 1  ana cristina leonardo

    Obrigada pelo link, Pedro. O Salgueiro Maia merece

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  2. 2 2  Sebastião Torres

    Mais vale tarde que nunca?
    Há atitudes que mais vale nunca que tarde, sobretudo quando tresandam a farisaísmo.

    Que saudades Salgueiro Maia..

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  3. 3 3  Manuel Monteiro

    É a direita no seu melhor: revanchista e hipócrita.

    Manuel Monteiro

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  4. 4 4  velyn

    Extra!!, extra!!, Franciso Louçã vai tomar ordens menores e começou a incensar Savonarola e a abjurar qualquer tipo de liberdade de pensamento ou de cariz sexual. Na nova ordem de Francisco letra L todos os convertidos se comprometem (e metem) à prática exclusiva e diária da sodomia e todas as neófitas juram praticar apenas e devotamente o tribadismo. Daniel Oliveira já se converteu, começando timidamente (por hora!) pela tonsura! Extra, extra! Sigam Francisco letra L!!!! Ele é o nosso profeta!!!

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  5. 5 5  velyn

    Moderador, modera-me!!! Mal posso esperar por esse sentido de humor! :-)

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  6. 6 6  JKL
  7. 7 7  Henrique Morais

    A verdade é que Salgueiro Maia é dos poucos responsaveis pelo 25 de Abril que ainda merece algum do meu respeito…

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  8. 8 8  José Silva

    Como se trata de uma homenagem póstuma e apesar do pó que tenho a todo o pessoal do quadro, aqui deixo a minha homenagem a alguém com coragem e cujos ideais eram diferentes da maior parte da “chicalhada”:
    A UM SOLDADO
    Deita lágrimas o Céu,
    E está muito nublado;
    Chora esse que morreu,
    Que jaz no solo amado!
    -
    Ouve-se na trovoada,
    O ribombar do trovão;
    Diz a Natureza amada,
    Que o tem no coração!
    -
    O vento na sua calma,
    Brisa da Terra Mátria;
    Diz que tem a sua alma:
    A do servidor da Pátria!
    -
    E o Sol está escondido,
    Não mostra a sua Luz;
    Diz ó Soldado querido,
    Estou a ver a tua Cruz!
    -
    Lá bem no alto a Lua,
    Que no Céu vai passar;
    Diz:” vejo a Cruz tua”,
    É espelhada pelo luar!
    -
    Ouve-se a voz do mar,
    Que a traz até à ria;
    Como num murmurar,
    Ao bravo, p’la valentia!
    -
    Da serra voam as aves,
    Voam de parte ignota;
    Elas em modos suaves,
    O saúdam até à rota!
    -
    O militar foi o bravo,
    P’ra as pessoas gentil;
    Do jardim teve o cravo,
    D’Outono, não d’Abril!
    -
    Com a força preciosa,
    Da vida que cá lhe deu;
    Terra lhe dá uma rosa,
    Como presente do Céu!
    -
    O mar, a terra e o ar,
    Juntos em homenagem;
    Assim saúdam o militar,
    Pelos actos de coragem!
    -
    Assim envolto de flores,
    Na estação de Outono;
    Tem da bandeira, cores,
    De Deus eterno, o sono!
    -
    E ele tem da Natureza
    Já que toda, cá o chora
    Nesta terra Portuguesa
    Adeus, por s’ir embora!
    -
    Pisco

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  1. 1 Luz de Lisboa

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