Extra!!, extra!!, Franciso Louçã vai tomar ordens menores e começou a incensar Savonarola e a abjurar qualquer tipo de liberdade de pensamento ou de cariz sexual. Na nova ordem de Francisco letra L todos os convertidos se comprometem (e metem) à prática exclusiva e diária da sodomia e todas as neófitas juram praticar apenas e devotamente o tribadismo. Daniel Oliveira já se converteu, começando timidamente (por hora!) pela tonsura! Extra, extra! Sigam Francisco letra L!!!! Ele é o nosso profeta!!!
Como se trata de uma homenagem póstuma e apesar do pó que tenho a todo o pessoal do quadro, aqui deixo a minha homenagem a alguém com coragem e cujos ideais eram diferentes da maior parte da “chicalhada”:
A UM SOLDADO
Deita lágrimas o Céu,
E está muito nublado;
Chora esse que morreu,
Que jaz no solo amado!
-
Ouve-se na trovoada,
O ribombar do trovão;
Diz a Natureza amada,
Que o tem no coração!
-
O vento na sua calma,
Brisa da Terra Mátria;
Diz que tem a sua alma:
A do servidor da Pátria!
-
E o Sol está escondido,
Não mostra a sua Luz;
Diz ó Soldado querido,
Estou a ver a tua Cruz!
-
Lá bem no alto a Lua,
Que no Céu vai passar;
Diz:” vejo a Cruz tua”,
É espelhada pelo luar!
-
Ouve-se a voz do mar,
Que a traz até à ria;
Como num murmurar,
Ao bravo, p’la valentia!
-
Da serra voam as aves,
Voam de parte ignota;
Elas em modos suaves,
O saúdam até à rota!
-
O militar foi o bravo,
P’ra as pessoas gentil;
Do jardim teve o cravo,
D’Outono, não d’Abril!
-
Com a força preciosa,
Da vida que cá lhe deu;
Terra lhe dá uma rosa,
Como presente do Céu!
-
O mar, a terra e o ar,
Juntos em homenagem;
Assim saúdam o militar,
Pelos actos de coragem!
-
Assim envolto de flores,
Na estação de Outono;
Tem da bandeira, cores,
De Deus eterno, o sono!
-
E ele tem da Natureza
Já que toda, cá o chora
Nesta terra Portuguesa
Adeus, por s’ir embora!
-
Pisco
Obrigada pelo link, Pedro. O Salgueiro Maia merece
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Mais vale tarde que nunca?
Há atitudes que mais vale nunca que tarde, sobretudo quando tresandam a farisaísmo.
Que saudades Salgueiro Maia..
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É a direita no seu melhor: revanchista e hipócrita.
Manuel Monteiro
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Extra!!, extra!!, Franciso Louçã vai tomar ordens menores e começou a incensar Savonarola e a abjurar qualquer tipo de liberdade de pensamento ou de cariz sexual. Na nova ordem de Francisco letra L todos os convertidos se comprometem (e metem) à prática exclusiva e diária da sodomia e todas as neófitas juram praticar apenas e devotamente o tribadismo. Daniel Oliveira já se converteu, começando timidamente (por hora!) pela tonsura! Extra, extra! Sigam Francisco letra L!!!! Ele é o nosso profeta!!!
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Moderador, modera-me!!! Mal posso esperar por esse sentido de humor!
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Velin,lê e pensa
http://port.pravda.ru/sociedade/incidentes/27204-0/ ou em http://resistir.info/crise/chetverikova_21abr09_p.html
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A verdade é que Salgueiro Maia é dos poucos responsaveis pelo 25 de Abril que ainda merece algum do meu respeito…
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Como se trata de uma homenagem póstuma e apesar do pó que tenho a todo o pessoal do quadro, aqui deixo a minha homenagem a alguém com coragem e cujos ideais eram diferentes da maior parte da “chicalhada”:
A UM SOLDADO
Deita lágrimas o Céu,
E está muito nublado;
Chora esse que morreu,
Que jaz no solo amado!
-
Ouve-se na trovoada,
O ribombar do trovão;
Diz a Natureza amada,
Que o tem no coração!
-
O vento na sua calma,
Brisa da Terra Mátria;
Diz que tem a sua alma:
A do servidor da Pátria!
-
E o Sol está escondido,
Não mostra a sua Luz;
Diz ó Soldado querido,
Estou a ver a tua Cruz!
-
Lá bem no alto a Lua,
Que no Céu vai passar;
Diz:” vejo a Cruz tua”,
É espelhada pelo luar!
-
Ouve-se a voz do mar,
Que a traz até à ria;
Como num murmurar,
Ao bravo, p’la valentia!
-
Da serra voam as aves,
Voam de parte ignota;
Elas em modos suaves,
O saúdam até à rota!
-
O militar foi o bravo,
P’ra as pessoas gentil;
Do jardim teve o cravo,
D’Outono, não d’Abril!
-
Com a força preciosa,
Da vida que cá lhe deu;
Terra lhe dá uma rosa,
Como presente do Céu!
-
O mar, a terra e o ar,
Juntos em homenagem;
Assim saúdam o militar,
Pelos actos de coragem!
-
Assim envolto de flores,
Na estação de Outono;
Tem da bandeira, cores,
De Deus eterno, o sono!
-
E ele tem da Natureza
Já que toda, cá o chora
Nesta terra Portuguesa
Adeus, por s’ir embora!
-
Pisco
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