Vejam mais sobre a campanha “Save Miguel”. Escusada era a musiquinha mexicana.  Encontrado aqui.


11 respostas ao post “Save Miguel”  

  1. 1 1  cafc

    Salvem os chaparros!

    Muito bem “postado” Daniel.
    Aguardo, com uma angústia existencial, a opinião de alguns comentadores.

    Se calhar, nem “ligam”.
    Um abraço, “companhero”.

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  2. 2 2  António Cunha

    Este filme já tem uns anitos.

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  3. 3 3  José Bastos

    Precisavamos era que uma estrela de Hollywood abraçasse, num projecto mais abrangente, a causa “Save Portugal”.

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  4. 4 4  LAM

    a musiquita mexicana foi dica da maitê.

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  5. 5 5  isagt

    Pois há que salvar os sobreiros e as boas rolhas de cortiça e tenho a certeza que muitos andam a ser enganados com grandes imitações, em plástico.
    E graças a grandes projectos de interesse… particular, lá se vão matando uns quantos Miguéis, até ter tudo forrado a cimento ou bem barrado de alcatrão.

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  6. 6 6  Miguel Dias

    Grande post!

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  7. 7 7  Chaboco

    Reparam como o craque tem olhinhos? Foi abraçar um sobreiro que estava largar a corticinha! Ai não; se ela deve estar à volta de uns 12 continhos a arroba (prá aí 60 €).
    Vejam se pediu para salvar os que não são limpos (podados), sufocados em matagais porque há décadas que os terrenos não são lavrados.
    Quando há incêndios perdem-se milhares de hectares de montado, como aconteceu há poucos anos na Serra do Caldeirão que produz da melhor cortiça do mundo.
    O objectivo do vídeo é muito bem intencionado, mas na pratica não é bem assim. Isso tem uma razão de ser.

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  8. 8 8  Pão Metálico

    Com musiquinha ou sem, mais incorrecção, menos incorrecção, dá para pensar.

    Nota: Estou-me borrifando para a alteração da grafia da palavra incorrecção.

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  9. 9 9  Bruno

    Já tem algum tempo. E tem o patrocínio Amorim, de quem o Bloco de Esquerda tem dito tão “bem”. Afinal, o Amorim, apesar de tudo, também apoia causas nobres. Num país onde a lei da rolha é das que tem mais saída, o Miguel não terá problemas de sobrevivência.

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  10. 10 10  Rui F

    Desculpem puxar a brasa à minha sardinha…
    Correr no meio dum azinhal e sobreiral como o puto faz no filme, sentir aquela sensação de liberdade infinita, só mesmo quem é Alentejano ou quem tenha passado as férias no meio do campo.
    Já agora…o montado de sobro e azinho é MUITISSIMO mais do que o filme mostra.
    Apenas aflora muito superficialmente a importância económica que o sobreiro tem na comunidade rural.

    Obviamente que o objectivo 1º do senhor Amorim é a rolha de cortiça, já que ele não tem na industria dos plásticos interesse visível.
    Provavelmente se o grupo dele fabricasse rolhas de plástico, estaríamos a ver aqui um filme a defender as jazidas de petróleo e a refinação de polietileno.

    Alguns reparos…

    O AMORIM é a tal pessoa mais rica do país e que fechou no ano passado uma fábrica de rolhas que empregava 200 pessoas, na sua maioria a ganhar 500€ mês limpos?
    Fechou porquê?
    Investindo na modernização de processos e formação das pessoas, não seria possível salvar o emprego a esta gente?

    Ora…se o grupo AMORIM tem 3 ou 4 fábricas de rolhas, outras 3 ou 4 de aglomerados de cortiça – SIM a CORTIÇA serve para muito mais coisas do que rolhas, como revestimentos para chão e teto, isolamentos acústicos e térmicos, moda, etc – havia mesmo necessidade do que se passou?

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  11. 11 11  Rui F

    Já agora…quanto investe o grupo AMORIM na investigação das doenças que afectam os sobreiros e que ano após ano vão morrendo sem se saber exactamente o porquê?

    Quanto investe – e onde investe – o grupo AMORIM na reflorestação da espécie e na preservação do montado?

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