Por Daniel Oliveira
Vejam mais sobre a campanha “Save Miguel”. Escusada era a musiquinha mexicana. Encontrado aqui.
11 comentários 23 Nov 09 em Sem categoriaVejam mais sobre a campanha “Save Miguel”. Escusada era a musiquinha mexicana. Encontrado aqui.
11 comentários 23 Nov 09 em Sem categoria
Salvem os chaparros!
Muito bem “postado” Daniel.
Aguardo, com uma angústia existencial, a opinião de alguns comentadores.
Se calhar, nem “ligam”.
Um abraço, “companhero”.
[Responder]
Este filme já tem uns anitos.
[Responder]
Precisavamos era que uma estrela de Hollywood abraçasse, num projecto mais abrangente, a causa “Save Portugal”.
[Responder]
a musiquita mexicana foi dica da maitê.
[Responder]
Pois há que salvar os sobreiros e as boas rolhas de cortiça e tenho a certeza que muitos andam a ser enganados com grandes imitações, em plástico.
E graças a grandes projectos de interesse… particular, lá se vão matando uns quantos Miguéis, até ter tudo forrado a cimento ou bem barrado de alcatrão.
[Responder]
Grande post!
[Responder]
Reparam como o craque tem olhinhos? Foi abraçar um sobreiro que estava largar a corticinha! Ai não; se ela deve estar à volta de uns 12 continhos a arroba (prá aí 60 €).
Vejam se pediu para salvar os que não são limpos (podados), sufocados em matagais porque há décadas que os terrenos não são lavrados.
Quando há incêndios perdem-se milhares de hectares de montado, como aconteceu há poucos anos na Serra do Caldeirão que produz da melhor cortiça do mundo.
O objectivo do vídeo é muito bem intencionado, mas na pratica não é bem assim. Isso tem uma razão de ser.
[Responder]
Com musiquinha ou sem, mais incorrecção, menos incorrecção, dá para pensar.
Nota: Estou-me borrifando para a alteração da grafia da palavra incorrecção.
[Responder]
Já tem algum tempo. E tem o patrocínio Amorim, de quem o Bloco de Esquerda tem dito tão “bem”. Afinal, o Amorim, apesar de tudo, também apoia causas nobres. Num país onde a lei da rolha é das que tem mais saída, o Miguel não terá problemas de sobrevivência.
[Responder]
Desculpem puxar a brasa à minha sardinha…
Correr no meio dum azinhal e sobreiral como o puto faz no filme, sentir aquela sensação de liberdade infinita, só mesmo quem é Alentejano ou quem tenha passado as férias no meio do campo.
Já agora…o montado de sobro e azinho é MUITISSIMO mais do que o filme mostra.
Apenas aflora muito superficialmente a importância económica que o sobreiro tem na comunidade rural.
Obviamente que o objectivo 1º do senhor Amorim é a rolha de cortiça, já que ele não tem na industria dos plásticos interesse visível.
Provavelmente se o grupo dele fabricasse rolhas de plástico, estaríamos a ver aqui um filme a defender as jazidas de petróleo e a refinação de polietileno.
Alguns reparos…
O AMORIM é a tal pessoa mais rica do país e que fechou no ano passado uma fábrica de rolhas que empregava 200 pessoas, na sua maioria a ganhar 500€ mês limpos?
Fechou porquê?
Investindo na modernização de processos e formação das pessoas, não seria possível salvar o emprego a esta gente?
Ora…se o grupo AMORIM tem 3 ou 4 fábricas de rolhas, outras 3 ou 4 de aglomerados de cortiça – SIM a CORTIÇA serve para muito mais coisas do que rolhas, como revestimentos para chão e teto, isolamentos acústicos e térmicos, moda, etc – havia mesmo necessidade do que se passou?
[Responder]
Já agora…quanto investe o grupo AMORIM na investigação das doenças que afectam os sobreiros e que ano após ano vão morrendo sem se saber exactamente o porquê?
Quanto investe – e onde investe – o grupo AMORIM na reflorestação da espécie e na preservação do montado?
[Responder]