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	<title>Comentários em: Se fores descarado na imoralidade ela será aceite como natural</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: Carlos Eduardo da Cruz Luna</title>
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		<dc:creator>Carlos Eduardo da Cruz Luna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 23:14:42 +0000</pubDate>
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		<description>VINTE DE MAIO, UMA DATA MARCANTE NA HISTÓRIA DE PORTUGAL (RECORDANDO TIMOR... E
NÃO SÓ!)
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Um governador militar, perante um ataque
iminente, decide capitular. Afinal, o invasor mais não é que um peão
manobrado por uma potência exterior. Lutar para quê ?
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Espera-se que, tal como sucedeu em
situações anteriores, tudo volte a ser como antes quando uma verdadeira paz
for assinada. O invasor sairá então.
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Olivença capitula, sem disparar um tiro.
A população inquieta-se, mas confia. Com o tempo, tudo regressará ao normal.
Muitos anos antes, em mil seiscentos e cinquenta e sete, ocorrera algo
idêntico. Quase todos tinham fugido, para regressar onze anos depois. Tudo se
recompusera.
Vinte de Maio de mil oitocentos e um.
Não houve sangue. Uns poucos (os pessimistas!) atravessaram o Guadiana. Em
Elvas, o invasor encontraria resistência, bem como em Campo Maior. Na
primeira, conseguiu uns ramos de laranjeira. Na segunda, acabou por vencer, mas
a que preço!!!
E veio uma paz falsa e logo violada. E outras guerras. E uma paz verdadeira, em
que se apagou o vinte de Maio de mil oitocentos e um. Para todos. Mas não para
o invasor. .
Vinte de Maio de dois mil e dois. Nasce uma nova nação. Gerada no sofrimento.
Combatendo a indiferença. Com sangue, muito sangue.
Vinte de Maio de dois mil e dois. Esta data ficará na História. Vinte sete
anos depois do seu acto ilegítimo de ocupação, a Indonésia vê surgir nas
suas fronteiras um novo país ao qual quis negar a liberdade, apoiada por um
grande deste mundo, em nome da estabilidade do seu próprio regime. Como se se
pudessem invadir vizinhos só porque o sistema político não agrada. Não há
lei que tal contemple. As instâncias internacionais nunca aceitarão a
legalidade da acção.
Em vinte de Maio de dois mil e nove, recordemos esta lição. Portugal não pode
esquecer o heroísmo de todo um povo, e pode orgulhar-se de o ter ajudado de
forma decisiva. Portugal combateu uma situação de violação do Direito
Internacional. Sem desfalecimento. Contra (quase)tudo e (quase) todos.
Independentemente do peso dos adversários. Apenas porque acreditou que era
justo fazê-lo. E independentemente das dificuldades que se lhe deparam, hoje,
em dois mil e nove.
Vinte de Maio de dois mil e nove em Olivença. Madrid mantem a posse da cidade.
Ali, ao contrário de Timor, não houve duzentos mil mortos.Nem mil. Nem cem.
Nesse aspecto, não pode haver comparações. Mas matou-se uma cultura. Ou, pelo
menos, ela ficou vazia, moribunda. Em duzentos e oito anos, muito se consegue.
Recorrendo à repressão, quando necessário. Às claras, ou discretamente.
Olivença viu ser sangrada a sua cultura e a sua história. Viu gente sua
dispersa, numa sangria dos seus filhos. Não morreu na carne. Morreu no
espírito. O passado tornou-se um conjunto de sombras vagas, contraditórias,
falsidades contra as quais quase não consegue reagir. Perdeu as referências.
Vinte de Maio. Uma data no calendário. Consoante o ano, o início de uma
ocupação persistente, contínua, preocupada em apagar um passado de seiscentos
anos, numa população que resistiu com fracos recursos e apoios. Ou o início
da vida independente de um povo. Que sofreu, mas venceu. Que a diplomacia nunca
abandonou. Corajosamente. Crente em princípios.
Mil oitocentos e um. Dois mil e dois.Dois mil e nove, recordando.
Dois vinte de Maio...

Estremoz, 15 de Maio de 2009 Carlos Eduardo da Cruz Luna</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VINTE DE MAIO, UMA DATA MARCANTE NA HISTÓRIA DE PORTUGAL (RECORDANDO TIMOR&#8230; E<br />
NÃO SÓ!)<br />
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Um governador militar, perante um ataque<br />
iminente, decide capitular. Afinal, o invasor mais não é que um peão<br />
manobrado por uma potência exterior. Lutar para quê ?<br />
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Espera-se que, tal como sucedeu em<br />
situações anteriores, tudo volte a ser como antes quando uma verdadeira paz<br />
for assinada. O invasor sairá então.<br />
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Olivença capitula, sem disparar um tiro.<br />
A população inquieta-se, mas confia. Com o tempo, tudo regressará ao normal.<br />
Muitos anos antes, em mil seiscentos e cinquenta e sete, ocorrera algo<br />
idêntico. Quase todos tinham fugido, para regressar onze anos depois. Tudo se<br />
recompusera.<br />
Vinte de Maio de mil oitocentos e um.<br />
Não houve sangue. Uns poucos (os pessimistas!) atravessaram o Guadiana. Em<br />
Elvas, o invasor encontraria resistência, bem como em Campo Maior. Na<br />
primeira, conseguiu uns ramos de laranjeira. Na segunda, acabou por vencer, mas<br />
a que preço!!!<br />
E veio uma paz falsa e logo violada. E outras guerras. E uma paz verdadeira, em<br />
que se apagou o vinte de Maio de mil oitocentos e um. Para todos. Mas não para<br />
o invasor. .<br />
Vinte de Maio de dois mil e dois. Nasce uma nova nação. Gerada no sofrimento.<br />
Combatendo a indiferença. Com sangue, muito sangue.<br />
Vinte de Maio de dois mil e dois. Esta data ficará na História. Vinte sete<br />
anos depois do seu acto ilegítimo de ocupação, a Indonésia vê surgir nas<br />
suas fronteiras um novo país ao qual quis negar a liberdade, apoiada por um<br />
grande deste mundo, em nome da estabilidade do seu próprio regime. Como se se<br />
pudessem invadir vizinhos só porque o sistema político não agrada. Não há<br />
lei que tal contemple. As instâncias internacionais nunca aceitarão a<br />
legalidade da acção.<br />
Em vinte de Maio de dois mil e nove, recordemos esta lição. Portugal não pode<br />
esquecer o heroísmo de todo um povo, e pode orgulhar-se de o ter ajudado de<br />
forma decisiva. Portugal combateu uma situação de violação do Direito<br />
Internacional. Sem desfalecimento. Contra (quase)tudo e (quase) todos.<br />
Independentemente do peso dos adversários. Apenas porque acreditou que era<br />
justo fazê-lo. E independentemente das dificuldades que se lhe deparam, hoje,<br />
em dois mil e nove.<br />
Vinte de Maio de dois mil e nove em Olivença. Madrid mantem a posse da cidade.<br />
Ali, ao contrário de Timor, não houve duzentos mil mortos.Nem mil. Nem cem.<br />
Nesse aspecto, não pode haver comparações. Mas matou-se uma cultura. Ou, pelo<br />
menos, ela ficou vazia, moribunda. Em duzentos e oito anos, muito se consegue.<br />
Recorrendo à repressão, quando necessário. Às claras, ou discretamente.<br />
Olivença viu ser sangrada a sua cultura e a sua história. Viu gente sua<br />
dispersa, numa sangria dos seus filhos. Não morreu na carne. Morreu no<br />
espírito. O passado tornou-se um conjunto de sombras vagas, contraditórias,<br />
falsidades contra as quais quase não consegue reagir. Perdeu as referências.<br />
Vinte de Maio. Uma data no calendário. Consoante o ano, o início de uma<br />
ocupação persistente, contínua, preocupada em apagar um passado de seiscentos<br />
anos, numa população que resistiu com fracos recursos e apoios. Ou o início<br />
da vida independente de um povo. Que sofreu, mas venceu. Que a diplomacia nunca<br />
abandonou. Corajosamente. Crente em princípios.<br />
Mil oitocentos e um. Dois mil e dois.Dois mil e nove, recordando.<br />
Dois vinte de Maio&#8230;</p>
<p>Estremoz, 15 de Maio de 2009 Carlos Eduardo da Cruz Luna</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: imoralidade.net - Arrastão: Se fores descarado na imoralidade ela será aceite como &#8230;</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-61134</link>
		<dc:creator>imoralidade.net - Arrastão: Se fores descarado na imoralidade ela será aceite como &#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 19:01:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] regras antigas e vamos agir de acordo com novas regras” Ehud Olmert &#8230; Veja o post completo clicando aqui.&#160;Post indexado de:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] regras antigas e vamos agir de acordo com novas regras” Ehud Olmert &#8230; Veja o post completo clicando aqui.&nbsp;Post indexado de:  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: zab</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60977</link>
		<dc:creator>zab</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 02:06:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7745#comment-60977</guid>
		<description>&lt;b&gt;24  Morgadinho 
5 Fev 2009 às 20:09
&lt;i&gt;...divergências com a ONU por dar assistência a opositores do Hamas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;

Fantástico !! Os opositores do Hamas não merecem assistência!!  Merecem a morte! E foi isso que lhes aconteceu quando o Hamas tomou o poder pela força em Gaza: matou-os. Não se sabe como é que sobraram alguns. Dar-lhes assistência ?? Não !! O melhor é mata-los já !!

Pobre povo, com &quot;amigos&quot; assim, nem precisa de inimigos !!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>24  Morgadinho<br />
5 Fev 2009 às 20:09<br />
<i>&#8230;divergências com a ONU por dar assistência a opositores do Hamas</i></b></p>
<p>Fantástico !! Os opositores do Hamas não merecem assistência!!  Merecem a morte! E foi isso que lhes aconteceu quando o Hamas tomou o poder pela força em Gaza: matou-os. Não se sabe como é que sobraram alguns. Dar-lhes assistência ?? Não !! O melhor é mata-los já !!</p>
<p>Pobre povo, com &#8220;amigos&#8221; assim, nem precisa de inimigos !!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Morgadinho</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60940</link>
		<dc:creator>Morgadinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 20:09:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7745#comment-60940</guid>
		<description>Notícia que bem mereciam o comentário de Daniel Oliveira e com grande curiosidade em que como se irá imputar a Israel a responsabilidade por este facto:

Mundo: ONU acusa Hamas de confiscar ajuda humanitária em Gaza
05.02.2009
Fonte: Reuters
O porta-voz Christopher Gunnessd declarou que a polícia do Hamas invadiu um armazém da ONU depois de a organização ter recusado entregar bens ao Governo. O ministro dos Assuntos Sociais do Hamas negou as acusações mas assumiu divergências com a ONU por dar assistência a opositores do Hamas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia que bem mereciam o comentário de Daniel Oliveira e com grande curiosidade em que como se irá imputar a Israel a responsabilidade por este facto:</p>
<p>Mundo: ONU acusa Hamas de confiscar ajuda humanitária em Gaza<br />
05.02.2009<br />
Fonte: Reuters<br />
O porta-voz Christopher Gunnessd declarou que a polícia do Hamas invadiu um armazém da ONU depois de a organização ter recusado entregar bens ao Governo. O ministro dos Assuntos Sociais do Hamas negou as acusações mas assumiu divergências com a ONU por dar assistência a opositores do Hamas</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafeiro Trauliteiro</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60939</link>
		<dc:creator>Rafeiro Trauliteiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 20:06:44 +0000</pubDate>
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		<description>A mim só me chateia que sejam os europeus a pagar os &quot;excessos&quot; israelitas. Mas afinal, por onde anda a solidariedade árabe e islâmica? Ó Zézé, tu é que nos podias responder.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A mim só me chateia que sejam os europeus a pagar os &#8220;excessos&#8221; israelitas. Mas afinal, por onde anda a solidariedade árabe e islâmica? Ó Zézé, tu é que nos podias responder.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabel Coutinho</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60820</link>
		<dc:creator>Isabel Coutinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 15:55:48 +0000</pubDate>
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		<description>CausasPerdidas, 
Quando falei de Olivença, estava apenas a brincar. 
Por acaso até acho que Olivença é deles. Foi conquistada pelos Espanhóis em 1801 durante a chamada “Guerra das Laranjas” em que o Governador de Olivença entregou praça sem resistência. Mas fica-nos sempre bem ter um motivo pata atiçar os Espanhóis. Faz bem ao ego.
“Passando umas páginas atrás ...” a legitimidade de Filipe II, foi &lt;b&gt;comprada&lt;/b&gt; às classes altas (Clero, Nobreza e algum povo – e, é claro, a grande burguesia) nas Cortes de Tomar em 1581. Embora em 1580 o Prior do Crato tivesse já sido aclamado pelo povo, em Santarém... Enfim, neste caso, ao contrário do anterior, foi o ouro, e não o povo, “quem mais ordenou”.  Nisso até foram muito modernos!
“Terrorista”, a Padeira de Aljubarrota? Quando muito uma guerrilheira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CausasPerdidas,<br />
Quando falei de Olivença, estava apenas a brincar.<br />
Por acaso até acho que Olivença é deles. Foi conquistada pelos Espanhóis em 1801 durante a chamada “Guerra das Laranjas” em que o Governador de Olivença entregou praça sem resistência. Mas fica-nos sempre bem ter um motivo pata atiçar os Espanhóis. Faz bem ao ego.<br />
“Passando umas páginas atrás &#8230;” a legitimidade de Filipe II, foi <b>comprada</b> às classes altas (Clero, Nobreza e algum povo – e, é claro, a grande burguesia) nas Cortes de Tomar em 1581. Embora em 1580 o Prior do Crato tivesse já sido aclamado pelo povo, em Santarém&#8230; Enfim, neste caso, ao contrário do anterior, foi o ouro, e não o povo, “quem mais ordenou”.  Nisso até foram muito modernos!<br />
“Terrorista”, a Padeira de Aljubarrota? Quando muito uma guerrilheira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Minhoto</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60785</link>
		<dc:creator>Minhoto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 13:39:48 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel explique então se faz o favor o que é para si proporcionada. Será subsídios? Uns milhões de euros e manter a chantagem viva e bem nutrida!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel explique então se faz o favor o que é para si proporcionada. Será subsídios? Uns milhões de euros e manter a chantagem viva e bem nutrida!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zab</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60736</link>
		<dc:creator>zab</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 03:33:37 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;i&gt; 18  CausasPerdidas 
4 Fev 2009 às 1:03
Falta saber se os de Olivença querem ser portugueses &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;

Ah pois!!. Portugal ainda não tinha existido como reino independente àquela data, pois não??...Mas, já agora, diga-me lá qual o  &lt;b&gt;País Palestina&lt;/b&gt;, ou reino da Palestina, quando se formou, quem foi o fundador dessa dita pátria ou nação, que reis e presidentes teve, quais as suas fronteiras legais reconhecidas na comunidade internacional (da época), e muito mais tarde reconhecidas pela ONU ??...

Sempre ficava a comparação mais completa. No fundo, a comparação da Palestina, a alguma coisa, é à Peninsula Ibérica, como região, porque de resto, não me estou a lembrar de mais nada....
Ahhh já sei !! É o Califado !! Sim, é isso, faltava!!  Faltava o Califado. Bem me parecia. Não me vai dizer a seguir que, vendo bem as coisas, ainda pertencemos à Umma, temos de nos converter, ou ...retro-verter, pois não?? 


&lt;b&gt;&lt;i&gt;Se fores descarado na imoralidade ela será aceite como natural &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;

E a &lt;i&gt;&lt;b&gt;imoralidade&lt;b&gt;&lt;i&gt;, neste caso, será exactamente o quê, Daniel ??

Talvez a resposta que o Daniel vai dar ao Duarte Sousa, me esclareça. Porque para já fico aqui a pensar, que talvez se Israel começasse a enviar rockets para Gaza, ao mesmo ritmo, &quot;um pra-cá, outro prá-lá&quot;, caindo, &quot;ao calhas&quot;, no meio de uma população que não tem onde se refugiar, porque os seus gloriosos e mui mártires líderes, se estão literalmente a ralar para isso, talvez isso fosse moral e proporcional. 

Mesmo sabendo, claro, que em Israel as vitimas civis, serão sempre poucas. Mesmo sabendo, que em Gaza, as vitimas civis, serão sempre muitas. Mas, e o que é que isso interessa? Nada. Interessa é que seja &lt;b&gt;moral e proporcional&lt;b&gt;, e de preferência que se arraste para sempre. Ou pelo menos enquanto não se encontrar nada mais para odiar. 

Até lá, &lt;b&gt;moral e proporcionalmente &lt;/b&gt;, Israel teria dizimado a população toda. Seria um grande alívio para a esquerda europeia. Morreram, mas morreram em ataques proporcionais. Morreram, mas já se pode dizer que, agora sim,  foram mortes ..morais.

&lt;b&gt;&lt;i&gt;Peace will come only when Palestinians love their children more than they hate Jews.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><i> 18  CausasPerdidas<br />
4 Fev 2009 às 1:03<br />
Falta saber se os de Olivença querem ser portugueses </i></b></p>
<p>Ah pois!!. Portugal ainda não tinha existido como reino independente àquela data, pois não??&#8230;Mas, já agora, diga-me lá qual o  <b>País Palestina</b>, ou reino da Palestina, quando se formou, quem foi o fundador dessa dita pátria ou nação, que reis e presidentes teve, quais as suas fronteiras legais reconhecidas na comunidade internacional (da época), e muito mais tarde reconhecidas pela ONU ??&#8230;</p>
<p>Sempre ficava a comparação mais completa. No fundo, a comparação da Palestina, a alguma coisa, é à Peninsula Ibérica, como região, porque de resto, não me estou a lembrar de mais nada&#8230;.<br />
Ahhh já sei !! É o Califado !! Sim, é isso, faltava!!  Faltava o Califado. Bem me parecia. Não me vai dizer a seguir que, vendo bem as coisas, ainda pertencemos à Umma, temos de nos converter, ou &#8230;retro-verter, pois não?? </p>
<p><b><i>Se fores descarado na imoralidade ela será aceite como natural </i></b></p>
<p>E a <i><b>imoralidade</b><b><i>, neste caso, será exactamente o quê, Daniel ??</p>
<p>Talvez a resposta que o Daniel vai dar ao Duarte Sousa, me esclareça. Porque para já fico aqui a pensar, que talvez se Israel começasse a enviar rockets para Gaza, ao mesmo ritmo, &#8220;um pra-cá, outro prá-lá&#8221;, caindo, &#8220;ao calhas&#8221;, no meio de uma população que não tem onde se refugiar, porque os seus gloriosos e mui mártires líderes, se estão literalmente a ralar para isso, talvez isso fosse moral e proporcional. </p>
<p>Mesmo sabendo, claro, que em Israel as vitimas civis, serão sempre poucas. Mesmo sabendo, que em Gaza, as vitimas civis, serão sempre muitas. Mas, e o que é que isso interessa? Nada. Interessa é que seja <b>moral e proporcional</b><b>, e de preferência que se arraste para sempre. Ou pelo menos enquanto não se encontrar nada mais para odiar. </p>
<p>Até lá, </b><b>moral e proporcionalmente </b>, Israel teria dizimado a população toda. Seria um grande alívio para a esquerda europeia. Morreram, mas morreram em ataques proporcionais. Morreram, mas já se pode dizer que, agora sim,  foram mortes ..morais.</p>
<p><b><i>Peace will come only when Palestinians love their children more than they hate Jews.</i></b></i></b></i></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Duarte Sousa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60727</link>
		<dc:creator>Duarte Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 01:43:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7745#comment-60727</guid>
		<description>Daniel Oliveira,



Tente apenas responder à pergunta se tal não lhe for muito inconveniente. E já agora faça o favor de indicar o que seria proporcional em seu ver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Oliveira,</p>
<p>Tente apenas responder à pergunta se tal não lhe for muito inconveniente. E já agora faça o favor de indicar o que seria proporcional em seu ver.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CausasPerdidas</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/se-fores-descarado-na-imoralidade-ela-sera-aceite-como-natural/comment-page-1/#comment-60724</link>
		<dc:creator>CausasPerdidas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 01:03:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=7745#comment-60724</guid>
		<description>Falta saber se os de Olivença querem ser portugueses...
E a coisa vista ao contrário, se os castelhanos entrassem por aqui a dentro e dissessem que isto era deles?
Passando umas páginas para trás... A piada é que o tal de Filipe II de Espanha, I de Portugal, até era legítimo herdeiro da coroa portuguesa...mas enfim, depois de 60 anos lá ganhou o &quot;povo português&quot;. Nem imagino o que os espanhóis disseram da padeira de Aljubarrota essa excelsa &quot;terrorista&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falta saber se os de Olivença querem ser portugueses&#8230;<br />
E a coisa vista ao contrário, se os castelhanos entrassem por aqui a dentro e dissessem que isto era deles?<br />
Passando umas páginas para trás&#8230; A piada é que o tal de Filipe II de Espanha, I de Portugal, até era legítimo herdeiro da coroa portuguesa&#8230;mas enfim, depois de 60 anos lá ganhou o &#8220;povo português&#8221;. Nem imagino o que os espanhóis disseram da padeira de Aljubarrota essa excelsa &#8220;terrorista&#8221;.</p>
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