O Partido Popular interpelou hoje o primeiro-ministro, no debate sobre o programa de Governo, sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quem sabe percebendo o disparate pegado que é começar uma intervenção dizendo que o tema não é prioritário e acabá-la a pedir um referendo, nem o PP dedicou uma palavra ao “irrelevante” assunto que lhe tem garantido amplo tempo de antena mediático na última semana.


53 respostas ao post “Se nem eles se levam a sério”  

  1. 1 1  Sebastião Dias

    E tem toda a razão em pedir um referendo, se a inteção do governo é mesmo aprover a lei sem consulta popular.

    Não dá para perceber a irresponsabilidsade da esquerda nesta matéria. O assunto é demasiadamente sensível e fracturante para se prover uma lei sem mais. É o desprezo total por uma instituição milenar que é o casamento, a ignorância do que são os valores familiares da nossa sociedade, o desprezo da larga maioria que está contra tal medida e, porque não dize-lo, a desfaçatez em por debaixo do pano pretender aprovar de seguida a adopção de crianças por casais homossexuais.

    A esquerda não parece perceber que em vez de capitalizar com este tema apenas vai gerar controversia e perder votos.

    Que raio de fixação no sexo e nos homossexuais. Pode estar o mundo a desabar que só lhes interessa falar da meia dúzia de casais homossexuais que pretendem dar o nó. É patético.

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  2. 2 2  fado alexandrino

    Olhe já me fartei de rir sobre este magno problema.
    Parece que afinal o projecto de lei vai proibir as adopções.
    Vamos então avançar para um casamento tipo B.

    Aguardemos, ainda há muito para rir.
    E a propósito estão tão convictos que até nem dão liberdade de voto.
    Viva o Kamarada Mao!

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  3. 3 3  Antonio Cunha

    Pode crer fado, isto vai ser um fartote.

    Alem do mais o Jorge Miranda vem dizer que o casamento entre gays é INCONSTITUCIONAL

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  4. 4 4  Libertário

    Pergunta: O casamento entre pessoas do mesmo sexo infringe a liberdade de mais alguém que não essas mesmas duas pessoas?

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  5. 5 5  Teixo

    Resposta ao “Libertário”: Não infringe a liberdade de mais ninguém, apenas fere a sensibilidade dos que se consideram donos da moral e bons costumes, dos que, através das batinas, querem manter este país na santa ignorancia que o caracteriza há séculos.
    Sebastião Dias, trata-se de um direito e a sua opinião não passa disso.
    Fado, rir de coisas sérias é próprio dos tolos.

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  6. 6 6  BlackPaulo

    As bandas da direita sao mesmo optimistas ate ao ponto da comedia.

    Daniel, se este post fosse uma rede de pesca, olha quem tinhas apanhado primeiro.
    Para uma nao prioridade, saltam logo todos dentro.

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  7. 7 7  Pedro Sales

    Caro António Cunha,

    se é esse o entendimento do João Miranda, então, o melhor mesmo é a Assembleia desistir do assunto.

    [Responder]

  8. 8 8  BlackPaulo

    Pedro Sales, as minhas sinceras desculpas. Enganei-me no autor do post por desatencao minha.

    [Responder]

  9. 9 9  fado alexandrino

    se é esse o entendimento do João Miranda, então, o melhor mesmo é a Assembleia desistir do assunto.

    Mas porquê?
    Estão fartos de fazer leis que depois são chumbadas, outras que não vêm a ter aplicação prática nenhuma, deixe lá os fulanos fingirem que são necessários.

    [Responder]

  10. 10 10  cafc

    Meu caro BlackPaulo

    Esta é mesmo para a “provocação”, a ver se os
    peixes saltam, mesmo, dentro da rede. Há uma expressão em latim que guardo para mais tarde.

    Essas bandas saltam primeiro para que que outros fiquem atrás.

    Um abraço.

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  11. 11 11  Sebastião Dias

    A irresponsabilidade que há nestes experimentalismos.

    [Responder]

  12. 12 12  Viseu Esquerda

    O CDS, partido português mais conservador e nacionalista com assento na Assembleia da República não se incomodou com o Tratado de Lisboa que colocará em causa uma bandeira antiga e querida de Paulo Portas e dos adeptos do “conta-me como foi”: a Soberania Nacional! Tudo pela Pátria, Nada contra a Pátria!

    Mas não, pior do que a potencial perda de soberania é aquela coisa horrenda do “casamento gay”. Isso sim é importante e exige, rapidamente e em força, um Referendo! Porquê? Porque Paulo Portas sabe bem que a demagogia faz escola neste país e que a manipulação da questão lhe traria dividendos. E todos sabemos como Paulo Portas é mestre nesta cadeira… mas fica a dúvida: porque raio não cumpre um dos mais importantes desígnios de Deus, o “Crescei e Multiplicai-vos” em vez de andar a zurzir contra os homossexuais?

    Até chega a ser irónico. A comunidade gay, por “norma” liberal nos costumes, luta pelo direito ao casamento. O mais conservador dos conservadores renega-o! Um conselho homem: arranje uma mulher, case-se e faça um filho, assim não terá que se preocupar com as opções pessoais de cada um. O resto deixe para a Democracia Representativa, afinal foi para isso que ainda agora foi eleito!

    [Responder]

  13. 13 13  Antonio Cunha

    7 Pedro Sales

    Caro Pedro não é João é Jorge Miranda.

    O BlackPaulo estava com tantas ganas de responder que nem percebeu que era você o autor do post. É a isso que chamo de Ejaculação precoce na escrita.

    [Responder]

    Pedro Sales Reply:

    António Cunha,

    Assim sendo, embora continue sem ver onde é que se encontra a inconstitucionalidade, percebo melhor o seu comentário.

  14. 14 14  Antonio Cunha

    10 cafc

    Eu conheço aquela musica que o pessoal costumava cantar que era mais ou menos assim :

    “E quem não salta, é paneleiro…!!!!”

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    Daniel Oliveira Reply:

    António Cunha, está a ver a sua credibilidade para falar de debates sérios?

  15. 15 15  BlackPaulo

    “O BlackPaulo estava com tantas ganas de responder que nem percebeu que era você o autor do post. É a isso que chamo de Ejaculação precoce na escrita.”

    Correcto. Essa definicao ate e’ engracada e aceito-a. A escrita do Antonio Cunha eu chamo-a de pau de cabinda for dummies.

    [Responder]

  16. 16 16  antonio cunha

    daniel deve ser tanta como a sua para falar do pc

    [Responder]

  17. 17 17  cafc

    António Cunha

    Como a letra é sua, pode continuar sentado.

    Se quiser entrar em debate, com ou sem “jardas”
    a expressão é sua, (lembra-se?) tudo bem. Mas, recuso-me a utilizar o “javardês”, enquanto não houver um “post” com a “bolinha vermelha” (estas expressões sâo minhas tal como a do (as)salto à Vara).

    Se concordar com este “pacto”, vamos a “isto”.

    Cumprimentos, por agora, na esperança de que, para a próxima, já possa ser um abraço.

    [Responder]

  18. 18 18  Minhoto

    Nada como um bom assunto “fracturante” para desviar as atenções dos reais problemas de Portugal e dos portugueses, é assim que esta Esquerda “fracturante” irresponsável actua e querem depois ser tomados a sério. Isto é claro que não vai a lado nenhum mas vai ser um tema “dentro do armário” que sairá ciclicamente (como tem sido até agora) para desviar as devidas atenções do que se passa.

    [Responder]

  19. 19 19  Minhoto

    Mais uns dias e volta a arrefecer mas lá ouviremos de novo quando for a altura do Orçamento de Estado, a vaga de fundo, até novamente se esvaziar e …

    [Responder]

  20. 20 20  The Studio

    Caro Sales,

    Explique lá uma coisa. O Bloco vai votar favoravelmente a uma lei que discrimina tipos de casamentos? Passa a haver casais que podem adoptar crianças e outros que não podem…

    [Responder]

  21. 21 21  Rui F

    Para a direita, o casamento gay significa desrespeitar uma tradição humana milenar.

    Pela mesma ordem de ideias, como o homossexualismo vai contra a lei de deus na óptica da igreja, pergunto, porque existe tanto pecador em partidos como o CDS, liberais, e extrema direita europeias? È menos impuro, ser homossexual pela calada da noite?
    Além disso, legalizar o casamento gay não significa casar pela igreja.

    Não entendo o porquê da direita não assumir definitivamente o homossexualismo que existe lá entre eles. Porque tanta cobardia?

    [Responder]

  22. 22 22  Fado Alexandrino

    O resto deixe para a Democracia Representativa, afinal foi para isso que ainda agora foi eleito!

    Já avisei muita gente para terem cuidado com as frases, são como as castanhas, rebentam na boca.
    Aposto que o senhor Viseu Esquerda não achou nada representativa a democracia quando aprovaram a lei do trabalho.

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  23. 23 23  joaquim azevedo

    Rui F #23, não seja mauzinho. Toda a gente sabe que homossexuais, só na Esquerda. A direita não tem desses pecadores no seu seio. Nem homos, nem adúlteros, nem violência doméstica, nem pedófilos, nem fumadores de cannabis, nem consumidores de coca, nem funcionários públicos malandros, nem tipos que fogem ao fisco, nada.
    A direita foi criada à imagem de Deus, Rui F.
    A direita é Perfeitinha e Imaculada.

    [Responder]

  24. 24 24  LAM

    O casamento entre pessoas do mesmo sexo não é um assunto da “esquerda” nem de “direita”. É transversal a toda a sociedade e, muito provavelmente, o CDS, o PS e o PSD, como partidos maioritários e que encerram até nas suas fileiras com mais apoiantes e elementos nessa situação têm que, enquanto partidos organizados, tomar posição sobre a matéria. E não, como estão camufladamente a fazer, atirar a responsabilidade dessa aprovação para a esquerda.
    As grandes questões da esquerda não são nem podem ser os crucifíxos nas escolas, a hierarquia do clero nas recepções oficiais, nem os casamentos de pessoas do mesmo sexo.
    A esquerda não são os “verdes”.

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  25. 25 25  Zunkruft

    António Cunha, eu se fosse a si começava a sondar alguns constitucionalistas que não o Jorge Miranda. Pelo que oiço dizer, após essa sondagem, acho que ia ter uma surpresa desagradável.

    On topic back again, o argumento do referendo é o argumento do mais puro desespero – engraçado que até aqui, nem a Igreja, nem o CDS-PP, nem os Antónios Cunhas do País se haviam lembrado dele: porque será? – e não faz o mínimo sentido, dado que inconstitucional seria, sim, termos uma maioria a decidir e a opor-se aos direitos de uma minoria no espaço social.

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  26. 26 26  Viseu Esquerda

    “Aposto que o senhor Viseu Esquerda não achou nada representativa a democracia quando aprovaram a lei do trabalho”

    Fado alexandrino,

    Nesta questão a castanha rebentou na sua boca porque ninguém exigiu obviamente um referendo ao código do trabalho, isto apesar das manifestações que reuniram centenas de milhares de pessoas nas ruas em protesto e que foram uma forma de tentar que a maioria absoluta arrepiasse caminho.

    Não o fez.

    Seguiram-se as eleições, os programas conhecidos (uns mais do que outros…) e o resultado é sabido.

    Nem PS, nem BE, nem CDU esconderam a sua posição nesta matéria. Muito pelo contrário. E os homofóbicos tinham várias alternativas de o evitar.

    A direita queria uma guerra santa! Azar. Talvez uma peregrinação ao médio oriente onde estes assuntos são tratados com toda a virilidade.

    [Responder]

  27. 27 27  Fado Alexandrino

    porque ninguém exigiu obviamente um referendo ao código do trabalho,

    Pois claro que não.

    Exigiram apenas que fosse rasgado e deitado para o caixote do lixo.
    A esquerda não gosta de referendos gosta de “referendar” na rua, que aliás como outro senhor já aqui escreveu não significa nada.

    Juntar dez, cem, ou quinhentas mil pessoas não representa nada.

    [Responder]

  28. 28 28  anonimo

    (“onde é que se encontra a inconstitucionalidade”)

    Na violação do principio da igualdade, tratar pelo mesmo instituto juridico realidades que são por si objectivamente diferents e desiguais. Homem/ homem; mulher mulher passarem a ser tratados sob a mesma capa objectiva do regime que se aplicava somente a homem / mulher.

    A qualidade dos sujeitos conta, e, é ( era) essencial neste tipo de contrato, mas há quem assim não entenda e queira fazer transformando formalmente (lei) aquilo que é substancialmente (pessoas)diferente , enfim “mariquices formais”

    [Responder]

  29. 29 29  Rui F

    Fico abismado com tanto macho no CDS PP.

    Ter atenção apenas a uma coisa…MACHO tem duplo significado.
    Por exemplo, macho (tal como mula) é um equídeo estéril e sendo impotente, leva uma vida triste de celibatário à força.
    Não pode cobiçar (lá poder pode mas não consegue agir) a mulher ou homem alheios, etc.

    O grande lema deste macho da direita será cumprir outros mandamentos da igreja sem pecar…

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  30. 30 30  Antonio Cunha

    27 Zunkruft

    Sabe qual é a diferença ?

    é que um casal hetero tem filhos que depois vão pagar a sua reforma. E um casal homo nem por isso.

    [Responder]

  31. 31 31  joaquim azevedo

    Pois é, Cunha #32, o problema das reformas…
    Já dizia o outro: “Crescei e multiplicai-vos”.
    Pena que tanto padre e tanta freira (não todo@s, claro) não dêem ouvidos ao Cristo e desatem por aí a reproduzir-se para garantir a estabilidade da Segurança Social.
    Já agora, aproveite também para proibir o casamento a pessoas que sejam estéreis ou que, por qualquer outra razão, não possam ou não queiram ter filhos. A Segurança Social agradece e todos nós, futuros reformados, também.
    Nem sei mesmo se será de equacionar a possibilidade de retirar a reforma a quem não se reproduzir convenientemente. Convenientemente, digo bem, porque se o filhote for deficiente não só não vai contribuir para o equilibrio das contas da Segurança Social como, ainda por cima, nos vai sair caro em tratamentos, escolas especiais, benefícios fiscais, etc – o malandro.

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  32. 32 32  Antonio Cunha

    33 joaquim azevedo

    Pois é amigo Azevedo, a vida é mesmo injusta.

    E mais injusto é andar uma vida a pagar para que os outros se regalem à nossa custa.

    Como dizia a anedota :

    “Mas que raio de prazer é esse que os outros é que gozam”

    E já agora que estamos todos numa de figuras de estilo deixo aqui uma relacionada com o mundo da bola e arbitros encomendados, visto voce ser um expert na matéria, para ver se percebe a diferença entre um casal hetero que não consegue ou não quer ter filhos e os casais gay que não podem ter filhos.

    O facto de um jogar rematar á baliza várias vezes e não conseguir marcar golos (porque foi à barra, ou o guarda redes defendeu) não é a mesma coisa que convencer o arbitro a marcar um penalti a nosso favor visto que nunca na vida o conseguiria-mos fazer.

    [Responder]

  33. 33 33  Antonio Cunha

    33 joaquim azevedo

    Num pais onde existe a mais baixa taxa de natalidade da Europa o que mais falta é debater adopção de crianças por casais gay. É que a lista de espera de casais hetero é enorme, sabia ? Portanto não é um caso de haver criança sem ninguem que as adopte. Por isso mais uma vex digo que é uma questão de capricho e teimosia.

    Devíamos era estar a falar sobre como aumentar a taxa de natalidade, e se vamos fazer isso à custa de estrangeiros que vivem em condições miseráveis.

    Deviamos era perguntar se é importante pagar com os nossos impostos 1000€ por cada aborto, ou se deviamos incentivar e ajudar os casais inferteis.

    E em relação ao aborto, é obvio que quem o fizer deve poder faze-lo com higiene e segurança. Mas se tem $$ para telemoveis e carros e demais objectos superfulos tambem tem $$ para pagar o aborto numa clinica particular.

    [Responder]

  34. 34 34  Antonio Cunha

    31 Rui F

    Caro Rui, não sabe que enquanto houver lingua e dedo, não existe mulher que meta medo !!!

    [Responder]

  35. 35 35  cafc

    A expressão em latim, que eu prometi em #10, é
    “Piscis foderunt conas”.
    Utilizem-na como e se quiserem. Até “dá” para uns trocadilhos mas, pode ser mais uma ajuda para os “machos” que defendem a segregação de “Seres Humanos”. Como a “santa missa” era em latim…

    Meu caro Joaquim Azevedo #25

    Comentário excepcional. Você “pega” no comentário do Rui F #23 (que eu sintetizaria como “Públicas virtudes, vícios privados”) e, ainda consegue ser mais “mauzinho”…

    Um grande abraço, amigos.

    [Responder]

  36. 36 36  Rui F

    36 António Cunha

    pois: “ fia-te na virgem e não corras!”

    [Responder]

  37. 37 37  Viseu Esquerda

    Fado alexandrino:

    “Juntar dez, cem, ou quinhentas mil pessoas não representa nada.”

    representa certamente mais do que juntar meia dúzia de padrecos em outros tantos jornais, e até o presidente vetou o código por considerar alguns aspectos, e bem, inconstitucionais

    de qq maneira, se o homem foi feito à imagem de deus, e se os padres se casam com deus, não será isso tido como homossexualidade?

    talvez este ódio venha de acontecimentos traumáticos recalcados, tão frequentes nos colégios católicos dos bons costumes

    e se você fosse um verdadeiro macho-man não se incomodava com os casais gays masculinos – mais mulheres sobravam!

    porque aposto que 2 mulheres não lhe metem tanto nojo!

    no século XIX foram contra o casamento civil, na república foram contra o divórcio, no fascismo contra a pílula, na democracia contra o preservativo e agora contra os gays…

    ainda se levam a sério?

    [Responder]

  38. 38 38  joaquim azevedo

    Cunha, é mesmo preciso responder-lhe, ou será que, entretanto, você já se deu conta das baboseiras que anda a escrever? Vá lá reler os seus comentários com calma e rectifique-os. Deixo-lhe apenas uma pista: hoje, dia 6 de Novembro de 2009, qualquer homossexual pode adoptar uma criança.

    http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/entidades/MTSS/DGSS/pt/SER_processo+de+adopcao.htm#Quem%20pode%20requerer?

    ADOPÇÃO PLENA
    Quem pode requerer?

    - Duas pessoas casadas ou em união de facto há mais de 4 anos e não separadas judicialmente de pessoas e bens ou de facto, se ambas tiverem mais de 25 anos;
    - Uma pessoa se tiver: Mais de 30 anos; Mais de 25 anos, se o menor for filho do cônjuge do adoptante;
    - Só pode adoptar quem não tiver mais de 60 anos á data em que o menor lhe tenha sido confiado, excepto se este for filho do cônjuge. A partir dos 50 anos, a diferença de idades entre o adoptante e o adoptado não pode ser superior a 50 anos, excepto se o menor a adoptar for filho do cônjuge do adoptante ou em situações especiais.

    [Responder]

  39. 39 39  António Cunha

    40 joaquim azevedo

    Isso faz-me lembrar o anuncio da comida para gato

    “bla, bla,bla Wiskas saquetas…..”

    Então se é assim para quê tanto barulho ?

    Que fique tudo na mesma, e vamos tratar dos assuntos sérios. Aqueles que nos ajudam a sair da crise.

    [Responder]

  40. 40 40  joaquim azevedo

    Tem razão, Cunha #41. Para quê tanto barulho da direita em relação ao casamento gay e à adopção?
    Um homossexual, sendo solteiro, pode adoptar uma criança. Mas, se resolver casar, já não pode?
    Fará isto algum sentido?
    E não, Cunha, não pode nem vai ficar tudo na mesma. Espero que, pelo menos nesta matéria, Portugal dê um sinal inequívoco de que acompanha o passo da liberdade e do progresso civilizacional.

    [Responder]

  41. 41 41  Sebastião Dias

    «E não, Cunha, não pode nem vai ficar tudo na mesma. Espero que, pelo menos nesta matéria, Portugal dê um sinal inequívoco de que acompanha o passo da liberdade e do progresso civilizacional.»

    Atónio Cunha, não vale a pena, é outro comprimento de onda! Primeiro casamentos gay. Depois trata-se da crise. Para esta gente progresso civilizacional é pão e circo, não necessariamente por esta ordem.

    [Responder]

  42. 42 42  anonimo

    Se o problema é a laicização, ja existem os casamentos civis, as uniões de facto e poderia existir também a exemplo do que existe em frança as PAC para os homos, e noutros paises com outros nomes, sem misturar tudo no mesmo saco, realidades diferentes. Essa devia ser a reinvindicação.

    Mas o problema é outro, é o igualitarismo O igualitarismo que confunde sistematicamente a igualdade com identidade, a igualdade com justiça, a igualdade de direitos civis pressupõe e baseia-se numa ideia de igualdade natural, a igualdade de direitos civis não é o mesmo que a chamada igualdade social que não se confunde com justiça social. O princípio da igualdade da lei não transforma as situações naturalmente diferentes em situações iguais.

    Esta reivindicação do casamento gay não quer ser uma reclamação de igualdade de direitos civis, mas trata-se antes de uma reclamação de um privilégio atribuível em função de um igualitarismo que prevê uma descriminação positiva a favor de um grupo minimo, o princípio reclamado para a legalização do casamento gay é um princípio socialmente igualitário ( prespectiva marxista) que discrimina socialmente no sentido positivo, atribuindo privilégios e não uma igualdade, porque não existe por natureza dos sujeitos que a integram, de direitos civis a um determinado grupo social. Isto significa que o igualitarismo social pretende atribuir aos gays, e de uma forma enviesada e irracional, um handicap natural e histórico, uma espécie de “deficiência inata”, e transforma esse handicap em justificação para atribuição de privilégios sociais ou direitos civis extraordinários cuja pertença depende/ dependia da qualidade dos sujeitos que integravam o contrato, homem / mulher, agora pretende-se misturar tudo. De facto passarem a integrar um regime juridico criado para se aplicar a eles mesmos, essa devia ser a reinvindicação.

    [Responder]

  43. 43 43  Rui F

    Vamos mas é falar da crise…da produtividade…da competitividade…sair da crise

    Mas alguém ainda acredita nesta direita hipócrita, que meteu o mundo ocidental na maior crise que há memória?
    Em Portugal, nos anos 80 começaram por destruir os poucos sistemas produtivos que existiam, com Cavaco e o seu Cavaquismo á cabeça.

    - Subsidio para plantar, subsidio para não colher e subsidio para arrancar!
    - Subsidio para queimar barcos.

    O CAVAQUISMO não só condenou a Agricultura e as Pescas á inutilidade, como destruiu a industria siderúrgica, a naval e da a construção ferroviária. Nestas 3 ultimas, mais de meio século de “know how” formam jogados ao lixo.
    Subsidiaram os industriais – o os metidos a industrial que mal sabem ler e escrever mas são mais espertos que uma ninhada de ratos – do calçado e dos têxteis. Hoje, os Chineses e os Indianos dão uma assoprada, e as chafaricas começam a encerrar.
    As grande máquinas e os bens imóveis, as contas nos offshores dos artistas, estão sequíssimas.
    Optaram igualmente pela megalomania da Autoeuropa e da industria Automóvel, altamente competitiva – mas instável – no mundo, mas desconhecida completamente dos Portugueses até então. Resultado: Após 20 e tal anos de andarmos a montar carros (ainda não sabemos desenvolver um carro de raíz, !!) a Autoeuropa é o maior Alibi dos Alemães!!
    Ou PORTAM-SE mansinhos com os INTERESSES ALEMÃES, ou as contrapartidas negociadas pelo Paulinho das feiras e dos mercados de peixe, vão pelo cano abaixo!

    Mas o que é isto??
    Qual a moral destes hipócritas da direita, que á minima chance metem igualmente a mão na massa?!

    Bem…sobre os negócios de sucatas e afins nem me quero debruçar…espero ver este PS metido dentro dum camião de recolha de lixo do Godinho e jogado a reciclar bem longe daqui.

    [Responder]

  44. 44 44  Rui F

    ressalvo…

    As grande máquinas e os bens imóveis, as contas nos offshores dos artistas, estão SEGURISSIMAS.

    [Responder]

  45. 45 45  joaquim azevedo

    Sebastião, você está com o passo trocado e sintonizado em AM. Acerte o passo com a actualidade e sintonize-se em FM Estéreo. Soa tudo muito melhor.

    [Responder]

  46. 46 46  Maria

    Mas qual referendo e referendo para referendar o quê? Que as pessoas gay têm os mesmos direitos ? Pois têem.E se um dos direitos a que querem ter direito é ao casamento niguém tem o direito de se interpôr.

    [Responder]

  47. 47 47  Sebastião Dias

    «Sebastião, você está com o passo trocado e sintonizado em AM. Acerte o passo com a actualidade e sintonize-se em FM Estéreo. Soa tudo muito melhor.»

    Engan-se, Joaquim Azevedo, quanto ao casamento concordo com o estéreo, enquanto você é que parece insistir no mono que, como deve saber – a metáfora é sua -, tem o mesmo som nos dois canais.

    [Responder]

  48. 48 48  Sebastião Dias

    Façam como em França, país no qual se estabeleceu um contrato jurídico que permite que as pessoas do mesmo sexo, ou de sexos opostos, adquiream a quase totalidade dos direitos à excepção da adopção de crianças. Todos ficaram contentes, homossexuais e hetero.

    Porque não fazem a mesma coisa cá? Porque mais do que quererem o casamento para homossexuais, algumas pessoas querem mesmo é acabar com o casamento tal como ele existe.

    [Responder]

  49. 49 49  joaquim azevedo

    Rui F, lá está você, mais uma vez, a ser mauzinho com a direita. Vamos dar tempo ao tempo, há que dar o benefício da dúvida aos direitolas.
    Eles prometem que resolvem a crise desde que os gays não se casem. Não deixa de ser uma ideia curiosa e original. Claro que está por explicar a relação causa/efeito, ou seja, o que tem a ver o casamento gay com a crise do capitalismo. Mas tenho a certeza que um destes dias alguém nos há-de elucidar.

    [Responder]

  50. 50 50  joaquim azevedo

    Pois é, caro Sebastião, as metáforas… Acontece que, tal como eu pensava, você prefere continuar agarrado a uma invenção dos anos 30/40 – o som estéreo. Por mim, prefiro as descobertas mais frescas: o surround 5.1 ou, veja bem, 7.1. Embora não atire pela janela fora o sistema estereofónico (já antigo), penso que quem quiser usar outras formas de “ouver” a vida deve ter todo o direito de o fazer. Compreende, agora?

    [Responder]

  51. 51 51  replica

    Ja vi que a panela está feita e não interessa
    quem vem mexer com as meninas, fiquem bem,
    mas, paneleiros de certeza neste meu País só
    vão ter estatuto de bichas…..

    Ps. vão para o caralho, eu sei que para vocês não é ofensa. heheheheh

    [Responder]

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