Eu tão entretido, num “post” mais abaixo com a abelha Maia “mai’la” sua colmeia e aventuras do género …
Pá, aproveito este para a paródia ( o Daniel já fez outro para “falar” a sério).
Depois do Dias Loureiro, do Armando Vara, (etc), deixem lá ficar as cruzes (com ou sem o “atleta”).
Desde que não sejam “gamadas”, por mim “tá-se bem”, meus.
Se o Estado fosse respeitador dos direitos individuais dos cidadãos dava a cada aluno o cheque-ensino que lhe permitisse escolher o estabelecimento de ensino que quer frequentar. Assim já não haveria necessidade de expulsar o crucifixo.
Realmente o JC coitado não fez nada. Já o pai dele (o que dizem que engravidou a Maria e depois “deu à sola”, não o adoptivo) fartou-se de chacinar pessoas.
A vitória é nossa!
Agora só falta retirar do acordo ortográfico as palavras, oxalá e adeus.
E quando alguém disser “santinho” ao colega que espirrou arrisca-se a pesada indemnização.
E será proibido demonstrar o seu horror dizendo: “Jesus, credo!”
Por fim serão também banidos conceitos de solidariedade, caridade e amor ao próximo, propalados por esse Jesus, chamado o Cristo. Para isso pagamos impostos!
Também será permitido atirar pedras aos que não cumprem as regras mesmo que também as não cumpramos. Tudo ideias nefastas que a visão do crucifixo provoca nas cabeças das nossas criancinhas. Finalmente vão ficar esvaziadas para que possam aprender a ler e escrever!
Um mundo risonho espera-nos!
Como “disse” este é para a paródia.
Para “falar” a sério é “no andar debaixo”.
Xico, o “oxalá” não está dentro do contexto do seu comentário, pois não? (Maomé saltou…)
Ricardo, o que “deu à sola” não engravidou a Maria. Para isso, arranjou o Espírito Santo. Mania dele de nunca assumir responsabilidades. Olha se, em vez do Espírito Santo, tivesse sido o BCP, ou o BPN. Lá tínhamos o Vara e o Loureiro a fazer testes de ADN, para ver quem era o pai…
Claro que é. Tal e qual como expulsar o ensino das escolas fomenta a tolerância pela estupidez popular. Não é novo. Só está tudo contente quando forem todos marcas brancas.
Já agora, proíba-se de assinar de CRUZ, os CRUZamentos, as CRUZetas, as chaves em CRUZ, os CRUZeiros… e – por que não (e por maioria de razão) – as férias do NATAL e da PÁSCOA, os feriados dos SANTOS populares…
Mas a maior abolição de todas seria a do Palácio de S. Bento! Essa é que era de mestre!
Palermice neo-bacoco-jacobina à parte (a do assunto, claro), grande cartoon.
lol. muito bom, Perdro Vieira:)
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Coitado do menino Jasus que não fez mal a ninguem
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hahahaha
excelente
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Pedro Vieira, como de costume, pode ter jeito para rabiscos, mas não tem graça nenhuma.
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“Vá lá fora chamar os seus colegas, que aqui na escola, a parede não pode ficar toda, só para si, aprenda a partilhar que só lhe fica bem!”
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- Não tem graça????
- O méne ser posto no olho da rua… os rabiscos ?
- A beatice ao ataque…Fujam!
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Pá, mais um tema fracturante…
Eu tão entretido, num “post” mais abaixo com a abelha Maia “mai’la” sua colmeia e aventuras do género …
Pá, aproveito este para a paródia ( o Daniel já fez outro para “falar” a sério).
Depois do Dias Loureiro, do Armando Vara, (etc), deixem lá ficar as cruzes (com ou sem o “atleta”).
Desde que não sejam “gamadas”, por mim “tá-se bem”, meus.
Dominus vobiscum!
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Se o Estado fosse respeitador dos direitos individuais dos cidadãos dava a cada aluno o cheque-ensino que lhe permitisse escolher o estabelecimento de ensino que quer frequentar. Assim já não haveria necessidade de expulsar o crucifixo.
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Pedro Vieira até fez um rabisco acertado…. Vai ser expulso da sala sem nenhuma razão.
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Realmente o JC coitado não fez nada. Já o pai dele (o que dizem que engravidou a Maria e depois “deu à sola”, não o adoptivo) fartou-se de chacinar pessoas.
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Riam-se, riam-se, quer-me parecer que foram “comidos”, mas riam-se aí à vontade.
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A vitória é nossa!
Agora só falta retirar do acordo ortográfico as palavras, oxalá e adeus.
E quando alguém disser “santinho” ao colega que espirrou arrisca-se a pesada indemnização.
E será proibido demonstrar o seu horror dizendo: “Jesus, credo!”
Por fim serão também banidos conceitos de solidariedade, caridade e amor ao próximo, propalados por esse Jesus, chamado o Cristo. Para isso pagamos impostos!
Também será permitido atirar pedras aos que não cumprem as regras mesmo que também as não cumpramos. Tudo ideias nefastas que a visão do crucifixo provoca nas cabeças das nossas criancinhas. Finalmente vão ficar esvaziadas para que possam aprender a ler e escrever!
Um mundo risonho espera-nos!
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Então e os outros símbolos? Por exemplo, este puto que tinha uma vaca na T-Shirt e chateava os hindus?
http://osonoluso.org/sociedade/mae-e-filho-impedidos-de-entrar-na-escola
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Como “disse” este é para a paródia.
Para “falar” a sério é “no andar debaixo”.
Xico, o “oxalá” não está dentro do contexto do seu comentário, pois não? (Maomé saltou…)
Ricardo, o que “deu à sola” não engravidou a Maria. Para isso, arranjou o Espírito Santo. Mania dele de nunca assumir responsabilidades. Olha se, em vez do Espírito Santo, tivesse sido o BCP, ou o BPN. Lá tínhamos o Vara e o Loureiro a fazer testes de ADN, para ver quem era o pai…
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8.
Dazul, meu, és um génio! Que ideia maravilhosa!Eu quero já o meu cheque para pôr o meu puto no colegio alemão!
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Uma caricatura de Maomé é que era de Homem.
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A brincar a brincar é isto o que se está a passar, expulsar a religião da sociedade.
Em nome da tolerência religiosa…
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#17 JS:
Claro que é. Tal e qual como expulsar o ensino das escolas fomenta a tolerância pela estupidez popular. Não é novo. Só está tudo contente quando forem todos marcas brancas.
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Já agora, proíba-se de assinar de CRUZ, os CRUZamentos, as CRUZetas, as chaves em CRUZ, os CRUZeiros… e – por que não (e por maioria de razão) – as férias do NATAL e da PÁSCOA, os feriados dos SANTOS populares…
Mas a maior abolição de todas seria a do Palácio de S. Bento! Essa é que era de mestre!
Palermice neo-bacoco-jacobina à parte (a do assunto, claro), grande cartoon.
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