Começa a ser um hábito: quando um ministro quer falar ao país faz uma conferência de imprensa e vai logo a seguir a correr para uma entrevista previamente marcada pela RTP. Hoje não será excepção. Lá estará Lurdes Rodrigues.


8 respostas ao post “Talvez disfarçar um bocadinho, não?”  

  1. 1 1  fado alexandrino

    Em nome do pensamento de Manuela Ferreira Leite agradeço-lhe ter compreendido a perplexidade que ela manifestou sobre os critérios da comunicação social quando estão em roda livre.

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  2. 2 2  Nuno Rebelo

    Lá está, preferia, sem ironia, que fosse o Mário Nogueira em vez da ministra… ele até já estava todo janota, de fato e gravata. era só mudar de estúdio, dado que ainda às 19 estava na RTP.

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  3. 3 3  Daniel Oliveira

    Fado, entre a critica e a vontade de decidir pelos jornalistas qual é o alinhamento há a distância de um Mundo.

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  4. 4 4  ruimventura

    A beata Manuela não diria melhor.
    O mono Paulo Ranguel tambem não.

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  5. 5 5  Da Silva

    Falta dizer que antes da conferência a “luterana Milu” (“ainda que tenhais razão, nunca me retratarei”) esteve com o conselheiro de serviço, o pressuroso Vital, o tal que de “grande tribuno ultra revolucionário” passou para lambe-botas do governo da grande esquerda moderna “san rivage”!!! Do you?…

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  6. 6 6  teresa

    Mas quem foi para o corredor do poder foi Mário Nogueira. Esses quando querem aparecer na tv também aparecem logo e minutos depois da ministra falar já sabem tudo para falar em nome de todos os professores.

    O que vale é que o mundo de Mário Nogueira não é o meu, já que ele tem a lata de dizer que está a ministra de um lado e o mundo do outro, como se fosse deus.

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  7. 7 7  João

    E hoje lá estará o Dias Loureiro…

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  8. 8 8  fado alexandrino

    Fado, entre a critica e a vontade de decidir pelos jornalistas qual é o alinhamento há a distância de um Mundo.

    Não era isso que MFL queria bem como muitos outros políticos que já fizeram as mesmas críticas (com outro formato) incluindo alguns do BE.

    A questão tem a ver com a informação que se transformou em espectáculo deitando para trás das costas o rigor.

    Só assim se compreende que num último noticiário a propósito da avaliação o locutor de serviço disse o que muito bem entendia e a única peça que passaram foram longos dois minutos de Paulo Portas falando sobre o tema.

    O que é que este fulano representa em termos de eleitorado para ter esta primazia?
    Mas tem um belo sound-byte isso é verdade.

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