Acontece que o Eng. Alípio Mendes tem evidentemente toda a razão. A pergunta que nos foi colocada no referendo foi sobre se as mulheres deveriam ou não ir presas. O Daniel repetiu mil vezes que a única coisa em questão é se as mulheres deveriam ou não ir presas. E o país respondeu que não. O país não respondeu que deseja o aborto livre e subsidiado pelo Estado, pois não era isso que constava na pergunta. E como tal, o Eng. José Sócrates não tem o direito (pelo menos não através do resultado do referendo), de alterar a lei nesse sentido.
Poupem-me!Á pergunta era clara. O que está a ser feito é a operacionalização do que a maioria das pessoas portuguesas escolheu. Lamenta-se que tal não agrade a toda a gente. É o preço da democracia. Como foi repetidamente afirmado só faz uma IVG quem quer.
É verdade, o que se diz no comentário anterior: o Daniel repetiu até à saciedade que o que se discutia, a questão em causa, era se as mulheres deviam ou não ser punidas com pena de prisão; aliás, não apenas o Daniel, mas todos os apoiantes do SIM repetiram isso até à exaustão, e foi a isso que o País disse SIM…e não ao aborto livre, porque apetece, pago com dinehiro dos contribuintes e em hospitais públicos, onde não mal há disponibilidade para tratar quem verdadeiramente precisa, e onde não é possível sequer tratar um dente…
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Há quem não saiba o que fazer ao dinheiro…
O Publico do eng. Belmiro já serve para tudo.
Entre um anuncio do prof. Bambo, e outro da menina Miquelina massagista , temos a catequese em forma de anuncio do eng. Alipio (ABRANHOS….)
Acontece que o Eng. Alípio Mendes tem evidentemente toda a razão. A pergunta que nos foi colocada no referendo foi sobre se as mulheres deveriam ou não ir presas. O Daniel repetiu mil vezes que a única coisa em questão é se as mulheres deveriam ou não ir presas. E o país respondeu que não. O país não respondeu que deseja o aborto livre e subsidiado pelo Estado, pois não era isso que constava na pergunta. E como tal, o Eng. José Sócrates não tem o direito (pelo menos não através do resultado do referendo), de alterar a lei nesse sentido.
Poupem-me!Á pergunta era clara. O que está a ser feito é a operacionalização do que a maioria das pessoas portuguesas escolheu. Lamenta-se que tal não agrade a toda a gente. É o preço da democracia. Como foi repetidamente afirmado só faz uma IVG quem quer.
É verdade, o que se diz no comentário anterior: o Daniel repetiu até à saciedade que o que se discutia, a questão em causa, era se as mulheres deviam ou não ser punidas com pena de prisão; aliás, não apenas o Daniel, mas todos os apoiantes do SIM repetiram isso até à exaustão, e foi a isso que o País disse SIM…e não ao aborto livre, porque apetece, pago com dinehiro dos contribuintes e em hospitais públicos, onde não mal há disponibilidade para tratar quem verdadeiramente precisa, e onde não é possível sequer tratar um dente…
Ao menos este aqui esta disposto a por o seu dinheiro onde tem as suas ideias.
E esta disposto a gasta o seu dinheiro pelas suas ideias.
Louvemo/lo por isso