Engraçado. Penso precisamente o contrário. Que a Selecção Nacional deveria ser constituída exclusivamente por brasileiros naturalizados. E a Selecção da Islândia só por portugueses naturalizados. E a Selecção da Alemanha apenas por islandeses naturalizados. E que a ASAE e a Polícia Municipal se preocupassem mais em multar quem estacionasse em segunda fila das passadeiras, passeios, esquinas, etc., que os desgraçados, como eu, que deixaram passar o tempo do papelinho em 25 minutos. Mas digo isto porque sou, obviamente, um lírico. Em questões de estacionamento em Lisboa, claro.
Não percebo a razão de tanta excitação. Afinal, o por assim dizer fundador do Brasiu independente foi o senhor dom Pedro, grito do ipiranga, pátria ou morte venceremos, etc., contra a dele pátria imperialista, mas que não se deu bem por lá e voltou para Portugal por selecção sua, fazendo uma opa sobre o país. Portanto, moçada, calma aí, o tal de dom pedro não só fez o brasiu como fez o portugal liberau, certo? Certo. Ke é essa conversa toda, rapais?
Então agora que a moçada monárquica muda a bandeira municipal com uma coisa tão bonita do senhor dom pedro, porque motivo está tudo tão excitado pelo fato de um súbidto de dom Pedro querer serer súbidto de dom Pedro? Fogo, esta merda, desculpem o palavrão, ultrapassa-me. Virgem santa que a fome era tanta que eu até tinha fome da fome que eu tinha no meu Ceará.
Claro, sei perfeitamente que o comentário anterior é um bocado de má fé, porque se a memória e os neurónios não me falham, dom Duarte será
descendente de Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário de Bragança, o qual vinha do esperma de dom Miguel, pelo que não será legítimo filiá-lo no ADN de dom Pedro, o herói de dois países.
Mas, bolas, este tipo de golpes baixos é perfeitamente admitido nos tempos que correm, pelo que espero ser aministiado, vá, digamos.
É a mesmíssima coisa, mas lá que não é exactamente a mesma coisa, lá isso não é.
Uma simples frase explicou tudo.
Claro que Pedro Vieira como exemplar perfeito da esquerda moderna não compreenderá isto.
Para ele logo que supõe qualquer descriminação baseada nos sagrados valores de esquerda nivela tudo.
Faz mal, o futebol tem regras próprias muitas delas apenas por amor que estão para lá daquela compreensão.
Eu, como benfiquista, custa-me imenso ver entrar uma equipa do Benfica sem tugas para defender o emblema.
Deixe lá o brasuca (escurinho como um pitoresco ai afirma) jogar em qualquer clube e ganhar honradamente a sua vida e faça força para que aqueles que jogam na selecção saibam cantar o hino.
Eu que não gosto nem vejo bola (nem novelas) seguia o mesmo princípio das compras no supermecado, prefiro o que é português e começa no código de barras por 560……
Isto para bem da economia nacional.
Esta Marta Rebelo é aquela girl do PS que é adjunta de um ministro, professora, tradutora, escritora, consultora, legisladora, artista, deputada, advogada, chefe de gabinete, qualquer coisa na juventude do PS como a Patrocínio, dona de blogues permaturamente defundos, com amigos bem posicionados no Rato e admiradores à esquerda e direita, e ainda tem uma série de actividades inenerráveis – tudo à conta de a considerarem “giraça”…????
Então, lá na esquerda e unicamente por ser gira, não havia já a Janéca Amaral Dias…?
Esta Martinha mais me parece o Avelino Ferreira Torres a falar…ou a Patrocínio…mas como é gira, todos a desculpam.
Se bem conheço a deputada, a única descriminação que defende é contra sportinguistas. E tudo deve ir daí.
Claro que se pode questionar o bom senso de ter conversas de tasca em plataformas políticas…
Já perguntaram a esse intelecto superior da Marta Rebelo se sabe qual é considerado o maior futebolista “português” (ou até “europeu”?…) de TODOS OS TEMPOS?
Não, pázinha, não foi o Matateu, ai, o Peyroteu, carago…
A Marta deixa de assistir aos jogos…buááááá!…
Temos pena.
Ás tantas a Marta é do Benfica, e aí já não se importa nada de ver jogar a seleção “B” da América do Sul.
ter o b.i. português para tirar bicas e abatanados ainda vá
(…)
Verdade que depois de naturalizados são, para todos os efeitos, portugueses. Mas para efeitos futebolísticos não.
Ridículo, mas segue de perto o que falei no outro tópico, a completa incoerência de quem se sente muito moderno na defesa da abertura de fronteiras mas que depois revela um certo asco pelo resultado quando lhe começa a “tocar”.
E incoerente esta “revolta” contra a ida de Liedson para a selecção da FPF (selecção essa que já de portuguesa tem pouco ou nada há muito e que espero que seja rapidamente eliminada para me poupar a vergonha) por parte de quem tem um discurso que defende e fomenta tudo o que conduz a esse resultado. Liedson, para quem considera que ter um BI português é ser português, tem todo o direito de ir á selecção.
E não deixa de ser engraçado como não existe grande problema em dizer o óbvio (que Liedson não é, de facto, português) quando se trata de futebol, mas dizer a mesmíssima verdade de forma geral é crime contra a humanidade.
Se a Marta Rebelo não gosta de ser representada por uma selecção de brasileiros devia ter-se começado a incomodar quando a dita começou a parecer a selecção de Cabo Verde ou do Congo. E ser consequente com o que diz, porque é inacreditável dizer que transformar a população em si numa espécie de nordeste brasileiro não tem problema, mas no que toca a futebol “já não é bem”.
O que o Daniel Oliveira parece não entender e muita gente quando se fala de futebol parece também não entender é que ir a uma selecção não é uma questão de passaporte ou nacionalidade.
É claro que é perfeitamente natural em qualquer país que jogue futebol há mais de um século, chamar um jogador estrangeiro, aos 29 ANOS de idade!!!!
Perfeitamente natural. É que a selecção não é um lugar para as novas gerações de jogadores e consagrados. NÂO!!
É para eu ver se posso ir à selecção do Brasil, mas como lá não tenho valor nem para ser cortador de relva então tenho aqui o meu lugar reservado na selecção das quinas porque os tugas são um bando de coxos e eu sou uma estrela do futebol…
Isto claro num país onde 35% dos jogadores de futebol nacionais estão no desemprego.
Faz-me lembrar aquela história da empresária indiana que se quer naturalizar há mais de 10 anos e não consegue. Agora o Liedson como tem a supremacia democrática de cidadania concedida à velocidade da luz aos jogadores de futebol, esse sim! É tuga até à raiz!!!!
Estão explicadas as largas dezenas de faltas injustificadas e por doença da Sra. Deputada á custa do Zé Povinho: estava indisposta com azia por tanta ausência de portugueses na Selecção…
um dos pontos altos de um jogo da selecção na cional acontecia quando tocava o hino nacional. agora, vai ser delicioso com tanto luso-brasileiro a cantar “eirózze do marre…”. fabuloso!não vamos voltar chorar de emoção, mas vamos seguramente chorar de riso.
O que acho vergonhoso é muitos imigrantes brasileiros e de origem africana terem de ultrapassar processos muito mais difíceis e lentos para obter o bilhete de identidade português. Espero que Portugal seja eliminado. O melhor que tivemos nos últimos tempos foi, sem dúvida, Scolari. Este Mister Carlos não presta.
O Liedson? Aquele do Sporting? Sou contra. É um argumento estúpido mas não esqueçais que falamos do futebol português.
Por mim, votaria naquele rapaz paraguaio do Benfica, o que tem o estranho hábito de falhar penalties e marcar grandes golos, mas desconfio que ele não estaria pelos ajustes porque consta que tem grande orgulho no seu sangue índio.
bem , se houvesse uma selecção nacional de tiradores de bicas e abatanados , convinha que fossem todos naturais do país , nè? mas , pronto , se dermos uma olhadela à foto da selecção francesa ? veremos que os efeitos do aquecimento global são graves.
Veja lá a falta de imaginação aqui na terra dos Suevos (que isto é Norte mesmo Norte, não aquele Norte já meio poluído pela convivência com a moirama sem aspas): chamamos-lhe um “café cheio”. O dialecto lisboeta presta-se às maiores confusões: Há muitos anos pedi em Lisboa, num café, um café. O empregado, espertinho de pai e mãe, inquiriu: Uma bica? Emendei o pedido para uma nesbica.
Bem, isto é a gente a falar; que eu até me dou bem com estrangeiros e de alguns gosto muito. Um abraço para si, se mo permite.
A propósito, um artigo do Avante! que encontrei, já com umas décadas: <a href="ACABE-SE COM A INUNDAÇÃO DE ESTRANGEIROS NO FUTEBOL NACIONAL!". E isto era para os clubes, não para a selecção
De especial relevo “… O contacto com futebol doutros países é benéfico em todos os aspectos mas isso nada tem a ver com a «importação» de jogadores estrangeiros…”. Xenófobos, estes tipos…
Claro que hoje em dia um artigo destes seria impossível. Até o PC está “PC”. E de facto se a selecção “nacional” é o que é, não há sequer moral para falar das equipas.
De especial relevo “… O contacto com futebol doutros países é benéfico em todos os aspectos mas isso nada tem a ver com a «importação» de jogadores estrangeiros…”. Xenófobos, estes tipos…
Claro que hoje em dia um artigo destes seria impossível. Até o PC está “PC”. E de facto se a selecção “nacional” é o que é, não há sequer moral para falar das equipas.
Um abatanado é assim:
usa-se uma dose de bica, mas numa chávena grande que se deixa encher. Um amigo meu quase foi insultado quando pediu um da primeira vez em Braga. “Já trabalho nisto há 20 anos e nunca me pediram uma coisa dessas”.
Avisado, no dia seguinte em vez de pedir um abatanado, tentou explicar: “Olhe, queria um café mas em chávena grande e cheio”, ao que o empregado, outro, se volta para ele e pergunta “Um abatanado? Porque é que não disse logo?”.
Ser naturalizado português dá todo o direito do jovem querer ser tudo a que tem direito, tirar abatanados sambando ou marcar golos e gritar Gool. No entanto, a frase do Sebastião: “É a mesmíssima coisa, mas lá que não é exactamente a mesma coisa, lá isso não é.” é perfeita neste caso. Até porque a tirar abatanados não se representa um país, a marcar golos com a camisola da selecção sim. Mas que o homem tem direito lá isso tem, eu também tenho o direito de achar o futebol cada ve mais desinteressante.
A estupidez, a falta de vergonha e de leis que protegam os nacionais está por toda a parte. A Polónia e a Croácia têm brasileiros nas suas selecções nacionais e está tudo dito. Se os portugueses boicotassem esta selecção e enquanto ela tiver estrangeiros deixarem os estádios às moscas a coisa ia lá, agora assim…
Pensava que ele tinha adquirido legitimamente nacionalidade portuguesa porque vivia em Portugal há seis anos, mas parece que afinal vocês sabem muito melhor do que eu quem tem direito a ser considerado português ou não.
Ainda compreenderia se a naturalização do Liédson fosse feita por debaixo da mesa, mas nem é o caso: o gajo vive aqui há seis anos e cumpriu as regras e os trâmites legais de qualquer cidadão naturalizado. E seis anos parece-me uma quantidade de tempo perfeitamente razoável para um gajo vindo de um país lusófono.
Acho que ainda faz muita confusão a condição de dupla nacionalidade e dos direitos a ela associados, provavelmente porque somos um país pouco habituado a misturas e a situações que escapem ao jus sanguinis. E porque ainda estamos agarrados à noção do estado-nação do século XIX, como se tivesse alguma coisa de risível alguém cantar o nosso horrível hino com sotaque brasileiro.
Será horrível para si Nuno Cruz, para mim é lindo e gosto de o ver ser cantado por portugueses de raiz não por favelados! Quanto ao jus sanguini, deve obviamente ser o único critério de atribuição de nacionalidade.
“E porque ainda estamos agarrados à noção do estado-nação do século XIX”
Do século XIX? O estado-nação ainda existe e existirá enquanto houver o conceito de cidadão nacional.
No meu B.I. é isso mesmo que lá está: REPÚBLICA PORTUGUESA. BILHETE DE IDENTIDADE DE CIDADÃO NACIONAL.
E foi passado bem dentro do século XXI: 2007, se quer saber.
Quanto à naturalização não me faz confusão nenhuma, desde que haja razão para tal e que não se trate de um mero oportunismo.
- Eusébio nasceu Moçambicano e naturalizou-se Portugues. É Portugues de gema porque gosta de Portugal e ama Portugal, no entanto não renega o seu berço.
- Liedson só se naturalizou Portugues porque lhe convem. Porque tem um passaporte europeu e porque tem a oportunidade de jogar um campeonato do mundo. Idem Idem aspas aspas para Deco e Pepe. No dia que deixarem de jogar à Bola voltam para o Brasiu e nunca mais cá voltam.
Eusébio não nasceu “moçambicano”. Eusébio nasceu português, na então província ultramarina (ou colónia, se preferirem) portuguesa de Moçambique.
Sou contra a entrada de estrangeiros na Selecção. Não por qualquer fobia ou ódio a estrangeiros, mas pelo simples facto que a selecção é mesmo isso. Portuguesa. Como sou contra portugueses jogarem pelas selecções de outros países.
Aliás, até sou favorável que a UEFA ou a FIFA limitem o número de estrangeiros nos plantéis dos clubes. Os jovens precisam de ter oportunidades.
Esta senhora rebelo, possivelmente foi das pos as bandeiras na janelas a mando dum seleccionador brasileiro que nem sequer eh naturalizado, e agora vem dizer estas bacoradas acerca de um senhor se naturalizou e tem toda a legitimidade para representar Portugal.
conforme diria o diacono remedios.
Qualquer dia tb serao contra os jogadores que nasceram a norte do “riu Tejo”.
como se diz em Lisboa: riu, friu, picha, bica e imperial.
a selecção é da FPF e não de Portugal.
por que raio Liedson não pode jogar na selecção da FPF?
já sei, por ter 32 anos e se fartar de marcar golos aos lampiões
Na selecção de Portugal não podem jogar “estrangeiros”, apenas Portugueses.
E se um cidadão qualquer, desde que esteja em Portugal à mais de x anos pode ser Portugues de pleno direito e com direito a votar, tambem pode ser convocado para a selecção.
Nelson Évora, Obikwelu, Eusébio, vários jogados de voleibol, natação, ping pong e outras modalidades não nasceram Portugueses, mas são Portugueses de coração, e amam o nosso país. Porquê tanto stress com o futebol ??
A França foi campeã do mundo e da europa com uma equipa onde quase não havia brancos !!!! E depois ?
Portugal não é um pais onde existe uma grande comunidade de Africanos e Brasileiros ? Não será natural que exista tb uma representação desta franja da população na selecção ?
O que já não concordo é que jogadores estrangeiros queiram ser “Portugueses” apenas com o interesse de se promoverem e ganharem um passaporte europeu.
A verdade é que o ppl se está a borrifar se o Obikwelo já tratou da papelada ou não: ele é português e acabou-se a conversa. Ninguém discute se o Nelson Évora nasceu em Portugal, em Cabo Verde ou nas Berlengas: é português e ai de quem diga o contrário. Ninguém põe a mínima dúvida da portugalidade de um Bosingwa apesar de falar pior português do que um qualquer ucraniano chegado há duas semanas.
Há uma selecção portuguesa não sei se de andebol ou basquetebol (ajudem-me) que é composta maioritariamente por jogadores não naturais. Ninguém põe em causa a descendência de Viriato a correr naquelas veias.
Os clubes de futebol de topo em Portugal, e já agora os outros também, são constituídos maioritariamente por jogadores estrangeiros. Ainda assim ainda nos referimos a eles como a equipa “portuguesa” do FC Porto, do Sporting, do Braga ou do Benfica, etc.
Mas chega ao futebol, à selecção para a qual, aliás (e muito bem quanto a mim, mas isso são outras conversas), a maioria dos adeptos da modalidade se diz estar a cagar, ai jesus se entra um gajo que “não é português”.
Era bom que os gajos do SEF lêssem isto:
No futebol o conceito de naturalidade é variável.
O gajo pode ter os papéis todos em ordem para trabalhar nas obras ou para comprar um banco como a Isabel dos Santos, que não há problema nenhum. Se não é português passa a ser. Havendo até um parente até à 5ª geração natural de Vila Real em Trás-os-Montes ou que adopte um cão de raça vagamente portuguesa, é um dos nossos, digno de vestir a camisola e ser tu cá tu lá com o Cristiano Ronaldo. De outra maneira é uma heresia.
Apesar dos resultados da selecção serem uma coisa que dois dias depois ninguém mais se lembre quais foram, a Pátria, nas 24 horas que antecedem um jogo, dá tesão. Porquê? porque sim.
Que me lembre, falta o pingo, o pingo directo e o café pingado. E se formos para as combinações em chávena maior ou copo, assim de repente falta o galão, a meia-de-leite e o mazagrã.
Enquanto português não tenho a mínima vergonha, até sinto orgulho, de um estrangeiro que queira representar o nosso país em competições desportivas. O Obikwelu decidiu tornar-se português, o Tchikolaev optou pela nacionalidade portuguesa quando o seus país se desintegrou, a Naide e o Nelson Évora representam o país que os acolheu e onde se sentem em casa. O Deco (que sempre preferiu, e publicamente, jogar pelo Brasil), o Pepe e o Liedson são contratações. São soldados contratados. Tal como aqueles quenianos que mudam o nome para Al-mohamed e correm pelo Qatar sem nunca lá ter metido os pernis. HÁ uma diferença entre os “naturalizados” e os naturalizados.
Deixem-se andar, que daqui a pouco as selecções são como os clubes. Os mais ricos contratam os melhores, com direito a transferências e tudo.
Aí é que o Sócrates acaba com o défice, vende o Ronaldo a Espanha por troca com 200Km de TGV.
Como já não me sinto português mas sim EUROPEU, estou-me cagando que jogue o Liedson ou a Carolina Patrocinio. E o resultado é bem secundário para mim. O que eu mais quero é que a empresa onde trabalho não vá a falência, e que eu continue a receber mensalmente os meus 450€
Impressão minha ou faltam o café de saco e o galão dividido em de máquina e normal? A (ou O?) Ucal e o quarto de vigor também alinham no campeonato do carioca de limão.
E quando o Pepe e o Deco vestiram a camisola das Quinas? Esses já podia ver jogar porque vinham da equipa dos chocolatinhos? Mais coerência, menos ressentimento.
Penso que o caso do Pepe é um pouco diferente, chegou cá bem mais novo, casou com uma portuguesa (e não foi por conveniência), tem casa cá, e comprou propriedades cá para o pós bola, ao contrário do Deco e do Liedson que fazem isto tudo mas no Brasil, e quando a carreira der o peido mestre voltam logo lá para o Nordeste.
Como é possível a menina da esquerda moderna acreditar e defender a existência da raça lusitana que, espelhada na selecção, ficará manchada pelo adn estrangeiro?
é, afinal, o racismo moderno
Antónimo #52, agora sim acabei a minha formação. E bem jeito me podem vir a dar estes conhecimentos. É que, a continuar a economia como está, não descarto inteiramente a hipótese de vir a arranjar emprego num café.
Catarina Morais, você só pode estar a brincar!!!! Então agora é racismo defender que na selecção PORTUGUESA só joguem portugueses?? Irra, isto está mesmo tudo doido…
Selecção nacional, quer dizer a nata dos jogadores portugueses, ai sim , esta o gozo de ver o melhor da juventude de cada pais a honrar a sua bandeira!
Esta esquerda chique é tão ignorante e formatada que ve racismo em tudo, chega a ser agoniante!
Boas.
Óh Pedro, desculpe lá a moçoila que até é bem giraça.
Entre o Liedson e a Martinha em quem colocava a cidadania do carimbo?
Cumprimentos.
[Responder]
Engraçado. Penso precisamente o contrário. Que a Selecção Nacional deveria ser constituída exclusivamente por brasileiros naturalizados. E a Selecção da Islândia só por portugueses naturalizados. E a Selecção da Alemanha apenas por islandeses naturalizados. E que a ASAE e a Polícia Municipal se preocupassem mais em multar quem estacionasse em segunda fila das passadeiras, passeios, esquinas, etc., que os desgraçados, como eu, que deixaram passar o tempo do papelinho em 25 minutos. Mas digo isto porque sou, obviamente, um lírico. Em questões de estacionamento em Lisboa, claro.
[Responder]
É a mesmíssima coisa, mas lá que não é exactamente a mesma coisa, lá isso não é.
[Responder]
Se não é por discriminação contra os estrangeiros, será por ele ser escurinho?
[Responder]
Não percebo a razão de tanta excitação. Afinal, o por assim dizer fundador do Brasiu independente foi o senhor dom Pedro, grito do ipiranga, pátria ou morte venceremos, etc., contra a dele pátria imperialista, mas que não se deu bem por lá e voltou para Portugal por selecção sua, fazendo uma opa sobre o país. Portanto, moçada, calma aí, o tal de dom pedro não só fez o brasiu como fez o portugal liberau, certo? Certo. Ke é essa conversa toda, rapais?
Então agora que a moçada monárquica muda a bandeira municipal com uma coisa tão bonita do senhor dom pedro, porque motivo está tudo tão excitado pelo fato de um súbidto de dom Pedro querer serer súbidto de dom Pedro? Fogo, esta merda, desculpem o palavrão, ultrapassa-me. Virgem santa que a fome era tanta que eu até tinha fome da fome que eu tinha no meu Ceará.
[Responder]
Claro, sei perfeitamente que o comentário anterior é um bocado de má fé, porque se a memória e os neurónios não me falham, dom Duarte será
descendente de Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário de Bragança, o qual vinha do esperma de dom Miguel, pelo que não será legítimo filiá-lo no ADN de dom Pedro, o herói de dois países.
Mas, bolas, este tipo de golpes baixos é perfeitamente admitido nos tempos que correm, pelo que espero ser aministiado, vá, digamos.
[Responder]
Ups…
Pedro, onde se lê…”em quem colocava a cidadania do carimbo? ” deve entender-se…”em quem colocava o carimbo da cidadania?”
I´m sorry again.
Cumprimentos.
[Responder]
Eu acho que Charles Romuald Gardès, francês de Toulouse, devia ser proibido de escrever e cantar tangos…
[Responder]
É a mesmíssima coisa, mas lá que não é exactamente a mesma coisa, lá isso não é.
Uma simples frase explicou tudo.
Claro que Pedro Vieira como exemplar perfeito da esquerda moderna não compreenderá isto.
Para ele logo que supõe qualquer descriminação baseada nos sagrados valores de esquerda nivela tudo.
Faz mal, o futebol tem regras próprias muitas delas apenas por amor que estão para lá daquela compreensão.
Eu, como benfiquista, custa-me imenso ver entrar uma equipa do Benfica sem tugas para defender o emblema.
Deixe lá o brasuca (escurinho como um pitoresco ai afirma) jogar em qualquer clube e ganhar honradamente a sua vida e faça força para que aqueles que jogam na selecção saibam cantar o hino.
[Responder]
Eu que não gosto nem vejo bola (nem novelas) seguia o mesmo princípio das compras no supermecado, prefiro o que é português e começa no código de barras por 560……
Isto para bem da economia nacional.
[Responder]
Ó Pedro Vieira,
Esta Marta Rebelo é aquela girl do PS que é adjunta de um ministro, professora, tradutora, escritora, consultora, legisladora, artista, deputada, advogada, chefe de gabinete, qualquer coisa na juventude do PS como a Patrocínio, dona de blogues permaturamente defundos, com amigos bem posicionados no Rato e admiradores à esquerda e direita, e ainda tem uma série de actividades inenerráveis – tudo à conta de a considerarem “giraça”…????
Então, lá na esquerda e unicamente por ser gira, não havia já a Janéca Amaral Dias…?
Esta Martinha mais me parece o Avelino Ferreira Torres a falar…ou a Patrocínio…mas como é gira, todos a desculpam.
Digo eu…
[Responder]
Se bem conheço a deputada, a única descriminação que defende é contra sportinguistas. E tudo deve ir daí.
Claro que se pode questionar o bom senso de ter conversas de tasca em plataformas políticas…
[Responder]
Para muita gente nacionalidade é assim uma espécie de pagamento de serviços, o que demonstra o nível desta gentalha.
O Liedson e o Deco quando acabarem as carreiras nem metem cá os pés.
[Responder]
Já perguntaram a esse intelecto superior da Marta Rebelo se sabe qual é considerado o maior futebolista “português” (ou até “europeu”?…) de TODOS OS TEMPOS?
Não, pázinha, não foi o Matateu, ai, o Peyroteu, carago…
[Responder]
Eh oh, há leitores do blogue que não são de Lisboa, são Portugueses. Que diabo quer dizer abatanados?
[Responder]
A Marta deixa de assistir aos jogos…buááááá!…
Temos pena.
Ás tantas a Marta é do Benfica, e aí já não se importa nada de ver jogar a seleção “B” da América do Sul.
[Responder]
ter o b.i. português para tirar bicas e abatanados ainda vá
(…)
Verdade que depois de naturalizados são, para todos os efeitos, portugueses. Mas para efeitos futebolísticos não.
Ridículo, mas segue de perto o que falei no outro tópico, a completa incoerência de quem se sente muito moderno na defesa da abertura de fronteiras mas que depois revela um certo asco pelo resultado quando lhe começa a “tocar”.
E incoerente esta “revolta” contra a ida de Liedson para a selecção da FPF (selecção essa que já de portuguesa tem pouco ou nada há muito e que espero que seja rapidamente eliminada para me poupar a vergonha) por parte de quem tem um discurso que defende e fomenta tudo o que conduz a esse resultado. Liedson, para quem considera que ter um BI português é ser português, tem todo o direito de ir á selecção.
E não deixa de ser engraçado como não existe grande problema em dizer o óbvio (que Liedson não é, de facto, português) quando se trata de futebol, mas dizer a mesmíssima verdade de forma geral é crime contra a humanidade.
Se a Marta Rebelo não gosta de ser representada por uma selecção de brasileiros devia ter-se começado a incomodar quando a dita começou a parecer a selecção de Cabo Verde ou do Congo. E ser consequente com o que diz, porque é inacreditável dizer que transformar a população em si numa espécie de nordeste brasileiro não tem problema, mas no que toca a futebol “já não é bem”.
[Responder]
Viva!
O que o Daniel Oliveira parece não entender e muita gente quando se fala de futebol parece também não entender é que ir a uma selecção não é uma questão de passaporte ou nacionalidade.
É claro que é perfeitamente natural em qualquer país que jogue futebol há mais de um século, chamar um jogador estrangeiro, aos 29 ANOS de idade!!!!
Perfeitamente natural. É que a selecção não é um lugar para as novas gerações de jogadores e consagrados. NÂO!!
É para eu ver se posso ir à selecção do Brasil, mas como lá não tenho valor nem para ser cortador de relva então tenho aqui o meu lugar reservado na selecção das quinas porque os tugas são um bando de coxos e eu sou uma estrela do futebol…
Isto claro num país onde 35% dos jogadores de futebol nacionais estão no desemprego.
Faz-me lembrar aquela história da empresária indiana que se quer naturalizar há mais de 10 anos e não consegue. Agora o Liedson como tem a supremacia democrática de cidadania concedida à velocidade da luz aos jogadores de futebol, esse sim! É tuga até à raiz!!!!
[Responder]
E já agora.
Como não quero tirar o lugar a ninguém nesta selecção do Arrastão, é Pedro Vieira e não Daniel Oliveira.
O seu a seu dono…
Tal como na selecção claro…
[Responder]
Estão explicadas as largas dezenas de faltas injustificadas e por doença da Sra. Deputada á custa do Zé Povinho: estava indisposta com azia por tanta ausência de portugueses na Selecção…
http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/PresencasReunioesPlenarias.aspx?BID=2272
[Responder]
JMG #15
“Que diabo quer dizer abatanados?”
Eu digo-lhe:
Cá na “moirama”, um abatanado (não sei porquê), é um café grande e fraco. Tipo americano. Está a ver? Uma porcaria.
Como é que se chama a isto, aí na terra dos visigodos?
[Responder]
No tema:
Eu também gostaria mais de ver a selecção nacional, só com portugueses, aqui nados e criados.
Mas com o mercantilismo futebolísto isso deixou de ser possível.
Valha-nos Santo Eusébio!
(Pior que isso é quando vemos jogadores portugueses, vendidos a clubes estrangeiros, marcarem golos na própria baliza de onde se foram.)
[Responder]
Desculpem lá o “bold”. Não foi intencional
[Responder]
Marta Rebelo está ao nível da Carolina Patrocinio.
A própósito, já vos falei das semelhanças entre a psicopatia e a esquerda.
Não?! – Não há problema eu explico…
[Responder]
um dos pontos altos de um jogo da selecção na cional acontecia quando tocava o hino nacional. agora, vai ser delicioso com tanto luso-brasileiro a cantar “eirózze do marre…”. fabuloso!não vamos voltar chorar de emoção, mas vamos seguramente chorar de riso.
[Responder]
O que acho vergonhoso é muitos imigrantes brasileiros e de origem africana terem de ultrapassar processos muito mais difíceis e lentos para obter o bilhete de identidade português. Espero que Portugal seja eliminado. O melhor que tivemos nos últimos tempos foi, sem dúvida, Scolari. Este Mister Carlos não presta.
[Responder]
O Liedson? Aquele do Sporting? Sou contra. É um argumento estúpido mas não esqueçais que falamos do futebol português.
Por mim, votaria naquele rapaz paraguaio do Benfica, o que tem o estranho hábito de falhar penalties e marcar grandes golos, mas desconfio que ele não estaria pelos ajustes porque consta que tem grande orgulho no seu sangue índio.
[Responder]
bem , se houvesse uma selecção nacional de tiradores de bicas e abatanados , convinha que fossem todos naturais do país , nè? mas , pronto , se dermos uma olhadela à foto da selecção francesa ? veremos que os efeitos do aquecimento global são graves.
[Responder]
Isabel Coutinho # 21:
Veja lá a falta de imaginação aqui na terra dos Suevos (que isto é Norte mesmo Norte, não aquele Norte já meio poluído pela convivência com a moirama sem aspas): chamamos-lhe um “café cheio”. O dialecto lisboeta presta-se às maiores confusões: Há muitos anos pedi em Lisboa, num café, um café. O empregado, espertinho de pai e mãe, inquiriu: Uma bica? Emendei o pedido para uma nesbica.
Bem, isto é a gente a falar; que eu até me dou bem com estrangeiros e de alguns gosto muito. Um abraço para si, se mo permite.
[Responder]
A propósito, um artigo do Avante! que encontrei, já com umas décadas: <a href="ACABE-SE COM A INUNDAÇÃO DE ESTRANGEIROS NO FUTEBOL NACIONAL!". E isto era para os clubes, não para a selecção
De especial relevo “… O contacto com futebol doutros países é benéfico em todos os aspectos mas isso nada tem a ver com a «importação» de jogadores estrangeiros…”. Xenófobos, estes tipos…
Claro que hoje em dia um artigo destes seria impossível. Até o PC está “PC”. E de facto se a selecção “nacional” é o que é, não há sequer moral para falar das equipas.
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[É favor apagar o último comentário, não coloquei a ligação para o artigo... isto devia permitir a pré-visualização...]
A propósito, um artigo do Avante! que encontrei, já com umas décadas: ACABE-SE COM A INUNDAÇÃO DE ESTRANGEIROS NO FUTEBOL NACIONAL!”. E isto era para os clubes, não para a selecção
De especial relevo “… O contacto com futebol doutros países é benéfico em todos os aspectos mas isso nada tem a ver com a «importação» de jogadores estrangeiros…”. Xenófobos, estes tipos…
Claro que hoje em dia um artigo destes seria impossível. Até o PC está “PC”. E de facto se a selecção “nacional” é o que é, não há sequer moral para falar das equipas.
[Responder]
Um abatanado é assim:
usa-se uma dose de bica, mas numa chávena grande que se deixa encher. Um amigo meu quase foi insultado quando pediu um da primeira vez em Braga. “Já trabalho nisto há 20 anos e nunca me pediram uma coisa dessas”.
Avisado, no dia seguinte em vez de pedir um abatanado, tentou explicar: “Olhe, queria um café mas em chávena grande e cheio”, ao que o empregado, outro, se volta para ele e pergunta “Um abatanado? Porque é que não disse logo?”.
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Ser naturalizado português dá todo o direito do jovem querer ser tudo a que tem direito, tirar abatanados sambando ou marcar golos e gritar Gool. No entanto, a frase do Sebastião: “É a mesmíssima coisa, mas lá que não é exactamente a mesma coisa, lá isso não é.” é perfeita neste caso. Até porque a tirar abatanados não se representa um país, a marcar golos com a camisola da selecção sim. Mas que o homem tem direito lá isso tem, eu também tenho o direito de achar o futebol cada ve mais desinteressante.
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18 mário borges
2 Set 2009 às 13:12
Liedson tem 31 anos e 8 meses.
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Isto dos cafés tem muito que saber:
Café
Bica
Expresso
Cimbalino (na terra dos Suevos, claro)
Garoto
Carioca
Bica cheia
Bica pingada
Antes de ser nacionalizado, qualquer cidadão devia ser obrigado a decorar isto tudo.
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A estupidez, a falta de vergonha e de leis que protegam os nacionais está por toda a parte. A Polónia e a Croácia têm brasileiros nas suas selecções nacionais e está tudo dito. Se os portugueses boicotassem esta selecção e enquanto ela tiver estrangeiros deixarem os estádios às moscas a coisa ia lá, agora assim…
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A idiotice, essa, parece não ter limites.
Pensava que ele tinha adquirido legitimamente nacionalidade portuguesa porque vivia em Portugal há seis anos, mas parece que afinal vocês sabem muito melhor do que eu quem tem direito a ser considerado português ou não.
Ainda compreenderia se a naturalização do Liédson fosse feita por debaixo da mesa, mas nem é o caso: o gajo vive aqui há seis anos e cumpriu as regras e os trâmites legais de qualquer cidadão naturalizado. E seis anos parece-me uma quantidade de tempo perfeitamente razoável para um gajo vindo de um país lusófono.
Acho que ainda faz muita confusão a condição de dupla nacionalidade e dos direitos a ela associados, provavelmente porque somos um país pouco habituado a misturas e a situações que escapem ao jus sanguinis. E porque ainda estamos agarrados à noção do estado-nação do século XIX, como se tivesse alguma coisa de risível alguém cantar o nosso horrível hino com sotaque brasileiro.
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Será horrível para si Nuno Cruz, para mim é lindo e gosto de o ver ser cantado por portugueses de raiz não por favelados! Quanto ao jus sanguini, deve obviamente ser o único critério de atribuição de nacionalidade.
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Nuno Cruz
“E porque ainda estamos agarrados à noção do estado-nação do século XIX”
Do século XIX? O estado-nação ainda existe e existirá enquanto houver o conceito de cidadão nacional.
No meu B.I. é isso mesmo que lá está: REPÚBLICA PORTUGUESA. BILHETE DE IDENTIDADE DE CIDADÃO NACIONAL.
E foi passado bem dentro do século XXI: 2007, se quer saber.
Quanto à naturalização não me faz confusão nenhuma, desde que haja razão para tal e que não se trate de um mero oportunismo.
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Presume-se que a sra Marta também deixou de ver provas de atletismo por causa do Nelson Évora…
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tanta asneira junta
- Eusébio nasceu Moçambicano e naturalizou-se Portugues. É Portugues de gema porque gosta de Portugal e ama Portugal, no entanto não renega o seu berço.
- Liedson só se naturalizou Portugues porque lhe convem. Porque tem um passaporte europeu e porque tem a oportunidade de jogar um campeonato do mundo. Idem Idem aspas aspas para Deco e Pepe. No dia que deixarem de jogar à Bola voltam para o Brasiu e nunca mais cá voltam.
Perceberam a diferença ?
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Eusébio não nasceu “moçambicano”. Eusébio nasceu português, na então província ultramarina (ou colónia, se preferirem) portuguesa de Moçambique.
Sou contra a entrada de estrangeiros na Selecção. Não por qualquer fobia ou ódio a estrangeiros, mas pelo simples facto que a selecção é mesmo isso. Portuguesa. Como sou contra portugueses jogarem pelas selecções de outros países.
Aliás, até sou favorável que a UEFA ou a FIFA limitem o número de estrangeiros nos plantéis dos clubes. Os jovens precisam de ter oportunidades.
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Esta senhora rebelo, possivelmente foi das pos as bandeiras na janelas a mando dum seleccionador brasileiro que nem sequer eh naturalizado, e agora vem dizer estas bacoradas acerca de um senhor se naturalizou e tem toda a legitimidade para representar Portugal.
conforme diria o diacono remedios.
Qualquer dia tb serao contra os jogadores que nasceram a norte do “riu Tejo”.
como se diz em Lisboa: riu, friu, picha, bica e imperial.
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a selecção é da FPF e não de Portugal.
por que raio Liedson não pode jogar na selecção da FPF?
já sei, por ter 32 anos e se fartar de marcar golos aos lampiões
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Mario
Na selecção de Portugal não podem jogar “estrangeiros”, apenas Portugueses.
E se um cidadão qualquer, desde que esteja em Portugal à mais de x anos pode ser Portugues de pleno direito e com direito a votar, tambem pode ser convocado para a selecção.
Nelson Évora, Obikwelu, Eusébio, vários jogados de voleibol, natação, ping pong e outras modalidades não nasceram Portugueses, mas são Portugueses de coração, e amam o nosso país. Porquê tanto stress com o futebol ??
A França foi campeã do mundo e da europa com uma equipa onde quase não havia brancos !!!! E depois ?
Portugal não é um pais onde existe uma grande comunidade de Africanos e Brasileiros ? Não será natural que exista tb uma representação desta franja da população na selecção ?
O que já não concordo é que jogadores estrangeiros queiram ser “Portugueses” apenas com o interesse de se promoverem e ganharem um passaporte europeu.
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Ora pois que mais um tema “fracturante”.
A verdade é que o ppl se está a borrifar se o Obikwelo já tratou da papelada ou não: ele é português e acabou-se a conversa. Ninguém discute se o Nelson Évora nasceu em Portugal, em Cabo Verde ou nas Berlengas: é português e ai de quem diga o contrário. Ninguém põe a mínima dúvida da portugalidade de um Bosingwa apesar de falar pior português do que um qualquer ucraniano chegado há duas semanas.
Há uma selecção portuguesa não sei se de andebol ou basquetebol (ajudem-me) que é composta maioritariamente por jogadores não naturais. Ninguém põe em causa a descendência de Viriato a correr naquelas veias.
Os clubes de futebol de topo em Portugal, e já agora os outros também, são constituídos maioritariamente por jogadores estrangeiros. Ainda assim ainda nos referimos a eles como a equipa “portuguesa” do FC Porto, do Sporting, do Braga ou do Benfica, etc.
Mas chega ao futebol, à selecção para a qual, aliás (e muito bem quanto a mim, mas isso são outras conversas), a maioria dos adeptos da modalidade se diz estar a cagar, ai jesus se entra um gajo que “não é português”.
Era bom que os gajos do SEF lêssem isto:
No futebol o conceito de naturalidade é variável.
O gajo pode ter os papéis todos em ordem para trabalhar nas obras ou para comprar um banco como a Isabel dos Santos, que não há problema nenhum. Se não é português passa a ser. Havendo até um parente até à 5ª geração natural de Vila Real em Trás-os-Montes ou que adopte um cão de raça vagamente portuguesa, é um dos nossos, digno de vestir a camisola e ser tu cá tu lá com o Cristiano Ronaldo. De outra maneira é uma heresia.
Apesar dos resultados da selecção serem uma coisa que dois dias depois ninguém mais se lembre quais foram, a Pátria, nas 24 horas que antecedem um jogo, dá tesão. Porquê? porque sim.
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Sai uma italiana?
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Isabel #35:
Que me lembre, falta o pingo, o pingo directo e o café pingado. E se formos para as combinações em chávena maior ou copo, assim de repente falta o galão, a meia-de-leite e o mazagrã.
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Enquanto português não tenho a mínima vergonha, até sinto orgulho, de um estrangeiro que queira representar o nosso país em competições desportivas. O Obikwelu decidiu tornar-se português, o Tchikolaev optou pela nacionalidade portuguesa quando o seus país se desintegrou, a Naide e o Nelson Évora representam o país que os acolheu e onde se sentem em casa. O Deco (que sempre preferiu, e publicamente, jogar pelo Brasil), o Pepe e o Liedson são contratações. São soldados contratados. Tal como aqueles quenianos que mudam o nome para Al-mohamed e correm pelo Qatar sem nunca lá ter metido os pernis. HÁ uma diferença entre os “naturalizados” e os naturalizados.
Deixem-se andar, que daqui a pouco as selecções são como os clubes. Os mais ricos contratam os melhores, com direito a transferências e tudo.
Aí é que o Sócrates acaba com o défice, vende o Ronaldo a Espanha por troca com 200Km de TGV.
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Como já não me sinto português mas sim EUROPEU, estou-me cagando que jogue o Liedson ou a Carolina Patrocinio. E o resultado é bem secundário para mim. O que eu mais quero é que a empresa onde trabalho não vá a falência, e que eu continue a receber mensalmente os meus 450€
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JMG #48
É verdade! E algumas nem têm café, como o carioca de limão.
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Isabel Coutinho #51 e JMG # 48
Impressão minha ou faltam o café de saco e o galão dividido em de máquina e normal? A (ou O?) Ucal e o quarto de vigor também alinham no campeonato do carioca de limão.
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Caro Fado Alexandrino.
Pois. Lá está. A idade certa para qualquer jogador abandonar uma selecção… Mas confesso que quase 32 anos… É obra!!!!
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E quando o Pepe e o Deco vestiram a camisola das Quinas? Esses já podia ver jogar porque vinham da equipa dos chocolatinhos? Mais coerência, menos ressentimento.
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Penso que o caso do Pepe é um pouco diferente, chegou cá bem mais novo, casou com uma portuguesa (e não foi por conveniência), tem casa cá, e comprou propriedades cá para o pós bola, ao contrário do Deco e do Liedson que fazem isto tudo mas no Brasil, e quando a carreira der o peido mestre voltam logo lá para o Nordeste.
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Como é possível a menina da esquerda moderna acreditar e defender a existência da raça lusitana que, espelhada na selecção, ficará manchada pelo adn estrangeiro?
é, afinal, o racismo moderno
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Antónimo #52, agora sim acabei a minha formação. E bem jeito me podem vir a dar estes conhecimentos. É que, a continuar a economia como está, não descarto inteiramente a hipótese de vir a arranjar emprego num café.
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Catarina Morais, você só pode estar a brincar!!!! Então agora é racismo defender que na selecção PORTUGUESA só joguem portugueses?? Irra, isto está mesmo tudo doido…
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JMG #57
Caríssimo,
Certifique-se primeiro se ainda há gente com dinheiro para tomar uma bica ao balcão.
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mas o liedson agora é português! qual é então o problema?
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Sobre Liedson só posso dizer:
A minha pátria é a lingua portuguesa.
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Catarina, se você não consegue entender também não serei eu que lhe irei explicar…
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Selecção nacional, quer dizer a nata dos jogadores portugueses, ai sim , esta o gozo de ver o melhor da juventude de cada pais a honrar a sua bandeira!
Esta esquerda chique é tão ignorante e formatada que ve racismo em tudo, chega a ser agoniante!
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