
Uma das vantagens de ser ateu é que, não se tratando de uma religião, é coisa pessoal e intransmissível. Não sou, por isso, militante da causa. Não quero converter ninguém desde que a religião dos outros não queira ditar a minha conduta. A minha causa, nesta matéria, é a laicidade do Estado. E que os crentes se habituem a ter pelos não crentes o mesmo respeito que exigem para si. Ainda assim, aqui fica a campanha Atheist Bus (da British Humanist Association) que, inspirada em campanhas religiosas, nasceu no Reino Unido e está a chegar a outros países europeus. Uma coisa interessante: basta os ateus assumirem o que são e isto, ao contrário das campanhas religiosas que nos cercam, já é notícia. Os que quiserem, podem contribuir. Mais informação aqui.
91 comentários 8 Jan 09 em Sem categoria91 respostas ao post “There’s probably no God. Now stop worrying and enjoy your life.”
- 1 Pingback on 20 Jan 2009 às 8:20
- 2 Pingback on 21 Jan 2009 às 14:06



Este senhor também está a preparar uma campanha a favor do ateísmo e aceita propostas:
http://scampblog.blogspot.com/
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Daniel…ao tomar conhecimento desta campanha sou assaltada por um grande temor.
É o seguinte o meu temor:
O autocarro onde se diz que Deus não existe vai percorrer as ruas de Londres. Os organizadores da campanha, ao promoverem esta acção estão no seu pleno direito. Nada tenho a opor e até acho que está gira a campanha.
Receio no entanto, muito profundamente, que esta campanha venha a adquirir inaceitaveis contornos discriminatorios, racistas e xenofobos, relativamente a algumas das comunidades imigrantes residentes em Inglaterra.
Será que os organizadores, cedendo aos mais retrogados e completamente infundados preconceitos, vão privar as comunidades imigrantes islamicas de tambem elas terem contacto com esta iniciativa, não disponibilizando autocarros para percorrerem as zonas de Londres onde a concentração de imigrantes islamicos é maxima?
Tenho muito receio que os imigrantes islamicos sejam discriminados, limitando-se o autocarro a transmitir a mensagem de que Deus não existe nas zonas cristãs de Londres, e evitando cuidadosamente ir ás zonas de forte implantação muçulmana da cidade, transmitir aos residentes a mensagem de que o seu Deus, Alah, não existe e o Islão é portanto uma falsidade.
O Daniel partilha deste meu receio relativamente a estas eventuais manifestações de xenofobia e racismo por parte dos organizadores desta campanha? Se isso acontecer, o que se deverá fazer, na opinião do Daniel?
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Está a ver? Temos uma coisa em comum!
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Silvia Santos, sim, já todos sabemos, a intolerância religiosa é coisa de muçulmanos. Sabe, Silvia, da mesma forma que com o que se passa na Palestina mantenho a devida distância da extrema-direita anti-judaica, em relação à defesa da laicidade do Estado tento manter pouco contacto dos que usam aquilo que não defendem na sua própria casa para dar largas à sua xenofobia. Uns e outros são parentes próximos.
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Sílvia Santos,
Quem lhe diz a si que estes autocarros não irão percorrer as ruas dos bairros islâmicos? E se porventura tal não ocorrer, julgo que será por uma questão de segurança e não de discriminação. O objectivo desta campanha visa chamar a atenção tanto de cristãos como de muçulmanos.
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2 # Silvia
Esta campanha insere-se dentro da liberdade de expressão. Se uns podem dizer que deus existe, outros podem dizer o contrário. As duas partes têm de respeitar a liberdade de expressão da outra.
A haver contornos desses que referiu, serão contra os ateus. Eu próprio já senti isso na pele: quando se diz que se é ateu, olham-nos como se fossemos o diabo.
Em Oslo há gente com megafones no telhado a debitar várias vezes ao dia que deus não existe. Não tem havido problemas tanto quanto eu saiba.
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«Probably». A dúvida de tantos.
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Mas, se Deus não existe, porquê perder tempo e energia com isso?
Ateus, crentes… cada um na sua. Tanta coisa importante para pensar.
O que os publicitários não inventam em tempos de crise para ganhar dinheiro. Uma campanha que acaba por tratar os ateus como se fossem uma seita.
Ahahahahah
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Cabrões dos ingleses… têm sempre as melhores ideias em primeiro.
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«Não quero converter ninguém desde que a religião dos outros não queira ditar a minha conduta. A minha causa, nesta matéria, é a laicidade do Estado. E que os crentes se habituem a ter pelos não crentes o mesmo respeito que exigem para si»
Isso é muito bonito em teoria, mas na prática parece-me pouco realista a imposição dessa laicidade e respeito mútuo em países onde vigora algum tipo de fundamentalismo religioso, seja este de cariz islâmico, ou judaico, ou cristão.
A religião actua como um factor de segregação e rotulagem entre seres humanos. Como se isso não bastasse este tipo de religiões agrega um conjunto de crenças e normas, não só profundamente absurdas, mas também incrivelmente brutais. O facto é que, por influência das religiões, os seres humanos desenvolveram uma maior propensão para praticar actos de violência e discriminação entre si ao longo da História. Mas creio que já chega de tamanha estupidez e sofrimento.
É preciso sensibilizar ao máximo as pessoas acerca do quão obnóxias são as religiões e dos perigos que estas atraiem para o desenvolvimento das sociedades, tanto a nível social, como aos níveis económico, científico, tecnológico, político e cultural, e ainda para paz e cooperação entre as mesmas.
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Na verdade, o mundo estaria muito possívelmente em Paz, se mais ainda do que a probabilidade, houvesse a possibiliade de provar que realmente Deus, não existia…
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A referir que existe uma “pequena” diferença entre ateísmo e agnosticismo. O primeiro, num sentido lato, é a recusa da existência de qq Deus ou entidade sobrenatural; a segunda defende que a questão da existência ou não de divindades é impossível de ser respondida.
A par deste assunto gostaria de sugerir o documentário Religulous (2008), de Bill Maher (writer) e Larry Charles (director):
http://www.youtube.com/watch?v=qB8fPJ6zds8
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Esta campanha já tem uns meses largos. Mas é de facto assinalável.
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Minha família é comunista, portanto assim fui criada por ateus. Pra mim cai com muita naturalidade tal frase (engasgo um pouco no clichê de aproveitar a vida)… mas compreendo perfeitamente o desconforto dos Cristãos ao ver tal campanha. Talvez, Daniel, seja o mesmo desconforto que sentimos quando tentam ditar nossa conduta, mesmo q seja sutilmente, numa publicidade natalina ou de qualquer outro feriado religioso.
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O slogan parte de algumas permissas erradas:
- Que quem acredita em Deus, vive em permanente sobressalto e em estado de stress e depressão.
- Que quem acredita em Deus, não saboreia a vida.
Como católico praticante e conhecedor da forma como muitos outros crentes católicos, evangélicos e judeus também praticantes vivem a vida, não me revejo minimamente nesse slogan.
Bem pelo contrário, a minha fé em Deus ajuda-me a superar e a relativizar as minhas dificuldades pessoais e profissionais e, por outro lado, a apreciar de uma forma ainda mais profunda o valor da vida e todas as coisas boas (e más) da vida.
Por fim, esse slogan parece ter subjacente uma perspectiva egocêntrica e egoísta da vida, o que não me parece muito positivo porquanto, quer queiramos, quer não, vivemos em comunidade. Aliás, não seria mais vantajoso ao invés de angariar fundos para este tipo de campanhas, fazê-lo, antes, para causas de solidariedade social ? Ou será que isso iria contra o “enjoy your life” do slogan?
Não seria mais
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Parece que afinal de tolinhos temos pouco:
http://bandeiranegra1.wordpress.com/2009/01/08/lapidar-quem-nao-entender-e-xenofobo-velho-do-restelo-descrente-cinico-ceptico-pessimista-tc/
Bom dia Daniel.
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Gostei de saber que a religião ateia já faz proselitismo.
Esperemos que qualquer dia não comece a “matar pela causa”, valha-nos Deus… ou o não Deus.
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Pois é, o problema real a dúvida de algumas pessoas parece ser se campanha se estender aos bairros muculmanos negando a existencia de Ala, que como se sabe nestas coisas de deus e religião são tolerantes , e então pode se argumentar que se não forem a esses bairros é por uma questão de segurança, boa maneira de torcer o bico ao prego, pelos vistos sabe-se que nos bairros católicos poderão circular a vontade sem problemas de segurança.
No fundo no fundo parece subjacente que se conta e teme uma possivel reacção dos muculmanos sabendo como eles reagem a estas coisas, caso contrário não fariam alusoes a bairros por onde os autocarros possam circular. Já quanto as outras religiões parece que contam com a sua passividade e indiferença.o que é um dado adquirido e dá paz e sossego.
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Esta campanha (do senhor Daniel Oliveira) faz lembrar os adeptos do FCP que num jogo seja contra quem for não se esquecem de gritar que o “SLB é merda”.
Eu pessoalmente estou-me borrifando para que o senhor Daniel Oliveira seja ateu, budista ou outra coisa qualquer e nunca me daria ao trabalho de fazer um post sobre isto ou sobre qualquer religião.
Mas ele por seu lado está preocupadíssimo que eu e outros sejamos cristãos e está sempre de caneta em punho pronto para escrever sobre a minha religião.
Não consigo perceber porquê.
Quanto à possibilidade de o autocarro evitar os batustões muçulmanos de Londres não precisa de ser explicado.
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diz o camarada daniel “Não quero converter ninguém desde que a religião dos outros não queira ditar a minha conduta.”
Mas ao impor a laicidade do estado não está o camarada daniel com a sua “religião” a ditar a conduta de outros ?
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Quem afirma que Deus não existe nunca esteve debaixo de bombas e ameaçado de holocausto, como os heróicos habitantes de Gaza…Sem o cimento religioso que dá coesão e solidariedade a uma sociedade martirizada, a sobrevivência seria impossível…
O ateismo e o relativismo moral foram os cancros do séc. XX, o de todos os totalitarismos e derivas. O séc. XIX vai ser o do renascimento espectacular da fé.
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errata: O séc XXI será o século do renascimento da fé… e os muçulmanos são o ferro de lança desse renascimento. Saibam os católicos seguir-lhes os passos… porque Deus é Grande !
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E se porventura tal não ocorrer, julgo que será por uma questão de segurança e não de discriminação.
Tenho a certeza que o comentário da Silvia Santos tem que ser lido e “traduzido” convenientemente. Visto ser considerado xenofobia atroz dizer que as comunidades islâmicas no Reino Unido (ou noutro sítio qualquer) são retrógradas a melhor forma é dizer o mesmo mas da posição inversa: que o autocarro tem que lá ir porque se não for é descriminação. Torna-se também algo óbvio que afinal de contas somos todos iguais, mas só quando convém.
Claro está que é por uma questão de segurança, mas dizer isso é querer insinuar que os bairros maioritariamente muçulmanos de Londres são menos seguros para o autocarro que os outros e o Duarte Sousa não quer certamente dizer isso…
PS: Nem tenho a certeza que o autocarro passe ou não por bairros de imigração muçulmana, pelo que estamos a falar em suposições. Pessoalmente tenho poucas dúvidas que não o faça até porque se lhe pegassem fogo não deixariam de aparecer os do costume a justificar o acto e a pedir desculpas.
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Deus morreu! Jesus ainda vai aparecendo em alguns filmes, mas deus nem ve-lo!
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Como ateu, aconselho a que a rapaziada aproveite para dissertar sobre a existência ou não existência de deus. Pois quando for estabelecido o Califado, acaba o período de discussão pública.
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Silvia Santos: ”vão privar as comunidades imigrantes islamicas de tambem elas terem contacto com esta iniciativa,”
Na Holanda, há bem pouco tempo, os condutores de uma carreira de autocarros recusaram-se a fazer serviço num bairro de Gouda onde habitam muitos marroquinos. Eram frequentemente agredidos ou roubados, ou as duas coisas ao mesmo tempo. Os autocarros eram perfeitamente normais e tinham como texto apenas publicidade.
Se os autocarros de Gouda se lembrassem de fazer esta campanha do Atheist Bus, dariam aos roubos e agressões dos jovens marroquinos a desculpa, ou seja, a base ideológica que lhes faltava…
Mas alguém aqui neste blogue é capaz de calcular quanto tempo é que este Atheist Bus poderia passear pelas ruas de Gaza antes de ir pelos ares, porque é evidente que seria visto como uma provocação pelos islamo-fascistas do Hamas?
Daniel Oliveira ”Uma coisa interessante: basta os ateus assumirem o que são e isto, ao contrário das campanhas religiosas que nos cercam, já é notícia.”
Outra coisa interessante, mas que me entristece a alma caro Daniel, é ver a esquerda apoiar constantemente campanhas religiosas da pior espécie: Hamas e Hezbollahs, que nos cercam cada vez mais e que nos querem cortar o pescoço na primeira oportunidade que tiverem – a ateus, a judeus, a católicos e mesmo a muçulmanos moderados…
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Caro Daniel Oliveira,
“Uma das vantagens de ser Católico é que, se tratando de uma religião, é coisa pessoal e intransmissível. Não sou, por isso, militante da causa. Não quero converter ninguém desde que a religião dos outros não queira ditar a minha conduta.”
Cumprimentos
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Este post levaria, e provavelmente levará, a confrontarem-se dois conceitos de Deus e da religião, a saber a cristã e a muçulmana.
Não vou entrar por aí mas peço licença para transcrever a parte final do artigo de Helena Matos, hoje no Público (sem link) que por ser extenso não acho de boa educação transcrever por inteiro, embora concorde com ele por inteiro.
Segue:
O discurso destes últimos, (nota: os líderes palestinianos ) sobretudo se forem os integristas do Hamas com as suas promessas de extermínio de Israel e muita retórica do martírio religioso, gera anticorpos nas sociedades ocidentais. O médico norueguês, o padre católico e a activista da ONG não só são ocidentais como falam como ocidentais para ocidentais.
Um bom assunto para meditar num momento em que até o senhor Euroliberal se diz crente.
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Gostava de saber que campanhas religiosas é que o cercam…
A mim parece-me que é a campanha laica e destituída de valores humanos (empatia, generosidade, lealdade, respeito pelo outro) que nos está a cercar…
Esses é que nos querem converter, os novos pregadores a valores tão vazios como “imagem”, “fama”, “sucesso”, “megalomanias” e que promovem o
conformismo, ausência de pensamento crítico (nós pensamos por si), ausência de autonomia (nós tomamos conta de si), ausência de responsabilidade (você é uma criancinha e nós tratamo-lo como tal), ausência de auto-estima e dignidade (você não vale nada, como aconteceu aos professores)… Essa é que é a nova religião, a meu ver, que nos cetrca: ausência de valores e referências. E repare que, como pregadores, são muito frenéticos: todos os dias somos bombardeados com as suas propagandas…
Cumprimentos. Ana
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houvesse a possibilidade de provar que realmente Deus, não existia
Olá Zab.
Há duas maneiras de provar que Deus existe.
Uma foi a escolhida pela actriz Maria Barroso quando o seu querido filho esteve às portas da morta na Jamba e que se converteu miraculosamente para pedir a Deus que ajudasse o filhinho.
Esta circunstância, aliás, converte muito descrente.
A outra pela negativa, é quando um macaco se emocionar e chorar ao ouvir a La Traviata de Giuseppe Verdi.
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Fado, quando o crime é evidente impede-se que os jornalistas sejam testemunhas e tenta-se retirar autoridade a quem nos pode dizer o que está a acontecer.
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Mas este autocarro devia circular em Gaza e israel.
De certeza que a paz viria muito mais depressa. Ou não !
Ou então em vez de se tentarem matar uns aos outros, entravam na disputa de ver quem mandava o autocarro p’los ares mais depressa. O primeiro a conseguir ganhava a disputa.
Sempre morria menos gente.
Deixem-se de mard@s. Estas campanha só serve para pessoas que mesmo acreditando numa religião são minimamente inteligentes, e sabem distinguir religião de fanatismo.
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Já agora uma declaração de interesses:
Passei por uma guerra em que foi três vezes ferido em combate, com alguma gravidade e não deixei por isso de ser ateu (digo isto porque parece-me que alguém escreveu que o explodir de bombas transforma qualquer descrente em crente). Além disso, pertenço a um grupo etário, que no caso de incerteza acerca da existência de deus, e por a ordem natural das coisas, está próximo de resolver a dúvida. Porém, e sem incertezas, continuo a ser ateu.
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Sendo eu agnóstico, acho só tem utilidade para fermentar a visibilidade pública de alguém.
Acho que os ateus vacilam mais nas suas crenças do que os agnósticos por isso precisam de se afirmar tanto.
Eu não vivo a pensar se Deus existe ou não. Acho que não é importante. Pura e simplesmente, não quero saber e não vai ser um anúncio publicitário qualquer que vai alterar isso.
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As religiões são o pior dos males do mundo.
São o desprezo mascarado de bondade, são o refugio de todos os medos em forma de santuarios de conforto.
Desde que o Homem palmilha a terra, civilizações houve que buscaram para si a religião como pretexto para invadir, conquistar e matar todos os que eram diferentes ou que resistiam á conversão e mesmo assim haveria sempre uns mais crentes que outros que se achavam no direito divino de formatar a moral segundo a sua interpretação das escrituras e ou escritos de um suposto profeta fundador.
A imparcialidade do laicicismo estatal é uma das pedras base fundamentais de uma qualquer sociedade que se queira democratica embora haja uma constante tentativa de usurpação da liderança não só espiritual mas também do poder per si por parte da religião maioritaria e antagonista de um qualquer país em decadencia moral, civica, economica, politica ou identitaria.
No meu ver o conceito de Deus está apenas erroneamente direccionado nas suas crenças e preces que assim sendo desreponsabiliza o Homem terreno da sua culpa objectiva transferindo a mesma para um plano subjectivamente etereo.
Deus é o Mar que poluimos; a Floresta que queimamos; o Ar que envenenamos; a Terra que violamos diaria e constantemente em busca de ouro, petroleo e de tudo o que nos dê proveito e lucro em total agressão da biosfera.
Deus, ao contrario do que advogava Nietzche, ainda está vivo. Mas Deus não é uma entidade subjectiva somente alcançavel com preces e “boas intenções”, Deus é um ser vivo generoso embora capaz de se auto-medicar contra um qualquer virus parasita que deixe de ser incomodo para ser uma ameaça. Deus é o planeta Terra.
Acho o ateísmo uma forma menos má de supressão de culpa mas contudo ter apenas e só uma visão humanista do mundo é demasiado redutor se não contemplar a harmonia e o equilibrio com a biosfera.
Não tenho qualquer fanatismo ecologico nem tão pouco acredito que devemos de enveredar por uma bio-ditadura mas sim o respeito por uma acção construtiva de conscencialização afectiva que sirva de ponte para uma economia sustentavel em energias alternativas não poluentes como principio base da nossa sobrevivencia como Humanidade.
Portanto, quanto a mim, o Humanismo nunca deve ser dissociado da Ecologia para a sobrevivencia da especie.
Tudo o resto, o Cristianismo,Judeísmo, Islamismo, Hiduísmo, etc, são apenas caminhos da busca incessante por um poder pseudo-divino demasiado primitivo e sado-masoquista que o Homem “inventou” para chegar a um só Deus, o planeta Terra.
Espero que a Humanidade ganhe consciencia antes que a Terra nos torne uma especie em vias de extinção.
Aquele Abraço
A.R.A
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Daniel de Oliveira:
Escreveu «E que os crentes se habituem a ter pelos não crentes o mesmo respeito que exigem para si».
Não posso estar mais de acordo. E é essa a minha postura. Mais, sou mais exigente para com os crentes do que para com os ateus ou agnósticos. E é por isso que critico a hierarquia da Igreja quando toma posições que considero condenáveis.
Mas, Daniel, o contrário também se deve exigir.
Quanto à laicidade do Estado estamos do mesmo lado. A fé tem o seu lugar no interior de quem a sente. Mas não dá, de per si, nenhuma superioridade moral sobre quem quer que seja.
A meu ver, acrescente mais exigência a quem a tem. Só isso.
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Graças a deus … sou ateu!
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«Na verdade, o mundo estaria muito possívelmente em Paz, se mais ainda do que a probabilidade, houvesse a possibiliade de provar que realmente Deus, não existia…»
Depende do que se considera um deus. Os dois conceitos mais usuais referem-se aos deuses pagãos e ao deus bíblico, um ser que se acredita ser omnisciente, omnipresente e omnipotente.
Quem acredita que existe tal ser, gostava que equacionasse bem estas três características (em particular a da omnipotência) com as leis da Ciência.
Agora se me vierem dizer que o deus em que acreditam é uma “espécie de energia cósmica”, ou uma força da física desconhecida, então aí estamos a entrar num domínio da ciência que ainda nos é desconhecido (que poderá deixar de o ser no futuro). Mas nestas condições, o conceito de deus perde a sua a carga divina, a não ser que o estejamos a caracterizar num sentido figurativo, como quem considera divina a Natureza, ou simplesmente os átomos e as moléculas.
[Responder]
Dizer-se que, sem religiões haveria paz no mundo, é estúpido. Não é por se repetir tantas vezes que deixa de o ser.
Como é que quer que eu ordene a lista de conflitos que não tiveram nada a ver com religiões, por ordem alfabética ou por data?
E de actos de violência e intolerância de ateus contra crentes, por zona geográfica ou por número de vítimas?
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«Dizer-se que, sem religiões haveria paz no mundo, é estúpido. Não é por se repetir tantas vezes que deixa de o ser»
É falso. Mas não dexa de ser um facto que a religião amplia e exarceba a violência e ignorância entre os seres humanos. Logo, não me parece que mereça ser preservada.
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“Be nice in this life, in this world. They’re the only ones you’ll have.”
Seria a minha sugestão de um slogan alternativo. Graças a deus sou ateu.
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-Nao me parece que exista uma relaçao directa entre guerra / religiao.Seja porque desculpa for, a guerra é sobretudo consequência do medo e da absoluta falta de respeito e capacidade para se olhar o outro como próximo e igual, com os mesmos sentimentos e necessidades e não apenas porque existem deuses diferentes.
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Para mais, a Carris já coloca simbologia ateísta nos seus autocarros há muito tempo e não consta que alguém se tenha queixado.
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” Gostava de saber que campanhas religiosas é que o cercam…”
Para começar a da estupidez confrangedora de certa esquerda (religiosa por conveniência de uma patética solidariedade com reli-fascistas) que se tornou tão reaccionária, tão reaccionária coitadinha, que mesmo George W. Bush passa por um revolucionário.
Cara Ana Fernandes, parto do princípio que se dirige a mim claro!!!
@ Ana Fernandes: ”A mim parece-me que é a campanha laica e destituída de valores humanos (empatia, generosidade, lealdade, respeito pelo outro) que nos está a cercar…”
Tem toda a razão, nestas coisas de empatia, lealdade e respeito pelo outro não há melhor para nos cercar como os ‘newborn-christians’ dos EUA, a Igreja Universal do Reino de Deus no Brasil, wahabistas na Arábia Saudita, a Opus Dei, os Haredims em Israel, os Talibões no Afeganistão, as diversas Igrejas Ortodoxas (Russa e outras), a Máfia na Itália, os marxistas-leninistas na Coreia ou em Cuba, os Ayatolas no Irão e,………para estarmos encima da actualidade, o Hamas e o Hezbollah claro…
E todos estes, minha senhora, pode ter a certeza que promovem o conformismo e a ausência de pensamento crítico. Dou garantias.
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AMILCAR
O que é estúpido é meter a cabeça na areia e não aceitar os factos. Desde que o Homem consciente criou o conceito de sociedade, a religião foi sempre uma pedra basilar de onde partiu quase todas as normas condicionantes para uma vivencia partilhada em comum.
Assim foi e assim é, criando coisas boas em abono das proprias sociedades (não discordo) mas o principal é que foram (as religiões) quase sempre o motivo de guerras ao longo da historia.
Estude a historia da Humanidade e faça uma sondagem nos factos que levaram á guerra entre os povos e diga-me a que conclusão chegou ao invés de encolher os ombros e de abanar a cabeça em negação e convencer-se, porque….sim, que só o pensar nessa possibilidade (As religiões serem o pior dos males do mundo)é ……..estúpido.
DUARTE SOUSA
Estamos em total sintonia embora falte aflorar os porquês de o Homem procurar conforto orfão e carente em entidades que desconhece.
Gostava de saber a sua opinião sobre isso.
Aquele Abraço
A.R.A
[Responder]
Multiculturalismo é também aceitarmos que dentro de uma sociedade podem coexistir pacificamente várias culturas, várias religiões.
Esta campanha tem óbviamente direito de existir sem que os religiosos de vários credos se sintam ofendidos, apesar de, na minha opinião, ser de gosto bastante discutivel.
Se queremos sociedades mais tolerantes, porquê fazer uma campanha publicitária a dizer que Deus não existe? Acha o Daniel que esta é uma forma de apaziguar os ânimos?
Já agora, a discussão parece-me interminável. Tão difícil é provar que Deus não existe como que Deus existe.
[Responder]
A religiao so originou guerras porque foi muitas vezes ( a grande maioria das vezes) uma desculpa para ambiçoes pessoais, de caracter economico, politico, territorial, etc… Começando nas Cruzadas, passando pela Inquisiçao e acabando agora no fundamentalismo Islamico, facilmente chegamos a essa conclusao. Nao se culpe a religiao pelas fraquezas do homem.
[Responder]
Ser ou não religioso é com cada um, o proselitismo de um lado e de outro é que costuma trazer problemas…
Fui educado como Católico e, com o passar do tempo fui-me tornando gradualmente descrente, embora ainda considere que Jesus de Nazaré ditou uma filosofia de vida que tem muito de bom.
A laicidade do Estado, no entanto, é uma das primeira linhas de defesa contra a intolerância religiosa e as “ditaduras das maiorias”, sendo por isso um requisito fundamental para qualquer Estado que se queira moderno e desenvolvido.
Posto isto, as acepções que de um lado e de outro têm, neste post, defendido que a religião é um factor de violência entre a Humanidade são, à luz da História e da Sociologia, francamente redutoras….
Muito mais do que origens parece-me muito mais que são “desculpas” (como muitas outras) que as sociedades (ou os seus líderes) têm aposto à sua eterna busca de/luta pelos recursos.
O ser humano não é naturalmente bom…. É um animal social estremamente competitivo. Por isso é que têm de existir construções sociais (totalmente criadas por ele) como a lei e os códigos de valores para tornar a vida em sociedades complexas como a nossa possíveis.
[Responder]
Caro Carmo da Rosa
Essa pergunta “Gostava de saber que campanhas é que o cercam…” fi-la ao autor do post: “… ao contrário das campanhas religiosas que nos cercam…”
Quanto às religiões que referiu no seu comentário, desconheço-as, portanto não posso sentir a sua influência.
Cumprimentos
Ana Fernandes
[Responder]
Também eu tenho fé na inexistência de deus.
Por uma questão de educação e vivência, não creio em nenhuma entidade superior que de alguma forma nos oriente, que nos venha a julgar e nos puna ou nos salve.
E creio na minha descrença, da mesma forma que uma pessoa religiosa acredita num qualquer deus criador, pois tal como ele não me consegue provar a existência do motivo da sua adoração eu não lhe consigo demonstrar o contrário.
Sou completamente a favor da laicidade do estado, como forma de manter uma coexistência pacifica entre as várias religiões.
Penso que, como já aqui foi afirmado, as religiões não são responsáveis pelas guerras, mas sim a natureza humana, a religião tem ao longo da história sido apenas um bom pretexto, nunca o Homem tivesse conhecido o fenómeno religioso, que facilmente inventaria um outro motivo para atacar o vizinho.
[Responder]
ARA:
Quem conhece muito mal a história da humanidade és tu. E se conhecesses melhor o assunto de que falas perceberias que, sem religião, teríamos um mundo muito menos pacífico.
Por cada guerra que queiras nomear, originada pela religião, arranjo-te duas ou três em que a religião não teve nada a ver.
E comparada com o regime mais desumano, opressivo e brutal que a história já conheceu (ateu, pois claro), o Império do Goulag, a Inquisição não passou de uma brincadeira. Só que a Inquisição foi há séculos. O comunismo foi ontem…
[Responder]
HENRIQUE MORAIS
É sem duvida redutor pensar nas religiões como a causa e o efeito da discordia entre povos mas o que Historia nos ensinou é que tem sido um lugar comum para conquistas e conquistados, sendo que foi e é aceite pelas instituições religiosas pelos mais variadissimos pretextos.
Eu nada tenho contra quem tem a sua fé em si inserida mas o que eu tenho tido oportunidade de observar é que a maioria está inserido na fé de um modo fundamentalista que mais cedo ou mais tarde acaba por arranjar a desculpa do pagão ou infiel para ter prova suficiente para qualquer acção antagonista e repressora com a conivencia das instituições religiosas dos seus credos.
Seja ou não a religião o verdadeiro motivo o certo é que tem sido sempre a força condutora mais utilizada na humanidade para fazer guerra o que no fundo não deixa deixa de ser um contrasenso visto que todas as religiões pregam a paz e o amor entre os Homens.
Portanto, sem duvida que é redutor pensar assim das religiões embora seja bastante abrangente constatar as suas consequencias.
Aquele Abraço
A.R.A
[Responder]
Isso de ser ateu sempre deixou intrigado. Como é que se pode ter a certeza que deus não existe ? É que para ser religioso ainda consigo encontrar algumas explicações racionais, agora para ter a certeza que deus não existe não consigo compreender. Como é que se tem a certeza de algo que se desconheçe? Alguém que me explique por favor. Par mim, é como ter a certeza que não existe mais vida intelegente no universo.
Não quero no entanto deixar de referir que considero a igreja catolica (a religião que mais importa para nós) responsável por um atraso de pelo menos 100 anos em termos de desenvolvimento economico e cientifico.
[Responder]
DEUS EXISTE. Quem o nega, nega a sua própria existência, sendo um ser espiritual, só uma mente sã e um coração puro O podem ver, Deus só se pode ver e sentir com o coração.
[Responder]
AMILCAR
Aceito o teu desafio e espero que cumpras o que afirmas:
“…Por cada guerra que queiras nomear, originada pela religião, arranjo-te duas ou três em que a religião não teve nada a ver…”
1ª Parte
1095- Inicio das cruzadas
2ª Metade do sec.XVI em França- 8 conflitos que opunham catolicos contra os protestantes
Guerra Anglo-Espanhola- questões religiosas agravavam a rivalidade entre as duas nações … Filipe II apoiava activamente a causa católica … Isabel I apoiava a causa protestante
Reconquista Cristã na peninsula Iberica- Cristãos contra muçulmanos
Imperio Otomano- O mundo islâmico atingiu um novo esplendor com o Império Otomano, cujas origens se encontram nas migrações dos Turcos das estepes da Ásia Central para a Anatólia
& consequente
Conflito entre Império Otomano e Império Austro-Húngaro
Guerra dos Balcãs de 1912/13- Em 1912, Grécia, Sérvia, Bulgária e Montenegro formaram a Liga Balcânica, oficialmente para reivindicar melhor tratamento aos cristãos na Macedônia turca, mas na realidade para cercar o território turco remanescente na Europa enquanto a Turquia estava enredada em uma guerra com a Itália
Guerra da Jugoslavia- Cristãos servios contra bosnios muçulmanos
Guerra do Kosovo- Cristãos servios contra albaneses muçulmanos
Sec. XVI Guerras religiosas na Alemanha, de Carlos V contra a Liga de Smalkalde- Cristãos contra protestantes
2ª Guerra Mundial- O Holocausto
Aguardo a tua resposta e, se responderes (o que eu duvido pois cheira-me que és muito papagaio) logo te darei a 2ª parte.
A.R.A
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Se o Criador existe, quem criou o Criador?
(pergunto eu, que sou malcriado)
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30 fado alexandrino
8 Jan 2009 às 12:22
Olá Zab.
A outra pela negativa, é quando um macaco se emocionar e chorar ao ouvir a La Traviata de Giuseppe Verdi.
Olá Fado
Então não há dúvidas nenhumas, porque la Traviata faz chorar as pedras da calçada, quanto mais os macacos !! lol
Para confirmar : http://www.youtube.com/watch?v=NRkLhOtkqEA&feature=related
38 Duarte Sousa
8 Jan 2009 às 16:00
Desligue o complicador, que eu não disse nem que achava que existia, nem o contrário.
39 Amilcar
8 Jan 2009 às 16:33
Dizer-se que, sem religiões haveria paz no mundo, é estúpido. (…)Como é que quer que eu ordene a lista de conflitos que não tiveram nada a ver com religiões, por ordem alfabética ou por data?
Se ler com atenção, perceberá que coloquei apenas a hipótese disso acontecer. Falo no presente, e termino com um “se …houvesse a possibilidade de provar…” se houvesse , pressupõe que não há. Mas pode apresentar a lista. Dos presentes conflitos. Se quiser, claro.
O que não me impede de continuar a achar que, no presente, se pelo menos Allahu Akbar perdesse o sentido, houvesse mais paz.
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A melhor forma de tornar alguem ateu nao e tentando converter (isso e uma logica exclusiva da religiao institucionalizada), mas sim….apenas fazendo-as pensar. Coisa que gente de “fe” e ensinada a nao fazer (isso e falta de fe, bla bla bla).Mas fico-me por aqui.
Vejam um filme chamado “Religulous” (2008) de Bill Maher. Elucidativo
Usem a cabecinha, questionem tudo, e nao aceitem verdades absolutas – o mundo torna-se um pouco melhor assim.
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ARA
Começas só no sec. XI?
Pois claro, já se sabe que Atenas e Esparta andaram ao tabefe por causa de diferendos religiosos, e Alexandre só andou a distribuir fruta pela Ásia para obrigar os persas e mais quem encontrasse pelo caminho para os obrigar a adorar Zeus. Já Rómulo e Remo acharam que devia ser Jupiter e, vai daí ocupam a bacia do Mediterrâneo. Os bárbaros não gostavam de Júpiter (o Átila então, ficava com urticária só de pensar em Juno) e, portanto, partiram aquilo tudo (os saques foram só um bonus).
Depois, os ingleses e franceses engalfinharam-se durante 100 anos, obviamente porque os ingleses adoravam God e os franceses preferiam Dieu (nesta altura já a Igreja Católica tinha promovido um atraso cultural enorme, ao criar as Universidades e impedindo que os Clássicos Gregos e Romanos fossem também destruídos com o Império Romano).
E isto só no mundo chamado civilizado, uma vez que ,no resto do planeta, as zaragatas entre Chineses, Mongois, Japoneses, Incas, Aztecas, Maias, era tudo por causa da religião.
Saltando uns anitos, que a minha vida não é só isto andámos à guerra com os Espanhois, com o Napoleão, os americanos uns contra o outros, a I Guerra Mundial, que pôs, mais uma vez os paises protestantes contra os católicos (agora não estou é a ver de que lado estavam uns e outros) e finalmente, como dizes muito bem, o Holocausto. Obviamente que os judeus que eram da mesma religião que os nazis não iam para Auschwitz. Alguns deles eram mesmo altas patentes das SS.
Escusas de tratar da 2ª parte, estás apresentado.
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D.O.
Sendo Católico até daria dinheiro para esta campanha.
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much ado about nothing
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Esta campanha traduz mais uma atitude agnóstica, e portanto existencialista, niilista e obscurantista. A mensagem é: “exista ou não Deus isso não interessa e devemos concentrarmo-nos exclusivamente nas nossas vidas.”
Ao que as religiões contestam e bem já que exista ou não o ser humano existe e procura respostas, ão se limitando a “pastar no campo” como os animas inferiores: bovinos, caprinos, humanitaristas, etc.
Se Deus existir e não nos preocupamos com ele somos menos que larvas. O mesmo é válido se Deus não existir.
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Zab,
Eu apenas aproveitei aquilo que você disse como linha de partida para uma questão.
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Católico e laico.
Quanto ás guerras digam o ismo, religioso ou não, e eu digo a guerra e o numero de vitimas!
Por outra banda não conheço nenhuma guerra religiosa. Conheço guerras cujo tema religião foi utilizado para justificar a guerra.
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BluePaulo,
Não seja tão redutor e insultuoso ao ponto de chamar de ignorantes e acéfalos a todos os crentes. Olhe que até Descarte precisou de Deus para construir os seus pensamentos…
Além disso, existem diversas formas RACIONAIS de, no mínimo, se considerar a existência de Deus…
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much ado about (probably) nothing
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Certamente apoiaria financeiramente uma campanha desta natureza levada a cabo em países islamicos, uma vez que, pelos vistos, no ocidente, há tolerância e estas campanhas já se fazem.
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O “provávelmente” faz toda a diferença.
Alguém imagina um crente a dizer:
“Deus provávelmente existe, portanto não uses preservativo não sodomizes ninguém em especial se fôr do mesmo sexo, e mata muitos mas mesmos muitos infiéis”?
Um crente diria (ou pelo menos a grande maioria):
“Deus existe. Agora ama o próximo.”
A mensagem nada tem de ofensiva ou intolerante. Limita-se a levantar uma hipótese, que quem a contesta nem sequer admite (pelos menos publicamente). Desta forma coloca-se num nível superior do ponto de vista de tolerância e da liberdade de expressão que, para quem já estiver esquecido, constituem pilares básicos da democracia, ao admitir a hipótese contrária.
Não se trata de fundamentalismo ateu.
Simplesmente afirma o que é fundamental para uma existência pacifíca em sociedade: a religião é algo privado e não deve nem pode condicionar os outros através do dogma.
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Caro JDC,
“BluePaulo,
Não seja tão redutor e insultuoso ao ponto de chamar de ignorantes e acéfalos a todos os crentes.”
Nem usei a palavra ignorante ou acefalo,nem e meu apanagio insultar alguem, isso sao palavras suas. Quanto a “todos os crentes”, isso sim foi uma leitura redutora sua.
“Olhe que até Descarte precisou de Deus para construir os seus pensamentos…”
Nao percebo o que uma coisa tem haver com a outra.
“Além disso, existem diversas formas RACIONAIS de, no mínimo, se considerar a existência de Deus…”
Ainda nao percei de que forma leu o que eu escrevi. Usou duas palavras chave no entanto: “racional” e “considerar”.
Plenamente de acordo, e mais nao foi do que aquilo que eu sugeri. Se se lembra, critiquei absolutismos e certezas absolutas.
Eu pessoalmente temo mais uma pessoa que so tem certezas, do que algume que tem muitas duvidas.
Um bom fim de semana para todos.
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@ ZÉ DO POVO:
”DEUS EXISTE. Quem o nega, nega a sua própria existência, sendo um ser espiritual, só uma mente sã e um coração puro O podem ver, Deus só se pode ver e sentir com o coração.”
Rezo, logo existo!!!
E dá para arranjar um coração (com desconto?), que além de ser uma bomba de puxar sangue também VÊ e SENTE… Fantástico!
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BluePaulo
«Eu pessoalmente temo mais uma pessoa que so tem certezas, do que algume que tem muitas duvidas.»
Isto é sempre colocado de modo a que a únicas certezas que existem são as certezas religiosas. Mas podes crer que tu tens e o Daniel muitas certezas na vida, assim eu espero. E há momentos da vida que não se pode ter dúvidas.
Se fosse ateu esta campanha me coraria de vergonha.
Um último ponto para os ateus que se estão sempre a queixar. Porra vivam a VIDA vocês, pois me parecem limitados às crenças dos outros. Parece que só estão descansados enquanto não existirem religiosos no mundo.
É fácil encontrar caricaturas, mas essas caricaturas na realidade só existem na vossa mente na maioria das vezes.
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@ Claudio: “Parece que só estão descansados enquanto não existirem religiosos no mundo.”
Falso. A Sarah Palin por exemplo, com aquele corpo divinal, se não abrir a boca, pode ficar.
Nestes casos específicos tenho realmente dúvidas! Não há aqui a mão divina? Ou como dizem os americanos, para mal dos meus pecados, um ‘intelligent design’?
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BluePaulo
“A melhor forma de tornar alguém ateu não e tentando converter (isso e uma lógica exclusiva da religião institucionalizada), mas sim….apenas fazendo-as pensar.”
Isto é dizer que só é crente quem não pensa, pois sugere que a melhor forma de tornar alguém ateu é simplesmente fazendo-a pensar. Isto não é sugerir que os crentes são acéfalos? Se preferir outro termo, esteja à vontade.
Descartes foi a minha forma de lhe mostrar que racionalismo e crença em Deus não são antagónicos, muito longe disso.
Quanto às certezas absolutas, como alguém já respondeu, temos que ter algumas na vida. Senão caímos no niilismo, pois tudo se torna possível e válido. No entanto, é evidente que é preciso rever e repensar os nossos ideais ao longo da vida, coisa que quase toda a gente faz, incluindo os crentes.
Se for a ler o seu primeiro comentário é precisamente o oposto disto que sugere.
Bom fim de semana.
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Claudio, compreendo o que queres dizer.
Caro JDC,
“Isto é dizer que só é crente quem não pensa, pois sugere que a melhor forma de tornar alguém ateu é simplesmente fazendo-a pensar. Isto não é sugerir que os crentes são acéfalos? Se preferir outro termo, esteja à vontade.”
Ok, vou ter de completar a frase para que nao lhe de interpretacoes que eu nunca dei: fazendo-a pensar sobre assuntos sobre os quais normalmente nao pensa, e sobretudo, nao questiona.
Mais uma vez, insultos so na sua interpretacao.
Alias, fui Cristao ate aos 14 anos, e foi quando comecei a pensar e a questionar a inconsistencia de determinados valores e principios que o deixei de ser.
“Descartes foi a minha forma de lhe mostrar que racionalismo e crença em Deus não são antagónicos, muito longe disso”
Nao chega mencionar algo para o mostrar. Eu li Descartes, e nao vejo nele nada do Deus cristao. Apenas o mesmo nome, “Deus”. Dai que lhe disse nao compreender a analogia ou em que e que reforca o seu argumento. Claro que superficialmente, essa frase is a winner.
“Quanto às certezas absolutas, como alguém já respondeu, temos que ter algumas na vida. Senão caímos no niilismo, pois tudo se torna possível e válido.”
em religiao, cai-se no niilismo nao tendo certezas absolutas? eu nao acho que o ser humano seja tao obsoleto a esse ponto. Que tal um pouco de fe no ser humano?
“No entanto, é evidente que é preciso rever e repensar os nossos ideais ao longo da vida, coisa que quase toda a gente faz, incluindo os crentes.”
Certo. Se bem que o que e necessario repensar e a forma como aceitamos por adquirido aquilo que nos e ensinado. Aqui todos o fazem em relacao a informacao, mas nao usam o mesmo criterio em relacao a religicao.
“Se for a ler o seu primeiro comentário é precisamente o oposto disto que sugere.”
Meu caro, nao me diga o sentido daquilo que eu escrevi. A comunicacao tem 2 intervenientes: o comunicador e o receptor. Se voce interpreta dessa forma, sera certamente pela sua propria forma de pensar. Nao diga que e pela minha, pois isso e demasiado arrogante sobretudo quando insiste.
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«Seja ou não a religião o verdadeiro motivo o certo é que tem sido sempre a força condutora mais utilizada na humanidade para fazer guerra o que no fundo não deixa deixa de ser um contrasenso visto que todas as religiões pregam a paz e o amor entre os Homens.»
A sério? Acho que devia reflectir muito melhor sobre isso.
Quer que lhe cite algumas passagens da Bíblia e do Alcorão que contrariam precisamente o que você diz?
Repare que apesar de as religiões semitas incluirem na sua matriz identitária uma mensagem de paz, esta enquadra-se apenas numa lógica intragrupal e não intergrupal.
Moisés defendia o princípio de não matar pessoas da sua tribo, mas o mesmo já não se aplicaria em relação a pessoas de outras tribos. Os ensinamento do próprio Jesus, que tanto quanto se sabe era um judeu profundamente sionista, enquadrava-se também nesta lógica. Foi São Paulo quem concebeu a ideia de difundir a crença no deus hebraico entre os gentios.
Acho que nem vale a pena falar dos ensinamentos de Maomé, que segundo o Alcorão, casou-se inclusivamente com uma criança de 6 anos.
Dito isto, não será este tipo de religiões que constitui a base do nosso sentido de moralidade. tal deriva de um processo evolutivo que que tornou os seres humanos mais propensos a agirem de forma cooperativa a fim de terem melhores hipóteses de sobrevivência. Os seres humanos foram adquirindo sentimentos que estimulam ainda mais essa lógica de cooperação. Foram aprendendo que se vive melhor num clima de paz e felicidade do que num clima de violência e ódio.
As religiões apesar de reflectirem parte desta lógica evolutiva, acabam por distorcê-la mediante a imposição de mecanismos de segregação e de rotulagem a nível de crenças e valores, que em grande parte derivam da ignorânica e imaginação humana.
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O estado já é laico (e ainda bem) Daniel Oliveira … A sociedade é que não tém de o ser pois engloba uma multiplicidade de ideias e pessoas… Mas a base de qualquer diálogo (entre ateus e crentes neste caso) pelo menos num estado de direito deve ser o respeito e civismo sobertudo em questões tão delicadas como é a religião e não perverter a noção de liberdade de expressão defendendo o insulto rasteiro e mesquinho…
Esse slogan não atinge minimamente as minhas convicções aliás é tipico de acções similares a minimização intelectual dos crentes…
Felizmente e para que conste e agora separarando o trigo do joio tenho grandes amigos ateus que não aprovam minimamente tais atitudes podem não acreditar em Deus mas ainda não perderam a noção do respeito.
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Carmo da Rosa. Se Você é um materialista ser-lhe-há impossível vêr Deus, mas com o coração que tem, (sem precisar de outro em saldo) irá um dia sentir, quando lhe faltar um pai, um filho ou um amigo verdadeiro, acredite que a felicidade reside no crer e querer. E é deveras fantástico o amor de Deus por nós.
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Para o rapazola que referiu a história dos deuses gregos e do Deus cristão serem omnipotentes e terem a mesma natureza, indico-lhe apenas um conceito: logos.
Quanto ao resto, o curioso disto tudo é que crentes e ateus adoram falar sobre o que menos percebem: religião. Vão ler uns Aquinos, uns Agostinhos, um Bhagavad-Guitá e uns upanixads, bem como o Corão e alguns textos budistas (estão todos traduzidos em inglês por boas editoras e alguns até mesmo em português). Deve chegar para terem algumas luzes do que é religião. Depois podem ler gajos sérios, como o Nitcha (que tanto adoram e nunca leram). Há outros interessantes, mas esse já vos chega por alguns anos. Agora, por favor, larguem-me o Dawkins e os argumentos como “crer em Deus não é racional” ou “a ciência não dá espaço para Deus”. Façam um bem a vocês mesmos.
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Continua-me a fazer alguma espécie, que alguns crentes considerem esta mensagem ofensiva.
Como ateu, sou quotidianamente confrontado com símbolos e mensagens religiosas. Não me considero ofendido.
A mensagem diz em primeiro lugar que Deus PROVAVELMENTE não existe. Isto coloca desde logo a probabilidade de Deus existir.
Interrogar-se sobre a existência de Deus nunca passou pela cabeça de um homem de fé? Quantas páginas não foram escritas por homens de fé torturados intimamente por esta dúvida?
Agora, vai e aprecia a vida.
Mas há algo de ofensivo nisto? É hedonismo niilista? Não é o que dizemos a qualquer pessoa que passou por uma experiência traumatizante.
Segue em frente, e vive a tua vida
As duas frases juntas significam apenas: não te preocupes se Deus existe ou não. Vive.
Ou seja, se Deus para ti existe, óptimo, porreiro pá. Pronto vive a tua vida o melhor que puderes com ele e deixa a dos outros em paz.
Ou ainda, se Deus para ti não existe, porreiro pá. Pronto vive a tua vida o melhor que puderes sem ele e deixa a dos outros em paz.
Onde é que está a dificuldade em perceber isto?
Podemos comentar a existência ou de Deus, a importância da Religião e tudo o mais. Mas considerar a frase ofensiva? Não é um bocado exagerado?
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«Felizmente e para que conste e agora separarando o trigo do joio tenho grandes amigos ateus que não aprovam minimamente tais atitudes podem não acreditar em Deus mas ainda não perderam a noção do respeito.»
Sim, mas a que propósito se refere à falta de respeito? Acha que só os crentes têm direito a fazer propaganda nas ruas?
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Ruben,
E com essa conversa toda você não provou nada. Apenas limitou-se a insinuar que aqueles que não acreditam sem provas são idiotas e ignorantes.
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«E é deveras fantástico o amor de Deus por nós»
Claro, diga isso às pessoas que sofrem a sério por esse mundo fora.
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Não. Insinuei que a maioria dos ateus não percebe nada sobre um dos seus assuntos preferidos.
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@ Zé do Povo:
”quando lhe faltar um pai, um filho ou um amigo verdadeiro,”
Caro Zé, você afinal ainda é pior que eu! Deus para si só aparece juntamente com a desgraça!!!
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«Insinuei que a maioria dos ateus não percebe nada sobre um dos seus assuntos preferidos.»
Ah sim? Você por acaso conhece a maioria para poder afirmar isso com exactidão?
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Li com atenção e bastante interesse as intervenções de A.R.A., estando de acordo a 100% na forma como desenvolveu o seu raciocício e suportou as suas ideias com factos.
Permitam-me a “ofensa” de dizer que qualquer pessoa minimamente intelectualmente esclarecida pensa de igual forma (chamem-me o que quiserem).
E achei também acertada a forma como (não)respondeu a Amílcar, que, pela escrita imberbe e infantil, não mereceu sequer resposta.
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esta se ve claramente que nao passa de uma louca campanha daqueles que nao quizeram ter o conhecimento de Deus .Basta ler o capito 1 da carta aos romanos todos os atributos de Deus sao conhecidos pelo vizivel e o invisivel .quem nao glorifica ao ser supremo que da o ar que respiramos ,faz chover sobre a terra para que venha ela produzir o alimento .e tantas outras atribuiçoes a Ele que se entende claramente ,seus olhos que leê este artigo e uma clara verdade da existencia de Deus joão 3.16 cada um pensa como quer mais no juizo final todo joelho se dobrara diante do criador do ceu e da terra.ainda a tempo de arrepender e crer para vida eterna.
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Artur, podes crer, no final todos vão com os pés prá frente, prá cova.
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Sou cristã e afirmo que tal propaganda, em nada, causa desconforto a nós, que cremos na existência de Deus, pelo contrário, cada um de nós, penso eu, tem o direito de expressar sua opinião e não crença, no que quer que seja. E para que tanta polêmica, não vamos todos para o mesmo cemitério. Uma lápide está esperando por cada um de nós. Então veremos quem estava com a razão. Besteira discutir opiniões. Todos aqui, não impórta a crença, a conta bancária, a aparência ou um diploma na parede, vamos todos para o mesmo lugar…
Eu creio na Palavra de Deus que diz;
Romanos 1:20 Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis;
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