Sem respostas ao post “Um acordo de “cavalheiros” para travar a democracia e impor o que foi chumbado com outro nome”  

  1. 1 1  Diogo

    Poria em risco o futuro da integração europeia neoliberal tal como foi delineado no Clube Biderberg.

  2. 2 2  Helena Romão

    Pois, este não une os dois tratados anteriores num só, mas junta-os.
    Eu diria que tem muito mais do que os 80% do Tratado constitucional que o António Vitorino apregoa. Guardam desse, claro, toda a parte de manifesto neo-liberal. Tudo o que havia que pudesse parecer-se a uma verdadeira constituição - direitos, liberdades, garantias, democracia, etc. - foi fora (menos de 20%, portanto).

    O acordo da Presidência do Conselho europeu leva ao cúmulo a máxima “nunca esquecer de ler as letrinhas pequeninas”.
    A parte “principal” está escrita numa linguagem muito jurídica difícil de compreender, e é também a mais sintética. As notas de rodapé e os anexos é que têm o conteúdo todo.

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