Por Daniel Oliveira
Pacheco Pereira atira no seu programa contra quem faz propaganda e contra-informação em blogues. Isto, num programa de televisão onde, sozinho, o homem não faz outra coisa: campanha partidária da mais descarada e contra-informação. Chamar ao que ali se vê análise de imprensa (no que à imprensa diz respeito, Pacheco Pereira está, em tudo o que diz e nas escolhas que faz, muito abaixo da banalidade como qualquer pessoa que acompanhe o fenómeno mediático com algum rigor pode explicar), só por brincadeira. Citando Pacheco Pereira, é um programa muito especial.
32 comentários 25 Nov 09 em Sem categoria



Pacheco Pereira faz-me lembrar aquela anedota da formiga e do elefante em que a formiga diz:
- Doi, não doi ?
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Aquilo que mais confusão me faz nestes programas de conversa de chacha é também aquilo que têm de comum. Se os programas de futebol são com cromos que nunca deram um pontapé na bola, estes programas de “política” são com outros que nunca fizeram nada na vida.
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bom dia,…mesmo sendo “one man show” ainda é mais plural que, por exemplo, o “eixo do mal”….curioso…ao menos não terá opiniões conluídas e de grupo contra uma “direita” real e outra que está nas vossas cabeças (vossas=duma certa esquerda), o papão, um “monstro” que é a direita imaginada por vós e permita-me dizer que isto é a banalidade política ao extremo…rotular, viver, falar dum conjunto de ideias e de pessoas com tamanho desdém intelectual…
Se eu dizer “bichona de merda” sou homofóbico, como se chamará essa estirpe que falo acima…direitofóbico???
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Graças ao Daniel lá acabei por ver o programa, parece um sermão de missa dominical, graças aos cortes musicais não se adormece e tem uma coisa muito boa, passa depressa.
Só apetece acrescentar quando fala do PS: “Diz o roto ao nu”
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E que tal o Daniel parar com o seu newspeak Orwelliano e concretizar mais a sua crítica.
Proferir frases como “no que à imprensa diz respeito (…) muito abaixo da banalidade como qualquer pessoa que acompanhe o fenómeno mediático com algum rigor pode explicar”
O que é isso de “qualquer pessoa pode explicar”? Quem? Explicar o quê? Não se refugie nessa mole anónima de “alguém” assuma e fundamente a sua crítica de forma objectiva em vez de fazer ataques ad hominen a PP.
Apenas a título de exemplo, abri o blog em apreço e a primeira mensagem que lá leio confirma o que PP diz no seu programa:
“Todos aos abrigos nucleares”
A SIC Notícias está a anunciar para as 23 horas um debate sobre economia com Bagão Felix e Campos e Cunha.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 25th, 2009 at 12:28
Nuno António, Pacheco Pereira fica-se por o isto é bom, isto é mau. Não faz nenhuma análise de media estruturada e metódica, não percebe os fenómenos mediáticos, não conhece a “sociologia” das redacções, tirando os casos óbvios desconhece o que se está a passar nos outros países, não tem em conta os factores económicos, não usa instrumentos quantitativos ou qualitativos para perceber o que é excepção e o que é regra, não levanta questões deontológicas e éticas relevantes, não tem acesso à inesgotável bibliografia especializada sobre a matéria que se dedica aos assuntos que, de forma dispersa e hiper-superficial, ele trata. Ou seja, faltam-lhe quase todos os instrumentos – porque não é esta a sua área de trabalho ou de estudo – para fazer um programa especializado em análise de media. Era assim como me convidarem a mim para fazer um programa de análise de mercados e eu mandar uns bitaites, enquanto consumidor, sobre os assuntos. Ou porem um gajo que gosta de filmes a fazer, sozinho, um programa de critica (e não apenas divulgação) cinematográfica. Mesmo que fosse ligeiro, e podia ser, este programa tinha de ter algum trabalho de casa e bagagem teórica por trás. Não tem. Assim, o seu programa – que não pretenderia ser de mera opinião política – não passa de um espaço de pequenas vinganças e prémios, de tentativa de influenciar os jornalistas e de tentar impor a sua agenda. Qualquer pessoa que estude e conheça bem a realidade da comunicação social sorri, ao acompanhar os vários recados, ao ver este programa. É tudo agenda.
É. O gajo é um xato. Não aprende a cartilha oficiosa e continua a desafinar. Nem a Kamarada Bárbara o calou ainda no Publico. Mas, incomoda-te? Porque?
Abraço,
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Mas uma coisa é certa: o homem consegue ter palco mediatico como mais ninguém. Alguém consegue explicar este mistério?
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-Pois é ; há que tempos que eu ando a malhar no sr pacheco e até há muita gente que me acusa de andar a perseguir o coitadinho.
A verdade é que o sr pacheco há muito deixou de ser pessoa interessante para passar a ser daquele tipo mais próximo da velha relha, a comadre esconsa de língua comprida e maldosa.
O “pugama” do sr pacheco é uma enormissima
-(e aqui passo porque não gosto de usar linguagem mais forte em casa alheia, mas toda a gente percebe qual seria a palavra seguinte)-
de modos que pouco vejo e quando vejo sempre sempre m’envergonho porque ver um tipo daqueles fazer tão mau uso da TV e de si próprio me deixa sempre naquela do desconforto.
Agora não é menos verdade que sendo tão mau o programa e tendo o sr pacheco descido tão baixo nas escolhas próprias, acaba ele sr pacheco por deixar bem claro que aqueles a quem persegue são imensamente melhores que ele.
E isso é que é bom.
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O ‘Câmara Corporativa’ é, de facto, um blog tipo cão-de-fila do Governo, mas fazer análises orientadas não significa fazer ‘desinformação’ como diz PP e muito menos incluí-lo na ’selvajaria’ dos blogs. Na leitura dos blogs [quase] tão importantes como as opiniões dos responsáveis são [alguns] dos comentários que, no blog do tal Miguel Abrantes, são parquíssimos (e nenhuma com a sua identificação). Não aprecio particularmente o blog, mas repugna-me mais o comentário azedo do PP feito num programa da TV que diz de análise. Que o Governo, ou alguém por ele, se defenda em blog é-me indiferente, como me seria se ao programa de PP se chamasse ‘Contra os socráticos’ em vez de ‘Ponto contraPonto’.
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Mas alguém ainda passa cartão a Pacheco Pereira?
A figura revela-se, afinal e apenas, um travesti ideológico disfarçado de intelectual.
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Boa tarde, o Senhor Daniel Oliveira já respondeu também à minha pergunto e agradeço… quando diz “É tudo agenda.”
“conheça bem a realidade da comunicação social sorri,” olhe que quem conhece sorri, quem espera algo da comunicação social, (tipo sei lá, imparcialidade ou até ética) chora….
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Freud explicará esta obsessão pelo JPP, ou é só inveja?
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Declaro, já no início, que Pacheco Pereira tem um mérito, qual seja o de pensar pela sua própria cabeça. Não me parece que seja o “papagaio” de ninguém e, isso é de saudar.
Outra coisa é estar de acordo com ele. E, aí, eu não estou.
Assisti a este monólogo (continuo, de muito, muito longe, a preferir o do Gil Vicente) e, destaco o seguinte:
1- Pacheco Pereira continua adepto do “Magister Dixit”. Tem o seu próprio blogue que utiliza como muito bem entende (e com todo o direito) mas, parece querer negar aos outros o que ele próprio faz;
1-a) Pacheco Pereira, no quadro de uma luta interna do seu próprio Partido, utilizou o seu blogue para, “fraternalmente”, classificar alguns dos seus companheiros como o “gang do multibanco”;
1-b) Pacheco Pereira utilizou o seu blogue para, logo a seguir à eleição de Luís Filipe Menezes, “virar as setas, símbolo do PSD, para baixo”;
1-c) Outros exemplos podem ser encontrados mas, estes servem para mostrar que, quanto à utilização dos blogues, Pacheco Pereira deveria ser mais cuidadoso quando se refere a outros.
2- Pacheco Pereira tem utilizado a comunicação escrita (onde, também, tem o seu espaço) para “atacar” o jornalismo que se faz em Portugal.
Mais uma vez, é um direito que lhe assiste mas, deixe os jornalistas com quem ele não concorda exercer o direito que lhes assiste.
2-a) Expressão sintomática do “factor Magister dixit” é “Desta vez a comunicação social…”. Ou seja, finalmente, alguém (“O Sábado”), fez uma coisa bem feita;
2-b) Sobre o “embrulho” e o conteúdo, aí sim, resvala para a banalidade, como se estivesse a descobrir qualquer coisa de novo.
3- Pacheco Pereira teve a agradável surpresa de ter recebido, como deputado (gostei do sorrisinho), o livro que mencionou sobre a biografia de deputados da Oposição na Assembleia Nacional. Mas, sempre com o “tal factor” presente, utilizou a palavra erudição para o qualificar. Fica-lhe bem, pois depois da “Biografia não autorizada de Álvaro Cunhal” (da autoria de Pacheco Pereira), ainda mais ninguém se tinha “atrevido” a ser erudito.
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14 cafc 25 Nov 2009 às 13:10
“Declaro, já no início, que Pacheco Pereira tem um mérito, qual seja o de pensar pela sua própria cabeça. Não me parece que seja o “papagaio” de ninguém e, isso é de saudar.
Outra coisa é estar de acordo com ele. E, aí, eu não estou.”
Lol.Pacheco pereira não só é o papagaio oficial da facção mais retrógrada do psd,como é também o papagaio tradutos da dona manuela e azougado papagaio defensor das tolices que ela diz.
E esta é a minha declaração dos direitos contra as tolices dos papagaios vejam eles de onde vierem.
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Maria
Parece, no seu comentário #15, não ter entendido o que eu queria “dizer”. Como o defeito deve ter sido meu, vou tentar ser mais claro.
1- Utilizei a palavra “papagaio” no sentido de que Pacheco Pereira não “repete, até à exaustão” um pensamento que não seja dele próprio;
2- Pacheco Pereira foi, reconhecidamente o “ideólogo” de Manuela Ferreira Leite, com os “brilhantes” resultados obtidos;
3- Só para dar um exemplo, Pacheco Pereira até “tinha razão” com a “estratégia do silêncio”.
Quando MFL começou a falar, foi o que se viu. PP falhou, rotundamente, quando “escolheu” MFL para protagonista dessa estratégia. É o chamado “erro de casting”;
4- Por isso, Pacheco Pereira teve que, a determinada altura, dizer que MFL tinha um “problema de expressão”. Servindo eu como “tradutor”, ele queria dizer que MFL não conseguia transmitir o que ele (PP) queria.
No resto do que eu escrevi, pode muito bem ver as discordâncias que manifestei em relação a PP.
Porém, isso não me impede de reconhecer que alguns méritos ele terá, entre os quais, o que salientei.
Já agora, permita-me que discorde da sua afirmação de que PP “é o papagaio oficial da facção mais retrógrada do PSD”.
Como penso que a questão “papagaio” já estará esclarecida, posso estar enganado mas (pelo que eu vi, ouvi e li aquando das “directas” do PSD) essa facção é a de Pedro Passos Coelho.
Foi ele quem manifestou um entusiasmo incondicional pelo sistema económico neo-liberal.
Cumprimentos
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Caro Daniel.
É com satisfação que vejo uma resposta sua e com uma fundamentação objectiva.
Estou seguro que ganhou adeptos para o seu ponto de vista de forma muito mais sólida.
Agradeço uma vez mais o tempo dispendido.
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15 Maria
Olha a Maria Socialista voltou.
Seja bem vinda de volta.
Anda por aì outra Maria muito menos simpática.
Assim até gosto ouvir ataques ao PSD
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Pacheco Pereira já disse mil vezes que o programa é pessoal e reflecte as suas ideias.
Tenho a impressao que o senhor já explicou também que quando escreve crónicas explica nelas as suas ideias.
Vê alguma diferença entre estas duas atitudes?
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 25th, 2009 at 19:53
fado, e quando escrevo sobre o que não sei levo na cabeça. É a vida.
fado (alexanseuni), e quando escrevo sobre o que não sei levo na cabeça. É a vida.
Não concordo com essa sua posição.
Não existe o escrever sobre o que não se sabe, isso só se podia aplicar a, por exemplo, o senhor ou eu escrevermos sobre física quântica.
Sobre outros assuntos, as pessoas emitem opinião e critica e têm todo o direito de o fazer.
Que eu discorde e o escreva é também um direito.
Aproveito para lhe lembrar que num post trocamos umas impressões sobre audiências.
Ora como bem pode ser demonstrada as audiências do cabo não têm qualquer validade porque simplesmente não conseguem validar um operador que no caso é mesmo o de maior quota.
Aqui o senhor emitiu uma opinião e, concordo, escreveu sobre o que não sabia.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 25th, 2009 at 21:07
Fado, uma coisa é dar uma opinião sobre jornalismo, outra é ter um programa especializado na matéria.
Eu dou opiniões sobre assuntos juridicos quando têm repercursões políticas. Informo-me e tento não falhar, concentrando-me em geral nas questões políticas envolvidas, já que não tenho formação juridica, reduzindo, na medida do possível, a possibilidade de erro (que acontece). Seria no entanto absurdo que eu tivesse um programa especializado sobre justiça. Ora, ao contrário do que se pensa, a análise de imprensa exige conhecimento técnico ou, pelo menos, muita experiência no sector. Fazer um programa especializado sobre esta matéria exige muito mais do que Pacheco Pereira sabe sobre a matéria.
O exemplo que deu é mau, porque lhe respondi. Volte lá. Ainda assim, e apesar de, como lhe posso explicar se quiser, ter maior preparação nesta área do que a pessoa em causa, não me sentiria preparado para ter um programa especializado de análise de media.
18 António Cunha 25 Nov 2009 às 15:23
15 Maria
“Olha a Maria Socialista voltou.”
Ena pai António cunha mas as certezas que vocªe tem meu caro.Veja lá o meu amigo que eu aqui deste lado seria incapaz de lhe chamar fosse o que fosse hehe muito menos algo de carácter partidário; então o meu caro António entende que para se ter opiniões é preciso algum cartão ou simpatia??
Mas foi simpático da sua parte saudar o meu regresso a este lugar muito embora eu nunca de cá tivesse saido
Da outra Maria não sei, que como eu já disse Maria** só há uma ; eu e mais nenhuma e este é o meu único slogan; apartidário e livre comó vento hehehe
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16 cafc 25 Nov 2009 às 14:01
Maria
“Parece, no seu comentário #15, não ter entendido o que eu queria “dizer”. Como o defeito deve ter sido meu, vou tentar ser mais claro.”
Nem tal me passou pela cabeça caro cafc,
quer dizer , não me passou pela cabeça que houvesse necessidade de explicações sobre pacheco pereira e o tema do papagaio.
Pacheco pereira não tem uma única ideia original sobre politica. Já as teve quando era homem dado aos gregos e á poesia , ás letras e ás humanidades – agora desde que se transformou no papagaio-oi mil perdões!…– queria eu dizer; do tradutor de dona manuela, as ideias originais varreram-se -lhe totalmente da cabeça e ficou aquele tic de cabecinha a dar a dar e aquelas palavras perdidas no vento a imitar as ideias que ele tinha antigamente, mas que ndada mais são do que meras repetições do que lhe dizem para ouvir.
Dizer que pacheco pereira é o politólogo seja de quem fôr é prejudicar aquele ou aquela a quem se associa o disparate que tem sido últimamente a intervenção desse senhor cujo passado estimo mas de cujo presente m’ afasto ; quanto ao resto são opiniões e cada qual com o direito ás suas.
Cumprimentos.
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23 Maria
Cartão politico ? Nada disso, o prob é que me habituei às suas opiniões e a outra Maria ficou muito escandalizada e disse-me que nunca votou PS. Logo deduzi que n poderia ser a mesma Maria. Tá a ver ??? (sotaque tia da linha)
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O Daniel Oliveira ainda percebeu que o programa do PP não pretende ser o de um especialista em media mas sim o de um consumidor ávido que quer dar a sua opinião cerca daquilo que consome. Sim, opinião própria que todos sabemos para que sentido se inclina e que ele faz questão de sublinhar.
As suas opiniões são do mais fundamentado, quanto mais não seja por argumentos lógicos, que passam pelas televisões, jornais e blogs. A suas opiniões sobressaem da generalidade pela profundidade que têm. Trata-se também de alguém que não tem problemas nenhuns em criticar quem quer que seja, goste-se ou não. E mais uma vez, fá-lo de forma fundamentada. Não existem muitos assim a opinar nos meios de comunicação social. Levanta questões importantes que poucos parecem querer falar nelas.
Na última quadratura o PP fez uma pequena critica ao eixo do mal, até me admiro ter demorado tanto a resposta. Na verdade, fiquei é surpreendido pelo PP ver o programa tal a banalidade e superficialidade do dito cujo.
Fico com certa curiosidade em saber quem é que a Maria considera válido para opinar nos meios de comunicação social. Só para ter uma ideia de quem não é papagaio. Para mim, um papagaio é aquele que repete o que foi dito por outros. Não me parece que seja o caso.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 26th, 2009 at 8:22
João Pedro: toda a gente, eu incluído, percebeu muito bem o que pretende ser o programa. O senhor é que acho que não.
25 António Cunha 25 Nov 2009 às 22:56
23 Maria
Cartão politico ? Nada disso, o prob é que me habituei às suas opiniões e a outra Maria ficou muito escandalizada e disse-me que nunca votou PS. Logo deduzi que n poderia ser a mesma Maria. Tá a ver ??? (sotaque tia da linha)
Looool! Boa essa da tia da linha;é que eu tias nem as pesco nem com linha grossa
Quanto ao resto você já comhece o meu estilo , sabe bem que eu só voto onde me apetece
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Caro Daniel Oliveira,
Tenho-lhe a dizer que também não gosto do programa em questão, considero-o também superficial. Vi os primeiros 2 programas e fiquei satisfeito. Simplesmente acho que não pretende ser mais do que aquilo que é. É o mesmo que eu criticar o Rui Oliveira e Costa por comentar futebol sem perceber nada. Ele não está lá como especialista mas sim como consumidor a dar a sua opinião.
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Antes de me acusarem de inconsistência dizer que quando acima sugeri que gostava de ouvir as opiniões de PP referia-me ás opiniões relacionadas com factos políticos da actualidade. Ouvi-lo falar sobre meios de comunicação social também não é coisa que me atraia.
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Pacheco Pereira toca na ferida em relação a alguns problemas do jornalismo e só abordar o assunto já é bom, porque (e o Daniel alinha com isso) parece que é tabu falar dos problemas do jornalismo português. O que só beneficia os medíocres que frequentam o jornalismo e que são cada vez mais. Tudo se discute e, muitas vezes, com falta de rigor, mas quando chega ao jornalismo a malta não gosta, mesmo que já se tenha passado do jornalismo para as assessorias e das assessorias para não sei onde.
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26 João Pedro 26 Nov 2009 às 0:09
Aqui a Maria** considera tudo válido desde que não se rebaixe a comunicação -a social e todas as outras, á mera especulação de comadres tontas cujo único interesses é o próprio e que alinham com tudo o que há de piorzinho em matéria de má língua e telenovelas de classe B/C.
Quanto ao pacheco pereira.
Há muito que se rebaixou.
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