Que lata a desses malandros. Estou mesmo a ver que ainda se vão lembrar de rezar para ganhar este referendo. Devia ser proíbido fazer vigilias em dia de reflexão e, porque não dizê-lo, devia ser proíbido od do NÃO fazerem reflexão neste dia. Haja Deus!
O Lopes continua com dificuldades em entender o português. A notícia fala em “marcação de uma vigília paroquial para o dia de reflexão e casos de publicidade paga”.
Como é que responde ao facto de ontém dizer que independentemente do número de eleitores a votar no referendo, este será rigoriosamente cumprido, com o SIM a valer SIM e o NÃO a valer NÃO, quando anteriormente defendeu que o referendo anterior não deveria ser vinculativo por falta de votos suficientes, ou por mais recentemente ter sido a favor da aprovação de uma lei sobre o aborto não devendo sequer considerar-se o recurso ao referendo?
Qual o critério ou, não havendo critério, qual a justificação por detrás destas afirmações?
1. Pela 20ª vez, como pode ler no post linkado há já muito tempo na coluna da direita sempre defendi, quer em relação a este referendo quer em relação ao anterior que mesmo não sendo vinculativo o resultado de um referendo só pode ser alterado em referendo. Está a repetir essa aldrabice em todos os posts. Não me espanta. É um estilo. E geralmente um estilo de anónimos.
2. Sempre respeitei, em todos os blogues que escrevi, o dia de reflexão. Se escrever, escreverei sobre outros assuntos. Como sempre fiz. Escrupulosamente. Não tenho o vosso estilo de fazer política. Não uso crianças, não enfio folhetos em mochilas de miúdos, não ameaço quem votar de outra forma e respeito o dia de reflexão. E nunca assinei nada como “anónimo”. Dou a cara e o nome por tudo o que escrevo. Somos diferentes. Apenas isso.
Tanto quanto sei, os católicos rezam todos os dias. E não é por ser dia de reflexão que deixam de o fazer. Também está na lei que todos têm liberdade religiosa, sabe?
Acusam tanto o Não de demagogias, mas os do Sim também aproveitam uma campanha que não tem nada a ver para atacar a ICAR ou a religião em si.
Se eles querem ir à igreja rezar o terço, deixem-nos ir. Não é nada que eles não façam nos outros fins-de-semana.
Ainda não fiz outra coisa nesta campanha que não fosse reflectir e ajudar os outros a reflectir. Com muito bons resultados, por sinal.
As falácias do sim são muito fáceis de desmontar.
Acredito que vá respeitar o dia de reflexão no seu blog. Mas recordo-me de ter visto a si e ao seu partido defenderem que auma nova lei sobre o aborto deveria ser aprovada sem passar por referendo, opinião esta diferente da manifestada pelo Partido Comunista, portanto acho que está a faltar à verdade - coisa habitual em política. Por fim, essa questão do anonimato ou não anonimato parece-me um disparate neste contexto. Quer um nick? Um endereço de mail? Pode tratar-me por Sebastião
Todos têm liberdade religiosa – sou a primeira a defendê-la -, mas é bom que todos conheçam e respeitem as leis da República. E pelo sim pelo não chamo a atenção para este artigo da Lei do Referendo, para que depois não invoquem ignorância:
Artigo 206º - Abuso de funções
O cidadão investido de poder público, o funcionário ou agente do Estado ou de outra pessoa colectiva pública e o ministro de qualquer culto que se sirvam abusivamente das funções ou do cargo para constranger ou induzir eleitores a votar ou a deixar de votar em determinado sentido são punidos com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias. http://www.cne.pt/index.cfm?sec=0609000000&step=1&LeiID=13
Quem quiser votar “Não” por motivos religiosos que o faça. Mas que se lembre que o estado não é católico, é laico. Isso significa que embora se possam tomar decisões individuais através da consciencialização religiosa, não se pode usar a mesma (ou qualquer outra) para influenciar uma votação no dia de reflexão. Essa é a lei e já se sabe que vai ser desrespeitada. Não só no dia de relfexão mas também no dia da votação, pelos padres nos púlpitos. Mas é essa a sua noção de democracia.
O Margarida é o primeiro ministro margarida, o primeiro ministro, não esta vedado de fazer propaganda politica ou só a preocupam as cartas que os infantários dirigiram aos pais. você só se lembra do que lhe da jeito ai essa independência mental. ( mas qual é a duvida? é claro que não existe para si, mas é bom que se saiba)
Só cita o artigo 206 porque não o 45.
Artigo 45º - Neutralidade e imparcialidade das entidades públicas
1 - Os órgãos do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais, das demais pessoas colectivas
de direito público, das sociedades de capitais públicos ou de economia mista e das sociedades
concessionárias de serviços públicos, de bens do domínio público ou de obras públicas, bem como, nessa
qualidade, os respectivos titulares, não podem intervir directa ou indirectamente em campanha para
referendo, nem praticar actos que, de algum modo, favoreçam ou prejudiquem uma posição em
detrimento ou vantagem de outra ou outras.
2 - Os funcionários e agentes das entidades previstas no número anterior observam, no exercício das suas
funções, rigorosa neutralidade perante as diversas posições, bem como perante os diversos partidos e
grupos de cidadãos eleitores.
3 - É vedada a exibição de símbolos, siglas, autocolantes ou outros elementos de propaganda por
funcionários e agentes das entidades referidas no n.º1 durante o exercício das suas funções.
Era entrar pelas igrejas adentro e correr tudo à paulada! E aposto que alguns católicos também vão rezar em casa… devia-se fazer alguma coisa contra isto, pá!!
DIVISÃO II
Crimes relativos à campanha para referendo
Artigo 194º - Violação dos deveres de neutralidade e imparcialidade
Quem, no exercício das suas funções, infringir os deveres de neutralidade ou imparcialidade, constantes
do artigo 45º, é punido com pena de prisão até dois anos ou pena de multa até 240 dias.
A liberdade religiosa não pode servir de expediente desrespeitar as regras eleitorais. Em dia de reflexão não se fazem vigilias na rua em defesa de um dos votos. Isto aplica-se aos ateus e aos católicos de igual forma.
“A liberdade religiosa não pode servir de expediente desrespeitar as regras eleitorais. Em dia de reflexão não se fazem vigilias na rua em defesa de um dos votos. Isto aplica-se aos ateus e aos católicos de igual forma.”
Daniel, a sua ignorância em matérias de teologia e culto é constrangedora. Até dá pena lê-lo sempre que fala nestas matérias. Hoje, mais uma vez.
Só por profunda ignorância é que não percebe que uma vigília não é um momento de campanha eleitoral ou referendária. Uma vigília é um espaço-tempo de natureza reflexiva, geralmente ecuménica e transreligiosa, em que se criam condições para que o participante pense livremente, em que não são cantados hinos “Vota X” ou “Vota y”. Se não acredita desafio-o a ir a uma vigília e a anotar o que quer que seja que possa ser considerado campanha ou exercício de influência. Poderá ver com os seus próprios olhos que não é disso que se trata. E se se tratar disso, então não é uma vigília. Recordo-o ainda que uma vigília católica tem sempre um carácter proselitista. Não está fechada aos que expressamente queiram votar sim, nem é um exercício de perseguição religiosa. No PCP e no BE não há liberdade de voto, mas no cristianismo cada um é livre de votar no projecto político e na opção referendária que quiser. E sim se quiser reflectir numa vigília sobre o assunto, pode fazê-lo, desde que não faça campanha. Se é uma vigília, nenhum adepto do “sim” será excluído e pode inclusivamente assistir, testemunhar, gravar, filmar, fotografar e apresentar queixa de fraude eleitoral. Porém, porque se se trata de uma vigília e não de uma campanha, não vai encontrar matéria que lhe permita fazer qualquer tipo de acusação.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Que lata a desses malandros. Estou mesmo a ver que ainda se vão lembrar de rezar para ganhar este referendo. Devia ser proíbido fazer vigilias em dia de reflexão e, porque não dizê-lo, devia ser proíbido od do NÃO fazerem reflexão neste dia. Haja Deus!
Daniel, presumo que durante o período de reflexão o seu blog tenha também actividade suspensa, de forma a que não seja feita campanha. Assim seja.
O Lopes continua com dificuldades em entender o português. A notícia fala em “marcação de uma vigília paroquial para o dia de reflexão e casos de publicidade paga”.
Daniel, onde é que você está?
Como é que responde ao facto de ontém dizer que independentemente do número de eleitores a votar no referendo, este será rigoriosamente cumprido, com o SIM a valer SIM e o NÃO a valer NÃO, quando anteriormente defendeu que o referendo anterior não deveria ser vinculativo por falta de votos suficientes, ou por mais recentemente ter sido a favor da aprovação de uma lei sobre o aborto não devendo sequer considerar-se o recurso ao referendo?
Qual o critério ou, não havendo critério, qual a justificação por detrás destas afirmações?
Anónimo,
1. Pela 20ª vez, como pode ler no post linkado há já muito tempo na coluna da direita sempre defendi, quer em relação a este referendo quer em relação ao anterior que mesmo não sendo vinculativo o resultado de um referendo só pode ser alterado em referendo. Está a repetir essa aldrabice em todos os posts. Não me espanta. É um estilo. E geralmente um estilo de anónimos.
2. Sempre respeitei, em todos os blogues que escrevi, o dia de reflexão. Se escrever, escreverei sobre outros assuntos. Como sempre fiz. Escrupulosamente. Não tenho o vosso estilo de fazer política. Não uso crianças, não enfio folhetos em mochilas de miúdos, não ameaço quem votar de outra forma e respeito o dia de reflexão. E nunca assinei nada como “anónimo”. Dou a cara e o nome por tudo o que escrevo. Somos diferentes. Apenas isso.
Tanto quanto sei, os católicos rezam todos os dias. E não é por ser dia de reflexão que deixam de o fazer. Também está na lei que todos têm liberdade religiosa, sabe?
Acusam tanto o Não de demagogias, mas os do Sim também aproveitam uma campanha que não tem nada a ver para atacar a ICAR ou a religião em si.
Se eles querem ir à igreja rezar o terço, deixem-nos ir. Não é nada que eles não façam nos outros fins-de-semana.
Ainda não fiz outra coisa nesta campanha que não fosse reflectir e ajudar os outros a reflectir. Com muito bons resultados, por sinal.
As falácias do sim são muito fáceis de desmontar.
Acredito que vá respeitar o dia de reflexão no seu blog. Mas recordo-me de ter visto a si e ao seu partido defenderem que auma nova lei sobre o aborto deveria ser aprovada sem passar por referendo, opinião esta diferente da manifestada pelo Partido Comunista, portanto acho que está a faltar à verdade - coisa habitual em política. Por fim, essa questão do anonimato ou não anonimato parece-me um disparate neste contexto. Quer um nick? Um endereço de mail? Pode tratar-me por Sebastião
Todos têm liberdade religiosa – sou a primeira a defendê-la -, mas é bom que todos conheçam e respeitem as leis da República. E pelo sim pelo não chamo a atenção para este artigo da Lei do Referendo, para que depois não invoquem ignorância:
Artigo 206º - Abuso de funções
O cidadão investido de poder público, o funcionário ou agente do Estado ou de outra pessoa colectiva pública e o ministro de qualquer culto que se sirvam abusivamente das funções ou do cargo para constranger ou induzir eleitores a votar ou a deixar de votar em determinado sentido são punidos com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias.
http://www.cne.pt/index.cfm?sec=0609000000&step=1&LeiID=13
Quem quiser votar “Não” por motivos religiosos que o faça. Mas que se lembre que o estado não é católico, é laico. Isso significa que embora se possam tomar decisões individuais através da consciencialização religiosa, não se pode usar a mesma (ou qualquer outra) para influenciar uma votação no dia de reflexão. Essa é a lei e já se sabe que vai ser desrespeitada. Não só no dia de relfexão mas também no dia da votação, pelos padres nos púlpitos. Mas é essa a sua noção de democracia.
O Margarida é o primeiro ministro margarida, o primeiro ministro, não esta vedado de fazer propaganda politica ou só a preocupam as cartas que os infantários dirigiram aos pais. você só se lembra do que lhe da jeito ai essa independência mental. ( mas qual é a duvida? é claro que não existe para si, mas é bom que se saiba)
Só cita o artigo 206 porque não o 45.
Artigo 45º - Neutralidade e imparcialidade das entidades públicas
http://www.cne.pt/index.cfm?sec=0609000000&step=1&LeiID=13
1 - Os órgãos do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais, das demais pessoas colectivas
de direito público, das sociedades de capitais públicos ou de economia mista e das sociedades
concessionárias de serviços públicos, de bens do domínio público ou de obras públicas, bem como, nessa
qualidade, os respectivos titulares, não podem intervir directa ou indirectamente em campanha para
referendo, nem praticar actos que, de algum modo, favoreçam ou prejudiquem uma posição em
detrimento ou vantagem de outra ou outras.
2 - Os funcionários e agentes das entidades previstas no número anterior observam, no exercício das suas
funções, rigorosa neutralidade perante as diversas posições, bem como perante os diversos partidos e
grupos de cidadãos eleitores.
3 - É vedada a exibição de símbolos, siglas, autocolantes ou outros elementos de propaganda por
funcionários e agentes das entidades referidas no n.º1 durante o exercício das suas funções.
Era entrar pelas igrejas adentro e correr tudo à paulada! E aposto que alguns católicos também vão rezar em casa… devia-se fazer alguma coisa contra isto, pá!!
DIVISÃO II
Crimes relativos à campanha para referendo
Artigo 194º - Violação dos deveres de neutralidade e imparcialidade
Quem, no exercício das suas funções, infringir os deveres de neutralidade ou imparcialidade, constantes
do artigo 45º, é punido com pena de prisão até dois anos ou pena de multa até 240 dias.
O sr. Daniel está com medo que, por graça divina, o Sim perca? Tem sempre uma alternativa: pode rezar para que ganhe! http://vidadom.blogspot.com
A liberdade religiosa não pode servir de expediente desrespeitar as regras eleitorais. Em dia de reflexão não se fazem vigilias na rua em defesa de um dos votos. Isto aplica-se aos ateus e aos católicos de igual forma.
Até estamos de acordo quanto ao dia de reflexão E ao primeiro ministro não se aplica a lei sobre o referendo eleitoral.?
Daniel,
“A liberdade religiosa não pode servir de expediente desrespeitar as regras eleitorais. Em dia de reflexão não se fazem vigilias na rua em defesa de um dos votos. Isto aplica-se aos ateus e aos católicos de igual forma.”
Daniel, a sua ignorância em matérias de teologia e culto é constrangedora. Até dá pena lê-lo sempre que fala nestas matérias. Hoje, mais uma vez.
Só por profunda ignorância é que não percebe que uma vigília não é um momento de campanha eleitoral ou referendária. Uma vigília é um espaço-tempo de natureza reflexiva, geralmente ecuménica e transreligiosa, em que se criam condições para que o participante pense livremente, em que não são cantados hinos “Vota X” ou “Vota y”. Se não acredita desafio-o a ir a uma vigília e a anotar o que quer que seja que possa ser considerado campanha ou exercício de influência. Poderá ver com os seus próprios olhos que não é disso que se trata. E se se tratar disso, então não é uma vigília. Recordo-o ainda que uma vigília católica tem sempre um carácter proselitista. Não está fechada aos que expressamente queiram votar sim, nem é um exercício de perseguição religiosa. No PCP e no BE não há liberdade de voto, mas no cristianismo cada um é livre de votar no projecto político e na opção referendária que quiser. E sim se quiser reflectir numa vigília sobre o assunto, pode fazê-lo, desde que não faça campanha. Se é uma vigília, nenhum adepto do “sim” será excluído e pode inclusivamente assistir, testemunhar, gravar, filmar, fotografar e apresentar queixa de fraude eleitoral. Porém, porque se se trata de uma vigília e não de uma campanha, não vai encontrar matéria que lhe permita fazer qualquer tipo de acusação.
eu proponho também um referendo para despenalizar os padres e os católicos que forem apanhados a rezar pelo não…
Sinfonia,
Dê-me mais música que eu estou a adorar
Daniel,
Que eu saiba o único dia em que não há celebração eucarística é na sexta-feira santa. Não há qualquer indicação sobre as vésperas de eleições…
Daniel,
chegou a ir à vigília ou teve medo de ser expulso do BE? Encontrou matéria para fazer uma queixa? Já sabe o que é uma vigília?