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	<title>Comentários em: Uma história que vem de longe</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: cafc</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95739</link>
		<dc:creator>cafc</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:10:54 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro A.R.A.

Parece que esta troca de impressões está a chegar ao fim. Lamento que mais companheiros não tivessem participado mas, pode ser que numa próxima vez isso possa acontecer.

Também eu tenho um grande prazer em debater consigo e, se me permite tirar uma conclusão do que aqui fomos escrevendo, é que &quot;a história que vem de longe&quot;, tem como princípio fundamental o apetite voraz dos EUA.

Aquele abraço, meu amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro A.R.A.</p>
<p>Parece que esta troca de impressões está a chegar ao fim. Lamento que mais companheiros não tivessem participado mas, pode ser que numa próxima vez isso possa acontecer.</p>
<p>Também eu tenho um grande prazer em debater consigo e, se me permite tirar uma conclusão do que aqui fomos escrevendo, é que &#8220;a história que vem de longe&#8221;, tem como princípio fundamental o apetite voraz dos EUA.</p>
<p>Aquele abraço, meu amigo.</p>
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		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95661</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:22:15 +0000</pubDate>
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		<description>CAFC #20

Peço-lhe desculpa pela demora na minha resposta, amigo Cafc, mas os seus pontos mereciam uma leitura mais cuidada, embora não discuta a veracidade dos factos historicos que são sobejamente conhecidos, pois as condicionantes que levam a que se faça Historia é que são para mim o refugado da coisa :)

Vamos por pontos:
1- Os EUA só intervieram, após o ataque japonês a Pearl-Harbour. E, mesmo assim, só contra o inimigo nipónico;

R: Os EUA, desde a guerra sino-japonesa, que detinham grande interesse comercial na China protestaram viemente contra a tentativa de dominio japones na China e perante a recusa do Japão em ouvir os protestos, os Estados Unidos declararam um embargo de exportação de diversos produtos, incluindo petróleo. Sem a fonte de combustível, o Japão tinha duas alternativas: aceitar um acordo humilhante concordando com a inviolabilidade da China; ou procurar petróleo em outro lugar, o que se revelou infrutifero sendo que seria inevitavel o confronto.

Por outro lado, foi o desejo expansionista Japonês em controlar toda a Asia que, antes de pensar declarar guerra aos EUA, a intenção primordial era a invasão da fragilizada URSS que tinha o seu exercito espalhado em varias frentes, e a invasão da Manchuria por parte dos niponicos servia de mote ideal para se dirigir a Moscovo mas o Pacto Molotov-Ribbentrop (não agressão) entre Alemanha e URSS veio fazer com que o Japão se passa-se a concentrar na guerra contra a China visto que não lhe interessava causar problemas para a Alemanha, ao atacar o novo aliado, dando azo ao que expliquei no 1ºparagrafo.

Mas a operação Barbarossa (nome de código pelo qual ficou conhecida a operação militar alemã para invadir a União Soviética) veio a demonstrar que, embora mais do que avisado, Stalin confiou demasiado no lobo e o resto é sobejamente conhecido.

Portanto, os EUA, já há muito que equacionavam a guerra contra o Japão mas para tal, devido a conjuntura geo-politica de então, passaram a fazer parte das forças aliadas (um pouco a contra gosto dos seus lideres)

No meio de tudo isto, existiu uma só figura de fulcral importancia que foi capaz de resolver o que exercitos nunca o conseguiriam, um espião sovietico de nome Richard Sorge.

(Aconselho-o vivamente a ler um livro de nome &quot;O Insensato&quot; de Morgan Sportès)

2- Apesar dos constantes apelos vindos da Europa, os EUA só intervieram no Velho Continente, quando o avanço do Exército Vermelho era inexorável. Para bom entendedor…

R: Assim, no meu entender (em seguimento ao que escrevi acima)a fricção entre a URSS e os EUA começou, não só pelo plano ideologico, mas mais propriamente pelo dominio ................ da Asia.
Deram-se mal com a revolução cultural chinesa mas ganharam preponderancia numa Europa influente e em alguns casos colonialista (isto para responder ao seu 3 ponto) com a criacção da NATO.

Saiba, mais uma vez, que é sempre um prazer falar consigo embora, mais uma vez, tenha sido demasiado extenso.

Aquele Abraço
A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CAFC #20</p>
<p>Peço-lhe desculpa pela demora na minha resposta, amigo Cafc, mas os seus pontos mereciam uma leitura mais cuidada, embora não discuta a veracidade dos factos historicos que são sobejamente conhecidos, pois as condicionantes que levam a que se faça Historia é que são para mim o refugado da coisa <img src='http://arrastao.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vamos por pontos:<br />
1- Os EUA só intervieram, após o ataque japonês a Pearl-Harbour. E, mesmo assim, só contra o inimigo nipónico;</p>
<p>R: Os EUA, desde a guerra sino-japonesa, que detinham grande interesse comercial na China protestaram viemente contra a tentativa de dominio japones na China e perante a recusa do Japão em ouvir os protestos, os Estados Unidos declararam um embargo de exportação de diversos produtos, incluindo petróleo. Sem a fonte de combustível, o Japão tinha duas alternativas: aceitar um acordo humilhante concordando com a inviolabilidade da China; ou procurar petróleo em outro lugar, o que se revelou infrutifero sendo que seria inevitavel o confronto.</p>
<p>Por outro lado, foi o desejo expansionista Japonês em controlar toda a Asia que, antes de pensar declarar guerra aos EUA, a intenção primordial era a invasão da fragilizada URSS que tinha o seu exercito espalhado em varias frentes, e a invasão da Manchuria por parte dos niponicos servia de mote ideal para se dirigir a Moscovo mas o Pacto Molotov-Ribbentrop (não agressão) entre Alemanha e URSS veio fazer com que o Japão se passa-se a concentrar na guerra contra a China visto que não lhe interessava causar problemas para a Alemanha, ao atacar o novo aliado, dando azo ao que expliquei no 1ºparagrafo.</p>
<p>Mas a operação Barbarossa (nome de código pelo qual ficou conhecida a operação militar alemã para invadir a União Soviética) veio a demonstrar que, embora mais do que avisado, Stalin confiou demasiado no lobo e o resto é sobejamente conhecido.</p>
<p>Portanto, os EUA, já há muito que equacionavam a guerra contra o Japão mas para tal, devido a conjuntura geo-politica de então, passaram a fazer parte das forças aliadas (um pouco a contra gosto dos seus lideres)</p>
<p>No meio de tudo isto, existiu uma só figura de fulcral importancia que foi capaz de resolver o que exercitos nunca o conseguiriam, um espião sovietico de nome Richard Sorge.</p>
<p>(Aconselho-o vivamente a ler um livro de nome &#8220;O Insensato&#8221; de Morgan Sportès)</p>
<p>2- Apesar dos constantes apelos vindos da Europa, os EUA só intervieram no Velho Continente, quando o avanço do Exército Vermelho era inexorável. Para bom entendedor…</p>
<p>R: Assim, no meu entender (em seguimento ao que escrevi acima)a fricção entre a URSS e os EUA começou, não só pelo plano ideologico, mas mais propriamente pelo dominio &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. da Asia.<br />
Deram-se mal com a revolução cultural chinesa mas ganharam preponderancia numa Europa influente e em alguns casos colonialista (isto para responder ao seu 3 ponto) com a criacção da NATO.</p>
<p>Saiba, mais uma vez, que é sempre um prazer falar consigo embora, mais uma vez, tenha sido demasiado extenso.</p>
<p>Aquele Abraço<br />
A.R.A</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cafc</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95520</link>
		<dc:creator>cafc</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:03:21 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro António Cunha

Pela parte que me toca em relação ao seu comentário #27:

1- Tenho que reconhecer que o meu amigo tem uma tendência inata para colocar questões &quot;fora da ordem de trabalhos&quot;;

2- Também reconheço que, sobre &quot;a ordem de trabalhos&quot;, transcreveu parte de uma traduçao de um discurso de George Washington.

Sobre 1- Podemos falar &quot;disso&quot; mais tarde, até porque o Medina Carreira parece estar a fazer o percurso inverso do Saldanha Sanches.

Sobre 2- Dá-me a sensação que George Washington poderia ter aplicado essa &quot;filosofia&quot; na
propriedade &quot;familiar&quot; de Mount Vermon (se não me falha a memória), abdicando de ter escravos.

Porém, a grande questão, para mim, continua a ser esta:

Desde a sua fundação, os EUA têm ou não prosseguido uma política de expansão/domínio económico?

E, atenção, que, no meu comentário #11, só cheguei até 1917, onde ainda não existia o &quot;papão comunista&quot;. E, no entanto, os EUA já andavam à conquista...

Meu amigo, um grande abraço e acredite que ainda estou emocionado com o &quot;vídeo&quot; que &quot;linkou&quot; para o outro &quot;post&quot;. Tenho a rara felicidade de ter a minha filha e as minhas netas comigo. E, de cada vez que olhava para a mais nova...

Desculpe este desabafo mas, também sou humano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro António Cunha</p>
<p>Pela parte que me toca em relação ao seu comentário #27:</p>
<p>1- Tenho que reconhecer que o meu amigo tem uma tendência inata para colocar questões &#8220;fora da ordem de trabalhos&#8221;;</p>
<p>2- Também reconheço que, sobre &#8220;a ordem de trabalhos&#8221;, transcreveu parte de uma traduçao de um discurso de George Washington.</p>
<p>Sobre 1- Podemos falar &#8220;disso&#8221; mais tarde, até porque o Medina Carreira parece estar a fazer o percurso inverso do Saldanha Sanches.</p>
<p>Sobre 2- Dá-me a sensação que George Washington poderia ter aplicado essa &#8220;filosofia&#8221; na<br />
propriedade &#8220;familiar&#8221; de Mount Vermon (se não me falha a memória), abdicando de ter escravos.</p>
<p>Porém, a grande questão, para mim, continua a ser esta:</p>
<p>Desde a sua fundação, os EUA têm ou não prosseguido uma política de expansão/domínio económico?</p>
<p>E, atenção, que, no meu comentário #11, só cheguei até 1917, onde ainda não existia o &#8220;papão comunista&#8221;. E, no entanto, os EUA já andavam à conquista&#8230;</p>
<p>Meu amigo, um grande abraço e acredite que ainda estou emocionado com o &#8220;vídeo&#8221; que &#8220;linkou&#8221; para o outro &#8220;post&#8221;. Tenho a rara felicidade de ter a minha filha e as minhas netas comigo. E, de cada vez que olhava para a mais nova&#8230;</p>
<p>Desculpe este desabafo mas, também sou humano.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95502</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>ANTONIO CUNHA

Sem duvida que o que partilhei consigo, acenta numa base religiosa que deu uma conotação de trabalho divino a expansão comercial norte-americana, fazendo com que os proprios se sentissem predestinados a manietar os paises que &quot;ocupavam&quot; por designio de deus, ao bom estilo de missão, mas isso não desvaloriza o cariz usurpador que tornou os EUA um neo-colonizador que, ao contrário das potências coloniais européias, que ocupavam e mantinham o controle político de suas colônias – caso da Inglaterra na Índia e da França na Indochina, por exemplo –, a jovem nação americana não estava interessada em exercer o domínio sobre outros povos. 

Cada país que cuidasse dos assuntos internos à sua maneira, desde que os interesses comerciais americanos fossem preservados. Essa estratégia levava o nome de “Portas Abertas”, ou seja, o acesso dos produtos e dos capitais americanos a qualquer lugar do mundo.

O melhor exemplo dessa estrategia foi, que nem sempre as portas se abriam apenas com a conversa dos enviados de Washington e, nesses casos, era preciso um empurrãozinho. Foi o que ocorreu com o Império Japonês, que ficou fechado, durante séculos, ao intercâmbio com o exterior. 

E, depois de 15 anos de infrutíferos esforços &quot;diplomáticos&quot;, a paciência americana acabou. Quatro navios de guerra, sob o comando do comodoro Matthew Perry, posicionaram-se na baía de Tóquio e apontaram seus canhões para a cidade. Um emissário foi à terra para negociar – e ameaçar – as autoridades japonesas. Caso se recusassem a abrir os portos do país ao comércio, seriam bombardeados.

Faz-lhe lembrar alguma coisa, Antonio?

Ah, já agora, saiba que acordo semelhante foi firmado com a China, que estendeu aos americanos os privilégios concedidos aos europeus.

No sec. XX, houve um reajustamento dessa estrategia &quot;Portas Abertas&quot; e, ao invés de se depender somente da &quot;diplomacia&quot;, começaram a emiscuir-se no governo dos estados e a apoiar ou destituir lideres consoante as suas necessidades....................comerciais.

Quanto ao Medina Carreira, acho que apenas falou aquilo que estamos fartos de saber!

Em relação aos partidos, creio que se referia aos de poder e nesse sentido tem toda a razão pois este faz e desfaz entre governos PS e PSD tem sido a mais aberrante, anti-sentido de Estado e a maior falta de respeito por quem lhes deu o voto de confiança e para os outros que são também espoliados do seu suor, mesmo sem ter dado a sua concordancia para que esta gente brinque assim com o dinheiro do povo.

Aquele Abraço
A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ANTONIO CUNHA</p>
<p>Sem duvida que o que partilhei consigo, acenta numa base religiosa que deu uma conotação de trabalho divino a expansão comercial norte-americana, fazendo com que os proprios se sentissem predestinados a manietar os paises que &#8220;ocupavam&#8221; por designio de deus, ao bom estilo de missão, mas isso não desvaloriza o cariz usurpador que tornou os EUA um neo-colonizador que, ao contrário das potências coloniais européias, que ocupavam e mantinham o controle político de suas colônias – caso da Inglaterra na Índia e da França na Indochina, por exemplo –, a jovem nação americana não estava interessada em exercer o domínio sobre outros povos. </p>
<p>Cada país que cuidasse dos assuntos internos à sua maneira, desde que os interesses comerciais americanos fossem preservados. Essa estratégia levava o nome de “Portas Abertas”, ou seja, o acesso dos produtos e dos capitais americanos a qualquer lugar do mundo.</p>
<p>O melhor exemplo dessa estrategia foi, que nem sempre as portas se abriam apenas com a conversa dos enviados de Washington e, nesses casos, era preciso um empurrãozinho. Foi o que ocorreu com o Império Japonês, que ficou fechado, durante séculos, ao intercâmbio com o exterior. </p>
<p>E, depois de 15 anos de infrutíferos esforços &#8220;diplomáticos&#8221;, a paciência americana acabou. Quatro navios de guerra, sob o comando do comodoro Matthew Perry, posicionaram-se na baía de Tóquio e apontaram seus canhões para a cidade. Um emissário foi à terra para negociar – e ameaçar – as autoridades japonesas. Caso se recusassem a abrir os portos do país ao comércio, seriam bombardeados.</p>
<p>Faz-lhe lembrar alguma coisa, Antonio?</p>
<p>Ah, já agora, saiba que acordo semelhante foi firmado com a China, que estendeu aos americanos os privilégios concedidos aos europeus.</p>
<p>No sec. XX, houve um reajustamento dessa estrategia &#8220;Portas Abertas&#8221; e, ao invés de se depender somente da &#8220;diplomacia&#8221;, começaram a emiscuir-se no governo dos estados e a apoiar ou destituir lideres consoante as suas necessidades&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..comerciais.</p>
<p>Quanto ao Medina Carreira, acho que apenas falou aquilo que estamos fartos de saber!</p>
<p>Em relação aos partidos, creio que se referia aos de poder e nesse sentido tem toda a razão pois este faz e desfaz entre governos PS e PSD tem sido a mais aberrante, anti-sentido de Estado e a maior falta de respeito por quem lhes deu o voto de confiança e para os outros que são também espoliados do seu suor, mesmo sem ter dado a sua concordancia para que esta gente brinque assim com o dinheiro do povo.</p>
<p>Aquele Abraço<br />
A.R.A</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Cunha</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95470</link>
		<dc:creator>Antonio Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:46:17 +0000</pubDate>
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		<description>Caros ARA e cafc

Por falar em Corja, já ouviram o que tem Medina Carreira a dizer ?

Este homem toca na ferida e diz entre outras coisas :

- Os partidos Portugueses andam a enganar o ceguinho;

-Temos que mudar os partidos e tirar de lá esta gente;

- Portugal aumentou 20 vezes a divida publica;

http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/plano-inclinado/2009/11/o-pais-nao-se-apercebe-da-gravidade-da-situacao-em-que-se-encontra17-11-2009-10438.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros ARA e cafc</p>
<p>Por falar em Corja, já ouviram o que tem Medina Carreira a dizer ?</p>
<p>Este homem toca na ferida e diz entre outras coisas :</p>
<p>- Os partidos Portugueses andam a enganar o ceguinho;</p>
<p>-Temos que mudar os partidos e tirar de lá esta gente;</p>
<p>- Portugal aumentou 20 vezes a divida publica;</p>
<p><a href="http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/plano-inclinado/2009/11/o-pais-nao-se-apercebe-da-gravidade-da-situacao-em-que-se-encontra17-11-2009-10438.htm" rel="nofollow">http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/plano-inclinado/2009/11/o-pais-nao-se-apercebe-da-gravidade-da-situacao-em-que-se-encontra17-11-2009-10438.htm</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Cunha</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95435</link>
		<dc:creator>Antonio Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:49:15 +0000</pubDate>
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		<description>Amigo ARA o mesmo Lippmann (referindo provavelmente aos seguidores do Comunismo :) ) tambem disse :

&quot;The study of error is not only in the highest degree prophylactic, but it serves as a stimulating introduction to the study of truth.&quot; 


E George Washington disse

&quot;O cidadãos dos Estados Unidos têm o direito de aplaudir-se por dar exemplos de homens de uma política liberal e alargada: uma política digna de imitação. Todos possuem similar liberdade de consciência e imunidades da cidadania. Agora é não mais do que a tolerância é falada, como se fosse pela indulgência de uma classe de pessoas que outro beneficiado o exercício dos seus direitos naturais inerentes. Felizmente, o Governo dos Estados Unidos, que não dá à intolerância, nenhuma sanção, a perseguição, sem assistência, requer apenas que eles que vivem sob sua proteção devem demean-se como bons cidadãos, dando-lhe seu apoio efectivo em todas as ocasiões. Podem a crianças de stock de Abraão, que me deter desta terra, continuar a merecer e desfrutar da boa vontade de outros Inhabitants; embora cada um deve sentar-se sob sua própria vinha e a árvore de figo, e não haverá nenhum para fazer-lhe medo&quot;

Engraçado é que a frase que citou tambem é atribuida a Einstein

When all think alike, no one thinks very much. By Albert Einstein http://www.iwise.com/DclWa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo ARA o mesmo Lippmann (referindo provavelmente aos seguidores do Comunismo <img src='http://arrastao.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ) tambem disse :</p>
<p>&#8220;The study of error is not only in the highest degree prophylactic, but it serves as a stimulating introduction to the study of truth.&#8221; </p>
<p>E George Washington disse</p>
<p>&#8220;O cidadãos dos Estados Unidos têm o direito de aplaudir-se por dar exemplos de homens de uma política liberal e alargada: uma política digna de imitação. Todos possuem similar liberdade de consciência e imunidades da cidadania. Agora é não mais do que a tolerância é falada, como se fosse pela indulgência de uma classe de pessoas que outro beneficiado o exercício dos seus direitos naturais inerentes. Felizmente, o Governo dos Estados Unidos, que não dá à intolerância, nenhuma sanção, a perseguição, sem assistência, requer apenas que eles que vivem sob sua proteção devem demean-se como bons cidadãos, dando-lhe seu apoio efectivo em todas as ocasiões. Podem a crianças de stock de Abraão, que me deter desta terra, continuar a merecer e desfrutar da boa vontade de outros Inhabitants; embora cada um deve sentar-se sob sua própria vinha e a árvore de figo, e não haverá nenhum para fazer-lhe medo&#8221;</p>
<p>Engraçado é que a frase que citou tambem é atribuida a Einstein</p>
<p>When all think alike, no one thinks very much. By Albert Einstein <a href="http://www.iwise.com/DclWa" rel="nofollow">http://www.iwise.com/DclWa</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Cunha</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95432</link>
		<dc:creator>Antonio Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:39:02 +0000</pubDate>
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		<description>24  A.R.A

Caro ARA, parece-me que percebeu mal as minhas palavras. Quando me refiro a escória estava a falar de pessoas perseguidas na Europa pela Igreija.


Colonização dos Estados Unidos

Para entendermos melhor o processo de independência norte-americano é importante conhecermos um pouco sobre a colonização deste território. Os ingleses começaram a colonizar a região no século XVII. A colônia recebeu dois tipos de colonização com diferenças acentuadas:

Colônias do Norte : região colonizada por protestantes europeus, principalmente ingleses, que fugiam das perseguições religiosas. Chegaram na América do Norte com o objetivo de transformar a região num próspero lugar para a habitação de suas famílias. Também chamada de Nova Inglaterra, a região sofreu uma colonização de povoamento com as seguintes características : mão-de-obra livre, economia baseada no comércio, pequenas propriedades e produção para o consumo do mercado interno.

Colônias do Sul : colônias como a Virginia, Carolina do Norte e do Sul e Geórgia sofreram uma colonização de exploração. Eram exploradas pela Inglaterra e tinham que seguir o Pacto Colonial. Eram baseadas no latifúndio, mão-de-obra escrava, produção para a exportação para a metrópole e monocultura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>24  A.R.A</p>
<p>Caro ARA, parece-me que percebeu mal as minhas palavras. Quando me refiro a escória estava a falar de pessoas perseguidas na Europa pela Igreija.</p>
<p>Colonização dos Estados Unidos</p>
<p>Para entendermos melhor o processo de independência norte-americano é importante conhecermos um pouco sobre a colonização deste território. Os ingleses começaram a colonizar a região no século XVII. A colônia recebeu dois tipos de colonização com diferenças acentuadas:</p>
<p>Colônias do Norte : região colonizada por protestantes europeus, principalmente ingleses, que fugiam das perseguições religiosas. Chegaram na América do Norte com o objetivo de transformar a região num próspero lugar para a habitação de suas famílias. Também chamada de Nova Inglaterra, a região sofreu uma colonização de povoamento com as seguintes características : mão-de-obra livre, economia baseada no comércio, pequenas propriedades e produção para o consumo do mercado interno.</p>
<p>Colônias do Sul : colônias como a Virginia, Carolina do Norte e do Sul e Geórgia sofreram uma colonização de exploração. Eram exploradas pela Inglaterra e tinham que seguir o Pacto Colonial. Eram baseadas no latifúndio, mão-de-obra escrava, produção para a exportação para a metrópole e monocultura.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: A.R.A</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95391</link>
		<dc:creator>A.R.A</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:35:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=12529#comment-95391</guid>
		<description>ANTONIO CUNHA

Grande Antonio, é por isso que me dá um gozo enorme debater consigo pois consegue sempre uma nesga onde acentar o seu discurso.

Mas o caro amigo engana-se ao caracterizar os colonos europeus que foram para o mundo novo (EUA) pois esta foi uma diaspora bem pensada e elaborada ao detalhe por qualquer uma das nações que assumiram essa empreitada.

Quando falou em escoria, acho que estava a pensar na colonização da Australia que foi, inicialmente feita a custa de condenados provenientes da G.B.

Os EUA sempre foram abrigo para gente de pensamento progressista e empreendedor onde uma burguesia sedenta de novas oportunidades emergia e que nunca teriam tido a chance de por em pratica as suas teorias inovadoras se não se tivessem migrado de uma Europa conservadora com uma nobreza mercantilista elitista e demasiado fechada.

A questão da independencia do país, tinha como objectivo anular de uma vez o óbice da soberania comercial naquela parte do globo e após conseguida essa independencia a palavra de ordem sempre foi de expandir, dentro e fora das fronteiras.

Toda a governação norte-americana, ao longo dos tempos, sempre foi acente na expansão para interesses comerciais e isso só seria possivel destronando as potencias colonizadoras para lhes tomar o lugar nas suas colonias, agora como neo-colonizadores mascarados de &quot;bons rapazes&quot;.

Portanto, não se deixe enganar pelo lema “land of the free, home of the brave.” porque quer dizer mais ou menos isto &quot;When all men think alike no one thinks very much.&quot; 
By Walter Lippmann 

Aquele grande abraço e viva Portugal.
A.R.A</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ANTONIO CUNHA</p>
<p>Grande Antonio, é por isso que me dá um gozo enorme debater consigo pois consegue sempre uma nesga onde acentar o seu discurso.</p>
<p>Mas o caro amigo engana-se ao caracterizar os colonos europeus que foram para o mundo novo (EUA) pois esta foi uma diaspora bem pensada e elaborada ao detalhe por qualquer uma das nações que assumiram essa empreitada.</p>
<p>Quando falou em escoria, acho que estava a pensar na colonização da Australia que foi, inicialmente feita a custa de condenados provenientes da G.B.</p>
<p>Os EUA sempre foram abrigo para gente de pensamento progressista e empreendedor onde uma burguesia sedenta de novas oportunidades emergia e que nunca teriam tido a chance de por em pratica as suas teorias inovadoras se não se tivessem migrado de uma Europa conservadora com uma nobreza mercantilista elitista e demasiado fechada.</p>
<p>A questão da independencia do país, tinha como objectivo anular de uma vez o óbice da soberania comercial naquela parte do globo e após conseguida essa independencia a palavra de ordem sempre foi de expandir, dentro e fora das fronteiras.</p>
<p>Toda a governação norte-americana, ao longo dos tempos, sempre foi acente na expansão para interesses comerciais e isso só seria possivel destronando as potencias colonizadoras para lhes tomar o lugar nas suas colonias, agora como neo-colonizadores mascarados de &#8220;bons rapazes&#8221;.</p>
<p>Portanto, não se deixe enganar pelo lema “land of the free, home of the brave.” porque quer dizer mais ou menos isto &#8220;When all men think alike no one thinks very much.&#8221;<br />
By Walter Lippmann </p>
<p>Aquele grande abraço e viva Portugal.<br />
A.R.A</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cafc</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95305</link>
		<dc:creator>cafc</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:26:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=12529#comment-95305</guid>
		<description>Meu caro António Cunha

Penso que não há aqui uma questão de teimosia, quanto à questão de &quot;quem apareceu primeiro&quot;, tipo ovo ou galinha.

1- Eu &quot;disse&quot; que (pela minha própria cabeça), considero que Thomas Moore é o iniciador do pensamento socialista/social democrata;
2- O meu amigo tem todo o direito de se opôr a esta &quot;minha ideia&quot;, mesmo utilizando textos que, não sendo da sua autoria, exprimirão o seu pensamento;
3- Permita-me que lhe &quot;diga&quot; que o texto que transcreveu sobre o &quot;meu amigo&quot; Thomas Moore, é muito mais favorável ao que &quot;eu penso&quot;;
4- E não se esqueça que eu &quot;falei&quot; do que entendia por génese e não daquilo que se poderia entender como &quot;marca registada&quot;.

Meu amigo, deu-me um conselho (que eu reconheci como válido), género não &quot;tomar as dores dos outros&quot;. Posso sugerir-lhe que tente não encontrar antagonismos, só porque quem escreveu &quot;uma coisa&quot; já teve discordâncias consigo?
Eu, pelo menos, tento &quot;ver&quot; as opiniões e, se &quot;virmos&quot; as nossas sobre esta matéria, se calhar a divergência não é assim tão profunda.

Repare, só, como há &quot;acordo&quot; quanto à questão PPD/PSD...

Meu amigo, se para alguma coisa valeu este debate, foi conseguirmos dialogar a sério.

Um abraço, meu caro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro António Cunha</p>
<p>Penso que não há aqui uma questão de teimosia, quanto à questão de &#8220;quem apareceu primeiro&#8221;, tipo ovo ou galinha.</p>
<p>1- Eu &#8220;disse&#8221; que (pela minha própria cabeça), considero que Thomas Moore é o iniciador do pensamento socialista/social democrata;<br />
2- O meu amigo tem todo o direito de se opôr a esta &#8220;minha ideia&#8221;, mesmo utilizando textos que, não sendo da sua autoria, exprimirão o seu pensamento;<br />
3- Permita-me que lhe &#8220;diga&#8221; que o texto que transcreveu sobre o &#8220;meu amigo&#8221; Thomas Moore, é muito mais favorável ao que &#8220;eu penso&#8221;;<br />
4- E não se esqueça que eu &#8220;falei&#8221; do que entendia por génese e não daquilo que se poderia entender como &#8220;marca registada&#8221;.</p>
<p>Meu amigo, deu-me um conselho (que eu reconheci como válido), género não &#8220;tomar as dores dos outros&#8221;. Posso sugerir-lhe que tente não encontrar antagonismos, só porque quem escreveu &#8220;uma coisa&#8221; já teve discordâncias consigo?<br />
Eu, pelo menos, tento &#8220;ver&#8221; as opiniões e, se &#8220;virmos&#8221; as nossas sobre esta matéria, se calhar a divergência não é assim tão profunda.</p>
<p>Repare, só, como há &#8220;acordo&#8221; quanto à questão PPD/PSD&#8230;</p>
<p>Meu amigo, se para alguma coisa valeu este debate, foi conseguirmos dialogar a sério.</p>
<p>Um abraço, meu caro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Cunha</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/uma-historia-que-vem-de-longe/comment-page-1/#comment-95283</link>
		<dc:creator>Antonio Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:29:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/?p=12529#comment-95283</guid>
		<description>O PPD/PSD

&quot;A corrente social-democrata foi a principal ideologia do partido à época da sua criação. O partido não tomou a designação &quot;social democrata&quot; desde a fundação porque alguns dias antes do seu anúncio público surgiu um outro partido com a designação de Partido Cristão Social Democrata (que, no entanto, desapareceu pouco depois). Curiosamente pouco depois o velho aliado político de Sá Carneiro, Palma Carlos fundou um outro partido chamado Partido Social Democrata, que também desapareceu pouco depois. Por isso, só em 1977 o PPD se torna PSD − Partido Social Democrata. A sua organização de juventude sempre se chamou Juventude Social Democrata (JSD), desde a sua fundação em 1974[2]. Os Trabalhadores Social Democratas (TSD), típico órgão social-democrata, são a sua organização de trabalhadores por conta de outrem. Para além destes órgãos, o PSD possui uma estrutura de Autarcas Social Democratas, os Grupos Parlamentares do Partido Social Democrata na Assembleia da República e nas Assembleias Regionais dos Açores e da Madeira e o Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata no Parlamento Europeu e Grupo Europeu Social Democrata, visto que o PSD teve um papel fundamental na integração Europeia desde a adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia.&quot;

&quot;.Eduard Bernstein e Karl Kautsky foram os dois principais representantes do revisionismo, pois ambos previam uma evolução do capitalismo que, gradualmente e através de reformas sociais, iria implantar o socialismo, mas que, na realidade, conduziu a social-democracia. A social-democracia que serviu de ponto de referencia do PSD resultava, sobretudo, do prestígio que então alcançava o modelo do SPD que, depois de ter abandonado o programático marxismo em 1959, alcançava um enorme prestígio na Europa, principalmente com o estilo de Helmut Schmidt. reformista, humanista personalista de teóricos da Europa central, nórdica e anglo-saxónica, concebeu um projecto de social democracia adaptado à idiossincrasia de Portugal e à sua tradição histórica, apercebendo-se, de antemão, da ditadura de esquerda que, provavelmente, se iria instaurar em Portugal, num país que, na altura, era muito atrasado. O Partido Social Democrata é, assim, um partido de ideologia social-democrata, de natureza reformista, personalista e com carácter não-confessional, ou seja, laico, à semelhança do Partido Socialista, que, de modo peculiar, no caso português, ao contrário dos seus congéneres europeus que combateram a direita dos privilégios, combateu o colectivismo económico e os movimentos totalitários marxistas, subsequentes à Revolução de 25 de Abril de 1974, com a intenção de instaurar, em Portugal, a democracia liberal, parlamentar e representativa, o Estado Social de Direito e com o intuito de integrar Portugal na Comunidade Económica Europeia, à semelhança das propostas políticas do Partido Socialista, apesar da Economia, em Portugal, ter permanecido colectivizada até ao ano de 1986 e a Constituição da República Portuguesa ainda ter um forte pendor socialista e populista&quot;

A verdadeira identidade do PSD é social-democrata, tal como descreve Sá Carneiro.

E é neste identidade que me revejo.
Estou-me pouco lixando para os Menezes e cia que querem tornar o PSD num partido diferente.

Por isso digo que no PSD existem os do PPD e os do PSD. E esta é a razão da actual crise no partido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O PPD/PSD</p>
<p>&#8220;A corrente social-democrata foi a principal ideologia do partido à época da sua criação. O partido não tomou a designação &#8220;social democrata&#8221; desde a fundação porque alguns dias antes do seu anúncio público surgiu um outro partido com a designação de Partido Cristão Social Democrata (que, no entanto, desapareceu pouco depois). Curiosamente pouco depois o velho aliado político de Sá Carneiro, Palma Carlos fundou um outro partido chamado Partido Social Democrata, que também desapareceu pouco depois. Por isso, só em 1977 o PPD se torna PSD − Partido Social Democrata. A sua organização de juventude sempre se chamou Juventude Social Democrata (JSD), desde a sua fundação em 1974[2]. Os Trabalhadores Social Democratas (TSD), típico órgão social-democrata, são a sua organização de trabalhadores por conta de outrem. Para além destes órgãos, o PSD possui uma estrutura de Autarcas Social Democratas, os Grupos Parlamentares do Partido Social Democrata na Assembleia da República e nas Assembleias Regionais dos Açores e da Madeira e o Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata no Parlamento Europeu e Grupo Europeu Social Democrata, visto que o PSD teve um papel fundamental na integração Europeia desde a adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia.&#8221;</p>
<p>&#8220;.Eduard Bernstein e Karl Kautsky foram os dois principais representantes do revisionismo, pois ambos previam uma evolução do capitalismo que, gradualmente e através de reformas sociais, iria implantar o socialismo, mas que, na realidade, conduziu a social-democracia. A social-democracia que serviu de ponto de referencia do PSD resultava, sobretudo, do prestígio que então alcançava o modelo do SPD que, depois de ter abandonado o programático marxismo em 1959, alcançava um enorme prestígio na Europa, principalmente com o estilo de Helmut Schmidt. reformista, humanista personalista de teóricos da Europa central, nórdica e anglo-saxónica, concebeu um projecto de social democracia adaptado à idiossincrasia de Portugal e à sua tradição histórica, apercebendo-se, de antemão, da ditadura de esquerda que, provavelmente, se iria instaurar em Portugal, num país que, na altura, era muito atrasado. O Partido Social Democrata é, assim, um partido de ideologia social-democrata, de natureza reformista, personalista e com carácter não-confessional, ou seja, laico, à semelhança do Partido Socialista, que, de modo peculiar, no caso português, ao contrário dos seus congéneres europeus que combateram a direita dos privilégios, combateu o colectivismo económico e os movimentos totalitários marxistas, subsequentes à Revolução de 25 de Abril de 1974, com a intenção de instaurar, em Portugal, a democracia liberal, parlamentar e representativa, o Estado Social de Direito e com o intuito de integrar Portugal na Comunidade Económica Europeia, à semelhança das propostas políticas do Partido Socialista, apesar da Economia, em Portugal, ter permanecido colectivizada até ao ano de 1986 e a Constituição da República Portuguesa ainda ter um forte pendor socialista e populista&#8221;</p>
<p>A verdadeira identidade do PSD é social-democrata, tal como descreve Sá Carneiro.</p>
<p>E é neste identidade que me revejo.<br />
Estou-me pouco lixando para os Menezes e cia que querem tornar o PSD num partido diferente.</p>
<p>Por isso digo que no PSD existem os do PPD e os do PSD. E esta é a razão da actual crise no partido.</p>
]]></content:encoded>
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