Por Daniel Oliveira
O PSD prepara-se para impedir a suspensão da avaliação dos professores que, já acontecendo de facto, falta acontecer de lei. E assim se estreia numa nova modalidade: habituados que estamos a ver os partidos do Bloco Central a não cumprir as promessas eleitorais quando cada um deles vence as eleições, agora teremos de nos habituar a vê-los não as cumprir mesmo quando perdem.
93 comentários 19 Nov 09 em Sem categoria



Suspender a avaliação dos professores(o que vai corresponder a suprimi-la), é prolongar a ineficácia do nosso ensino por mais uma geração.
E o PCP agora até já pede também a suspensão da avaliação dos funcionários públicos. É fartar, vilanagem!
Quando o leão está moribundo até os burros lhe dão coices.
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Isto só lá vai à bomba.
Ah, não pode ser se não lá vêm os paladinos da liberdade e da democracia dizer que não podemos mudar as coisas recorrendo a acções “alternativas” e logo somos apelidados de terroristas…
E no entanto, lá continuam eles com as suas negociatas e artimanhas sustentadas na sua confortável maioria.
Está na hora dos pequenos partidos perceberem que esta democracia está podre, mas paradoxalmente, só cairá à bomba.
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É uma vergonha, fazer tabua raza do que foi prometido aos portugueses nas eleições. ainda mais para quem queria ser visto como uma pessoa seria e verdadeira, politicamente falando. viu-se onde meteram a verdade. é que não se consegue entender, nem as explicações do deputado pedro duarte ( axo que foi ele) nem o porque deste volte-face do PSD, fica a pergunta, a pairar no ar, o que ta por detras disto tudo? é que podem ser as melhores intenções do mundo, mas como fazem tudo por tras, sem conhecimento dos portugueses, isto soa a “aldrabice”. a MLF esta a mandar para o lixo o que ainda resta do PSD. e não contribui em nada para a seriedade da politica.
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Boa tarde; no entanto a maioria da população que votou queria continuar com esta avaliação…
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“…O Governo vai criar um órgão de consulta para a definição de prioridades e estratégias no âmbito da internacionalização da economia nacional. O Conselho Coordenador para a Internacionalização será presidido por Francisco Van Zeller, responsável máximo pela Confederação da Indústria Portuguesa (CIP).
O ministro da Economia, Vieira da Silva, justificou hoje a escolha do presidente da CIP pelo “conhecimento grande do tecido empresarial português”
Ora aqui está uma óptima notícia para os empresários com a 4ª classe – ou menos – tirada nas novas oportunidades Socretinas.
Mais da metade do empresariado Português não é?
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DANIEL OLIVEIRA
Este titulo tem direitos de autor!
Ao menos menciona o nome do camarada que a proferiu para percebermos que para o Daniel, afinal em certos casos, o que conta é a ESQUERDA UNIDA e a uma só voz.
Aquele Abraço
A.R.A
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O PSD não é aquele partido que além de PS tem mais um D de Danoso?
Logo não há surpresa.
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Alem de a sua informação ser falsa cumpre mostrar a verdade dos factos. Aqui o que interessa é deixar a demagogia de lado e tentar chegar a um consenso e não tentar tirar dividendos políticos. Aliás parece que o BE se tornou especialista na arte politica do que parece ser mas não é.
“O PSD pode deixar cair a palavra suspensão do seu projecto de resolução sobre a carreira e a avaliação dos professores, o que vai ao encontro do que sempre defendeu o Governo e a maioria PS. O PÚBLICO sabe que o PS pode estar tentado a negociar com o PSD a aprovação do seu projecto, por entender que a solução dos sociais-democratas é a mais moderada de todas a discutir na próxima semana.”
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Bem dito.
E esse duarte pedro a fazer o figurão, novato, pedante que baste, é bem o aprendiz de corrupto, vaidoso e sem carácter, que vai ver que os rofessores não são como ele, palhaços.
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Neste assunto estou com o Miguel Sousa Tavares
Ele diz qq coisa sobre os professores, inúteis e mais coisas que não me lembro.
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Cunha, você, quando votou no PSD no dia 27 de Setembro, votou num programa que dizia “suspensâo”. Agora, nem dois meses passados, o PSD rasgou o programa. Logo, você foi enganado.
Peça contas na sua Distrital, mas não venha para aqui atirar areia para os olhos do pessoal. Já todos sabíamos que as alianças preferenciais do Sócrates iriam ser com o PSD e com o PP. Para os que ainda duvidavam está aqui a resposta. De facto, na hora do aperto, o Centrão une-se, como sempre, aliás.
E digo-lhe mais. Não desligue estes entendimentos políticos dos processos judiciais que andam a circular por aí. Isto é uma espécie de Guerra Fria na qual o Centrão está condenado a entender-se, tal como acontecia com a URSS e os USA. O PS e o PSD sabem bem que têm de viver nesta paz podre em que ambos se ameaçam mas onde não podem atacar a sério – há muitos Varas e Loureiros que podem pôr a boca no trombone…
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O PSD está, ele próprio, numa fase de avaliação. De preferência que o modelo fosse burocrático par que a dr Manuela, o dr. Passos Coelho, o profesor Marcelo e outros ficassem uns tempos a preencher a papelada.
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Cunha,
Os meus pais foram ambos professores, e de inuteis eles e muitos nada tiveram. Faziam o que podiam com o sistema que existia e os meios que havia e ha, e ‘as vezes faziam mesmo milagres. Eu quando pequeno acompanhei a minha mae por aldeias por esse pais fora, e sei o que vi. E estudei ate aos 23 anos sempre em intituicoes portugusas e publicas, e sei o que vi.
O problema comeca quando se tenta dar solucao a um conjunto de problemas de pernas para o ar.
Dou-lhe uns exemplos de problemas verdadeiros:
1- excessivo numero de cursos para ensino nas universidades;
2- criterios de adesao a esses cursos quem em nada priveligiam quem tem vocacao educativa.
3- pessima distribuicao de meios e recursos;
Dou exemplos: nasci numa cidade de 20.000 habitantes, que tem 3 liceus a menos de 1 km de distancia uns dos outros. Para se ter determinadas disciplinas era mesmo necessario mudar de liceu. Pais, so velos para gabar os filhos ou mandar vir pelas notas.
4- uma passagem descabida do 8 para o 80 nas politicas de avaliacao.
5- Falta de incentivos aos professores; resolveu-se nivelando por baixo.
6- os pais, as camaras, as comunidades nao tem a minima cultura interventiva nas escolas. quando o fazem, normalmente nem o sabem fazer bem ou so criam problemas.
Para mim, no meio disto tudo, os professores sao vitimas.
Se ha maus professore, e ha muitos, foi porque o sistema permitiu e contribui para tal.
A avaliacao deve ser suspendida, pois tem muitos mais efeitos nocivos do que positivos nos moldes implementados. A mim, pareceu-me mais uma escapatoria para justificar cortes salariais do que o real interesse dos alunos, e nao pode ser assim.
Espero que o PSD mantenha a palavra, a cho que quem votou PSD deve exigir isso.
E que com calma, se implemente um outro sistema, mas nunca sem paralelamente se atacar outra serie de problemas bem mais nucleares que afectam o ensino.
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Obrigada Black Paulo, estou cansada de tentar explicar a quem não quer perceber que as mudanças são necessárias, só que deveriam ter sido feitas com cabeça, tronco e membros.
Implementar medidas economicistas e populistas é fácil (ou não), mas a Educação é um assunto muito sério para andarmos a “brincar”.
Continuam a faltar profs em educação especial, por ex.,em número suficiente mas quadros interactivos e pcs é aos quilos, nas eb2,3. No 1º ciclo à vezes nem intert temos.
ana
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11 joaquim azevedo
Amigo Azevedo, uma pessoa quando vota num partido e no seu programa é normal que não concorde com 100% do que lá está. Parece-me que só pessoas acéfalas e os carneiros do costume é que concordam com tudo o que um partido diz.
No outro dia nos Prós e Contras uma senhora dizia que quem votou no PS votou a favor do Casamento Gay. Isso é mentira. Existem milhares de pessoas que votaram PS e discordam do Casamento. As pessoas votas no programa de governo que mais se aproxima dos seus ideais. Senão tinhamos que ter 10 milhoes de programas de governo.
No meu caso discordei do PSD na posição sobre a avaliação dos prof e na questão do TGV. No entanto continuo a achar que o programa do PSD era aquele com que mais me identificava.
Em relação à avaliação dos professores, parece que foi o PSD que numa atitude responsável desbloqueou o problema. O PSD ao contrario do seu partido é um partido responsável, e que quer resolver os problemas do pais. O seu partido não quer resolver nada, apenas quer lançar a confusão e ser do contra.
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A haver uma suspensão da avaliação desses chulos muito bem pagos, tal seria um insulto para todos os portugueses que são obrigados a trabalhar muito mais do que eles, por muito menos, e que têm de obedecer às hierarquias sob pena de despedimento.
Neste país há um conjunto de gentalha com o estatuto de intocáveis : os professores, os juizes, os funcionários judiciais, os funcionários públicos, e mais…
Essa gentalha, vive debaixo de uma redoma, paga por nós, têm todos os direitos e regalias, que os outros não têm, estão seguros de todas as crises, não pagam nenhuma, e querem mais, cada vez mais. Para eles só interessa uma coisa : o seu umbigo.
O tratamento de excepção que tem sido dado aos “professores”, e ponho-os entre aspas porque a maioria só o é de nome, revolta-me.
Foi feita uma lei de avaliação por um governo legitimado pelo voto do povo. Dessa lei resultava que os “professores” teriam de entregar os objectivvos pessoais. Alguns fizeram-no e foram avaliados. Outros, recusaram-se a fazê-lo, repito, recusaram-se a fazê-lo, e agora os oportunistas da intriga politico-partidária querem fazer passar uma esponja por cima disso, mandado todo o processo para o lixo, desresponsabilizando esta gente.
Os que cumpriram e foram avaliados e tiveram boas classificações veriam todo o seu esforço mandado para o lixo, e os inuteis, que nada fizeram seriam premiados.
Tudo isto é nojento, e eu teria vergonha pessoal de, para progredir na minha carreira, fazê-o à custa dos oportunistas da politica, e de umas quantas manifs.
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Depois há quem não perceba o porquê da manutenção do insuficiente PS no poder.
É que o PSD consegue ser pior que o PS.
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Curioso que haja quem diga que a maioria da população queria continuar com esta avaliação. É a crónica dificuldade com a matemática.
Se acho difícil conciliar os programas da esquerda e da direita com os do PS já quanto à educação havia consenso.
A maioria dos portugueses votou em quatro programas diferentes que defendiam a suspensão da avaliação.
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ó joão á bomba talvez não talvez assim campo de milho e viva a democracia. Claro que quando nos tiram o tapete não gostamos é o costume mas o sol da patria continua de pé.
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Só mesmo o Nogueira para dizer antes das eleições aos professores que se o PS não tivesse maioria absoluta,a avaliação seria suspensa porque os partidos da oposição lhe tinham dado garantias de que o iam fazer.Promessas em tempo de campanha eleitoral não são muito de fiar.Se não fosse o PSD teria sido provávelmente o PP,que estão muito zangados porque alguém lhes roubou o protagonismo.
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Diz António Cunha
“…uma senhora dizia que quem votou no PS votou a favor do Casamento Gay. Isso é mentira.”
Então António, a senhora é mentirosa? Oh António!
O PSD que dizia uma coisa e fez outra? é Honesto?
Ou não será antes chutar para canto?
Afinal os compromissos assumidos continuam a ser rasgados!
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E já agora, nada tenho contra as sabáticas mas será razoável que a ministra Lurdes Rodrigues saia do Ministério para uma?
Copiando a demagogia da dita, parece que anda aqui alguém que não quer trabalhar.
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21 Rui F
Não troque os pés pelas mãos.
Voce acredita que quem votou no PS concorda com o programa de governo a 100% ? Bolas mas que gentinha tão certinha.
Quando você lhes pergunta o nome, eles respondem o quê ? méééééééé !!!!!!!
E antes de falar leia as noticias, que é para não cair no ridículo.
“O único diploma aprovado esta sexta-feira no Parlamento foi o projecto de resolução do PSD que recomenda que, no âmbito do processo negocial em curso e no prazo de 30 dias, seja revogada a divisão da carreira docente e seja concretizado um novo regime de avaliação. Os social-democratas votaram a favor, todos os outros partidos se abstiveram.”
sabe o que esta frase quer dizer ? Sabe mesmo ?
“…seja concretizado um novo regime de avaliação”
Sabe o que é NOVO, é diferente de VELHO. Percebeu ? ou quer um desenho ?
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a não cumprir as promessas eleitorais
Já foi explicado noutro post por várias pessoas que pode contar o que não está no programa e o que está no programa pode não contar.
Ou não é assim?
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António Cunha
Tem razão!
Não foi chuto para canto.
O PSD chutou pela linha lateral
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Senhor Chico da Tasca:
Proponho-lhe um novo objectivo para a sua vida: a expulsão dos percevejos da sua tasca. Com sheltox, caçadeira, tirinhas azuis, à bomba, …
Mas deixe os professores em paz. Se não percebe nada do assunto para que atira para o ar? Não chateie!
Já toda a gente lhe explicou que nada do que diz é verdade (nem o dinheiro, nem os horários de trabalho, nada). Para que insiste? é de compreensão lenta?
Vá la lavar os copitos da sua tasca que bem devem estar precisados
Atenciosamente
M
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Minha amiga Maria :
Um amigo meu, desempregado e que estava a receber subsidio de desemprego, subsidio esse que usava para pagar propinas na Universidade em que estuda à noite, faltou por 2 vezes às apresentações quinzenais, obrigação que todos os desempregados que recebem subsidio têm, na data em que estas tinham de ser feitas, por motivos de trabalhos da faculdade, com prazos, e que levaram a que deixasse passar a data limite.
Em ambos os casos, apresentou-se no Centro de Emprego no dia imediatamente a seguir, logo pela manhã, a justificar o sucedido. Na 1ª vez levou uma repreensão. Na segunda foi-lhe reteridao IMEDIATAMENTE, o subsidio de desemprego !
Perante a estupefacção de tão radical medida, foi respondido isto : SÃO AS REGRAS !
Minha cara amiga Maria : um Governo legitimamente mandatado para isso, pelo Povo, fez uma ou mais leis para implementar a Avaliação de Professores.
Dessas leis resultava que os Professores TINHAM A OBRIGAÇÃO de apresentarem os seus objectivos, sob pena de não serem avaliados e logo não progredirem na carreira.
FORAM ESTAS AS REGRAS definidas por uma lei, criada por um Governo legitimo !
Houve professores que as cumpriram e foram avaliados. Houve outros que não as cumpriram, numa atitude de desobediência frontal à lei !
O que pretendem estes POLITICOS DE PACOTILHA, VERDADEIRAS FRAUDES, ALDRABÕES, E OPORTUNISTAS que se faça agora ? Que se passe uma esponja por cima desses incumprimentos e se mandem as regras para o lixo, PORQUE OS PROFESSORES SÃO UMA CLASSE À PARTE, UMA ESPÉCIE DE PODER PARALELO neste País de merda e de merdosos.
Eu gostava de saber o que é que esses POLITICOS DE MERDA, como são os politicos da Oposição, vão dizer ao meu amigo, de forma a fazer-lhe ver que ele, PORTUGUÊS DE 5ª CATEGORIA, tem de pagar, bem pago, por nâo ter cumprido as regras da República ?
Minha cara Maria : os professores, como os juizes, e os funcionários públicos em geral, prestam para muito pouco a maioria, e têm outro defeito, para além da arrogância e da má-educação : a unica coisa que lhes interessa realmente, não são os alunos, nem os pais dos alunos, e muito menos o País : é o vosso Umbigo !
Digo-lhe uma coisa : fosse eu ministro da educação, garanto-lhe que todos os professores que desobedecem-se, da forma como essa gente desobedece, às leis deste país, eu punha um processo disciplinar em cima daqueles lombos gordos de privilégios, e alguns iam mesmo para ao olho da rua !
E fazia isto por respeito para com milhões de portugueses, sem voz, que cumprem as suas obrigações, com muito sacrificio, sem garantias quanto ao amanhã e com quase nenhuns privilégios !
Por fim : faça favor de dizer aqui quanto ganha um pançudo desses, travestido de professor, em final de carreira !
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Apenas duas considerações:
Sr. António Cunha:
Os professores que teve, das duas, uma:
ou estão com vergonha (o mais provável) de o terem tentado ensinar e respeitar uma nobre profissão – em vão, convenhamos;
ou eram os únicos inúteis deste país (e tenho a certeza de que não é o caso) porque não lhe conseguiram transmitir nada de nada.
Mas já posso considerar da verdadeira utilidade de os seus pais terem sido a favor do aborto. Ainda que, há alguns que vinguem, está visto!
Sr. (e os Senhores que me perdoem) Chico da Tasca:
A única coisa que consegue é meter-me genuína pena. Assim peninha como aquela que se sente por um cão abandonado.
Tadinho, tanto ódio, tanta frustração, tanto complexo de inferioridade.
Eu compreendo, eu compreendo. Se fosse como você também me sentiria assim.
Já agora, onde pára a a sua dama? Aquela que protege na esquina e de quem recebe o dinheirito?
Vá, vá explorá-la um pouquito mais… e peça-lhe desculpa por a não merecer!
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Ó Chico da Tasca:
e se fosse chamar “gentalha” ao raio que o parta? – admitindo que haja algum (raio) que se quer conspurcar, partindo-o.
O respeito pelas prostitutas impede-me de tecer mais considerações.
Arre, que nem a palha o contenta!
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Obrigada, Black Paulo!
Mas posso dar-lhe um conselho? Não perca tempo com cera de defunto. É dar pérolas a porcos, sabe? É que burro velho…não aprende línguas! Mande-os para as “nobas upurtunidades”: quem sabe aprendem a pensar como alguém que tenha idade mental superior a dois anos (se conseguirem… o que duvido, admito)!
E parabéns pelos seus pais! Aliás, colegas do meus! Por isso, sabemos bem do que falamos, não é?:)
Um abraço
Maria:
Desta vez, estou inteiramente consigo! Bravo! Parabéns pela sua intervenção!
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Caifás
a pandilha que eu vi nas manifs a vomitarem insultos e arrogância e os que eu vi a fazerem esperas à Ministra são isso mesmo : gentalha !
Educadores não são, nunca foram nem nunca hao-de ser. São parasitas do Sistema Educativo.
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Maria, compreenda o Chico, ele é apenas um panfletário barato e analfabeto. Repare nesta pérola à Chico:
“Essa gentalha, vive debaixo de uma redoma”.
Debaixo de uma redoma? Saberá o Chico o que é uma redoma? Não, não sabe. Vamos ajudá-lo, então:
http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/redoma
Mas numa coisa dou razão ao Chico:
“O tratamento de excepção que tem sido dado aos “professores”, e ponho-os entre aspas porque a maioria só o é de nome, revolta-me.”
Eu também estaria revoltado se os meus professores me tivessem ensinado tão mal…
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“Essa gentalha, vive debaixo de uma redoma”.
Ó Jakim
ponha-os cá fora, sem garantismos, no luar dos restantes portugueses, dos que têm regras duras para cumprir, dos que têm ordens para obedecer sob pena de não terem vida, e depois falamos.
Ser contestatário com as costas quentes e protegidas por POLITICOS PORTUNISTAS não é nada.
Os profs que não entregaram os objectivos que assumam e respondam por isso senão sâo uns merdosos sem caracter.
Assim também eu era rebelde e contestatário!
Mas eu quero é que alguém aqui diga quanto ganha um pançudo desses em fim de carreira, e quanto leva de reforma para casa, que é podermos comparar as coisas.
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Daniel Oliveira Reply:
Novembro 21st, 2009 at 3:09
Chico, a prova que ainda há muito para fazer na escola portuguesa é o senhor.
Caros escribas do Arrastão, esmiucemos o Chico da Tasca.
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/1807172.html
De Chico da Tasca a 18 de Setembro de 2008 às 10:05
«Cá para mim, um tipo que às 4 da manhã, vem com este ardor todo exigir que o PS aprove o casamento entre os panilas, só tem uma explicação : se não é parece. »
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/1841705.html
De Chico da Tasca a 1 de Outubro de 2008 às 12:41
«OBRIGADO ARSENAL !
Pá, aquilo foi como violar meninas. Fez dó mas deu um gozo do caraças de ser visto.
A dada altura pensei que a dentadura do Jisualdo vinha por aí abaixo.
Não levaram 6 ou 7 por obra da Santa Vacosa.
Gostei !»
Veremos como o Chico vai explicar agora que ESTE governo está legitimado para aprovar o casamento gay, mas não para perdoar a pedófilos badalhocos.
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Daniel Oliveira
isso não me impressiona.
O que me impressiona e revolta é que haja portugueses de 1ª e outros de 2ª.
Há os que têm voz a mais e os que não têm voz nenhuma.
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Sr Chico
Eu não sou gentalha. Eu sou uma profissional competente – há 37 anos. Recebo 2000euros por mês, estou no topo da carreira, tenho um mestrado em Ciências da Educação. Nunca dei explicações, nunca tive outro emprego, não tenho quintas, nem quintarolas. Nem um carro de não sei quantos cavalos, nem isso me interessa. Vivo do meu ordenado. Não acho que ganhe demais, sempre dei aulas suplementares ao meus alunos à borla, nunca nenhum chumbou em exame nenhum. É um emprego a tempo inteiro.
Repito: não sou gentalha!
E sabe uma coisa? Não entreguei porcaria de Objectivos nenhuns, nem vou entregar nunca se a coisa continuar nos moldes em que estava.
Sei mais eu de avaliação de professores a dormir que os burocratas do ME todos acordados.
Todo o indivíduo tem o direito à indignação e uma escola – mas tantas vezes já lhe disseram isto!!! – não pode ser tratada como uma fábrica de salsichas. Aprender e ensinar é coisa lenta, trabalhosa e dolorosa. Não há volta a dar-lhe.
E é coisa que se faz em equipa. Não me venha cá com O. Individuais …
A história do seu amigo … Tenho pena mas não tem nada a ver com o assunto. Não atire poeira para os olhos dos outros.
Sabe que está a fazer? A misturar um caso individual (o seu amigo tem tratamento de sujeito) com generalizações abusivas: os professores são todos gentalha. Assim não chegamos a lado nenhum.
Creia-me: os professores – muito bons, bons, assim-assim, suficientes, sofríveis – serão sempre o futuro de um país. Os povos que não cuidam dos seus professores com atenção estão desgraçados …
Viu os professores gritarem e manifestar-se? E? estavam fartos de ser maltratados, espezinhados. Ninguém é de ferro. Não sabe o mal que aquela equipa fez às escolas deste país. Mal que vai demorar anos a sarar. Não há avaliação que valha as consequências que tudo isto teve.
Deixe-nos em paz. Trate da sua vida. Não fale do que não sabe
Boa noite
M
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Meus caros
Parece-me inapropriado que se dirigam nestes termos uns aos outros. A liberdade e o respeito que pelos nossos pares foi conseguida não se compadece com arruaças verbais que em nada dignificam os profissionais deste país.
Ainda que discordemos uns dos outros, parece-me que devemos questionar os sistemas, e não os indivíduos. Devemos zelar para que nos possamos expressar de uma forma corajosa, directa, mas não ofensiva.
Este senhor, chico da tasca, parece-me que necessita de aprender algumas noções de liberdade de expressão. Eu também concordo que existem maus professores, também concordo que existe um nucleo de profissionais neste país que noa dignificam os seus pares, mas, como em todas as actividades, e desculpando-me pela expressão de uso banal –> nao podemos “comer uns pelos outros”. Existem muito bons exemplos no ensino e nao devemos menorizar esse facto, agora que uma avaliação é necessária, isso nao tenho duvidas, seja esta seja outra qualquer…..mas como respeito pelas partes e discutindo o sistema e nao os casos particulares.
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Pronto, então não se”bate” mais no Chico. Lembrem-se que o Obélix, quando era pequenino, caíu no caldeirão da “poção mágica. A partir daí, já não precisava de a tomar, porque o efeito tornou-se permanente. Onde poderá ter caído o Chico?
Até logo, para “falar” a sério sobre o tema proposto.
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Começo por fazer uma “declaração de interesses”.
A minha filha é professora e tem duas filhas. Como habitamos no mesmo edifício, acompanho diariamente as suas vidas. Por isso, me indigno quando se “fala” dos professores como se fossem um “inimigo público”.
Só dois exemplos:
a) A minha filha tem mais horas de trabalho em casa (relacionadas com o exercício da sua profissão), do que as que “passa na escola” a dar aulas;
b) A minha filha não consegue ir às reuniões na escola das minhas netas, porque a legislação a impede (e há milhares de professores que podem explicar, “tim-tim por tim-tim” quais são esses obstáculos).
É verdade que o PSD não cumpriu o prometido. Porém, não fico, minimamente admirado:
1- Antes de ser presidente do PSD, MFL já tinha manifestado a sua concordância com a política prosseguida pelo Ministério da Educação;
2- Depois de ser presidente do PSD, tivémos o “folhetim do rasgar”. Chegou a dizer que não tinha dito “rasgar”. Colocada perante a evidência de que tinha dito, tergiversou. Intérpretes da sua Comissão Política tentaram “traduzir” o que significava “rasgar” na terminologia de MFL. Por último, “cereja no topo do bolo”, Pacheco Pereira confessa que MFL tem um “problema de expressão”. E eu a pensar que isto era uma canção dos Clã mas, interpretado por outra Manuela…;
3- A promessa eleitoral do PSD foi, simplesmente, oportunista, visando capitalizar votos dos professores. A prova é evidente. O PSD prometeu a suspensão e, agora, não a propôs. Talvez, mais um problema de expressão.
Termino, por agora, cingindo-me ao tema proposto.
Porém, se houver oportunidade, “falarei” de outras questões relacionadas com a “questão professores”. Ela é muito mais vasta do que a “avaliação”
O meu abraço solidário para a grande maioria dos professores (como em todas as profissões, também há os que não são dignos do “título”), não desistam e bem-hajam.
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28 Visão
Cara “coisa”,
(Como não se identifica, fica pela “coisa”)
Nem todos tiveram a sorte de ter paizinhos professores, que bem ou mal ajudaram e de maneira os meus amigos a ser alguém na vida. Aqui está o belo resultado.
O seu raciocínio sobre a minha pessoa e o Aborto deixaria o seus paizinhos envergonhados, pois não tem ponta por onde se lhe pegue.
Olhe, quer um exemplo de uma socialista convicta, que votou PS e é contra esta história toda ? Pergunte lá à Maria ?
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34 joaquim azevedo
Jakim, lá continuas tu com essa tua faceta de pidesco/controleiro.
Gostas de ir procurar o que os outros dizem e andar a controlar os nossos passos. É bem pior que falar da vida pessoal dos outros
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37 Maria
Eu adoro esta Maria. É aquele tipo de pessoas que deve andar à vários meses com uma guerra interior. Socialista e Socratista convicta e pelos vistos uma das piores detractoras desta história da avaliação dos profs.
Eu entendo o seu sofrimento minha amiga.
Preso muito que seja professora, pois aparenta ser uma pessoa de principios e talvez uma boa professora.
No entanto, eu quero-lhe dizer que o meu percurso escolar e o de milhares de Portugueses como eu sempre foi pautado por várias coisas que passo a enumerar:
- Professores que não tinham a mínima aptidão para dar aulas. Pessoas com um curso superior, e que não arranjando outro emprego foram dar aulas. Os chamados profs do dossier cheio de acetatos que passam de um ano para o outro e são sempre os mesmos.
- Escolas degradadas sem condições. Onde chove, faz frio e sei lá mais o quê.
Eu sou do tempo em que se passava quase um ano inteiro sem professor de Matemática. Sou do tempo em que um professora de Português dava erros de gramática nos testes e que nem falar sabia. Sou do tempo em que o Prof deixava o exercício no quadro e ia beber uma jolas para o café, voltando no fim da aula.
Acredito que hoje em dia as coisas não se passem assim, e que a maioria dos profs queiram verdadeiramente ser bons profissionais.
Mas o que não entendem é que nas suas reivindicações estão apenas a ser usados pelos sindicatos para atingir objectivos políticos.
Maria, você que é professora à tanto tempo, diga-me lá um ministros da educação que tenha sido elogiado ? Um que não tenha tido greves ?
É que desde que me conheço como gente, sempre me lembro dos prof a fazer greve e sei lá mais o quê ! Não será indicador do que está mal ?
Este problema, como diz Medina Carreira, é um problema de Funcionário Publico. Não tem nada a ver com a educação.
E como funcionários públicos, tem que ser avaliados, seja com este modelo ou com outro.
[Responder]
Caro A. Cunha:
a) correcção 1 “deve andar HÁ vários meses”; “HÁ tanto tempo”
b) correcção 2: nunca votei no Sócrates, nem no PSD, muito menos no CDS; não ando portanto em sofrimento partidário …
c) correcção 3: os professores não são funcionários públicos; são trabalhadores pagos pelo estado. Nuance! Daí que seja inglório bater no zezinho e exigir que os professores trabalhem 35 horas semanais. Trabalham (quase) sempre muito mais; com a agravante que cada 90′ diante de uma turma provoca um desgaste muito superior a 90′ sentado a uma secretária. Mas isto, o senhor deve saber …
d) correcção 4: como bem sabe, nos países europeus com melhores resultados no PISA (por exemplo, a Finlândia) não há avaliação de professores. A coisa fica cara e não adianta nada. O que há, isso sim, é auto-regulação das equipas educativas. Quer dizer, há frequentes reuniões para discutir o que foi feito e o qué preciso melhorar/modificar.
e) Lamento a sua experiência escolar. Há 37 anos que dou aulas mas antes tive 7 anos de ensino Secundário, os meus pais foram professores, fui formadora de professores, tive dois filhos em escolas públicas …. Conheci, por isso, muitas escolas, muitos colegas ao longo dos tempos. E olhe que nunca encontrei um “ramalhete” que se assemelhasse (nem de perto) ao que descreve. Teve mesmo azar !
f) O Sr Medina Carreira é um homem de “boutades”. Serve para alindar um serão de sábado. Não acredite em tudo o que ele diz.
g) Sempre houve greves de professores porque, se calhar, a 5 de Outubro não conhece o terreno e não sabe ouvir.
Boa tarde
M
[Responder]
Cara Maria
Então as minhas desculpas, pois existe uma outra Maria neste Blog, essa sim que defende o sr. Socrates e o PS com unhas e dentes.
No entanto gostaria me ajudasse a resolver um paradigma que me assola. Voce e o amigo cafc, pois então.
Se a educação em Portugal é má, reconhecida por toda a gente, porque motivo os professores recebem (ou recebiam) todos a nota mais alta ? E porque motivo todos se reformavam no topo da carreira ? E porque motivo um professor titular no fim de carreira tem um dos ordenados mais altos da Europa ?
Então a culpa disto tudo é de quem ? Só das pessoas do ministério ? Você realmente acredita nisso ?
Essa dos professores não serem funcionários públicos, é realmente boa. Mas olhe, sempre podíamos privatizar as escolas ! Que tal ?
A minha experiência escolar passou-se na escola Secundária da Sobreda (toda feita em madeira podre) e seguidamente na escola Secundária da Cova da Piedade e por fim Anselmo de Andrade.
Infelizmente não me lembro dos nomes das pessoas mas pode perguntar pelo prof de matemática, assim pró gordinho e de barbas, que no meu 11º ano da Anselmo de Andrade (86 ou 87) chumbou a turma toda. Esse senhor que também era engº civil e vinha do Algarve a Almada dar aulas. Entrava colocava o exercício no quadro e voltava 10 minutos antes do fim para corrigir o mesmo. Chumbou a turma TODA !!!
E como este existiam vários. Eram pessoas que arranjaram alí mais um biscate.
Espero que isto tenha deixado de existir, e como diz o cafc um professor hoje em dia é mais um escriturário do que professor. No entanto acredito que a avaliação de professores feita noutros moldes venha a resolver o problema.
E acredito que não devia exitir diferenças entre professores (titular e não titular)
Boa noite
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Cunha #42, está enganado. Eu simplesmente não tolero indivíduos armados em justiceiros e íntegros mas que, quando se vai a ver, são “Chicos da Tasca”. Um tipo que escreve aquilo que o Chico escreveu no 31 da Armada, não me merece o mínimo respeito, antes pelo contrário. Diga lá se você gostava de o apresentar a uma filha sua…
Quanto à questão dos professores, penso que já a discutimos anteriormente, não sei. Sei que a minha companheira é professora há mais de vinte anos, sei que a escola onde está se transformou num caos, sei que trabalha montes de horas em casa, sei que sofre quando vê alunos que “não vão lá” porque sabe muito bem a merda de futuro que os espera, sei que a “promoveram” a titular contra a vontade dela e agora passa a vida a preencher papeladas em vez de preparar aulas, sei que ela sente que tem uma formação na qual foi preparada para avaliar alunos e não professores, sei que tem pais de alunos que nunca faltam à missinha de Domingo mas não poêm os pés na escola, sei que tem alunos com historial de vítimas de violência doméstica e que quando denuncia essas situações a quem de direito a resposta chega tarde ou nunca, sei que tem que dar aulas de substituição sobre matérias para as quais não tem competência, sei muita coisa, amigo Cunha.
Mas o que eu sei melhor, é que há muita gente a vomitar opinião sobre aquilo que não sabe.
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46 joaquim azevedo
Acredito que seja frustrante ser professor hoje em dia, mas onde está o problema ?
Tem resposta para o paradigma que deixei à Maria ?
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Amigo António Cunha
Espero que a Maria responda à sua pergunta, pois está no “meio do furacão”. Eu só convivo com quem está no meio dele. Por isso, a Maria está muito mais habilitada (e já o provou) a dar respostas muito mais específicas.
Porém, como eu próprio já tinha dito, voltaria, se houvesse oportunidade.
Comecemos pelo facto de a Educação ser má em Portugal:
1- A resposta às suas interrogações é mesmo essa que parece querer recusar. Quem estabelece o sistema de ensino (em todas as suas componentes) são os Governos. E têm-no feito, sistematicamente, de forma unilateral. Repare que estou a usar o plural de propósito.
2- Já várias companheiras e companheiros deste debate apontaram situações que só foram criadas por via legislativa. E só há duas entidades a legislar, Governo e Assembleia da República.
Passando à “questão professores”:
1- Nunca ouvi um professor dizer que não queria a avaliação. Não querem este modelo mas, há outros alternativos. O problema é que eu ouvi o que os professores disseram mas, o Governo e muitos cidadãos não ouviram, ou não quiseram ouvir;
2- Quanto a mim, há um problema muito maior para os professores e que se chama Estatuto da Carreira Docente;
3- Este Estatuto apareceu com a “brilhante” ideia do Professor Titular. Na altura, parece ter passado um pouco ao lado da opinião pública e, salvo erro, até foi assinado pela Federação Nacional da Educação;
4- E é este mesmo Estatuto que os professores também rejeitam.
Por último, os professores que o são mesmo, fazem todos os sacrifícios que já aqui foram apontados. Mas, antes de terem que ser “escriturários”, já passavam muitas horas diárias, em casa, a preparar aulas, a elaborar e corrigir testes, etc.. Só para que não fique a ideia que muita gente, ainda hoje tem, de que o professor vai dar as aulas e, depois vai “divertir-se” a fazer o que muito bem entende. Até há quem pense que, por exemplo, terminado o Ano Lectivo, vai gozar 3 meses de férias.
Meu amigo, para terminar, “diria” que, com toda esta sobrecarga que os professores têm, ainda vão ser obrigados a trabalhar 48 horas por dia. Como na história do “outro” mas, o dia só tem 24 horas. Não faz mal, trabalham as outras 24 à noite. E lá tinham que ser pagos a dobrar. E, depois, lá vinham dizer que essas retribuições eram um escândalo.
Um grande abraço, meu amigo.
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Vou tentar responder a alguns dos seus problemas:
1. quadro da OCDE – dados de 2004, em dólares, rendimento anual:
Áustria 26 801 37 035 56 307 – 6º
Bélgica (FL) 34 959 50 478 60 679 – 4º
Bélgica (FR) 33 084 48 200 58 140 – 5º
Dinamarca 33 092 46 500 46 300
Inglaterra 28 769 42 046 42 046
Finlândia 34 825 43 526 43 526
França 25 928 33 906 48 845
Alemanha 42 321 51 883 54 211 – 7º
Grécia 23 700 28 646 34 640
Islândia 24 948 30 605 32 153
Irlanda 27 587 44 185 50 071 – 9º
Itália 25 595 32 168 40 113
Luxemburgo 66 712 83 390 115 899 – 1º
Holanda 32 703 59 762 65 910 – 3º
Noruega 29 618 35 420 36 679
Portugal 19 189 31 635 49 644 – 10º
Espanha 35 792 41 552 51 225 – 8º
Suécia 26 991 31 772 36 575
Suíça 53 340 69 061 81 462 – 2º
Como vê, estamos em 10º (prof, em final de carreira). E aqui tocamos num dos problemas que o governo quis resolver nos últimos 4 anos (e conseguiu!): impelir a sair da carreira os professores mais experientes (com tempo de serviço completo muitos mas, muitos mais com reduções brutais na reforma); impedir a chegada ao topo da maioria dos professores, dividindo a carreira em dois segmentos (o ordenado no final de 15 anos de serviço coloca-nos em 17º lugar!); congelar qualquer progressão durante 4 anos + 2 anos antes de tudo isto ter começado.
É só fazer as contas e perceber o que o estado ganhou connosco …
Começa a perceber que a saga da avaliação não teve obejectivos muito meritórios, não é?
2. Se bem se lembrar, o ensino em Portugal só cemeçou a ser obrigatório depois do 25 de Abril. Ora isto dá-nos cerca de 35 anos de luta pela formação de todos os cidadãos. No resto da Europa, o mesmo movimento começou no início do século XX ou depois do fim da guerra (1945).
Pode calcular o avanço que nos levam!
3. Quando frequentou a escola apenas tinham passado 10 anos sobre essa revolução. Sem professores formados, sem escolas, sem equipamentos houve que lançar mão de recursos variados. Isso é verdade. Mas não havia outra forma … No entanto, continuo a dizer que teve azar.
4. Hoje em dia não creio a situação se repita – pelo menos a essa escala
5. Falta muito a fazer pela educação em Portugal, isso é verdade. Dou-lhe três dicas: fazer passar uma mensagem de respeito por uma classe que, na sua grande maioria, é trabalhadora e competente; não defender o facilitismo encapotado; defender a ideia que a escola é um direito de todos e que sem educação não se pode melhorar a vida.
Como vê não é fácil e nem tudo está nas mãos dos professores ….
6. Privatizar as escolas – como a água, a electricidade, os transportes, a polícia, a saúde – seria, para mim, o maior erro do milénio. Mas isto sou eu a falar!
E não, os professores não são funcionários públicos. Esses trabalham das 9 às 5, não levam trabalho para casa nem têm que resolver as carências (sociais, económicas, afectivas, …) de crianças e adolescentes abandonados a si próprios por pais desinteressados, incapazes, cansados, deprimidos, perdidos …
7. A avaliação é UM dos problemas da educação deste país que poderia ter tido uma solução equilibrada não fosse a “gula” em poupar depressa uns tantos milhões (Deus nos salve do déficit, não é?). Para trás ficou a harmonização dos programas, a luta contra o abandono (que não da forma como está a ser levada a cabo), o apoio social, o apoio a alunos com deficiência, a regulação das aprendizagens, ….
8. Respondi a algumas das suas dúvidas? O que lhe peço é que não continue a falar de “casos” generalizando a partir deles o modo como funciona todo o edifício. Esses “casos” têm que ser banidos (de forma rápida e eficiente). Mas não definem o sistema.
[Responder]
Como não ficou formatado ….., o quadro deve ler-se assim:
Exemplo Austria
início de carreira – 26 801
15 anos depois – 37 035
final de carreira – 56 307 – 6º
[Responder]
António Cunha (bem precisa de meter uma cunha para ver se consegue quem lhe ensine a escrever sem erros ortográficos. Quiçá…um professor!:).
Adiante!
Se por “COISA”, entende:
facto
causa
acontecimento
assunto
motivo
mistério
espécie
propriedade
acto
matéria
ente
caso
(eis os vários sinónimos de COISA – se não entender, pergunte a um professor, sim?),
então, acertou na forma como se me dirigiu. Bastaria até ficar-se por “ente” ou “acto”.
O que, a si, não se aplica com qualquer propriedade. De facto, de “ente” nada tem! E nunca passará a “acto”, na justa medida em que será sempre, e apenas, “potência” (ver esta concepção em Aristótoles. Vê como sou sua amiga? Aquilo que eu lhe ensino!!!).
E, não tema! Os meus pais têm o máximo orgulho em mim: teriam vergonha, isso sim, se acaso houvesse alguma semelhança, por mínima, entre mim e si.
Felizmente a Mãe Natureza é pródiga e a misericórdia de Deus, infinita!:)
É caso para dizer: “coisa que vai à frente, ilumina duas vezes”!
FIAT LUX!
[Responder]
Maria, mas você acha mesmo que um professor, que É um funcionário publico, merece receber mais que um seu congénere na Dinamarca, Noruega e Finlândia ? E são TODOS, pois TODOS chegam ao topo da carreira.
Olhe, vocês não se tocam mesmo, pois não ?
Professores em fim de carreira são os mais bem pagos da UE
2009-07-16
Os professores portugueses em final da carreira são os mais bem pagos da União Europeia atendendo ao nível de vida do país, revela um relatório divulgado hoje, quinta-feira, pela Comissão Europeia em Bruxelas.
A edição 2009 dos Dados Essenciais da Educação na Europa apoia-se na análise de 121 indicadores para dar uma imagem do conjunto das tendências mais recentes (a maior parte dos dados utilizados são de 2006/2007) em matéria de organização e de funcionamento dos sistemas de ensino de 31 países europeus (27 da União Europeia mais Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia.
Se o salário bruto de um professor português no início da sua carreira é de 97,3 por cento do PIB per capita (indicador do nível de vida de um país), essa percentagem aumenta para 282,5 por cento no final dos seus anos de trabalho, de longe o valor mais elevado dos países analisados.
Para os professores alemães, o país com maior percentagem depois de Portugal, recebem entre 108,9 (início de carreira) e 209,1 (fim de carreira) por cento do PIB per capita, enquanto em Espanha as percentagens são 115,2 e 187,6, respectivamente.
O relatório também sublinha o facto de Portugal (juntamente com a Espanha, França, Grécia e Chipre) ser dos poucos países europeus a dar um “estatuto de carreira” com garantia de emprego “para toda a vida”.
Ao contrário da maior parte dos países, os professores em Portugal têm uma média de idades baixa, o que, segundo um dos técnicos que apresentou o relatório, irá significar que o país terá menos problemas do que outros na renovação dos quadros, para resolver o problema da partida para a reforma.
O estudo também sublinha que Portugal aumentou significativamente a percentagem de participação na escola dos alunos com quatro anos, de 14,5 por cento em 1979/80 para 80,64 em 2005/06.
Portugal é um dos poucos países europeus – juntamente com Irlanda, Espanha, Luxemburgo – onde se estima que a população de alunos na primária (cinco a nove anos) aumenta entre 2000 e 2010.
Em termos gerais, para toda a Europa, a Comissão Europeia considera positiva a tendência de aumento da participação dos alunos de quatro anos no ensino pré-primário, o aumento significativo do número de estudantes no ensino superior e o aumento do período de escolaridade.
http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1309674
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51 Visão
Minha “coisa”, para mim você é uma coisa, pois uma pessoa que vem aqui encoberta num “nick” é isso mesmo, uma coisa.
Em relação aos meus erros ortográficos talvez se devam a professores incompetentes que não me souberam ensinar. Mas vivo bem com isso.
Não vivo bem é com o facto de andar a pagar com os meus impostos um classe de pessoas que montada numa estrutura sindical afecta ao PCP e BE, têm feito da educação uma das maiores vergonhas deste pais.
aliás das poucas coisa em que concordo com Miguel Sousa Tavares é nisto :
“os professores os inúteis mais bem pagos deste país”
E não fale em Deus aqui, porque o pessoal ainda a esconjura.
[Responder]
Cunha #47, você com essa do “paradigma” parece o Chico da Tasca com os “professores debaixo da redoma”…
Quando você souber o que é um paradigma, eu respondo-lhe. Até lá, não.
[Responder]
Joaquim Azevedo:
Faço minhas as suas palavras!
É que a burrice tem limites, credo!
E a paciência também!
[Responder]
Joaquim Azevedo
podes bufar à vontade que eu não me ralo nada. Aliás outra coisa eu não esperava de um socialista radical.
Logo vi que tinhas interesses pessoais na matéria em causa.
Olha, se o Estatuto da Carreira Docente fôr pelo cano, os professores como os juizes serão os unicos trabalhadores deste país não sujeitos a hierarquias.
Como auferem dos melhores vencimentos de toda a Europa, totalmente desproporcionados quer em função do trabalho que produzem quer em função dos rendimentos médios dos portugueses, fácilmente concluimos que estamos perante uma espécie de semi-deuses, muitos deles totalmente ignorantes, com o cu assente numa espécie de olimpo que são os restantes portugueses.
Porque a verdadeira questão é esta : o Sistema Educativo português, de que os professores são a face visivel, nos ultimos 30 anos fez um trabalho miserável, colocando o país e as pessoas na carga de trabalhos em que se encontra hoje.
A unica coisa para que o Sistema de Ensino serviu foi para encher os traseiros gordos dos professores de mordomias atrás de mordomias, e de boas e chorudas reformas, não serviu para mais nada.
Vai perguntar a um professor em fim de carreira quanto leva para casa em termos de reforma e depois tenta saber em que posição estão hoje a maioria dos seus alunos.
E se não fosse a entrada em cena de uma mulher com eles no sítio, de nome Maria de Lurdes Rodrigues, ainda estávamos na triste situação do absentismo vergonhoso e totalmente impune por parte de “profissionais” sem dignidade, verdadeiros chulos do sistema.
E farto-me de rir quando vejo para aqui umas Marias a debitarem comparações com a Finlândia, país onde não há avaliação. Pois não há mas também não existem lá professores do calibre destes de cá. Cá não é necessária sómente uma avaliação, é necessária uma avaliação acompanhada de umas boas chicotadas no lombo que é como quem diz na carreira e nos salários.
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Sr Chico
Já foi saber se não será esquizofrénico?
Não seria melhor preocupar-se com o desaparecimeto da sardinha das costas portuguesas?
É que assim até podia apanhar ar … Parece-me que lhe está a fazer falta.
Sr Cunha
Hoje não tenho tempo para lhe responder.
Sabe, amanhã há aulas e os domingos dos professores não são para passeatas.
[Responder]
Maria, afianço-lhe: tem muito de esquizofrénico, sim. E também de autista. Deve auto-mutilar-se e de tanto bater com o trombil na parede, ficou só com o que tem dos ombros para baixo:restou acéfalo!!!
O que lhe confere uma consequente inimputabilidade.
E discutir com inimputáveis é, como sabe, uma pura perda de tempo!
Resta-nos portanto, e apenas, ter peninha da criaturinha.
Afinal o que se pode esperar de um ser que pensa com os pés e fala pelo umbigo??!!!…
Tadinho!
Junto envio foto do dito cujo. Não deixe de ver. E nesse momento, entenderá a essência da questão (coisa que estará, ad aeternum, vedada à criatura):
http://1.bp.blogspot.com/_jftDefY2b28/SPD6QCU643I/AAAAAAAAANY/iJjgekWHTn0/s400/9_acefalos.gif
Um abraço
(Se reparar bem na foto, verificará que o António Cunha também foi apanhado pela objectiva. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és, lá diz o ditado!:))
[Responder]
Começo a achar que determinadas “coisas” a unica maneira de falar é à bruta. Se calhar é assim que gosta, à bruta !!!
Os seus papás não lhe ensinaram que não se deve ofender as pessoas mesmo não concordando com elas ? É que o insulto é um sinal de fraqueza.
Já vi que teve uma boa educação mas tem falta de educação na mesma proporção.
Caro Chico, tudo o que diz é a mais pura verdade.
Doi ouvir a certas pessoas mas é verdade. É por isso que os meu filhos irão estudar num colegio privado até que tenha saude e dinheiro para pagar. Pelo menos ali tenho o direito de reclamar uma boa educação, que os prof não faltem e que os programas escolares sejam leccionados até ao fim.
Aliàs os bons professores à muito que se cagaram para este sistema estatal de merda, e foram para o privado.
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É tão disparatado dizer que os professores SÃO “uma gentalha inutil” como dizer que são “uns coitadinhos”. Há de tudo, como em todas as profissões. Se ganham mais do que os seus congéneres da Europa, ainda bem. Poucos serão os contribuintes que achem mal empregue o dinheiro pago aos professores dos seus filhos. Todos conhecemos professores (uns mais do que outros)(1)e alguns, como eu, conhecem bem os sacrifícios que eles fazem, já acima descritos. Só não percebo qual a sua relutância em serem avaliados. Sobretudo os que são cumpridores, como os que aqui escrevem. (Contrariamente a um comentador anterior, eu ouvi muitos dizerem que já tinham sido avaliados quando lhe deram o “canudo”. Nos primeiros meses da contestação, o tema era mesmo esse: NÃO À AVALIAÇÃO).
(1)Há dias soube que uma vizinha minha, tão velha como eu,era analfabeta: não sabe, usando as suas palavras, distinguir uma letra do tamanho da roda dum carro.
[Responder]
Exactamente, caro Cunha #59, no privado é que é bom. Já estamos cansados de saber. Fica por explicar é como é que alguns privados aparecem nos últimos lugares dos rankings, ou como se tiram cursos nas Modernas, nas Independentes, nas Portucalenses, nos Piagets, e noutras fantásticas vigarices privadas. Cursos esses que, infelizmente, acabaram por meter muito professor incompetente no sistema à custa de notas inflacionadas, viciadas e fraudulentas. Mas sobre isso, você, qual Chico da Tasca, é incapaz de raciocinar.
Essa desgraça das Universidades privadas de “papel e lápis”, cresceu como cogumelos na gloriosa década de poder do seu amigo Cavaco perante a indiferença quase generalizada. Mas, como tudo se paga mais cedo ou mais tarde, o resultado está aí à vista. E é claro que agora não vamos incomodar o sr Presidente com estas questões. Agora manda-se a culpa para cima de uma classe profissional e lava-se as mãozinhas de qualquer responsabilidade.
Por último, deixo-lhe uma ideia. Se quer mudar algo na educação, comece pelos papás. Diga-lhes que é mais importante a escola do que pôr os filhinhos a fazer “figura de urso” nos “Ídolos” ou a pentearem-se à Cristiano Ronaldo. Diga aos papás que os “Morangos com Açúcar” apenas servem para criar estereótipos que não acrescentam nada à inteligência ou ao conhecimento, antes pelo contrário. Explique-lhes que ao Domingo de manhã vale mais uma ida ao Museu do que dez catequeses, que a playstation é fixe mas o teatro é melhor, que o messenger, ou o hi5, é cool mas que um livro faz mais pelos filhos do que 10 mil “amigos” na net.
Se os papás forem mais educados, você verá como um boa parte dos problemas da Escola ficam logo resolvidos.
[Responder]
Ontem ainda pensei continuar a responder às questões colocadas. Com boa fé. Na maioria das vezes, acredito até ao fim que as pessoas estão dispostas a ouvir-se e a compreender argumentos.
Não me parece que seja o caso aqui de vários intervenientes. Um deles é, definitivamente, mal educado e não tem mais nada nem para dizer nem para fazer.
Outros funcionam com ideias feitas ?, despeito?
Aflige-me esta incapacidade de parar 2 segundos para pensar: “será que o outro não terá um pouco de razão?”
Como não tenho muito tempo para conversa fiada, …
aqui me despeço. Até um dia.
Espero que com ouvidos mais disponíveis.
Maria
[Responder]
1) António Cunha:
só lhe faltava vir para aqui pôr em causa seja quem for pelo simples facto de assinar as suas posições com um nick… Qual dos 35.000 antónios cunhas deste país é você? Se é tão “honesto”, toca a indicar o B.I., a carta de condução, com um comprovativo de morada (luz, água ou telefone), que é para a identificação positiva ser completa e inequívoca.
Até o fazer, é tão coisa como as coisas que anda a criticar. António Cunha? Qual António Cunha? LOL!
Mais: quero lá saber de que António Cunha se trata! Poupe-se lá ao trabalho de se identificar – que não é por isso que as suas opiniões ganham ou perdem validade.
Quanto ao Chico da Tasca:
se a honestidade intelectual matasse, você era imortal.
Juntava-se ao “António Cunha” e faziam uma bela junta.
[Responder]
Maria
Posso pedir-lhe que reconsidere?
Há muitos “ouvidos” disponíveis para além de quem escreve para este blogue. “Cá em casa”, só eu é que escrevo, por enquanto. Mas há mais quatro pessoas a “ouvir”. Quantas mais pessoas haverá que “visitam” o blogue, “ouvem” mas, não escrevem?
Que esse seu “até um dia” possa ser já hoje.
Cumprimentos.
[Responder]
61 joaquim azevedo
Amigo azevedo a mim cheira-me q não tens filhos. Acertei ?
Sabe este sábado que vem, não vou poder ver o Benfas, sabe porquê ? Vou ao teatro com os meus filhos.
Se não fossem os colégios e creches privadas os meus filhos não tinham onde ficar, pois os meu IRS não me dá acesso a um infantário do estado. É que eu pago os meus impostos TODOS e n tenho direito a nada.
[Responder]
62 Maria
Voce cara Maria não é nem pode ser a Maria dos “lol” aqui do blog. Pois é uma pessoa bem disposta e divertida.
Sabe, eu até compreendo, e já o disse, algumas das reivindicações dos professores. Quem não aceita os argumentos do outro lado são voces e esse vosso sindicato que mais parece um braço politico do PCP.
[Responder]
Meu caro Bernardo Sardinha
Em relação ao seu comentário #60, muito mais comedido que o #1, (o que só mostra que o senhor sabe “ouvir” e não se fixa em radicalismos pré-concebidos):
1- Que eu nunca tenha ouvido a qualquer professor que não queria avaliação e que o senhor já tenha ouvido de alguns professores o contrário,
é natural, acredito que o mesmo acontecerá com muitos outros concidadãos;
2- O que eu, nem ninguém, ouviu, certamente, foi qualquer organização representativa dos professores (e não são só os Sindicatos) dizer que não queria avaliação;
3- O que dizem (e penso que toda a gente ouviu) é que não querem este modelo de avaliação;
4- O “não à avaliação” dos primeiros meses que refere, não passa de uma “palavra de ordem” que, como todas as “palavras de ordem”, se inserem num contexto específico e não podem ser um discurso. Este, foi sempre muito claro, ou seja, esta avaliação não “presta”.
Meu caro, num tema que eu penso que é decisivo para o futuro de qualquer País (a Educação), entendo que neste seu comentário colocou as suas “divergências” de uma forma correcta.
Quem sou eu para julgar? Posso julgar erradamente mas o senhor não utilizou o insulto, nem a gritaria para manifestar a sua opinião.
Noutros “posts”, com outros temas, até pode haver oportunidade para isso. Neste e, pelas razões referidas, entendo que não.
Por isso, meu caro, agradeço a sua intervenção.
Um abraço.
[Responder]
Meu caro Joaquim Azevedo #61
Acrecentando só o que aconteceu (nesse tempo) com as Faculdades de Medicina (com o “numerus clausus”), que hoje estamos a “pagar” de uma forma dramática, subscrevo todo o seu comentário.
Os professores, hoje, têm que “educar” os filhos dos outros e não têm o direito (porque não têm tempo) para educar os seus próprios filhos.
Um abraço, meu amigo.
[Responder]
Cunha #61, as questões que lhe coloco nada têm a ver com a sua vida privada, mas sim com uma tentativa de análise global à questão. É fácil aterrar num qualquer blogue ou mesa de café e mandar umas atoardas onde se atiram todas as culpas da desgraça educativa para os malvados dos profes e respectivos sindicatos e partidos de esquerda e o blá-blá do costume…
Os problemas começam é quando se procuram causas mais longínquas como as que eu lhe apontei e você não foi capaz de desmentir.
O numerus clausus de que fala o CAFC, não foi só em Medicina, foi em todos os cursos. Os governos do Cavaco fizeram o favor de não abrirem vagas nas Universidades Públicas para que os apetites privados pudessem satisfazer a ganância do lucro à custa dos que pretendiam estudar. E que negócio eles fizeram…
[Responder]
Senhor António Cunha:
Contrariando o meu próprio conselho, reflecti demoradamente se lhe iria, ou não, responder.
De facto, não o queria fazer, não o devia fazer. Exactamente pelas razões que já antes apresentei.
Mas, enfim, cá me decidi e, então, aí vai:
Como ousa sentir-se ofendido com as ofensas que recebe? Acaso não não foi o senhor (a par com o Sr. Chico da Tasca) o primeiro a utilizar uma linguagem ofensiva? Não foi o senhor (a par com o Sr. Chico da Tasca) que apelidou os professores de “inúteis”? Não foi o Sr. Chico da Tasca(o mesmo a quem o senhor acaba de dar toda a razão no que diz!!!) a mimosear os professores com adjectivos tão edificantes quanto “gentalha”, “chulos” e outros quem nem me atrevo a repetir? Não foi o senhor que me tratou por “coisa”???!!!
Damos de barato, portanto, que ofender, para si, é algo de inócuo a que tem pleno direito. Já quando é ofendido, outro “galo canta”, certo?
Reparou também que as minhas observações (e as de muitos outros) foram respostas ao que o senhor e o Chico da Tasca “vomitaram” aqui sobre os docentes, tratando-os como uma classe sem qualquer brio profissional, sem carácter, sem, sem, sem…
Nunca ninguém lhe ensinou a NUNCA tomar a parte pelo todo? Nunca ninguém lhe ensinou que quando ofende grosseira e gratuitamente, tem todas as possibilidades de ser ofendido também?
Ou esperava (não, não pode ser tão ingénuo – e estou a ser muito optimista e branda, porque não era bem a palavra “ingenuidade” que francamente me apetecia ter escrito) que, subservientemente, aceitássemos todas as aleivosias que resolveu proferir sobre uma classe profissional?
O que sentiria se os seus pais fossem professores (ou a sua mulher, ou filhos, ou, ou, ou…você!) e eu viesse tratar de forma estulta, gratuita, grosseira todos os seus?
Já reparou no texto último que escreveu e nos palavrões obscenos utilizados?
E depois a mal-educada sou eu? O que dirá de si, então?
Não ofenda se não quer ser ofendido, não maltrate se não quer ser maltratado, não baixe o nível se não quer que o baixem consigo.
Quanto à educação que recebi de meus pais, foi absolutamente primorosa. Com colher de chá à nascença e o bule pela vida fora. Não se refira, pois, a quem me deu a vida, seres de uma integridade, dignidade e carácter quase improváveis nos dias de hoje. Porque isso, eu NÃO lho permito mesmo!
Fique bem, com as suas convicções (as quais nem sequer vou perder tempo a refutar: por inutilidade e pura perda de tempo), com os seus odiozinhos de estimação por quem muito bem lhe apetecer.
Porque, em boa verdade, a sua opinião é-me totalmente indiferente.
Estava o mundo bem tramado se ia dar ouvidos a todo o “gato-sapato” que resolve pôr cá para fora todas as frustrações de que ninguém tem culpa.
Por aqui me fico… sem que pretenda perder, nem que seja mais um minuto, do meu precioso tempo.
É que, às vezes, ainda tenho uns rasgos de pura bondade e infinita misericórdia!
Carpe diem!
[Responder]
Para recentrar o debate sobre os “programas” serem (ou não) leccionados até ao fim na escola pública e nos estabelecimentos privados:
«Os programas são projectos concretizáveis pelas programações a elaborar nas escolas, de acordo com o seu plano global de actividades e respeitando o equilíbrio entre os três domínios e o peso relativo dos respectivos conteúdos.»
-> os programas são PROJECTOS concretizáveis pelas PROGRAMAÇÕES a elaborar por cada escola… a escola A pode ensinar uma coisa; a B, outra no mesmo ano e ao mesmo tempo: tudo depende da programação; mais: na escola A, a programação da turma C pode ser completamente diferente da da turma D…
isto porque (continuemos no mesmo documento):
«O grupo de professores de Língua Portuguesa que lecciona determinado ano efectuará, antecipadamente, propostas de programação viáveis e abertas. Posteriormente, cada professor apresentará e negociará, com as suas turmas, uma versão da programação que tenha em conta a natureza dos projectos de trabalho, a idade, a maturidade e a experiência anterior dos alunos e que respeite as finalidades, objectivos e conteúdos definidos.»
-> negociará com as suas turmas UMA VERSÃO DA PROGRAMAÇÃO…
«A variedade de modos, processos, actividades e meios pedagógicos apresentada nos programas constitui um instrumento de referência fundamental para permitir o tratamento pedagógico criativo dos conteúdos e para responder a diversidade das necessidades e motivações dos alunos.»
Lindo! : responder à DIVERSIDADE DAS NECESSIDADES; donde a turma D pode ter necessidades diferentes das da turma E; donde a programação terá de ser diferente; donde não faz sentido perguntar “Já deram o «Auto da Barca do Inferno»?” – e se tal obra não se enquadrar na programação da turma, porque “outras necessidades mais altas se alevantam”?…
Pergunta-se: quem fez esta lei? Foram os professores?…
Leve-se esta lei até às primeiras consequências – nem peço que sejam as últimas – bastam as primeiras.
O que se tem de cumprir não são programas, mas programações ABERTAS, de turma para turma, de escola para escola, de acordo com as necessidades e interesses dos destinatários.
Provas de aferição? Aferir o quê? Exames nacionais no Básico? Como?
Que sentido fazem, quando uns abordam matérias que não se enquadram nas necessidades e interesses de outros – que não foram contempladas nas diferentes programações?
Eis um exemplo da teia legislativa que enreda professores, alunos e Encarregados de Educação e que dá legitimidade aos professores para dizerem a todos os que os acusam gratuitamente:
- Vocês não sabem do que estão a falar quando responsabilizam os professores pelo estado em que está o ensino.
Cumprimentos.
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70 Visão
Cara senhora (agora já se percebe o sexo)
Não se venha agora fazer de coitadinha nem de ofendida, pois isso fica-lhe mal.
Eu no meu comentário #8 apenas referi uma frase de alguém que não eu, e que foi divulgado por toda a comunicação social. Nunca me referi a si.
Você no seu comentário #28 soltou todo o seu ódio e falta de educação.
Referiu-se aos meus pais e tentou fazer uma piadola sobre o aborto.
Por isso tenha juízo e se não quer ser ofendida não ofenda os outros.
Em relação à sua bondade pode colocá-la lá naquele sitio onde o sol não brilha.
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63 Caifás
Portanto quando se refere a junta, está a referir-se à junta de freguesia ?
Sabe que o seu homónimo era também conhecido pelo “Macaco” !!!
Quer uma bananita ?
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Encontrei esta pérola num dos site mais interessantes sobre professores.
Digam o que acham disto
Á semelhança do que já foi feito pelos colegas do MUP, para os Distritos de Viana do Castelo e Castelo Branco, há que continuar a localizar nas listas do PS (por círculo e município) e denunciar publicamente aqueles que votaram contra os Professores e penalizá-los por isso em Setembro. Para que ninguém esqueça, para memória futura aqui ficam os nomes:
Citação de: http://www.profblog.org/
Afinal foram 27 os deputados do PS, professores, que votaram contra os professores
Deputados do PS, professores, que votaram ontem contra os professores:
Odete João – Leiria – professora do ensino secundário, n. 1958, lic. em Mat. e mestre em Tecnologias da Informação, foi coordenadora do Centro de Área Educativa de Leiria
Fernanda Asseiceira – Santarém – professora do 2º CEB, n. 1961, lic. em Marketing
João Bernardo – Aveiro -prof. do 1º CEB, n. 1955, fez um complemento de formação em Gestão Escolar
Rosa Maria Albernaz – Aveiro – professora do 1º CEB, n. 1947, é deputada há muito tempo.
Paula Barros – Vila Real – professora do ensino secundário, n. 1966, foi presidente do CE do agrupamento de escolas Francisco Gonçalves Carneiro, em Chaves.
Jorge Fão – Viana do Castelo – lic. em educação/animação comunitária, n.1956.
Rosalina Martins – Viana do Castelo – lic. em ensino do Port./Francês, n. 1955
Ricardo Gonçalves – Braga – lic. em Filosofia, n. 1957, professor do ensino secundário
Fernando Cabral – Guarda – licenciado (não refere em que área), n. 1956, professor do ensino secundário
Bravo Nico – Évora – doutorado em ciências da educação, n. 1964, professor da Universidade de Évora
Paulo Barradas – Viseu – lic. em humanidades, mestre em história medieval, professor do ensino secundário
Isabel Coutinho – Braga – lic. em história, n. 1966, professora do ensino secundário
Cláudia Vieira – Viseu – lic. em direito, n. 1967, foi professora mas agora é advogada
Miguel Ginestal – Viseu – lic. em ensino (não diz em quê; julgo que será em ensino do 2º CEB) e mestre em gestão pública, n. 1965, professor (não diz em que nível mas eu julgo que é no 2º CEB)
José Junqueiro – Viseu – lic. em humanidades, n. 1953, professor. Já está há décadas no Parlamento
Jovita Ladeira – Faro – curso do magistério primário e lic. em comunicação, n. 1957, professora do 1º CEB
Aldemira Pinho – Faro – lic. em economia, n. 1952, professora do 2º e 3º CEB
E mais estes:
Agostinho Gonçalves, Porto, Curso de Engenharia Electromecânica, Professor do Ensino Secundário
Celeste Correia, Lisboa, Licenciatura em Filologia Românica, Parte curricular dos Mestrados em Relações Inter-Culturais e Linguística Portuguesa Descritiva, não consta nível de ensino, deputada desde a VII Legislatura
Horácio Antunes, Coimbra, Pós-Graduação em Administração e Políticas Públicas, professor do Ensino Básico
Jacinto Serrão, Licenciatura em Física, Ramo Ensino, Pós-graduação em Supervisão e Orientação da Prática Profissional, Professor do 3º Ciclo e do Ensino Universitário
José Augusto de Carvalho, Lisboa, Licenciatura em Ciências Humanas e Sociais, Professor do Ensino Secundário
Manuel José Rodrigues, Faro, Licenciatura em Economia, Inspector Superior da Inspecção-Geral de Educação, não consta nível de Ensino
Maria Helena Rodrigues, Vila Real, Licenciatura, não consta a o curso nem o nível de ensino
Maria Manuel Oliveira, Setúbal, Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses e Ingleses, professora do Ensino Secundário
Miranda Calha, Portalegre, Curso Superior de Ciências Pedagógicas, Licenciatura em Filologia Germânica, deve ser Professor do correspondente ao 2º Ciclo embora tenha dado aulas no Liceu, foi professor no Liceu de Nacional de Portalegre e Director da Escola Preparatória de Castelo de Vide
Pedro Farmhouse Simões Alberto, Lisboa, Licenciatura em Ciências da Comunicação, não consta nível de ensino
Nota: Você sabia que o PS é o partido que tem mais deputados que são ou já foram professores? O que se passará na cabeça desses deputados para agirem da forma como agiram? Que memórias têm esses professores do tempo em que leccionavam? O que os fez tornarem-se assim? Os primeiros 17 nomes têm links para as biografias. Quem quiser enviar emails de repúdio, deverá clicar em cima dos nomes e, de seguida, clicar no endereço electrónico. Não tive tempo para linkar os restantes 10 nomes.
Publicada por Ramiro Marques
http://www.saladosprofessores.com/index.php?option=com_smf&Itemid=62&topic=13252.msg148787
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E tenho a certeza que mais uma vez a actual ministra será criticada e maltratada pelos seus colegas.
Mesmo tendo um passado sempre ligado à educação e a movimentos sindicais, acredito que não faltará muito para começar a contestação.
Quero saber se existirá mais alguem em Portugal que saiba mais sobre educação do que esta senhora.
Tenham juizo e aprendam e lutar pelos vossos direitos e deixem de ser o magafone do PCP
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É evidente que os professores não são os maus da fita. Mas que tambem fazem parte do problema lá isso fazem
O maior problema deste pais está nisto. Podem dar as voltas que quiserem, mas vem tudo dar aqui.
“O ataque às despesas públicas é, de há muito, um completo fracasso, tentado por todos os governos. Estes saem e tudo fica pior.
Duas razões o explicam: a primeira é a quase estagnação da nossa economia (0,8% anuais, entre 2000 e 2008); a segunda é a natureza das despesas que mais pesam nas contas públicas e que são as do ‘pessoal’ e as das ‘prestações sociais’. Muito rígidas, correspondiam já a cerca de 78% da despesa primária (total menos juros), em 2008.
Quem é beneficiário destes pagamentos?
São 700 000 funcionários, cerca de 3 400 000 reformados, perto de 350 000 titulares do RSI, uns 300 000 desempregados e outros centos de milhares de subsidiados diversos, num total superior a 6 milhões de indivíduos.
Isto é: temos estes 60 a 70% de eleitores inscritos, que são militantes atentos e empenhados do ‘Partido do Estado’!
Quem vai ‘tocar-lhes’, num prazo que ainda possa ser útil?”
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73 – “António Cunha”
Referia-me mesmo a uma junta… lá na freguesia…
Quanto à banana: pode aplicar a si próprio(a) o conselho que tão gentilmente – e em mais uma prova da sua completa falta de nível – deu à Visão.
Depois, sente-se num fardo de palha que há-de partilhar – gentilmente também – com o companheiro de canga, Chico da Tasca, à espera que faça efeito – o fardo e o conselho.
Teremos então matéria para um novo Adamastor: “E, junto de um penedo, outro penedo.”
E se das cabeças assim postinhas lado a lado não puderem tirar-se ideias, podem na mesma tirar-se anéis… o que é óptimo, já que o marfim (e muito bem) foi proibido.
P.S. A minha falta de nível fica sobejamente demonstrada. Mas eu nunca tive pretensões a tal.
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Meu caro Zero à Esquerda
Temo que o seu comentário nâo seja “ouvido” (para utilizar a expressão da Maria) por algumas pessoas. Não vou repetir o que já escrevi neste “post”, sobre a importância da Educação e como deveria ser “tratada” de uma forma séria.
No meu comentário #48, tinha colocado, com palavras diferentes, o que o meu amigo pergunta, agora e frontalmente, “Quem fez esta lei? Foram os professores?”
Espero que tenha mais sorte e obtenha a resposta que ambos desejamos.
Um abraço, meu amigo.
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77 Caifás
és fraco na piadola e grande na patetice.
Diz “uma junta de Bois” homem !!!
Tens vergonha ? Vá pá assume o insulto, senão ficamos pelo meio insulto e isso assim não tem piada nenhuma.
Além disso usas como nick o nome de alguém que digamos era um pulha, um verdadeiro FDP.
senão vejamos o que os astros dizem sobre Caifás
“Caifás
Astuto, manipulador e sagaz são qualidades que poderiam ser aplicadas a Caifás, o sumo sacerdote que presidiu dois dos julgamentos de Jesus. Ainda que não fosse pelos relatos bíblicos, só o fato dos romanos o deixarem permanecer no cargo por mais tanto tempo (18 anos) já mostra que ele era um manipulador astucioso.”
“Para Caifás, a vida nada mais era que lucrar e preservar o seu bocado de poder insignificante.Mesmo com toda a sua manobra e trama, ele é uma personalidade absolutamente insignificante na História, a não ser por tratar infamemente Jesus e os cristãos. Sua obsessão por conservar-se no poder o tornava frio, indiferente e incapaz de ver que o Filho de Deus estava ali no seu meio.”
Preservar o poder a todo o custo !!!
Afinal já havia gajos do PS à 2000 anos.
“Os Caifases na política. O mundo cada vez mais se acha sob o controle de políticos que, à semelhança de Caifás, têm poucos princípios e cujo único objetivo é guardar o poder que conquistaram. Para alguns, o meio de conservar o poder político é defender (ou, pelo menos, não combater) práticas ímpias que são valorizadas por pessoas mundanas.”
Caifás, Caifás isso não se faz !!!!
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Sobre a introdução aos programas de Língua Portuguesa (que aliás não conheço):
a) Calma!
b) São programas para que nível de ensino?
c) Como se menciona uma peça de Gil Vicente, presumo que estaremos a falar do 3º ciclo – 7º, 8º e 9º anos. Será?
d) Nada do que está transcrito (entre aspas) significa que um professor se pode ATREVER a não dar o dito auto. Gostaria que isto ficasse bem claro.
e) Mas pode – e deve – pegar na peça de mil maneiras diferentes, desde que , no final, os alunos saibam caracterizar as personagens, perceber a crítica social, localizar cenas na evolução do texto, etc.
f) Quando se diz que se deve adaptar o ensino ao grupo de alunos em causa, isso é, para mim, uma coisa evidente. Se há grupos que não têm problemas de vocabulário, então um professor não se preocupará com isso e passa a um patamar superior. Mas se eles existem, não pode avançar para a interpretação das falas das personagens sem se assegurar que está a pisar terreno sólido.
g) Mais uma vez, julgo que é preciso lutar contra as ideias feitas: uma turma não é igual a outra e mau será o professor que não perceber isso e debitar um discurso igual para todos ao longo dos anos.
h) É esta arte de manejar a diferença, de criar saberes de modos diversificados – sem nunca perder de vista que há objectivos finais comuns a atingir – que torna a profissão de professor diferente da de um fazedor de parafusos.
i) Por isso, a produtividade não se pode medir da mesma maneira (quantos parafusos foram feitos ao longo do ano, sem defeito). A imprivisibilidade e a variância do material com que trabalhamos (os alunos são pessoas ) é difícil de gerir mas aliciante! É disto que gosto na minha profissão: ter a possibilidade de nunca repetir e fazer descobrir, fazer aprender coisas imprescindíveis à vida de futuros cidadãos.
j) Volto a repetir: “Os programas são projectos concretizáveis pelas programações a elaborar nas escolas”, sim senhora. Mas os núcleos duros têm que lá estar! Senão estaríamos a cavar um fosso imenso entre os que partem das linhas da frente e os outros que, infelizmente, andam no meio do pelotão ou mesmo na última fila. O nosso dever é fazer com que todos acabem a corrida, cada um a seu tempo e correndo cada um a seu modo. Mas lá que têm direito a acabá-la, lá isso têm ….
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#74 António Cunha
Até tenho medo de perceber bem o que isso quer dizer. É uma lista negra? Quem a elabora? Foi um professor qualquer, por iniciativa própria, ou uma organização de professores? Se é a primeira hipótese, a classe não se demarcou? Se é a segunda, é esta a classe que se queixa de injustiçada?
Mas devo estar a perceber mal! Não é possível!
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Caro Bernardo
Isto foi retirado do site http://www.saladosprofessores.com
Sala dos Professores – O maior portal para professores de Portugal.
E lá poderá encontrar as mais belas perolas desta classe injustiçada
Ouvir dizer tb que uma das suas vinganças contra Miguel Sousa Tavares foi distribuir pela net gratuitamente TODOS os livros do autor em formato PDF. E foi feito às claras.
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Olhe lá, “ó” cunha, permita que lhe faça uma pergunta meramente académica. É assim tipo “curiosidade mórbida”!:)
Você já nasceu assim ou…foi acidente???!!!…
É que deve doer que se farta!
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O Cunha “ouviu dizer”, o Bernardo “emprenha pelos ouvidos” e apoia, o Chico da Tasca insulta. À direita, nada de novo, portanto!
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azevedo
ja te expliquei essa do ouvi dizer. aliás essa história do sousa tavares tem saído em todos os jornais.
ja te expliquei que não sou de direita nem de esquerda sou do centrao.
e não reduzas os problemas a uma guerra esquerda direita.
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ó cara visão aqui o amigo cunha gosta pouco é de putos mimados
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Eu, por acaso, ouvi dizer que essa história dos pdf é da autoria dos Diabos Vermelhos. Eles não perdoam ao Miguel o facto de ele se andar a passear com a bandeira do FCPorto no Rossio. Mas também há quem aponte o dedo aos homens da estiva que o insultaram por causa dos contentores. Os mais cínicos acham que o autor da piratice é o Vasco Pulido Valente e/ou a Manuela Moura Guedes.
Outra coisa que eu ouvi dizer é que Centrão significa, em Portugal, política de Direita.
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#84 Joaquim Azevedo
Enganou-se. Sou surdo e canhoto.
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Azevedo
nós os benfiquistas adoramos o MST. É o único portista que consegue falar mal do PC. Alguma coisa o homem tem de bom.
Mas olhe que existem mais pessoas do porto que gostam de andar em lisboa com bandeiras. Veja lá se conhece este sr aqui:
http://1.bp.blogspot.com/_8gsxFHAKGWM/SdZF5xkFCfI/AAAAAAAADfA/gh8pJmElkfg/s400/pinto+da+costa+benfica
E já que não gosta do “ouvir dizer” então leia meu amigo. Leia e cultive-se.
“Conheça o teor do email, divulgado na passada terça-feira no semanário Expresso, e que está no centro da polémica:
“Com os professores ninguém brinca olé
Vou partilhar um presentinho que recebi de uma professora… Claro!!!
A vingança…
Uma vez que há leitores assíduos de Miguel Sousa Tavares *(M S T)*… aqui vai o “Rio das Flores”, “Não te Deixarei Morrer” e o “Equador”… ou seja a ultima publicação do Senhor que disse: “Os professores são os inúteis mais bem pagos deste país”
Ora como “os inúteis mais bem pagos deste país” já lhe deram alguns milhares de euros a ganhar, resolveram agora e mais uma vez fazer uso da sua inutilidade e dar este *presentinho* a todos os que o queiram ler…
*Aqui o têm, não comprem…* e ofereçam-no aos vossos amigos e conhecidos, sejam magnânimos, ofereçam ao maior número possível de pessoas.””
http://www.sabado.pt/Actualidade/Artes/Processo-de-Sousa-Tavares-em-fase-de-inquerito.aspx
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Cunha, lá vem você com aquelas tentativas desbragadas de manipulação – colar uma classe profissional de 150 mil pessoas à opinião de meia dúzia. Se quiser ir por aí, vá. Mas lembre-se sempre que o seu partido fez eleger o Preto das Malas para o Parlamento. Logo, se eu raciocinasse da mesma forma que você faz, concluiria que você, António Cunha, é cúmplice das trafulhices do Preto. Posso?
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90 joaquim azevedo
Não, não pode porque esse sr ainda não foi julgado (logo ainda é inocente), está suspenso da actividade de deputado, e porque eu voto em Setubal e não em Lisboa.
No entanto dentro do PSD a gente pode discordar, como bem deve saber. E eu discordo frontalmente da presença desse senhor no partido.
Já agora, e aquele vereador eleito lá no Algarve pelo Bloco. Tambem ajudou a elegê-lo, certo ?
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Pronto, Cunha, sendo assim estamos de acordo. Nem eu colo o PSD à imagem do Tono Preto, nem você faz associações manipulatórias em relação à classe docente.
Quanto ao vereador do BE no Algarve, confesso que nunca ouvi falar desse assunto. O que se passa, afinal?
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92 joaquim azevedo
Então voce que é uma pessoa super informada não sabe da noticia do Sol ? Ou não sabe ou está a gozar comigo.
Dou-lhe uma dica. O sr foi eleito por Olhão e diz-se inocente
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