«Beijo gay nas mãos da administração da SIC». E não é um beijo qualquer. Diz Luís Gaspar, intérprete de Gustavo, o homossexual da novela “Aqui não há quem viva” que virá ou não virá a dar o difícil beijo: «Para mim isto é trabalho. É um beijo simples. Dar um beijo ou um estalo é a mesma coisa». Gay e sádico. A decisão da Administração não é, de facto, fácil.


Sem respostas ao post “Uma novela pesada”  

  1. 1 1  Héliocoptero

    A passar na televisão, não será de espantar se pouco depois se ouvir as Mães de Bragança, as Mulheres em Acção, a viúva Sousa Franco e outras beatas do PS (já para não falar das do PP e do PSD) virem clamar sobre o conteúdo nocivo dos programas televisivos dos nossos dias.

  2. 2 2  jacinto de tormes

    Duvido que tenha encontrado, com este post, a verdadeira fórmula para iniciar este debate, que do meu ponto de vista, nem “fracturante” é (usando a terminologia de algumas mentes saloias).
    Que seja para o Penim e para a Teresa Guilherme, sem dúvida.

    E a SIC, como sabe, é useira e vezeira em fabricar grandes alaridos…

  3. 3 3  Luís G. Rodrigues

    Seria interessante saber o que pensa o Ministério Público em geral (e o Procurador Geral da República em particular) sobre este tema, tendo em vista a recente tomada de posição do Procurador que elaborou as contra-alegações no «processo Teresa e Lena».

    Como se pode ler aqui:

    http://rprecision.blogspot.com/2006/05/as-alegaes-do-ministrio-pblico.html

  4. 4 4  rr

    Os valores da estação SIC estão todos invertidos. O que deveria ter sido objecto de reflexão da Administração era o “não-aperto de mão do carrilho” e tambem que esses srs. se pusessem a pensar porque na SIC existe um tratamento mais imparcial num comicio do PRN do que num politico do sistema democratico vigente. Isso é que esses srs. deviam pensar. Agora julgar um acto de acção criativa é pura censura.
    A proposito hoje no Diga Lá Excelencia vai estar presente o Exmº militante nº1 do PSD, conselheiro de Estado e coordenador dos Estados Gerais do mesmo partido, (a proposito e como nota de somenos importância este sr. tambem é o dono de um dos maiores grupos de comunicação social do País, SIC, EXpresso, VIsão, Exame, etc…)que mais não é do que uma acção de relacções
    publicas depois da crise Carrilho/SICN. Espero curiosamente ver quais as perguntas que os jornalistas da RR/Publico lhe vão fazer e se abordam essa questão mais do que evidente e quanto a mim éticamente (e não só)perigosa e contraditória do conflito de interesses partidários e jornalisticos.
    esta é uma questão que eu gostaria de ver debatida no meu País, só que infelizmente no meu País, todos fazem um enorme esforço para não ver.O que numa democracia seria um debate normal e uma questão importantissima cá não existe, não se olha, não se diz. A seguir com atenção.

  5. 5 5  rr

    Já agora Daniel mais uma vez mais quero saudar a sua frontalidade e coragem num momento do “Eixo do Mal” em que criticou algumas opções do R. Costa no debate com Carrilho. Nesse preciso momento notou-se claramente a “liberdade de expressão” no nosso País. O Nuno Artur Silva atabalhoadamente a querer interromper e mudar de assunto mais a cara de espanto do seu colega Nuno Júdice revelaram mais sobre
    a liberdade de expressão do que os longos e hipócritas editoriais sobre as caricaturas (eh pá onde isso já vai) e os valores da civilização ocidental.
    Basta ver.Porque mais uma vez ninguem falará do assunto.

  6. 6 6  e-konoklasta

    Já desisti de ver televisão portuguesa, salvo alguns, raros, programas. Cortei o mal pela raíz. O pior é que o meu desinteresse não resolve nada, mas o meu eventual interesse também não.

  7. 7 7  canzoada

    Aguenta que é serviço!

  8. 8 8  Karla

    Juízos de valor, à parte … pode ser um beijo salvador de audiências.
    É capaz de fazer mais sururu, que os morangos com açúcar.

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