“Duas destas privatizações são especialmente graves: a REN e os CTT. Porque se tratam, na realidade, de dois monopólios naturais que passarão a ser privados. E porque são fundamentais para manter a coesão territorial. Distribuir electricidade e correspondência (e outros serviços, no caso dos correios) a zonas pouco habitadas dá prejuízo. E no entanto, a bem da coesão territorial, pagamos todos o mesmo. Com a privatização, das duas uma: ou as zonas que não são rentáveis são definitivamente abandonadas ou o Estado financia a sua cobertura. O que quer dizer que o Estado oferece o filé mignon e paga o prejuízo. Estamos habituados a estes negócios.”

Ver artigo no Expresso Online.


37 respostas ao post “Vender os dedos”  

  1. 1 1  Carlos Marques

    Os Correios não dão prejuízo, segundo oiço dizer.
    Os Correios são importantes para a coesão nacional.
    Os Correios são emblemáticos do território nacional.

    Proponho, como alternativa, a privatização imediata da RTP1, que só dá prejuízo, e transformação da 2 num PBS a sério, em vez de canal de séries (boas, sim) e desporto.

    Não percebo porque é que a RTP / RDP são mais serviço público do que os Correios, especialmente porque a RTP / RDP podem ser substituídas com muitas vantagens por privados e sem risco de prejuízo para os cidadãos e para a cidadania.

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  2. 2 2  Fado Alexandrino

    Não percebo porque é que a RTP / RDP são mais serviço público do que os Correios

    Uma pergunta interessante, mas parece-me que a resposta é muito simples.
    Todos os poderes precisam da RTP (lembre-se de Duran Clemente no 25 de Novembro)e desde aí a RTP esteve sempre ao serviço de quem manda. O melhor exemplo actual são as entrevistas de Judite “de” Sousa e o programa da Dona Fátima.

    Mesmo o Bloco de Esquerda não se pode queixar pois todos os dias aparece três ou quatro vezes claro que é quase sempre a mesma personagem.

    Portanto quem é que vai deitar fora uma galinha que come ovos de ouro.

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  3. 3 3  Jobi

    Oh, ainda no domingo estive a ver no telejornal da hora de almoço uma propagandazita ao Magalhães que parecia o tempo de antena do PS nas últimas eleições. Os programas de humor político nem se vêem, é só dança e cantoria. Esta RTP tá cada dia mais salazarenta.

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  4. 4 4  Andre

    Totalmente de acordo em relacao à privatizacao dos correios e da REN. Já em relacao à TAP e RTP1 essa privatizacao já deveria estar feita.

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    Gestrundino Malaquias do Coiro Calhau Reply:

    André,

    É você que vai comprar a TAP?

    Não sei se está ao corrente, mas não era difícil de ver que a era das low costs de longo curso está a ser já preparada na prática.

    Para quem não saiba, e depois de obter alguma insider information, há planos da Ryanair, maior Low Cost a operar na Europa, para iniciar esta “caminhada”, começando por voos para os EUA. Uma vergonha se Lisboa não apanhar a oportunidade que está a ser negociada para ser esta plataforma.

    Nessa era, que não é mais do que o futuro próximo, acha que a TAP não é destruída em 3 tempos?

    Alguns países bem desenvolvidos já abdicaram das suas companhias bandeira para se adaptarem a esta concorrência cerrada nos preços.

    Quanto à RTP1, privatizada ou não os Governos terão sempre maneiras de nos bastidores fazerem valer os seus interesses.

    Mas este pretende um particular controle. Não estou a ver essa privatização para breve.

    Libertário Reply:

    E a Inapa também.

    Fado Alexandrino Reply:

    há planos da Ryanair, maior Low Cost a operar na Europa, para iniciar esta “caminhada”, começando por voos para os EUA.

    A questão é muito interessante.
    No entanto não é assim tão linear. Uma low cost muito garantidamente nunca conseguirá voar para nenhum dos aeroportos de New York, a razão é simples, não há slots.
    É como as low cost que não conseguem voar para Heathrow, penso mesmo que Lisboa é o único aeroporto servindo uma capital que mistura os dois tráfegos.

    José Reply:

    Ainda bem que temos aqui pessoas tão bem relacionadas, que arranjam “insider information” de que a Ryanair vai voar para os EUA.

    Mais interessante é essa informação confidencial já ter sido anunciada e publicada nos jornais há 3 anos (e até agora sem concretização)
    http://www.metro.co.uk/news/45023-ryanair-plans-to-fly-to-usa-for-7

    Miguel Reply:

    «É como as low cost que não conseguem voar para Heathrow, penso mesmo que Lisboa é o único aeroporto servindo uma capital que mistura os dois tráfegos.»

    Hem?! Madrid e Paris não são capitais suponho. A Ryanair voa para Barajas e a Easyjet voa para Barajas e para Charles de Gaulle.

    Fado Alexandrino Reply:

    Miguel Reply:
    Março 9th, 2010 at 23:17

    Se tivesse lido com mais cuidado verificaria que eu não afirmo, dou apenas uma pista para poder ser confirmada.
    E assim não precisava de vir com o ar professoral que tantos aqui gostam de apresentar.

    Miguel Reply:

    Fado, não se chateie por tão pouca coisa.
    Veja o lado positivo da coisa, pelo menos já aprendeu algo neste blogue.

  5. 5 5  Malandro

    Visitem este novo blogue. Obrigado!

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  6. 6 6  Antonio Cunha

    Os correios estão moribundos. Só servem para entregar publicidade e contas da agua e luz.

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  7. 7 7  AL

    A proxima privatização será a do “Sporting Club de Portugal”

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    Primo Basilio Reply:

    Tendo em conta o passivo do Benfica acho que vai ser a “adega da Luz” a ir parar ao prego…

  8. 8 8  JMG

    Seja: a transferência de monopólios naturais para as mãos de privados tem, em Portugal, uma história que não se recomenda. Mas a alternativa aos mais de 6 mil milhões de receita (salvo erro) que se prevêm qual é, ao certo? Esbulhar os grandes capitalistas do que lhes pertence? Porque isso feriria de morte o sistema capitalista, legítima pretensão do Partido Comunista e porventura de muitos no BE; mas que suponho não seja a sua. Depois, a propriedade pública também não garante muito: veja-se que não foi a propriedade pública que impediu o fecho (a meu ver completamente vesgo) de linhas de caminho de ferro cuja exploração era especialmente deficitária. E também não é a propriedade pública que garante um mínimo de racionalidade na gestão e respeito pelo cliente, como se vê no que resta da CP e, já agora, nos próprios CTT.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Como explicarei no texto que escreverei amanha o Estado perde dinheiro com estas privatizações. É que na maior parte dos casos elas dão lucro.

    Carlos Marques Reply:

    Ponha lá no texto, se faz favor, o que pensa de se manter uma que dá prejuízo injustificado (RTP).

    Cfe Reply:

    “É que na maior parte dos casos elas dão lucro”

    As que dão lucro é para vender então ?

    Gestrundino Malaquias do Coiro Calhau Reply:

    João,

    Tem aí um post para obrigar à reflexão e elevar o nível do debate. A questão da eficiência da propriedade pública e da sustentação eventual com impostos).

    Ou seja temos aqui quem veja pagar mais como problema do mercado privado mas não referem o que pagam mais em impostos para tapar o buraco de algumas destas empresas públicas.

    Que tal fazer umas contas?

    Quanto ao “Monopólios Naturais”: João, como já disse num anterior comment, a expressão tem que ser desmistificada.

    Um “Monopólio natural” existe, se e só se, um player no mercado conseguir servir o mercado de forma mais eficiente do que com concorrência.

    Como deve imaginar com a tecnologia que existe, vias de comunicação de qualidade e um pouco de inteligência, para aplicar esta frase vai ter que nos provar muita coisa (veja o exemplo da rede telefónica).

    Ou seja, a presunção deve ser a de que não há monopólio natural e nunca o contrário.

    Uma privatização é economicamente interessante para o Estado se houver privados interessados em comprar e se o Estado Garantir duas coisas: Que haverá concorrência, criando pois também uma autoridade da concorrência forte e eficaz.

    Neste caso, essas receitas podiam ser muito bem aplicadas.

    Mas não por esta gente.

    Daniel Oliveira Reply:

    Suponho que nos vá explicar como se fará concorrencia à REN. E há sectores onde a concorrência termina sempre num monopólio e não obrigatoriamente através da eficiência. E num pais pequeno como portugal ainda mais.
    Muitas das empresas e participações que vão ser privatizadas dão lucro, não prejuízo. E não é pouco.

  9. 9 9  LAM

    Penso que esta questão das privatizações tem (ou devia de) ser discutida enquadrando o momento em que ocorre.
    Uma coisa é estar a favor ou contra estas privatizações e o que elas acarretam, numa situação digamos “normal”, sem a espada de Dâmocles sobre o pescoço. Outra é na situação real do défice que, argumentam (mal), tem de baixar à força.
    Qualquer discussão sobre isto não se pode alhear dessa circunstância, e é aqui que gostava de ver analisadas e discutidas alternativas que não forçassem a vender ao desbarato (que é o que vai acontecer) empresas património público.

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  10. 10 10  Gestrundino Malaquias do Coiro Calhau

    José,

    Há 3 anos atrás o comentário do André não tinha sido publicado e como tal nunca lhe teria podido responder.

    Correcto?

    E a palavra “confidencial” é sua e não minha.

    Tenha atenção aos termos.

    Quanto ao comentário do Fado Alexandrino, não veja problema na não existência de slots.

    Onde há potencialidade e interesse há criação de mercado.

    Para o problema de saturação dos slots em Heathrow, foram desenvolvidos Luton e Stansted.

    Quanto a Lisboa misturar os dois tráfegos não me parece uma boa estratégia.

    Um aeroporto para low costs na margem Sul que já devia estar criado há vários anos, albergando a Ryanair e a Wizz Air já teria produzido receitas em IVA relevantes para pagar essa estrutura.

    Recomendo-vos a visita a inúmeros aeroportos onde a Ryanair opera onde refiro como exemplos Barcelona, Milão ou Londres.

    Cidades pequenas e médias de outros países imcomparavelmente menos atractivas, são mais conhecidas e visitadas do que Lisboa, com perda bastante relevante de IVA, reconhecimento e imagem do país no estrangeiro.

    Há demasiada gente irresponsavelmente a dormir neste assunto.

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  11. 11 11  REMEXIDO

    Caros leitores POR FAVOR não se deixem enganar pela TRETA do PREJUÌZO,há empresas PÙBLICAS que para prestarem esse serviço não podem dar lucros, no dia que forem feitos por privados ACABAM,pois que não dão LUCRO e aí já o TEMPO não volta para trás,como alguém conhecido dizia os nossos IMPOSTOS COMPRAM CIVILIZAÇÂO e não BARBARIE e igualmente o ABRASILEIRAMENTO da sociedade PORTUGUESA ou seja a classe MÈDIA a desaparecer e um pequeno grupo de MUITO INDECENTEMENTE RICOS…..

    [Responder]

  12. 12 12  cc

    é difícil entender que um comentador político da nossa praça, como o DO, pareça ignorar que algumas das empresas que diz que o estado vai privatizar, já estão privatizadas, cotadas em bolsa,e se calhar o DO até é accionista dalguma delas, tais como a edp e a ren.
    se, estando privatizadas, ainda são confundidas com empresas detidas pelo estado, porque não pode o mesmo vir a acontecer com os ctt?
    o DO promete para amanhã contas a demonstrar que o estado perde dinheiro com as ditas “privatizações”, que nalguns casos se tratará de cedência de posição para privados, porque algumas das empresas até dão lucro, o que é verdade.
    pois é, vamos aguardar para ver as contas que vai apresentar.

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    Daniel Oliveira Reply:

    cc, não sou accionista de nenhuma empresa. Claro que estamos a falar da privatização da participação do Estado (49 por cento da REN e 20 por cento da EDP). Coisa que teria compreendido se tivesse lido o texto.

  13. 13 13  Daniel Santos

    Quais dedos? esse já Ferreira Leite vendeu quando era ministra, agora Sócrates vende a mão.

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  14. 14 14  Miguel Dias

    Vendam os CTT e a REN, depois podemos sempre comprar algum banco falido para compensar …
    P.S. Não foi por acaso que o nossso ministro das finanças foi considerado o terceiro pior da UE…

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  15. 15 15  Andre

    Caro Daniel,
    A Tap deu lucro em alguns anos porque é protegida da concorrencia das low cost pelo governo português. Qual é a razao da inexistência em Lisboa de um aeroporto low-cost senão a tentativa de manter a TAP à tona da água? Há certas coisas que de tão óbvias é obsceno que não exista indignação popular.
    Outro exemplo é de como é possível que o lobby dos taxistas tenha conseguido manter até hoje o metro afastado do aeroporto da Portela. O metro que já vai até Odivelas e a Amadora ainda nao conseguiu chegar ao aeroporto! Não é preciso ser um génio para compreender que o estado está a defender aqui interesses de classe e nao o interesse geral da sociedade.

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  16. 16 16  LAM

    Sócrates e Teixeira dos Santos, dois meses após serem os maiores optimistas sobre as contas públicas, deram-se conta do buraco e, assim com o mesmo fervor que antes destilavam optimismo, agora acenam com o papão do défice.

    Agora há urgência em privatizar empresas públicas ou o que resta delas, quando ainda há pouco tempo até deu para torrar 4 mil milhões no BPN (e claro onerar o estado com as negociatas mafiosas da SLN) , porque a falência de um banco era um “desastre” e a privatização, irreversível, de empresas públicas é coisa de somenos.

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  17. 17 17  Guimarães

    Não foi o que aconteceu com o desmembramento da Rodoviária Nacional?

    [Responder]

    cafc Reply:

    Meu caro Guimarães

    Foi, foi. Mas, está a lembrar uma coisa antiga? Não tem nada a ver com o que, hoje, querem fazer. Nessa altura, era a privatização, em nome do “neo-liberalismo”. Hoje, é a privatização, em nome do… deixe cá ver… “neo-liberalismo arrependido”?

    Género, “confessei os meus pecados”. Como “penitência” vou “rezar” a “regulação”.
    Já “rezei”, estou “limpo” e posso voltar a “pecar”.

    Que sejam “absolvidos” pela hierarquia do “deus grande capital”, é natural. O problema reside nos “crentes” que os defendem, dizendo que a culpa é dos “infieis” (todos os que lutam por melhores condições de vida).
    Cometem o “pecado da inveja”. Lembra-se do episódio do “infiel” que ganhava €1.000, enquanto o “crente” ganhava €800? A solução deste, era que o outro passasse a ganhar €800.

    Meu caro, desculpe o “desabafo” mas, há dias assim.

    Um grande abraço.

    Guimarães Reply:

    Essa dos 1.000 e dos 800 é muito recorrente. Muita gente, que faz um jeitaço aos poderosos, não se preocupa em ter as condições dos que estão um pouco melhor. Preocupa-se é que esses fiquem pior. Assim, não vamos a lado nenhum, ou melhor, afundamo-nos todos…

  18. 18 18  fernando f

    Quando daqui por uns anos, fôr necessário reformular toda a infraestrutura eléctrica, por esta estar em risco de colapsar, por falta de manutenção, nacionaliza-se outra vez com as respectivas indemenizações. Será que se esqueceram a que foi atribuído o apagão de New York!?

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  19. 19 19  Vítor

    Acho que, como não faço parte do quadrante político de quem escreve neste blogue e ando aqui um pouco em turismo, não percebi como ninguém achou estranha aquela passagem do “monopólios naturais”. Naturais para o Daniel. Para mim, e creio que não estarei só nisto, se é monopólio, ergo, não é natural, é imposto. Que eu saiba os EUA têm correios públicos e privados e não é por isso que ninguém deixa de receber o convite da tia-avó que vive no Ohio para o Thanksgiving.

    [Responder]

    Gestrundino Malaquias do Coiro Calhau Reply:

    Comentei sobre isso acima.

    Um abraço

  20. 20 20  Gestrundino Malaquias do Coiro Calhau

    Resposta a

    Daniel Oliveira Reply:
    Março 10th, 2010 at 10:24

    Daniel,

    A REN é….de acordo com a tecnologia de hoje e aos olhos de hoje uma empresa…assim como a rede de águas (que defendo absolutamente pública), que consegue ilidir a presunção de que falei.

    Quanto às situações de concorrência que acabam em monopólio.

    Daniel, num mercado sem regras tem toda a razão.

    Mas, e a título de exemplo de algo que funciona muito bem, foi para isso que a Comissão Europeia criou a DGCompetition, uma infra-estrutura sólida e bem dotada de meios para impedir que através de fusões e aquisições (ainda que eficientes) tal aconteça.

    O que se passa em Portugal é que a autoridade da Concorrência, não tem a independência necessária (e quiçá talvez os meios) para fazer o que, com muita competência se faz na Comissão europeia.

    O problema então é a Autoridade da Concorrência Nacional e não os cenários de concorrência se poderem tornar monopólios.

    “Muitas das empresas e participações que vão ser privatizadas dão lucro, não prejuízo. E não é pouco.” diz o Daniel.

    A ser verdade, que se mantenham pois são um activo para o Estado e motor de equidade nacional ou que se vendam por um preço bem alto para que esse dinheiro possa ser aplicado na criação de activos ainda mais rentáveis.

    Isto diria a lógica económica.

    Envolvendo o problema social, diria que se dão lucro, que nos preocupemos com as que dão prejuízo e em criar condições para fazer o país crescer.

    [Responder]

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