Sim, tem toda a razão quem acha que este foi só o princípio da dissolução dos costumes. Antes de mais, do costume que o Estado tem de enfiar o bedelho na vida privada de cada um. Depois, do costume que a Igreja tem de fazer da lei da República arma de evangelização do próximo. Ainda, do costume de poucos se acharem no direito de ter alguma coisa a dizer sobre a forma como os demais vivem. Também do costume de tratar a mulher como um ser infantil e incapaz de gerir a sua própria vida. Por fim, do costume de termos leis que ninguém tenciona cumprir e do costume de todos acharem que isso é perfeitamente normal. E à dissolução de tão maus costumes, eu digo viva.


Sem respostas ao post “Viva a dissolução dos costumes”  

  1. 1 1  Luís Marvão

    “Tamém do costume de tratar a mulher como um ser infantil e incapaz de gerir a sua própria vida”

    Sem dúvida. E subscrevo o resto do post.

  2. 2 2  Migs

    “Antes de mais, do costume que o Estado tem de enfiar o bedelho na vida privada de cada um.” Ora aqui está um preceito que deve seguir mais vezes, e não só quando lhe convém.

  3. 3 3  janelinhas

    eu também!

  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Migs,

    Por exemplo?

  5. 5 5  Sinfonia do disparate consonante

    O orgulho do Daniel é curioso. Alimenta-se de coisas tão sublimes como a liberdade para matar fetos com menos de 10 semanas.

  6. 6 6  Sinfonia do disparate consonante

    Daniel,
    já vi fanfarrões de todo o tipo, mas você é daqueles que os excede a todos…

  7. 7 7  Lidador

    “Antes de mais, do costume que o Estado tem de enfiar o bedelho na vida privada de cada um.”

    Será que o Daniel está a amadurecer e a encostar às ideias liberais?

    Devo dizer que isso só lhe fica bem.

    Foi o que fez Pacheco Pereira, Daniel Horowitz, Richard Perle, Kaplan e outros.

    Benvindo Daniel…espero que largue de uma vez por todas a grilheta do dogma marxista e trotskyista…

  8. 8 8  Ringthane

    Dissolver os costumes selectivamente, até não restarem senão os ratificados pela cartilha totalitária subversiva que segues… Eu também li o Mao, o Clausewitz e o John Keegan, e devo dizer-te que só enganas os pobres de espírito.

  9. 9 9  Luis

    Já agora, acabou também o costume de o Estado entender que a vida humana é inviolável. Agora passa a ser violável por opção.
    É um passo atrás na evolução em prol dos direitos humanos. E com pesadas consequências…
    Cumprimentos

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