Sim, tem toda a razão quem acha que este foi só o princípio da dissolução dos costumes. Antes de mais, do costume que o Estado tem de enfiar o bedelho na vida privada de cada um. Depois, do costume que a Igreja tem de fazer da lei da República arma de evangelização do próximo. Ainda, do costume de poucos se acharem no direito de ter alguma coisa a dizer sobre a forma como os demais vivem. Também do costume de tratar a mulher como um ser infantil e incapaz de gerir a sua própria vida. Por fim, do costume de termos leis que ninguém tenciona cumprir e do costume de todos acharem que isso é perfeitamente normal. E à dissolução de tão maus costumes, eu digo viva.
Por Daniel Oliveira 12 Fev 07 em Sem categoria


“Tamém do costume de tratar a mulher como um ser infantil e incapaz de gerir a sua própria vida”
Sem dúvida. E subscrevo o resto do post.
“Antes de mais, do costume que o Estado tem de enfiar o bedelho na vida privada de cada um.” Ora aqui está um preceito que deve seguir mais vezes, e não só quando lhe convém.
eu também!
Migs,
Por exemplo?
O orgulho do Daniel é curioso. Alimenta-se de coisas tão sublimes como a liberdade para matar fetos com menos de 10 semanas.
Daniel,
já vi fanfarrões de todo o tipo, mas você é daqueles que os excede a todos…
“Antes de mais, do costume que o Estado tem de enfiar o bedelho na vida privada de cada um.”
Será que o Daniel está a amadurecer e a encostar às ideias liberais?
Devo dizer que isso só lhe fica bem.
Foi o que fez Pacheco Pereira, Daniel Horowitz, Richard Perle, Kaplan e outros.
Benvindo Daniel…espero que largue de uma vez por todas a grilheta do dogma marxista e trotskyista…
Dissolver os costumes selectivamente, até não restarem senão os ratificados pela cartilha totalitária subversiva que segues… Eu também li o Mao, o Clausewitz e o John Keegan, e devo dizer-te que só enganas os pobres de espírito.
Já agora, acabou também o costume de o Estado entender que a vida humana é inviolável. Agora passa a ser violável por opção.
É um passo atrás na evolução em prol dos direitos humanos. E com pesadas consequências…
Cumprimentos