Como alguém já escreveu aqui, o novo racismo legitimado e apoiado pelas consciências avisadas da sociedade é o anti-islamismo.
Se se diz qualquer palavra fora dos lugares-comuns sobre outras etnias chamam-nos racistas e se advogarmos a Igualdade acima de qualquer tipo de diversidade apelidam-nos de estalinistas.
E enquanto existe uma vitimização generalizada de quem no Ocidente já goza de direitos totais e democráticos, quando o massacre e o genocídio toca aos “miseráveis” do terceiro mundo e aos “zés-ninguéns” dos islâmicos, já todos batem palmas por libertarmos à bomba uns povos que por serem tão diferentes de nós merecem todo o desprezo que conseguimos ir rebuscar aos cantos mais escondidos da nossa natureza humana.
De facto, vivemos num mundo de aparências e hipocrisias. Todas as nações em que não existam elites governativas e empresariais que ostentem o luxo que gozam às custas da classe trabalhadores, onde as ruas não estão pejadas de publicidade ao ponto da lavagem cerebral colectiva e onde o maior acto de liberdade é entrar numa espiral de libertinagem e consumismo inconsequente, são alvos a abater pelo Mundo Livre.
Não vivo em Gaza ou no Iraque ou no Afeganistão ou na Colômbia, nunca pus lá um pé, não faço a mínima ideia do que é ter aviões a bombardearem-me a minha cidade, ver amigos e concidadãos meus serem mortos e o próprio conceito de humanidade ser desvalorizado como o pó do chão que pisamos.
Mas quem resiste, quem sobrevive apesar dos inúmeros assaltos à sua identidade, à sua consciência, à sua vida, só merece que lhes louvemos a humanidade que conseguem carregar apesar de tudo.
Ao mesmo tempo que via estas imagens fui obrigado a ouvir umas 47 vezes Allah u Akbar! O que faz pensar que os muçulmanos têm um grande sentido de ironia…
Um texto de Ana Gomes e a pergunta aos defensores do ataque israelita:
Uma democracia proibe os media?
Israel costuma gabar-se de ser uma democracia.
Mas é digno de uma democracia impedir a imprensa nacional e estrangeira de observar directamente no terreno uma operação militar que descreve como de “auto-defesa” contra o bando terrorista do Hamas? Ainda por cima depois do seu Tribunal Supremo ordenar que o acesso fosse facultado?
É digno de uma democracia impedir a imprensa nacional e estrangeira de cobrir uma guerra, correndo os riscos que tiver de correr, que entender correr?
Não, claro. E tratando-se de um Estado democrático, e não de um qualquer bando armado, só sai agravada a indignidade cometida.
Tanto mais que a proibição de acesso de jornalistas, mais do que poupar vidas aos repórteres de guerra, visa impedir o mundo de acompanhar a extensão das atrocidades infligidas aos civis inocentes aprisionados em Gaza. Homens, mulheres, velhos e crianças que já viviam na prisão miserável que o Hamas mantinha a chicote por dentro e Israel cercava e bloqueava por fora. E que hoje desesperam de fome, sede e terror na prisão em chamas dantescas em que esta operação de Israel transformou Gaza.
Pelo que vejo das imagens, parece ser a escola da UN que era utilizada para o Hamas (!!!) para atirar rockets para Israel.
Segundo as declarações da IDF (já sei Daniel, são judeus, por isso não são de confiança…) na escola estavam militantes do Hamas que dispararam sobre os militares da IDF que se aproximavam. A IDF respondeu ao fogo do Hamas, o que fez rebentar bombas que estavam escondidas na escola. Os rebentamentos secundários acabaram por fazer um elevado número de vítimas civis que estavam na escola.
Aqui estão um vídeo de 2007 com rockets a serem disparados dessa escola.
Queria fazer-lhe algumas perguntas:
- Qual a sua opinião do Hamas utilizar edifícios com elevado nr civis (escolas, mesquitas, hospitais) para fazer operações de guerra?
- Poderá o Hamas estar baseado nestes locais para utilizar escudos humanos?
- Poderá utilizar mortes do escudo humano para fazer a sua propaganda no resto do mundo?
- O que acha de pessoas que divulgam imagens de mortes, sem investigarem bem o que se passou, podendo assim estar a transformar-se em veículos de propaganda do Hamas, incentivando ainda mais o Hamas a recorrer a estas práticas?
- Acha que Israel tem interesse (ou faz parte do seu objectivos) matar civis? E o Hamas?
How Israel brought Gaza to the brink of humanitarian disaster
Oxford professor of international relations Avi Shlaim served in the Israeli army and has never questioned the state’s legitimacy. But its merciless assault on Gaza has led him to devastating conclusions
Mas é uma *guerra*, ou ainda existem dúvidas? Que se pretende numa guerra? Não morrem do outro lado? 5600 misseis num ano (15 por dia) fora atentados e afins…
A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
Muito folclórico.
Se Sérgio Godinho agarra neste poema temos canção de Abril e pode ir a platina.
Senhor Daniel Oliveira a sua posição neste acontecimento está mais que explicada.
Ora parecendo que o seu inimigo vai demorar imenso as actividades corremos o risco de o seu blog tornar-se monótono durante os próximos dois meses a seis anos.
Em nome dos seus fiéis leitores peço-lhe:
Mude de tema!
Olhe que ainda anteontem uma criança de 14 anos com um largo cadastro criminal foi barbaramente assassinada por um polícia (podia ate ser judeu) apenas por apresentar na mão direita uma arma (não era de plástico) e estar dentro de um carro roubado.
Temos que convocar uma manif para denunciar isto que é nosso.
Deixem lá aquela malta da Mesopotâmia resolver entre eles o problema.
Obrigado.
“Uma imagem vale mais que mil palavras” . No Vietnam a fotografia de um suposto vietcong a ser executado sumariamente, marcou também o ponto de viragem daquela guerra.Em Timor Leste as imagens do massacre de Santa Cruz foi o rastilho que incendiou a condenação universal da Indonésia e alavancou a independência de Timor Leste. Na Nicarágua a execução sumária, em directo, de um jornalista, marcou a condenação do regime de Somoza. Agora, Israel, a quem assistia o trunfo de um direito de defesa, deu um valente tiro no pé, com esta desproporcionalidade incontida.Estas imagens vão marcar o começo de mais um fiasco, quase igual ao do Líbano, e a opinião pública internacional vai ver nas suas casas a realidade de quem pensa que com a força bruta tudo resolve.Como disse um dia Lev Tolstoi “Um fogo nunca apaga outro fogo”. Quanto à limitação imposta por Israel à cobertura jornalistica, parece patética. Como se não houvesse muitas Sonys, Samsungs, Canons e Nikons por toda a parte.Vivemos a geracão youtube, aquela a que Bush e Israel não podem escapar.
Give it up. Nem Israel leva o troféu, nem o Hamas merece respeito e a razão.
O Hamas até podem ser os maus-da-fita, mas o engraçado continua a ser a utilização do argumento do Anti-Semitismo para qualquer situação que toque – mesmo que de raspão – algo relacionado com a situação e que possa por em causa Israel, porque tudo lhes é desculpável.
Informações censuradas no BLOGUE fascista BLASFÈMIAS pelo nazi-sionista CAA…
Uncensored Video Report From Dr. In Gaza Hospital
“This is an all-out war against the civilian Palestinian population”
Must Watch – Video and Text
Dr . Mads Gilbert, a Norwegian doctor in Gaza, tells Sky News that the number of civilians injured and killed in Gaza proves that Israel is deliberately attacking the population. http://www.informationclearinghouse.info/article21654.htm
===
‘As I Ran I Saw Three Of My Children. All Dead’
By Hazem Balousha in Gaza City and Rory McCarthy – Must Watch – Video and Text
The small dead bodies were laid next to one another on the tiled floor of the morgue corridor, the blood drained from their cheeks. One had a bandage still wrapped around his head, another lay with his mouth half-open in his oversized, bloodstained clothes. http://www.informationclearinghouse.info/article21652.htm
It wouldn’t make a bit of difference if Hamas surrendered tomorrow and handed-over all its weapons to Israel, because the problem isn’t Hamas; it’s Zionism, the deeply-flawed ideology which leads to bombing children in their homes while clinging to victim-hood. Ideas have consequences. Gaza proves it. http://www.informationclearinghouse.info/article21663.htm
===
The Real Real Reason Behind The Attack On Gaza
ANALYSIS / The Unspoken Goal of Bringing Down Hamas in Gaza
By Amir Oren
Hamas must agree to a coexistence in Gaza – of the Hamas government, stripped of its rockets; the forces of Palestinian President Mahmoud Abbas along the Philadelphi Route ?(the two battalions trained in Jordan by the United States?); and perhaps also an inter-Arab or international force at the border crossings. http://www.informationclearinghouse.info/article21651.htm
===
The Real Estate War in Gaza
The History and “Morals” of Ethnic Cleansing
By Victoria Buch
I arrived in Israel 40 years ago. It took me many years to understand that the very existence of my country, as it is today, is based on an ongoing ethnic cleansing of Palestinians. http://www.informationclearinghouse.info/article21660.htm
===
Ann Frank Alive In Gaza
Genocide in the Gaza Ghetto
By michael
Inside this tiny enclave i have heard that Ann Frank is alive and well
Ann is hiding from the bombs and the door-to-door search looking for her and her kind
As they blast holes in the walls from house to house
They shoot at anything that moves or anyone with a rock in their hand. http://www.informationclearinghouse.info/article21662.htm
Quem ontem fizesse zapping pela Al Jazzeera, teria visto numerosas vezes ao longo do dia um médico norueguês em serviço num hospital de Gaza, a declarar a sua “imparcial” indignação pelo “massacre” que os israelitas estavam a levar a cabo.
As imagens que a televisão árabe mostra são sempre cruas e quase pornográficas, num apelo ao mais primário voyeurismo, mas não são imagens quaisquer.
A Al Jazeera só apresenta imagens de crianças e mulheres. A reportagem típica consiste numa ambulância a chegar em grande velocidade, gente aflita e várias pessoas a correrem para o veículo, de onde sai, ensanguentada, uma criança.
Nunca se vê um homem a sair de tais ambulâncias e as imagens dos hospitais apenas mostram camas com crianças e mulheres.
Onde estão a ser tratadas os milhares de feridos do Hamas, não consta em tais reportagens. É como se não existissem.
A intenção é claramente propagandística e visa utilizar o sofrimento das pessoas como instrumento de guerra psicológica, fornecendo matéria prima aos complexos de culpa e à raiva dos tolos que por esse mundo fora, se manifestam pela “causa palestiniana”.
Trata-se de um jogo perverso porque a morte dos civis próprios passa a ser um objectivo desejável pela parte conflituante que justamente alega estar a lutar por eles, e há já numerosos casos documentados, nomeadamente no mundo islâmico, do deliberado morticínio de populações tendo em vista culpar o inimigo e alcançar objectivos estratégicos mediáticos.
O caso da granada que explodiu no mercado de Sarajevo e que precipitou a intervenção da NATO, foi paradigmático, uma vez que aquela granada, tendo caído onde caíu, só por extraordinária bizarria balística poderia ter sido disparada das linhas sérvias.
Em Gaza, o Hamas está, assumida e documentadamente a usar a morte de civis para alcançar objectivos estratégicos e estão disponíveis no You Tube imagens em que um drone israelita filma terroristas a disparar morteiros do pátio de uma escola.
Disparar do pátio de uma escola e fugir logo a seguir, tem como única finalidade atrair o fogo de resposta sobre a escola, de modo a que morram crianças e possa a haver imagens da brutalidade “sionista”.
E o médico norueguês?
Era o Dr Mads Gilbert e ao passar as suas declarações a Al Jazeera pretende evidentemente transmitir a ideia de que se trata de uma personalidade neutral, uma pessoa boa, um missionário do bem que está ali desinteressadamente a ajudar os que sofrem, e que não toma partido.
Acontece que não é verdade. O Dr Gilbert é um comunista fanático, activista da “causa palestiniana” há várias décadas e que, a propósito do massacre do 9/11 em Nova York, em vez de correr a oferecer os seus préstimos de bom samaritano, apressou-se a declarar que “os oprimidos tinham o direito moral de lançar o ataque”.
É esta inacreditável duplicidade moral que o Daniel Oliveira subscreve e defende, numa tentativa para racionalizar o velho ódio.
Traidor Mubarak fecha a fronteira egípcia mesmo aos médicos internacionais que querem entrar em Gaza para socorrer as vítimas do Holocausto… Esse colaboracionista com os nazi-sionistas será executado próximamente…
E uns videozitos de israelitas mortos por atentados suicidas, não? E por Rockets? Também não? E dos desgraçados massacrados na Índia, pelos “compagnons de route” desses seres íntegros que mandam na Faixa de Gaza? Que tal da escola destriuída há uns dias por um bombista suicida, no Afeganistão?Também não? Aí, já é lícito matar crianças muçulmanas? É por o tipo ter ido a pé?
Já se percebeu que, para o Daniel, a “desgraça humanitária” depende de quem prime o gatilho, e de quem está na outra ponta da espingarda. Se são uns fanáticos a matar indiscriminadamente por ódio religioso, pois ter-se-á de compreender, é por causa da “opressão ” ocidental; se um Estado tenta defender a sua população, alto lá e pára o baile, porque o que faz falta é não beliscar a malta da bomba suicida. Que grande hipocrisia.
Engraçado, eu não vejo aqui vídeos dos bombardeamentos no Darfur. Israel também deve ter impedido os jornalistas de ir ao Sudão; ou, então, por lá não há limpeza étnica- consta que, afinal, de ambos os lados da contenda, há sobretudo muçulmanos, o que -claro está !- já justifica que se larguem bombas em cima de aldeias
esse extremista Euroliberal devia ser censurado, não achas Dainel ? Isto: “Esse colaboracionista com os nazi-sionistas será executado próximamente…” é uma ameaça de morte, num post, num postal, numa carta, ou noutro meio qualquer.
Incrivel esta caixa de comentários… degladeiam-se videos e mortes, ora de uma parte ora de outra, como se de argumentos absolutamente legítimos se tratassem! Há por aqui gente com o mesmo respeito pela vida que o hamas. Mas e os radicalistas são sempre os outros!
A única diferença entre estes que aqui andam é que são supostamente ocidentais esclarecidos, porque se têm nascido lá para o Médio Oriente seriam fanáticos radicais, de um lado ou outro das trincheiras!!
Meu Deus/Alá/Buda/Shiva/ET´s… até quando estas mortes inúteis?!
Qual é a entidade ocidental/sionista que anda a largar bombas do Darfur?
#18 Mário
Censura aoEuroliberal? Não me parece apropriado. Colete de forças? Talvez… ou isso, ou uma bolsa de estudo para o Chapitô ( restrita à categoria de “crazy clown”).
Para o hipócrita que ficou muito incomodado com a minha previsão da execução do traidor, corrupto, torcionário da resistência islâmica, colaboracionista e fantoche Mubarak:
Na Europa quase todas as nações democráticas procederam em 44/45 à execução dos colaboracionistas locais com o ocupante nazi. Leia os livros… Até nas idílicas Noruega ( o bando pró-nazi de Quisling foi passado pelas armas) e Bélgica… enfim em todas. só em França foram 10.500 os colaboracinistas que acabaram no “poteau” após julgamento sumário…alguns nem mataram ninguém, só apelaram públicamente à morte de resistentes e judeus, como Brasillach…Ser colaboracionista é o crime mais grave do código penal e moral europeu…
Por que é que deveria ser diferente no Médio Oriente ? Dois pesos e duas medidas ? Isso é que era bom…
oK , não leiam, porque está em norueguês, mas eu junto aqui o essencial, e a tradução ( às três pancadas) :
-Støtter du et terrorangrep på USA?
- Terror er et dårlig våpen, men svaret er ja, innenfor den konteksten jeg har nevnt, sier Gilbert.
(Tradução)
-Apoia o terror contra os EUA?
- O terror é uma arma débil,( mas )a minha resposta é sim, no contexto que mencionei , disse Gilbert ( em resposta à investida norte-americana no Iraque, N.T.)
Não sei se o Dr. Gilbert é filho do Quisling, outro grande humanista. Que é filho da puta, disso não subsista a menor dúvida.
Euroliberal, se não se importa – não há código penal europeu; o “colaboracionista-mor” (Pétain) foi para a prisão , e não para a guilhotina; no Médio Oriente não precisam dessas “mariquices” para matar gente, basta não querer descalçar os sapatos , e alçar a peida cinco vezes ao dia; o fim da II Guerra Mundial não foi um período de comportamento exemplar dos vencedores ( bombardeamento de Dresden, diz-lhe alguma coisa? e a entrada soviética em Berlim? E a tomada de Varsóvia pelos mesmos soviéticos? Hiroshima? Nagasaki?).
Espanta-me que fale de Quisling nesse tom, já que o ódio, a intolerância ( e, já agora) a estupidez mais asinina que você vai destilando o torna o émulo perfeito do dito .
Esqueci-me de dizer que o Dr Gilbert é membro da esquerda caviar lá do sítio. Se forem ao site dessa pandilha( http://roedt.no/) logo percebem que os mesmos são uma agência de publicidade do Hamas. Cá para mim, foi algum desses valdevinos que se xibou ao Hamas acerca dos “cartoons”…
Está a escapar ao jornalismo do politicamente correcto.
Socorro, socorro, socorro!
Enviaram navios de guerra para a costa da Somália. Uns piratinhas davides, que mais não faziam que assaltar barcos com tripulações desarmadas, estão a ser agora “ameaçados” por navios de guerra, quais golias, da China inclusive.
Não há direito. Não é com navios de guerra, que horror, que se responde a uns piratinhas somalis que só pedem milhões pelo resgaste dos prisioneiros, trabalhadores, estão a ouvir senhores, trabalhadores.
Quando é que o jornalismo do politicamente correcto vai em socorro destes “indefesos” piratinhas somalis?
E uma manif em defesa destes piratinhos somalis, não está já na hora?
Matem-nos, matem-nos que são cães! Não é assim?…
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A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
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Como alguém já escreveu aqui, o novo racismo legitimado e apoiado pelas consciências avisadas da sociedade é o anti-islamismo.
Se se diz qualquer palavra fora dos lugares-comuns sobre outras etnias chamam-nos racistas e se advogarmos a Igualdade acima de qualquer tipo de diversidade apelidam-nos de estalinistas.
E enquanto existe uma vitimização generalizada de quem no Ocidente já goza de direitos totais e democráticos, quando o massacre e o genocídio toca aos “miseráveis” do terceiro mundo e aos “zés-ninguéns” dos islâmicos, já todos batem palmas por libertarmos à bomba uns povos que por serem tão diferentes de nós merecem todo o desprezo que conseguimos ir rebuscar aos cantos mais escondidos da nossa natureza humana.
De facto, vivemos num mundo de aparências e hipocrisias. Todas as nações em que não existam elites governativas e empresariais que ostentem o luxo que gozam às custas da classe trabalhadores, onde as ruas não estão pejadas de publicidade ao ponto da lavagem cerebral colectiva e onde o maior acto de liberdade é entrar numa espiral de libertinagem e consumismo inconsequente, são alvos a abater pelo Mundo Livre.
Não vivo em Gaza ou no Iraque ou no Afeganistão ou na Colômbia, nunca pus lá um pé, não faço a mínima ideia do que é ter aviões a bombardearem-me a minha cidade, ver amigos e concidadãos meus serem mortos e o próprio conceito de humanidade ser desvalorizado como o pó do chão que pisamos.
Mas quem resiste, quem sobrevive apesar dos inúmeros assaltos à sua identidade, à sua consciência, à sua vida, só merece que lhes louvemos a humanidade que conseguem carregar apesar de tudo.
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Já estava a estranhar hoje ainda não ter saído o habitual post anti-semita diário. Daniel, numa guerra é normal haver casualidades, não é?
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Ao mesmo tempo que via estas imagens fui obrigado a ouvir umas 47 vezes Allah u Akbar! O que faz pensar que os muçulmanos têm um grande sentido de ironia…
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Um texto de Ana Gomes e a pergunta aos defensores do ataque israelita:
Uma democracia proibe os media?
Israel costuma gabar-se de ser uma democracia.
Mas é digno de uma democracia impedir a imprensa nacional e estrangeira de observar directamente no terreno uma operação militar que descreve como de “auto-defesa” contra o bando terrorista do Hamas? Ainda por cima depois do seu Tribunal Supremo ordenar que o acesso fosse facultado?
É digno de uma democracia impedir a imprensa nacional e estrangeira de cobrir uma guerra, correndo os riscos que tiver de correr, que entender correr?
Não, claro. E tratando-se de um Estado democrático, e não de um qualquer bando armado, só sai agravada a indignidade cometida.
Tanto mais que a proibição de acesso de jornalistas, mais do que poupar vidas aos repórteres de guerra, visa impedir o mundo de acompanhar a extensão das atrocidades infligidas aos civis inocentes aprisionados em Gaza. Homens, mulheres, velhos e crianças que já viviam na prisão miserável que o Hamas mantinha a chicote por dentro e Israel cercava e bloqueava por fora. E que hoje desesperam de fome, sede e terror na prisão em chamas dantescas em que esta operação de Israel transformou Gaza.
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Daniel
Pelo que vejo das imagens, parece ser a escola da UN que era utilizada para o Hamas (!!!) para atirar rockets para Israel.
Segundo as declarações da IDF (já sei Daniel, são judeus, por isso não são de confiança…) na escola estavam militantes do Hamas que dispararam sobre os militares da IDF que se aproximavam. A IDF respondeu ao fogo do Hamas, o que fez rebentar bombas que estavam escondidas na escola. Os rebentamentos secundários acabaram por fazer um elevado número de vítimas civis que estavam na escola.
http://www.youtube.com/watch?v=zmXXUOs27lI&eurl=http://littlegreenfootballs.com/weblog/
Aqui estão um vídeo de 2007 com rockets a serem disparados dessa escola.
Queria fazer-lhe algumas perguntas:
- Qual a sua opinião do Hamas utilizar edifícios com elevado nr civis (escolas, mesquitas, hospitais) para fazer operações de guerra?
- Poderá o Hamas estar baseado nestes locais para utilizar escudos humanos?
- Poderá utilizar mortes do escudo humano para fazer a sua propaganda no resto do mundo?
- O que acha de pessoas que divulgam imagens de mortes, sem investigarem bem o que se passou, podendo assim estar a transformar-se em veículos de propaganda do Hamas, incentivando ainda mais o Hamas a recorrer a estas práticas?
- Acha que Israel tem interesse (ou faz parte do seu objectivos) matar civis? E o Hamas?
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How Israel brought Gaza to the brink of humanitarian disaster
Oxford professor of international relations Avi Shlaim served in the Israeli army and has never questioned the state’s legitimacy. But its merciless assault on Gaza has led him to devastating conclusions
http://www.guardian.co.uk/world/2009/jan/07/gaza-israel-palestine
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Mas é uma *guerra*, ou ainda existem dúvidas? Que se pretende numa guerra? Não morrem do outro lado? 5600 misseis num ano (15 por dia) fora atentados e afins…
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A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
Muito folclórico.
Se Sérgio Godinho agarra neste poema temos canção de Abril e pode ir a platina.
Senhor Daniel Oliveira a sua posição neste acontecimento está mais que explicada.
Ora parecendo que o seu inimigo vai demorar imenso as actividades corremos o risco de o seu blog tornar-se monótono durante os próximos dois meses a seis anos.
Em nome dos seus fiéis leitores peço-lhe:
Mude de tema!
Olhe que ainda anteontem uma criança de 14 anos com um largo cadastro criminal foi barbaramente assassinada por um polícia (podia ate ser judeu) apenas por apresentar na mão direita uma arma (não era de plástico) e estar dentro de um carro roubado.
Temos que convocar uma manif para denunciar isto que é nosso.
Deixem lá aquela malta da Mesopotâmia resolver entre eles o problema.
Obrigado.
[Responder]
“Uma imagem vale mais que mil palavras” . No Vietnam a fotografia de um suposto vietcong a ser executado sumariamente, marcou também o ponto de viragem daquela guerra.Em Timor Leste as imagens do massacre de Santa Cruz foi o rastilho que incendiou a condenação universal da Indonésia e alavancou a independência de Timor Leste. Na Nicarágua a execução sumária, em directo, de um jornalista, marcou a condenação do regime de Somoza. Agora, Israel, a quem assistia o trunfo de um direito de defesa, deu um valente tiro no pé, com esta desproporcionalidade incontida.Estas imagens vão marcar o começo de mais um fiasco, quase igual ao do Líbano, e a opinião pública internacional vai ver nas suas casas a realidade de quem pensa que com a força bruta tudo resolve.Como disse um dia Lev Tolstoi “Um fogo nunca apaga outro fogo”. Quanto à limitação imposta por Israel à cobertura jornalistica, parece patética. Como se não houvesse muitas Sonys, Samsungs, Canons e Nikons por toda a parte.Vivemos a geracão youtube, aquela a que Bush e Israel não podem escapar.
[Responder]
Give it up. Nem Israel leva o troféu, nem o Hamas merece respeito e a razão.
O Hamas até podem ser os maus-da-fita, mas o engraçado continua a ser a utilização do argumento do Anti-Semitismo para qualquer situação que toque – mesmo que de raspão – algo relacionado com a situação e que possa por em causa Israel, porque tudo lhes é desculpável.
[Responder]
Informações censuradas no BLOGUE fascista BLASFÈMIAS pelo nazi-sionista CAA…
Uncensored Video Report From Dr. In Gaza Hospital
“This is an all-out war against the civilian Palestinian population”
Must Watch – Video and Text
Dr . Mads Gilbert, a Norwegian doctor in Gaza, tells Sky News that the number of civilians injured and killed in Gaza proves that Israel is deliberately attacking the population.
http://www.informationclearinghouse.info/article21654.htm
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‘As I Ran I Saw Three Of My Children. All Dead’
By Hazem Balousha in Gaza City and Rory McCarthy – Must Watch – Video and Text
The small dead bodies were laid next to one another on the tiled floor of the morgue corridor, the blood drained from their cheeks. One had a bandage still wrapped around his head, another lay with his mouth half-open in his oversized, bloodstained clothes.
http://www.informationclearinghouse.info/article21652.htm
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Israel Censors the Media
“Not the conduct of a democratic state”
I Minute Video Report
A report on the restrictions faced by the Media on the reporting of Israeli actions inside the Gaza Strip.
http://www.informationclearinghouse.info/article21659.htm
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Live Video Report From Gaza
Al Jazeera English
Live Video Coverage Of Israel’s Attack On Gaza.
http://www.informationclearinghouse.info/article21629.htm
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The Bloodbath In Gaza
Separating the Truth from the Hype
By Mike Whitney
It wouldn’t make a bit of difference if Hamas surrendered tomorrow and handed-over all its weapons to Israel, because the problem isn’t Hamas; it’s Zionism, the deeply-flawed ideology which leads to bombing children in their homes while clinging to victim-hood. Ideas have consequences. Gaza proves it.
http://www.informationclearinghouse.info/article21663.htm
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The Real Real Reason Behind The Attack On Gaza
ANALYSIS / The Unspoken Goal of Bringing Down Hamas in Gaza
By Amir Oren
Hamas must agree to a coexistence in Gaza – of the Hamas government, stripped of its rockets; the forces of Palestinian President Mahmoud Abbas along the Philadelphi Route ?(the two battalions trained in Jordan by the United States?); and perhaps also an inter-Arab or international force at the border crossings.
http://www.informationclearinghouse.info/article21651.htm
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The Real Estate War in Gaza
The History and “Morals” of Ethnic Cleansing
By Victoria Buch
I arrived in Israel 40 years ago. It took me many years to understand that the very existence of my country, as it is today, is based on an ongoing ethnic cleansing of Palestinians.
http://www.informationclearinghouse.info/article21660.htm
===
Ann Frank Alive In Gaza
Genocide in the Gaza Ghetto
By michael
Inside this tiny enclave i have heard that Ann Frank is alive and well
Ann is hiding from the bombs and the door-to-door search looking for her and her kind
As they blast holes in the walls from house to house
They shoot at anything that moves or anyone with a rock in their hand.
http://www.informationclearinghouse.info/article21662.htm
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[Responder]
Quem ontem fizesse zapping pela Al Jazzeera, teria visto numerosas vezes ao longo do dia um médico norueguês em serviço num hospital de Gaza, a declarar a sua “imparcial” indignação pelo “massacre” que os israelitas estavam a levar a cabo.
As imagens que a televisão árabe mostra são sempre cruas e quase pornográficas, num apelo ao mais primário voyeurismo, mas não são imagens quaisquer.
A Al Jazeera só apresenta imagens de crianças e mulheres. A reportagem típica consiste numa ambulância a chegar em grande velocidade, gente aflita e várias pessoas a correrem para o veículo, de onde sai, ensanguentada, uma criança.
Nunca se vê um homem a sair de tais ambulâncias e as imagens dos hospitais apenas mostram camas com crianças e mulheres.
Onde estão a ser tratadas os milhares de feridos do Hamas, não consta em tais reportagens. É como se não existissem.
A intenção é claramente propagandística e visa utilizar o sofrimento das pessoas como instrumento de guerra psicológica, fornecendo matéria prima aos complexos de culpa e à raiva dos tolos que por esse mundo fora, se manifestam pela “causa palestiniana”.
Trata-se de um jogo perverso porque a morte dos civis próprios passa a ser um objectivo desejável pela parte conflituante que justamente alega estar a lutar por eles, e há já numerosos casos documentados, nomeadamente no mundo islâmico, do deliberado morticínio de populações tendo em vista culpar o inimigo e alcançar objectivos estratégicos mediáticos.
O caso da granada que explodiu no mercado de Sarajevo e que precipitou a intervenção da NATO, foi paradigmático, uma vez que aquela granada, tendo caído onde caíu, só por extraordinária bizarria balística poderia ter sido disparada das linhas sérvias.
Em Gaza, o Hamas está, assumida e documentadamente a usar a morte de civis para alcançar objectivos estratégicos e estão disponíveis no You Tube imagens em que um drone israelita filma terroristas a disparar morteiros do pátio de uma escola.
Disparar do pátio de uma escola e fugir logo a seguir, tem como única finalidade atrair o fogo de resposta sobre a escola, de modo a que morram crianças e possa a haver imagens da brutalidade “sionista”.
E o médico norueguês?
Era o Dr Mads Gilbert e ao passar as suas declarações a Al Jazeera pretende evidentemente transmitir a ideia de que se trata de uma personalidade neutral, uma pessoa boa, um missionário do bem que está ali desinteressadamente a ajudar os que sofrem, e que não toma partido.
Acontece que não é verdade. O Dr Gilbert é um comunista fanático, activista da “causa palestiniana” há várias décadas e que, a propósito do massacre do 9/11 em Nova York, em vez de correr a oferecer os seus préstimos de bom samaritano, apressou-se a declarar que “os oprimidos tinham o direito moral de lançar o ataque”.
É esta inacreditável duplicidade moral que o Daniel Oliveira subscreve e defende, numa tentativa para racionalizar o velho ódio.
[Responder]
Traidor Mubarak fecha a fronteira egípcia mesmo aos médicos internacionais que querem entrar em Gaza para socorrer as vítimas do Holocausto… Esse colaboracionista com os nazi-sionistas será executado próximamente…
http://www.elmundo.es/elmundo/2009/01/07/orienteproximo/1231314199.html
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E uns videozitos de israelitas mortos por atentados suicidas, não? E por Rockets? Também não? E dos desgraçados massacrados na Índia, pelos “compagnons de route” desses seres íntegros que mandam na Faixa de Gaza? Que tal da escola destriuída há uns dias por um bombista suicida, no Afeganistão?Também não? Aí, já é lícito matar crianças muçulmanas? É por o tipo ter ido a pé?
Já se percebeu que, para o Daniel, a “desgraça humanitária” depende de quem prime o gatilho, e de quem está na outra ponta da espingarda. Se são uns fanáticos a matar indiscriminadamente por ódio religioso, pois ter-se-á de compreender, é por causa da “opressão ” ocidental; se um Estado tenta defender a sua população, alto lá e pára o baile, porque o que faz falta é não beliscar a malta da bomba suicida. Que grande hipocrisia.
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3 Contra movimento
Engraçado, eu não vejo aqui vídeos dos bombardeamentos no Darfur. Israel também deve ter impedido os jornalistas de ir ao Sudão; ou, então, por lá não há limpeza étnica- consta que, afinal, de ambos os lados da contenda, há sobretudo muçulmanos, o que -claro está !- já justifica que se larguem bombas em cima de aldeias
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esse extremista Euroliberal devia ser censurado, não achas Dainel ? Isto: “Esse colaboracionista com os nazi-sionistas será executado próximamente…” é uma ameaça de morte, num post, num postal, numa carta, ou noutro meio qualquer.
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Morte aos terroristas do Hamas.
Eles condenaram o seu povo a esta situação.
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A culpa desta situação é unica e exclusivamente dos fanaticos do Hamas
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Arsénico – Nunca disse que Israel é a fonte de todos os conflitos e massacres no mundo, mas o que está a acontecer em Gaza, é.
Relativamente ao Darfur, se ler bem o meu texto verá que fala do desprezo e hipocrisia com que o Ocidente olha o terceiro mundo.
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Daniel
Não me recordo de teres passado este também
http://www.youtube.com/watch?v=xtsvjB8efKE
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“Engraçado, eu não vejo aqui vídeos dos bombardeamentos no Darfur.”
Arsénico,
Você tem toda a razão, isto de mortos tem muito que se lhe diga, a moral é complexa, depende muito quem mata quem…
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Incrivel esta caixa de comentários… degladeiam-se videos e mortes, ora de uma parte ora de outra, como se de argumentos absolutamente legítimos se tratassem! Há por aqui gente com o mesmo respeito pela vida que o hamas. Mas e os radicalistas são sempre os outros!
A única diferença entre estes que aqui andam é que são supostamente ocidentais esclarecidos, porque se têm nascido lá para o Médio Oriente seriam fanáticos radicais, de um lado ou outro das trincheiras!!
Meu Deus/Alá/Buda/Shiva/ET´s… até quando estas mortes inúteis?!
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# contra movimento
Qual é a entidade ocidental/sionista que anda a largar bombas do Darfur?
#18 Mário
Censura aoEuroliberal? Não me parece apropriado. Colete de forças? Talvez… ou isso, ou uma bolsa de estudo para o Chapitô ( restrita à categoria de “crazy clown”).
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Para o hipócrita que ficou muito incomodado com a minha previsão da execução do traidor, corrupto, torcionário da resistência islâmica, colaboracionista e fantoche Mubarak:
Na Europa quase todas as nações democráticas procederam em 44/45 à execução dos colaboracionistas locais com o ocupante nazi. Leia os livros… Até nas idílicas Noruega ( o bando pró-nazi de Quisling foi passado pelas armas) e Bélgica… enfim em todas. só em França foram 10.500 os colaboracinistas que acabaram no “poteau” após julgamento sumário…alguns nem mataram ninguém, só apelaram públicamente à morte de resistentes e judeus, como Brasillach…Ser colaboracionista é o crime mais grave do código penal e moral europeu…
Por que é que deveria ser diferente no Médio Oriente ? Dois pesos e duas medidas ? Isso é que era bom…
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# 14 Lidador
Mads Gilbert?
É claro, um tipo que – já se sabe- é perfeitamente impoluto, imparcial e simpático. Leiam, leiam, abaixo:
http://www.dagbladet.no/nyheter/2001/09/30/284907.html
oK , não leiam, porque está em norueguês, mas eu junto aqui o essencial, e a tradução ( às três pancadas) :
-Støtter du et terrorangrep på USA?
- Terror er et dårlig våpen, men svaret er ja, innenfor den konteksten jeg har nevnt, sier Gilbert.
(Tradução)
-Apoia o terror contra os EUA?
- O terror é uma arma débil,( mas )a minha resposta é sim, no contexto que mencionei , disse Gilbert ( em resposta à investida norte-americana no Iraque, N.T.)
Não sei se o Dr. Gilbert é filho do Quisling, outro grande humanista. Que é filho da puta, disso não subsista a menor dúvida.
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Euroliberal, se não se importa – não há código penal europeu; o “colaboracionista-mor” (Pétain) foi para a prisão , e não para a guilhotina; no Médio Oriente não precisam dessas “mariquices” para matar gente, basta não querer descalçar os sapatos , e alçar a peida cinco vezes ao dia; o fim da II Guerra Mundial não foi um período de comportamento exemplar dos vencedores ( bombardeamento de Dresden, diz-lhe alguma coisa? e a entrada soviética em Berlim? E a tomada de Varsóvia pelos mesmos soviéticos? Hiroshima? Nagasaki?).
Espanta-me que fale de Quisling nesse tom, já que o ódio, a intolerância ( e, já agora) a estupidez mais asinina que você vai destilando o torna o émulo perfeito do dito .
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“Não sei se o Dr. Gilbert é filho do Quisling, outro grande humanista. Que é filho da puta, disso não subsista a menor dúvida.”
Lol……
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Esqueci-me de dizer que o Dr Gilbert é membro da esquerda caviar lá do sítio. Se forem ao site dessa pandilha( http://roedt.no/) logo percebem que os mesmos são uma agência de publicidade do Hamas. Cá para mim, foi algum desses valdevinos que se xibou ao Hamas acerca dos “cartoons”…
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Deve ser mais um video de 2005..
http://www.lefigaro.fr/medias/2009/01/06/04002-20090106ARTFIG00380-gaza-france-piegee-par-des-images-de-propagande-.php
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Está a escapar ao jornalismo do politicamente correcto.
Socorro, socorro, socorro!
Enviaram navios de guerra para a costa da Somália. Uns piratinhas davides, que mais não faziam que assaltar barcos com tripulações desarmadas, estão a ser agora “ameaçados” por navios de guerra, quais golias, da China inclusive.
Não há direito. Não é com navios de guerra, que horror, que se responde a uns piratinhas somalis que só pedem milhões pelo resgaste dos prisioneiros, trabalhadores, estão a ouvir senhores, trabalhadores.
Quando é que o jornalismo do politicamente correcto vai em socorro destes “indefesos” piratinhas somalis?
E uma manif em defesa destes piratinhos somalis, não está já na hora?
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Ao José Rodrigues e outros Stupidos que por aí há:
Seria imoral atacar a pirataria Somali bombardeando e matando os *vizinhos* dos piratas.
E como alguém notou, quando o IRA explodia bombas no Reino Unido, a RAF não bombardeava bairros Católicos em cidades da Irlanda Republicana.
É assim tão difícil?
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Este quer comparar o IRA com o Hamas !!!!
Tá tudo dito.
Afinal parece que existem mais estupidos.
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pois, comparar população civil palestiniana com esta conversa de piratinhas somalis é muito mais inteligente, não é?!
argh…
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“Este quer comparar o IRA com o Hamas !!!!”
Comparei a reação dos Estados que foram atacados, já que precisa que lho expliquem.
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