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“A CGTP-IN deve reunir todas as suas forças para assegurar a eleição duma direcção capaz, forte, socialmente prestigiada, reconhecida e plural, que corresponda à alargada base social de apoio do movimento sindical, constituída por trabalhadores de diversificadas convicções políticas. A futura direcção deve ser discutida e legitimada no seio do movimento sindical e dos seus órgãos. Não poderá ser decidida na base de concepções aparelhísticas e de interesses estreitos em instâncias exteriores ao movimento sindical. Tal fragilizaria a unidade e o futuro da principal central sindical dos trabalhadores portugueses”

“A CGTP-IN, à luz dos seus princípios e ao serviço dos trabalhadores, deve filiar-se na nova central sindical global - a CSI - onde se encontra a esmagadora maioria dos movimentos sindicais democráticos e representativos do mundo inteiro, assim como praticamente todos aqueles com quem trabalhamos e nos relacionamos há muitos anos. Deve fazê-lo porque a solidariedade mundial dos trabalhadores é hoje, mais do que nunca, um imperativo necessário, contribuindo assim para reforçar a unidade orgânica e o sindicalismo pluralista e progressista a nível mundial, com a sua contribuição própria, combativa e autónoma”

“É preciso reconhecer que há problemas que é preciso defrontar e que a organização se rotinou, pratica estilos de trabalho ultrapassados e precisa revitalizar-se; que a formação dos quadros é quase inexistente (e a dos trabalhadores também) e isso compromete o futuro, para além da ignorância gerar medos e recusas do desconhecido; que o conhecimento rigoroso da realidade está longe das práticas sindicais; que a participação dos trabalhadores é em muitos casos reduzida; que boa parte do movimento sindical não se tem mostrado capaz nem, nalguns casos, interessado em aproveitar integralmente a credibilidade que a Direcção da CGTP-IN tem conquistado na sociedade portuguesa e nos seus órgãos institucionais, nomeadamente através da adequada acção e intervenção do seu secretário geral e, a nível externo, do seu secretário internacional; e que, perante dificuldades, se prefere escondê-las, numa atitude de falta de transparência, num processo de difícil confronto com a verdade revolucionária e transformadora”

“Não há quadros inamovíveis, nem reformar-se é a saída natural de um dirigente da central sindical. Mas não pode deixar de se condenar com veemência a invocação cega de critérios formais, o afastamento por diferenças de opinião ou a impossibilidade de um secretário-geral constituir uma equipa de trabalho que inclua alguns colaboradores mais próximos. Tal eleva a preocupação sobre a real autonomia da CGTP-IN e obriga a redobrada atenção e esforço para a obtenção de soluções de cuidadoso respeito pela diversidade das componentes do projecto unitário”

“Não haverá prosseguimento de práticas unitárias efectivas na CGTP-IN se se verificar uma sobreposição duma maioria fechada, capaz de decidir previamente e fora dos órgãos da central, deixando apenas “sobras” para unitariamente se decidirem, sufocando as restantes componentes do projecto”

“A direcção em preparação tem de ser uma solução construída dentro do movimento sindical, com os actores reais do processo sindical, os dirigentes sindicais dentro da estrutura; não pode resultar de nenhuma imposição unilateral, de inspiração hegemónica, ao revés da base social de apoio da CGTP”

Ulisses Garrido, Fátima Carvalho, Guadalupe Simões, João Baldaia, Adriano Sousa, Albertina Fernandes, António Avelãs, António Grosso, Artur Ferreira, Esmeralda Guilherme, Francisco Branco, Francisco Corredoura, Henrique Borges, Horácio Figueiredo, João Cunha Serra, João Lourenço, João Pascoal, Joaquim Mesquita, Jorge Rebelo, José Estêvão, Luísa Batista, Maria Barradas, Manuel Grilo, Nuno Oliveira, Viriato Jordão e outros.


Sem respostas ao post “CGTP é dos trabalhadores, não pertence a nenhum partido”  

  1. 1 1  eu

    Ah,pois não.Não é comoa UGT que pertence ao PS/PSD e ao Patronato…

  2. 2 2  corvo

    As direcções da CGTP sempre foram uma correia de transmissão do PCP.

    É verdade que sempre lá existiram sindicatos e sindicalistas, que tentaram remar contra a maré, mas os seus resultados foram parcos.

    A própria estrutura, e a sua real representatividade sempre a isso se prestaram.

    Qual é na realidade neste momento, o peso, de cada sindicato, qual o seu numero real de sindicalizados que pagam quotas, como se procede á eleição de delegados….etc etc etc…

    Repare-se que o PCP e bem, sempre denunciou os amarelos os divisionistas, quando isso se lhe interessa, é o proprio PCP divisionista, veja-se o caso de um sindicatozinho de bancarios em Lisboa afecto ao PCP…..

    Desejo muito boa sorte as estes sindicalistas, mas o resultado será o mesmo de sempre, serão cilindrados pelo controlo ferreo que o PCP exerce sobre a central CGTP.

  3. 3 3  Sapka

    Só agora, a caminho dos 40 anos da Inter, é que esses meninos e meninas descobriram a “sobreposição duma maioria fechada”, que decide tudo “previamente e fora dos órgãos da central”, deixando apenas migalhas para “unitariamente se decididerem”? Por este andar, daqui a outros 40 ainda descobrem a escritura da Inter, lavrada em nome do PCP. Grandes luminárias!

  4. 4 4  josé Manuel Faria

    No dia em que o Secretário-geral da CGTP não seja do PCP, este partido cria outra Cental Sindical.

    Amável Alves ou Mário Nogueira, um deles será o novo SG da CGTP.

  5. 5 5  Patricia

    Independentemente da filiação partidária dos dirigentes sindicais que admito que muitos possam ser do PCP,tem uma função social muito diferente dos partidos politicos.É muito importante que o papel dos sindicatos seja reforçado nos dias de hoje,porque os trabalhadores enfrentam muitos problemas.Os trabalhadores precários que não querem que nas empresas se saiba que estão sindicalizados,tem de ser sensibilizados para por eles próprios de dirigirem aos sindicatos.A base de apoio dos sindicatos deve ser o mais alargada possível,logo é perfeitamente natural que inclua trabalhadores com várias tendencias partidárias.Deviam ser exactamente os dirigentes que são militantes do PCP a pensar que se querem defender os trabalhadores,seria muito importante que a autonomia dos sindicatos fosse reforçada.O papel que compete a CGTP na sociedade portuguesa é muito importante pois representa a maioria dos trabalhadores.Basta ver nos outros paises da UE,nos quais os partidos comunistas são pouco representativos,a força das confederações sindicais.Infelizmente o mais provavel que vai acontecer é que os dirigentes que não estão disponiveis para receber ordens do PCP,batam com a porta.Se isto acontecer perdem os trabalhadores e muito,e acaba tambem por perder o PCP por não compreender qual a melhor maneira de defender os trabalhadores.Esta situação era previsivel porque há uns tempos a esta parte a direcção do PCP tem feito uma colagem as formas de luta desenvolvidas pela CGTP,até na greve geral de má memória antes de aparecerem os dirigentes da central a fazer o balanço,apareceu o secretário geral do PCP.Faço daqui um apelo aos militantes do PCP,sindicalistas ou não,que tentem fazer ouvir a sua voz em relação a esta situação,para que os trabalhadores deste país não percam a força das organizações sindicais

  6. 6 6  Patricia

    A CGTP tem um papel muito importante a desempenhar na nossa sociedade,pois é a central que reune um maior número de sindicatos e de trabalhadores.A sua base de apoio deve ser o mais alargada possível,portanto os trabalhadores filiados nos sindicatos tem concerteza diferentes preferencias partidárias.O sindicatos tem uma função diferente da dos partidos politicos.Em vários países da UE onde os partidos comunistas tem pouco expressão,as organizações sindicais tem bastante força e dinamismo.Infelizmente o mais provável neste caso é que os dirigentes sindicais,alguns militantes do PCP,que não estejam dispostos a andar ás ordens da cartilha partidária,batam com a porta.Se isto acontecer é mau para os trabalhadores e vendo bem tambem para o PCP porque afinal verificamos que não sabem como devem defender os trabalhadores.Esta situação era previsivel porque ultimanente a direcção do PCP tem feito uma colagem as lutas organizadas pela central sindical.Na greve geral de má memória antes de aperecerem na televisão os dirigentes da central para fazer o balanço,apareceu o secretário geral de PCP.

  7. 7 7  Patricia

    Daniel não sei o que aconteceu que o meu comentário apareceu em duplicado,por favor elimine o último

  8. 8 8  zé manel

    A Central é uma organização de base dos trabalhadores nela filiados - os seus dirigentes são uma escolha livre. As minorias têm tido sempre representação de acordo com a livre vontade expressa dos trabalhadores.
    Estes são os factos. O resto é conversa.
    Há ou não na Inter uma maioria sindical comunista?
    Há.
    E daí?

  9. 9 9  zé manel

    A CGTP é dos trabalhadores, não é do Louçã!

  10. 10 10  Miguel Jeri

    Pois! Estou completamente de acordo: a CGTP deve ser completamente independente nas suas acções políticas. Mas acho que isso nunca esteve em risco.

    Em primeiro lugar, acontece que as políticas propostas pelo PCP estão muito próximas das lutas sindicais, e contra isso nada pode ser feito. Mérito do PCP.

    Adicionalmente, dá-se o caso de muitos dos grandes sindicalistas de hoje serem militantes comunistas. De facto, acontece muitas vezes serem serem os comunistas os mais constantes aguerridos nas lutas sindicais. Nâo acontece sempre, mas é uma tendência.

    Só para terminar, durante a última Greve Geral, o PCP foi o único partido a colocar uma página inteiramente dedicada aos importantes acontecimentos do dia 30 de Maio, num acto de solidariedade para com os trabalhadores grevistas.

    Em suma, não é que a CGTP seja correia de transmissão do PCP, o PCP é que é o único abertamente solidário com os trabalhadores. É a minha opinião sincera.

    Um abraço!

  11. 11 11  João

    É bom ver dois sindicalistas membros da Mesa Nacional do BE a assinar este documento.

  12. 12 12  mfm

    Só prova que estou cheia de razão e que esquerda e direita já eram. A luta é outra. O estado democrático , polarizado entre partidos de esquerda e direita , já provou que mais valia terem fundado logo o partido “centrão”, que estaria permanentemente no poder e sempre poupavamos o dinheiro das campanhas e eleições.
    Muito triste perceber que todos os sistemas vão dar ao mesmo: ao “governo” dos governantes.
    Triste por um lado , esperançoso por outro : a careca dos que almejam o poder foi posta totalmente a descoberto. Também não é a democracia destes “democratas” que nos serve. Há que partir para outra. Já dizia Schumpeter , a democracia não é mais do que um artifício para rodarmos os governantes . Lúcido , o homem.

  13. 13 13  desenrascado

    Eu até nem me importaria que a CGTP fosse controlada pelo PCP se esse fosse o meu partido.

    Acho que ficaria melhor se fosse controlada pelo bloco.

    estou contigo Dani.

  14. 14 14  Luis

    E afinal é assim tão irrelevante a morte de um ditador que para subir ao poder matou mais de dois milhões de cidadãos do seu próprio povo (começando pelos comunistas ou tidos como tal) e acabando com o extermínio de um terço de Timorenses para deitar mão ao petróleo do Mar de Timor?

  15. 15 15  robespierre

    As iniciativas de “limpar” a CGTP à revelia do PCP seriam de louvar se não tivessem um mal: tentarem uma viragem à direita.
    É precisa outra Central Sindical, mais à esquerda. Já.

  16. 16 16  abrasivo

    Com as inevitáveis actualizações, este texto tem, no essencial, mais de 30 anos.
    Estou mesmo velho, mas daqui a 30 anos, se ainda for vivo, acredito que poderei estar a ler outro igual.
    Não haverá mesmo alternativa? Ou tudo se deve a falta de coragem? Ou comodismo?
    Ou mesmo tendo nada, ter-se-á medo de perder?

  17. 17 17  Lilith

    Caro João,

    Acrescento à sua maravilhosa descoberta outra: J.Pascoal militante do Partido Socialista e um dos mais negativamente cotados sindicalistas do “mercado”. Ah… e no final do documento o “entre outros” conta com muita gente aborrecida com o Mário Nogueira, por exemplo, o P. Sucena!

  18. 18 18  Daniel Oliveira

    Lilith, se está a falar de João Pascoal, é do BE. Mas o que é isso interessa? Deve ser tudo gente pouco cotada e com obscuros interesses. Ou vendida. O mais provavel é ser gente vendida. Para além dos ressabiados e dos traidores.

  19. 19 19  Roberto

    Caros comentadores,
    Já se perguntaram por que é que os trabalhadores elegem normalmente comunistas para os orgãos de direcção dos sindicatos? Serão obrigados à força de torturas e chantagens ou de outros tipo de ameaças? Será porque os comunistas não devendendem os seus interesses mas, pelo contrário, defendem os interesses do patronato?
    Em vez de afirmarem que os sindicatos são correias de transmição do PCP não seria mais honesto afirmar que os comunistas representam e defendem os interesses dos trabalhadores e, precisamente por isso, merecem a sua confiança?

  20. 20 20  corvo

    Np dia em que o PCP não poder IMPÔR á CGTP, a convocação de MINI-GREVES-GERAIS, nesse dia o PCP cinde, e vai criar outra central….

    Unidade….. palavra desconhecida no vocabulário dos dirigentes do PCP, só conhecem CONTROLAR…CONTROLAR…CONTROOLAR….

  21. 21 21  Toino

    DO você continua a fazer o papel do poder, desestabilizar, diga lá DO você até gostava muito do Walessa da Polónia, e já agora tb apoiou o Solidariedade, vocês existem mesmo para fazerem o tal jeitinho, mas onde anda o zé, apagou-se foi.

  22. 22 22  Daniel Oliveira

    Toino: gosto de destabilizar? Estou a ser chamado à atenção pela Comissão de Controlo e Quadros?

    Sim, tinha simpatia pelo Solidariedade. Uma coisa estranha, não é? Um gajo de esquerda que simpatiza com sindicatos que combatem ditaduras. Sabe quando começaram os meus conflitos no PCP: quando não percebia como é que a maioria dos meus camaradas achava estranho que eu, como comunista, estivesse do lado dos operários de Gdansk contra o governo. Percebi que devia haver ali um equívoco qualquer. Ou meu, ou deles ou, muito provavelmente, meu e deles.

  23. 23 23  Toino

    DO não me faça rir, você é de esquerda, não leve a mal duvidar, quem sou eu, se fossemos todos de esquerda como você diz, a esquerda estava no governo, ou tb acha que estamos a ser governados por um partido de esquerda, você é um orador nato DO, aos 20 anos somos todos do PCP e alguns tb aos 20 anos são de esquerda o problema é aos 40 ve-se onde eles param, mas quem sou eu para questionar a sua opção de classe DO.

  24. 24 24  Daniel Oliveira

    Toino, claro que não sou de esquerda. Nem estava (como podia?) a dizer que era de esquerda. Estava só a dizer que sou daquela esquerda que não sendo do PCP (e de uma parte específica do PCP) finge que é de esquerda mas já se vendeu. Dessa esquerda. A fingir. A vendida. Desse lamaçal onde pode encontrar a maioria da esquerda. Felizmente há outra, a verdadeira, a Beyer, a única.

  25. 25 25  isabel faria

    “Caros comentadores,
    Já se perguntaram por que é que os trabalhadores elegem normalmente comunistas para os orgãos de direcção dos sindicatos? Serão obrigados à força de torturas e chantagens ou de outros tipo de ameaças?”

    Caro Roberto, você sabe quantos sindicalizados elegem hoje uma Direcção Sindical? Não, nem estou a falar em trabalhadores, estou em falar em sindicalizados. Porque se falasse em trabalhadores a resposta era verdadeiramente dramática…

    Quantos sindicalizados participam na elaboração do programa, da Lista? Quantos sabem das eleições com antecedênia? Quantos apresentam propostas? Quanto votam, enfim?

    Sabe como se elegem delegados sindicais nas empresas? Sabe quantas vezes um dirigente sindical, desses genuínos e únicos que você fala, entra numa empresa, digamos média??? Nem que seja para se dar ao trabalho de fazer campanha eleitoral…ou de apelar á participação nas eleições.

    Confiança Roberto? Como é que um trabalhador pode confiar em alguém que não conhece? que não discute com ele? que saiu da empresa há décadas e que a vê como há décadas?
    Os poucos sindicalizados que votam, fazem-no porque não custa nada….as urnas de voto estão lá à entrada no cartão de ponto…acredita mesmo que é por confiança ou porque convictamente querem aqueles???

    Mas se assim fosse, se o Roberto tivesse razão, se os Sindicatos até acreditam que os seus dirigentes lá estão porque os trabalhadores confiam neles, os escolhem por serem os únicos que não se vendem ao patronato, porque não aceita o Moviemnto Sindical o método de eleição proporcional ou o método de Hondt? De que têm medo, afinal?

    Porque é que se combatem as alterações elitorais cá fora que manterão indefenidamente no Poder os partidos maioritários…e se apoiam lá dentro? Melhor, e sempre se apoiaram lá dentro?

  26. 26 26  João

    É triste ver que muitos comunistas (e registo os que aqui comentam) não conseguem perceber que se a influência maioritária do PCP na CGTP é perfeitamente natural, no quadro político-partidário português, isso não significa que tenham o direito de hegemonizar, de ditar as leis…
    E essa velha mania de que quem é do PCP é o maior e logo que sai passa a ser um vendido… então o que é um vendido antes de sair do PCP? Estive por lá grosso modo dos 18 aos 30, quinze anos depois verifico que mudou alguma coisa e continua tudo na mesma…

  27. 27 27  corvo

    Uma esquerda que tem dúvidas que a Coreia do Norte seja uma ditadura….

    Uma esquerda que apoia a ditadura vigente em Cuba

    Uma esquerda que não se demarca dos facinoras da Farc

    Uma esquerda que tem ilusões sobre um demagogo populista chanado Chavez…

    É uma esquerda muito estranha….

  28. 28 28  NuNo_R

    BoAS…

    Sempre defendi que os sindicatos devem ser apolíticos, senão correm o risco de desvirtuar as suas luats quando os partidos que os “integram” estiverem no poder. e quanto a isto temos o exemplo comum da UGT, que sempre que o PS está no governo, vira a cara para o lado e finge que está tudo bem e só se insurge contra o poder quando o outro partido da habitual alternancia do poder, o PSD está no executivo governamental.

    E sempre que os sindicatos se imiscuem na politica, quem sai prejudicado são os trabalhadores, que são a razão deos sindicatos existirem.
    Assim, no dia em que os sindicatos se preocuparem somente em defender os seus associados/trabalhadores e renvindicarem melhores salários e condições de trabalho; eles triunfarão sobre o poder instituido.
    Até lá o descrédito irá sempre assombrá-los.

    Falo assim porque sei o que falo, pois pertenço ao quadro de dirigentes de um grande sindicato da CGTP, apesar de me encontrar com o meu mandato suspenso por razões pessoais.

    abr…prof… e Bom Post!

  29. 29 29  corvo

    Nuno -R

    Apoliticos NUNCA, apartidários tambem depende do ponto do vista, o sindicato enquanto que tal não deve ter filiação partidária, pois representa o conjunto dos trabalhadores seus sindicalizados, agora os seus membros são cidadãos com direito ,
    a serem membros de partidos.

    O problema, é que não devem ser meras correias de transmissão, da estratégia dos partidos.

    Nem , como parece agora o caso, trazerem para os congressos sindicais, as lutas pelo poder, neste caso entre as facções do PCP.

  30. 30 30  Passidónio

    Companheiros comentadores, não tenham ilusões, tudo vai continuar na mesma na CGTP, e se não for assim eles criam outra central como já alguém disse.
    Vejam o que fizeram com os Bancários, em vez de ir à luta criaram um sindicato de empresa na CGD, imaginem se alguém fizesse o mesmo numa grande empresa, como se tal não bastasse criaram um sindicato para o sector financeiro que tem cerca de 400 sócios.
    Neste congresso os delegados são na esmagadora maioria (nalguns distritos são 100%) militantes comunistas e simultaneamente dirigentes sindicais, ninguém os elegeu, como eles próprios dizem são indigitados como delegados.
    Existem casos, vários casos de individuos que não tem empresa, a empresa já fechou e eles agora vão substituir os tais “velhos”, no fundo vão defender a coisa para manter o tacho.

  31. 31 31  Manuel Leão

    Sr. Daniel Oliveira:

    Uma pergunta, se souber responder:

    As eleições na CGTP são falseadas, ou os dirigentes que são eleitos ganham democraticamente?

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