Finlândia: 16 mil enfermeiros ameaçaram rescindir contratos e governo foi obrigado a recuar e a chegar a acordo salarial.
Alemanha: Greve mais longa da história dos maquinistas obriga milhões de passageiros a recorrer a outros transportes
Itália: Greve paralisa transportes na Itália
França: Funcionários públicos e ferroviários em greve
Portugal: Greve da Função Pública com adesão próxima dos 80%


Sem respostas ao post “O sindicalismo está a morrer?”  

  1. 1 1  Henrique Morais

    O problema do sindicalismo em Portugal são mesmo os sindicatos…

  2. 2 2  Lino José

    Não sei onde é que o Daniel viu os 80% de funcionários em greve, mas pronto…

    Sabe que mais ? Acabei de ouvir o Carvalho da Silva da CGTP no 2º canal

    e é assim : o homem quer-se substituir ao 1º ministro sem ter a maçada de ir a votos.

    Ele tem politicas para a Admnistração Pública, para a Saúde, para aEducação…

    Sempre na perspectiva da manutenção dos privilégios e dos
    “direitos adquiridos” dos “trabalhadores” , que esses não podem
    ser minimamente beliscados, nem que se tenha de sobrecarregar
    os outros com impostos.

    Enfim, fraco governo seria este se deixasse de fazer aquilo que se comprometeu
    a fazer perante TODOS os portugueses, ou seja reformar a Admnistração Pública,
    por causa de uma greve com 20% de adesão, ou mesmo que fossem 100% !

    E arranje esta caixa de texto que isto está tudo marado.

  3. 3 3  marieta

    eh, eu vi aquele secratairo de estado, amarelo, a sorrir que não viu a greve passar…

    pois é o costume, tá bem, a greve não afectou como uns dizem, e era preciso já outra, amanhã, ó esgar de sacratairo, no esforço de sorrir…

    e ainda há gente, povo, que se queixa do transtorno, sem razão, que diz o obtuso que a greve não foi vista no Governo, logo, não tarda, ela torna aí…

    e contudo, diz lá outro “sacratairo”, a reforma, o progresso de um país não se faz, como um roubo descarado, contra os trabalhadores!

  4. 4 4  Pinoka

    Felizmente parece não estar a morrer.
    Alguns querem matá-lo, mas dificilmente conseguirão calá-lo, quanto mais matá-lo.

  5. 5 5  aviador

    Nesse países o sindicalismo já morreu e já nasceu de novo.

    Em Portugal ainda está na primeira fase,moribundo.

    Vejamos se merecemos o renascimento.

  6. 6 6  Jam

    Em Portugal está claramente a morrer. Percebe-se sempre que nunca são os tais 80 ou 90%. Percebe-se que as pessoas faltam, para descansarem, aproveitando a ocasião da greve; mas não fazendo greve. É que ainda por cima, no mesmo post, refere situações de greve bem mais fortes e claras:
    «Finlândia: 16 mil enfermeiros ameaçaram rescindir contratos e governo foi obrigado a recuar e a chegar a acordo salarial.
    Alemanha: Greve mais longa da história dos maquinistas obriga milhões de passageiros a recorrer a outros transportes»

    Em Portugal já se sabe como é… Nem se percebe bem as razões da greve… Salários? Caramba, já acordaram aumentar para 500 euros num prazo bastante curto, com percentagens de aumento bastante acima do normal…

  7. 7 7  Zeca Canelas

    ó pá, o sindicalismo está morto há muito tempo. Saramago já o disse. Só quem trabalha para o Estado é quem faz greve. Ou seja: o Estado é revolucionário e a sociedade civil é uma merda. Se é que percebem!!!!!

  8. 8 8  Zé Pedro

    Não senti qualquer efeito negativo da greve. Porém, sinto que houve alguns efeitos aparentemente positivos:
    o sindicalismo parece ter apanhado uma valente derrota. Como proletário, julgo que esta foi para mim uma grande vitória,
    uma vez que os sindicatos têm sido os meus maiores inimigos. É por causa deles que ganho tão mal e tenho dificuldades
    em encontrar emprego. São eles a principal razão de não haver mobilidade no mercado de emprego.
    Um abraço a todos!

    P.s.: a caixa de textos está um pouco estranha no meu browser.

  9. 9 9  Sérgio A. Correia

    Tb acredito que o sindicalismo já morreu! Aliás, basta olharmos à nossa volta, e que vemos?
    Vemos sindicalistas mortos, e sindicalizados depenados e a curtir o seu rigor mortis. O que não morreu foram
    os atropelos, os abusos do poder, e o dogma de que tudo o que é privado é bom e funciona sempre bem.

  10. 10 10  tcc

    O único efeito positivo, foi lisboa ter ficado mais vazia com a ponte, quero dizer greve dos funcionários públicos.

  11. 11 11  Metroidsamus

    Não sei qual a percentagem da greve de ontem. Porém, aposto que se não fosse a uma sexta-feira a percentagem , qual quer que tenha sido, desceria drasticamente. O que é uma pena pq isso diz muito do que os portugueses pensam dos sindicatos. O sindicalismo é essencial que exista, mas o modelo(?) português, enfim…

  12. 12 12  ezequiel

    estes dados são reveladores porque demonstram:

    1) que o sindicalismo está vivo, a lutar pela sua vida, mais precisamente
    2) que o sindicalismo está em “guerra”
    3) e que a longo prazo (com as mudanças estruturais que já se sentem) perderá esta guerra

  13. 13 13  Quintqanilha

    80% só?
    Eu diria que foi para aí uns 180%

    Se o rídiculo matasse, não havia cemitérios que chegassem!

  14. 14 14  Quintanilha

    Em Famalicão existe uma escola de formação profissional gerida pela CGTP com 83% de trabalhadores precários!
    Dez dos 12 professores do pólo Bento Jesus Caraça estão a recibo verde. O Recibo Verde é um instrumento contra o qual a CGTP luta (ou diz que luta!) e o PCP tanto contesta!

    É caso para dizer: Bem prega Frei Tomás!
    Nesta escola, 10 professores têm os mesmos deveres que os únicos dois do quadro, mas nenhum direito: não têm subsídio de férias nem de Natal, pagam do seu bolso a contribuição à Segurança Social e se perderem o posto de trabalho não terão subsídio de desemprego.
    Dos sete pólos da escola profissional da CGTP, este deverá ser o mais problemático.

    Maria Emília Leite, directora-geral da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, admite que este pólo, por “ter estado para fechar há dois anos”, é aquele que “merece mais atenção”. Esclarece, todavia, que o estabelecimento “respeita integralmente as regras do ensino particular e cooperativo”.

    - Que seja imediatamente convocada uma grande manifestação seguida de uma greve para lutar pelos direitos destes trabalhadores em situação precária, e para cúmulo dos cúmulos, pagos pela CGTP!

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