Vídeo do “Expresso”


Sem respostas ao post “Bolas, isto também não se faz a um homem”  

  1. 1 1  clara martins

    Qual é o problema de Sócrates falar mal espanhol? Só num país parolo como o nosso é q se dá importância ao domínio perfeito de línguas estrangeiras. Já viu como os políticos estrangeiros falam outras línguas? E ninguém se se preocupa com isso.

  2. 2 2  Ofélia

    O ridículo mata. Matará?

  3. 3 3  António Gonçalves

    Triste… muito triste!!!
    Em vez do Inglês Técnico na UNI, este cidadão deveria ter tido Espanhol, para não fazer estas figuras.

    Cumprimentos

  4. 4 4  Francisco Crispim

    Castelhano técnico, é o que é.

  5. 5 5  Isabel

    Daniel

    Tenha cuidado. Olhe que o Sócrates começou por aqui a pré-campanha. Não se fala de outra coisa.

  6. 6 6  bloom

    ridículo, muito mais ridículo, que o telefonema é fazer uma peça destas, mesquinha, inútil e até algo soez… olha, os espanhóis não dizem - como é que é mesmo aquela palavra misteriosa que ninguém conhece - ah sim “allô”…

  7. 7 7  António

    Segundo Clara Martins não há problema em falar mal o espanhol, curiosa esta interpretação, já que era suposto um Primeiro Ministro dominar o mínímo dos mínimos ou então fazer-se acompanhar de um intérprete.
    E é este o PM que é intransigente na avaliação dos Professores, não deve estar a falar do suposto curso que tirou ou dos conhecimentos linguísticos que tem.

  8. 8 8  jaime roriz

    Ridiculo (e triste) é criticar um homem por falar mal uma língua que não é a sua. O homem pelo menos esforça-se.

  9. 9 9  samuel

    Triste mesmo é metade dos comentadores pensar que o ridículo “denunciado” pelo post se prende com a pronúncia do miserável castelhano falado por Sócrates em vez da parolice de encenar um telefonema para o seu “melhor amigo” que acabara de ganhar umas eleições.
    Parolice é todo o “documentário” feito num tom teatral insuportável de foleiro em que tudo é uma impostura miserável.

  10. 10 10  Zenóbio

    “Ridiculo (e triste) é criticar um homem por falar mal uma língua que não é a sua”

    Já agora porque não aceitar o “esforço” na forma de tentativa de se fazer passar por quem não é? O homem além dum complexo narcísico galopante, ainda não achou os limites para o ridículo. Sócrates é um caso clínico.

  11. 11 11  Minhoto

    Quando ouvimos pensamos logo no espanhol tecnico! Socrates que quis dar uma imagem do “porreiro pá” com José Luis, deu mais uma de pacóvio deslumbrado (com ele próprio) que nem falar sabe. Este nem para figurante do “Jamón, Jamón”.

  12. 12 12  alopes

    Agora percebo a revolução linguística que se pretende introduzir na escrita…”desde que a mensagem passe, a frase está correcta!”. Para quê professores de Português? E poupa-se!!!

  13. 13 13  jaime roriz

    Irra! Acho que devemos criticar uma pessoa naquilo que tem de forte e NUNCA nas suas fraquezas. Como diria o meu avô “Não é d’homem” Eu sempre falei mal línguas estrangeiras (à excepcção do francês) fui à alemanha com 16 anos (há 33 anos portanto) pela primeira vez e uma semana depois já falava (pior que o sócrates fala espanhol) alemão, e fiz o mesmo no países que visitei, falei Checo, falei Romeno, falei italiano e espanhol (pessimamente) mas falei e falo sempre que visito esses países. É claro que não sou exemplo para ninguém, digo isto apenas para explicar que não vejo mal nenhum em ter um primeiro ministro que faz um esforço para se fazer entender em espanhol. Fala mal espanhol. E depois? Olhem eu tive professores que falam muito pior o português. Posso aliás afirmar sem correr o risco de me enganar que a esmagadora maioria dos professores que tive falavam e escreviam mal.

  14. 14 14  simon

    Eh, fácil a
    tudo e inventido,
    inginheiro à toa, coitado!

  15. 15 15  j. ricardo

    obviamente que a irrelevância é evidente. acho demasiado proviciano o esforço que os portugueses fazem em falar na perfeição uma língua estrangeira.

  16. 16 16  Manuel Leão

    Isto, está mais ou menos ao nível das “maisons” da Guarda.

    Qual é a admiração?

  1. 1 Portanhol « Farmácia Central

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