Segunda-feira, 13 de Maio de 2013
por Sérgio Lavos

 

Este diálogo retirado da página do Facebook de João Almeida, porta-voz do CDS-PP e deputado da nação, mostra bem que espécie de pulhas nos governa. Por muito, mas muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito menos do que isto, do que a farsa permanente em que o Governo se transformou, Santana Lopes foi apeado da cadeira de primeiro-ministro por Jorge Sampaio. Vergonhoso.

 

(Imagem retirada do Twitter de David Crisóstomo.)

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
por Sérgio Lavos

 

"Ainda é Inverno, mas vários concelhos estão em risco alto de incêndio". Caramba, nem os deuses ajudam. 106 fogos já tinham deflagrado até às 14h00. O poder da oração enquanto técnica de prevenção da seca e dos fogos florestais parece não estar a resultar. Nada me move contra a fé alheia, mas será talvez altura da ministra Assunção Cristas pensar num plano B para combater os elementos. Quem sabe incomodar os senhores da União Europeia - sabemos que este Governo não gosta de incomodar os suseranos da terra lá em Bruxelas e Berlim, mas há ocasiões de aperto inadiáveis. Também eu rezo para que os cortes sofridos nas dotações para as corporações de bombeiros na prevenção de fogos florestais não transformem este ano da Graça de 2012 num Inferno terrestre. Os cenários dantescos aborrecem-me, e já que o Governo PSD/CDS não parece muito preocupado com estas questões de somenos importância, esperemos que o gestor de carreira designado por Nosso Senhor para o território português tenha piedade de nós e não mande para já uma das pragas do Apocalipse, o fogo. Sobre as nossas florestas.

 

Dei-me conta de que quando me ponho a escrever sobre estas questões metafísicas, acabo quase sempre por descobrir que a minha fé muitas vezes ultrapassa a das mais pias almas. Com tanto corte e incompetência governamental, a oração é bem capaz de ser a única salvação para o país. A ciência da fé reluzindo em todo o esplendor divino.

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por Sérgio Lavos
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
por Sérgio Lavos

 

15 de Fevereiro de 2011: "Ministério do Trabalho nomeou 41 'boys' do PS para cargos de chefia, acusa o CDS."

 

16 de Janeiro de 2012: "Saem boys do PS, entram os de Direita."

 

A Cinderela da Vespa que se transformou em Audi A7 no seu melhor.

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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

"O processo Portucale cujo principal arguido é o ex-dirigente do CDS, Abel Pinheiro teve origem em suspeitas de tráfico de influências tendo em vista o abate de sobreiros na herdade da Vargem Fresca, em Benavente, para a construção de um projecto turístico-imobiliário da empresa Portucale, do Grupo Espírito Santo (GES), por força de um despacho conjunto dos ministros do então Governo PSD/CDS Nobre Guedes (Ambiente), Telmo Correia (Turismo) e Costa Neves (Agricultura).


Segundo a acusação a entrada de mais de um milhão de euros nos cofres do CDS/PP ficou por explicar pela falta de documentos a comprovar a sua origem e perante recibos falsificados."


por Sérgio Lavos
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Sábado, 19 de Março de 2011
por Sérgio Lavos

Não sei qual é a agência de comunicação que trata da vida de Paulo Portas e do seu PP, mas deve merecer todo o dinheiro que lhe pagam. As notícias de que continuaria a ser investigado por envolvimento em negociatas na compra dos dois utílissimos submarinos que abrilhantam as nossas forças armadas foram rapidamente sufocadas por uma lufa-lufa mediática de tirar o fôlego: ele é pressão ao Governo para apresentar o OE no parlamento, ele é escutar os anseios da geração à rasca - há oportunistas que aproveitam sempre o calorzinho primaveril para sair da toca - ele é o "apontar o caminho de saída ao primeiro-ministro". E tudo culmina numa comovente declaração de amor ao grande timoneiro por parte de Nuno Melo (esta vem do Correio da Manhã, via Bola, como deve ser). Imparável, o homem que mais fez pelo futuro da nação portuguesa adquirindo armamento que estamos a pagar agora, especialista em guilhotinamento de papéis e afins, o melhor representante do jogleurismo político nacional. Os inimputáveis são assim. E é disso que o meu povo gosta, como bem sabemos.


por Sérgio Lavos
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Domingo, 6 de Junho de 2010
por Pedro Sales

"Férias de Estado" de Cavaco e Maria Cavaco Silva.

“Neste tempo difícil que atravessamos, os portugueses devem fazer turismo no seu próprio país, pois é uma ajuda preciosa para ultrapassar a situação difícil em que o país se encontra», disse Cavaco Silva, em Albufeira, onde inaugurou o pavilhão desportivo local.

Curioso, este apelo de Cavaco Silva. Para quem não se lembra, estamos a falar do mesmo presidente da República que organizou a agenda de uma viagem oficial de Estado - suportada pelo dinheiro dos contribuintes a quem agora apela ao seu espírito patriótico -, com o único e enternecedor objectivo de permitir que Maria Cavaco Silva pudesse cumprir o seu velho sonho de passar um dia em Capadócia. É um conceito original, reconheçamos: férias de Estado.
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por Pedro Sales
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008
por Pedro Sales



Paulo Portas encontrou a prova irrefutável de que as novas leis penais são laxistas e conduzem ao aumento da criminalidade. Ontem, no Parlamento, apresentou o caso de um delinquente que roubou um televisor e a quem não foi aplicada a prisão preventiva. Um televisor, quem sabe daqueles de alta definição, e nada. Onde é que já se viu isto? Vai-se a ver e qualquer dia ainda andam para aí a roubar um iPod ou a levar segredos de Estado para casa sem que lhes aconteça qualquer coisa.


por Pedro Sales
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
por Daniel Oliveira
Principais queixas: a RTP beneficia o governo; o Bloco de Esquerda é levado ao colo.
Principais conclusões da ERC em relação ao ano de 2007: a SIC dá mais espaço ao PS e ao governo do que a RTP; com votações semelhantes ao CDS e ao PCP, o BE tem de três a cinco vezes menos notícias que o CDS e três vezes menos do que o PCP.


por Daniel Oliveira
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
por Daniel Oliveira





Ao escolher no mínimo seis dirigentes por partido e podendo apenas votar-se três, o último inquérito acabou por dar um excelente retrato político dos leitores do Arrastão. E serve também para perceber, dentro de cada área política, quais são as preferência dos leitores. A escolha de três em seis, 13 ou 11 tinha este objectivo: que as pessoas votassem mesmo em políticos da sua área próxima, não desvirtuando os resultados.

Votaram 1337 pessoas. Algumas (muito poucas) não escolheram três candidatos. No total, houve 3.929 votos. Para contabilizar a influência política de cada partidos entre os inquiridos são estes votos que têm de ser contabilizados. Por aqui, mais do que saber da popularidade de cada partido, fico a saber o perfil partidário dos visitantes do Arrastão.

Assim, os seis dirigentes dos Bloco de Esquerda somaram 1129 votos, o que representa 28,7% dos votos. Se lhes juntarmos os votos em José Sá Fernandes, passa para 1293 votos (32,9%).

Os 13 dirigentes do PS somaram 814 votos (20,7%). Se lhes juntarmos os ministros independentes Teixeira dos Santos e Maria de Lurdes Rodrigues e o militante do PS e líder da UGT, João Proença, passa para os 960 votos (24,4%). Se lhes somarmos ainda a dissidente Helena Roseta fica nos 1088 votos (27,7%).

O seis dirigentes do PCP tiveram 513 votos (13,1%). Mas se juntarmos Carvalho da Silva, militante do PCP e dirigente da CGTP, passa para os 783 votos (19,9%). E se ainda lhe somarmos os votos na dissidente Luísa Mesquita passa para os 806 votos (20,5%).

Os 11 dirigentes do PSD tiveram 424 votos (10,8%). Mas juntando os votos no Presidente Cavaco Silva passa para os 551 (14%).

Os seis dirigentes do CDS somaram apenas 191 votos (4,9%).

Interessante é ver as diferenças dentro de cada área política. E aqui já podemos voltar a fazer tendo como universo o número de votantes e não de votos.

No Bloco de Esquerda, Ana Drago ficou em primeiro lugar, foi a política mais votada de todo o painel e a grande surpresa deste inquérito. Teve 403 votos. 30% dos leitores escolheram a deputada entre os seus três preferidos. Francisco Louçã vem logo a seguir, como 365 votos. 27% dos inquiridos escolheram o seu nome na lista dos seus três preferidos.E estes dois destacam-se em todo o painel. Depois vem Miguel Portas, com 164 votos (12%). Fernando Rosas teve 120 votos (9%). Luís Fazenda teve 48 votos (4%) e Helena Pinto 29 votos (2%). Se juntarmos José Sá Fernandes ao grupo, é o terceiro mais votado do BE e o sétimo do painel, empatado com Miguel Portas: teve 164 votos (foi escolhido por 12% do total de votantes, ficando muito próximo da votação de António Costa).

No PS, José Sócrates destaca-se claramente: tem 247 votos e foi escolhido por 18% dos inquiridos. Depois vem António Costa (com 170 votos e 13%) e Manuel Alegre (com 162 votos e 12%). Muito mais abaixo estão os restantes: José Vieira da Silva (3% e 45 votos); Elisa Ferreira (3% e 37 votos); Augusto Santos Silva (2% e 28 votos), Pedro Silva Pereira (2% e 26 votos), Luís Amado (2% e 23 votos); Edite Estrela (1% e 20 votos), Alberto Martins (1% e 20 votos), Jaime Gama (1% e 15 votos), Francisco Assis (1% e 15 votos - atrás de Elisa Ferreira) e Vitalino Canas (5 votos). Todos estes estão atrás dos dois ministros independentes: Texeira dos Santos (6% e 74 votos) e Maria de Lurdes Rodrigues (5% e 71 votos). O secretário-geral da UGT, João Proença, teve apenas um voto e ficou em último lugar no painel. Caso ainda fosse do PS, Helena Roseta estaria em quarto entre os socialistas, com 10% e 128 votos.

Entre os dirigentes do PCP, Jerónimo de Sousa fica em primeiro. Tem 176 votos (13%), seguido do deputado António Filipe, com 118 votos (9%), de Ilda Figueiredo (5% e 68 votos), de Bernardino Soares (5% e 62 votos), de Honório Novo (4% e 53 votos) e de Francisco Lopes (3% e 36 votos). No entanto, se contarmos com o coordenador da CGTP, Carvalho da Silva, as coisas mudam de figura. Fica bastante à frente de Jerónimo de Sousa e é o terceiro na lista dos cinquenta políticos. Teve 270 votos. Um quinto dos inquiridos votou nele. Luísa Mesquita, que é agora deputada independente, teve 23 votos (2%).


O PSD tem um vitorioso claríssimo: Rui Rio, que até ultrapassou o Presidente da República. Teve 161 votos (12%) e foi o único dirigente de direita nos primeiros 10 lugares das escolhas dos leitores do Arrastão (depreendendo-se que não terá sido pelo voto de pessoas de esquerda, que tinham muito por onde escolher). Muito depois vem Pedro Santana Lopes, com 40 votos, Pedro Passos Coelho, com 35 votos e António Capucho, com 35 votos, com 3% cada um. A lista segue: Ângelo Correia (2% e 33 votos), Fernando Seara (2% e 29 votos), José Aguiar-Branco (2% e 26 votos), Marques Mendes (2% e 21 votos), Luís Filipe Menezes (1% e 19 votos), José Ribau Esteves (1% e 14 votos) e Miguel Relvas (1% e 11 votos). Note-se que o líder do PSD é o ante-penúltimo da lista do PSD e ficou 41º da lista dos 50. Cavaco Silva é, depois de Rui Rio, o político de direita mais votado. Teve 127 votos (10%) e ficou em 12º.


No CDS acontece o memo que em todos os partidos (menos no PS): o líder é ultrapassado por outro militante. Em primeiro fica Teresa Caeiro, com 55 votos (4%). Só depois vem Paulo Portas, com 41 votos (3%). António Pires de Lima tem 37 votos (3%), Diogo Feio, com 29 votos, e Nuno Melo, com 26 votos (2% cada um) e Luís Nobre Guedes com 3 votos (ficou em penúltimo).

Assim, os grandes vencedores deste inquérito (o mais participado de sempre do Arrastão, apesar de dar um pouco mais de trabalho do que os outros), é, antes de mais, Ana Drago. E depois Francisco Louçã. O outro é seguramente Carvalho da Silva, que fica em terceiro, percebendo-se que aqui, onde há muitos leitores do BE e do PS, consegue muitos votos desta área. José Sá Fernandes fica bem e parece agradar a muitos bloquistas. José Sócrates e António Costa conseguem uma boa votação. E por fim, à direita, a vitória vai para Rui Rio. No CDS, vence Teresa Caeiro, que consegue ficar à frente de Portas.

Aqui ficam os resultados do inquérito:

[poll=14]



O próximo inquérito é sobre os Jogos Olímpicos na China. Qual seria a atitude mais correcta a ter em relação aos Jogos Olímpicos da China? O boicote; Aproveitar os Jogos Olímpicos para denunciar a violação de direitos humanos; Os países não se devem envolver nos assuntos internos da China; Não se deve confundir um acontecimento desportivo com questões políticas.

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008
por Daniel Oliveira


Via Zero de Conduta

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008
por Daniel Oliveira
«Tendo por base as escutas telefónicas do processo Portucale, o Expresso publicou ao longo das últimas 4 semanas uma investigação jornalística sobre a forma como a Lei do Jogo foi alterada para, tudo o indica, beneficiar retroactivamente a Estoril-Sol. Um mês depois da primeira notícia, o Ministério Publicou anunciou a instauração de um inquérito ao processo do Casino.

Desculpem lá a ingenuidade, mas se a investigação do Expresso só foi possível com base em material de prova que esteve sempre na posse do Ministério Público, porque é que foi preciso o caso ganhar a dimensão mediática e politica que conheceu para que este, através da acção directa do PGR, mandasse instaurar um inquérito? Só se investiga o que está na capa dos jornais e já não dá para esconder para baixo do tapete, ou é mais um inquérito para sossegar os espíritos e deixar tudo na mesma?»

Pedro Sales
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
por Daniel Oliveira


Em Agosto de 2004, a Estoril-Sol enviou um extenso documento ao então ministro do Turismo, Telmo Correia, no qual sugeriu uma alteração cirúrgica ao artigo 27 da Lei do Jogo que regulava a reversibilidade obrigatória dos edifícios e equipamentos dos casinos para o Estado. Segundo o documento, a que o Expresso teve acesso (e que disponibiliza para download), a empresa considerou que a tal alteração seria inócua às demais concessões e "também totalmente imperceptível quer pela simultaneidade da sua publicação com as demais alterações de artigos do mesmo Decreto-lei, quer pela sua formulação genérica e abstracta, insusceptível de ser interpretada como relacionável com a clarificação da situação concreta". Ou seja, o Casino de Lisboa. A filosofia da proposta acabou por ser acolhida em Dezembro de 2004, quando o governo de Santana Lopes aprovou uma alteração à Lei do Jogo.

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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008
por Daniel Oliveira
O deputado do CDS-PP Telmo Correia assinou cerca de três centenas de despachos como ministro do Turismo na madrugada do dia em que o novo executivo, liderado por José Sócrates, foi empossado no Palácio da Ajuda. Apesar de estar em gestão corrente, o ex-ministro do Governo de Santana Lopes fez uma verdadeira maratona que quase não lhe deu tempo para se inteirar do que estava a assinar à pressa, após ter passado mais de uma dezena de dias sem ir ao Ministério do Turismo.
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Sábado, 2 de Fevereiro de 2008
por Daniel Oliveira
A actuação de Telmo Correia enquanto ministro do Turismo do Governo de Pedro Santana Lopes permitiu à Estoril-Sol obter um verdadeiro «jackpot», conseguindo ficar com a propriedade do edificío do novo Casino de Lisboa, no Parque das Nações. A posse do edifício por parte da Estoril-Sol, mesmo após o final da concessão do jogo, é contestada por especialistas em Direito Administrativo ouvidos pelo Expresso, que garantem que o edifício tem de voltar para mãos públicas.
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira
Ainda sobre o salário mínimo e os argumentos de "autoridade" de quem, seguindo maus exemplos do passado, tenta transformar ideologia em ciência, vale a pena ler este post de João Rodrigues. E estes dois, do Nuno Teles.

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por Daniel Oliveira
Para acrescentar aos argumentos da Juventude Popular e de João Miranda de imposições que perturbam o normal funcionamento do mercado de trabalho:

O subsidio de férias impede de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar sem subsídio de férias.
O mês de férias impede de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar sem ter férias.
O 13º mês impede de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar sem 13º mês.
Os cinco dias de trabalho semanal impedem de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar sete dias por semana.
A semana de 40 horas impede de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar 80 horas por semana.
A imposição de salário impede de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar sem receber um tostão.
As regras de segurança no trabalho impedem de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar correndo risco de vida desnecessário.

A lista podia continuar sem fim, para provar como a sociedade que fomos construindo perturba o normal funcionamento do mercado de trabalho.

por Daniel Oliveira
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira
João Miranda diz que não tenho nenhum argumento contra a posição da Juventude Popular que, num mesmo comunicado, diz que a existência do Salário Mínimo «impede de operar todas as empresas e serviços que não tenham a capacidade de remunerarem aquele montante» e que «não nos assusta o tradicional receio/argumento de que sem o salário mínimo as empresas irão pagar ainda menos» porque «o paradigma da competitividade baseada nos baixos salários já mudou». Ou seja, onde se diz, com poucos parágrafos de distância, uma coisa e o seu contrário.

Para além de vários argumentos sobre o tipo de desenvolvimento que precisamos (que Miranda, que acredita na providência divina do mercado, não entenderia), sobre os efeitos para a nossa economia de salários excessivamente baixos e de empresas que sobrevivem à custa desse expediente, fico-me por um mais importante: receber, com os preços em vigor em Portugal, menos do que 426 euros de salário por 22 dias úteis de trabalho é escravatura. E os meus argumentos contra a escravatura não são, antes de mais, económicos. São morais.

Já agora, desafio o João Miranda a encontrar um único estudo sério que indique que o ridículo valor do salário mínimo nacional é causa de desemprego em Portugal.

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira
A Juventude Popular manifestou-se contra a fixação de um valor para o Salário Mínimo Nacional (SMN) pelo Estado, considerando que este "enfraquece os rendimentos dos portugueses e atrasa a economia". "Este preço mínimo tem dois efeitos muito claros no mercado de trabalho: impedir de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar por valor inferior a esse preço", diz o comunicado da JP.

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira


O líder da Juventude Centrista apontou hoje o presidente do Grupo Parlamentar do PCP, Bernardino Soares, como um dos principais protagonistas dos "distúrbios revolucionários" do "Verão Quente" de 1975, altura em que tinha apenas quatro anos.

por Daniel Oliveira
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007
por Daniel Oliveira
Paulo Portas vai ouvir peritos para decidir posição sobre o referendo
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira
Paulo Portas acusou o Governo de fazer propaganda nas escolas. Sentenciou: "eu acho que as escolas são lugar de trabalho, não são lugar nem de propaganda nem de comício". Paulo Portas fez esta declaração na apresentação das propostas do CDS para a educação. Onde? Na Escola Secundária de Alvide. (via Zero de Conduta)
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira



Paulo Portas anda a ver filmes pirateados e confessou-o na sua última crónica do "Sol". Um crime. "The Bourne Ultimatum" foi-lhe entregue por um cúmplice «que tinha arranjado uma qualquer maneira - informal ou informática – de o ver.» Portas fez o que faz quem ganha com o incumprimento da lei: «achei melhor nem perguntar qual». Não sei se chame a isto terrorismo, mas é seguramente violação de direito de propriedade. Passaram já vários dias e a justiça não fez nada. Inaceitável. Esperamos então a indignação do CDS e a mão pesada da Lei.


Leia tudo no Zero de Conduta.

PS: esclareço aqui que não tenho nada contra a pirataria. Mas isso sou eu, um esquerdista quase terrorista. Só que ao contrário de Paulo Portas, ando de cara destapada.

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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira



Na SIC Notícias, Paulo Portas definiu os seus temas de rentrée: diminuição da idade para responsabilidade penal e endurecimento da lei para a imigração. A agenda típica de uma direita moderada e liberal.

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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007
por Daniel Oliveira

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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007
por Daniel Oliveira
Paulo Portas diz que a história dos submarinos apenas aparece para o derrotar nestas eleições. Até podia ser. Mas com o seu candidato a rondar, nas sondagens, a casa dos dois por cento não seria armamento demasiado pesado para usar quando a derrota é quase certa?
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Terça-feira, 10 de Julho de 2007
por Daniel Oliveira
Pedro Guerra, ex-jornalista do "Independente", ex-assessor de Paulo Portas no Ministério da Defesa e seu "compagnon de route" desde os tempos do jornal entretanto encerrado. O que faz ele hoje? Assessoria de comunicação em favor de Domingos Névoa, administrador da Bragaparques.
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Segunda-feira, 9 de Julho de 2007
por Daniel Oliveira



A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o rasto de cerca de 24 milhões de euros que o consórcio alemão GSC, com o qual o Estado português contratualizou a compra de dois submarinos em 2004, transferiu para a Escom UK, empresa do Grupo Espírito Santo (GES) sedeada no Reino Unido. O inquérito procura apurar se existe alguma relação entre o destino final desse dinheiro e o resultado do controverso concurso público dos navios de guerra submergíveis. Este foi ganho pelos alemães do "Germain Submarine Consortium", que propuseram a venda dos dois submarinos por 845 milhões de euros e comprometeram- -se a proporcionar negócios para empresas portuguesas no valor de 1,2 mil milhões de euros (as chamadas contrapartidas).

A investigação foi despoletado por conversas telefónicas, alegadamente interceptadas pela PJ, entre o ex-ministro da Defesa Nacional, Paulo Portas, e o ex-director financeiro do CDS-PP, Abel Pinheiro, no âmbito do inquérito-crime "Portucale". O Ministério Público ordenou a separação processual, abrindo então um novo inquérito para os submarinos.

Fonte ligada ao processo disse que a Escom do Reino Unido (o GES tem outras empresas com o mesmo nome sedeadas nas Ilhas Virgens Britânicas e em Portugal) poderá ter transferido parte dos 24 milhões de euros para escritórios de advogados, empresas ligadas a tecnologias de ponta e à investigação, ao ramo automóvel e ao sector da construção civil.

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