Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012
por Sérgio Lavos

 

Aqui está um dos profissionais da desordem de que falou o ministro da Administração Interna. O tal que ficou ofendido quando uma jornalista lhe perguntou se havia agentes infiltrados. Parece que tinha razões para ficar indignado. Os agentes não eram infiltrados, mas sim provocadores.


por Sérgio Lavos
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012
por Sérgio Lavos

Sabemos que o Orçamento para 2013 é suicidário. Sabemos que é um orçamento de urgência que visa não só cobrir o buraco orçamental previsto para o ano que vem como também o que ficou a descoberto este ano, a estrondosa derrapagem orçamental que o Governo já não consegue esconder. Sabemos que existe uma folga de alguns milhares de milhões no orçamento porque Gaspar sabe que as previsões de receita, de corte de despesa e de desemprego são absurdamente irrealistas. Sabemos que, devido ao falhanço brutal nas previsões de 2012, Gaspar teria de dinamitar a economia para conseguir atingir a meta do défice. Sabemos que este orçamento é incumprível, sobretudo por causa dos juros que temos de pagar, não só dos empréstimos anteriores ao memorando, mas também dos que pedimos à troika. Nove mil milhões de euros por ano de juros é um valor que nem o maior génio das finanças de sempre conseguiria cobrir. E Vítor Gaspar não é um génio. Não só não é um génio, como erra todas as previsões, consecutivamente. Este ano vamos para o quarto orçamento rectificativo, coisa que não se via desde o PREC. E para além de ser incompetente no papel de ministro das Finanças, é também intelectualmente desonesto. Depois do FMI ter vindo a terreno dizer que o multiplicador usado para calcular o efeito da austeridade na economia (por cada euro cortado a economia contrair-se-ia 50 cêntimos) estava errado, propondo novo multiplicador (por cada euro poupado, a economia contrai-se entre 0.9 e 1.7 euros), Gaspar persiste em usar o multiplicador antigo nas previsões para 2013 e depois. E não admite que o faz, tendo-se recusado a responder a uma pergunta directa de um jornalista na conferência que se seguiu à apresentação do orçamento e desvalorizando a opinião do FMI. Não é só incompetência. Não é só fanatismo ideológico. É um inacreditável autismo que está a levar o país a um buraco de onde será muito difícil sair. Vítor Gaspar tem mesmo de ser parado - até porque o inábil deslumbrado Passos Coelho nunca o irá fazer. 

 

*Como deveria ser evidente, uso a caracterização em sentido figurado e não pretendia ofender, de modo algum, quem sofre deste gravíssimo problema, nem as respectivas famílias. 


por Sérgio Lavos
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Quarta-feira, 21 de Março de 2012
por Sérgio Lavos

por Sérgio Lavos
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Sexta-feira, 2 de Março de 2012
por Sérgio Lavos

Agora pode dizer-se com toda a propriedade: este é um Governo que pratica políticas assassinas. Que outra coisa se poderá dizer de um executivo que deixa morrer a população de que é suposto cuidar?


por Sérgio Lavos
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
por Sérgio Lavos

Portugal é o único país onde a austeridade exigiu mais aos mais pobres.

 

O meu sincero obrigado ao Governo PSD/CDS (com a extraordinária contribuição do Governo Sócrates). Conseguimos ser os primeiros em alguma coisa: o empobrecimento. Estamos todos de parabéns.


por Sérgio Lavos
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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

O relatório da Unesco sobre o projecto de construção da barragem do Tua, no Aventar. Pronto há seis meses, até agora nenhum jornal o tinha publicado (que surpresa) e tanto o ministério do Ambiente como a secretaria de Estado da Cultura se mantêm silenciosos sobre os pormenores do mesmo. A história de uma barragem que vai produzir apenas 0.6% da energia nacional destruindo irreversivelmente a paisagem envolvente e a histórica Linha do Tua, classificada como Património Mundial pela Unesco. Para além de incontáveis hectares de terra para a produção de vinho do Porto. Tudo para que uma empresa privada (neste momento, a 100%), a EDP, possa ter um lucro de dezasseis mil milhões de euros e os seus gestores recebam os prometidos bónus. Um caso exemplar do modo como funciona a rede de interesses económicos das empresas privadas e da sua relação com os partidos do arco do poder, PSD, PS e CDS. O problema não é haver excesso de Estado, como é evidente; é o Estado funcionar como canal de financiamento de projectos privados duvidosos que prejudicam os contribuintes e enchem os bolsos dos accionistas das empresas que deles beneficiam, assim como os dos gestores, quase sempre antigos governantes ou políticos destes três partidos.

 

(Via 5 Dias.)


por Sérgio Lavos
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Domingo, 25 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

Não será coincidência que, nesta época de solidariedade hipócrita e de caridadezinha cristã, quando os ricos aliviam a sua consciência pesada ofertando migalhas aos pobres, seja anunciado que a quebra na duração dos subsídios de desemprego, numa altura em que este cresce em flecha, poderá chegar aos 75%. A medida é burra e completamente errada em termos económicos. Mas é sobretudo uma afronta a quem andou anos, décadas, a contribuir para a Segurança Social, e se vê no desemprego. E é um crime, cometido em nome de uma ideologia neoliberal assassina. Não poderá haver desculpa. Espero que, mais cedo ou mais tarde, o povo demonstre a estes criminosos inspirados por ideias económicas extremistas que há limites para o delírio em que o país parece ter entrado. E seria melhor que fosse mais cedo. Antes que seja demasiado tarde.


por Sérgio Lavos
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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

"O processo Portucale cujo principal arguido é o ex-dirigente do CDS, Abel Pinheiro teve origem em suspeitas de tráfico de influências tendo em vista o abate de sobreiros na herdade da Vargem Fresca, em Benavente, para a construção de um projecto turístico-imobiliário da empresa Portucale, do Grupo Espírito Santo (GES), por força de um despacho conjunto dos ministros do então Governo PSD/CDS Nobre Guedes (Ambiente), Telmo Correia (Turismo) e Costa Neves (Agricultura).


Segundo a acusação a entrada de mais de um milhão de euros nos cofres do CDS/PP ficou por explicar pela falta de documentos a comprovar a sua origem e perante recibos falsificados."


por Sérgio Lavos
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

Outra maneira de reduzir a população portuguesa, para além da emigração forçada: esperar que os doentes que aguardam uma operação ou um transplante morram. Qual será o número de portugueses a partir do qual o Governo já consegue governar? Nove milhões, oito? É que os incentivos à natalidade também estão a acabar e, já se sabe, uma morte é uma tragédia, milhares, apenas um número.


por Sérgio Lavos
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Domingo, 18 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

Enquanto o Governo se encontra reunido preparando o nosso futuro - outro modo de falar da liquidação total do Serviço Nacional de Saúde, da Segurança Social, da Educação e das empresas públicas que dão lucro -, a Inglaterra e outros países preparam-se para a guerra. Os planos de evacuação de Portugal e Espanha estão a ser preparados, para que os cidadãos britânicos consigam escapar do Titanic. Parece mentira? Pois. Mas o que pertencia há uns tempos ao domínio da ficção surreal, agora é verdade. Depois de um secretário de Estado ter pedido há umas semanas para os portugueses saírem da "zona de conforto", hoje, o administrador da insolvência do país aconselhou os professores a emigrar. Nem vale a pena falar no investimento que o Estado fez na formação das dezenas de milhar de formados que estão desempregados ou trabalham em empregos precários. Investimento que o  primeiro-ministro prefere oferecer a outros países. Uma declaração destas é criminosa, uma enormidade. Apenas conseguimos compreender isto se Coelho tiver uma coisa em mente: a emigração em massa irá facilitar a sua governação. Com menos desempregados no país, há menos prestações sociais a pagar, os números do desemprego baixam, e sobretudo a massa crítica do país - não nos podemos esquecer que são jovens com formação superior, muitos deles com doutoramento, que estão a sair - deixa de existir, e com ela a contestação, a crítica, a possibilidade de se fazerem as coisas de maneira diferente. Facilitar a vida a quem se prepara para comprar o país, eis o que parece ser a principal motivação deste Governo. Não sei se perceberam, mas Portugal acabou, enquanto nação independente. Depois, não se queixem. 


por Sérgio Lavos
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

(...) O Tribunal Regional de Munique prometeu hoje aos dois ex-gestores da Ferrostaal, que está a julgar nos casos de vendas de submarinos à Grécia e a Portugal, um máximo de dois anos de pena suspensa, se admitirem a culpa. (...)

 

Segundo o ministério público de Munique, Haun e Muehlenbeck pagaram "luvas" no valor de 62 milhões de euros, entre 2000 e 2007, a dignitários gregos, e também ao ex-cônsul de Portugal em Munique Juergen Adolff para que Lisboa e Atenas decidissem comprar submarinos ao German Submarine Consortium (GSC) e não à concorrência. (...)


por Sérgio Lavos
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
por Sérgio Lavos

Até matar o doente. Preto no branco, claro como a água. Pedro Passos Coelho, na entrevista de ontem, não poderia ter revelado mais. As medidas de austeridade provocam recessão? É verdade. O que fazer? Repensar as medidas, atenuar o seu impacto na economia, chegar a quem mais pode pagar - a banca, os ricos, as mais valias financeiras - e fazê-los pagar mais? Não, aplicar as mesmas medidas ainda a mais gente. Começa a não ser apenas teimosia, incompetência ou ideologia: chegamos ao foro criminal. Quem, deliberadamente, leva milhões à pobreza e o país à destruição, terá de ser julgado, mais cedo ou mais tarde. Que a entrevista sirva para memória futura.


por Sérgio Lavos
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Sábado, 5 de Novembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

"Quanto mais corto nos benefícios sociais, mais agitação social tenho. O nível expectável de agitação aumenta maciçamente à medida que cai a despesa do Estado."

 

"Se tudo desabar na agitação social, haverá um segundo ciclo em que nos vamos deparar com menos crescimento e receitas fiscais ainda mais baixas. Depois tem que se cortar outra vez e vamos acabar numa espiral, vamos acabar por destruir grande parte do tecido social e político que mantém a estabilidade na Europa."

 

"É o que os alemães viveram no início da década de 1930. A cada ano, o governo tomava novas medidas orçamentais, reduzia os salários da função pública, tentava equilibrar o orçamento e sempre que fazia isto a economia contraía ainda mais, as receitas fiscais era ainda mais baixas, o governo tinha de cortar mais e, no final, destruiu a democracia alemã. Repetir este erro é completamente imperdoável, em 2011."

Hans-Joaquim Voth, académico co-autor do estudo "Austeridade e Anarquia: Cortes Orçamentais e Agitação Social na Europa, 1919-2009". Artigo completo no Diário de Notícias.


por Sérgio Lavos
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011
por Sérgio Lavos

Aumentar impostos às classes baixa e média. Cortar-lhes os subsídios de férias e de Natal. Aumentar impostos sobre o consumo. Cortar nas compartições de medicamentos. Deixar que a Galp e a Petrogal continuem a chafurdar no seu desmando monopolista, fazendo com que Portugal tenha os preços de combustíveis mais altos da União Europeia (em relação ao ordenado médio). Cortar nas ligações dos subúrbios à capital e na rede de transportes públicos citadina, depois de anos de investimento nessa mesma rede. Aumentar brutalmente o preço dos transportes públicos. Daqui a uns tempos, nem de carro, nem de autocarro; vamos todos a pé para o trabalho - até porque ciclovias, nem vê-las. Pelo menos, decretando o recolher obrigatório na cidade de Lisboa (com a supressão das carreiras nocturnas e o encerramento do metro às 23, em algumas linhas às 21), iremos poupar uns bons cobres em copos. Está certo.


por Sérgio Lavos
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Sábado, 1 de Outubro de 2011
por Sérgio Lavos

  +       + 

 

 

E o que é que estas três entidades têm em comum?

 

 

E o Presidente da República, tem feito o quê? Cowspotting. Lindo.


por Sérgio Lavos
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Sábado, 17 de Setembro de 2011
por Sérgio Lavos

 

Apesar dos lamentos de Passos Coelho sobre a "gravidade" da situação na Madeira, da gentil  lembrança do PR e da "análise" da Procuradoria-Geral da República, não tenho dúvidas de que nada vai acontecer a Alberto João Jardim, nem dentro do seu partido - a retirada da confiança política, como deveria ser - nem fora - a hipótese de alguma vez ser provado o crime de "dolo" com dinheiros públicos é risível. E toda a gente encara a impunidade com a maior das levezas, sabendo que o curso dos acontecimentos desemboca sempre em nada. A falência do país será coisa de pouca importância- moralmente, estamos falidos há muito.


por Sérgio Lavos
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
por Miguel Cardina

Gestores não executivos recebem 7400 euros por reunião.


por Miguel Cardina
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011
por Sérgio Lavos

*Foto retirada do Guardian

 

Tudo começou com a morte de um taxista de 29 anos, pai de 4 filhos. Atingido por tiros da polícia. Como em França, um excesso policial que levou à morte de um inocente (até prova em contrário), levou a uma escalada de violência nos bairros periféricos e pobres de Londres. Do protesto legítimo das pessoas do bairro onde morava o taxista, Tottenham, rapidamente se chegou a um estado de quarteirões inteiros sitiados, à criminalidade pura. Em pleno Agosto, tempo de férias escolares. Muitos dos jovens envolvidos nos distúrbios costumavam ocupar os seus tempos em centros de diversão que o Governo fechou no âmbito das medidas de austeridade levadas a cabo no país. Quem culpar? Os criminosos que destroem património público e privado, o acto policial que espoletou a revolta ou o Governo central que descurou na atenção dada a quem está à margem? Apenas há uma certeza: apesar da esmagadora maioria da população daqueles bairros repudiar os actos criminosos que têm acontecido, todos questionam os procedimentos policiais neste caso. Vamos ver onde poderá a revolta chegar.

 

(Podemos acompanhar os acontecimentos em directo no blogue do Guardian).


por Sérgio Lavos
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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
por Sérgio Lavos

 

Havia quatro potenciais compradores do BPN. O governo PSD/CDS, através de uma Caixa Geral de Depósitos recheada de novos boys dos dois partidos, quer negociá-lo em regime de exclusividade com o BIC, cujo presidente é Mira Amaral, antigo ministro de um dos clientes mais famosos do BPN, Cavaco Silva. Para além dos 40 milhões que o BIC afirma ir pagar, metade dos funcionários irão ser despedidos. Entretanto, um dos compradores que foram preteridos, o NEI, vem dizer que nunca fez uma oferta que fosse inferior a 100 milhões de euros (sim, 60 milhões mais do que é proposto pelo BIC), e que a proposta seria sempre vantajosa para os trabalhadores. Excluído à partida, este grupo de investidores vem falar agora de uma luta de David contra Golias. Julgo que ninguém poderá ter dúvidas sobre a natureza deste negócio. A história do BPN é uma mafiosa pescadinha de rabo na boca, um vaivém criminoso entre PS e PSD que rapinou ao Estado (que somos nós, não esquecer isto) incontáveis milhões. Fundado por figuras do PSD, ligadas aos governos de Cavaco Silva, fez crescer a fortuna de muitos durante os anos de bonança financeira, recorrendo a empresas fictícias offshore e a ilegalidades várias. Quando estava prestes a afundar-se, o governo PS decide esbanjar erário público na sua recuperação, dando razão ao ditado: o crime compensa. E o círculo completa-se, já com o PSD no poder, com a venda, aparentemente ruinosa para o Estado, a uma instituição financeira ligada a outra figura do PSD cavaquista, Mira Amaral. Portugal há muito que se tornou uma metástase da Sicília, e ninguém parece interessado em acabar com a doença. Só não vê quem prefere não ver. E em terra de cegos...


por Sérgio Lavos
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
por Miguel Cardina

 

Tem graça: depois de ter sido eleito um governo que não só promete cumprir o programa da "troika" mas "ir mais longe", depois de nos terem dito que o melhor era não apontar as críticas aos mercados e às agências de rating porque isso escalava o nervosismo, depois disso tudo e de mais umas quantas frases de antologia, Portugal chega ao patamar do "lixo". Ainda esta semana pude ver o Inside Job e dá bem para perceber como os critérios de cotação das agências de ratings são, no mínimo, duvidosos - e no máximo, criminosos. E é assim que cada vez mais temos pela frente um caminho que se bifurca: ou aceitamos a austeridade do modo como está ser imposta na Grécia ou dizemos, como se escreveu num manifesto há uns meses atrás, que "o inevitável é inviável".


por Miguel Cardina
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
por Miguel Cardina


por Miguel Cardina
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Domingo, 1 de Maio de 2011
por Sérgio Lavos

Os cães do FMI, os jagunços do sistema, começam a mostrar os dentes?


por Sérgio Lavos
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Sábado, 20 de Setembro de 2008
por Pedro Sales
A Autoridade da Concorrência acusou sete empresas de catering de terem lesado o Estado em 172 milhões de euros, depois de terem concertado durante dez anos os preços que prestavam a várias cantinas públicas. Se o cartel ficar provado em tribunal, o montante máximo da multa a pagar pelas empresas nunca será superior a 38 milhões de euros, um valor cinco vez inferior ao da fraude. Ao contrário do que acontece na maioria dos países, os empresários não correm o risco de ser presos, bastando-lhes pagar uma multa.

por Pedro Sales
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