Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
por Sérgio Lavos

Duarte Pio compara crise actual à da Primeira República e pede referendo à monarquia.

 

*Ou, por outras palavras, só faltava este para se juntar à festa.

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por Sérgio Lavos
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
por Daniel Oliveira
O ex-dirigente desportivo do clube de Valentim Loureiro, engenheiro José Lello, acusou Manuel Alegre de «parasitar o grupo parlamentar» do PS, viajando às suas custas para lançar um livro nos Açores. O Governo Regional dos Açores, insuspeito de simpatias com a oposição, já desmentiu, dizendo que Alegre foi aos Açores convidado pela direcção regional de Cultura e foi ela que pagou as despesas. Não é segredo que estou longe de ser um fã de Alegre. Mas quando entram no debate político os lellos desta vida há que montar o cordão sanitário. Se, como dizia o senhor, «na política é necessário haver rectidão e hombridade», talvez seja altura do PS começar a esconder algumas figuras. Ou deixam a oposição sem nada que fazer. Como diz Ana Gomes, «com defensores destes, por que há-de o PS preocupar-se com os detractores?»
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por Daniel Oliveira
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
por Daniel Oliveira



Via Zero de Conduta


por Daniel Oliveira
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008
por Daniel Oliveira
A Vereadora da Cultura e Educação do Município de Macedo de Cavaleiros, Sílvia Garcia do PSD, em entrevista à Rádio Onda Livre, afirmou-se saudosista de Salazar no que concerne à Educação. Numa entrevista sobre o espectáculo “ Salazar – Ascensão e Queda”, Sílvia Garcia considera que o 25 de Abril foi “um momento de viragem que marcou o nosso país e deve ser perpetuada” no entanto considera que faz existe um défice de autoridade dos professores neste momento e confessa-se saudosista de Salazar ao afirmar peremptoriamente “se calhar em relação a esta situação, e muitas outras, precisávamos novamente do Salazar”.

por Daniel Oliveira
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
por Daniel Oliveira


A entrevista de António Cunha Vaz ao "Público" é surreal. O homem responde como se tivesse liderado o PSD. Tirando os erros, claro. Esses são de outros. A vaidade do senhor explica o que foram os últimos meses no PSD. Um partido que julga que pode ser liderado por "publicitários" sem qualquer experiência política acaba no estado em que está o PSD. Que sirva de lição.

Na entrevista, Cunha Vaz diz que talvez o Estado não o contrate por «ser pequenino». É uma explicação. Se Cunha Vaz não estiver a falar da sua estatura física, irrelevante para o caso. Basta ler a entrevista. Quer na estratégia, quer na táctica, uma miséria confrangedora. Faz Menezes parecer um gigante político. Mas vale a pena ler para perceber como alguns partidos são dirigidos em Portugal. A política e as convicções são irrelevantes, o que não é novidade. O mais estranho é serem substituidas pelo tacticismo de aprendizes.

E para perceber como há gente que não se enxerga, vale a pena ler o fim da entrevista:
Vai tornar-se político?
Agora não posso abandonar a agência. Mas estou farto dos comentadores, de alguns jornalistas e de alguns clientes.
Na política, teria de os aturar todos.
Não, porque não queria ser o número 2 ou o número 3. Só vou para a política, se for para mandar.
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por Daniel Oliveira
Público: Mas para que serve estar perto do poder? Para atrair clientes, para ter influência?
António Cunha Vaz: Eu nunca disse a um cliente meu: "Olhe que sou muito amigo do dr. Menezes, e, quando ele estiver no governo, faço isto e aquilo."
Público: Não disse, mas eles podem pensar isso.
António Cunha Vaz: Já agora! Não os posso impedir de pensar, ou posso?
Público: O interesse de trabalhar com políticos tem a ver com isso.
António Cunha Vaz: Também tem a ver com isso. O importante é a percepção que se cria nas pessoas. O mercado vai atrás de quem? Das empresas ganhadoras. Mas é claro que dá alguma sensação poder dizer: "Ó Sócrates, recebes-me aí o Manuel Joaquim amanhã?"
Público: Mas para além desse prazer pessoal, isso pode trazer benefícios aos seus clientes.
António Cunha Vaz: Eles não me pagam mais por isso. Mas abre portas.

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira
«Os jornalistas da área enonómica são mais rigorosos na análise dos temas do que os da política.»
António Cunha Vaz

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira
António Cunha Vaz: No livro, ele diz que você se ofereceu para trabalhar com ele, garantindo que conseguia dirigir a opinião pública em qualquer direcção e que "tudo se compra". Isso é completamente mentira. O dr. Carrilho acha que eu fiz uma OPA sobre os comentadores. Vou explicar-lhe uma coisa: eu chego ao pé da direcção do Correio da Manhã, ou do Diário Económico, e peço: "Importas-te de pôr aí o Patinha Antão a escrever uma peça, ou o Ângelo Correia?" A seguir, quem trabalha com o PS faz o mesmo: "Põe o Jorge Coelho, o António Vitorino a escrever um artigo." O que é que estes colunistas fazem? A partir do momento em que têm o seu palco, começam a andar à volta, a andar à volta, e esquecem-se de defender a estratégia do dr. Menezes, ou seja de quem for. Quando se apanham com aquele glamour... Ficam em roda-livre.
Público: Sim? Porque fazem eles isso?
António Cunha Vaz: Porque há um deslumbramento.
Público: Mas eles são livres de escrever o que quiserem.
António Cunha Vaz: Sim. Mas eu não posso trabalhar, quando não há seriedade na praça.

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira
Público: as acusações de Carrilho contra si, e o livro que escreveu, afectaram-no.
António Cunha Vaz: Gravemente. Um dia cheguei a casa e a minha filha vinha a chorar, porque, na escola, uma amiga lhe dissera que eu comprava jornalistas.
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
por Daniel Oliveira
Vejo a televisão. Desfilam personagens como Mendes Bota, Ribau Esteves, Patinha Antão, Marco António, Hugo Velosa, Santana Lopes, Alberto João Jardim... E pergunto-me: o que aconteceu ao PSD para que os cromos se tenham transformado nas figuras?
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por Daniel Oliveira


Padre brasileiro tenta bater record e desaparece nos céus.
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008
por Daniel Oliveira



Há dois dias que a imprensa questiona como foi possível que a direcção do Boavista tenha sido enganada pelo conto do vigário do “investidor” Sérgio Silva? Curioso, mais a mais quando este vigarista patusco não retirou um cêntimo ao clube. Bem mais interessante, e relevante, parece-me tentar perceber como é que a família Loureiro foi enganando as contas do clube durante anos, nomeadamente o presidente do conselho fiscal, obrigado a avalizar investimentos que lesaram e descapitalizaram o clube em dezenas de milhões de euros, sem que ninguém desse por nada. Essa é que é a pergunta que eu gostava de ver respondida, de preferência pelo actual presidente do conselho de administração da Assembleia da República, o deputado do PS José Lello, e presidente do Conselho fiscal do Boavista durante o consulado da família Loureiro e que agora transitou para a Mesa da Assembleia Geral do clube. O mesmo que até fez uma auditoria às contas de 2004, quando começaram a surgir as primeiras dúvidas sobre a veracidade das finanças axadrezadas, mas nunca se apercebeu de nada. Mesmo para o habitualmente baixo nível de clarividência de José Lello, não deixa de ser comovente tanta "ingenuidade".
Pedro Sales

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Sábado, 15 de Março de 2008
por Daniel Oliveira


Resposta de Berlusconi aos problemas de uma trabalhadora precária: casar com uma rapaz como o seu próprio filho, sem problemas de dinheiro. É candidato a primeiro-ministro.

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Quinta-feira, 6 de Março de 2008
por Daniel Oliveira
Está a causar incómodo e com toda a razão. O que raio estão a fazer ao Festival Eurovisão da Canção? Que é feito do "Aleluia" e do "Balão Sobe"? Depois de, há dez anos, uma cantora transexual ter representado Israel, a Espanha, graças a uma votação em organizada pela TVE e o site Myspace, pode vir a ser representada por isto:



E a Irlanda não lhe fica atrás:



Obrigado ao comentador Hugo Cunha e ao João Luís Pinto por chamar à atenção para este atentado ao património eurocanconeteiro. Devolvam-nos as lantejoulas e os duos de meninas afinadas. Não deixem que um simples fenómenos cibernético destrua os valores da Europa.

por Daniel Oliveira
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
por Daniel Oliveira



Eduardo Barroso, Director-Geral da Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação, pagou a si mesmo 277 mil euros pela disponibilidade total para operações que não fez e pela dedicação exclusiva para um trabalho que efectuou enquanto acumulava funções no Hospital da Cruz Vermelha.
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008
por Daniel Oliveira


Via A Mesa de Café


E a versão em português, sem o mesmo encanto:



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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira


Via O País do Burro


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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira


Mensagem de Natal do incontornável presidente da JSD de Moscavide. Linkado por um comentador atento.

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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira


Se te metes na droga
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira


A Câmara Municipal de Alcácer chamou a Direcção Geral de Veterinária tiveram de pedir apoio ao Exército para intervir numa exploração ilegal de suinicultura que foi abandonada, deixando a morrer mais de uma centena de animais. Cerca de 50 foram encontrados mortos e tiveram de ser incinerados numa vala no local. Os outros foram abatidos. A DGV sabia há sete anos da existência desta exploração ilegal. Lopes Jorge, da DGV, justifica porque não fora fechada: nunca tinha sido legalizada. A veterinária municipal Antonieta Santosfoi deu a mesma justificação: “Nunca foi mandada fechar porque, oficialmente, nunca abriu.”

Eu adoro o meu país. Agora já sei. Se eu quiser manter um estabelecimento ilegal sem que ninguém me feche as portas, o segredo é nunca legaliza-lo. Se não existe no papel, não existe. E deste ponto de vista, quem pode contrariar estes senhores? De facto, o que nunca abriu dificilmente pode fechar. Que as nossas cabeças um pouco suínas não percebam todos os impasses existenciais com que um burocrata se depara é absolutamente normal. Não merecemos esta gente. São pérolas a porcos.
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira


Video e ispiração para o título roubados ao Womenage A Trois


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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira



Raúl dos Santos, ex-presidente da Câmara de Ourique e deputado eleito pelo circulo do Porto, anda sempre com imensa pressa. Bateu nas traseiras de um carro. A polícia mandou soprar no balão. Ele recusou-se com o argumento (falso, porque não lhe dá o direito a esta recusa) de que tem imunidade parlamentar. E arrancou sem dizer água vai. A comissão parlamentar de Ética autorizou que o deputado preste depoimento por escrito na qualidade de arguido.
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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira
«Na minha opinião, seria bom, assim, que os homossexuais portugueses permanecessem discretos e pouco afirmativos em público, que não desafiassem em excesso a cultura que tão bem os tem tratado, tornando-se visíveis em demasia, reivindincando explicitamente direitos, ou passeando-se pelo Chiado ou pela Avenida dos Aliados com o mesmo à-vontade que eu observei em S. Francisco. Nesse dia, a cultura portuguesa não vai abdicar da sua norma para os reconhecer e, ao mesmo tempo, meter num gueto. Vai ressenti-los profundamente e reagir indignadamente contra eles.»
Pedro Arroja

A obsessão de Pedro Arroja pelo tema faz-me suspeitar que estamos perante um mirone. Mas como não quero ser insultuoso com o senhor, como ele me acusa de ser, limito-me a repetir as suas palavras, que seguramente não são ofensivas para ninguém: na minha opinião, seria bom, assim, que os arrojas portugueses permanecessem discretos e pouco afirmativos em público, que não desafiassem em excesso a cultura que tão bem os tem tratado, tornando-se visíveis em demasia.

Porque dou tempo de antena a Pedro Arroja? Porque faz muito mais pelos direitos dos homossexuais do que eu. Exibindo-se de forma tão saudável, contribuiu para uma crescente auto-censura dos homofóbicos. Ninguém quer ser comparado com Arroja.

por Daniel Oliveira
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira


por Daniel Oliveira
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007
por Daniel Oliveira



José Pacheco Pereira, na revista Sábado, a propósito das armas de destruição em massa no Iraque:
«Eu próprio não tinha dúvidas sobre a sua existência e certamente por não querer dar o braço a torcer, que não é a minha escola, ainda não estou inteiramente convencido sobre o que é que lhes aconteceu. Esta é uma história que permanece mal contada, quer pelos EUA, quer pelos próceres do regime iraquiano, quer pela Síria, Irão e companhia.»

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira
«O tema da homossexualidade é a este respeito ilustrativo. Este é um tema recorrente na história da humanidade. A solução herdada do passado - o preconceito - a respeito da homossexualidade é a da sua rejeição - e esta é a solução racional. Na realidade, não existem muitos problemas acerca da humanidade onde seja possível descortinar tão facilmente a racionalidade que presidiu às soluções adoptadas pelos nossos antepassados - e que eles nos legaram sob a forma de reacções automáticas, ou preconceitos - como o problema da homossexualidade.

Nas soluções que adoptaram aos problemas que encontraram na vida, os nossos antepassados não foram diferentes de nós - eles foram guiados, em primeiro lugar, pela necessidade da sua própria sobrevivência e, em segundo lugar, pelo desejo da sua prosperidade. Por isso, eles nunca poderiam ter aceite a homossexualidade como uma regra geral de comportamento humano.

Na realidade, no dia em que os nossos antepassados tivessem aceite a homossexualidade como regra geral do comportamento humano teria sido o dia em que a sua cultura - ou, mais geralmente, a humanidade - teria iniciado o caminho para a sua própria extinção. A atitude racional em relação à homossexualidade está, portanto, do lado do preconceito, que implica a sua rejeição como regra geral de comportamento - não a sua aceitação.»


Pedro Arroja
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por Daniel Oliveira
Como já aqui dei nota, tem havido uma discussão no blogue da Atlântico. Tenho guerras habituais com pessoas de direita da Atlântico, do 31 da Armada e do Blasfémias. Do João Miranda ao Paulo Pinto Mascarenhas, passando por tantos outros. Por vezes mais azedo, evitando resvalar para o insulto. Não por acaso, acabei por conhecer e gostar de conhecer alguns deles. Não serei virgem em frases menos felizes. São coisa que podem sempre acontecer quando os ânimos aquecem. Mas tenho os meus limites e faço por não ter debates, no meu blogue, com um rapaz que dá pelo nome de André Azevedo Alves, apesar de ser o recordista absoluto de toda a blogosfera em links para o Arrastão. Consta agora que ele é muito "educado".

Em sua defesa e em resposta a Tiago Mendes, um dos seus companheiros no Insurgente, onde todos estes insultos são escritos, André Abrantes Amaral (que pela semelhança no nome eu confundo sempre com ele), escreveu: «As pessoas não são obrigadas a concordar umas com as outras, mas devem respeitar-se. O debate de ideias é salutar, a ofensa não. A ofensa pessoal é o caminho mais fácil para combater as ideias dos outros. Fácil, mas incorrecto. E não pode prevalecer.»

Confesso que fiquei comovido. Deixo aqui, por graça, apenas algumas pérolas do blogger em causa, que também é "brilhante" (não sei se repararam que nos blogues de direita toda a gente é "brilhante" e escreve textos "imperdíveis" desde a adolescência). Em todas estas civilizadas frases o educado André Azevedo Alves linka para mim, mas não faltam citações do mesmo calibre dedicadas a outros bloggers. Não me conhece de parte alguma e em nenhum dos casos está a reagir a qualquer coisa que tenha escrito (lamentavelmente eu não lhe encontro grande brilhantismo) sobre ele.

«O mais valioso ensinamento a retirar dos gelatinosos posts de Daniel Oliveira...»
«Mesmo sendo amplamente conhecido o pouco apego de Daniel Oliveira à verdade e o seu apreço pela mais rasteira intrujice...»
«Nem a referir-se às estatísticas do Sim no Referendo Daniel Oliveira consegue deixar de abusar da intrujice.»
«Não há dúvida que o jogo sujo e os métodos manipulativos estão-lhe no sangue. Quando não há argumentos, sobram a intrujice e a demagogia.»
«O cavalheiro não é leal e a sua manifesta personalidade de verme impede qualquer discurso civilizado.», citando João Pereira Coutinho.
«Mas pior do que a confusão nas questões de posicionamento político é mesmo a falta de carácter. Para isso dificilmente haverá solução.»
«Talvez o que o Expresso paga por artigos desta qualidade possibilite ao Daniel Oliveira ...»
E, depois de dois anos de dezenas de pérolas como estas (perdi a paciência a meio da busca), lá vem a lição de educação que agora se repete com Tiago Mendes: «Mesmo descontando o facto de o autor não primar pela boa educação e de o insulto ser uma prática recorrente por parte de dirigentes bloquistas...»

Nada tenho contra um debate mais musculado. E se não tenho por hábito responder aqui a Azevedo Alves é porque não me apetece descer ao seu nível que, parece, em determinados meios é considerado o habitual numa pessoa "educada". Também lhe dou o desconto pela sua tenra idade e espero que a maturidade lhe venha a acalmar as hormonas e a torna-lo mais económico e imaginativo na arte de adjectivar. Fica é pouca paciência para rapazes que andam à canelada e depois se atiram para o chão num pranto. Até podia achar graça a jovens atrevidos e de sangue quente. Sonsos é que irritam.

por Daniel Oliveira
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira


O líder da Juventude Centrista apontou hoje o presidente do Grupo Parlamentar do PCP, Bernardino Soares, como um dos principais protagonistas dos "distúrbios revolucionários" do "Verão Quente" de 1975, altura em que tinha apenas quatro anos.

por Daniel Oliveira
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por Daniel Oliveira


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Domingo, 25 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira
Não li a critica literária de Vasco Pulido Valente ao livro de Miguel Sousa Tavares. Como escritor, Miguel Sousa Tavares só me interessa muito moderadamente. Como critico literário, Vasco Pulido Valente não me interessa mesmo nada.
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira
Debate sobre o Orçamento de Estado. Manuel Alegre pede a palavra. Os jornalistas a postos. A esquerda do PS vai falar. Será finalmente o murro na mesa? Alegre fala:





Alegrefrio
Colocado por e5uf2
Vídeo do Zero de Conduta

por Daniel Oliveira
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira

 



É inacreditável que uma deputada entre num estúdio para agredir um jornalista. Só que ao ver esta peça e ao ler esta, esta, esta e esta notícia (todas iguais, a mostrar como vivemos num maravilhoso pluralismo informativo), há sempre uma informação que não é dada e que qualquer peça jornalística normal daria: o que raio escreveu o jornalista que provocou tamanho destempero? Ficamos a saber que Chávez já se referiu a ela, que ela não vai processar o jornalista, que o jornalista diz que lhe pode acontecer alguma coisa... Não seria normal que alguém tivesse a fineza de nos dar esta insignificante informação: o que escreveu o jornalista sobre a mulher?

Fiz uma busca e encontrei. Foi uma longa investigação que tomou 10 minutos de meu tempo. Num estilo de denúncia militante, o jornalista Gustavo Azócar Alcalá conta que a deputada Iris Varela perdeu o seu filho no dia do parto. Pelo que percebi (mas não fiquei seguro), a morte do filho não era do domínio público. E depois, em pormenor, explica como reagiu, no próprio dia, a este acontecimento e as coisas terríveis que disse aos médicos nesse dia. Acaba por atribuir a esse acontecimento o seu suposto desequilíbrio psicológico e até a sua militância política.

De tudo o que li sobre a deputada ficou para mim claro que é uma figura estranha, agressiva e com negócios pouco claros. De tudo o que vou lendo da imprensa venezuelana (quase toda ligada à oposição), percebo que o jornalismo que por ali se faz (sobretudo nas televiões) é abaixo de qualquer explicação. O comportamento da deputada (ainda mais tendo imunidade parlamentar) é inaceitável. Mas o dever dos jornalistas, dos nossos, é dar-nos todos os dados relevantes e não fazer apenas copy/paste da mesma fonte e mostrar a imagem chocante. Isto, claro, se não queremos que o nosso jornalismo e a nossa política fiquem iguais aos da Venezuela.

As coisas acontecem por uma razão. Contar essa razão não é justificar as coisas. Neste caso, saber isto ajuda a perceber que as motivações da senhora para este comportamento são mais pessoais (numa matéria de enorme sensibilidade) do que políticas. Nem menos nem mais condenáveis por isso. Mas ficamos a saber. E é ficamos a saber o fundamental sobre as coisas depois de rirmos ou de nos indignarmos com as imagens que faz a diferença entre o jornalismo e o entretenimento.

por Daniel Oliveira
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira


Pacheco Pereira está indignado. Parece que há «falsos blogues pornográficos» (ainda se fossem verdadeiros) que aparecem à frente do Abrupto em rankings falsificados e que se montou uma cabala para «evitar que o Abrupto apareça sempre nos primeiros lugares». Pior,é «prática deliberada de muitos blogues» «fazerem ligações a tudo menos ao Abrupto». Cientes da enorme injustiça e clima de perseguição, o Arrastão e o Zero de Conduta avançam com uma campanha na Blogosfera. No dia 23 de Novembro vamos todos linkar para Pacheco Pereira. Vamos ajudar o Abrupto. Associa-te a esta campanha.

por Daniel Oliveira
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira
«Se Portugal não atender às reivindicações madeirenses, em sede de revisão da Constituição (...) a minha atitude é declararmos unilateralmente a independência na Assembleia Legislativa da Madeira»
Gabriel Drumond, deputado do PSD/Madeira

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007
por Daniel Oliveira
O governo desta ditadura socratiana da burguesia, com máscara democrática, está progressivamente a desenvolver, na dialéctica do processo, uma política em que despontam já matizes neofascistas.
Miguel Urbano Rodrigues

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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
por Daniel Oliveira


Jardim Gonçalves pagou a dívida do seu filho Filipe ao Banco Comercial Português (BCP).

por Daniel Oliveira
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007
por Daniel Oliveira



Desafiando as leis da física, um ministro sem coluna vertebral teima em não cair. Escrevi isto há 4 anos, quando Martins da Cruz se agarrava ao lugar enquanto era demitido quem lhe tinha feito o favor de tornar o caminho da sua filha para a Faculdade de Medicina um pouco mais curto. Caiu uns dias depois mas sem nunca corar de vergonha. Acabou agora de regressar com a muito recomendável trupe de Menezes. Na política portuguesa ninguém se perde, ninguém se transforma, ninguém se acanha. Só se deixa passar um tempo.

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Sábado, 6 de Outubro de 2007
por Daniel Oliveira
Há tanto tempo que não lia Pedro Arroja. Fui ao blogue dele, li isto e isto e sinto-me como novo.
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007
por Daniel Oliveira


Se é "Mendes Bota" porque bota Menezes?

Publicado no 31 da Armada

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